Inaugurados quatro pontos de carregamento ultrarrápidos na área de serviço da A1 em Leiria

Estão disponíveis 24 horas por dia e são alimentados com energia 100% renovável.

Foi há alguns dias que ficámos a saber da inauguração de mais dois pontos de carregamento ultrarrápido em Portugal, desta feita na A4, localizados nas Áreas de Serviço de Penafiel. Mais recentemente, foi a vez da área de serviço da Autoestrada do Norte (A1) em Leiria a receber postos de carregamento ultrarrápidos. São quatro ao todo da rede Via Verde Electric.

Instalados junto às lojas Colibri Via Verde, no sentido Lisboa-Porto e Porto-Lisboa, ao quilómetro 125,7 da A1, estes postos de carregamento elétrico são “alimentados com energia 100% renovável fornecida pela Cepsa e com uma potência de 350 KW”, diz a Brisa em comunicado.

“Estes carregadores da IONITY estão entre os mais potentes do mercado e ajustam-se automaticamente à capacidade de carregamento das baterias dos carros elétricos”, refere a mesma nota de imprensa.

Estão disponíveis 24 horas por dia e são compostos por tomadas do modelo standard europeu (Combined Charging System), utilizado pelos carros elétricos atuais e futuros.

Com os novos postos de carregamento ultrarrápidos, esta rede de carregamento conta atualmente com 21 pontos localizados de norte a sul do país, estando disponíveis na A1 – Autoestrada do Norte: Santarém e Leiria; A2 – Autoestrada do Sul: Grândola e Almodôvar; A3 – Autoestrada Porto / Valença: Barcelos; A4 – Autoestrada Porto / Amarante: Penafiel; e A6 – Autoestrada Marateca / Caia: Estremoz.

Segundo a Brisa, está prevista a instalação de 82 pontos de carregamento elétrico em 40 áreas de serviço ao longo das autoestradas que opera.

ELEVEN perde as corridas de Fórmula 1, que regressam à Sport TV

E esta?

Eis uma notícia bombástica para começar esta quarta-feira. A Sport TV acaba de anunciar a aquisição dos direitos de transmissão da Fórmula 1, em exclusivo, até 2024.

A Sport TV garante assim, em exclusivo para Portugal, já a partir da próxima temporada, a competição mais importante do automobilismo mundial e que continua a gerar níveis crescentes de interesse em todo o mundo, junto das mais diversas audiências.

Recorde-se que, até aqui, as corridas eram transmitidas em Portugal graças à ELEVEN, que assim perde uma importante competição. Para colmatar essa perda, a ELEVEN anunciou recentemente que garantiu os direitos de transmissão dos jogos de futebol da Premier League por três épocas (2022/23 a 2024/25). Pela primeira vez em Portugal, serão transmitidos todos os 380 jogos por época da Premier League, em direto e em exclusivo na ELEVEN.

Voltando à F1 e Sport TV, o contrato agora assinado garante também os direitos de exibição das provas de Fórmula 2, Fórmula 3 e a Porsche Supercup. 

Inaugurada quarta edição da Arte em São Bento

A iniciativa Arte em São Bento insere-se na estratégia definida pelo Governo para apoiar e incentivar a criação artística e as artes plásticas.

Foi inaugurada no passado fim de semana mais uma edição da iniciativa Arte em São Bento, iniciada em 2017, na residência oficial do Primeiro-Ministro, em Lisboa. A mostra deste ano é cedida pela Coleção de Ana Cristina e António Albertino, com sede em Coimbra, que se apresenta pela primeira vez em Lisboa, num total de 41 peças.

“Esta é uma casa dos cidadãos e decidimos que uma forma de assinalar o dia 5 de Outubro era, anualmente, devolvermos aos cidadãos esta casa que é sua. Entendemos que a melhor forma de o fazer era, simultaneamente, pagando um tributo devido aos nossos artistas e uma homenagem àqueles que têm um papel fundamental em todo o processo artístico que são os colecionadores”, disse António Costa aquando da inauguração.

O Primeiro-Ministro anunciou também coleção que se segue, em 2022: “No próximo ano, vamos ter aqui a coleção de Pedro Alves Ribeiro, que habitualmente está presente na Casa de São Roque, no Porto, e que terá como curador João Silvério. Daqui a um ano, aqui estaremos, já sem esta coleção, mas com uma nova coleção a chegar”.

António Costa disse ainda que espera “que em outubro de 2023, aqui estejamos a lançar a nova coleção que nos irá acompanhar até outubro de 2024”.

A iniciativa Arte em São Bento insere-se na estratégia definida pelo Governo para apoiar e incentivar a criação artística e as artes plásticas.

11 anos depois, a bp Portugal regressou ao Arquipélago dos Açores

E logo com três postos de uma assentada.

A bp Portugal está de regresso à Região Autónoma dos Açores com a colocação da marca em três postos. Numa parceria com o Grupo Bensaúde, a bp inaugurou dois postos de abastecimento de combustíveis na ilha de São Miguel, na Av. Antero de Quental e no Azores Park, e um na Ilha Terceira, onde surge pela primeira vez, com a abertura do Posto S. Sebastião.

Este regresso aos Açores está em linha com a vontade de crescimento e o plano de expansão em território nacional da bp Portugal, a que já assistimos também no continente, tendo a empresa, nos últimos anos, aumentado o número de postos de abastecimento de combustíveis de 320 para 504 (continente e ilhas).

Fez também parte do plano de expansão da empresa a recente inauguração de um posto na ilha do Porto Santo, na Madeira. Além deste, está ainda a ser considerada a abertura de mais postos nesta Região.

A oferta da bp nos Açores incluirá as lojas de conveniência e a disponibilização dos combustíveis Gasóleo Simples, Gasolina 95, Gasolina 98 e Gasóleo Agrícola. Todas as lojas e postos de abastecimento de combustíveis bp aceitarão os cartões de fidelidade BP Premierplus e os cartões para frotas e empresas BP Plus ROUTEX e BP Bonus.

A par desta abertura, estreia-se também nos Açores o programa Drive Carbon Neutral, que irá possibilitar à bp compensar as emissões de carbono geradas pelos condutores açorianos, resultantes do consumo de combustíveis adquiridos nos postos de abastecimento de combustíveis da sua rede, através da utilização de créditos de carbono à escala global que financiam a utilização de energias renováveis, soluções de baixo carbono e a proteção das florestas.

Hexis regressam a Portugal em 2022

Para um concerto em Lisboa.

