Continente tem uma série de novidades na sua linha de gelados para este verão

A marca apresenta agora não só novos gelados de copo, como também novos sabores em caixas com várias unidades.

gelados Continente para este verão

Gostam dos gelados da marca Continente? Esta é para vocês. Acabam de chegar às lojas da insígnia novidades a pensar neste verão, pelo que sobremesas não vos irão faltar para as próximas semanas.

Para já, há novidades nos gelados de copo. Neste caso, surgem no mercado os sabores Cookies (cookies e caramelo com pedaços de bolacha), Marshmallow (pastilha elástica com cobertura de marshmallows inteiros) e Pipoca (caramelo com uma cobertura de pipocas caramelizadas inteiras), da gama Continente Equilíbrio. Cada embalagem tem 500ml e custa 2,99€.

Fora dos gelados de copo, junta-se à gama de gelados Magníficos, reformulada em 2019, a novidade Chocolate de leite com cookies. Os sabores já existentes são chocolate de leite, chocolate de leite e amêndoas, chocolate branco com morango e chocolate branco com amêndoas. O preço de cada caixa de quatro unidades é de 1,69€.

Há ainda gelados de morango, chocolate e baunilha, sem óleo de palma e sem açúcar adicionados, disponíveis em unidades de 500 ml, pelo preço de 1,99€, bem como outra novidade dentro da Gama Equilíbrio, que são os packs de quatro unidades de gelados 100% Fruta em Sticks, com sabor a manga e frutos dos bosques. Sem açúcares adicionados, são também uma alternativa com menos calorias e com o preço de 2,49€.

Crítica – Greyhound

Tecnicamente, Greyhound é ótimo, mas a história e desenvolvimento de personagens deixam francamente a desejar.

greyhound critica echo boomer 2

Inspirado em fatos reais da Batalha do Atlântico durante a Segunda Guerra Mundial, Greyhound encontra Tom Hanks na pele de George Krause, um oficial de carreira na sua primeira viagem como capitão de um destroyer e líder de um comboio de navios aliados que transporta milhares de soldados na perigosa travessia entre os EUA e a Europa. Sem cobertura aérea durante cinco dias, o capitão e o seu comboio são obrigados a enfrentar sozinhos as matilhas de submarinos nazis que os rodeiam.

Adoro filmes de guerra, especialmente quando são capazes de retratar a ação de uma maneira tão imersiva que os espetadores realmente sentem que estão presentes na mesma. Na minha opinião, é o género que mais requer uma qualidade de produção tecnicamente excecional. Os efeitos visuais precisam de ser absolutamente perfeitos. A cinematografia deve capturar a intensidade do campo de batalha. A produção sonora tem que ser incrivelmente poderosa. E claro, um filme de guerra necessita da banda sonora mais épica e arrepiante possível para que o público consiga realmente sentir a atmosfera inacreditável que este género possui. Greyhound tem um dos melhores atores de todos os tempos como o seu protagonista, mas será que verifica os pontos mencionados acima?

Sim e não. Tecnicamente, este filme mal tem quaisquer problemas. Os efeitos especiais são deslumbrantes, sem dúvida. Shelly Jackson, diretor de fotografia, tem uma das tarefas mais desafiadoras que um cineasta pode enfrentar: filmar num ambiente aquático. Shelly lida com este problema surpreendentemente bem, permitindo aos espetadores compreenderem tudo o que está a acontecer durante todo o tempo de execução. A banda sonora (Blake Neely) é emocionalmente poderosa, mas acredito que podia ter elevado muito mais sequências de ação do que as que conseguiu. A edição (Mark Czyzewski, Sidney Wolinsky) também é excelente.

Então, o que falhou? Bom, sempre defenderei que os dois pilares de qualquer filme são a sua história e personagens. Sem um destes dois, poucos filmes sobrevivem. Sem os dois, nenhum filme consegue. Tenho que usar Dunkirk como exemplo. Christopher Nolan usou toda a campanha de marketing referindo que o seu filme tinha como objetivo a representação de uma guerra “a sério”… sobre como era realmente estar presente num (ou, no caso do filme, vários) campos de batalha. Portanto, Dunkirk praticamente não possui qualquer tipo de desenvolvimento de personagens… porque não só nunca teve essa intenção, como não precisa dela para cumprir com a sua missão.

No entanto, a sua narrativa segue um método distinto que permite imensos momentos entusiasmantes pelo ar, terra e mar. As sequências de ação são tão fortes e incrivelmente realistas que considero a experiência de guerra mais imersiva que já assisti. Assim, a falta de personagens convincentes não me incomodou, pois estava no cinema para tentar sentir como é estar numa guerra. Greyhound também não tem uma única personagem que seja desenvolvida ou explorada. Todos têm nomes e é isso. Tom Hanks é obviamente impressionante no seu papel de ator…

greyhound critica echo boomer

Mas as suas qualidades como argumentista necessitam de imensas melhorias. Tal como insinuo acima, não existe problema algum em ter personagens sem profundidade, desde que a história e, neste caso, a ação, funcionem. Nenhum funciona. Não minto quando escrevo que 90% do argumento é Hanks a gritar “vira à direita”, “esquerda a todo o gás”, “mais devagar” e centenas de outras ordens de direção em linguagem náutica. A ação não tem brilho. Basicamente, o filme inteiro é um ciclo repetitivo e cansativo de um submarino a aparecer no radar, Hanks a olhar através de várias janelas dando ordens náuticas à sua tripulação e consequentes tentativas em eliminar os navios do inimigo.

Consigo sentir o suspense e a tensão que o destroyer de Hanks emana. Adoro o primeiro encontro e perseguição ao primeiro submarino, é uma sequência excecionalmente filmada e verdadeiramente fascinante. Mas a partir deste momento, o filme é simplesmente esta mesma sequência presa em modo de repetição até que não existam mais barcos.

Assim, apesar do ambiente de ação ser visualmente maravilhoso, estas cenas rapidamente perdem impacto. Aaron Schneider devia ter encontrado uma maneira de elevar o argumento de Hanks, mas infelizmente, não conseguiu fazer muito. No final, fico com uma personagem cujo nome mal me lembro (honestamente, precisei de dois minutos completos para recordar o nome do protagonista após o fim do filme). Mas não posso mentir: caso tivesse a oportunidade de ter visto Greyhound no cinema (especialmente em IMAX), a minha opinião provavelmente seria mais positiva.

Resumindo, Greyhound podia facilmente ser um Dunkirk de menor escala. Tecnicamente, tem tudo o que precisa para ser um filme de guerra brilhante: efeitos visuais fantásticos, produção sonora poderosa, cinematografia sublime e uma banda sonora épica. Ignorar um dos dois pilares do cinema (história e personagens) é apenas um problema se o outro também não funcionar. A falta de qualquer desenvolvimento de personagem pode ser perfeitamente compensada num filme de guerra, desde que o método de contar a história permita uma experiência única repleta de ação realista e imersiva.

No entanto, o filme de Aaron Schneider não possui uma história cativante e os momentos de ação estão presos num ciclo maçante de caça aos submarinos exatamente da mesma maneira durante todo o filme. A primeira sequência está carregada de tensão e suspense, mas a partir deste momento, o nível de entretenimento cai drasticamente. Tom Hanks é fantástico enquanto protagonista, mas o seu argumento está longe de ser considerado como tal. Todos os diálogos baseiam-se em personagens (principalmente a de Hanks) a gritar instruções náuticas durante a maior parte do tempo de execução e a olhar através de uma janela ou de uns binóculos. No final, acaba por ser underwhelming e desapontante, mas recomendo aos aficionados do género de guerra.

Greyhound pode ser visto no Apple TV+ a partir de dia 10 de julho.

Marquem nas vossas agendas, o evento dedicado aos jogos da Xbox acontece a 23 de julho

0

A equipa da Xbox revelou a data oficial do seu evento.

Xbox Game Studios

Finalmente! A equipa da Xbox quebrou o silêncio e, após vários rumores, confirmou que vamos ter um evento dedicado aos jogos dos estúdios da Xbox já no dia 23 de julho.

Esta informação é apenas uma confirmação de algo que já tinha sido especulado na semana passada, mas não há muitos mais detalhes do que a data e a hora em que todos os curiosos e fãs poderão assistir ao futuro dos jogos.

Esperam-se jogos para a Xbox e PC, com ênfase nas experiências em desenvolvimento para a Xbox Series X, que estão neste momento a ser desenvolvidas por uma seleção vasta de estúdios recentemente adquiridos pela Xbox e outros veteranos.

Halo Infinite, da 343 Industries, é uma das presenças já esperadas, mas fica no ar o que poderá vir aí. Que tipo de jogo Forza é que vai abrir a geração? Será que vamos conhecer finalmente o novo jogo do mega-estúdio The Initiative? Será que vamos ter o regresso de Fable e Perfect Dark? Certamente que não faltarão novidades inesperadas.

Para descobrir tudo, fiquem atentos ao Twitch e YouTube da Xbox, Youtube Gaming e do Summer Game Fest apresentado por Geoff Keighly, no dia 23 de julho, pelas 17h, ou pelas 16h se quiserem acompanhar o pre-show.

