Irei abordar esta situação de uma forma mais pessoal, uma vez que aconteceu comigo mesmo. Como tal, e tendo em conta todos aqueles que nos seguem e que podem passar pela situação, deixo aqui o meu testemunho.
Sou cliente ActivoBank há vários anos, mais propriamente desde os meus tempos de estudante. Na altura, necessitava de um banco que não me cobrasse comissões ridículas, e após uma breve pesquisa, lá descobri o banco pertencente ao Grupo Millennium BCP, uma vez que preenchia todos os meus requisitos. Continuo cliente após todos estes anos.
Ressalvo desde já que nunca tive problemas de maior com o ActivoBank. Tirando uma ou outra situação em que não conseguia aceder à conta fosse através do site oficial ou da app (mas os pagamentos e levantamentos sempre foram possíveis), fui sempre bem tratado e o suporte ao cliente nunca deixou a desejar.
Ora, quando temos cartões, sabemos que os mesmos têm um prazo de validade. E quando o prazo se aproxima, é normal os bancos enviarem novos cartões, cabendo aos clientes os últimos passos necessários para ativar esses mesmos cartões, pois só assim ficam a funcionar corretamente.
Bom, venho dar conta de que o ActivoBank está a enviar informações erradas aquando do envio de cartões para respetiva ativação. Esta situação aconteceu comigo e venho revelar como a podem resolver facilmente.
Esta é a típica carta que receberão por parte do ActivoBank, caso sejam clientes desse mesmo banco. Podem ler o seguinte:
O Cartão que recebeu é uma renovação? Só precisa de começar a usar. O PIN é igual ao do seu Cartão anterior.
É a primeira vez que recebe este Cartão? Saiba o que tem de fazer para ativar.
Na segunda questão, são dadas duas opções:
Através da App – Na sua APP ActivoBank, receberá a seguinte notificação: O seu Cartão está a caminho. Quando o receber, ative-o aqui. Basta clicar para aceder à zona de ativação de Cartões e seguir os passos.
Através do site – Vá activobank.pt > Dia-a-dia > Cartões > Mais Operações > Ativar Cartão
Ora, penso que me enquadre na primeira questão, isto é, uma renovação do cartão. Como sou cliente há vários anos, não posso considerar que seja a primeira vez que receba este cartão do ActivoBank, embora este cartão em específico seja mesmo novo e, como tal, é de facto a primeira vez que o recebo. Em todo o caso, vamos considerar que é uma renovação.
Ora, o ActivoBank diz explicitamente “só precisa de começar a usar”. Mas não é bem assim.
Na verdade, ainda antes de receber este novo cartão, a minha conta MB Way tinha atualizado automaticamente, apresentando, sem qualquer ação da minha parte, este novo cartão. Tentei logo fazer alguma operação, mas não funcionou. Já com o cartão recebido, tentei efetuar uma compra na Uber Eats, mas também não resultou. Afinal, o cartão parecia não estar ativado.
Como o prazo de validade do outro cartão tinha acabado de expirar, não havia outra hipótese a não ser ligar para a linha de apoio ao cliente. E após explicar a situação à operadora, foi-me dita a solução: basta ir a uma caixa Multibanco, inserir o cartão, digitar o PIN e selecionar a opção de consulta de saldo sem talão, isto é, no ecrã. A partir daí, o cartão fica ativo.
“Mas não é nada disso que vem escrito na carta”, disse eu à simpática senhora que me atendeu. “Sim, a informação da carta está desatualizada”, ouvi de volta.
E é isto. Se por acaso forem clientes ActivoBank e passarem por esta situação, o problema resolve-se facilmente. E ainda bem.
E desse lado, já tiveram peripécias com os vossos bancos? Contem-nos tudo.
Estiveram confirmados enquanto cabeças de cartaz para a edição de 2020 do festival Laurus Nobilis, mas veio a pandemia e a realização do evento não foi possível. E embora a organização tivesse reconfirmado a banda para este ano de 2021, a verdade é que o festival também não aconteceu. Já para 2022, o grupo não consta, até ver, do lineup do Laurus Nobilis, o que podia indicar que já não viria a Portugal. Mas não é o caso: fiquem descansados que os As I Lay Dying virão a Portugal na mesma.
Saíram (aparentemente) do Laurus Nobilis, mas ganharam concerto em nome próprio. O espetáculo está agendado para 25 de março de 2022 na Sala Tejo da Altice Arena, em Lisboa.
Na bagagem, a banda de metalcore norte-americana trará o mais recente álbum, Shaped by Fire, editado em 2019. Não se sabe, porém, se estarão a trabalhar num novo disco, até porque esta digressão parece servir para celebrar duas décadas de existência dos As I Lay Dying e não para apresentar novos temas.
A acompanhar os norte-americanos estarão os históricos Dying Fetus e os Emmure. Os bilhetes são postos à venda na próxima segunda-feira, dia 6 de setembro, nos locais habituais.
Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings acabou de se tornar num dos meus favoritos absolutos de toda a MCU! Destin Daniel Cretton entrega um filme repleto de tremendo entretenimento com provavelmente a melhor ação alguma vez vista neste universo cinemático.
Sinopse:“Shang-Chi (Simu Liu) é obrigado a confrontar um passado que julgava ter deixado para trás quando é atraído pela teia da misteriosa organização conhecida como os Ten Rings.”
Em Portugal, Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings não parece ter recebido uma grande quantidade de publicidade, algo surpreendente, no mínimo, tendo em conta que se está a falar de um filme da Marvel. Sem qualquer esforço para evitar trailers ou clips curtos, entrei no cinema tão cego como podia. Não tinha conhecimento sobre a história e as suas personagens das bandas desenhadas, logo foi uma experiência pouco comum para mim em relação a conteúdo da MCU. Apesar de praticamente não ter expectativas, Destin Daniel Cretton (Just Mercy) deixou-me arrebatado com um dos meus filmes favoritos de todo o Universo Cinemático da Marvel!
