Há croissants, bagels, panquecas, bowls, ovos e tostas, smoothies e cocktails, mas também muitas outras opções.
Estávamos em novembro de 2019 quando ficámos a conhecer na zona de Santos, em Lisboa, o Jaquinzinho, restaurante que mais parecia a casa de um pescador, ou não fosse o peixe a única proteína animal a ser servida por ali. Ora, não sabemos se foi da pandemia ou de outra coisa qualquer, mas a verdade é que o restaurante fechou, tanto que já nem tem página no Facebook. Isto quer dizer que o nº25 da Rua da Esperança ficou livre para outro projeto de Miguel Mouzinho… Foi a oportunidade de ouro para que nascesse o Original, que aposta num conceito bem diferente.
O novo spot já abriu e é exatamente o que precisávamos para o conceito de Brunch ganhar todo um novo sentido. Sim, é que, apesar da carta estar recheada de clássicos – croissants, bagels, panquecas, bowls, ovos e tostas, smoothies e cocktails -, os pratos chegam à mesa parcialmente irreconhecíveis.
Um croissant pode aparecer recheado de framboesas, creme de leite, raspa de pele de laranja e flores, ou com salmão fumado, aneto e queijo creme. Mas chegará, como tudo o mais no Original, vestido de uma atmosfera muito sua: o arranjo dos detalhes, das flores comestíveis apropriadas para este ou aquele prato doce ou salgado; as alcaparras dispostas juntas, como brilhante fio de pérolas; as meias luas de coco desidratado, nem sempre onde mais se esperam e que, mais do que trazer o seu sabor para um e outro prato, sugerem o aroma de diferentes paisagens — e das viagens por essas paisagens — de Miguel Mouzinho.
Mas o Original tem outras opções além do brunch. Há calamares fritos ou uma tábua de jaquinzinhos nas entradas; há tártaro de novilho e rosbife; há hambúrgueres; há conchas e mexilhão com leite de coco e cebolinho e salada de quinoa com espinafres, amendoim e pimento assado; e maravilhas como tarte de limão, mousse de chocolate ou bolo da nonna, ex libris da casa, nas sobremesas.
O Original está aberto de quarta-feira a domingo, das 10h às 19h. Para reservas ou mais informações, devem ligar para o 213950100.
Depois de mais um ano sem Sumol Summer Fest, a Música no Coração tudo fará para que o seu festival volte a acontecer no Ericeira Camping já em 2022. Com datas fechadas para 1 e 2 de julho do próximo ano, é também altura de dar a conhecer os primeiros nomes no cartaz.
Já confirmados para as novas datas estão o nigeriano Burna Boy; o rapper Piruka; o concerto exclusivo Eixo Norte-Sul com as equipas de Mundo Segundo com Maze, Ace, Deau, Virtus, DJ Guze e DJ Spot pelo Norte, e XEG com Chullage, Sir Scratch, Kappa Jotta, Deezy e DJ Big pelo Sul; o fenómeno avassalador NENNY; a estrela ascendente T-Rex; Lon3r Johny; Mobbers, o ‘professor’ Phoenix RDC; e RIOT, o DJ que dispensa apresentações e que vai fechar a primeira noite do Festival.
Os bilhetes estão à venda na MEO Blueticket e nos locais habituais por 37€ para o bilhete diário e 42€ e 52€ para o passe de dois dias sem e com camping, respetivamente. Estes preços são válidos até 31 de dezembro, o que significa que, ao longo do tempo, e até aos dias do festival, o preço dos bilhetes irá subindo gradualmente.
Chama-se The Atmosphere of Halo: Combat Evolved e, como o nome indica, é uma montagem que coloca de parte os conflitos e apresenta-nos os locais, elementos, atmosfera, geografias e estruturas encontradas no primeiro jogo, que escondem histórias e mitologias que nos últimos 20 anos apaixonaram jogadores de todo o mundo.
