Grand Theft Auto V é a próxima oferta grátis da Epic Games Store

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Resgata-o e guarda-o para sempre na tua biblioteca.

Hoje chega à loja da Epic Games uma das ofertas mais… épicas, até ao momento.

O aclamado jogo de mundo aberto Grand Theft Auto V, ou GTA 5 para os amigos, vai ficar gratuito até ao dia 21 de maio. A melhor parte? É que, se for resgatado até lá, tal como todos as ofertas de Epic Games, ficará para sempre disponível na biblioteca.

A oferta fica disponível a partir das 16h de hoje e, apesar de na loja isso não estar ainda mencionado, a novidade foi divulgada por acidente pela conta oficial da Epic Games Store no Twitter.

Se estão a ler isto depois dessa hora, bem, aproveitem então a oferta, aqui.

Grand Theft Auto V é um dos jogos mais populares do mundo. Provavelmente já toda a gente o jogou, mas não deixa de ser uma oferta de peso, especialmente considerando que este tótulo é a galinha dos ovos de ouro da Rockstar Games. Recentemente, GTA V passou também pelos serviços de consola, onde esteve acessível, por tempo limitado, no PS Now e no Xbox Game Pass para consola.

Façam uma pequena visita a Snowpiercer no último trailer antes da estreia

A adaptação ocidental do filme de Bong Joon-ho estreia em breve na Netflix.


Atenção senhores passageiros. O Sr. Wilford gostaria de falar-vos sobre os rumores de perturbações na cauda do comboio. Posso assegurar-vos de que a vossa segurança é a nossa prioridade. A ordem será restaurada.

É assim que se apresenta o último trailer de Snowpiercer, que oferece um olhar mais extenso às várias carruagens do último refugio da humanidade.

Esta produção da norte-americana TNT é uma adaptação do filme sul-coreano de 2013, do aclamado realizador Bong Jooh-ho, e tem no seu elenco nomes como Jennifer Connelly e Daveed Diggs.

Esta nova visão chega à Netflix no dia 25 de maio e terá um lançamento semanal, todas as segundas-feiras. Preparados para embarcar?

Spotify oferece 3 meses grátis para novos utilizadores

Devem aproveitar a oferta até 30 de junho. Mas atenção: somente funciona para novas contas ou para quem nunca aproveitou a versão premium antes.

meses grátis

O Spotify tem sido um dos serviços de streaming que mais utilizadores tem ganho nesta quarentena. Mas nem tudo são rosas.

As receitas publicitárias caíram, tal como aconteceu nos órgãos de comunicação social. Para combater esta queda, o Spotify está novamente a oferecer três meses grátis para novos utilizadores. Esta é uma oferta que já tinha sido feito no final do ano passado.

No entanto, somente funciona para novas contas ou para quem nunca aproveitou a versão premium antes.

Mas atenção. Os utilizadores que já foram utilizadores premium e que cancelaram até 15 de abril podem aderir de novo ao serviço a um custo reduzido. Nesse caso, o Spotify Premium de três meses passa a custar apenas apenas 9,99€, o que faz com que, na prática, esses utilizadores possam usufruir de faixas com mais qualidade e sem anúncios pelo meio por somente 3,33€ por mês.

Já a oferta dos três meses grátis é válida para qualquer plano premium, desde o plano familiar, estudante ou individual, e é válida até dia 30 de junho.

Estas duas ofertas acontecem porque o Spotify quer recuperar os utilizadores que perdeu com a pandemia. Ao oferecer três meses grátis, ao invés do habitual mês, o serviço quer atrair mais clientes.

Cookoo expande-se para Restelo, Algés, Miraflores, Linda-a-Velha, Carnaxide, Queluz e Ramada

O food court que engloba oito restaurantes distintos criou uma segunda zona de entregas.

food court

Até aqui, a plataforma Cookoo – The Kitchen Hub concentrava-se principalmente na zona mais central da cidade até Alcântara, abrangendo também parte de Alfragide, Amadora e Odivelas (zona 1). Ou seja, a área de atuação era bastante limitada, a não ser que os clientes fossem lá buscar as suas refeições.

Pois bem, e tendo em conta a atual situação que se vive, o conhecido food court resolveu alargar a sua atuação, entregando agora os pratos dos seus restaurantes no Restelo, Algés, Miraflores, Linda-a-Velha, Carnaxide, Queluz e Ramada.

Esta expansão deve-se não só à pandemia de COVID-19, mas também porque o Cookoo está prestes a celebrar um ano no mercado, que se assinala já em junho.

Disponível para almoços e jantares, com entregas entre as 12h e as 15h e das 19h às 23h, o Cookoo tem disponíveis oito restaurantes, que podem ser pedidos isoladamente ou em simultâneo, numa só encomenda: Rosita (mexicano), Tortto (italiano), MOM (comida de conforto), Crudo (hamburgueria), Zao (sushi), Inocente (low carb), Croqueteria (croquetes) e Garden Gourmet (vegetariano).