EDP Vilar de Mouros já tem datas para 2021

O cartaz do próximo ano vai começar a ser confirmado a partir desta semana.

EDP Vilar de Mouros 2021

Foi na semana passada que nos debruçámos aqui sobre o facto da organização do EDP Vilar de Mouros não se ter pronunciado oficialmente sobre a não realização da edição deste ano do festival. Pois nem, nem de propósito: acaba de ser publicado um texto no Facebook que responde a todas essas dúvidas.

No comunicado, a organização começa por adiantar as datas para 2021: 26, 27 e 28 de agosto. São estas as datas que devem reservar na vossa agenda caso tenham vontade e possibilidade de ir ao festival.

Relativamente ao cartaz, a organização refere que esta semana começam a ser anunciados os artistas para a edição de 2021. Recorde-se que, para este ano, estavam confirmados nomes como Iggy Pop, Limp Bizkit e Placebo, pelo que se espera a reconfirmação desses concertos.

No que toca aos bilhetes, quem adquiriu previamente o passe geral ou bilhete diário terá entrada garantida na edição de 2021 no(s) respetivo(s) dia(s) da semana associados à sua compra. A organização apela ao apoio dos festivaleiros, para que estes ajudem a “ultrapassar as naturais dificuldades impostas pela pandemia. A manutenção do ingresso ou a atualização do bilhete diário para passe geral é para nós um gesto que faz toda a diferença e que nos enche de força para abraçar esta importante e longa jornada que o EDP Vilar de Mouros tem pela frente”.

Contudo, quem não conseguir ir poderá pedir a devolução do valor do ingresso no local de compra ou plataforma de ticketing onde tenha sido adquirido entre 13 de julho e 31 de agosto deste ano. Sim, a organização do Vilar de Mouros está a possibilitar a devolução do dinheiro gasto na aquisição do bilhete ou passe geral já este ano, contrariamente às outras promotoras.

O Filme do Bruno Aleixo é exibido este mês na TV Cine

Depois de estrear no grande ecrã do cinema e de ter ficado disponível para aluguer nos videoclubes da Filmin e operadoras de telecomunicações, é altura do projeto saltar para a televisão.

Foi a 23 de janeiro que o tão esperado O Filme do Bruno Aleixo chegou às salas de cinema. Gravado entre Anadia (na Bairrada) e Coimbra, o filme conta, além dos bonecos Bruno Aleixo, Bussaco, Renato Alexandre e Busto, com a participação de nomes como Gonçalo Waddington, José Raposo, Rogério Samora, Adriano Luz, Manuel Mozos, Fernando Alvim e José Neto.

Realizado e escrito pelos criadores de sempre, João Moreira e Pedro Santo, esta película, após sair dos cinemas, não demorou muito até ficar disponível nos videoclubes da MEO, NOS, Vodafone, NOWO e Filmin.

Agora, porém, é altura de dar o salto para a televisão. Em julho, O Filme do Bruno Aleixo será exibido na TVCine Top nos dias 12 (21h30), 14 (10h40), 22 (21h30) e 24 (14h30).

Não se sabe o que acontecerá depois ao filme após ser exibido naquele canal da TVCine, mas, de momento, já não é possível alugar os filmes nos videoclubes que mencionámos anteriormente. Este projeto deverá ainda chegar à SIC Radical, tal como tinha sido prometido pelos criadores, mas não se sabe quando.

Série Test Drive está de volta com um mini-teaser

O icónico jogo de corridas será revelado em breve.

Test Drive

Tudo aponta que o regresso de Test Drive, uma das séries de corridas mais icónicas da indústria dos videojogos, poderá estar eminente.

A novidade chega através de uma conta de Twitter recém-criada que, numa partilha, faz um pequeno teaser em vídeo, onde vemos aquele que poderá ser o novo logótipo do jogo, e a informação de que iremos saber mais sobre o jogo amanhã, dia 7 de julho, na Nacon Connect.

A Nacon Connect será um evento onde os estúdios da tecnológica francesa do Nacon irão mostrar novos periféricos e videojogos dos seus estúdios, que parece que agora detêm os direitos da série Test Drive, cujos últimos títulos nos chegaram pelas mãos da Atari.

Assim, os fãs de corridas vão poder por as mãos em mais um jogo do género, vindo da mesma casa que nos tem trazido outros jogos dedicados às modalidades motodesportivas, como os recentes WRC e Isle of Man TT.

Com o primeiro jogo lançado em 1987, Test Drive tem-se mantido em hibernação há alguns anos, com o último projeto lançado em 2012, num título dedicado à marca Ferrari, em Test Drive: Ferrari Racing Legends.

Ghost of Tsushima com direto a banda sonora digital e física a tempo do lançamento

Os temas do jogo de samurais da PlayStation 4 vão acompanhar a data de lançamento.

Ghost of Tsushima - banda sonora

Ghost of Tsushima tem potencial para ser um dos últimos grandes exclusivos desta geração PlayStation.

Produzido pela Sucker Punch, que anteriormente nos trouxe a série Sly Cooper e, mais recentemente, InFamous (que poeticamente ajudou também a abrir o catálogo da PlayStation 4 com Second Son), Ghost of Tsushima aposta nas lendas nipónicas de um Japão em guerra durante a primeira invasão mongol em pleno século XIII.

Com inspirações em artes ancestrais que pintam o mundo aberto do jogo e até cenas de ação que parecem saídas de um filme de Akira Kurosawa, Ghost of Tsushima promete contar com uma banda sonora à altura para tornar esta experiência o mais autêntica possível em relação àquilo que os jogadores e fãs do género estão à espera.

Para tal, num artigo no blog da PlayStation, a Sucker Punch revela que trouxe até ao projeto Ilan Eshkeri e Shigeru Umebayashi para comporem os temas da jornada de Jin Sakai.

Eshkeri conta no seu porfólio com filmes como Coriolanus, 47 Ronin e Stardust, assim como o jogo The Sims. Já Umebayashi trabalhou em projetos como House of Flying DaggersTrue Legend e The Grandmaster.

Com uma banda sonora composta por melodias ancestrais, instrumentos tradicionais e camadas de belos trechos vocais, este projeto foi gravado parcialmente nos prestigiados estúdios Abbey Road e Air Studios de Londres e, no dia 17 de julho, juntamente com o lançamento de Ghost of Tsushima, os jogadores e curiosos vão poder adquirir a banda sonora em formato digital e físico, de forma separada do jogo.

Mas não precisam de esperar até lá para ter um pequeno gosto do que vos espera. A PlayStation disponibilizou dois pequenos trechos, um de cada compositor, que irão fazer parte da banda sonora completa.

Ghost of Tsushima é um exclusivo PlayStation 4 e tem lançamento no dia 17 de julho.

Série Um Mundo Catita pode agora ser vista na Filmin

Este mockumentary de produção independente fica assim finalmente disponível via streaming.

Tendo estreado em 2008 na RTP2, a minissérie humorística Um Mundo Catita tem como personagem central Manuel João Vieira, figura emblemática da vida cultural portuguesa. Líder de vários projetos musicais, tornou-se famoso pelas suas ações de terrorismo artístico, assim como pela sua candidatura a Belém em 2001.

Esta produção independente, da autoria de Filipe Melo e João Leitão, foi filmada em HD e 16mm e, depois de ter estreado na televisão, foi lançada em DVD em 2009.

Agora, 11 anos depois, eis que este mockumentary chega finalmente ao streaming, podendo agora ser apreciado através da Filmin. Basta que tenham uma subscrição ativa do serviço.

São seis episódios, cada um com 25 minutos de duração, numa produção inspirada inspirada no mundo e nas personagens inventadas por Manuel João Vieira, mas também nos grandes sucessos dos últimos anos da HBO americana, como Os Sopranos, Seinfeld, Oz ou Sete Palmos de Terra.

Além de Manuel João Vieira, o elenco tem nomes como João Didelet, Jorge Silva, Ana Lúcia Chita, Karley Aida, Duarte Barrilaro Ruas, Gimba, Gonçalo Portela, Isabel Campelo, Pedro Cavalheiro, Phil Mendrix, Francisco Ferro, Luis San Payo, Miss Suzie, João Leitão, Isabel Campelo, Luz da Câmara, Marta Hugon, entre outros.

Stay Hotels vai ter um hotel junto ao Aeroporto de Lisboa

Será, essencialmente, dedicado para aqueles que se encontram de passagem pela capital portuguesa.

Depois de, este ano, ter inaugurado um novo hotel no Chiado e de estar a finalizar a unidade junto ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro, a Stay Hotels está a preparar-se para ter mais um hotel em Portugal.

Naquele que será a 11ª unidade da cadeia de hotéis, sabemos que irá nascer junto ao Aeroporto de Lisboa ainda este ano, destinando-se, por isso mesmo, a clientes que se encontram de passagem pela capital lisboeta.

Com construção a cargo da dst sa, empresa do dstgroup, este novo hotel terá cerca de 3800 m2 e 84 quartos, dos quais 14 serão singles.