Na descrição e em breves conversas que Gugga Leunnam teve com a equipa do Echo Boomer, esta apaixonante montagem foi editada ao longo de alguns meses e captada in-game em Halo: The Master Chief Collection, com os visuais originais do primeiro jogo através da perspetiva de Master Chief, com a interface desligada.
É um trabalho de um fã apaixonado para tantos outros e também uma forma diferente de apresentar Halo a novos públicos, mostrando uma beleza peculiar e por vezes difícil de agarrar numa primeira impressão.
O projeto foi realizado ao longo dos últimos três anos.
Uma tecnologia inovadora que permite substituir a administração oral forçada de fármacos em experimentação animal, contribuindo assim para o bem-estar dos animais testados em laboratório, desenvolvida por uma equipa de investigadores da Universidade de Coimbra (UC), acaba de ser distinguida a nível europeu.
Em concreto, a tecnologia, que se encontra em processo de patenteamento e que foi desenvolvida no âmbito do projeto de investigação HaPILLness – Voluntary oral dosing in rodents, substitui a gavagem, um método invasivo que consiste em administrar medicamentos ou outras substâncias a animais através de um tubo introduzido no estômago, causando dor e stress.
O projeto foi realizado, ao longo dos últimos três anos, no Instituto de Investigação Clínica e Biomédica de Coimbra (iCBR), da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), com a colaboração da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Coimbra (ESTeSC/IPC), pelos investigadores Sofia Viana (investigadora responsável), Flávio Reis (investigador corresponsável) e Inês Preguiça (aluna de doutoramento da FMUC).
A solução desenvolvida, já validada em ratos e murganhos, os dois modelos animais mais usados em laboratório, ultrapassa as atuais limitações associadas à gavagem. Os investigadores criaram matrizes semissólidas (uma espécie de goma) capazes de incorporar os fármacos em teste e que os animais ingerem de forma voluntária e precisa. Segundo a coordenadora do projeto, Sofia Viana, esta nova tecnologia apresenta duas grandes vantagens. Por um lado, “é uma tecnologia stress free, o que significa que minimiza o enviesamento dos resultados experimentais devido ao efeito do stress causado nos animais. A outra grande vantagem é o facto de ser uma solução metabolicamente inerte, ou seja, uma tecnologia que pode ser usada num conjunto muito vasto de experiências, como, por exemplo, em doenças metabólicas, doenças do sistema nervoso central e doenças gastrointestinais, entre outras”.
As experiências realizadas com os dois modelos que mais se usam em experimentação animal demonstram a eficácia da tecnologia, como relatam os investigadores. “Está a funcionar plenamente nos ratos e nos murganhos. Já testámos a tecnologia com um conjunto alargado de moléculas, desde antidiabéticos orais a antidepressivos e anti-inflamatórios”.
A controvérsia em torno dos testes em animais é antiga e a pressão para a eliminação do seu uso aumenta em todo o mundo. Enquanto ainda não é possível eliminar por completo a experimentação animal, a comunidade científica trabalha no desenvolvimento de tecnologias que aumentem o bem-estar animal, no âmbito do princípio dos três Rs: do inglês Reduction (redução), Refinement (refinamento) e Replacement (substituição), previsto na legislação da União Europeia.
Esta tecnologia, acrescentam os investigadores, permite que os testes de substâncias ativas em animais por via oral passem a ser efetuados de forma “muito mais friendly. É uma tecnologia que alivia brutalmente a manipulação dos animais e até permite que eles se mantenham num ambiente social favorável, coabitando um ou mais companheiros no mesmo espaço, sem que tal interfira na aceitação voluntária e precisa das matrizes com os princípios ativos em teste”.
A próxima fase da investigação, inserida no projeto de doutoramento de Inês Preguiça, é validar a tecnologia em modelos de doença, “nomeadamente doenças metabólicas, degenerativas (do sistema nervoso central) e gastrointestinais”. Nesse sentido, a equipa está agora à procura de parcerias.