Aliás, no caso da Rosita, que conta com tacos e burritos, o restaurante tem agora quesadillas no seu menu. A novidade chega com duas versões, uma vegetariana (cogumelos portobello) e outra de carne (pulled pork). Vêm recheadas com cebola caramelizada e queijo mozzarella, podendo ser acompanhadas por chips ou tiras de milho e molhos tipicamente mexicanos, como guacamole, pico de gallo ou mesmo salsa verde ou salsa picante

As encomendas podem ser feitas através da app ou do site, com um custo de entrega de 1,95€ na zona 2 e sem qualquer custo associado na zona 1.

Uber e Uber Eats com novas regras para motoristas e parceiros

A empresa elaborou um novo plano de modo a garantir a segurança de todos. São novas regras que todos têm de cumprir.

novas regras

Com os estafetas da Uber Eats com cada vez mais serviços e com os motoristas TVDE a, aos poucos e poucos, voltarem ao normal, se bem com novas regras, há que tentar garantir a segurança de todos. Agora, a Uber vai lançar uma série de medidas para os seus motoristas e estafetas, de modo a assegurar que estão a cumprir com todas as regras.

Para já, sabe-se que, antes de ficarem online, será solicitado aos parceiros da aplicação que confirmem a utilização de máscara tirando uma selfie com a máscara.

Depois, terão de confirmar uma série de coisas. Por exemplo, deverão assegurar que tomaram as precauções de segurança adicionais, como por exemplo assegurar que os passageiros se sentam apenas no banco de trás, higienizar o carro e outras recomendações de higiene. As medidas tomadas pelos motoristas serão comunicadas aos utilizadores através da aplicação antes destes viajarem, pelo que poderão cancelar a viagem se não se sentirem confortáveis com as medidas tomadas.

Já os estafetas deverão confirmar que tomaram certas medidas de segurança, como o uso de uma máscara, a higienização da mochila entrega, o respeito de medidas de distanciamento social e das instruções de entrega sem contato ao entregar um pedido.

Por sua vez, também os utilizadores de viagens Uber deverão confirmar que omaram algumas medidas importantes de segurança recomendadas pela Organização Mundial de Saúde ou pela Direção-Geral da Saúde, como usar máscara, sentarem-se apenas no banco de trás, lavar as mãos, e abrir as janelas para ventilação.

De resto, continuam em vigor todas as medidas avançadas anteriormente, como a redução da lotação dos veículos TVDE disponíveis na aplicação (UberX, UberGreen, UberComfort e UberBlack com máximo de dois ocupantes e UberXL com um máximo de três ou quatro ocupantes), bem como o facto da empresa garantir uma compensação financeira equivalente a 14 dias do seu rendimento a motoristas ou parceiros de entrega em quarentena obrigatória ou infectados pelo vírus Covid-19.

Até agora, a Uber distribuiu gratuitamente para os seus parceiros e estafetas um total de 16 mil desinfetantes, como gel para as mãos e sprays de superfície. Sabe-se ainda que a empresa está a distribuir cerca de 300 mil máscaras de proteção através dos postos de abastecimento Prio e de restaurantes parceiros para motoristas e estafetas.

Mercadona já vende máscaras higiénicas não reutilizáveis de marca própria

Estão à venda em packs de 10 unidades, com cada um a custar 5,40€. Sai a 0,54€ cada máscara, com IVA incluído.

máscaras higiénicas

Ainda no outro falámos aqui no Echo Boomer que a Mercadona ia vender máscaras higiénicas de marcas própria nas suas 10 lojas em Portugal. Pois bem, esse dia chegou.

Já as podem encontrar na secção da Perfumaria e na linha de caixas. Cada pack da marca própria Deliplus custa 5,40€ e traz 10 unidades. Na prática, quer dizer que cada máscara sai a 0,54€, valor já com IVA incluído.

A Mercadona diz que as unidades são limitadas por cliente, pelo que haverá um limite de packs que cada um de nós poderá levar.

Ainda no que toca às máscaras, destinam-se a pessoas com idade superior a 12 anos. Têm elásticos que se prendem nas orelhas e protegem a boca, nariz e queixo. Não se devem limpar e voltar a reutilizar, devendo ser descartadas após a sua utilização. Podem ser utilizadas durante quatro horas.

Além das máscaras higiénicas a Mercadona tem também à venda nas suas lojas luvas e gel desinfetante, produtos que já vendia antes do início da pandemia. Na passada sexta-feira os géis baixaram o seu preço devido à redução do IVA de 23% para 6%. Apesar desta descida do IVA só se aplicar a dois dos quatro tipos de géis que vende, a empresa decidiu reduzir o preço dos quatro produtos na mesma proporção.

TVI vai ter uma espécie de versão portuguesa da série Sai de Baixo

Identificaram-se com projetos tipo Não Há Pai, Santos da Casa ou Sai de Baixo? Então vão adorar Ai a Minha Vida.

A informação está a circular por alguns meios de comunicação, sabendo-se que será a TVI a exibir esta nova sitcom. Inspirada na super popular sitcom brasileira Sai de Baixo, a nova aposta do canal chama-se Ai a Minha Vida e promete fazer as gargalhadas do público brasileiro.