No passado mês de setembro, a promotora Amazing Events informou aqueles que seguem as suas redes sociais que os dinamarqueses Hexis vão regressar a Portugal já em 2022.

O concerto insere-se na digressão europeia que a banda irá realizar de janeiro a abril do próximo ano, com uma paragem em Portugal a acontecer a 20 de janeiro, mais especificamente no RCA Club, em Lisboa.

Diz a promotora que este deverá ser o concerto mais intenso da banda até à data no nosso país. “Os concertos dos dinamarqueses são tão escuros como a mais profunda noite escandinava, as letras são inspiradas na corrente nihilista da filosofia e religião e o som paira entre o black metal e o hardcore”, refere a Amazing Events no Facebook.

Os bilhetes já estão disponíveis nos locais habituais e custam 15€ cada.

Alan Wake Remastered – Protege-te da escuridão, agora em HD

Um dos jogos mais aclamados da Remedy Entertainment regressa uma década depois às consolas modernas com uma muito necessária atualização visual.

Falar de relançamentos de jogos, sejam conversões, novas edições ou, como neste caso com Alan Wake Remastered, remasterizações muito focadas numa atualização visual, não é propriamente interessante.

Por muito emocionante que seja o regresso de Alan Wake Remastered, que chega às consolas modernas da Xbox e pela primeira vez às consolas PlayStation, a verdade é que a sua história, os seus eventos e o impacto cultural deste clássico inspirado em contos de Stephen King e na lendária série de David Lynch, Twin Peaks, já são todos conhecidos o suficiente para Alan Wake se escusar de qualquer apresentação, ou descrição, do que é o seu aclamado e importante jogo.

Ainda assim, passo a explicar. Dos criadores de Max Payne, Quantum Break e Control, Alan Wake marcou uma geração por vários motivos. Lançado como um dos grandes exclusivos da Xbox 360, apresentou-se como uma experiência bem mais narrativa que os restantes jogos do portfólio do estúdio finlandês, com uma jogabilidade acessível e desafiante que misturava um sistema de tiro simples e o uso de uma lanterna para eliminar inimigos. Porém, mais importante que isso, marcou pela sua jornada misteriosa em formato quase episódico pela busca dos segredos de Bright Falls, uma cidade remota norte-americana que é misteriosamente invadida pela escuridão.

Com a sua história narrada pelo próprio Alan Wake enquanto a narrativa avança, o jogo apresenta uma experiência quase meta, onde as ações do autor já foram, na verdade, escritas pelo mesmo, com ele próprio consciente de tal facto, mas deixando os jogadores curiosos com os porquês. Mistério, tensão, um toque de horror cósmico e um final que ainda hoje faz com que a comunidade se sente à mesa para discutir o que aconteceu, são tudo ingredientes de uma experiência única que muitos de nós queremos ver continuar numa futura e hipotética sequela.

Alan Wake Remastered surge agora em jeitos de teasing do que a Remedy Entertainment poderá guardar para o futuro, mas enquanto não o revela, os fãs revisitam e os que nunca tiveram a oportunidade de o fazer podem agora conhecer o jogo de culto.

Através dos comentários de direção que podem ser ativados no menu desta versão, Sam Lake explica muito sucintamente aquilo que nos espera: uma remasterização. Alan Wake Remastered não é um remake, nem sequer um reboot. É exatamente aquilo que diz no seu título, o mesmo jogo aumentado. Basicamente: Alan Wake, agora em HD.

É exatamente o mesmo jogo de 2010, sem tirar nem por. Não há novos extras para além dos dois capítulos lançados posteriormente que agora fazem parte do pacote, não há modos fotografia, nada de essencialmente transformatório à parte dos visuais atualizados de forma muito ao de leve.

“Alan Wake, agora em HD” é a melhor forma que tenho de descrever esta experiência. Colocando de parte a versão de PC lançada posteriormente, onde os jogadores podiam usar as suas máquinas pessoais para ter uma experiência visualmente mais agradável, a versão da Xbox 360 Alan Wake era ambiciosa, mas muito feia. Talvez na altura não fosse tão claro, mas a verdade é que envelheceu imensamente mal, com o jogo original a correr a resoluções abaixo dos 720p e, por muitas vezes, abaixo dos 30fps, algo que não mudou nem com os sistemas de retrocompatibilidade da Xbox One X e Xbox Series X|S. Uma nova versão era mesmo necessária.

Ao longo destes últimos 10 anos, foram várias as vezes que tentei revisitar Alan Wake e tal não foi possível, muito por causa da sua apresentação… Até agora. Comparativamente ao Alan Wake original, Alan Wake Remastered apresenta uma diferença de dia e noite. Na Xbox Series X, onde tive a oportunidade de o jogar, a remasterização é uma concretização precisa e exata daquilo que se imaginaria de Alan Wake na sua melhor forma. A qualidade de imagem é perfeita e a fluidez acompanha a experiência a 60fps.

Fosse o meu carinho semelhante ao que tive por outros jogos da sua época, que esta ano também receberam remasterizações, como por exemplo Mass Effect Legendary Edition, teria ficado completamente em pulgas e com imensa vontade de mergulhar nos segredos de Bright Falls, mas tal não aconteceu. Muito porque o mistério que o jogo guarda já o conheço e a sua natureza linear traz uma experiência de jogo semelhante à de re-visualização de uma série ou de um filme. Pessoalmente, já não é tão emocionante.

Além disso, esta atualização não é a mais consistente com as promessas que nos fez. A Remedy Entertainment indica que a nova versão conta com novos modelos de personagens, ambientes mais densos, motion capture melhorado, etc… E sim, de facto é possível observar os níveis com mais elementos, algo que saltou logo à vista no primeiro nível do jogo assim que controlamos Alan e ao fundo da ponte, antes de apanhar o primeiro colecionável, onde temos mais sinais e barreiras.

Quanto ao resto, é muito difícil de apontar o dedo sem uma comparação direta mesmo lado a lado. As cinemáticas continuam dirigidas da mesma maneira, plano a plano, mas as pessoas apresentadas são, na sua maioria, as mesmas, salvo raras exceções, pois os modelos foram retrabalhados, como por exemplo Alan a parecer-se mais com a sua contraparte humana, o ator que lhe dá a cara, Ilkka Villi. Contudo, estas alterações revelam ainda mais a idade do jogo, através de um voice acting honestamente medíocre (à parte da narração de Alan e das conversas com o seu amigo Barry), das cinemáticas que continuam bloqueadas a 30fps e pelas animações no geral, incluindo NPCs no decorrer do jogo, que são claramente de outra era, apresentando-se robóticas e pouco naturais.