A nova coleção Yorn Shake It irá decorrer até 30 de abril de 2022, a não ser que seja estendida após o prazo.
Após o término da anterior coleção do Yorn Shake It, no passado dia 14 de novembro, os jogadores desta iniciativa da Yorn rapidamente começaram a ficar ansiosos pela nova versão. Ora, esta segunda-feira, dia 15 de novembro, a nova coleção ficou disponível para todos.
A caderneta continua com o mesmo tamanho, com seis colunas por 11 linhas. No total, há 60 cartas de coleção diferentes e numeradas que têm de colecionar, que, além de servirem para completar uma coluna, também vos dá pontos.
Funciona da seguinte forma: sempre que sair uma nova carta da coleção, têm 10 segundos para adivinhar qual é o nome daquela carta, entre as quatro possibilidades apresentadas. Quanto mais rápido acertarem, mais pontos ganham. Mas se errarem a resposta ou o contador chegar ao fim, não ganham quaisquer pontos.
O tema desta coleção é Jukebox Edition, pelo que convém que conheçam minimamente artistas e bandas, caso contrário poderão ter problemas e não ganhar pontos.
E como é que ganhamos pontos no Yorn Shake It?
Existem seis níveis diferentes:
Quando o utilizador atinge os 100 pontos;
Quando o utilizador atinge os 250 pontos;
Quando o utilizador atinge os 425 pontos;
Quando o utilizador atinge os 650 pontos;
Quando o utilizador atinge os 900 pontos;
Quando o utilizador atinge os 1200 pontos;
Sempre que se atinge determinado número de pontos, irão aparecer oito cartas que correspondem a prémios. Depois bastará carregar no botão “Baralhar” e tocar numa das cartas para descobrir o prémio que se ganhou. São os chamados jogos intermédios.
A Vodafone disponibiliza novamente smartphones, consolas, drones, ratos gaming, comandos para consolas, entre outros, além dos GB para dados móveis, oferta do tarifário durante algumas semanas ou até bónus em dinheiro creditado diretamente no saldo.
Por carregamentos de 10 a 19,99€ recebem um shake; por carregamentos de 20 a 24,99€ recebem três shakes, e, finalmente, por carregamentos iguais ou superiores a 25€ recebem cinco shakes. Neste caso, com carregamentos, somente é possível receber um máximo de 15 shakes por mês.
Caso tenham um tarifário Yorn pós-pago, recebem um shake por carregamento nas modalidades Yorn X 1GB e Yorn X 5GB, ao passo que os clientes com Yorn X 10GB ganham três shakes.
Adicionalmente, pode ser atribuído um shake por cada amigo que convidarem e que tenha inserido o vosso código na aplicação (limitado a 10 amigos) antes de começar a fazer shakes. Têm o vosso código na aplicação, pelo que podem também inserir o nosso, se assim o desejarem: ECHOBOOMER.
Continua a ser possível abrir a Mystery Box. Basta abrir a caixa todos os dias para se juntar os cinco pedaços de uma carta que, quando completa, dá direito a um shake extra. Também é possível que cada abertura da Mystery Box forneça shakes extra, mas aí é preciso uma pontinha de sorte.
Já no débito semanal do saldo, continua-se a receber dois shakes.
Novamente possível é a troca dos autocolantes repetidos com amigos, algo que fez imenso sucesso na coleção anterior. Imaginem que têm autocolantes repetidos e que apenas falta um para completarem uma coluna. Basta perguntarem a amigos se têm esse autocolante e se querem fazer a troca por um que eles precisem.
Também de volta está a Wildcard, que vos deixa escolher uma carta qualquer (exceto dourada) caso troquem 25 autocolantes repetidos. Isto pode ser especialmente útil para completar uma coluna. E sim, continua a ser possível trocar quatro cartas repetidas por um shake.
