Estes são alguns dos verdadeiros exclusivos de nova geração para as Xbox Series X|S

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Se não contarmos com as versões para PC, é claro.

Hellblade 2

Esta é uma geração um pouco diferente e o conceito de “exclusivo” mudou um pouco, ao ponto de se poder tornar confuso.

Do lado da Xbox, a Microsoft chama exclusivos Xbox aos jogos que se mantêm dentro do seu ecossistema, incluindo os PCs Windows 10 e, em muitos casos, as consolas da geração anterior, as Xbox One X|S. Já no lado da Sony acontece um pouco o mesmo, com muitos jogos a saírem na PlayStation 5, mas a receberem, também, conversões para a PlayStation 4, algo que não se faz sentir tão estranho, pois não há uma porta aberta ao público do PC.

Alguns meses depois da chegada das novas consolas, foi no fim de janeiro que a Xbox recebeu o primeiro título de consola a que se pode chamar mesmo de exclusivo, com The Medium, que tirou partido das características técnicas das novas Xbox Series X|S, como os seus discos SSD ultra-rápido e efeitos de processamento de imagem com ajuda de ray-tracing, impossíveis nas consolas anteriores. Mas não será o único e há mais títulos do género a chegar às novas consolas durante os próximos tempos.

Recentemente, a Microsoft partilhou uma lista de jogos para consolas Xbox que prometem chegar aos PCs e restantes consolas da empresa em 2021. Entre eles encontramos muitos jogos cross-gen, como o cabeça de cartaz para este ano, Halo Infinite, que, para além de sair ainda nas Xbox One, conta com melhorias exclusivas nas Xbox Series X|S.

Contudo, há uma pequena lista de jogos para 2021, e mais além, que simplesmente não vão ser possíveis de se jogar nas consolas Xbox One. Para apontarem na vossa agenda, podem ficar a conhecê-los aqui:

Ark 2

Avowed

Bright Memory: Infinite

Everwild

Fable

Forza Motorsport

Microsoft Flight Simulator

Perfect Dark

S.T.A.L.K.E.R. 2

Scorn

Senua’s Saga: Hellblade 2

State of Decay 3

The Medium

Estes são apenas os jogos revelados até ao momento. Espera-se que, durante os próximos meses, fiquemos a conhecer o que o futuro nos reserva com mais títulos que irão tirar partido das novas consolas e outros tantos apenas possíveis nas Xbox Series X|S.

Há algum que vos chame a atenção? Quais é que querem muito jogar e que outros gostariam de ver anunciados?

Análise – Hitman 3 (Google Stadia)

O verdadeiro Role Playing Game.

hitman 3 review echo boomer 1

Antes de se aventurarem num novo mundo de espionagem, heróis e assassinos com a série 007, a IO Interactive trouxe-nos em janeiro a última aventura do seu reboot de Hitman.

Hitman 3 fecha a trilogia iniciada em 2015 e, apesar do seu título numerad,o aparenta-se mais como uma expansão de altas produções, dando continuidade à história, objetivos, estrutura, mecânicas e até linguagem visual dos jogos que o antecederam.

Graças ao acesso ao Google Stadia, onde já tinha guardado os dois primeiros títulos, decidi aventurar-me na pele de Agent 47 pela primeira vez, numa jornada feita de altos e baixos, divertimentos e frustrações. No fim do dia, consegui absorver o que esta saga tem de tão brilhante.

O objetivo de missão para missão é quase sempre o mesmo – eliminar um ou mais alvos -, mas cabe-nos a nós descobrir como fazê-lo, que ferramentas usar ou que caminho tomar. E foi na segunda missão de Hitman 3 que descobri a sua genialidade.

Não tinha só que eliminar a matriarca Alexa Carlisle, como teria que o fazer sem que ninguém na sua família soubesse sequer que ela estava viva, ao mesmo tempo que tinha que recuperar um documento. O que Hitman 3 oferece numa situação destas não é um conjunto de objetivos delineados, onde todos os jogadores os cumprem da mesma maneira. Além de todas as aleatoriedades de um momento de combate ou da quantidade de inimigos que eliminamos durante sequências de ação furtiva, Hitman 3 oferece um leque de histórias e narrativas cruzadas dependentes dos itens que apanhamos, das portas que abrimos, das conversas que ouvimos e do papel que queremos tomar.

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Role Playing Games há muitos, sendo normalmente associados a histórias épicas, progressões de poderes e armaduras, combates sequenciais e escolhas narrativas, mas são jogos como Hitman 3 que levam à letra o significado do seu género. Foi por isso que, durante uma hora, sem conhecer muito bem as mecânicas, em vez do Agent 47, interpretei a pele de um investigador, num episódio saído de uma história de Agatha Christie.

Entre quartos e corredores de uma mansão, investiguei pistas que correlacionavam as relações entre suspeitos de um alegado assassinato, enquanto mantinha low profile e me aproximava do meu alvo que, no fim, lá me deu de bandeja o tal item necessário para a conclusão da missão, antes de o eliminar e, consequentemente, fechar o episódio.

Mas esta é apenas uma forma de concluir um simples nível. Foi a que achei mais divertida, pela primeira vez que a abordei, e também a mais imersiva, porque o jogo assim me o permitiu. Foi, por momentos, refrescante, e a possibilidade ínfima de completar objetivos, com contra-relógios e objetivos secundários propostos pelo jogo, oferecem uma longevidade a Hitman 3 muito maior do que aparenta com o seu número relativamente limitado de níveis. São seis localizações, altamente detalhadas, complexas e vivas graças aos fantásticos visuais e direção de arte da IO Interactive, que fazem de cada uma pequenos destinos de turismo virtual.

Contudo, Hitman 3 – os seus antecessores que podem ser rejogados com as melhorias gráficas deste terceiro capítulo – pode não ser do agrado de todos, em particular aqueles que procuram uma aventura mais explosiva e cheia de ação. Momentos desses são possíveis, mas requerem treino, sangue frio e alguma paciência a testar as águas e as possibilidades do jogo.

hitman 3 review echo boomer

A liberdade de ações narrativas, e até mesmo a diversão do jogo, também não é, infelizmente, constante, algo que comprovei logo no nível seguinte, onde Hitman 3 perde o foco, deixando o jogador perdido à procura de alvos no meio de multidões. Apesar de entender a ideia por detrás desta decisão, Hitman 3 passou de um jogo de predador vs presa à procura de uma agulha num palheiro. Uma quebra de ritmo que voltou a replicar-se noutras missões que tornaram a excelência do jogo em pequenos períodos de frustração.