Com cerca de 50 episódios, sabe-se que a estreia acontece já a 1 de junho. Os primeiros cinco episódios serão gravados, mas os restantes 45 serão em direto. As gravações desses primeiro cinco arrancam já a 25 de maio.

“A sitcom vai ser transmitida de segunda a sexta, à noite, mas o horário ainda não está definido”, disse à TV7Dias uma fonte da TVI.

No elenco estão já confirmados os nomes de Gabriela Barros, João Didelet e Jorge Mourato. Porém, sabe-se que falta fechar contrato com mais cinco atores.

Ai a Minha Vida segue a vida de Emanuel Paiva, um antigo professor primário que sonha com a chegada da sua reforma. Porém, é quando chega esse dia que tudo corre contrariamente ao esperado, uma vez que mais e mais pessoas vão ficando pela sua casa. Tal como acontece em Sai de Baixo.

Depois da Acciona, também a eCooltra volta a disponibilizar as suas motas em Lisboa

Foram sete semanas sem motas partilhadas. Mas isso agora mudou.

a eCooltra

Quando foi decretado o Estado de Emergência, muitos serviços tiveram de cessar atividade, ainda que temporariamente. Os serviços de partilha de veículos foram muito afetados, tais como a Acciona (que entretanto retomou atividade) e a eCooltra. Pois bem, esta última vai agora voltar a funcionar em Lisboa. E já a partir de amanhã.

De forma temporária, o serviço estará aberto das 6h da manhã até à meia noite. Porquê? É que, assim, a empresa consegue reforçar os protocolos de limpeza e higienização diária da frota. Ou seja, e para além dos veículos (especial atenção aos punhos, retrovisores, assento e top-case), serão também desinfetados os capacetes.

Além disso, a eCooltra promete ainda uma renovação mais frequente dos capacetes, bem como um aumento da quantidade de itens de uso único (como toucas higiénicas e toalhitas).

Contrariamente ao que a Acciona, aqui não existe um novo tarifário. Porém, e durante as próximas semanas, todas as viagens de eCooltra terão um desconto de 0,50€.

Microvirtual vai oferecer assistências técnicas gratuitas todos os sábados

Como? Basta que sejam os mais rápidos a registarem-se no site oficial.

Microvirtual

Graças à pandemia de COVID-19, muitos dos funcionários que antes trabalhavam no escritório de uma qualquer empresa estão agora em regime de teletrabalho em casa. As tarefas são as mesmas, apenas muda o ambiente.

Além desses trabalhadores, também a forma de trabalhar das escolas mudou. Apesar de, entretanto, os alunos do 11.º e 12.º poderem regressar às aulas, há aulas à distância e trabalhos de casa para realizar.

Para que tudo possa decorrer sem problemas, é necessário que os PCs funcionem em condições. E quem usa e abusa de computadores sabe que, por vezes, existem situações fora do nosso controlo que podem deixar estes equipamentos inutilizáveis ou com problemas que não conseguimos resolver sem ajuda. Pois bem, e se vos dissermos que existe uma empresa que pode ajudar-vos de uma forma inteiramente grátis?

Chama-se Microvirtual e é uma empresa especializada em serviços e venda de produtos informáticos. A empresa, ciente dos desafios que referimos anteriormente, vai oferecer assistências técnicas remotas e aconselhamento.

Para que possam beneficiar desta iniciativa, basta que sejam um dos cinco primeiros a registarem-se das 11h às 12h de cada sábado no site oficial. Se conseguirem, terão direito não só a uma assistência técnica remota, mas também a aconselhamento. Tudo isto sem gastarem um único cêntimo. A empresa promete entrar em contacto com cada um dos felizardos no próprio dia.

Em todo o caso, e se não forem a tempo de aproveitar esta borla, saibam que a Microvirtual disponibiliza dois packs de assistência. Por preços que começam nos 20€ podem requisitar um assistência de 30 minutos. No entanto, será mais vantajoso o pack MB RemoteAssist, uma vez que, por 60€, dá acesso a três assistências sem qualquer limite de tempo. Esse preço aumenta caso seja realizado aos fins de semana e feriados, havendo também um custo extra caso a assistência seja realizada no período noturno das 20h às 9h.

Atenção. Se a Microvirtual não for capaz de resolver o problema à distância, a própria empresa disponibiliza um serviço de recolha e entrega na morada indicada pelo cliente, mediante transportadora.

A empresa pode ainda ser uma boa opção caso desejem adquirir um novo equipamento, uma vez que apresenta desktops e portáteis recondicionados a preços muito vantajosos.

Crítica – The Untouchables (1987)

Apesar de três longas décadas, The Untouchables sobrevive ao teste do tempo com uma produção autêntica e realista.

The Untouchables

Durante a Era da Lei Seca nos Estados Unidos, o agente federal Eliot Ness (Kevin Costner) tenta deter o gangster implacável de Chicago, Al Capone (Robert De Niro). Devido à corrupção desenfreada, Eliot reúne uma pequena equipa escolhida a dedo para o ajudar.