Os fãs guiados apenas por ação adoram esta saga da Marvel não por causa das suas histórias ou heróis, mas sim devido à sua fórmula de sucesso que frequentemente contém um terceiro ato pesado em ação que ajuda a terminar aquele balde de pipocas gigante. Quanto mais ação o filme tiver, mais estes espetadores sairão satisfeitos, independentemente do argumento genérico, do vilão cliché ou dos pontos de enredo repetitivos. Felizmente, este filme agrada a todos os fãs com provavelmente a melhor ação da MCU, isto sem prejudicar o arco do seu protagonista nem a impressionante construção do mundo em redor desta história.
Em primeiro lugar, é impossível não abordar o trabalho de coreografia digno de vários prémios. Esta obra é dedicada a Brad Allan, supervisor/coordenador de lutas, que infelizmente faleceu no mês passado. O trabalho que deixou para trás é simplesmente de fazer cair o queixo. Com uma equipa de atletas fenomenal, Shang-Chi oferece sequências de luta memoráveis, todas filmadas através de cenas inacreditavelmente longas, coreografias de artes marciais incrivelmente rápidas e uso mínimo de CGI. Com toda a honestidade, esta pode muito bem ser a melhor ação (não-CGI) vista na MCU até agora. Para fãs de Dragon Ball, dá-nos esperança de que um bom filme live-action seja realmente possível.
As sequências noturnas são tão fascinantes quanto as cenas em plena luz do dia, o que mostra o cuidado que William Pope e Cretton tiveram em tornar as sequências de ação mais escuras fáceis de se seguirem. É realmente difícil recordar-me de uma única sequência de luta editada abruptamente ou CGI excessivo arruinar um momento em particular. Todos os efeitos especiais são de topo, demonstrando que os grandes estúdios estão a ficar cada vez melhores na produção de blockbusters visualmente deslumbrantes.
Tecnicamente, não posso deixar de mostrar ainda mais apreço pela cinematografia de Pope. Em termos de ação, é tão perfeita como podia ser, mas mesmo fora de situações de combate, são vários os planos largos de tirar o fôlego que me deixaram admirado. Cretton inspira-se nos filmes energéticos de Jackie Chan e a experiência de Pope em The Matrix encaixa-se no mundo de Shang-Chi que nem uma luva. A banda sonora de Joel P. West acompanha lindamente todo o filme, elevando as peças de ação com música de fundo épica. O poderoso trabalho sonoro deste filme é fortemente sentido numa sessão IMAX.
Os argumentistas Dave Callaham (Mortal Kombat), Cretton e Andrew Lanham (The Kid) exploram profundamente quase todos os elementos de narrativa que trazem para a mesa. Da lenda dos Ten Rings à vila de Ta Lo e a sua cultura, passando pelas dezenas de mitos, contos, criaturas e profecias, Shang-Chi carrega mais passado para a sua narrativa principal do que qualquer outro filme do MCU. Embora seja tudo muito interessante, existe uma dependência excessiva e desnecessária de narração, retrospetivas e premonições. Com tanto para explicar aos espetadores, a vasta exposição carrega um peso cansativo.
Narração e retrospetivas tomam conta do leme por diversas vezes em todos os atos. No início funciona surpreendentemente bem: introduzindo um antagonista emocionalmente convincente, Xu Wenwu (Tony Leung), a Marvel continua a dar-nos vilões bem desenvolvidos com motivações compreensíveis. Amor e luto têm sido dois dos temas mais significativos e recorrentes da Quarta Fase da Marvel, por isso, não é de admirar que Shang-Chi os aborde através do seu “vilão”. Leung (Hero) oferece uma prestação brilhante, equilibrando perfeitamente a figura paterna amorosa com o assassino furioso e vingativo.
No entanto, a interminável narração e visitas ao passado de cada personagem mostram-se gradualmente ineficientes. A premonição contínua de todos os componentes de enredo também não abre espaço para surpresas – nem tudo precisa de receber pistas prévias. Além disso, a primeira metade do filme é definitivamente repleta de ação, com várias sequências separadas por curtos períodos de tempo, oferecendo uma hora de entretenimento puro. Já a segunda parte leva demasiado tempo para chegar a outra cena de ação, algo que tendo em mente as questões levantadas atrás, dá a sensação da espera ser mais longa do que realmente é.
Saltando para os atores principais, Simu Liu (Women is Losers) e Awkwafina (Raya and the Last Dragon) formam uma excelente dupla como Shang-Chi e Katy, respetivamente. A atriz é a principal fonte daquele humor da Marvel que, desta vez, não ofusca momentos dramáticos, muito devido à capacidade de Awkwafina em navegar perfeitamente aquela linha entre comédia e drama. Liu tem o seu grande papel de destaque, entregando uma interpretação convincente do novo super-herói que todos os fã vão adorar ver a lutar – elogios extras ao ator por fazer a maioria das suas acrobacias.
Também adoro o facto da relação entre estas duas personagens não seguir o caminho mais cliché. O arco partilhado sobre objetivos de vida e responsabilidade é jogado mais como uma piada ao longo do filme, mas os problemas de identidade que Shang-Chi atravessa são, sem dúvida, o arco principal do filme e que facilmente se relaciona com asiáticos-americanos. Honestamente, não encontro razões para este filme ser menos importante para a comunidade asiática do que Black Panther é para a comunidade negra. Na verdade, devo elogiar o compromisso com a língua asiática, que tem mais tempo de ecrã do que qualquer outra língua não-inglesa num filme da Marvel.
Shang-Chi quebra tantos estereótipos sobre a cultura asiática e a sua comunidade que até espetadores não-asiáticos serão capazes de os reconhecer como preconceitos ridículos. Um, em particular, vai-se destacar, pois é provavelmente o mais comum. Não consigo imaginar os fãs asiáticos da MCU não se sentirem orgulhosos de (finalmente) ter um super-herói asiático digno no grande ecrã para milhões testemunharem. Pode seguir algumas das fórmulas de contar histórias da Marvel, mas Cretton definitivamente tenta entregar algo diferente e acredito que o consegue.
Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings acabou de se tornar num dos meus favoritos absolutos de toda a MCU! Destin Daniel Cretton entrega um filme repleto de tremendo entretenimento com provavelmente a melhor ação alguma vez vista no universo cinemático. Através da excecional mistura de takes longos, coreografias de luta impressionantes e um trabalho de coreografias de fazer cair o queixo, Simu Liu brilha com as suas habilidades de artes marciais, mas também na abordagem aos problemas de identidade do protagonista.
A Marvel ganha mais um antagonista emocionalmente convincente, bem como uma personagem feminina relacionável que incorpora muitos elementos da cultura asiático-americana. Apesar da dependência excessiva de dispositivos de exposição desnecessários e excessivos (narração, retrospetivas, premonições), a história de fundo de todos os contos e lendas nunca perde o interesse.
Desde a quebra de estereótipos a uma representação notável da sua cultura, a maioria dos espetadores asiáticos certamente vai adorar este filme, bem mais do que eu. A Quarta Fase cinemática da Marvel começa bem…
Temos fãs desta comédia negra e já viram todos os episódios? Então vão gostar de saber que a AMC anunciou esta semana uma segunda temporada da já popular Kevin Can F**K Himself.
Combinando uma sitcom filmada com múltiplas câmaras com o realismo de um drama de câmara única, Kevin Can F**K Himself conta a história de Allison McRoberts (Annie Murphy), uma mulher que todos pensamos conhecer: o protótipo da esposa perfeita das comédias tradicionais. Ela é uma mulher bonita e com sentido de humor (embora seja geralmente o tema de muitas das piadas). Além disso, é casada com um homem que parece ter ganho a lotaria no que diz respeito ao casamento, porque ela é espectacular e ele é apenas engraçado. A série rompe com a convenção e com os habituais formatos televisivos, permitindo aos espectadores ver o que acontece quando as câmaras seguem Allison para além da esfera do seu marido e quando finalmente “acorda” – revoltando-se contra as injustiças da sua vida.
“Kevin Can F**K Himself” também é protagonizada por Mary Hollis Inboden (The Real O’Neals) que encarna Patty O’Connor, a vizinha forte e pessimista cuja inteligência oculta e insatisfação lhe fazem criar um vínculo com Allison; Eric Petersen (Kirstie) no papel de Kevin McRoberts, o “adorável” e imaturo marido de Allison; Alex Bonifer (Superstore) como Neil O’Connor, o melhor amigo de Kevin, um homem simples, amante de futebol americano e cerveja; Brian Howe (Chicago Fire) no papel de Pete McRoberts, o pai de Kevin com um sentido de humor especial; e Raymond Lee (‘Here and Now’) como Sam Park, um rapaz educado de Worcester que partilha um passado com Allison.
A segunda temporada, composta por oito episódios, irá estrear no AMC no próximo ano. Kevin Can F**K Himself foi criada por Valerie Armstrong e tem Craig DiGregorio como showrunner.
A marca O Melhor Croissant da Minha Rua que se cuide!
A primeira loja da marca abriu em janeiro deste ano na Ericeira. Já em junho, surgiu uma segunda loja, desta vez em Brejos de Azeitão. Agora, a marca Croissant da Vila abre mais dois novos spots: Lisboa (Alvalade) e Odivelas.
A loja de Alvalade abriu na passada quinta-feira, dia 2 de setembro, na Rua José Duro, 31A. Está localizada no jardim através do Mercado de Alvalade, onde a boa mesa e a qualidade são reconhecidas.
Já na próxima terça-feira, dia 7, inaugura a loja de Odivelas, na rua Prof. Dr. Egas Moniz, 21ª, em frente ao Metro de Odivelas. Ambas os espaços surgem em regime de franchising.
Simples ou com recheio, o Croissant da Vila aposta na variedade de seleção e combinação de ingredientes. Entre os recheios doces, é possível escolher sabores como chocolate, Nutella, Kinder Bueno, Oreo, doce de morango, de ovo ou doce de abóbora. Nos salgados, há ingredientes como presunto e queijo curado, atum, frango, salmão e queijo filadélfia.
Todos os produtos que compõem o menu alinham no mesmo patamar de qualidade, mantendo o sabor autêntico “da vila”. Produzido de forma artesanal por quem faz da pastelaria uma arte, o Croissant da Vila é fiel ao paladar que remonta às memórias de infância, ao mesmo tempo surpreende pela criatividade.
A marca investe também na variedade de ingredientes e em novidades regulares. Por exemplo, está agora disponível um novo recheio de caramelo salgado e figo com queijo creme. Mas a maior e mais recente novidade é mesmo o Croissant Gigante. De proporções épicas, este é um produto somente vendido por encomenda.
De resto, fiquem a saber que, até dezembro, a marca prevê abrir mais seis lojas no centro de Lisboa.
E todos os novos episódios devem logo ficar disponíveis nesse dia.
No passado mês de agosto, a Hulu, plataforma onde a série The Great é originalmente exibida, divulgou uma data de estreia para a segunda temporada, neste caso apontada para 19 de novembro.
Ora, embora esta data não se enquadre para os portugueses, não deixa de ter importância, uma vez que é um bom indicativo de quando é que os novos episódios serão exibidos na HBO Portugal, serviço de streaming que transmite por cá a série.
Pois bem, a HBO Portugal acaba de divulgar que a série estreia na plataforma a 20 de novembro, ou seja, logo no dia seguinte relativamente à exibição original. Se acontecer como na primeira temporada, todos os novos episódios ficarão logo disponíveis nesse dia.
Na segunda temporada da série, Catarina finalmente assume o trono russo, mas se ela achava que enganar o seu marido tinha sido difícil, não foi nada comparado à realidade de “libertar” um país que não quer ser libertado. Catarina vai ter confrontos com a sua corte, com a sua equipa e até com a sua própria mãe (interpretada por Gillian Anderson), numa tentativa de trazer dias melhores para a Rússia. Simultaneamente, ela irá também lutar com o seu próprio coração, enquanto Peter faz uma transição lenta de um marido muito odiado para um prisioneiro? Aliado? Amante? No final de contas, Catarina aprenderá que para mudar um país, tem de aceitar uma mudança pessoal, que existe uma linha ténue entre idealismo e ilusão, e que tornar-se Catarina, A Grande, exigirá mais dela do que ela alguma vez imaginou.