O modelo de negócio deste hotel assenta numa lógica de “design and build to suit” e num conceito “Just What You Need”, da autoria do gabinete Serôdio&Furtado, pelo que, no espaço, serão utilizadas soluções de produção nacional e sistemas que conduzem à otimização de consumos energéticos, tudo em prol da sustentabilidade material e ambiental.

O novo hotel deverá ser inaugurado durante o segundo semestre de 2020.

Música – Álbuns essenciais (junho)

À semelhança do mês de Maio, Junho foi fantástico do início ao fim (mais no fim sobretudo) e, a uma semana do fim do mês, tive a missão de ouvir cerca de mais vinte álbuns de ótima qualidade.

Álbuns essenciais - maio 2020

Foi um mês marcado pelo grupo de lendas da música, que decidiram reservar para junho o seu regresso, como foi o caso de Bob Dylan, Neil Young e Don Bryant (ainda que com menos material que os dois anteriores).

Tivemos também a confirmação de que entre família fica tudo mais fácil, com os novos álbuns das irmãs Haim, Chloe x Hale e Larkin Poe. Houve ainda espaço para promessas excitantes, como foi o caso de Rose City Band e Phoebe Bridgers. Sem dúvida que os trabalhos destes dois artistas trazem a promessa de um futuro sorridente.

E os Run The Jewels? Fizeram um poker de álbuns excelentes consecutivos.

Podem saber mais sobre estes artistas e muitos mais na seleção de álbuns essenciais de junho.

Bob Dylan – Rough and Rowdy Ways

Bob Dylan - Rough and Rowdy Ways

Género: Blues/Americana

Link para o Spotify

Já lá vão mais de 60 anos de carreira para Bob Dylan e a sua genica continua a dar origem a ótimos trabalhos. A vida é em frente e, a nível de estatuto na indústria musical, Dylan segue trilhando o seu caminho sem olhar para os lados e muito menos para trás.

Rough and Rowdy Ways é o seu 39º álbum, contando com as colaborações de Fiona Apple e Blake Mills, e respeita a identidade que sempre quis manter ao longo da sua carreira. Com isto, Dylan continua muito forte no que toca a produzir pedaços belíssimos de storytelling em forma de música, com a capacidade de ombrear com alguns dos seus maiores clássicos, gravados há mais de 40 anos.

Isto vem provar que, apesar da idade ser um posto, é possível não nos resignarmos e continuarmos a dar o melhor de nós à nossa arte. Foi o que Bob Dylan fez e o resultado é um álbum quase perfeito que encaixa bem na metade de cima da sua discografia.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • The Prophet
  • My Own Version of You
  • I’ve Made Up My Mind to Give Myself to You
  • Mother of Muses
  • Keywest (Philosopher Pirate)
  • Murder Most Foul

Chloe x Halle – Ungodly Hour

Chloe x Halle - Ungodly Hour

Género: R&B

Link para o Spotify

Fomos presenteados com um revival do R&B de inícios de 2000 e a culpa é de Beyoncé.

Chloe x Halle são duas irmãs que, embora provenientes de Atlanta (Georgia), cresceram em Los Angeles. No início da sua adolescência, estas criaram um canal de YouTube onde lançaram covers feitos por elas próprias, entre eles o da música “Pretty Hurts“, de Beyoncé. Esse cover, lançado em 2013, ganhou bastante mediatismo, chegando eventualmente aos ouvidos da cantora, valendo-lhes, depois, um contrato musical em 2015.

Este ano, Chloe x Halle lançam o segundo álbum que dissemina todas as nuances essenciais para torná-lo num trabalho de excelência dentro do género.

É bom que Beyoncé não adormeça no “trono”, pois este duo chegou cheio de garra e ânsia por agarrar esta oportunidade e espremê-la ao máximo.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Forgive Me
  • Baby Girl
  • Do It
  • Ungodly Hour
  • Busy Boy
  • Wonder What She Thinks of Me
  • ROYL

Don Bryant – You Make Me Feel

Don Bryant - You Make Me Feel

Género: Soul/Blues

Link para o Spotify

Já quase a chegar aos 80 anos, Don Bryant é dos últimos músicos de uma escola que está quase a “fechar”, muito por culpa do ritmo alucinante de uma sociedade que não consegue abrandar para apreciar música não reciclável. Claro que não é o único factor para este fim anunciado, porque este tipo de música é mais do que arte. É contexto social, contacto com a realidade de uma época e experiência de vida.

Bryant nunca lançou álbuns em nome próprio com muita frequência, tendo parado “de vez” em 2000, só regressando em 2017. Ganhou-lhe o gosto, pois três anos depois quis voltar a fazer das suas, naquele que considero o seu melhor trabalho.

You Make Me Feel é o exemplo perfeito de um álbum bem balanceado no protagonismo entre o instrumental e os vocais, evidenciando os dois de forma perfeita.

O mais incrível é que Don Bryant está sozinho na sua liga, a competir contra a sua própria sombra e, ainda assim, produziu um trabalho de soul que o faria vencedor até na época em que competia na Liga dos Campeões.

É uma boa e má sensação a de ouvir este álbum, caracterizada pela palavra “saudade”, que é a que vamos usar quando a tal escola, efetivamente, fechar.

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Your Love is to Blame
  • Is It Over
  • I Die a Little Each Day
  • Your Love is Too Late
  • I’ll Go Crazy

HAIM – Women in Music, Pt. III

HAIM - Women in Music, Pt. III

Género: Pop/Pop-Rock

Link para o Spotify

Após uma estreia surpreendente com Days Are Gone, o segundo álbum Something To Tell You deixou bastante a desejar. Com naturalidade reinava um clima de incerteza e desconfiança com o que se seguia do trio de irmãs da Califórnia.

Os singles anteriores ao lançamento do 3º álbum Women In Music Pt.III dissiparam algumas dessas dúvidas que, após o lançamento do álbum na integra, deixaram de fazer sentido em persistir.

À primeira rodagem do álbum, a sua consistência até pode passar despercebida. Após duas ou três rodagens extra, torna-se bastante satisfatória a diversidade de sonoridades ao longo de todo o álbum e torna-se também evidente que praticamente todas as músicas têm potencial para serem hits, ainda que toquem em géneros muito distintos. Ótimo regresso das Haim!

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • The Steps
  • I Know Alone
  • Up From a Dream
  • 3am
  • I’ve Been Down
  • Now I’m On It
  • Summer Girl

Jessie Ware – What’s Your Pleasure?

Jessie Ware - What's Your Pleasure?

Género: Disco/Funk

Link para o Spotify


O ano era 2012, pouco depois da explosão da música eletrónica na cultura mainstream, trazendo consigo chuvas torrenciais de DJs que produziam música pastilha elástica a um ritmo alucinante. Em paralelo com esse fenómeno caricato, o género em causa estava a metamorfizar-se e a desenvolver novas nuances de mainstream. Isto deu-se com a ajuda de uma nova escola de visionários como Chet Faker, James Blake ou Frank Ocean – aos quais se juntou Jessie Ware.

O que têm em comum? O uso de sonoridades eletrónicas para criar um produto final intemporal, com profundidade, poder e significado.

Jessie Ware estreou-se com Devotion (2012) e foi considerado, por muitos, o melhor álbum de estreia desse ano. Os trabalhos sucessores, Though Love (2014) e Glasshouse (2017), danificaram um bocado as expetativas para com a capacidade da artista em desenvolver álbuns consistentes.

Em 2020, a artista lança o 4º álbum, What’s The Pleasure, e volta à ribalta com uma produção mais orientada para sonoridades disco envoltas em mistério, mas onde reina a voz magnífica de Jessie Ware.

Não está ao nível de Devotion, mas está lá perto!

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Spotlight
  • Save a Kiss
  • Ooh La La
  • Adore You
  • Remember Where We Are

Larkin Poe – Self Made Man

Larkin Poe - Self Made Man

Género: Americana/Blues Rock

Link para o Spotify

Megan e Rebecca Lovell, irmãs vindas de Calhoun (Georgia), estão a trilhar um caminho muito interessante nestes 10 anos de carreira.

Em 2010 começaram a lançar EPs de forma independente, mas nem três anos tinham passado e já estavam a assegurar contrato com a RH Music, através da qual lançaram o seu álbum de estreia. No ano seguinte já constavam na line-up do lendário festival de música Glastonbury e foram consideradas “a melhor descoberta” dessa edição do festival.

Desde então, as irmãs lançaram mais três álbuns em três anos consecutivos, dos quais o último – Venom & Faith – chegou ao número um da Billboard de álbuns blues e foi nomeado para os Grammy’s 2020, na categoria de Best Contemporary Blues Album.

Chega o mês de junho e, com ele, vem o quinto álbum da dupla, onde não há momentos mortos nem repetitividade, apenas guitarradas cheias de alma e vozes cheias de paixão, que é prova do quão poderosas são as irmãs Lovell.