Não quer dizer que Alan Wake Remastered não se sinta como um jogo atual, porque é efetivamente um jogo atual. Tal está presente na sua jogabilidade simples e satisfatória, que curiosamente se comporta tal e qual como o título original, provando, de alguma forma, que Alan Wake foi um jogo um pouco a frente do seu tempo.

Seja a primeira, a segunda ou a enésima vez que visitamos Alan Wake, a sua versão remasterizada sente-se como uma edição definitiva, algo que era muito pedido pela comunidade, especialmente dada a ausência de novidades da série e depois do crossover que teve em Control. É uma pérola imperfeita, mas mais polida do que nunca, que merece ser experienciada agora enquanto a Remedy Entertainment não expande o seu universo, até porque Alan Wake andou pela escuridão, para que Control e Quantum Break corressem explosivamente.

Recomendado

Cópia para análise (versão Xbox) cedida pela Remedy Entertainment.

Festival Under The Doom adiado para 2022

O evento irá acontecer no novo LAV – Lisboa ao Vivo.

Ainda faltava algum tempo para a oitava edição do festival Under The Doom, que estava previsto realizar-se a 4 e 5 de dezembro deste ano, mas afinal não é isso que irá acontecer.

Em comunicado, a promotora Notredame Productions refere que “mesmo com o levantamento das restrições para os eventos, a vacinação e a gradual melhoria do número de infeções da COVID-19 em Portugal, a realidade é que a situação ainda está muito imprevisível para eventos desta categoria, principalmente pelo grande investimento que envolve, e a incerteza de um retorno iminente”.

Apontando também razões como a não realização do festival Madrid is the Dark, “um suporte imprescindível para estruturar o Under the Doom”, a promotora optou pelo mais sensato e adiar a oitava edição do festival, neste caso para 2 e 3 de dezembro de 2022, mas mantendo as bandas que estavam já anunciadas para dezembro deste ano.

Assim, poderão contar com os cabeças de cartaz Tiamat, com os suecos a tocarem ao vivo dois álbuns especiais: Wildhoney e Clouds. Foram também reconfirmadas as atuações dos brasileiros Labirinto e dos portugueses Inhuman, que lançaram no ano passado o álbum Contra.

Quanto aos bilhetes, são postos à venda a partir de 10 de outubro. Todos os Promo-Packs /Tshirt-Hoodie + Ingresso já adquiridos são válidos para as novas datas, havendo a necessidade de troca (do ingresso) no próprio dia, na entrada.

Análise – Thrustmaster T248

Dentro do leque de sets de condução acessíveis ao consumir comum, o Thrustmaster T248 é um upgrade fantástico.

Quem está familiarizado com o mercado de sets de condução, sabe que na gama mais acessível para o consumidor comum, a Thrustmaster e a Logitech são duas grandes marcas de referência, garantindo uma ótima conjugação entre qualidade e preço.

Comparando preços das gamas, diria que o Thrustmaster T248 surge como um substituto do modelo T150. Contudo, a avaliar pela qualidade deste novo modelo, pode-se dizer que arranha os calcanhares ao T300. A ideia passará mesmo por ser o produto de referência para pessoal principiante nos simuladores de condução (que representa sensivelmente 80% do mercado) e roubar terreno à marca rival.

As novidades são muitas, entre as quais temos Thrustmaster Hybrid Drive (T-HD), Thrustmaster Race Cash (T-RDD), Thrustmaster 3 Pedal Magnetic (T3PM), Thrustmaster Magnetic Paddle (T-MP) e uma interface redesenhada.

A primeira coisa que me saltou à vista mal tirei o volante da caixa foi o peso reduzido e o tamanho da caixa onde a “magia” acontece, que é relativamente compacta. O volante em si, a meu ver, mais do que a beleza do design, ganha muito pelo posicionamento dos botões. Quando jogo Fórmula 1, com o Logitech G29 não há nenhum botão ideal para associar ao DRS e Overtake (ERS), dado que é sempre preciso movimentar a mão para conseguir chegar aos botões mais perto. Já no Thrustmaster T248, os R2/L2 não só estão extremamente bem posicionados (ao ponto de só ser preciso mexer o polegar), como têm uma área de contacto melhor.

Em torno do volante há uma camada de esponja mole revestida em pele, o que faz com que haja conforto, ainda que o atrito com as mãos não seja extremo. Os restantes materiais são todos de plástico, o que à partida não parece trazer a mesma fiabilidade do metal, mas posso garantir que é plástico duro e robusto (resta esperar para ver como se comporta a longo prazo). Um pormenor interessante é ter uma banda de velcro em baixo para manter todo os cabos unidos e a ligação USB é Type-C.

A minha única crítica ao volante está relacionada com as patilhas de mudança de velocidades (T-MP), que são anormalmente barulhentas. Ainda que tenham um ótimo tempo de resposta (30ms), graças à tecnologia baseada num sistema de mola magnética, que garante total ausência de fricção, continuo a achar o barulho excessivo. Se jogarem com headphones, esse barulho passa despercebido, mas caso não o façam, até se habituarem vai ser um processo algo irritante.

O volante T248 apresenta características normalmente associadas a produtos topo de gama, entre as quais chaves codificadoras personalizáveis e um ecrã digital (T-RDD) que pode ser usado para fazer a configuração avançada do volante, tal como ajustar o force feedback, rotação do volante e até configurar os pedais ou fornecer dados de telemetria em tempo real da corrida, tais como alavanca de velocidade, velocidade instantânea, RPM’s, posição atual, número de voltas e melhor tempo da última volta, da volta atual e da melhor volta.

No force feedback híbrido (T-HD), ajustável através do volante, combina um sistema de transmissão de correias e engrenagens com a leitura ótica da posição do volante. Existem três perfis de Force Feedback distintos, cujos comportamentos pode ser consultados no livro de instruções, representados através de um gráfico que conjuga a força exigida pelo jogo com a força dada pelo volante. O perfil base é representado por uma linha reta 100% proporcional ao solicitado pelo jogo, já os outros dois têm curvas de resistência que aumentam o feedback na zona intermediária, dando uma sensação de estrada mais polposa.