A série é protagonizada por Elle Fanning como Catarina, Nicholas Hoult como Peter, Phoebe Fox, Adam Godley, Gwilym Lee, Charity Wakefield, Douglas Hodge, Sacha Dhawan, Bayo Gbadamosi e Belinda Bromilow.
The Great foi criada, escrita e produzida executivamente por Tony McNamara.
19 de agosto de 2022 é o prazo para a conclusão das obras.
Há muito que se fala da vinda da espanhola Mercadona para Setúbal. Na verdade, as primeiras informações surgiram em novembro do ano passado, quando ficámos a saber que a empresa tinha adquirido um terreno em Setúbal com aproximadamente 10.000 m2. Na altura, também foi dito que o supermercado teria uma área de venda de 1.900 m2, embora a localização não tenha sido revelada.
Mais recentemente, no passado mês de agosto, a Mercadona começou a recrutar não só para a loja de Setúbal, mas também para a do Montijo. E tendo isto em conta, era de esperar que a inauguração acontecesse algures no início de 2022. Mas não.
Para já, a Câmara Municipal de Setúbal somente emitiu o alvará para a construção deste supermercado do grupo espanhol no passado dia 19 de agosto, embora as obras tenham sido aprovadas a 15 de julho. Além disso, a área de construção é de 3.249 m2, o que vai de encontro à informação anteriormente avançada que o supermercado teria uma área de venda de 1.900m2. Os restantes metros quadrados servirão para a construção do parque de estacionamento, onde deverão também existir alguns lugares destinados ao carregamento de veículos elétricos.
De resto, o prazo para a conclusão das obras está previsto para 19 de agosto de 2022, ou seja, praticamente daqui a um ano. Se o prazo for cumprido, é provável que o Mercadona Setúbal inaugure ainda durante esse mês de agosto ou, então, nos primeiros dias de setembro.
Por fim, falar da localização. O Mercadona Setúbal ficará localizado na Avenida Mestre Lima de Freitas, mesmo ao lado da Conforama.
Foi hoje aprovado em Conselho de Ministros o decreto-lei que procede à transposição parcial da Diretiva (UE) 2019/904, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de junho de 2019, relativa à redução do impacto de produtos de plástico de utilização única e aos produtos feitos de plástico oxodegradável.
A partir de 1 de novembro de 2021 é proibida a colocação no mercado de determinados produtos de plástico de utilização única, tais como cotonetes, talheres, pratos, palhas, varas para balões, bem como copos e recipientes para alimentos feitos de poliestireno expandido.
De acordo com a diretiva, este decreto-lei estabelece dois objetivos de redução do consumo de copos para bebidas e recipientes para alimentos destinados ao consumo imediato ou prontos a consumir: até 31 de dezembro de 2026, uma redução de 80% relativamente a 2022 e, até 31 de dezembro de 2030, uma redução do consumo de 90%.
Para assegurar estes objetivos estão previstas medidas, a cumprir a partir de 2024, como a disponibilização de recipientes reutilizáveis para consumo de alimentos e bebidas mediante a cobrança de um depósito, entre outras.
The Wheel of Time é uma das séries de fantasia mais populares de todos os tempos, com mais de 90 milhões de livros vendidos. Situada num mundo épico e em expansão, onde a magia existe e apenas certas mulheres têm acesso a ela, a história acompanha Moiraine, membro da incrivelmente poderosa organização só de mulheres chamada Aes Sedai, ao chegar à pequena cidade de Two Rivers. Lá, ela embarca numa perigosa jornada mundial com cinco jovens homens e mulheres, um dos quais é profetizado como sendo o Dragão Renascido, que irá salvar ou destruir a humanidade.
Dito isto, não é de admirar que a Amazon Prime Video vá estrear a adaptação televisiva de uma série baseada nos romances de fantasia best-sellers de Robert Jordan, que venderam mais de 90 milhões de cópias em todo o mundo.
Em maio, depois da primeira temporada encerrar a sua produção na República Checa, a Amazon Studios anunciou uma segunda temporada de The Wheel of Time. Mas na altura ainda nem se sabia a data de estreia do primeiro leque de episódios.
Hoje, além de ter divulgado o teaser trailer oficial da nova série de fantasia, a Amazon também confirmou que a estreia acontece a 19 de novembro, ficando logo disponíveis três episódios. Depois, a cada semana, estreia um novo episódio, com o episódio final a ficar disponível a 24 de dezembro, véspera de Natal.
The Wheel of Time foi adaptado para a televisão pelo produtor executivo e realizador da série, Rafe Judkins (Agentes da S.H.I.E.L.D., Hemlock Grove).
“Já há algum tempo que não fazemos música juntos. Quase 40 anos, na verdade. Fizemos uma pausa na primavera de 1982 e agora decidimos que é hora de terminar essa pausa.” É desta forma que os ABBA se dirigem aos fãs não só para anunciar um novo álbum, Voyage, mas também para dar conta de um concerto revolucionário onde os elementos da banda irão surgir em formato digital. Sim, é mesmo isso que leram.
Basicamente, neste novo espetáculo, Agnetha, Björn, Benny e Anni-Frid irão apresentar-se digitalmente com uma banda de 10 elementos ao vivo. Tudo isto acontece no Queen Elizabeth Olympic Park, em Londres, onde foi construída uma arena com capacidade para 3 mil pessoas. Quer isto dizer que não conseguirão assistir ao concerto a partir de casa, pois terão mesmo de deslocar-se a terras de Sua Majestade.
As versões digitais dos ABBA foram criadas após semanas e meses de trabalhos técnicos com os quatro membros da banda e uma equipa de 850 membros da Industrial Light & Magic, a empresa fundada por George Lucas, naquela que é a primeira incursão da empresa na música.
Agora, 40 anos depois do seu último álbum de estúdio, The Visitors, os ABBA não só gravaram duas novas canções, “I Still Have Faith In You” e “Don’t Shut Me Down”, que farão parte do concerto, mas também gravaram e produziram um álbum totalmente novo. Voyage será lançado mundialmente a 5 de novembro.