Capone, protagonizado por Tom Hardy, é lançado esta semana, por isso, decidi visitar um clássico do fim dos anos 80 que também conta com Al Capone (desta vez interpretado por Robert De Niro).

Uma das minhas resoluções de 2020 é rever filmes mais antigos, clássicos sobre os quais nunca escrevi, e talvez passar pela filmografia de um realizador antes do seu próximo grande filme. Também vou tentar rever filmes dentro de uma franchise, por exemplo, antes da versão live-action de Mulan, vou definitivamente assistir ao original de 1998. Deu para perceber a ideia.

The Untouchables é um daqueles clássicos que já vi algumas vezes, mas do qual não me recordo da última vez que o vi. Senti-me como se fosse um novo lançamento, visto que não me lembrava da maioria dos pontos de enredo. Desfrutei bastante de poder voltar a ver um filme de época gangster tão bom como este. O elenco é incrível, mas preciso de começar com o nível de produção impressionante para um filme de 1987. Desde a cenografia até às sequências de ação bem trabalhadas, tudo se assemelha a Chicago durante a Era da Lei Seca.

Adoro como os diálogos são filmados. Hoje em dia, não é nada comum ter um filme inteiro repleto com conversas longas e sem cortes entre as personagens. A maioria dos realizadores simplesmente emprega aquele tipo de diálogo pouco creativo, “fala-corta-fala”, sem nunca chegar perto de quebrar a regra dos 180º. Não sou o maior fã de Brian DePalma, apesar do mesmo ter começado uma das minhas sagas de ação favoritas de sempre (Mission: Impossible). No entanto, o blocking e framing que emprega são excelentes neste filme. O movimento de cada ator é seguido na perfeição pela câmara (DP: Stephen H. Burum), fazendo com que todas as cenas sejam significante.

The Untouchables

O argumento é muito bem estruturado. Sempre que o filme começa a perder energia, algo impactante ocorre. Uma grande cena de ação, um novo desenvolvimento que muda o curso da narrativa ou a decisão de uma personagem que deixa o espetador preocupado com um resultado inevitável. Consequentemente, The Untouchables raramente perde o seu momentum – é sempre cativante de alguma maneira. As quatro personagens que constituem o grupo que origina o título do filme são todos emocionalmente convincentes e os seus atores oferecem prestações extraordinárias… exceto o protagonista, Kevin Costner.

Não sei se os leitores irão considerar isto um hot take ou não, mas considero a interpretação de Costner demasiado desprovida de emoção. Durante o filme, a sua personagem passa por situações de vida ou morte, pessoas com as quais ele se importa morrem e, eventualmente, chega a ter um cara-a-cara com Al Capone. A sua expressão facial é estranhamente quase idêntica em todas estas cenas… e em muitas mais. É o seu primeiro grande filme, aquele que o catapultou para o estrelato, mas não sou o primeiro a criticar esta sua atuação com tão pouca variedade emocional. No entanto, não se torna uma distração tal que não me permita conetar-me com a sua personagem.

Em relação ao resto do elenco, Sean Connery é o destaque com a sua interpretação de Jim Malone. É charmoso e engraçado e, quando é necessário levar a sua personagem através de uma cena mais sombria e dramática, não tem problemas em dar-nos uma performance excecional. O jovem Andy Garcia (George Stone) prova que tinha qualidade para se tornar um ator de renome (conseguiu tal feito facilmente) e Charles Martin Smith é surpreendentemente divertido como Oscar Wallace. O meu problema principal com esta obra envolve a falta de tempo de ecrã dado a Robert De Niro como Al Capone.

Certo, é uma história sobre as pessoas que prenderam o famoso gangster e não uma biografia do último. No entanto, não só é um desperdício de um ator fenomenal, como é também um desperdício de uma personagem carregada de potencial. Al Capone é, supostamente, um homem de negócios muito inteligente e um chefe do crime implacável, possuindo uma organização extraordinariamente bem protegida, mas apenas aparece em algumas cenas dispersas, como se fosse um simples vilão aleatório que os “bons da fita” precisam de derrotar. São cenas fantásticas, sem dúvida, mas não se consegue sentir Al Capone como a ameaça tremenda que o filme assume que é, uma vez que o espetador mal conhece Al Capone ou como este possui tanto poder.

The Untouchables

Em suma, The Untouchables evoluiu muito bem com o tempo, mesmo após mais de trinta anos. Em termos de produção, não só os cenários e guarda-roupa se assemelham perfeitamente à Era da Lei Seca, mas o blocking e framing tecnicamente impressionantes de Brian DePalma são de deixar um sorriso na cara de qualquer cinéfilo.