Quando comparado com o Thrustmaster T150, este volante é 70% mais poderoso, devido ao débito constante de corrente de 48w – 96w peak. O force feedback está otimizado para três configurações distintas (referidas anteriormente), ajudando a sentir as imperfeições e saliências na pista, o ataque às curvas é mais sensacional e a transferência de peso está realista. Só há o senão dos jogos de rali, que exigem correções de direção rápidas, onde ainda se nota um ligeiro delay do force feedback a voltar ao estado original, o que pode ser uma dificuldade para pessoas que não tenham muita perícia de condução.

Juntamente com o volante segue a base de pedais (3TPM). Essa base é sólida e tem um bom grip na zona de pousar o calcanhar. É composta maioritariamente por plástico, mas os pedais são em metal, mais largos que os do modelo anterior (T3PA), o que faz com que a base seja 20% mais pesada. Na parte inferior da base há quatro borrachas para dar alguma aderência quando se joga com a base no chão, mas considero que não seja suficiente, daí sugerir que tenham a base encostada a alguma coisa que a impeça de deslizar. Para além disso, há quatro furos roscados para montar numa estrutura própria. No entanto, aviso já que não é uma configuração universal, visto que tenho um dos Playseat’s mais genéricos e só dá para apertar em dois desses furos, o que não garante estabilidade total.

Os sensores magnéticos na base dos pedais com efeito mola magnética (tecnologia H.E.A.R.T.) proporcionam um efeito mais progressivo que o normal. Esta mudança é um grande passo comparativamente com pedais que usam os reóstatos, como o T3PA ou os pedais do G29, que ficam um nível atrás dos 3TPM.

As superfícies metálicas dos três pedais têm posição personalizável (chave sextavada incluída) e o pedal do travão tem quatro configurações possíveis para a força de pressão. Pressão essa que pode ir até 200Kg (o dobro do T3PA), que se assemelha a pressão real de um carro GT. Todavia, dessas configurações, só é aconselhável que recorram às duas mais “duras” caso tenham estrutura, visto que exigem mais pressão, logo convém os pedais estarem fixados. Para alterarem entre configurações, é preciso fazer alterações mecânicas no pedal do travão (incluindo troca de mola), por isso sugiro que recorram ao livro de instruções da primeira vez que o fizerem.

Em relação aos dois outros pedais, são ambos mais suaves e dão uma ótima sensação. É ainda importante deixar um apontamento para o cabo dos pedais, que sai pela lateral, sendo muito mais funcional e prático.

Avançando para as conclusões, o Thrustmaster T248 tem melhor qualidade de materiais, melhor design e é mais poderoso e robusto quando comparado com o T150, apesar da ausência de componentes metálicos. Também é superior ao G29 da Logitech, principalmente no posicionamento dos botões e tempo de resposta. Depois, o facto de todo o software e definições serem manipuláveis através do volante é uma vantagem abismal, permitindo uma experiência mais personalizada.

Os três perfis de Force feedback dão uma sensação de controlo total do carro, sendo que é mais sensacional em jogos de corridas de carros mais velozes em pista de alcatrão (F1 2021, Gran Turismo ou Nascar) devido a não haver necessidade de reações tão bruscas, como nos jogos de rali. Ainda assim, após algumas horas a jogar WRC 10, não tenho dúvidas que a correção de direção seja mais natural com este volante do que com outros volantes da mesma gama.

Thrustmaster T248

Resumindo, o Thrustmaster T248 não é, de todo, para jogadores hardcore, mas é um bom investimento para primeiro volante ou para iniciantes. Há boa relação qualidade-preço (fixado em 349,99€), é compacto, robusto, com uma engenharia já de alguma complexidade, extremamente personalizável no que toca a funções, dotado de um óptimo force feedback e tem um mostrador com imensas opções que vão adensar a experiência de condução.

Só peca mesmo pelas mudanças barulhentas e não estar 100% preparado para rali (à semelhança de todos os sets desta gama), o que a fim e ao cabo, não rouba brilho nenhum a este fantástico produto.

O Thrustmaster está atualmente disponível para pré-encomenda por 349,99€.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Thrustmaster.

46 Lisboa. Casual food, bar e impacto consciente, tudo num único local

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O 46 Lisboa tem novas propostas para conviver, comer, beber, sonhar e criar.

Da próxima vez que forem a Lisboa, ou se viverem na cidade e estiverem a pensar no spot indicado para passar algum tempo, lembrem-se do 46 Lisboa. O espaço, peculiar e descontraído, não só tem uma nova carta, como aposta em outros projetos, desenhados para despertar os sentidos. No fundo, pretende-se proporcionar uma experiência sensorial e imersiva, onde se cruzam diversas formas de expressão artística e cultural.

Primeiro que tudo, o menu. A ementa é feita exclusivamente a partir de ingredientes biológicos, de fornecedores locais, e apresenta novas opções vegetarianas e vegan, como é o caso da Burrata Trufada (12€), com trufas, pesto, tomate cherry e azeite bio; a Sopa de Tomate (9€) com ovo escalfado; os Dumplings Vegetarianos (12€); os raviolis Girasoli de Gongonzola e Pêra (12€); e ainda os vegan Tacos Chilli Beans (11€), com tzatziki, pickle de cebola roxa e feijão.

Mas também há outras coisas, como Ostras com molho vinaigrette (quatro unidades, 10€) ou o Raclete de Batata-Doce (13€), que utiliza cebola confitada, presunto pata negra e rabanetes. O menu vai alternando, o que garante sempre novas surpresas a cada nova visita.

Já na carta de bebidas há champanhe, espumante, espirituosas, cocktails com e sem álcool, kombucha vegan, vinhos naturais e biológicos com castas únicas e ainda cerveja, neste caso envolvida numa manga de papel reciclado polvilhada com sementes de hortelã para levar para casa e semear.

Mas para além da componente gastronómica, há outras coisas onde o 46 Lisboa promete destacar-se. É o caso dos 46 x Takeovers, o 46 x Social Club, o 46 x Green Club, o 46 x Social Food e 46 x Social Creators.

  • 46 x Takeovers: Convida à ocupação do espaço por plataformas, pensadores, projetos e todos os sonhadores interessados. No fundo, servindo como espaço para eventos;
  • 46 x Social Club: A lógica é parecida ao 46 x Takeovers, mas neste caso para dar palco a músicos dos mais variados quadrantes, em formato de residência;
  • 46 x Social Food: Convida clientes, conhecidos, curiosos e amantes da gastronomia a criar menus de degustação e reunir os amigos à volta das sensações e dos sabores. É um projeto comunitário de culinária;

46 x Social Creators: Designers, artistas, artesões e criadores de moda com consciência e impacto social, local e global, são convidados a produzir obras que respeitem o pantone do bar, a fim de serem expostas no mesmo;

  • 46 x Green Club: Integra a cultura plant-based com música, sendo a primeira interpretação em Lisboa da emergente vaga conscious clubbing. Acontece aos sábados de manhã, entre as 11h e as 15h, cruzando DJs e música ao vivo com comida vegetariana e vegan. Requer reserva.