Voltando ao espetáculo, cujo nome é ABBA Voyage, o concerto inaugural acontecerá a 27 de maio de 2022, sabendo-se que há espetáculos marcados, pelo menos para já, até 4 de setembro do mesmo ano. Existem vários tipos de bilhetes, com os preços a começarem nas 21 libras, cerca de 25€.
A pré-inscrição para bilhetes arrancou hoje, sabendo-se que a venda ao público em geral começa a 7 de setembro. Caso queiram ter acesso antecipado, terão de fazer a pré-reserva do novo álbum.
As aventuras a solo do VII ao XII, na subscrição da PlayStation.
Os próximos meses serão uma delícia para os fãs de Final Fantasy com subscrição do PlayStation Now e para aqueles que sempre quiseram mergulhar no universo e não tiveram oportunidade.
Entre setembro e janeiro de 2022, o PlayStation Now vai receber um jogo de Final Fantasy por mês, a começar já no dia 7 de setembro com Final Fantasy 7 (o original), por ordem até janeiro, com Final Fantasy XII The Zodiac Age.
Estes jogos de Final Fantasy serão disponibilizados nas suas melhores versões, como por exemplo Final Fantasy VIII Remastered ou X/X2 HD Remaster, lançados para a PlayStation 4, podendo ser descarregados e jogados nessa consola e na PlayStation 5. Ou então via streaming, onde se inclui também o PC, para onde o PS Now também esta disponível.
As datas são as seguintes:
Final Fantasy VII – 7 de setembro de 2021
Final Fantasy VIII Remastered – 5 de outubro de 2021
Final Fantasy IX – 2 de novembro de 2021
Final Fantasy X/X-2 HD Remaster – 7 de dezembro de 2021
Final Fantasy XII The Zodiac Age – 4 de janeiro de 2022
Estreia a 9 de setembro no canal oficial de YouTube de Pokémon.
A saga Pokémon está prestes a chegar com novas histórias inspiradas nas lendas e mitologias que têm sido apresentadas a cada jogo.
Na celebração dos 25 anos de Pokémon, a The Pokémon Company revelou agora o trailer de um novo projeto de animação, chamado Pokémon Evoluções.
Co-produzida com a OLM Studios, Pokémon Evoluções é uma espécie de retrospetiva à série, com cada episódio focado numa aventura de uma das oito regiões da saga.
A começar na mais recente, o primeiro episódio estreia a 9 de setembro com um episódio dedicado à região de Galar, os seus Pokémon e os seus heróis, com cada episódio a sair semanalmente até dezembro, na região de Kanto, dos icónicos jogos da Nintendo Game Boy.
Vão poder assistir aos episódios em exclusivo no canal oficial de Pokémon no YouTube nas seguintes datas:
Quinta-feira, 9 setembro: “O Campeão” na região de Galar
Quinta-feira, 23 setembro: “O Eclipse” na região de Alola
Quinta-feira, 7 outubro: “O Visionário” na região de Kalos
Quinta-feira, 21 outubro: “O Plano” na região de Unova
Quinta-feira, 2 dezembro: “O Rival” na região de Sinnoh
Quinta-feira, 9 dezembro: “O Desejo” na região de Hoenn
Quinta-feira, 16 dezembro: “O Espetáculo” na região de Johto
Quinta-feira, 23 dezembro: “A Descoberta” na região de Kanto
Segundo Dwayne Johnson, será o maior filme da Netflix até à data.
Foi em janeiro deste ano que tivemos os primeiros detalhes de Red Notice, filme da Netflix que junta Dwayne Johnson, Gal Gadot e Ryan Reynolds. Até então, já se sabia que a longa-metragem nos iria levar a acompanhar John Hartley (Dwayne Johnson), agente do FBI que segue um caso de Red Notice, avisos emitidos pela Interpol no que toca aos criminosos mais procurados do mundo. Eventualmente, Hartley dá de caras com Nolan Booth (Ryan Reynolds), com quem acaba por fazer uma dupla improvável para capturar outra ladra de arte, “The Bishop” (Gal Gadot).
Como seria de esperar, os três acabam por juntar-se de modo a atingir os seus objetivos. O plot não parece nada de inovador relativamente a tantos outros filmes que surgiram ao longo dos anos, mas com três caras tão conhecidas, irá certamente conquistar muito fãs que procuram um filme de entretenimento.
De acordo com Johnson, Red Notice será o maior filme da Netflix até à data. Não acreditam? Então vejam o trailer.
Red Notice, escrito e realizado por Rawson Marshall Thurber, estreia na plataforma de streaming a 12 de novembro.
Uma escolha difícil para os verdadeiros fãs de Horizon.
Horizon Forbidden West tem data de chegada à PlayStation 4 e PlayStation 5 no dia 18 de fevereiro de 2022. Agora, de modo a antecipar o título, a PlayStation abriu as portas às pré-reservas do jogo com muitas versões para escolherem, que vão dos 69,99€ na edição standard da PlayStation 4, até aos 269,99€ pela Edição Regalla, em ambas as versões. Confusos? Nós explicamos.
Horizon Forbidden West terá várias edições para além da simples versão física com o disco na caixa. Ao todo, serão cinco edições diferentes com conteúdos diferentes, onde os grandes destaques vão para a Edição de Colecionador e uma outra edição, ainda mais limitada, a Edição Regalla. No fundo, duas edições de coleção diferentes, pois os seus extras são relativamente semelhantes.
Para a PlayStation 4 e PlayStation 5 teremos as edições Standard físicas e digitais; as edições especiais físicas com uma Steelbook e um livro de arte; as edições Digital Deluxe, com banda sonora, livro de arte digital e itens de cosmética; e por fim entramos nas edições mais caras e limitadas, que contam com o jogo em formato digital.
A Edição de Colecionador, além dos restantes extras, destaca-se pela inclusão de duas estátuas: uma pequena de Aloy em posição de ataque e a estátua de um Tremodonte, o robô inspirado num mamute que podemos ver em ação no primeiro vídeo de jogabilidade do jogo.
Já a Edição Regalla troca o Tremodonte por uma versão tribal e controlada por humanos, conta com mais figuras e tem ainda outros adereços, como um mapa do jogo em tecido, postais de arte e uma réplica do Foco de Aloy.