Hitman 3 é um jogo bem seguro do que quer ser: é focado e desenhado para os verdadeiros fãs da série e do género da ação furtiva, com muitas mais horas de entretenimento do que aparenta. Não inova, nem evolui muito o género, e podia trabalhar melhor o lado mais narrativo e envolvente, (além das das breves cinemáticas entre missões facilmente descartáveis), motivando o jogador a ser o Agent 47 e não apenas um assassino virtual.

Com uma ótima base para o seu género, aguardo agora pelo tal projeto de 007, da IO Interactive, com a esperança que injetem tudo o que esta série de Hitman nos trouxe, nas missões mais frenéticas, bombásticas e cinemáticas de James Bond.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Google Stadia
Jogado no Google Stadia
Cópia para análise cedida pela Google.

Setúbal vai contar com um novo restaurante La Picanha em breve

A abertura acontecerá assim que o Governo permitir que os restaurantes possam receber novamente os clientes.

La Picanha

Quem nos acompanha decerto saberá que não é a primeira vez que falamos do restaurante setubalense La Picanha. Antes da existência deste espaço, funcionava, no mesmo local, um restaurante italiano, o La Famiglia, que tivemos oportunidade de experimentar antes do seu encerramento.

Porém, em janeiro de 2020, o La Famiglia mudou de conceito e de nome e, consequentemente, passou a funcionar como uma casa de picanha. O La Picanha, situado em frente ao conhecido Sushima, um dos melhores restaurantes de sushi da cidade, é já um dos spots preferidos dos setubalenses, que aguardam impacientemente que o Governo permita uma ida aos restaurantes para que possam encher a barriga com um belo rodízio.

Mas o La Picanha tem um problema que pode afastar quem não marca mesa com antecedência: o espaço reduzido. Se conhecem o estabelecimento, sabem que não é propriamente um restaurante de grandes dimensões. Pois bem, a solução está a chegar: um novo La Picanha na cidade.

A abertura está prevista assim que o Governo permitir que os restaurantes possam receber novamente os clientes. Vai ficar localizado no Largo Zeca Afonso, num local onde anteriormente funcionava outro restaurante, e vai contar com uma alteração ligeiramente diferente relativamente ao espaço original. E claro, sendo um novo restaurante, será maior que o primeiro, contendo 60 lugares na sala e outros 30 na esplanada.

De resto, será aquilo que já conhecem: um spot onde poderão comer sem parar a melhor picanha da cidade.

Descobre os jogos para a PlayStation 5 que tiram partido das funcionalidades do DualSense

O Dualsense é impressionante, mas não é usado de forma igual em todos os jogos.

DualSense PlayStation 5

Com mais jogos novos a surgirem e atualizações a chegarem a jogos já lançados, o DualSense abre a porta para uma imersão ainda maior.

Desde de que colocámos as mãos na PlayStation 5, mais necessariamente no seu comando, o DualSense, que ficámos apaixonados pelas suas funções imersivas e pelo seu potencial em futuros títulos entre diferentes géneros.

Astro’s Playroom, pré-instalado em todas as PlayStation 5, abre uma janela interessante para as nossas expectativas e para alimentar o lado criativo dos produtores. E enquanto que todos os futuros exclusivos PlayStation, à partida, incluem funcionalidades, os jogos multiplataforma podem ou não abraçar as novidades, mas, ao fazê-lo, podem tornar a decisão de compra de um jogo existente para diferentes máquinas muito mais fácil.

Na seguinte lista (em atualização), podem encontrar uma seleção de títulos já lançados e testados com funções únicas no DualSense e de que forma tiram partido de algumas das novas funcionalidades:

  • Astro’s Playroom – Gatilhos Adaptativos, vibração háptica, efeitos de som aumentados e outros efeitos que exploram todas as possibilidades do novo comando da PlayStation;
  • Bugsnax – Os gatilhos adaptativos são usados em diferentes ferramentas e armadilhas; a vibração háptica deixa sentir os diferentes terrenos por onde navegamos;
  • Call of Duty: Black Ops Cold War – A pressão dos gatilhos adaptativos simulam a tensão de disparo e de zoom de forma diferente para todas as armas do jogo;
  • Control Ultimate Edition – Os gatilhos adaptativos simulam a tensão nos vários modos de disparo e a força dos poderes da personagem; a vibração háptica acentua os passos, movimentos da personagem e momentos mais explosivos;
  • Demon’s Souls – A vibração háptica ajuda a perceber os tempos de parry corretos, a sentir os passos do personagem e a intensidade das armas ao chocarem contra objetos e inimigos;
  • Destruction AllStars — A pressão dos gatilhos adaptativos simula a força para aceleração e travagem de forma diferente para cada veículo, enquanto que a vibração háptica acentua o caos e o impacto dos choques com diferentes intensidades.
  • Devil May Cry 5 Special Edition – Uso de gatilhos adaptivos em diferentes ações no L2; vibração háptica diferente para o uso de cada arma;
  • Dirt 5 – A pressão dos gatilhos adaptativos simula a força para aceleração e travar; a vibração háptica permite sentir a diferença entre os diferentes terrenos;
  • FIFA 21 – A pressão dos gatilhos adaptativos simula a energia gasta pelos jogadores, a vibração háptica acentua o impacto dos remates, dos passes e das faltas;
  • Fortnite – Os gatilhos adaptativos simulam a tensão de disparo com as diferentes armas; a vibração háptica ajuda a sentir o movimento da personagem e a direção de disparos de inimigos;
  • Godfall – Os gatilhos adaptativos respondem aos movimentos das personagens dependendo das armas de cada classe; a vibração háptica acentua os impactos das armas durante a ação;
  • Immortals Fenyx Rising – A pressão dos gatilhos adaptativos simula a resistência de armas como arco e flecha; a vibração háptica acentua movimentos da personagem e momentos de ação;
  • Marvel’s Spider-Man Miles Morales – A pressão dos gatilhos adaptativos simula a tensão de disparo das teias; a vibração háptica dá-nos sinal do spider-sense e acentua os movimentos e momentos de ação, com destaque nos poderes Venom de Miles;
  • Marvel’s Spider-Man Remastered – A pressão dos gatilhos adaptativos simula a tensão de disparo das teias; a vibração háptica dá-nos sinal do spider-sense e acentua os movimentos e momentos de ação;
  • NBA 2K21 — A pressão nos gatilhos adaptativos simula a energia pelos jogadores; a vibração háptica faz-se sentir em colisões e outros pequenos pormenores.
  • Ride 4 – A pressão dos gatilhos simula a força para aceleração e travar; a vibração háptica acentua o esforço dos motores das motas;
  • Sackboy: A Big Adventure — Os gatilhos adaptativos são usados em diferentes ações como levantamento de objetos e uso do gancho; a vibração háptica deixa sentir todos os passinhos e saltos da personagem;
  • The Pathless — A pressão dos gatilhos adaptativos simula a tensão de disparo; a vibração háptica ativada a perceber os timings de disparo e a descobrir os segredos espalhados pelo mundo;
  • Watch Dogs: Legion – A pressão dos gatilhos adaptativos simula o disparo de armas e o uso de alguns gadgets; a vibração háptica acentua os momentos de ação;
  • WRC 9 – A pressão dos gatilhos adaptativos para simular a força para aceleração e travagem; a vibração háptica permite sentir todos os terrenos e a alteração de mudanças de cada veículo.