Tudo isto sintetizado, faz-me chegar a uma conclusão: a este ritmo, Larkin Poe tem tudo para se tornar no próximo grande nome do Rock.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Self Made Man
  • Holy Ghost Fire
  • Back Down South
  • God Moves On the Water
  • Ex-Con

Neil Young – Homegrown

Neil Young - Homegrown

Género: Country Rock/Folk Rock

Link para o Spotify

Com 52 anos de carreira (ou 43 álbuns de carreira, como preferirem), Neil Young dispensa quaisquer apresentações. Embora o ritmo de produção de álbuns tenha sido sempre acelerado, foi durante os anos 70 quando mais brilhou, muito graças à simbiose entre a sua abordagem e a predisposição dessa década.

Com o passar dos anos, Young foi-se mantendo fiel a si próprio, mas a qualidade dos seus álbuns decresceu, tendo um ou outro surpreendido pelo meio. Mais recentemente, umas dessas surpresas foi Hitchhiker (2017) e, agora, com o Homegrown, consegue mais um álbum consistente, com ótimas individualidades. Bons exemplos disso são o caso de “Separate Ways (uma música belíssima em crescendo, logo a abrir), “Kansas (num registo mais simples e acústico), “We Don’t Smoke It No More (com um instrumental fantástico) ou White Line” (numa introspecção acompanhada do choro de harmónica e guitarra).

Se forem fãs, têm aqui mais um álbum de boa qualidade de Neil Young. Se não forem, mas gostarem de country/folk, também aconselho. Nota para o facto de, aos 74 anos, Neil Young ainda ter exatamente a mesma vivacidade na voz de quando era jovem.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Separate Ways
  • Kansas
  • We Don’t Smoke It No More
  • White Line

Norah Jones – Pick Me Up Off the Floor

Norah Jones - Pick Me Up Off the Floor

Género: Soul/Jazz

Link para o Spotify

Norah Jones ficou conhecida no início do milénio pelo seu contributo para o panorama soul e a forma como abriu portas nos charts para mais artistas do género, como Joss Stone ou Corinne Bailey Rae. Sabendo que, aos 23 anos, conseguiu um álbum memorável (Come Away With Me), e, aos 25, replicou-o (Feels Like Home), foi caricato como depois disso se ofuscou.

Voaram 15 anos até que conseguisse um álbum onde mostra vislumbres do que se perdeu há muito tempo. É sobre isso mesmo que Jones expõe em Pick Me Up off the Floor, um turbilhão de emoções, pensamentos e sentimentos que foi guardando ao longo de tantos anos.

A sonoridade do álbum é mais jazzy que nunca, provocando sorrisos de tão boa que é. A voz de Norah Jones regressa cheia de alma, acompanhada de um misto de dor e intensidade, e deixa-nos a saber exatamente como se sente. O melhor do disco é mesmo o de querer levar-nos nesta viagem pelo seu íntimo mais sombrio.

Fica o desejo que a cantora tenha realmente encontrado a sua voz e alma com este álbum.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • How I Weep
  • Flame Twin
  • Hurts To Be Alone
  • This Life
  • Were You Watching?

Ohmme – Fantasize Your Ghost

Ohmme - Fantasize Your Ghost

Género: Indie Rock/Folk

Link para o Spotify

Uma banda que se formou pura e simplesmente porque Sima Cunningham e Macie Stewart “conseguiam cantar bem juntas” tem tudo para dar certo. Ambas as artistas tinham experiência no piano, mas, ainda assim, decidiram fazer das guitarras o elemento central. Foi assim o início de Ohmme, sendo que, posteriormente, juntou-se Matt Carroll, assumindo o papel de baterista de serviço.

Se pudesse adjetivar Ohmme escolhendo apenas uma palavra, seria “imprevisível”. Todas as músicas são inventivas, ao ponto de não saber sequer o que esperar bem da música em causa já a meio da mesma (torna-se até difícil categorizar este álbum). Isto podia ser um mau presságio, mas o que já ficou provado em Parts confirma-se neste álbum: Sima e Macie sabem bem o que estão a fazer.

Considero, facilmente, Fantasize Your Ghost o trabalho mais porreiro para a malta que prefere álbuns caóticos aos muito lineares e, ainda mais, para fãs de avant-garde.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Flood Your Gut
  • Selling Candy
  • Ghost
  • 3243

Owen – The Avalanche

Owen - The Avalanche

Género: Emo/Acoustic-Rock

Link para o Spotify

Mike Kinsella, que se dá pelo nome de Owen no seu projeto musical a solo, já anda nisto há quase 20 anos, mas só agora me cruzei com ele. Este álbum apareceu de mansinho no mês de junho (que foi o mês com mais lançamentos de álbuns assinaláveis de 2020), mas prontamente me chamou à atenção com a A New Muse a abrir e, a partir daí, nunca mais a perdeu – foi o 3º álbum que decidi que merecia um lugar nos essenciais deste mês e ainda me faltava ouvir mais de quarenta.

The Avalanche é um álbum que se suporta numa sonoridade acústica relativamente simples (embora tenha passagens formidáveis e arranjos muito agradáveis como nas músicas “Mom and Dead” ou na “I Go, Ego”, a fechar o álbum), mas que concentra toda a sua profundidade na escrita e na maravilhosa voz de Mike.

Um álbum direto, sem adereços, carregado de honestidade e beleza até nas passagens mais tristes.
Diria que este álbum é perfeito para ouvir em repeat. Pessoalmente, na primeira que o ouvi, quando dei por ela já tinham passado quase três horas, tal foi a forma que me captou e envolveu.

Apesar de não ser aquele rock puro muito popular entre 2002-2007, a entoação e ritmo de Owen faz lembrar bandas como Plain White T’s, The All-American Rejects, Secondhand Serenade, Yellowcard, The Fray, entre outros. Se estas bandas vos marcaram em certa altura da vossa vida, este novo álbum de Owen vai encaixar na perfeição na vossa biblioteca musical.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • A New Muse
  • Dead For Days
  • On With The Show
  • I Should’ve Know
  • Headphoned

Phoebe Bridgers – Punisher

Phoebe Bridgers - Punisher

Género: Indie Rock/Emo-Folk

Link para o Spotify

“Doçura na tristeza” é, sem dúvida, a melhor forma de descrever Punisher, que tem o poder de encantar quem valoriza a escrita.

Este álbum mantém a onda emo-folk de Stranger in the Alps, mas consegue captar muito melhor a natureza íntima que Phoebe Bridgers lhe quer indexar, envolto numa neblina mais sombria e irónica.
Isto deve-se muito ao facto deste álbum ter nascido ainda durante a tour do predecessor, o que lhe deu tempo para maturar e envolver uma produção cuidada com ajuda de Tony Berg e Ethan Gruska, caras conhecidas de Bridgers. Foram quase três anos a compilar memórias de uma juventude de dissabores, perda de fé, desespero, relações destrutivas e recuperações dolorosas.

No momento em que Phoebe Bridgers precisa de gritar do fundo do coração este turbilhão de experiências vividas, coisa que muitos teriam dificuldade em fazer, a artista opta por manter a calma e contar-nos a sua história de forma calma, corajosa e sensata.

Com este álbum, Bridgers explodiu silenciosamente num raio gigante, elevando-se até um lugar bastante confortável na sua carreira. Queremos a confirmação do potencial, venha o 3º álbum!

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • Garden Song
  • Kyoto
  • Punisher
  • Moon Song
  • Graceland Too
  • I Know the End

Rose City Band – Summerlong

Rose City Band - Summerlong

Género: Psychedelic-Rock/Neo-Psychedelia

Link para o Spotify

O primeiro reparo que tenho a fazer é que Rose City Band é um nome caricato para uma banda a solo.
A boa notícia é que, se ninguém vos revelar esta informação antes de ouvirem o álbum, é um pormenor que nem sequer vos irá passar pela cabeça. O que, por sua vez, nos traz a excelente notícia: Ripley Johnson é uma banda incrível a solo.

Vão ouvir as oito músicas de Summerlong sem se questionarem um única vez sobre a real qualidade do álbum que, do início ao fim, não cede a falhas ou fragilidades. E, assim, sem grande esforço, Johnson faz com que produzir música pareça uma brincadeira de criança.

Dito isto, Summerlong é um “One Man Show” que nos transporta numa viagem por extensos instrumentais que transpiram aquela psychedelic-rock clássico, com a voz fantástica de Johnson de complemento.
Este misto tem o poder de deixar um desejo miudinho por mais material assim e imaginar como será ver Rose City Band ao vivo.

Classificação do álbum: ★★★★½

Músicas a ouvir:

  • Only Lonely
  • Real Long Gone
  • Floating Out
  • Wildflowers

Run the Jewels – RTJ4

Run the Jewels - RTJ4

Género: Rap/Hardcore Hip-Hop

Link para o Spotify

El-P e Killer Mike começam a ser um caso bicudo no panorama do rap a nível mundial ao lançar êxito atrás de êxito. Já são quatro álbuns e cada vez mais parece impossível os Run the Jewels lançarem um álbum que não seja excelente.