Em suma:
Edições Standard (físicas e digitais)
Edição Standard para a PlayStation 4 a 69,99€
Edição Standard para a PlayStation 5 a 79,99€
Edições Especiais e de Colecionador
Edição Especial para a PlayStation 4 a 79,99€
Edição Especial para a PlayStation 5 a 89,99€
Edição Digital Deluxe para a PlayStation 4 e PlayStation 5 a 89,99€
Edição Colecionador para PlayStation 4 e para a PlayStation 5 a 199,99€
Edição Regalla para PlayStation 4 e para a PlayStation 5 a 269,99€
Todas estas edições estão disponíveis para pré-reserva via PS Store e lojas físicas tradicionais e incluem um incentivo digital em forma de um fato exclusivo para a Aloy.
Em comunicado, a PlayStation também faz a resalva de que quem adquirir Horizon Forbidden West para a PlayStation 4 para mais tarde fazer a atualização para a PlayStation 5, só o poderá fazer através das edições com o jogo em formato digital. Neste caso a Digital Deluxe, de Coleção e a Regalla.
Estas edições ficarão disponíveis no dia 18 de fevereiro, quando Horizon Forbidden West for lançado na PlayStation 4 e PlayStation 5
Desde há muito tempo que a guerra no que aos jogos de futebol diz respeito ficou resumida a dois players no mercado: PES (agora eFootball) e FIFA. Em tempos, chegámos a ter o título This is Football, desenvolvido pela London Studio, cujo lançamento era assegurado pela Sony Interactive Entertainment (quem não se lembra de ver o ex-jogador e agora treinador Tiago Mendes na capa de This is Football 2005?), mas o jogo não resistiu ao passar dos anos.
Isto tudo para dizer que o mercado bem precisa de novos jogos de futebol, com outras abordagens e funcionalidades, de modo a quebrar a monotonia. Recentemente, foram apresentados três novos jogos que prometem fazer frente a FIFA e eFootball: UFL, GOALS e Football Player.
UFL
Este é o que tem dado mais que falar, até porque é o título sobre o qual temos mais informações até à data.
UFL foi anunciado durante a Gamescom 2021, mas não é um título que só agora começou a ser trabalhado. Na verdade, apesar de o público somente ter ficado a ter conhecimento deste jogo recentemente, a verdade é que a Strikerz Inc., um novo estúdio que possui vários escritórios um pouco por toda a Europa, tem vindo a desenvolver UFL ao longo dos últimos cinco anos.
Em entrevista ao IGN, Eugene Nashilov, CEO da Strikerz Inc., referiu que Strikerz Inc. “é um jogo totalmente novo” que nasceu da “frustração dos produtores de jogos com o rumo que a EA e a Konami tomaram nos seus jogos de futebol nos últimos anos”.
O online será o foco de UFL, pelo que será necessário possuir uma infraestrutura em condições de modo a que jogo funcione sem problemas de maior. Em todo o caso, o título terá também um modo offline, pelo que poderão jogar não só contra o CPU, mas também contra amigos.
UFL está a ser desenvolvido com recurso ao Unreal Engine e terá mais de 5.000 jogadores licenciados. A Strikerz Inc. aposta num modelo de fair-to-play, isto é, o jogo será grátis para jogar e irá receber novas atualizações com novas funcionalidades de forma regular, mas sem que os jogadores tenham de pagar mais por isso para aceder a essas novidades. “Nunca os iremos obrigar a comprar nada no UFL para alcançar ranks altos e permanecerem competitivos”, disse Nashilov.
Dito isto, ainda não existem detalhes sobre como é que UFL se tornará rentável, mas diz-se que o conteúdo pago do jogo será, neste caso, para cosméticos.
UFL ainda não tem data de lançamento.
GOALS
Os detalhes de GOALS são escassos. Sabemos que a ideia partiu de Andreas Thorstensson, ex-jogador profissional de Counter-Strike e co-fundador da organização SK Gaming e da agência de gaming Loaded, e que será um jogo com foco na competição. GOALS será um título triple-A, free to play e com funcionalidades cross-play.
A grande diferença de GOALS em relação aos outros títulos estará na tecnologia. Sabe-se, por exemplo, que os NFT, que são tokens não fungíveis, isto é, tipos de tokens criptográficos numa blockchain que representam ativos exclusivos, serão uma parte importante deste novo jogo.
À semelhança de UFL, o foco de GOALS será o online, pelo que esperem contar com partidas onde o lag e latência são inexistentes. Curiosamente, Thorstensson cita Valorant como uma inspiração.
GOALS é financiado por alguns grupos de investidores e encontra-se ainda a contratar pessoal, pelo que deverá levar muito tempo até que tenhamos as primeiras imagens de gameplay. Ainda não tem data de lançamento. Atualização: a conta de Twitter de GOALS já não existe, o que parece indicar que o jogo nunca verá a luz do dia.
Football Player
E se sobre o título anterior pouco havia a dizer, sobre Football Player é que não há praticamente detalhes. O jogo foi anunciado para um lançamento algures em 2023, estando numa fase muito, muito embrionária de desenvolvimento, portanto não esperem saber mais coisas durante algum tempo.
Tal como em Goals, a equipa de desenvolvimento está à procura de talentos que ajudem a desenvolver o jogo. Atualização: a conta de Twitter de Football Player já não existe, o que parece indicar que o jogo nunca verá a luz do dia.
Se querem salvar tempo e energia ou desdenham aspirar, esta é uma boa opção… caso não se importem com o preço.
Texto por: Cláudio Araújo
Existem vários robôs aspiradores disponíveis no mercado, isso é certo e sabido. No entanto, os modelos Roomba, da iRobot, têm feito parte das principais escolhas do mercado. Hoje apresentamos a nossa opinião sobre o modelo de entrada, o iRobot i3, que tivemos a oportunidade de experimentar nos últimos meses.
Ao abrirmos a embalagem, temos, dentro da mesma, o robô aspirador, a estação de carregamento Home Base, um cabo de alimentação e um filtro adicional.