Como devem ter percebido, o 46 Lisboa acaba por ser uma espécie de lugar perfeito para reunir os amigos, ouvir música com o conforto e a intimidade que se teria em casa, experimentar novos sabores, degustar um bom vinho, beber um cocktail inspirado, comprar roupa e outras peças produzidas de forma sustentável e permanecer a salvo do burburinho da cidade.

Localizado no nº46 da Praça das Flores (daí o nome) e com 20 lugares sentados no interior, o 46 Lisboa está aberto de terça-feira a sexta-feira entre as 18h e as 23h e ao sábado entre as 11h e as 15h e as 18h e as 23h.

Maiores de 65 anos começam a ser vacinados com a terceira dose da vacina contra a COVID-19 na próxima semana

O Governo já garantiu que haverá vacinas suficientes para arrancar com a inoculação da terceira dose.

Sem ainda se ter atingido a chamada imunidade de grupo, já haverá uma data para se começar a dar as terceiras doses: 11 de outubro. A informação foi avançada esta segunda-feira por António Lacerda Sales, secretário de Estado Adjunto e da Saúde.

“Iniciaremos pelas faixas mais vulneráveis, nomeadamente pelas estruturas residenciais para idosos, pela faixa acima dos 80 anos e depois iremos de uma forma decrescente até à faixa igual ou superior aos 65 anos, como foi feito quando foi a primeira fase de vacinação covid”, disse aos jornalistas o secretário de Estado à margem da assinatura do acordo de cooperação entre o INEM, Liga dos Bombeiros Portugueses e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Lisboa.

Nas próximas horas, a Direção Geral da Saúde emitirá uma norma com “o suporte técnico para essa terceira dose” contra a covid-19 ou dose de reforço, ressalvando que a vacina vai começar por ser administrada a pessoas residentes em lares de idosos e com mais de 80 anos.

Esta terceira dose estava dependente da decisão da Agência Europeia de Medicamentos (EMA), que anunciou esta segunda feira que doses de reforço da vacina anticovid-19 da BioNTech/Pfizer “podem ser consideradas” para pessoas com mais de 18 anos, após seis meses da segunda dose, para aumentar os anticorpos. A EMA decidiu também que uma terceira dose da vacina anticovid-19 da BioNTech/Pfizer e da Moderna só deverá ser administrada na União Europeia (UE) a pessoas com “sistemas imunitários gravemente enfraquecidos” após 28 dias.

Novo capítulo de O Sexo e a Cidade estreia na HBO Portugal em dezembro

A série está atualmente a ser filmada.

Na manhã de hoje, no evento virtual de lançamento da HBO Max Europe, além da novidade que já referimos, ficámos também a saber que And Just Like That…, o novo capítulo da série O Sexo e a Cidade, vai estrear em dezembro.

Nos novos episódios, acompanhamos “Carrie” (Sarah Jessica Parker), “Miranda” (Cynthia Nixon) e “Charlotte “(Kristin Davis) enquanto elas percorrem a jornada que as leva da complicada realidade da vida e da amizade aos 30 anos para a realidade ainda mais complicada da vida e da amizade aos 50 anos.

A série está atualmente a ser filmada em Nova Iorque e inclui os membros do elenco anteriormente anunciados: Sara Ramírez, Sarita Choudhury, Nicole Ari Parker, Karen Pittman, Chris Noth, Mario Cantone, David Eigenberg, Willie Garson e Evan Handler.

Filmes da Warner Bros. vão chegar à HBO Max 45 dias após a estreia nos cinemas

É algo que acontece pela primeira vez.

Na manhã desta terça-feira, 5 de outubro, a HBO aproveitou para, num evento online, dar mais informações sobre a iminente chegada da plataforma HBO Max à Europa. E embora se saiba que, em Portugal, só teremos acesso ao serviço em 2022 – ainda sem sabermos exatamente quando -, acabámos por ter boas novidades.

A primeira está relacionada com os filmes da Warner Bros.. No evento, foi dito que, pela primeira vez para Portugal e outros países, esses filmes ficarão disponíveis na plataforma, sem custos adicionais, 45 dias após a estreia nos cinemas. Cerca de seis semanas depois, vá. Embora uma boa jogada, também pode levar a que menos filmes sejam vistos no grande ecrã, uma vez que estamos a falar numa espera de mês e meio até que esses filmes da WB estreiem na HBO Max.

Outra novidade está relacionada com o passe anual, que é também uma novidade para a Europa. No evento, ficámos a saber que, quando este passe estiver disponível, terá um custo equivalente a oito mensalidades, mas dando acesso a um ano inteiro de serviço.

No que toca a preços para o nosso país, só teremos a certeza daqui a várias semanas, mas é bem capaz de ser equivalente aos valores praticados em Espanha, cuja mensalidade é de 8,99€. Se se confirmar, e fizermos as contas para a anuidade do serviço, pagaremos cerca de 71,92€ para 12 meses de acesso.

Recorde-se que, quando ficar disponível por cá, a HBO Portugal irá transformar-se na HBO Max. Com isso, os preços também aumentam, provavelmente para praticamente o dobro, isto se tivermos em conta que a HBO Portugal custa 4,99€/mês. E há também algo que provavelmente já sabem, mas que atualmente não acontece na plataforma portuguesa: quando a HBO Max chegar, será possível criar perfis, algo que já conseguimos fazer por cá em plataformas como a Netflix, Amazon Prime Video e Disney+.

A plataforma também aproveitou para mostrar um pequeno vídeo de House of The Dragon, a prequela da popular série Game of Thrones que estreia algures em 2022.

https://x.com/hbomax/status/1445320194537181190

Lisboa e Loures vão estar unidas por uma ponte pedonal e ciclável em 2022

A conclusão está prevista para julho do próximo ano.

Já começou a construção da ponte pedonal e ciclável sobre o Rio Trancão que permitirá a ligação entre os municípios de Lisboa e Loures.