A verdade é que a química entre os dois rappers é fantástica e sendo que El-P também é produtor, é possível manter o processo criativo mais isolado. Estes dois factores combinados criaram a possibilidade de desenvolver uma super-fórmula invencível (até à data). Esta fórmula já se provou eficaz no passado com bandas como Run DMC ou Public Enemy e, mais tarde, Wu-Tang Clan.

O duo de rappers da Costa Este apoderou-se desse nicho (hardcore hip-hop) e está a explorá-lo com excelência.

RTJ4 surge em modo explosivo, desenvolvendo em crescendo com músicas dotadas batidas fortes e colaborações muito bem conseguidas, só fechando com uma bomba atómica.

“A few words for the firing squad” é a última música do álbum e é uma obra de arte. Mais de cinco minutos de intensidade máxima onde El-P e Killer Mike têm os holofotes apontados para eles na intensidade máxima e dão-lhes uso para fazer uma exposição muito pessoal sobre as suas origens, o que os marcou e dos podres da sociedade que os rodeou, em tom vitorioso por terem chegado ao topo. Tudo isto acompanhado por um instrumental poderoso de jazz-infusion pelo saxofonista Cochemea Gastelum.

Senhoras e senhores, fez-se magia!

Classificação do álbum: ★★★★★

Músicas a ouvir:

  • ooh la la (feat. Greg Nice & DJ Premier)
  • out of sight (feat. 2 Chainz)
  • holy calamafuck
  • goonies vs E.T.
  • JU$T (feat. Pharrell Williams & Zach De La Rocha)
  • never look back
  • a few words for the firing squad (radiation)

Sarah Jarosz – World on the Ground

Sarah Jarosz - World on the Ground

Género: Americana/Bluegrass

Link para o Spotify

Sarah Jarosz não é muito conhecida fora dos Estados Unidos, mas não é por falta de qualidade, pois em solo americano tem conseguido uma boa visibilidade e sucesso (que já lhe valeu três Grammy).

Acredito que assim seja por motivos culturais, dado que os géneros no repertório da cantora de Austin (Texas) não são muito populares deste lado do mar.

World on the Ground é o 5º álbum de Sarah e é bastante acessível por ser agradável a nível musical e relacionável no que toca a letras/escrita. Acaba por ser bom, porque facilmente nos deixamos levar pelo mesmo, embora peque por não ter grandes surpresas durante a viagem. Em todo o caso, é um álbum enriquecido pela sabedoria da cantora, com músicas que prometem pegar facilmente se lhes derem uma hipótese.

Classificação do álbum: ★★★★

Músicas a ouvir:

  • Eve
  • Hometown
  • Johnny
  • I’ll Be Gone

Teyana Taylor – The Album

Teyana Taylor - The Album

Género: R&B

Link para o Spotify

Depois de, em 2018, Teyana Taylor ter visto o seu álbum anterior K.T.S.E. reduzido a nível de músicas contra a sua vontade, em 2020 lança o The Album, sobre o qual teve todo o poder criativo que queria, decidindo lançá-lo com 23 músicas contra a vontade de quem gosta de ouvir música sem ser “por ouvir”.

Atenção que o conteúdo do álbum não é mau, mas também não é bom ao ponto de justificar quase 1h20 de música.

Este álbum conta com 12 colaborações, incluindo a do seu marido Iman Shumpert e até da sua filha, mas nem todas se destacam como era esperado. Se calhar um álbum mais compacto e objetivo poderia ter feito justiça ao ressentimento que Teyana guardava para com os acontecimentos passados, mas ficou por mais um bom álbum.

Só fico de pé atrás porque tenho perfeita noção que a cantora tem potencial (já provado em várias músicas) e que consegue bem melhor ao ponto de saltar para a ribalta do R&B. No entanto, vê o seu álbum a ser ofuscado pelo Ungodly Hour de Chloe x Hale e a ser ultrapassada pelas irmãs na corrida pelo topo.

Classificação do álbum: ★★★½

Músicas a ouvir:

  • Morning (feat. Kehlani)
  • Booming (feat. Missy Elliott & Future)
  • Concrete
  • Try Again
  • Made It
  • We Got Love (feat. Ms. Lauryn Hill)

Em junho houve uma maior aposta em música no geral da parte do Echo Boomer, especialmente em singles de antecipação de álbuns. Eis alguns dos que considero assinaláveis, com hiperligação para o Spotify.

SINGLES DO MÊS

> IDLES – Grounds
Esta canção é o segundo single do álbum ULTRA-MONO que vai ser lançado a 25 de setembro, sobre o qual foi escrito um artigo dedicado de antecipação ao álbum e breve introdução à banda.

> Smith & Burrows – All the Best Moves
Tom Smith e Andy Burrows voltaram a reunir-se, passados nove anos, e lançaram este single que, segundo Tom Smith, “é sobre querer ficar sozinho, naquele que consideramos um espaço seguro. Com medo do que está do lado de fora, mas focados em coisas que consideramos importantes, ainda que na realidade estamos só tristes e solitários”.

> CUT_ – Cry
“Cry” é o novo single da dupla holandesa CUT_ com base no género alt-pop e inspiração em artistas como Charli XCX e SOPHIE. Destaca-se por ter uma sonoridade exuberante e expansiva que, segundo Belle (vocalista), explora um sentimento extremo de emoção de angústia e é uma ode à amizade. O single “Out Of Touch” foi destaque na série Elite da Netflix.

> The Flaming Lips – My Religion Is You
A banda lendária de Oklahoma formada em 1983 chegou a uma fase da carreira em que começou a levantar questões existenciais de teor filosófico. AMERICAN HEAD, o novo álbum dos The Flaming Lips, já tem data de lançamento definida para 11 de setembro deste ano, vai contar com 13 canções e a confirmação da colaboração da superestrela norte-americana de música country, Kasey Musgraves (com a qual tenho uma amiga em comum).

Este novo trabalho vem colocar a banda em lugares líricos mais reflexivos. “My Religion Is You” é uma demonstração do que esperar do novo álbum e, tal como o single lançado anteriormente, assume uma mudança temporal muito bem-vinda.

> Fontaines D.C. – Televised Mind
“Televised Mind” é o 3º single retirado do próximo álbum da banda, A Hero’s Death, a ser lançado já a 31 de julho. Segundo Brian Chatten, vocalista da banda, esta canção é sobre a “câmara de eco”, que rouba a personalidade de um ser em troca da aprovação aprovação circundante. Brian acrescenta ainda que as opiniões das pessoas são reforçadas por um acordo constante, onde estas tendem a optar pela hipocrisia para parecem modernas, em vez de pensarem por elas próprias.

Espero que este artigo, que compila 15 álbuns e cinco singles tão distintos, vos deixe tão felizes e completos como me deixou a mim. Em junho foi lançada muito boa música, espero que desfrutem tanto como eu! Voltamos a falar no final de julho.

Link para os álbuns essenciais de julho

Loja da Salsa no Porto testa tecnologia que esteriliza roupa em 30 segundos

A tecnologia foi desenvolvida pela famalicense MTEX NS em parceria com a Universidade Católica e o CITEVE.

roupa

Após o período de encerramento forçado, a Salsa reabriu as portas ao público com várias medidas de segurança, de forma a garantir o bem-estar de clientes e colaboradores.

Uma destas medidas foi a aplicação da quarentena obrigatória às peças devolvidas/trocadas ou experimentadas no provador. Porém, há um problema em tudo isto: as peças necessitam de ficar em “espera” durante 48 horas.

Pois bem, a loja da marca em Santa Catarina, no Porto, recebeu um equipamento de esterilização, desenvolvido pela famalicense MTEX NS em parceria com a Universidade Católica e o CITEVE, que promete por fim a esse período de 48 horas, esterilizando as peças de roupa em apenas 30 segundos.

O PHYS UVC STERILIZAR é um sistema que, como seria de esperar, combina luz ultravioleta C com ozono, recorrendo assim aos processos mais eficazes no combate à Covid-19.

Já em fase de testes finais, este sistema permite otimizar o processo de compra do cliente, gerir os stocks de forma mais eficiente, e, acima de tudo, reforçar a segurança e o conforto na experiência em loja.

Depois do carsharing, Free2Move aposta no rent-a-car em Portugal

Chama-se Free2Move Rent, será lançado a 20 de julho e apresenta-se como uma solução de aluguer a curto prazo, sendo 100% digital e estando disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Free2Move Rent

Depois do serviço de carsharing Emov, a Free2Move prepara-se para disponibilizar algo novo em Portugal. Trata-se do serviço Rent, que, tal como o nome deixa antever, aposta no rent-a-car.

Com lançamento previsto para 20 de julho, a Free2Move Rent apresenta-se como uma solução de aluguer a curto prazo, 100% digital e disponível 24 horas por dia, sete dias por semana.

Disponível através de uma única plataforma online e nos concessionários das marcas Peugeot, Citroën, DS e Opel, bem como nos aeroportos, a Free2Move Rent terá uma ampla gama de veículos novos disponíveis em 160 agências de todo o país e uma agência no centro da cidade de Lisboa, na zona das Amoreiras, que disponibiliza automóveis DS 3 Crossback.