O funcionamento é simples e prático. Basta ligar o robô, instalar a app iRobot HOME para smartphones, ligar ao Wi-Fi, fazer o respetivo emparelhamento com o smartphone e, a partir daí, mandar ao equipamento trabalhar. Fazem tudo a partir do smartphone, pelo que não têm de se preocupar com mais nada. É como se tivessem o poder da limpeza na ponta dos dedos.
Caso não pretendam sequer levantar um dedo e possuam um sistema smart home, como a Amazon Alexa, podem ditar comandos para que o aspirador comece a aspirar a casa.
A navegação inteligente em linha reta utiliza sensores de rastreio do pavimento para limpar lógica e objetivamente em linhas paralelas enquanto evita ficar preso entre móveis. Já a tecnologia Dirt Detect concentra a limpeza onde esta é mais necessária, como nas áreas com mais sujidade da casa. Se a bateria estiver fraca, o robô retorna à base para recarregar, retomando depois do ponto onde interrompeu e garantindo a conclusão da limpeza.
Este robô aspirador utiliza um sistema de limpeza de três fases com duas escovas de borracha multissuperfície com dupla ação e sucção para limpar diferentes superfícies do pavimento em toda a casa. Tal como no modelo iRobot i7, este modelo vem equipado com uma escova para limpeza de cantos que foi especialmente concebida para afastar os resíduos dos cantos a serem aspirados.
Com recurso à app iRobot HOME podem agendar limpezas regulares, como por exemplo a cada dois dias e/ou definir que o robô aspire sempre que se afastem uma determinada distância de casa, opção bastante útil para quando sabem vão estar fora de casa por algum tempo. Para utilização desta última opção é necessário ativar o sistema de localização do vosso smartphone, a toda a hora, o que aumenta significativamente o consumo de bateria.
O robô foi testado num modesto T2 com alguns tapetes e sem animais, mas com algumas visitas da minha parte à praia, o que permitiu testar as capacidades de limpeza do i3 em diversas superfícies e sujidades. Tendo em conta a minha experiência, a eficácia de limpeza é bastante boa, tendo superado as minhas expectativas principalmente no que toca aos tapetes, os quais foram profundamente limpos quase sem saírem do sítio.
Após umas sessões de reconhecimento pela casa, o robô consegue evitar a maior parte dos objetos. No entanto, devem sempre ter o cuidado de ter o chão livre de cabos (por exemplo carregadores de computadores portáteis) e outros objetos de baixa estatura, e obviamente têm de deixar as portas totalmente abertas para que o equipamento possa circular à vontade. No meu caso, deixar a porta da varanda da sala de estar aberta costuma ser um esquecimento fatal. Por algumas vezes contava regressar e encontrar a casa limpa para verificar que o robô ficou preso nesta divisão, mas em sua defesa existe um desnível acentuado entre a sala e a varanda.
Ao contrário do modelo i7 e apesar de existir um mapa da minha casa na app, este aparelho não permite criar zonas a limpar nem zonas interditas, pelo que qualquer limpeza será sempre completa e a duração dependerá da sujidade existente.
O depósito de sujidade tem uma capacidade de 0,4l, o que no caso do meu (repita-se modesto) apartamento obrigou-me a esvaziar o depósito cerca de uma vez a cada duas semanas, embora por vezes tivesse de o fazer uma vez por semana. Julgo que esta variação está relacionada com os dias mais quentes em que tenho por hábito deixar as janelas abertas, acabando por entrar mais poeira em casa.
É aqui que surge a minha principal crítica ao modelo i3: não obstante ser um modelo que limpa bastante bem, o preço de 449,90€ por um robô bastante simples e que, ainda assim, nos obriga a lidar com o pó a cada duas semanas, não parece ser uma proposta de valor razoável face aos concorrentes.
Bem melhor é a proposta do modelo i3+. É exatamente o mesmo robô, mas traz na caixa a Descarga Automática de Sujidade Clean Base, que faz com que, no final de cada limpeza, toda a sujidade seja retirada automaticamente do depósito do robô. O preço original do i3+ é de 699,99€, o que é demasiado, mas encontra-se atualmente a 529,99€, um preço bem mais simpático e que compensa claramente face aos 449,90€ pedidos pelo i3.
A PlayStation vai revelar os seus futuros jogos no dia 9 de setembro.
Desde novembro passado que estamos na nova geração. Agora, a PlayStation volta com mais um PlayStation Showcase dedicado à mesma.
Em vez do habitual State of Play, dedicado a um determinado jogo e apostas multigeração, o foco será o “futuro da PS5”. Ao longo de uma transmissão de 40 minutos, teremos atualizações sobre o desenvolvimento de alguns jogos já conhecidos da PlayStation Studios e até novidades fresquinhas. Um showcase a não perder no dia 9 de setembro.
A PlayStation vai revelar as suas futuras novidades e atualizações de jogos da PlayStation Studios para a PlayStation 5, numa apresentação de 40 minutos, no dia 9 de setembro pelas 21 horas!
Numa pequena nota, a PlayStation chama à atenção do público para não esperarem novidades sobre a próxima geração de realidade virtual, cujos controlos ficamos a conhecer no início deste ano e que tem também data prevista de lançamento para 2022.
A transmissão do PlayStation Showcase acontece pelas 21h, no dia 9 de setembro, e pode ser seguida nos canais oficiais do YouTube e da Twitch.
O serviço de entrega de refeições está a expandir-se a bom ritmo.
Estávamos em junho quando tivemos a última grande expansão da Bolt Food, com a chegada do serviço de entrega de refeições ao Porto. Agora, é altura de começar a expandir noutras regiões, com a plataforma a fazer entregas também em Almada.
Mas não é só especificamente em Almada. Na verdade, a Bolt Food entrega refeições na Caparica, Porto Brandão, Corroios, Miratejo, Santa Marta, entre outras localidades da Margem Sul.
Pizza Hut, Pans & Company, Wok to Walk, Sushicome, Tasca Rica, Napoli, Burger King, KFC e Portugália são apenas alguns dos restaurantes presentes na app. Já sabem: a taxa de entrega é gratuita até uma distância de 4km entre o cliente e o restaurante. Além disso, a aplicação também costuma ter promoções de 2 por 1 ou descontos de 30%.