O percurso ciclo pedonal proveniente da zona residencial norte do Parque das Nações começa na rotunda da Praça Gago Coutinho, na sequência do troço do Passeio dos Heróis do Mar, e segue pela Rua da Cotovia/Passeio do Trancão até ao início da passagem ciclo pedonal sobre o Rio Trincão.

A empreitada é faseada e tem a duração de 10 meses, pelo que a sua conclusão está prevista em julho de 2022. A ponte terá uma extensão de 0,560km.

Este projeto é cofinanciado ao abrigo do Programa Portugal 2020, mais concretamente do Programa Operacional de Lisboa.

Os famosos travesseiros da Casa Piriquita chegaram a Lisboa

Vai ser a perdição.

Começou como uma padaria, no longínquo ano de 1862, mas eventualmente lá evoluiu para a pastelaria que tanta gente conhece. Falamos, claro, da Casa Piriquita, famosa pelos seus travesseiros, cuja receita do pastel recheado com doce de ovos e com um toque amendoado é secreta e apenas a família, responsável pelo negócio, tem acesso à mesma.

Após 160 anos de história da centenária Casa Piriquita, a marca dá um passo em frente ao expandir-se além de Sintra. Agora, os famosos travesseiros estão mais perto de muitos outros gulosos graças ao novo quiosque no El Corte Inglés.

Pela primeira vez, os responsáveis pela marca decidiram levar o seu bem guardado segredo até à capital portuguesa, pelo que poderão não só pedir os travesseiros, obviamente, como queijadas, que podem ser levadas à unidade ou em caixas.

Recorde-se que, devido ao confinamento, a Casa Piriquita abriu uma loja online com entregas em todo o país. Além das delícias que já mencionámos, podem encomendar nozes douradas, pastéis da Cruz Alta, pastéis de Sintra, Tarte de Queijada, fatias de salame de chocolate e, ainda, brigadeiros de chocolate.

G-Darius HD – Um clássico que resistiu ao teste do tempo

Um bom relançamento que é prejudicado por alguns problemas de desempenho.

A minha viagem pela série Darius acaba de fazer um círculo perfeito. Depois de ter conhecido os primeiros títulos da saga, que se estreou em 1987, e viajado por um dos lançamentos mais recentes, como Dariusburst: Another Chronicle EX+, vejo-me agora a regressar ao passado e àquela que foi a minha introdução à série: G-Darius. Lançado originalmente nas arcadas em 1997, e um ano depois na PlayStation, G-Darius marcou a transição da série para o 3D, abandonando os cenários e modelos em sprite e pixel art para abraçar um mundo poligonal e muito mais vibrante. Agora em HD, com uma edição que conta com algumas novidades, G-Darius é…bem, basicamente o mesmo jogo.

Não é o relançamento mais empolgante da série, mas no papel, G-Darius HD apresenta gráficos melhorados, com modelos mais definidos e vibrantes – abandonando o aspeto pixelado da sua estreia na consola de 32 bits –, ainda que mantenha os mesmos problemas de desempenho que vimos em 1998. O que é uma desilusão. Continuamos a não ter uma experiência sólida e sem entraves, com os frames a caírem repentinamente sempre que a ação atinge um novo pico, algo que considero injustificável tendo em conta o hardware das consolas atuais. No que toca a novidades, G-Darius HD é acompanhado por troféus/achievements, a possibilidade de fazer quick saves (e quick loads) em qualquer fase dos níveis e ainda galerias de imagens. Poucas novidades, mas o suficiente para introduzir os jogadores menos experientes a um dos capítulos mais importantes da série.

Seja em SD ou em HD, G-Darius sempre se destacou através da jogabilidade. Se estão familiarizados com a série, as surpresas serão poucas, mas continuo a admirar a sua aposta numa campanha dividida por vários níveis, que apresentam inimigos e designs ligeiramente diferentes, que é construída pelas vossas escolhas. No final de cada etapa, têm a possibilidade de escolher o caminho que querem seguir e desbloquear novos bosses e oportunidades de combate que não encontrarão noutros níveis.

O sistema de evolução também é empolgante e começa a ser um dos meus favoritos no género, com G-Darius a apresentar as tradicionais esferas vermelhas, azuis e verdes – sem contar com as esferas brancas que nos ajudam na pontuação – para melhorarmos os disparos, escudos e mísseis da Silver Hawk. A grande diferença entre G-Darius e as restantes séries é que não estamos restritos a um padrão de disparo ou obrigados a colecionar o tipo de arma que queremos utilizar. Em G-Darius, a evolução das armas é progressiva e evolui de tiros simples para lasers, tal como os mísseis passam a apresentar padrões diferente à medida que colecionamos mais esferas. No entanto, basta perdermos uma vida para interrompermos o progresso se ainda não atingimos o novo patamar de evolução, o que dá à jogabilidade uma tentação palpável entre querermos arriscar para colecionar o maior número de esferas sem perdermos o progresso já conquistado.

A nível mecânico, G-Darius é muito próximo dos títulos anteriores, mas traz consigo uma novidade que é absolutamente refrescante. Em G-Darius temos a oportunidade de capturar naves inimigas e usá-las em combate. Cada nave tem um tipo de ataque diferente, algumas até funcionam como escudos, e precisamos de ter algum cuidado porque podem ser destruídas se receberem muito dano ou se a nossa nave foi eliminada. Podemos até capturar mini-bosses e só precisamos de atirar uma capsula pequena, em forma de bola – podem inserir aqui a comparação a Pokémon, se vos apetecer –, e acertar na nave que queremos capturar. Quando nos fartamos, podemos libertar a nave inimiga numa explosão, funcionando também como as tradicionais bombas do género.

Foi delicioso reencontrar G-Darius depois de 20 anos. Quando o adquiri para a PlayStation não sabia o que me esperava. O meu conhecimento sobre o género resumia-se a R-Type e a Gradius, e recordo-me de ficar fascinado e confuso com o mundo de Darius e da suas naves gigantescas em forma de peixes. Posso dizer que envelheceu bem, mesmo que agora se apresente mais limitado em comparação a títulos mais recentes. Para os mais saudosistas, o pacote HD inclui a versão original de G-Darius, com os seus modelos poligonais em todo o seu esplendor. Um pequeno extra para um relançamento pouco entusiasmante, especialmente no que toca ao seu desempenho, mas um jogo recomendado para os amantes do género.

Cópia para análise (PlayStation) cedida pela PR Hound.