Caso alguém esteja interessado, basta, através do smartphone, reservar, abrir, iniciar e terminar o aluguer de viaturas a qualquer momento. Os veículos são reservados sem necessidade de notificação prévia, incluem contratos do tipo “tudo incluído” (seguro, assistência, manutenção) e faturação centralizada. Diz a Free2Move que o serviço prevê a utilização das viaturas por três condutores sem custos adicionais.

Apple TV 4K passa a ser a box primária (se os clientes quiserem) dos pacotes NOS

Os clientes poderão ter todos os serviços num único sistema, com um custo de 4,99€ de aluguer mensal.

Apple TV 4K

Em novembro do ano passado, a MEO anunciou que os seus conteúdos passavam a estar disponíveis na Apple TV. No fundo, sejam conteúdos ao vivo ou on demand do serviço de TV do MEO, tal significa que essa visualização passou a ser possível desde então com esse aparelho.

Com a Apple TV 4K, a MEO oferece uma experiência de autenticação seamless, uma vez que o equipamento instala automaticamente a app da operadora e efetua o login sem a necessidade de inserir um nome de utilizador e password. E claro, além dos conteúdos MEO, os clientes têm ainda acesso ao Apple Music, Apple Arcade ou Apple TV+ (ambos serviços são pagos e não estão incluídos nos pacotes MEO) e milhares de outras aplicações de variadas temáticas, como jogos, fitness e educação.

Mais recentemente, no passado mês de junho, foi a vez da NOS oferecer esse mesmo serviço, com a atualização da app NOS TV que passou a ter suporte para “Fornecedor de TV”, pelo que os clientes da operadora podem não só ter acesso a conteúdos ao vivo, como acesso ao videoclube e ao serviço de streaming NOS Play.

Mas a NOS não quis ficar por aqui, anunciando algo que poucos esperavam. É que, agora, há a possibilidade de fazer da Apple TV a box primária nos pacotes NOS, tanto para novos como atuais clientes.

O cliente pode escolher: ou usa a box da NOS ou, em alternativa, opta pela Apple TV 4K, que terá um layout melhorado em relação à experiência UMA.

Com a Apple TV 4K, os clientes da NOS podem também usar a app Apple TV para comprar ou alugar filmes, desfrutar da melhor música e de milhares de outras apps incluindo jogos, fitness e educação.

Com imagem 4K HDR e um som imersivo Dolby Atmos, a Apple TV4K conta ainda com um comando touch que torna fluida e rápida a experiência de explorar conteúdos naquele equipamentos.

Claro, tudo isto tem um custo. Os pacotes Apple TV da NOS podem ser subscritos desde 39,98€ por mês no pacote NOS 3, integrando a Apple TV 4K 64GB. Já os atuais clientes podem ter um pacote com Apple TV por mais 4,99€/mês, sem qualquer custo inicial.

Algo que pode ajudar a justificar este preço é o facto de, quem aderir a esta novidade, irá beneficiar da oferta de um ano de acesso ao serviço de streaming Apple TV+.

(Terminado) Desenha um Estandarte e habilita-te a ganhar uma Edição de Colecionador de Ghost of Tsushima

Usa a tua imaginação e junta-te ao nosso clã.

Ghost of Tsushima Estandarte Echo Boomer

Ghost of Tsushima está prestes a chegar à PlayStation 4 e nós precisamos da vossa ajuda para vencermos todas as batalhas. E se conseguirmos, podes receber uma Edição de Colecionador do jogo.

A PlayStation Portugal desafiou o Echo Boomer e a sua comunidade para mais um passatempo criativo. Desta vez, o objetivo é criar um Estandarte/bandeira de guerreiros Samurai inspirado no nosso portal, o Echo Boomer.

Como é que representariam o Echo Boomer em batalha? Qual seria a imagem da nossa fação? São vocês que decidem. Os mais criativos serão selecionados pelo Echo Boomer e, depois, é a PlayStation Portugal que escolhe a melhor participação entre todos os guerreiros samurai de diferentes meios que também foram desafiados. A participação escolhida pela PlayStation Portugal irá receber uma Edição de Colecionador de Ghost of Tsushima.

Ghost of Tsushima Edição de Colecionador

Como participar:

Para participarem neste passatempo criativo, devem descarregar aqui o template (.pdf), que podem, depois, imprimir para personalizar manualmente ou editar digitalmente na vossa ferramenta de eleição. Para se inspirarem, podem também usar (se quiserem) as cores e os logos do Echo Boomer.

As criações devem ser enviadas por email para passatempos@echoboomer.pt, com o assunto “Passatempo Ghost of Tsushima”, juntamente com o vosso nome. Os participantes podem já começar já a puxar pela imaginação, uma vez que têm até às 23h59 do dia 15 de julho. O vencedor será revelado nos dias seguintes.

Para mais detalhes sobre este passatempo, podem ficar a saber tudo através dos seus Termos e Condições, apresentados em baixo.

Vamos lá! Puxem pela imaginação, lutem como um Samurai e boa sorte!

Termos e Condições

  1. O Desafio “Ghost of Tsushima – Personaliza o Estandarte do Echo Boomer” está aberto a pessoas com idade igual ou superior a 18 anos residentes em Portugal (País participante), exceto os funcionários, agentes, fornecedores ou consultores da Promotora (conforme definido abaixo) e seus familiares diretos, as empresas associadas à Promotora e qualquer outra pessoa profissionalmente ligada ao Desafio (“Participantes“).
  2. O Desafio inicia-se a 06/07/2020, às 10h (hora de Lisboa) (“Data de início“) e encerra a 15/07/2020 às 23h59 (hora de Lisboa) (“Data de encerramento“). O período entre a Data de início e a Data de encerramento (inclusive) será referido como o “Período promocional“.
  3. A participação neste Desafio é gratuita e não é necessário efetuar qualquer compra. Ao participarem no Desafio, os Participantes aceitam e estão sujeitos a estes termos e condições (“Termos“)
  4. Para participarem no Desafio, os Participantes deverão completar os seguintes passos durante o Período promocional:
    • O Desafio será lançado no dia 06 de julho de 2020, às 10h00, no site do www.echoboomer.pt.
    • Para participar e habilitar-se a receber o prémio, o participante deve:
      a. Fazer o download do template em pdf fornecido pelo Echo Boomer, e mostrar, através de uma ilustração em 2D, como seria o Estandarte do Echo Boomer numa batalha para conquistar Tsushima no Ghost of Tsushima. Podem imprimir o template e fazer uma ilustração manualmente ou utilizar programas digitais de edição;
      b. As ilustrações devem ser enviadas por email para passatempos@echoboomer.pt, com o assunto “Passatempo Ghost of Tsushima”, juntamente com o vosso nome.
      c. Participar até às 23:59 do dia 15 de julho de 2020.
  5. Cada Participante só pode enviar uma (1) Participação por meio.
  6. O vencedor será escolhido entre todos os participantes de Portugal pela PlayStation Portugal.
  7. O prémio é constituído por uma Edição de Colecionador do jogo Ghost of Tsushima para a PlayStation 4. Os prémios serão enviados após o lançamento do jogo (que está agendado para dia 17 de julho de 2020). O meio a quem pertencer este vencedor também receberá uma Edição de Colecionador do jogo.
  8. Só serão consideradas as Participações que respeitem os termos e condições descritos acima. Além disso, as Participações não deverão conter qualquer:
    a) pornografia, nudez ou imagens de cariz sexual;
    b) imagens ou linguagem abusiva, ofensiva ou ameaçadora;
    c) conteúdo perturbador ou difamatório;
    d) conteúdo que comprometa a tua privacidade ou segurança, bem como a de terceiros;
    e) conteúdo que insulte um sexo, orientação sexual, incapacidade, religião, etnia ou nacionalidade em particular;
    f) comportamento violento ou perigoso; e/ou
    g) lixo eletrónico, publicidade ou outras atividades comerciais.
  9. Cada Participante aceita conceder à Promotora uma licença a nível mundial, não exclusiva e sem royalties, para utilizar as Participações para fins promocionais e para todos os fins relacionados com o Passatempo, em todos os meios, incluindo quaisquer plataformas online sob o controlo da Promotora.
  10. Todas as Participações deverão ser completamente originais, de forma a não violarem direitos de autor de terceiros. A Promotora não aceita qualquer responsabilidade se os Participantes ignorarem estes Termos e cada Participante concorda em indemnizar totalmente a Promotora contra quaisquer reclamações resultantes de qualquer violação destes Termos.
  11. Selecionar-se-á um (1) Vencedor.
  12. Eis os critérios de seleção:
    • Originalidade e criatividade da participação;
    • A participação deve ser enviada até às 23:59 do dia 15 de julho de 2020 aos respetivos meios, que deverão enviar a melhor proposta que receberam até à PlayStation Portugal.
  13. A Promotora notificará o Vencedor e respetivo meio para o qual enviou a sua criação, no prazo máximo de dois (2) dias após a Data de encerramento.
  14. Para reclamar o seu Prémio, o Vencedor deve responder adequadamente à notificação da Promotora, no prazo de 08 (oito) horas a partir da data da notificação da Promotora, e fornecer o seu nome completo, email, morada e data de nascimento.
  15. Os Prémios deverão ser aceites conforme indicado e não poderão ser adiados. Não serão oferecidas alternativas em dinheiro; no entanto, a Promotora reserva-se o direito de substituir qualquer Prémio por um prémio de valor semelhante.
  16. A Promotora não aceita qualquer responsabilidade por qualquer falha técnica, avaria ou problema que possa causar a perda de uma participação ou de qualquer outra correspondência ou o registo incorreto no Passatempo.
  17. Em caso de litígio, a decisão da Promotora é final, não se admitindo qualquer recurso a esse respeito.
  18. A Promotora reserva-se o direito de cancelar este Passatempo ou de alterar estes Termos a qualquer momento, caso considere necessário ou devido a circunstâncias fora do seu controlo.
  19. O Vencedor aceita participar em qualquer publicidade razoável requerida pela Promotora.
  20. Se existirem motivos para acreditar que se registou uma violação destes Termos ou tiver sido fornecida informação incorreta, ilegível, fraudulenta ou qualquer outra informação inválida ou inadequada, a Promotora poderá, ao seu exclusivo critério, recusar o processamento de qualquer participação ou a atribuição de qualquer Prémio.
  21. A “Promotora” é a Sony Interactive Entertainment Portugal Lda,
  22. Tanto quanto permitido por lei, estes Termos deverão ser lidos e interpretados em conformidade com as leis da Portugal e o contrato entre cada Participante e a Promotora deverá ser considerado como formado e executado em Portugal.