Já experimentaste o DualSense? Que jogo te deixou mais impressionado? Falta algum na lista? Usa a nossa caixa de comentários e partilha a tua experiência.

Análise – Razer Opus

A nova aposta da Razer focada em Lifestyle é, sem dúvida, uma vitória.

Razer Opus

Não é a primeira vez que a Razer testa as águas no mundo mais mainstream do lifestyle. Ainda que presa ao público gamer, os seus equipamentos e periféricos começam a ganhar espaço nas mãos de até quem não está só interessado nos videojogos.

Mas a mais recente aposta da tecnológica deixa o mundo do gaming quase todo de fora e dedica-se ao utilizador com um estilo de vida mais ativo. Tratam-se dos auscultadores Razer Opus, estando em condições de fazer braço de ferro com marcas como a Sony, Bose, Sennheiser e até a Microsoft, que também já tem soluções com Cancelamento de Ruído Ativo.

Extremamente premium até na experiência de os tirar da caixa, os Razer Opus gritam “classe”. São sóbrios, discretos, com umas linhas delicadas e um design muito moderno. Para trás ficam acentos arrojados, cores gritantes e LEDs luminosos, oferecendo um equipamento digno de ficar à mostra na mesa da sala, onde os únicos destaques visíveis são a marca da Razer e o selo de THX.

Não contam com um design de destaque, até porque utilizam uma forma muito comum, mas os Razer Opus têm potencial de se tornarem num produto icónico, graças a um pequeno toque mais desportivo com as suas cúpulas posicionadas num ligeiro ângulo.

E se na sua apresentação parecem ótimos, o mesmo pode dizer-se da qualidade do material, com plásticos de alta qualidade e almofadas suaves. Ao segurar e pegar, percebemos que este não é, de todo, um produto barato e frágil.

A natureza dos seus materiais conferem ao Razer Opus uma grande maleabilidade, em particular na sua banda, que é aumentada com a possibilidade de estendermos os braços e rodarmos as cúpulas para colocar os auscultadores ao peito ou para colocar na bolsa de transporte incluída.

Razer Opus

Por falar em extras, o Razer Opus vem cheio deles, ou pelo menos os essenciais para se tornarem ultra versáteis, como um pequeno cabo USB-C com adaptador USB-A para carregamentos, um cabo de áudio para ligar a saídas de auscultadores a todo o tipo de dispositivos, incluindo consolas e seus comandos, e ainda um airplane adapter.

Apesar de muito útil, não posso dizer que seja fã desta bolsa incluída. Mesmo contendo compartimentos para os cabos e acessórios, colocar os auscultadores dentro desta pode ser, no início, uma pequena tourada, até que eventualmente se consiga dobrar os Razer Opus.

Mas regressando ao que interessa, comecemos pelo conforto. Com drivers de 40mm, as cúpulas do Razer Opus são relativamente pequenas, mas, felizmente, graças às almofadas para as orelhas, ficam bem abraçadas e encaixadas. A pressão feita pelos auscultadores é muito confortável e o suficiente para manter os Razer Opus nas nossas cabeças sem perigo de queda. São simplesmente fantásticos.

O único senão é que, ao contrário de muitas das soluções áudio da Razer, o Opus é capaz de ficar desconfortável ao fim de longos períodos de utilização devido ao suor que pode produzir. Contudo, tenham em mente que estes auscultadores foram desenhados para uma utilização mais contida e casual.

Onde o Razer Opus ganha, também, muitos pontos, é nas ligações e nos controlos. Tudo se concentra no lado direito, ficando ao alcance de uma mão. Lá teremos a porta USB-C que permite o carregamento (que dura cerca de quatro horas até os 100%), mesmo em utilização, a ficha de 3.5mm para áudio e, por fim, os seus controlos simplificados, mas extraordinariamente intuitivos.

Razer Opus

Temos o botão de ligar e desligar que, ao pressionar, serve para emparelhar e, ao fazer duplo clique, permite alternar entre modos de cancelamento de ruído. Temos depois os botões de volume, fáceis de identificar, e um botão central que permite a pausa e o play, avançar e retroceder faixas e até atender chamadas, dependendo do número de cliques feitos, de timings muito bem afinados e fáceis de aprender. E como extra, há ainda um modo Gaming escondido nesse botão que diminui a latência do sinal. Algo que se revela útil em jogos, seja no smartphone ou no PC, mantendo a ação ainda mais sincronizada com o som.

Com uma bateria bem forte capaz de atingir, segundo a Razer, 25 horas num único carregamento, com ANC ligado, os Razer Opus parecem não apresentar grandes compromissos, com uma solução completa num pacote relativamente simples. As 25 horas de utilização traduzem-se, na prática, em vários dias de utilização sem criar ansiedades. Provavelmente na prática até poderão ser mais ou menos horas, mas, na minha experiência, nem senti necessidade de verificar quanto faltava de bateria. Um único carregamento deu-me para usar uma semana inteira… e ainda sobrou.

Infelizmente, não há muito como saber quanta bateria é que nos resta. O Razer Opus tem um LED que nos indica quando está a carregar e quando está no fim e, através da aplicação para smartphone da Razer, temos um pequeno ícone de bateria capaz de nos dar mais ou menos uma noção. Em todo o caso, a melhor maneira de saber ao certo é com o Razer Opus ligado a um PC, onde é apresentada uma percentagem aproximada, ou através da definições Bluetooth num smartphone Android.

E chegamos finalmente ao grande destaque dos Razer Opus, a qualidade. Como seria de esperar, é excelente. O som é mais equilibrado e sente-se a falta dos baixos exagerados dos produtos gaming da Razer, mas isto dá, também, uma maior facilidade ao utilizador para criar e ajustar perfis em diferentes equalizadores e softwares. O som é claro e nítido, envolvente e muito confortável, e ajusta-se facilmente a qualquer género de música ou conteúdo que queiram ouvir.

Em cima da excelente qualidade temos ainda o maravilhoso Cancelamento Ativo de Ruído (ANC). Numa palavra? Magia. O Razer Opus conta com três modos, o desligado, o de ambiente (permite ouvir sons em nosso redor) e aquele que vamos querer ter sempre ligado, o de cancelamento.