Imprimir imagens na espuma da cerveja? Sim, graças à Guinness

Uma máquina de cerveja que, graças a uma impressora que funciona a tinta comestível, imprime imagens na espuma da cerveja.

Foi no passado mês de setembro que a Guinness fez chegar a Portugal a nova impressora Stoutie, que permite imprimir fotografias numa pint. Confusos? Nós explicamos.

Basicamente, esta impressora, que se encontra disponível desde 2018 em Dublin, na Irlanda, permite realizar impressões na espuma da cerveja utilizando uma tinta comestível, com extrato de malte. Portanto, caso queiram imprimir uma selfie, basta enviar uma fotografia através do telemóvel para a impressora, colocar a cerveja na máquina e esperar que a ‘magia’ seja feita.

Para participarem nesta ação, só precisam de deslocar-se a um dos pontos de venda aderentes, pedir uma pint da Guinness e, automaticamente, desfrutar da oportunidade de imprimir a imagem pretendida. Em apenas 10 segundos é possível saborear uma Guinness com a impressão personalizada.

Fiquem com a lista de alguns pontos de venda onde esta impressão é possível:

  • Lisboa: Beers (8 e 9 de outubro); Cooleys Irish Bar (15 e 16 de outubro);
  • Porto: Meridians & Parallels Bar (8 e 9 de outubro); Marina do Freixo (15 e 16 de outubro);
  • Algarve: Buraco 19 (8 e 9 de outubro); Irish Cabin (13 e 14 de outubro).

Para saberem as próximas datas e pontos de venda desta digressão, basta que estejam atentos à página de Facebook da Guinness Portugal.

TOEM – Um passeio fotográfico de final de verão

A Something We Made traz-nos um dos lançamentos mais adoráveis deste final de 2021.

Como um sonho de verão, TOEM surge-nos numa época de mudança. Apesar de ainda sentirmos o calor dos meses mais quentes, o outono começa a instalar-se, as folhas mudam lentamente de cor e a brisa fria percorre as ruas, relembrando-nos de que estamos próximos do final do ano. Para trás ficam as férias, as aventuras de verão, de interregno, e os passeios por locais que nunca visitámos antes. É aqui que TOEM se insere, um jogo de exploração, puzzles e fotografia que nos leva numa viagem de crescimento através dos olhos de um jovem em busca do mítico TOEM.

A aventura começa como muitas outras. É uma demanda que já experienciaram nos mais variados formatos e que começa com um jovem protagonista a partir sozinho numa nova aventura. Como um rito de passagem, o nosso herói parte em busca de TOEM, um estranho monumento localizado algures nas montanhas frias do norte, mas antes de partir, a avó dá-lhe uma máquina fotográfica para, tal como ela décadas antes, registar a sua aventura. Entre a sua casa modesta, longe das cidades, e o monumento encontram-se quatro regiões que o nosso protagonista terá de visitar antes de chegar ao seu objetivo, ajudando todos aqueles que precisam através das mais variadas atividades.

TOEM constrói-se como um jogo de aventura e exploração onde todos os puzzles, que assumem vários formatos, alguns até surpreendentes – como a busca por monstros lendários -, são resolvidos através da lente da câmara fotográfica. A ação decorre numa perspetiva isométrica, com os cenários a dividirem-se por áreas pequenas, mas repletas de elementos para fotografarmos e registarmos enquanto procuramos uma solução para os vários problemas que assolam as alegres personagens que encontramos na nossa demanda. Como um bom samaritano, o nosso protagonista ajuda as pessoas em troca de carimbos que lhe permitem continuar a sua viagem, existindo ainda a possibilidade de retornar às zonas já exploradas para concluir a sua coleção fotográfica.

A definição de puzzle é um pouco inglória, pois TOEM constrói-se mais sobre a premissa de acontecimentos lógicos e da utilização da câmara, que podemos equipar com um tripé para tirarmos fotografias à distância, e da leitura dos cenários. Temos de compreender as tarefas necessárias para ativarmos um acontecimento específico que precisamos de fotografar, como esconder-nos num painel para apanhar um monstrinho em flagrante ou acordarmos uma personagem que dorme com a nossa buzina, mas nada de complicado ou stressante. TOEM move-se na sua simplicidade, utilizando a sua perspetiva isométrica para esconder alguns segredos e limitando a exploração a zonas bem definidas e interligadas, sempre com um humor inocente e um ambiente descontraído.

A captura de fotografias foi otimizada para casar melhor a exploração com a resolução dos pequenos momentos de quebra-cabeças, mas a alma de TOEM nunca é sacrificada pela sua simplicidade. O mundo da fotografia continua a ser o coração da jogabilidade, com a perspetiva a assumir uma visão na primeira pessoa sempre que ativamos a câmara, e mesmo sem opções de personalização, onde só estamos munidos por algumas melhorias e um zoom, a descoberta de novos animais ou elementos decorativos sobrepõem-se às exigências de um enquadramento perfeito. TOEM é descontraído, não é exigente e muito menos crítico das vossas habilidades, pedindo apenas que explorem o seu mundo e se divirtam.

No entanto, a captura de fotografias nem sempre é a mais intuitiva ou rápida e existem momentos em que não conseguimos apanhar perfeitamente os elementos que precisamos para continuarmos em frente. Mesmo com um foco automático, que podemos desativar, o jogo peca ao apresentar vários elementos num só espaço que condicionam a captura sem adicionarem necessariamente um desafio. Não é a dificuldade que está em causa, mas sim o ruído que às vezes encontramos em determinadas zonas dos seus cenários curtos. Os ambientes monocromáticos nunca interferem com a exploração e os modelos das personagens são suficientemente animados para se destacarem nos cenários, mas existe um cansaço que se instala ao longo da campanha curta. Penso que dependerá de jogador para jogador, mas é um problema associado a este estilo de arte.

Com a campanha concluída, deixamos para trás oficialmente o verão. Por ironia, escrevo esta análise no primeiro dia de outono, marcado por chuvas fortes e trovoada, onde já sentimos o aroma do tempo frio, ainda que o sol continue a sorrir. TOEM não é uma aventura tão emocional como o carinho que sentimos por estes episódios da infância, mas é impossível não associar os dois quando a idade não perdoa. Tal como Alba: A Wild Life Adventure nos encaminhou no início do verão, assim TOEM nos ajuda a conclui-lo e é uma escolha perfeita: um título marcado por mecânicas simples, uma estrutura fechada em zonas que só podem ser desbloqueadas ao concluirmos tarefas especificas e uma aventura sem urgências ou males maiores. Tal como uma aventura de verão.