Horizon Zero Dawn chega ao PC em agosto

0

Uma das melhores experiências da PlayStation 4 abre as portas a novos jogadores.

Quando foi lançado em meados em 2016, nada faria crer que Horizon Zero Dawn, uma das apostas mais ambiciosas para a PlayStation 4 na altura, pudesse chegar ao PC. Não só este é um jogo feito de raiz para a máquina da Sony por um estúdio interno, como a sua popularidade tinha força para definir a sua geração.

Quatro anos depois, não só Horizon Zero Dawn está a caminho do PC, como também Death Stranding. Em comum, não partilham apenas a sua jornada entre plataformas como o seu motor de jogo, o Decima Engine. Death Stranding chega ao PC já no dia 14 de julho, pelo que só faltava ficarmos a conhecer a data e novos detalhes de Horizon Zero Dawn.

Horizon Zero Dawn chega ao PC no dia 7 de agosto e será lançado pelas mãos da própria Sony Interactive Entertainment. Esta conversão, que recebeu agora um novo trailer dedicado à plataforma aberta dos PCs, promete ser a versão definitiva do jogo, com os conteúdos da sua Complete Edition, que inclui a expansão The Frozen Wilds e uma série de desbloqueáveis prontos a usar.

Além do conteúdo extra, o jogo vem com muitas melhorias dedicadas ao PC, como suporte de mais resoluções até 4K nativos, a possibilidade de jogar em ultra-wide até 32:9 (com as cinemáticas limitadas a 16:9) várias definições como AA, AF e outros efeitos de pós-processamento, bem como suporte para framerates superiores a 60fps. Mais drástico, porém, são as melhorias a nível de ambiente, com vegetação dinâmica aos movimentos das personagens e reflexos melhorados.

Horizon Zero Dawn PC
Horizon Zero Dawn PC
Horizon Zero Dawn PC
Horizon Zero Dawn PC

Esta versão do jogo pede requisitos recomendados bastante moderados para uma experiência ótima, como por exemplo processadores Intel Core i7-4770K@3.5GHz ou Ryzen 5 1500X@3.5GHz, 16GB de memória RAM, entre 50 a 100GB de armazenamento e placas gráficas Nvidia GeForce GTX 1060 (6 GB) ou AMD Radeon RX 580 (8GB).

Com lançamento na Steam e na Epic Games Store, Horizon Zero Dawn chega também com um preço convidativo de 49,99€.

Horizon Zero Dawn também já tem uma sequela confirmada para a PlayStation 5, Horizon Forbidden West, que, para já, é exclusivo da máquina da Sony.

Mortal Shell recebe uma beta aberta

0

Os fãs pediram, os produtores deram.

mortal shell

O recém-anunciado Mortal Shell parece ter impressionado os jogadores. Inspirado noutros jogos RPG de ação, onde as batalhas com bosses, a tensão e a dificuldade assombram a jornada dos jogadores, também conhecidos como Souls-Like (termo popularizado pela série Souls da From Software), Mortal Shell promete “chatear” os jogadores mais destemidos já este ano no PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Recentemente, a Cold Symmetry e a Playstack revelaram que iam deixar alguns jogadores sofrerem um pouco com a sua nova produção através de uma beta fechada. Contudo, o apelo dos jogadores foi tão grande que os produtores abriram as portas a esta beta, que é também uma demo gratuita, a todos os jogadores.

Embora Mortal Shell só chegue às suas plataformas alvo no final do verão, os jogadores podem começar já a treinar no PC, onde podem descarregar, via Epic Games Store, a demonstração que os leva até duas zonas do jogo.

Para Mortal Shell, os requisitos mínimos pedem um processador Intel Core i5-4590 ou AMD FX 8350, 8GB de memoria RAM, 40GB de armazenamento e uma placa gráfica NVIDIA GTX 970 ou AMD Radeon R9 290.

Já os recomendados pedem um processador Intel Core i7 ou AMD Ryzen 7, 16 GB de memória RAM, 40GB de armazenamento em SSD e uma placa gráfica NVIDIA GTX 1070 ou AMD Radeon RX Vega 56.

Ainda sem data, Mortal Shell tem lançamento a partir de 29,99€.

Sites de apostas CS:GO

Já sabemos que existem sites para todo o tipo de apostas.

Online Apostas CS:GO Já sabemos que existem sites para todo o tipo de apostas.

Sites de apostas normalmente envolvem algum desporto ou, pelo menos, alguma forma de jogo que envolva uma parte perdedora e outra vencedora. Posto isto, podemos apostar em qual parte será qual.

As apostas são um conceito bastante familiar para todos. No entanto, nos últimos anos, tem surgido uma forma diferente de apostar. Uma maneira que não obriga a que te desloques a algum sítio para apostares, evitando, dessa forma, qualquer forma de interação social.

Nisto surgiram os sites de apostas online, onde podes ganhar dinheiro com os teus palpites, sejam eles referentes a um jogo de cartas ou de futebol. Mas não ficamos por aí.

Estes sites disponibilizam uma gama vastíssima de jogos e desportos para escolheres. Desde futebol, a basquetebol, basebol e quase qualquer desporto que consigas imaginar.

Mas o conceito de desporto, por si só, também tem vindo a sofrer alguma mutação nos últimos anos.

Com o crescimento do mundo digital, jogos eletrónicos de computador e consola ganham agora lugar entre os nomes mais famosos, presentes no palanque com alguns dos desportos mais jogados em todo o mundo.

Falamos de jogos como o CS:GO, por exemplo. Este jogo, tendo surgido há mais de 15 anos, já ganhou fãs por todo o mundo e, neste momento, existem milhões de dólares em jogo em torneios dedicados exclusivamente a esta modalidade.

Não será muito difícil, portanto, de imaginar o passo a seguir. Hoje em dia já existem sites de apostas onde podes colocar apostas cs go relativas a jogos competitivos que estejam para acontecer, ou a acontecer neste preciso momento.

Isto marca um salto gigante para esta indústria que, estando a começar há pouquíssimo tempo, representa já uma porção significativa da fatia do bolo que são os ganhos que podes fazer… jogando online.

Sites de apostas CS:GO 2020

Na hora de descobrir as melhores apostas, vais precisar de um guia que te mostre os caminhos deste universo dos sites de apostas online. Já sabemos, é compreensível. É é neste ponto que surgem sites como o Melap.pt.

Este tipo de plataformas surgem como uma espécie de guia sherpa pelas montanhas do que pode a vir a ser o teu conhecimento acerca desta forma de jogar e enfrentar os jogos dos teus desportos e competições favoritas.

Este portal em específico, Melap.pt, está certificado pela perícia de vários mestres em análise e estratégia, dedicados exclusivamente à crítica e aprofundamento do conhecimento acerca de apostas online.

Melhores Apostas Melap.pt

Isto inclui um olhar compreensivo sobre vários dos desportos clássicos e olímpicos, mas não só. O portal está também envolvido numa pesquisa acutilante e perspetivas interessantes sobre sites de apostas CS:GO, por exemplo.

Como tu já, provavelmente, estarás ciente, o advento do mundo digital é algo que está, neste preciso momento, em crescimento espontâneo e exponencial. A atual situação de saúde, consequência da pandemia de COVID-19, empurrou muita gente para dentro de portas.

Isto levou a um crescimento inesperado desta indústria que, por si só, já estava em expansão, elevando-a a outros patamares que, hoje, podem ser comparados de igual para igual com outros desportos tradicionais.