Existe um pequeno “ruído” como um vento que nos sopra quando está ligado, sendo de fácil reconhecimento, mas que desaparece assim que uma música começa a chegar ao nosso ouvido. Tudo desaparece. Tudo mesmo. Acidentalmente, na primeira vez que usei estes auscultadores, tinha um aspirador a funcionar ao meu lado e, de um momento para o outro, foi como se ele estivesse desligado.

Posso dizer que foi uma excelente primeira impressão, algo que se manteve ao longo dos dias de utilização, que resultaram em pequenas peripécias, como sustos quando alguém entrava na sala ou me vinha tocar ao ombro. Graças ao cancelamento ativo de ruído do Razer Opus, estes auscultadores acabam por oferecer uma das experiências mais imersivas que já experimentei.

A Razer costuma ser pouco generosa com o preço dos seus produtos mais premium, pelo que é com alguma surpresa que vejo os Razer Opus a partir de 209,99€ na loja oficial. É verdade que não são propriamente baratos, mas a experiência, versatilidade, a qualidade e a promessa cumprida fazem-no valer todos os cêntimos. É um pacote completo, competitivo e que, dificilmente, desapontará os curiosos e alguns utilizadores mais exigentes, pois a primeira aposta da Razer focada em Lifestyle é, sem dúvida, uma vitória.

Nota: Excelente - Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Análise – Razer Viper Mini

O Razer Viper fez uma dieta.

Razer Viper Mini

Não minto quando digo que o Razer Viper é um dos melhores ratos da marca de periféricos para gaming. A sua forma e função tornam-no uma solução simples, acessível e de alto desempenho, traduzindo-se, também, numa das propostas do catálogo da marca mais populares.

Assim, não é por acaso que a Razer continue a apostar em diferentes deste modelo, como é o caso do Razer Viper Mini, uma versão em “miniatura” com quase todas as vantagens do seu modelo normal. É caso para dizer que Razer Viper fez uma dieta, perdeu peso, tamanho e algumas funcionalidades. No final, temos um produto simplista, versátil e útil para quem tem as mãos mais pequenas.

O modelo tradicional do Razer Viper tem sido o meu melhor amigo de secretária nos últimos meses. A sua forma simétrica permite que o possa usar com a mão que tenha acessível no momento, encaixa na perfeição na palma da minha mão e, em termos de desempenho, encontro uma experiência natural e invisível aos meus sentidos.

Razer Viper Mini

Naturalmente, ao pegar no Razer Viper Mini senti algo “anormal”: o seu tamanho. A redução de alguns centímetros em largura e comprimento são altamente notórias e, numa primeira impressão, lembrou-me dos populares ratos baratos para portáteis que usava na faculdade. Pequenino e ligeirinho. Temia, assim, que a experiência de utilização no meu dia a dia não fosse a melhor ou a que estivesse habituado, até porque a memória muscular teve que se adaptar a este novo formato.

A subtil diferença revelou bem para quem se dirige este rato – pessoas com mãos mais pequenas e utilizadores mais novos, mas, também, utilizadores on-the-go -, pois o Razer Viper Mini não se poupa nas suas características, tornando-se um ótimo rato para jogadores.

Em design é equiparável aos seus irmãos, o modelo normal e o Ultimate, com ligeiras diferenças que deixam prever um futuro modelo desta série, como o botão de mudança de DPIs abaixo da roda de scroll ou a elegante faixa iluminada com o Razer Chroma na sua traseira, que evoca o efeito de “néon” num carro modificado.

Razer Viper Mini

Apesar de continuar a ser um rato ambidestro e contar com botões com switches óticos de algo desempenho, o Razer Viper Mini perde dois botões programáveis do lado direito, mantendo os dois no lado esquerdo, e perde, também, as texturas que ajudam a agarrar. Por “dentro” também temos algumas propriedades cortadas, como por exemplo apenas quase metade da sensibilidade máxima, que é agora de 8500 DPI.

Com um cabo Razer Speedflex de atrito reduzido, o Razer Viper Mini comporta-se quase como um rato sem fios, muito fácil de manusear e mover. E mesmo tendo em conta as suas características mais modestas, na prática são o suficiente. Por exemplo, raramente tiro partido de DPI superiores a 6400, o que significa que o Razer Viper Mini ainda dá uma certa margem de personalização a muitos utilizadores.

E claro, por falar em personalização, temos, como já mencionei anteriormente, a iluminação Razer Chroma, um total de seis botões personalizáveis e memória interna para diferentes perfis.

É, no fundo, um rato completo num pacote bem pequeno. Os cortes feitos para as suas dimensões e peso também se refletem num preço muito mais acessível. Contudo, a recomendação do Razer Viper Mini é limitada, não pela sua oferta, mas porque a sua ergonomia vem dar resposta a um determinado grupo de utilizadores.

Essencialmente, trata-se de uma ótima solução que abre as portas à acessibilidade dos utilizadores e jogadores, especialmente os que têm as mãos mais pequenas.

Nota: Muito Bom

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Análise – Football Cup 2021 (Nintendo Switch)

É um jogo de 10€, mas vale a pena gastá-los neste jogo de futebol? Não.

Football Cup 2021

Como fã de FIFA desde 2003, estou sempre à espera de jogos de futebol que possam rivalizar de forma a obrigar a EA Sports a dar ao pedal. Com isto, não estou a dizer que estava à espera que este Football Cup 2021 fosse fazê-lo. Na verdade, até podia ser um bom “arranque”, mas nem isso.

Começando pelos pontos positivos que podem ser uma mais valia, caso a 7Levels (estúdio polaco indie de jogos na sua maioria para smartphone) decida apostar neste franchise, temos, em primeiro lugar, a apresentação do jogo, que está bem estruturada a nível de menus com uma interface simples e direta. Basicamente, passa por avançar ou retroceder, onde os únicos momentos de escolha são na hora de selecionar a equipa ou seleção com a qual queremos jogar e a personalização do jogo no que toca a localização (limitado), condições meteorológicas (com pouco efeito visual), duração de jogo (de 2 a 10 minutos) e, por fim, os Modos de Jogo, que parece ser o mais interessante com um boost específico em cada modo.

Outro ponto interessante é a quantidade de desafios e competições base que este jogo alberga, que acabam por estar ligados a uma lista considerável de objetivos a cumprir. Na sua generalidade, os desafios até são divertidos e têm Daily Challenges, onde se pode desbloquear os Modos de Jogo que referi anteriormente. Tem, também, um género de competição introdutória para aprender os comandos. Posso dizer que a interface é muito user friendly e fácil de dominar.

As equipas e seleções, como é evidente, não são licenciadas. Isto faz com nada seja oficial, como os símbolos, nomes das equipas, equipamentos e nomes/números dos jogadores e, obviamente, a cara dos mesmos. Podem, no entanto, editar o nome e números (se tiverem paciência), mas devo dizer que a simplicidade desde jogo faz com que cada equipa só tenha 11 jogadores e não haja substituições.