Recomendado

Cópia para análise (PlayStation) cedida pela Popagenda.

Há um battle royale de Final Fantasy VII a caminho dos smartphones

Final Fantasy VII: The First Soldier expande o popular icónico jogo com uma experiência muito popular.

Se Final Fantasy não vai a battle royales (em colaborações com outros já existentes), então o battle royale chega até ele. Final Fantasy VII prepara-se para expandir-se com uma experiência multijogador apenas para os smartphones.

Final Fantasy VII: The First Soldier é o nome desta nova aposta revelada no início do ano e é, para já, um exclusivo mobile para iOS e Android. A sua premissa passa-se 30 anos antes dos eventos do aclamado jogo, que recebeu um Remake no ano passado, e atira-nos para zonas de combate onde teremos que sobreviver e mostrar as nossas melhores habilidades enquanto candidatos para soldados da Shinra.

Como outros jogos do género, esperam-se diferentes elementos cosméticos, vários tipos de armas e habilidades e teremos também a opção de escolher diferentes classes de soldado, como Warrior, Sorcerer, Monk, Ranger ou Ninja.

Final Fantasy VII: The First Soldier tem lançamento para novembro, com os pré-registos a abrirem algures no final deste mês.

Toy, o álbum nunca editado de David Bowie, chega às lojas em janeiro de 2022

E já podem fazer a pré-reserva.

A Parlophone Records e a ISO Records anunciaram recentemente que TOY, o álbum nunca editado de David Bowie, será disponibilizado a 7 de janeiro do próximo ano em versões três CDs ou seis vinis de 10″.

TOY foi gravado depois da espetacular atuação de David Bowie em Glastonbury, em 2000. Bowie entrou em estúdio com a sua banda – Mark Plati, Sterling Campbell, Gail Ann Dorsey, Earl Slick, Mike Garson, Holly Palmer e Emm Gryner – para gravar novas versões de canções que ele tinha gravado em 1964-1971. O plano de Bowie era de gravar o álbum “à antiga” com a banda a atuar ao vivo, escolher as melhores versões e lançar o álbum o mais rapidamente possível. Foi um plano notavelmente avançado para a época, mas infelizmente, em 2001, o conceito de “álbum surpresa” e a respetiva tecnologia ainda não existiam, o que impossibilitou o lançamento de TOY, como o álbum agora era chamado, para os fãs tão instantaneamente quanto Bowie queria. Por conseguinte, Bowie fez o que fazia melhor: lançou-se noutro projeto, que começou com algumas das canções novas gravadas nas sessões de TOY e se cristalizou no álbum HEATHEN, que foi lançado em 2002 e é considerado um dos seus melhores discos.

TOY (TOY:BOX), disponível nos formatos três CDs ou seis vinis de 10″, é uma edição especial do álbum TOY. A abordagem de “capturar o momento” das sessões de gravação estende-se ao desenho da capa, concebido por Bowie, com uma foto dele em bebé, mas com um rosto contemporâneo. O conjunto inclui ainda um livro de 16 páginas a cores com fotos inéditas da autoria de Frank Ockenfels 3.

As primeiras sementes de TOY foram plantadas em 1999, durante a produção de um episódio de VH-1 Storytellers. David queria interpretar algo da sua discografia anterior a “Space Oddity”. Voltou então a 1966 e tirou o pó ao tema “Can’t Help Thinking About Me”, a primeira vez em 30 anos. A música permaneceu no setlist do concerto da curta tournée promocional do álbum Hours com tão bons resultados que, no início de 2000, Bowie e o produtor Mark Plati elaboraram uma lista de algumas das primeiras canções de Bowie para serem regravadas.

TOY termina com uma nova canção que dá o nome ao álbum, “Toy (Your Turn To Drive)”, construída a partir de uma jam gravada no fim de um dos registos ao vivo de “I Dig Everything”. O tema é baseado em secções, com novos arranjos, da bateria de Sterling Campbell e do baixo de Gail Ann Dorsey, e secções do piano de Mike Garson que foram repetidas e sobrepostas a uma linha de guitarra de Earl Slick que, por sua vez, foi samplada, esticada no tempo e usada como uma harmonia repetitiva. Algumas das partes cantadas por Holly e Emm em “Dig Everything” foram cortadas e remisturadas.

TOY:BOX inclui um segundo CD ou conjunto de 10″s com misturas e versões alternativas, entre as quais lados B (versões do single de estreia de Bowie, “Liza Jane,” e “In The Heat Of The Morning”, de 1967), misturas posteriores de Tony Visconti e a “Tibet Version” de “Silly Boy Blue,” gravada no The Looking Glass Studio na altura do concerto na Tibet House, em Nova Iorque, em 2001, com Philip Glass ao piano e Moby na guitarra.

O terceiro CD ou conjunto de 10″s inclui misturas “Unplugged & Somewhat Slightly Electric” de 13 faixas de TOY. Este disco nunca antes editado está já em período de pré-reserva.

The Last of Us Part II é a grande adição ao PS Now em outubro

Se são subscritores do PS Now e até agora não experimentaram um dos melhores jogos de sempre, o convite fica feito.

Há uma mão cheia de novos jogos a entrar no catálogo do PS Now em outubro. Uma atualização recheada de propostas, com destaques de luxo e experiências algo temáticas à “época das bruxas”.

A partir desta semana, 5 de outubro, os subscritores do PS Now vão poder jogar nas suas consolas PlayStation 4, PlayStation 5 e através de streaming no PC jogos como Fallout 76, Amnesia: Collection, Desperados III, Final Fantasy VIII Remastered, e Yet Another Zombie Defense HD.

ps now outubro 21

Mas o grande destaque vai para o aclamado The Last of Us Part II, que poderá ser jogado na íntegra e com melhorias na PlayStation 5 por um período limitado. Enquanto que os restantes jogos não apresentam prazo de passagem pelo serviço, o título da Naughty Dog poderá ser jogado até ao dia 3 de janeiro de 2022, tempo mais do que suficiente para conhecerem os dramas e emoções de um dos melhores jogos de sempre.

O PlayStation Now é também compatível com o PC, estando disponível em três modalidades, com um mês a custar 9.99€, três meses a custarem 24,99€ e 12 meses a custarem 59,99€. Mas antes de se lançarem nesta aventura, há ainda sete dias de teste para garantir que conseguem jogar estes jogos nas melhores condições possíveis.