Diálogos longos, cativantes e sem cortes, todos elevados por um elenco notável (Sean Connery é, sem dúvida, o destaque), apesar de Kevin Costner não demonstrar o alcance emocional necessário para um protagonista. Até as sequências de ação deste filme de 1987 são melhores das de muitos blockbusters de hoje em dia. David Mamet escreve um argumento bem estruturado que raramente perde interesse e apresenta personagens excecionalmente convincentes. A banda sonora viciante de Ennio Morricone também é um ponto positivo importante.

No entanto, tanto Robert De Niro como a sua personagem, Al Capone, são muito pouco utilizados, especialmente o último. Para uma personagem tão importante que muda constantemente o caminho da narrativa, o escasso de tempo de ecrã não permite que o espetador entenda as motivações de Al Capone ou sinta a ameaça que este realmente é. Ainda assim, é um clássico digno de uma nova visualização, logo recomendo imenso.

Filmin vai ter oito filmes europeus para vermos gratuitamente durante uma semana

A ideia desta mostra de filmes europeus é trazer à tona uma reflexão sobre a ideia de Europa através do cinema que nela é criado.

Filmin

É já a partir desta sexta-feira, 15 de maio, até ao próximo dia 21, que a Filmin Portugal vai ter uma mostra gratuita de filmes europeus para celebrar os 70 anos do primeiro passo dado para a criação da União Europeia.

O Europa Film Fest propõe uma seleção de filmes, entre os quais os mais representativos da cinematografia europeia dos últimos anos, e tem por objetivo celebrar a União Europeia como espaço comum de liberdade criativa.

A seleção inclui filmes entre os quais, vencedores e finalistas do Prémio LUX do Parlamento Europeu, assim como outras obras apoiadas pelo Programa Europa Criativa.

Deus Existe, o Seu Nome é Petrunya; Toni Erdman; Mustang; Ida; Ciclo Interrompido; O Fantasma da Sicília; Cartas da Guerra e Mediterrânea são os filmes europeus que ficarão disponíveis a 15 de maio. Já sabem, têm somente uns dias para ver todos eles.

Terminado esse acesso gratuito à plataforma, podem sempre optar pela subscrição mensal, que tem um custo de 6,95€/mês, ou pela versão anual, por 55€.

Análise – Ion Fury

Um verdadeiro regresso ao passado que é imperdível para todos os fãs dos FPS à antiga.

Ion Fury

Existem muitos videojogos que procuram recriar a experiência dos clássicos, de tempos já passados e de gerações que nunca regressarão, mas poucos vão tão longe como Ion Fury. Já disponível no PC, o jogo da Voidpoint chega agora às consolas e traz consigo uma verdadeira viagem até aos tempos áureos dos títulos de ação na primeira pessoa, com todo o sangue, entranhas, falas repletas de referências e estilo que tanto adoramos

Ion Fury é imperdível. Se gostam de FPS, em especial dos clássicos, têm de jogar este verdadeiro regresso ao passado. Não só mantém as sensibilidades e mecânicas que deram origem a títulos como Doom, desde a sua aposta no combate frenético e em níveis extensos repletos de caminhos alternativos e de segredos, como utiliza o mesmo motor gráfico de jogos como Duke Nukem 3D, Blood e Shadow Warrior. Ion Fury, salvos alguns efeitos de iluminação, parece ter saído diretamente de 1996, correndo perfeitamente no Build Engine e surpreendendo uma vez mais, 20 anos depois de vários avanços tecnológicos.

Como seria de esperar, as inspirações e homenagens são um dos destaques, e Ion Fury é uma carta de amor para todos os fãs do género. Até na estória, que está repleta de ação e one liners, o jogo mantém o estilo inequívoco dos anos 90, cheio de explosões, sangue e combate tático. Como Shelly “Bombshell” Harrison, a destrutiva agente da Global Defense Force, temos de parar o temível Dr. Jadus Heskel, que acaba de soltar o seu exército de criaturas biomecânicas por todo o mundo, ao longo de vários níveis repletos de cenários cyberpunk e futuristas. O classicismo é delicioso em Ion Fury e não existe um único momento em que não nos sintamos em casa.

Ion Fury

Seria impossível criar este regresso ao passado sem termos níveis longos e com um design meticuloso – que incentiva à exploração e à descoberta de segredos, onde poderão esperar por várias armadilhas e outros perigos inesperados –, mecânicas simples, com Ion Fury a limitar-se a um salto e ao movimento rápido – quase frenético –, e a um leque destrutivo de armas que se complementam perfeitamente ao longo da campanha. Seja uma espingarda, uma metralhadora (que queima os inimigos), granadas ou revolver rápidos, Ion Fury traz-nos uma mão cheia de momentos intensos onde a dificuldade nunca é condicionada em prol de uma experiência mais acessível. Este jogo é para os fãs do género, para os resistentes e os determinados. Não esperem facilitismos, até nas dificuldades mais reduzidas, e preparem-se para gravar constantemente. A única acessibilidade que consigo destacar é a presença de uma gravação automática em certos momentos de cada nível. Fora isso, estão por vossa conta.