Posto isto, o mundo das apostas online evoluiu. Estamos, neste momento, a assistir a um crescimento no número de sites que já te permitem colocar apostas relativas a competições de CS:GO, e isso representa obviamente uma oportunidade de ganhar.

Melap.pt é um ótimo sítio para começares a tua jornada, com opiniões válidas e extensivas acerca de todos os sites de apostas disponíveis para o público português.

Lisbon Coffee Fest não se realiza este ano

Provar os melhores cafés? Só mesmo em 2021.

Lisbon Coffee

Este é um ano para esquecer no que toca a eventos, festas e celebrações. Com a COVID-19 a querer ficar nas nossas vidas mais tempo que o esperado, eventos que, anteriormente, já tinham sido adiados, voltaram a ser reagendados, desta vez para o próximo ano. E foi isso mesmo que aconteceu com o Lisbon Coffee Fest.

Originalmente, o evento deveria ter acontecido de 20 a 22 de março, mas o novo coronavírus fez com que fosse adiado para 30 e 31 de outubro e 1 de novembro. Agora, chegou-nos a notícia de que este festival dedicado ao café só volta mesmo em 2021.

Num post colocado no Facebook, pode ler-se o seguinte: “Informamos todos os coffee lovers que, de acordo com as recomendações da Direção Geral da Saúde em relação à realização de eventos públicos e de massas devido ao COVID-19, o Lisbon Cofffee Fest será adiado para 2021.”

E isto é tudo o que sabemos por agora. Neste evento organizado pela Associação Industrial e Comer, estavam previstas degustações, workshops, palestras e apresentações sobre os vários cafés e técnicas de fabrico, bem como a possibilidade de assistir ao VI Concurso Nacional de Baristas, competição que envolve desde o reconhecimento dos melhores grãos, processos de torrefação e preparo de café.

Além disso, a organização prometia muita festa e uma street coffee, onde poderiam ser observadas várias técnicas de fabrico de café.

O Lisbon Coffee Fest teria também disponíveis contentores de tampa castanha para colocação de borras de café, que, depois, seriam encaminhadas para a Estação de Tratamento e Valorização Orgânica da Valorsul.

Esperamos que tudo isso se mantenha para 2021. Em relação aos bilhetes previamente adquiridos, a organização ainda não se pronunciou sobre essa situação.

Crítica – Palm Springs

Palm Springs não só é uma das melhores rom-coms alguma vez feitas, como é também um dos melhores (se não mesmo o melhor) filmes de 2020 até à data.

Palm Springs

Quando Nyles (Andy Samberg) e a relutante dama de honor Sarah (Cristin Milioti) têm um encontro casual num casamento em Palm Springs, as coisas ficam complicadas quando se encontram incapazes de escapar do local, deles mesmos ou um do outro.

Para quem lê as minhas opiniões há algum tempo, não é surpresa que não sou o maior fã de rom-coms (comédias românticas). Não é que não goste do género (aprecio e desfruto de todos), mas tenho muita dificuldade em realmente adorar os seus filmes. A grande maioria segue as fórmulas e clichês do género de tal maneira que raramente acabo por adorar um destes filmes.

Alguns são demasiado cheesy. Outros são demasiado irrealistas. Mas o aspeto que mais me deixa “de fora” é a falta de originalidade. Não me recordo da última rom-com que tenha visto que não tenha pedido emprestado elementos e conceitos a inúmeros outros filmes. Não sabia nada sobre Palm Springs: não vi trailers, não tinha conhecimento da opinião de críticos/público, nada… E não podia estar mais feliz!

Costumo assistir ao trailer principal depois de ver o filme respetivo. Ignoro todos os outros trailers, clips e imagens. Tal serve para que consiga ter algum conhecimento sobre o quão longe posso levar as minhas críticas livre de spoilers. Assim, tenho a certeza de que não escrevo sobre algo que não devo. O trailer oficial deste filme não estraga a experiência de forma alguma, mas conta aos seus eventuais espetadores o aspeto mais relevante do seu argumento. Como tal, podia abordá-lo nesta opinião, mas não o vou fazer… pois gostei muito mais deste filme sem saber nada sobre o mesmo do que se soubesse como a história se iria desenvolver.

Portanto, vou manter esta crítica vaga e simplesmente escrever que o primeiro (!) argumento de Andy Siara pode facilmente arrebatar umas quantas nomeações quando a temporada de prémios chegar. Esta é uma rom-com como nenhuma outra devido ao seu conceito único. É verdade que não é um método totalmente novo de contar histórias. Muitos outros filmes também empregam esta ideia, mas Siara guarda tantas surpresas dentro da sua narrativa e tão poucos traços comuns do género em questão que todo o filme é elevado pela sua escrita excelente.

É um dos filmes com mais entretenimento do ano. Com uma duração curta e um ritmo rápido, Palm Springs é genuinamente divertido, envolvente e até intrigante. O seu plot original obriga o espetador a pensar e a recordar linhas de diálogo passadas que ganham um significado totalmente diferente alguns minutos depois. Não existem decisões narrativas previsivelmente parvas e as suas personagens escapam àquelas relações cheesy e forçadas que este tipo de filmes geralmente possui. Os diálogos são hilariantes e cativantes. Quase todos os pontos de enredo carregam um soco emocional, com uma revelação de fazer cair o queixo que nunca passou pela mente do espetador.

Palm Springs

Andy Samberg e Cristin Milioti partilham uma química espetacular. As suas personagens são muito bem desenvolvidas e a sua relação dá a sensação de ser incrivelmente real. Raramente sou aquele espetador que “exige” que as personagens principais fiquem juntas, beijem-se, apaixonem-se e tudo isso, mas Nyles e Sarah são dois protagonistas maravilhosos que me fazem torcer por eles. Possuem uma “bagagem” interessante, que também é explorada a um nível bem profundo. Lidam de forma muito diferente com a “situação” em que a história os coloca e é muito divertido vê-los passar por isso e evoluir como personagens. Ah, e J.K. Simmons (Roy)… este homem não sabe como não ser impressionante!

Max Barbakow (realizador estreante) também demonstra os seus talentos ao permitir que o argumento de Siara brilhe sob uma realização impecável. Tonalmente, nunca perde o equilíbrio. Mantém a sua comédia bastante “normal”, considerando a loucura da sua premissa. Nunca recorre às fórmulas, clichês e conclusões cheesy do género. Separa-se verdadeiramente da maioria das rom-coms modernas.

De facto, não tenho qualquer “falha” a apontar… O final tem uma certa componente narrativa do tipo “aceitem e sigam em frente” e existem algumas cenas desnecessárias, mas são pequenos pormenores. Não acredito que vou escrever isto, mas Palm Springs não só é uma das melhores rom-coms que alguma vez assisti, mas também um dos melhores (se não mesmo o melhor) filmes de 2020 até à data.

Com a ajuda do realizador estreante (Max Barbakow), Andy Samberg e Cristin Milioti espalham a sua química extraordinária por toda a narrativa inovadora e original, escrita pelo também estreante Andy Siara. Este último é, sem dúvida, o principal responsável por este filme repleto de entretenimento puro. Siara pega num conceito imaginativo e desenvolve-o da maneira mais cativante, divertida, hilariante e até intrigante possível. Um argumento surpreendente cheio de pontos de enredo emocionalmente impactantes, revelações e twists que mantêm os níveis de entusiasmo extremamente altos. Os dois protagonistas são excecionalmente desenvolvidos, bem como a sua relação convincente.

Com um ritmo rápido e um equilíbrio perfeito do seu tom, Palm Springs diferencia-se dos outros filmes do género, mantendo-se longe de todos os clichês, fórmulas e estereótipos associados ao mesmo. J.K. Simmons também empresta o seu talento inegável… por que não? Quer sejam fãs de rom-coms ou não, definitivamente sugiro dar uma olhada neste. Não se vão desiludir!

Palm Springs será disponibilizado em breve por cá via streaming.

Automóveis sujos podem ser chumbados na inspeção a partir de novembro

Tal pode mesmo acontecer se as condições de limpeza do veículo prejudicarem as observações durante a inspeção.

centros de inspeção

Era algo que já estava implícito na legislação de 2012, mas agora o cerco vai mesmo apertar. A partir de 1 de novembro deste ano, quem levar um automóvel sujo à inspeção, e o mesmo apresentar um estado que possa dificultar a inspeção, pode sair chumbado do centro de inspeção.

É que o diz o texto publico pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes em Diário da República, referindo que “sempre que as condições de limpeza prejudiquem as observações durante a inspeção, o veículo deve ser reprovado e o inspetor deve descrever na ficha de inspeção a não realização dos ensaios e verificações correspondentes por não existirem condições de limpeza”.

Portanto, na próxima vez que necessitarem de realizar inspeção ao vosso veículo, não se esqueçam de fazer uma limpeza a fundo.

Além disso, os inspetores terão de ser mais precisos nas vistorias que fazem aos travões, direção, vidros, luzes/refletores/equipamento elétrico, eixos/rodas/pneus/suspensão, quadro e emissões de gases.