No que toca a horários, é possível encomendar refeições de domingo a quarta-feira, das 09h à 01h da manhã, e de quinta-feira a sábado, das 09h às 02h30 da manhã.
É provável que, em breve, a Bolt Food chegue a outras localizações, como Barreiro, Montijo ou Setúbal.
A app da Bolt Food está disponível para iOS e Android.
A Yorn cortou os preços e dá aos seus clientes um desconto de 50% na compra de bilhetes para o MOTELX, que decorre no Cinema São Jorge, em Lisboa, entre 7 e 13 de setembro.
Para aproveitarem, só têm de ir à app My Vodafone e, na secção Explorar, carregar no banner do MOTELX. Carregam depois em “Ver mais”, onde serão levados para a área de Parcerias Yorn. Escolhem depois a opção “MOTELX” e, finalmente, devem clicar onde diz “Pede o teu código”.
Já com o código, basta depois visitarem o site da Ticketline e colocar o código de desconto quando comprarem o bilhete para a sessão pretendida (podem comprar a partir desta sexta-feira, dia 3 de setembro).
O único senão? Apesar de o desconto ser válido para qualquer sessão, cada código só pode ser utilizado para ter um desconto de 50% num máximo de dois bilhetes numa compra. Ou seja, segundo o que compreendemos, poderão adquirir dois bilhetes a metade do preço, mas esse desconto só será aplicado numa única compra. Na prática, o desconto só é válido para uma única compra, não para uma segunda ou terceira, por aí fora.
Um espaço para experiências únicas e, claro, merchandise da Marvel.
Se forem grandes fãs da Marvel, a próxima vez que visitarem o Centro Comercial UBBO, na Amadora, vão encontrar uma nova surpresa: a primeira escape room da Marvel do Mundo!
Chama-se Marvel Mission e este é um espaço de novas experiências, com o grande destaque a ir para a primeira escape room da Marvel no mundo. Ao todo, temos um espaço com 1.200m2, onde os fãs poderão também participar em missões de realidade virtual, realidade aumentada, relaxar ou divertirem-se em espaços privados e, claro, comprar produtos oficiais da Marvel, bem como sets LEGO, brinquedos da Hasbro, Funko, DK, Panini, entre outros.
O espaço está devidamente decorado com personagens e temas de todos os universos Marvel, das BDs, aos filmes, jogos e animações, e está preparado para receber famílias e crianças. A partir dos 13 anos, os mais novos vão poder participar em missões ao lado de Homem-Aranha, Thor, Iron-Man ou Homem Formiga; já os mais novos, de 5 anos para cima, podem junta-se a espaços dedicados, chamados Marvel Mission Kids, inspirados nos mundos de Homem-Aranha e Black Panther.
Podem ficar a conhecer detalhadamente as missões disponíveis, aqui em baixo.
Missão do Homem-Aranha – “Reptilia” O Dr. Curt Connors solicitou um projecto especial baseado em estudos genéticos para que a sua classe extracurricular fosse concluída antes do prazo. Todos os participantes têm de ir à escola e terminar um projecto científico. O que pode correr mal?
Missão de Thor – “Operação Frostbite” Luta contra os Gigantes de Gelo que estão a atacar a costa sudeste de Manhattan. O sucesso da missão dependerá da capacidade de alcançar o objectivo e derrotar todos os inimigos a tempo. Thor irá ajudar.
Missão da S.H.I.E.L.D. – “Primeira iniciativa Sangue Novo” As ameaças estão a aumentar em todo o mundo e a S.H.I.E.L.D. tem sido forçada a lançar uma iniciativa para formar novos agentes. Os novos recrutas participarão num teste de equipamento com acesso a salas especiais de formação dentro da Sede. Apenas aqueles que chegarem ao fim a tempo serão considerados dignos de serem chamados de “membros da S.H.I.E.L.D.”.
Missão do Homem Formiga – “Na Colmeia” O Yellowjacket roubou informação confidencial de Pym e suspeita-se que ele esteja a tentar desenvolvê-la e vendê-la aos inimigos. É preciso entrar na sua oficina secreta para invadir o seu sistema de dados e recuperá[1]la antes que seja demasiado tarde. Será isso possível?
Missão do Iron-Man – “Ataque do Hammer” O Hammer enviou drones de combate para a residência de Tony Stark. Para evitar mais danos, atirou o seu fato para a costa, mas o reactor ARC no seu peito e a sua armadura estão em estado críticos. A sua oficina e todas as informações secretas que guarda nos seus computadores foram danificadas e a missão será ajudá-lo a impedir que Hammer consiga aceder a estas informações, activando um Pulso Electromagnético que irá pôr os seus drones fora de ação.
Missão do Homem-Aranha Kids O Homem-Aranha consegue agarrar-se à maioria das superfícies, tem uma força sobre-humana e é 15 vezes mais ágil do que um humano normal. A combinação dos seus saltos acrobáticos e o balanço da rede permite[1]lhe viajar rapidamente de um lugar para outro…vamos ver se os participantes também o podem fazer…. Bem[1]vindo à Missão Homem-Aranha Kids.
Missão Wakanda Kids
Se os convidados quiserem descobrir os segredos do Universo e descobrir através da energia, frequência, vibração e metais como eles podem mudar o mundo…vão para Wakanda! Eles aprenderão como isto pode ser possível e como funcionam os Super Poderes!
Para poderem participar nestas aventuras, podem comprar os bilhetes online: são 25€ por pessoa de segunda a quinta-feira e 35€ a 40€ por pessoa de sexta-feira a domingo, pré-férias e feriados.
A organização chama à atenção que, de momento, só as missões “Reptilia”, “Primeira iniciativa Sangue Novo” e “Na Colmeia” é que estão disponíveis devido às restrições da Covid-19 e que os participantes deverão de cumprir as medidas de segurança em rigor, como distanciamento social, uso obrigatório de máscaras faciais e higiene das mãos em vários pontos da Marvel Mission.
As restantes missões ficarão disponíveis numa data a anunciar.