Não percebo muito bem como é que a pontuação das equipas é calculada, visto que, quando jogo, não noto diferenças nenhumas. Todos os jogadores parecem um modelo genérico a nível de características.

Football Cup 2021

Os gráficos são medíocres, até para a Nintendo Switch. Há 20 anos seriam considerados bons gráficos, mas, para a atualidade, não satisfazem de forma nenhuma, nem as animações. No entanto, até aqui nada fez grande mossa na minha experiência, visto que é um jogo com pouco mais de 200MB de tamanho.

O que não é aceitável? Toda a mecânica de jogo, jogabilidade e controlos disponíveis. Para os desafios específicos de treino, não se nota muito o quão limitado é este jogo, mas quando “entramos em campo” para fazer uma partida, o podre vem ao de cima.

Basicamente, a base de Football Cup 2021 são os controlos que consistem em controlar o jogador no analógico, duas teclas distintas para correr em velocidade, três (!) teclas distintas para movimentos técnicos (completamente aleatórios), uma tecla para chuto com força/corte em pé e uma tecla para chuto devagar/carrinho. É isto. As setas não servem para nada, nem o X ou ou segundo analógico. Percebo o intuito de tornar este jogo num arcade, mas o Actua Soccer, de 1995, também era arcade e tinha muito mais ciência.

A jogabilidade é deprimente. É difícil fazer com que os jogadores se movimentem da forma que queremos, dado que a responsividade dos comandos é fraca e com algum atraso. A mecânica de jogo é o que o mata por completo com exploits para dominar o jogo, jogando sempre da mesma forma. Apanhar a bola, correr sem mudar de direção, chegar à frente do guarda-redes, largar a tecla de correr em velocidade e carregar numa das de movimento técnico e entrar na baliza com a bola. Chutar não compensa muito, visto que o guarda-redes apanha quase sempre a bola, mesmo que esteja a uma distância ridícula da bola.

Ainda não desbloqueei todos os modos de jogo para modificar alguma das características boosted, mas já tenho uma que consiste em acelerar a velocidade do jogo. E aí basta correr em velocidade em direção à baliza, uma vez que o guarda-redes não tem tempo de reação ajustado a essa velocidade de jogo. Em dois minutos de tempo real, consegui marcar 17 golos, neste modo. É ridículo, ainda mais sabendo que este jogo tem uma dificuldade única genérica.

Outro exploit é colocarem-se num canto do campo e ficar parados com a bola até o jogo acabar. Isto tem utilidade caso estejam a ganhar e não vos apeteça perder tempo a marcar mais golos. No modo clássico (velocidade de jogo normal), é raro o jogador da outra equipa conseguir tirar a bola, já no modo que dá boost à velocidade de jogo, o adversário só anda a correr às voltas do jogador com bola sem nunca a tirar. Até tem alguma utilidade, na medida em que este jogo passa, essencialmente, por completar todos os desafios. É um jogo de “colecionador”, onde a qualidade técnica de cada pessoa não tem grande peso. É só saber correr na direção da baliza, basicamente.

Posto tudo isto, o veredito final é péssimo. Como disse, mesmo sabendo que o conteúdo do jogo não era fascinante, podia continuar a ser um bom jogo caso a jogabilidade e mecânica o tornassem divertido. Infelizmente tudo falha, pelo que Football Cup 2021 é uma perda de tempo e dinheiro, ainda mais sabendo que não dá para jogar com amigos, nem online contra outros jogadores.

Compensa mais comprarem um FIFA antigo em segunda mão, que arranjam sem problemas pelo menos preço ou, até, mais barato.

Nota: Mau

Disponível para: Nintendo Swich
Jogado na Nintendo Switch.
Cópia para análise cedida pela 7Levels.

Aumenta a memória e muda o look do teu PC com as Corsair Vengeance RGB PRO

Desempenho, rapidez e estilo. São estas as palavras que definem a aposta da Corsair na oferta de memórias RAM, com as placas Vengeance RGB PRO.

Corsair Vengeance RGB PRO

Disponíveis em diferentes kits dos 8 aos 256GB, com frequências 2666MHz aos 4600MHz, as Vengeance RGB PRO, como o kit de 32GB (4x8GB) de 3200MHz que a Corsair nos cedeu, são a solução completa para quem procura atualizar ou construir um computador de secretária.

O utilizador moderno procura cada vez mais soluções personalizáveis a nível visual e, com as Vengeance RGB PRO, como o seu nome indica, o RGB é o centro das atenções, possuindo luzes dinâmicas que ajudam a dar aquele toque especial e iluminado ao nosso setup.

Com a ajuda do sistema unificado iCUE da Corsair, é possivel dar luz às memórias, com padrões, animações e outros efeitos dinâmicos e estáticos, que podem ser configurados para reagirem em uníssono com os restantes equipamentos do PC, como fontes de alimentação, ventoinhas, coolers, caixas e outros periféricos da Corsair, da MSI, Gigabyte e Asus.

Corsair Vengeance RGB PRO

Além das cores e do look arrojado, as Vengeance RGB PRO destacam-se pela sua forma simples de instalação com uma única configuração através da BIOS e pelo desempenho e rapidez, graças às capacidades de overclocking, que dá aos utilizadores a flexibilidade de poderem aumentar de forma segura a frequência das suas memórias.

Também de destacar é a compatibilidade das Vengeance RGB PRO, tornando-as acessíveis a um grupo de utilizadores maior, sendo compatíveis com chipsets Intel da série 200, 300, 400, X299 e AMD da série 400 e AMD X570.

As memórias RAM da Corsair Vengeance RGB PRO podem ser adquiridas online através da loja da Corsair, onde podem escolher o Kit que melhor se ajusta às vossas necessidades.

Sabiam que existem cookies de Mars, Twix, Bounty e M&Ms nos supermercados?

E são deliciosas.

cookies

Por vezes surgem produtos nos supermercados que nos ficam retidos na memória. Sejam vinhos, chocolates ou donuts, entre outras gulodices, a verdade é que fazem aquele click no nosso cérebro para que nunca mais nos esqueçamos e, eventualmente, queiramos provar.

Recentemente, graças à página Creme de Avelãs, ficámos a saber que, nos super e hipermercados, estão disponíveis cookies de Mars, Twix, Bounty e M&Ms. Sim, não estamos a brincar.

É provável que não encontrem em todas as lojas físicas, mas sabemos que já estão disponíveis na Auchan, Continente e Pingo Doce. Em todo o caso, numa rápida pesquisa, somente descobrimos estas cookies na loja online da Auchan, pelo que é sempre uma possibilidade caso não encontrem num supermercado perto da vossa morada.