O design dos níveis é um dos grandes destaques de Ion Fury, tal como o posicionamento dos inimigos ao longo dos mapas e a sua variedade. Alguns poderão questionar a dificuldade, mas existem tantos caminhos alternativos e opções de combate que encontrarão sempre abordagens diferentes. Só precisam de alguma imaginação. Estes níveis são verdadeiros labirintos que, felizmente, nunca deixam de ser intuitivos, e há um equilíbrio saudável entre a exploração e os momentos de combate. São níveis desenhados à mão, até ao último pormenor, num trabalho meticuloso que revela a paixão da equipa pelo género. A variedade de inimigos é outro dos destaques, mas senti que alguns inimigos, como as aranhas com cabeças humanas, destoam um pouco em ação, quebrando, ocasionalmente, o ritmo da ação.

Como um jogo construído no Build Engine, Ion Fury jorra nostalgia. É o equivalente a descobrirmos um clássico perdido algures num monte de disquetes. As mecânicas, o layout, o design dos menus e dos níveis, as armas destrutivas, as one liners – que se arriscam entre o foleiro e o estiloso – e o movimento rápido são sinais e claras homenagens à 3D Realms – agora responsável pela distribuição de Ion Fury – e aos seus jogos. A Voidpoint podia ter falhado, e havia muito espaço para tal, mas há um equilíbrio espantoso entre o desafio e a diversão, entre o novo e o velho.

Ion Fury

Só existem dois elementos que me transtornaram em Ion Fury, para além dos problemas em certos inimigos. O primeiro é a necessidade de recarregar as armas, uma mecânica que não faz falta, especialmente quando o combate é tão próximo dos inimigos e em locais maioritariamente fechados. O segundo é uma consequência da passagem para as consolas, com o jogo a revelar rapidamente que não foi pensado para os comandos, mas sim para um teclado e rato. Podem personalizar a sensibilidade da câmara, mas estamos perante um título que exige reações rápidas que os comandos não conseguem acompanhar. Não foi o suficiente para me condicionar a experiência, mas vim-me muitas vezes a pensar “eu devia estar a jogar com um rato”.

Enquanto Dusk não chega às consolas, a Voidpoint trouxe-nos a injeção de nostalgia que tanto precisávamos. Ion Fury é rápido, furioso e implacável, e é absolutamente imperdível. Ao contrário de Strafe, que tentou captar o estilo e jogabilidade dos clássicos, Ion Fury compreende por completo o que tornou Blood e Shadow Warrior em jogos inesquecíveis, e manteve-se focado na ação, no posicionamento satisfatório dos inimigos e no design intrínseco dos níveis. Se gostam de FPS, joguem Ion Fury. É tão simples como isto.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela 1C Publishing EU.

Concerto dos Slipknot em Portugal foi cancelado

Devido à pandemia de COVID-19, a tour europeia da banda ficou sem efeito.

Slipknot regressam

Já se esperava. Apesar de o Governo permitir que festivais e espetáculos se possam realizar em recinto fechado, ainda que com o devido distanciamento social, isso muito dificilmente poderá funcionar para recintos gigantes, como é o caso da Altice Arena. Hoje temos mais um cancelamento: o espetáculo dos Slipknot em Portugal ficou sem efeito.

Inicialmente agendado para 17 de agosto, o concerto não irá realizar-se, uma vez que a banda cancelou a sua tour europeia para este ano.

Como a banda não tratou ainda de remarcar os concertos para o próximo ano, o passo mais fácil a tomar nesta fase foi mesmo o cancelamento. A Everything Is New, promotora do concerto, refere que os portadores de bilhetes poderão solicitar o reembolso, no prazo máximo de 60 dias úteis, a partir de segunda-feira, dia 18 de maio, no respetivo local ou website de compra.

O mote desta vinda dos Slipknot a Portugal devia-se ao facto de a banda estar a promover o mais recente álbum We Are Not Your Kind.

Fortnite vai estar disponível nos lançamentos da PlayStation 5 e Xbox Series X

Já era de esperar, mas a confirmação é sempre bem-vinda.

e Xbox

Se Fortnite é a vossa vida e pretendem continuar nesse mundo assim que entrarem na próxima geração de consolas, há excelentes notícias.

No seguimento da revelação do novo motor de jogo da Epic Games, a empresa revelou que o seu popular jogo de battle royale vai ser lançado na PlayStation 5 e Xbox Series X… assim que estas estiverem disponíveis. A companhia confirmou também que o título irá suportar cross-play, de modo a que todos os jogadores possam partilhar aventuras e cross-platform para dar continuidade à progressão de personagens.

Apesar de a revelação do Unreal Engine 5 se tratar de um olhar para a próxima geração, Fortnite não irá, pelo menos para já, tirar partido dessa versão, mantendo-se na sua versão atual do motor de jogo. Essa nova versão, verdadeiramente next-gen, só deverá acontecer em meados de 2021, quando o Unreal Engine 5 for oficialmente lançado.

Assim, a chegada de Fortnite às consolas da próxima geração estão confirmadas, mas vão apenas depender dos seus lançamentos, que, para já, ainda não têm data.