As cookies Mars (biscoitos de chocolate com pedaços de chocolate de leite, pedaços de chocolate e de caramelo) são vendidas numa embalagem de 162 gramas, as cookies M&Ms (biscoitos crocantes com pedaços de chocolate de m&m’s) surgem numa embalagem de 180 gramas, as cookies Bounty (biscoitos cremosos com pepitas de chocolate de leite e coco) trazem igualmente 180 gramas e, finalmente, as cookies Twix (Biscoitos crocantes com pepitas de chocolate de leite e recheio de caramelo cremoso) são vendidas numa embalagem de 144 gramas.

Com mais ou menos gramas, o preço é o mesmo para todos os pacotes: 2,99€ cada.

Análise – Control Ultimate Edition (PlayStation 5)

Control, na sua versão “definitiva”, é mesmo o melhor.

Análise Control Ultimate Edition

A nova geração de videojogos começou no final de 2020 com o lançamento das populares consolas da Sony e da Microsoft, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, respetivamente. Mas os jogos que tiram realmente partido das suas capacidades, têm sido, para já, tímidos. São poucos os exclusivos realmente “next-gen” (onde a PlayStation arrecada mais) e há, ainda, um conjunto de jogos transitórios cujas melhorias são apenas a nível de resoluções e frame-rates.

Mas as coisas já começam a mudar e o relançamento de Control marca o início de uma tendência que espero ver continuada, com jogos já existentes no mercado. Control Ultimate Edition é, no entanto, uma nova versão do aclamado jogo da Remedy Entertainment, lançado no final de 2019, e que, além de existir também para a PlayStation 4 e Xbox One, encontra nas novas consolas uma versão capaz de puxar pelas novas máquinas, tirando partido das suas funcionalidades exclusivas, como melhor desempenho e qualidade de imagem aumentada devido à aplicação de novas tecnologias.

É impossível falar de Control Ultimate Edition sem mencionar o estranho modelo de negócio escolhido pela sua distribuidora, a 505 Games. A nova versão do jogo surge como uma nova experiência num novo pacote. Apesar de conter o jogo base e as suas expansões, a Ultimate Edition não é compatível com o jogo lançado originalmente, até para quem adquiriu as suas expansões anteriores. Ou seja, quem adquiriu o jogo original e as suas expansões não poderá continuar as suas aventuras na Ultimate Edition, seja nas PS4 e Xbox One, seja nas PS5 e Xbox Series X|S.

Infelizmente, esta estranha situação afeta, também, os jogadores da PlayStation, que em fevereiro receberam Control Ultimate Edition como oferta do PS Plus. Um jogador que tenha iniciado a sua aventura em Control na sua versão normal não só não pode fazer atualização gratuita, tendo que comprar a nova versão, como terá que começar a sua aventura de novo, do zero.

É uma logística complicada, confusa e anti-consumidor. Mas removendo isto da equação, será que vale a pena investir tempo e, em alguns casos, dinheiro, em Control Ultimate Edition? A resposta é um redondo sim.

Análise Control Ultimate Edition

Inspirado em filmes e séries de mistério, oculto e ficção científica, Control leva-nos até um estranho edifício onde uma organização estuda e controla efeitos paranormais um pouco por todo o mundo. Nesse edifício existe, também, uma ponte entre realidades, e cabe-nos a nós, jogadores, na pele de Jesse Faden, com os seus poderes telecinéticos e uma arma que se transforma, impedir que a nossa realidade quebre e as forças ocultas transdimensionais ocupem o nosso mundo.

Com a ação frenética e mecânicas de ação divertidas tão características do catálogo da Remedy, que inclui Max Payne 1 e 2, Alan Wake e Quantum Break, Control é uma delícia de se jogar e explorar, convidando-nos a procurar novos confrontos e mais pedaços de história e de informações sobre o seu misterioso universo.

Control Ultimate Edition surge agora adaptado às novas consolas para convidar os fãs a revisitarem a aventura de Jesse pela Oldest House, mas também a piscar o olho aos jogadores das novas consolas, que não irão sofrer tanto como os jogadores de 2019. Aquando do seu lançamento, uma das maiores críticas do jogo estava relacionada com o seu desempenho, que deixara muito a desejar. À semelhança do que se assistiu recentemente com Cyberpunk 2077, Control encontrava dificuldades em oferecer uma experiência sólida de jogabilidade, fazendo que os jogadores tivessem mais dificuldade contra “o jogo” do que contra os seus objetivos e obstáculos. Mas agora não é o caso.

A nova edição do jogo vem adaptada às novas consolas para oferecer uma experiência de jogo mais consistente do que nunca, seja a 30FPS ou a 60FPS nos modos de desempenho e na Xbox Series S, onde apenas apresenta este modo.

Os 60FPS de Control Ultimate Edition transformam a experiência de consola de forma drástica. Os momentos de ação tornam-se mais impactantes e caóticos e a fluidez de jogo é, também, notória nos movimentos de Jesse, mais imediatos e aparentemente poderosos. Seja em jogo ou nos maravilhosos momentos cinemáticos, os 60FPS são maravilhosos e também oferecem um nível de realismo brutal nas conversas com os NPCs, já que as expressões e falas já eram bastante realistas e naturais.

Já o modo de qualidade, apenas disponível na PlayStation 5 e Xbox Series X, oferece uma qualidade de imagem superior, em troca da fluidez. É certo que voltamos a ficar limitados aos 30FPS, desta vez muito mais sólidos do que anteriormente, mas o mundo de Control recebe uma atmosfera muito mais assustadora, com o realismo de superfícies que refletem o mundo em seu redor. Qualquer vidro, espelho, madeira mais polida, mármore e até os olhos da nossa protagonista refletem em tempo real todo o ambiente e ação em redor. À semelhança do que Marvel’s Spider-Man Miles Morales introduziu na versão da PlayStation 5, Control Ultimate Edition puxa pelas novas máquinas para dar este toque mais imersivo e orgânico ao seu mundo.

Além desta vantagem visual, também a iluminação e a qualidade das textures e objetos surge melhorada, com a atualização da complexidade de modelos de objetos à distância a não ser tão regular e apresentarem-se de forma consistente. Este efeito pode ser observado no modo fotografia do jogo, onde o modelo de Jesse aparece com melhor qualidade do que nas consolas anteriores.

Graças ao Ray-Tracing, o jogo apresenta-se visualmente mais agradável e com menos artefactos causados por técnicas mais arcaicas, como sombras e reflexos que anteriormente desapareciam magicamente à nossa frente. Agora tudo é coeso, constante e consistente.

Infelizmente, não há um meio termo que ofereça Ray-Tracing a 60FPS, uma escolha que pode ser algo difícil para alguns jogadores. Mesmo com a possibilidade de trocarmos de modo de forma muito imediata, indo ao menu sem passar por tempos de carregamento, é necessário abraçar os sacrifícios de cada modo. Mas em suma, é uma experiência verdadeiramente de nova-geração, comparativamente ao jogo original.