Até lá, podem jogar Fortnite de forma gratuita, no PC, PlayStation 4, Xbox One, Android e iOS.

Últimos episódios de As Telefonistas estreiam em julho na Netflix

Ainda não foi revelado o dia concreto, mas essa informação deverá ser divulgada em breve.

As Telefonistas

O fim está próximo. A Netflix acaba de revelar que os últimos episódios de As Telefonistas vão estrear já em julho.

As Telefonistas (ou Chicas del Cable) marcaram, aquando da sua estreia, o início das várias produções espanholas na Netflix, onde se destaca claramente La Casa de Papel, agora produzida pelo gigante de streaming.

Esta série espanhola tem conquistado muitos fãs ao redor do mundo, sobretudo nos mercados em língua espanhola. O anúncio da data dos últimos episódios foi revelado nas redes sociais:

https://x.com/ChicasDelCable/status/1260555392712503299

A série tem início na Madrid do final da década de 20. A companhia telefónica nacional abre a sua sede no centro da cidade e centenas de raparigas candidatam-se para um emprego como telefonistas no único lugar que representa progresso e modernidade para as mulheres da época. Quatro raparigas de meios bem diferentes começarão a trabalhar como telefonistas, e, a partir desse momento, o ciúme, a inveja e a traição misturar-se-ão com a fome de sucesso, a amizade e o amor.

A luta pela liberdade e pela amizade será a chave desta última temporada, que estará dividida em duas partes, com cinco episódios cada. Chega assim ao fim esta história inspiradora e comovente acerca de mulheres poderosas.

Os últimos episódios chegam em julho. Ainda não foi revelado o dia concreto, mas essa informação deverá ser divulgada em breve.

Epic Games revela o potencial da próxima geração com a nova versão do Unreal Engine

O Unreal Engine 5 foi revelado a correr na PlayStation 5.

Esta quarta-feira, jogadores e entusiastas de todo o mundo puderam vislumbrar uma das demonstrações mais extensas do potencial da próxima geração de consolas, cortesia da Epic Games e da PlayStation.

Já conhecemos as características, mas ainda não conhecemos muitos jogos. Agora, podemos espreitar o potencial dos próximos títulos da PlayStation 5 nesta demonstração da próxima iteração do Unreal Engine, que atualmente é a fundação de jogos como Gears 5 e Fortnite.

O Unreal Engine 5 foi desenvolvido a pensar nas máquinas do futuro e vai dar a oportunidade aos criadores de jogos de recriarem mundos e aventuras mais imersivos do que nunca. Como? Graças a tecnologias de iluminação global, que permite que a luz interaja com o ambiente de forma mais realista; graças também à possibilidade de importar modelos, objetos e elementos na sua qualidade máxima, equivalente à usada em filmes de Hollywood; e graças aos avanços dos discos ultra rápidos de SSD, que eliminam loadings e carregamentos de texturas.

A demonstração passaria muito bem por uma demo de um novo jogo de aventuras ao estilo de um Tomb Raider, onde visitamos grutas e ruínas ancestrais, sendo possível ver um pouco de todas estas tecnologias em ação.

Claro que isto não quer dizer que todos os jogos venham a ter este aspeto ou a tirar partido destas tecnologias. Contudo, o potencial existe e tudo irá depender da criatividade e dos meios disponíveis pelos produtores para nos trazerem experiências únicas e mais imersivas do que nunca.

Atualmente, o Unreal Engine encontra-se na sua versão 4.25 e já suporta as plataformas da próxima geração. Porém, estas novidades só ficarão disponíveis em 2021 para os criadores e produtores e será utilizada para dar vida a jogos no PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X, Nintendo Switch, Android e iOS.

A série Mafia vai regressar com Mafia Trilogy

A 2K revelou um breve teaser desta coleção.

Não parece, mas já passaram quatro anos desde o lançamento de Mafia III. E é este título que poderá ser em breve revisitado, juntamente com os dois jogos anteriores desta icónica série, em Mafia Trilogy.

A ser novamente desenvolvido com a 2K e Hangar 13 (responsável por Mafia III), Mafia Trilogy está envolto de mistério e tem, para já,um pequeno teaser de revelação.

Atualização: A primeira parte desta coleção foi acidentalmente revelada na loja da Microsoft onde surge como Mafia: Definitive Edition, com várias imagens em alta definição, que revelam que Mafia regressará em forma de remake.

Esta primeira parte, irá conter mais pedaços narrativos, uma banda sonora original e jogabilidade melhorada. Tem lançamento marcado para dia 28 de agosto.

Original: Será um remake completo? Uma conversão dos jogos anteriores para a geração atual? Ou um remaster da série? Para já, é fácil de especular que seja a última hipótese, mas iremos ficar a saber mais sobre este projeto já no dia 19 de maio.

A série Mafia começou em 2002 e acompanhava o crescimento, a tensão, o drama e os conflitos do mundo organizado da Máfia, num jogo de aventura e ação passado na década de 30.

Conhece um pouco mais da história de The Last of Us Part II no novo vídeo

Neil Druckmann prepara-nos para mais uma aventura muito emocional.

A PlayStation e a Naughty Dog lançaram mais um vídeo dedicado a The Last of Us Part II, com um foco especial na sua história.

Intercalado com imagens de trailers passados, o vídeo conta com a participação de vários elementos da produção do jogo, como o seu diretor, Neil Druckmann, e Anthony Newman, co-diretor, entre outros, que explicam o processo criativo de trazer de volta estas personagens e este mundo decadente e violento.

Ao longo do vídeo, ficamos a conhecer as motivações do estúdio em criar esta sequela, o tipo de história que querem contar, quais os temas a explorar e que este não é um simples jogo de sobrevivência com zombie ou mutantes.

Este é o primeiro de uma série de vídeos que serão lançados até à chegada do título, com as datas dos próximos episódios já marcadas:

  • 20 de maio: Inside the Gameplay
  • 27 de maio: Inside the Details
  • 3 de junho: Inside the World

Recentemente, The Last of Us Part II teve direito a um novo trailer de história, com o qual a PlayStation Portugal aproveitou para revelar o elenco nacional do jogo, que inclui Joana Ribeiro (Ellie), Marcantonio Del Carlo (Joel) e Pedro Laginha (Tommy).

The Last of Us Part II é a sequela do aclamado jogo da PlayStation 3, que teve rapidamente uma remasterização na PlayStation 4, e que chega à atual consola da Sony já no dia 19 de junho.

Harvest Moon: One World anunciado

Chega à Nintendo Switch lá para o final de 2020.

Harvest Moon

A Natsume e a Rising Star Games revelaram que vão levar Harvest Moon até à Nintendo Switch num novo jogo da saga ainda este ano.

Tal como nos jogos anteriores, Harvest Moon: One World volta a apostar na gestão de recursos, construção e cuidados de uma quinta, bem como na socialização com outras personagens e participação em diferentes desafios e aventuras, tudo isto na pele de pequenos agricultores virtuais.

Ainda sem trailer ou imagens de jogo, a produtora promete uma experiência nova para esta sequela, que irá contar com um novo motor de jogo desenvolvido para o efeito.

Também sem uma data concreta, Harvest Moon: One World chega à Nintendo Switch ainda este ano.

DGS divulga orientações para reabertura de creches

O documento apresenta também as orientações e medidas a adotar para o transporte das crianças.

creches

A Direção-Geral da Saúde (DGS) publicou esta quarta-feira uma orientação com as medidas de prevenção e controlo a adotar em creches, creches familiares e amas, em contexto de pandemia de COVID-19.

Antes da abertura, todos os espaços devem ativar e atualizar os seus Planos de Contingência, que devem contemplar os procedimentos a adotar perante um caso suspeito de COVID-19 e a definição de uma área de isolamento, entre outras medidas.

De acordo com a orientação, os responsáveis pelas creches, creches familiares e amas devem garantir uma redução do número de crianças por sala de forma a que seja maximizado o distanciamento entre as mesmas, sem comprometer o normal funcionamento das atividades lúdico-pedagógicas.

Quando as crianças estão em mesas, berços ou espreguiçadeiras, deve ser maximizado o distanciamento físico entre elas.

As crianças e funcionários devem ser organizados em salas fixas, sendo que a cada funcionário deve corresponder apenas um grupo, e os espaços devem ser definidos de acordo com a divisão, para que não haja contacto entre pessoas de grupos diferentes.

Se existirem espaços que não estão a ser utilizados, quer pela suspensão de atividades, quer pelo encerramento de respostas sociais, poderá ser equacionada a expansão da creche para esses espaços.

Para evitar o cruzamento entre pessoas, a orientação estabelece a definição de horários de entrada e de saída desfasados e a definição de circuitos de entrada e saída da sala de atividades para cada grupo.

O documento refere que o calçado deve ser deixado à entrada, nas salas em que as crianças se sentam ou deitam no chão, podendo ser solicitado aos encarregados de educação que levem calçado extra (de uso exclusivo na creche). Esta orientação também se aplica aos funcionários do espaço.

Entre outras medidas, os funcionários devem pedir aos encarregados de educação que não deixem as crianças levar brinquedos ou outros objetos não necessários de casa para a creche e garantir a lavagem regular dos brinquedos.

Garantindo que a segurança das crianças não fica comprometida, as portas e/ou janelas das salas devem ser mantidas abertas, para promover a circulação do ar. Na hora da sesta, deve existir um colchão para cada criança e garantir que usa sempre o mesmo, separando os colchões uns dos outros e mantendo a posição dos pés e das cabeças alternadas.

No período de refeições, a deslocação para a sala deve ser faseada para diminuir o cruzamento de crianças e os lugares devem estar marcados.

Entre outras medidas, a orientação estabelece que todos os funcionários devem usar máscara cirúrgica de forma adequada. Já a higienização do espaço deve respeitar a orientação 014/2020 da DGS.

O documento apresenta também as orientações e medidas a adotar para o transporte das crianças.