A versão da PlayStation 5, que pode ser resgatada no PS Plus pelos seus subscritores durante o mês de fevereiro, é um pouco mais “ultimate”. Além de, alegadamente, ocupar menos espaço no disco da consola – uns meros 25,79GB -, o jogo tira partido das funcionalidades imersivas do DualSense, como passos e movimentos da nossa personagem e resistência nos gatilhos na utilização das armas e dos poderes. Pequenos detalhes que fazem a diferença e que podem ser fatores decisivos para quem não sabe que versão do jogo adquirir, mesmo considerando a versão de PC.

A juntar-se a estas vantagens técnicas, Control Ultimate Edition inclui ainda as duas expansões extra, anteriormente vendidas em separado através de um Season Pass, e todas as melhorias e patches que tornaram a experiência de jogo ligeiramente melhor ao longo do tempo.

É pena que esta nova edição, agora adaptada às novas consolas, não seja compatível com a versão original do jogo, pois agora seria uma extraordinária altura para revisitar ou continuar a explorar a Oldest House. Já para novos jogadores, do que estão à espera para aventurarem-se num dos melhores jogos dos últimos anos? Control, na sua versão “definitiva”, é mesmo o melhor.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Plataforma: PC, Xbox Series X|S e PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5.

Último episódio de Black Clover exibido no final de março na Crunchyroll

A versão anime do manga de Yuki Tabata chega, assim, ao fim.

Black Clover

Chegou a ser considerado um dos melhores animes da década, numa lista publicada pela Crunchyroll em novembro de 2019. Já no passado mês de fevereiro, a plataforma indicou que foi o anime mais visto de 2020. Falamos, claro, de Black Clover, que vai agora chegar ao fim.

30 de março marca o dia em que será exibido o 170º e último episódio da versão anime do manga de Yuki Tabata. Mas isto não são necessariamente más notícias.

Quando o episódio for exibido, irá também para o ar, no final, um especial que servirá não só para celebrar a série, como para promover um “grande anúncio” para a saga.

Todos os episódios de Black Clover estão disponíveis gratuitamente na Crunchyroll, que começou a exibir o anime em outubro de 2017. Contudo, aconselhamos a que adquiram uma conta premium e dividam o valor com amigos. É que a versão gratuita, apesar de funcionar, apresenta demasiada publicidade ao longo dos episódios, tornando-se bastante incomodativa.

Site da Rede Expressos está renovado e com novas funcionalidades

Já tiveram oportunidade de visitar?

novo site rede

Foi em outubro do ano passado que a Rede Expressos renovou a sua aplicação myRNE, surgindo na altura com um design completamente novo, menos passos no processo de compra e novas funcionalidades para facilitar (e melhorar) a aquisição de viagens. Agora, é a altura do próprio website ser renovado.

O novo site da Rede Expressos apresenta um layout completamente novo, mais intuitivo e com um ambiente mais user-friendly para efetuarem as vossas compras.

Para além do layout renovado e do processo de compra simplificado, o site da Rede Expressos conta com mais novidades, tais como o carrinho de compra (podem efetuar várias reservas com origens e destinos diferentes de uma vez só).

A área pessoal RFLEX também conta com novidades para melhorar a experiência de navegação dos clientes: histórico das compras efetuadas com acesso ao bilhete e fatura, compra múltipla de bilhetes com um único login RFLEX e compra múltipla de bilhetes para vários clientes RFLEX no mesmo processo, facilitando a compra de lugares ao lado de quem mais gostam

O novo Razer Huntsman aposta em switches óticos analógicos

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Consegue o máximo de controlo em cada tecla.

O novo teclado da Razer é uma nova versão do seu primeiro teclado ótico, o Huntsman. Com o Razer Huntsman V2 Analog, a marca de periféricos introduz mais avanços, que apostam na precisão, velocidade e no controlo.

Os switches óticos que definiram a série Huntsman estão de regresso, mas com melhorias. A inovação é, agora, analógica, permitindo que os utilizadores possam controlar o tempo de atuação das suas teclas. Tal faz com que o sinal entre o toque e a resposta seja moldado consoante as necessidades e sensibilidades do utilizador.

Este ajuste é feito através da alteração do ponto de atuação, entre os 1.5mm e os 3.6mm, e permite ainda criar dois pontos de atuação para ativar duas ações independentes, como um duplo clique dependendo da pressão feita numa tecla, criando, assim, combinações úteis em jogos e outras aplicações.

Os Switches óticos da Razer destacam-se ainda pela rapidez no tempo de resposta por clique, que é literalmente à velocidade da luz, graças à leitura através de um pequeno laser por tecla, algo que também aumenta o tempo de vida do teclado, onde cada tecla suporta cerca de 100 milhões de cliques.

O Razer Huntsman V2 Analog chega também com um design renovado, com painel multimédia, descanso para os pulsos e os pequenos extras de personalização da Razer, como os efeitos do sistema Razer Chroma.

O Razer Huntsman V2 Analog já está disponível na loja da Razer por 269,99€.

Raya and the Last Dragon vai custar 21,99€ no Disney+

A partir de 5 de março.

À medida que o tempo passa, é normal que as novidades sobre Raya and the Last Dragon, nova longa-metragem dos estúdios de animação da Disney, sejam cada vez mais frequentes. Agora, e numa altura em que falta um mês para a estreia do novo filme, eis que ficamos finalmente a saber qual será o custo para o acesso antecipado.

Como já devem saber, os subscritores do Disney+ poderão aceder, mediante um pagamento associado, ao filme em regime de Acesso Premium. Quer isto dizer que, se pagarem, poderão ver Raya and the Last Dragon antes deste ficar disponível sem custos adicionais para quem não desejar apostar mais uns euros.

Mas vamos ao valor. Por 21,99€, poderão ter acesso a Raya and the Last Dragon através do Disney+, em qualquer plataforma onde o serviço esteja disponível. Ao apostarem neste novo projeto, poderão rever a longa-metragem quantas vezes desejarem, basta que tenham uma subscrição do serviço de streaming da Disney ativa. Este Acesso Premium estará disponível de 5 de março a 4 de maio.

Para todos os restantes, saibam que esta nova aposta de animação CGI, com uma história inspirada em mitologia asiática, ficará disponível sem custos adicionais a 4 de junho.

Sonic acelera até à Green Hill Zone em forma de LEGO

O novo set LEGO Ideas transforma a mascote da SEGA numa adorável mini-figura.

LEGO Ideas Sonic

Os fãs pediram e, agora, vão poder finalmente montar um set inspirado em Sonic e nas suas aventuras em Green Hill Zone, com o novo set LEGO Ideas.

Desenhado pelo fã britânico de Sonic e de LEGO, Viv Grannel, Sonic acelera na sua versão física de Green Hill Zone, inspirada no aclamado jogo de 2017, Sonic Mania.

Adorado pelos fãs, o set foi submetido na plataforma do LEGO Ideas e arrecadou 10 mil votos da comunidade composta por entusiastas de todo o mundo, o que garantiu que o projeto se tornasse realidade.

Este set vai, assim, tornar-se realidade em breve, culminando também com os 30 anos do pequeno ouriço azul supersónico, que são celebrados ainda este ano.

Para já, ainda não há data nem preço para a chegada deste set. Até novas informações, podem explorar novos sets e conceitos no portal do LEGO Ideas.

Torres Novas vai ter serviço de entrega de livros ao domicílio

É uma iniciativa da Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes (BMGPL).

Dia Mundial do Livro

Pretendendo continuar a promover hábitos de leitura neste período de pandemia em que o serviço se encontra encerrado ao público, eis que a Biblioteca Municipal Gustavo Pinto Lopes (BMGPL), em Torres Novas, resolveu adotar o serviço de entrega de livros ao domicílio com o objetivo de possibilitar aos munícipes receber e devolver livros sem sair de casa.

A iniciativa Biblio-Entregas funcionará às terças e sextas. Para efetuarem um pedido de empréstimo, terão de escolher os livros através do catálogo online, num máximo de três livros por utilizador e período de empréstimo de 10 dias, contatando de seguida a BMGPL (segunda a sexta das 9h30 às 16h) através do número 249 810 310, e-mail ou Whatsapp (968 822 158).

Por fim, o livro ou livros serão entregues ao domicilio pelos técnicos da Biblioteca Municipal, no cumprimento de todas as normas e medidas de segurança da Direcção-Geral da Saúde, no que diz respeito à prevenção e combate da epidemia Covid-19.

O remake de Prince of Persia: The Sands of Time precisa de mais tempo

O jogo foi novamente adiado, desta vez para setembro.

Prince of Persia: The Sands of Time

As coisas não estão fáceis para as equipas da Ubisoft Pune e Ubisoft Mumbai, que estão a trabalhar no remake do aclamado e acarinhado Prince of Persia: The Sands of Time.

Depois de um atraso de janeiro passado para meados de março, a equipa de desenvolvimento voltou a adiar o lançamento do projeto para uma data mais tarde, a apontar para setembro.

Desta vez não foi dada uma data concreta, com a justificação do atraso a dever-se ao aperfeiçoamento e à promessa de entregar uma ótima experiência fiel ao original.

Lançado originalmente em 2003, este remake de Prince of Persia: The Sands of Time pretende preservar a história, mecânicas, jogabilidade e essência que definiram o jogo na altura. Está a ser desenhado a pensar na geração passada, para o PC, PlayStation 4 e Xbox One, mas será também compatível com a PlayStation 5 e Xbox Series X e Series S.

Resident Evil regressa aos cinemas com um novo filme original em setembro

O reboot da popular adaptação dos jogos da Capcom já tem uma data prevista para a estreia.

resident evil movie

2021 celebra os 25 anos da saga Resident Evil e são os fãs que recebem as prendas. Além de um novo jogo da série a caminho do PC e consolas, há ainda uma aventura CGI a estrear na Netflix e um filme original, que vai carregar no botão de reset da longa lista de adaptações ridículas para o cinema.

Segundo o portal Deadline, o reboot da saga Resident Evil para o grande ecrã já tem data de estreia. A Sony Screen Gems e a Constantine Film revelaram que o filme terá estreia a 3 de setembro em território norte-americano, o que significa que, se tudo correr bem, será mais ou menos nessa altura que também chegará aos cinemas nacionais.

A nova adaptação de Resident Evil não será uma continuação dos filmes já conhecidos, nem terá Milla Jovovich. A promessa é que será uma adaptação muito mais próxima da história dos videojogos, durante o outbreak de Raccoon City em 1998, com as suas personagens principais a ganharem vida pelo desempenho de Kaya Scodelario, Hannah John-Kamen, Robbie Amell, Tom Hopper, Avan Jogia e Neal McDonough.

App Aqui Barreiro tem todas as informações sobre o comércio local do concelho

A app, totalmente gratuita, foi lançada pela Câmara Municipal do Barreiro no início de 2019.

App Aqui Barreiro

Em altura de confinamento, quando muitas vezes não sabemos muito bem o que está a funcionar no nosso concelho, é, mais útil do que nunca, estarmos a par das ferramentas digitais para que nada nos escape. Alguns municípios já vão criando aplicações dedicadas ao serviços locais, como é o caso da app Aqui Barreiro, que tem tudo sobre produtos e/ou serviços no comércio local em período de confinamento.

Assim, se precisarem de saber algo sobre determinado estabelecimento existente no concelho do Barreiro, basta que verifiquem na app, que inclui uma secção que disponibiliza não só os produtos/serviços existentes, como localização, horários, formas de pagamento e tipo de entrega. Há informações sobre restaurantes, padarias, mercados municipais, talhos e estabelecimentos de saúde.

Como é óbvio, esta é uma app que serve, também, para quem tem um negócio para divulgar. A app Aqui Barreiro, lançada em 2019 pela Câmara Municipal do Barreiro, está disponível gratuitamente para iOS e Android.

Nioh regressa com uma coleção otimizada para a PlayStation 5

Revive os confrontos de Nioh 1 e 2 em formato remasterizado.

A PlayStation 5 recebeu mais dois jogos adaptados às suas capacidades com a The Nioh Collection.

Este pacote é composto pelos aclamados Nioh 1 e Nioh 2, juntamente com as suas expansões e até conteúdos exclusivos para estas versões, como armaduras para Nioh 2.

Além de Nioh Collection, ficam também disponíveis novas edições separadas dos dois jogos, como a Nioh 2: Edição Completa para a Playstation 4, que inclui todos os extras do jogo original lançado no início de 2020 e que recebeu duas grandes expansões até agora; Nioh 2 Remasterizado: Edição Completa, o mesmo pacote, mas otimizado para a nova consola da Sony; e Nioh Remasterizado: Edição Completa, a versão aumentada do jogo de 2017 com todos os seus extras para a PlayStation 5.

Além de ser possível ter acesso às edições mais compreensivas desta aposta da Team Ninja, os jogadores da PlayStation 5 vão poder mergulhar na fantástica era Sengoku, no Japão, com resoluções 4K a 120FPS, se as suas TVs e ecrãs assim o permitirem, claro.

A The Nioh Collection pode ser adquirida para PlayStation 5 por 79,99€. Os jogadores que tenham adquirido anteriormente Nioh 2 poderão atualizar o jogo para a versão da Playstation 5 de forma gratuita.