Claro, ficam sempre a faltar as cartas douradas, sendo preciso muita sorte para as obter. Existem ainda as cartas Joker, que dão um prémio imediato. Aqui basta responderem acertadamente à questão colocada – para terem ajuda devem procurar a resposta na Internet.
De resto, e à semelhança da versão anterior, também na nova coleção é possível oferecer jokers e prémios intermédios a amigos. Portanto, caso vos surja um joker ou prémio intermédio que não necessitam, bbasta selecionar o botão com ícone de presente (“toggle”) no canto superior esquerdo. Quando essa opção está selecionada, o botão QUERO passa para OFERECER.
Depois, o amigo que vai receber o prémio, deve selecionar o botão de radar, no separador de amigos, para encontrar o utilizador. Para isso, têm de estar ambos na mesma localização, com os dados móveis ligados e com o cartão Yorn inserido no equipamento.
Esta terça-feira, dia 16 de novembro, entra em funcionamento o Parque de Estacionamento Hub Criativo do Beato, na Rua da Manutenção, com 63 lugares, dos quais três destinados a condutores com mobilidade reduzida.
Este parque de estacionamento, projetado, construído e pronto a operar em apenas dois meses e meio, vem somar-se aos 38 de que a EMEL dispõe na cidade de Lisboa, num total de 6.535 lugares, e representa um investimento de aproximadamente 51.000€.
O Parque do Hub Criativo do Beato funcionará 24 horas/dia, com atendimento presencial no horário diurno (entre as 8h e as 21h) e remoto no horário noturno e dispõe da possibilidade de assinaturas mensais para residentes, comerciantes e público em geral.
Um ano de nova geração da Sony com preferências surpreendentes.
Fez no dia 12 de novembro um ano desde o lançamento da PlayStation 5 em território norte-americano, marco que a consola irá comemorar também em território europeu, neste caso a 19 de novembro.
Sensivelmente 365 dias depois, a jornada foi longa, com percalços pelo caminho e, apesar das incríveis vendas da consola, ultrapassando os 10 milhões de unidades a meio do ano, a PlayStation 5 não chegou às mãos de todos os jogadores. Na verdade, ainda parece uma miragem para muitos fãs.
Ainda assim, segundo uma publicação no blog da PlayStation, a PlayStation 5 não parou de receber jogos, com mais de 360 títulos lançados e 4.6 mil milhões de horas de jogo acumuladas coletivamente por parte dos jogadores.
Talvez mais interessante seja descobrir aquilo que os jogadores mais jogam na sua PlayStation 5. Com um catálogo de lançamento com alguns exclusivos e um 2021 relativamente forte, apesar de infelizes, mas necessários atrasos, ainda foi possível receber jogos como Returnal, Ratchet and Clank: Rift Apart, Kena: Bridge of Spirits e Destuction AllStars, para não falar de Demon’s Souls ou Marvel’s Spider-Man: Miles Morales, lançados também há um ano, ou do incrível Astro’s Playroom, pré-instalado em qualquer consola. Mas será que fazem parte dos 10 jogos mais jogados no último ano na PlayStation 5?
Velhos hábitos demoram a morrer e a lista partilhada pela PlayStation 5 revela que os jogos mais jogados são de franquias anuais e de experiências mais populares.
No topo encontramos o incontornável Fortnite, seguido de Call of Duty: Black Ops Cold War (o primeiro CoD de nova geração), depois temos FIFA 21, seguido de NBA 2K21 e, em quinto lugar, o jogo de ação e aventura da Ubisoft, Assassin’s Creed Valhalla.
No que toca a exclusivos e experiências desenhadas a pensar em todas as dimensões da PlayStation 5, temos apenas Marvel’s Spider-Man: Miles Morales e Demon’s Souls em oitavo e nono lugar, respetivamente.
Lista de jogos mais jogados na PlayStation 5:
Fortnite
Call of Duty: Black Ops Cold War
FIFA 21
NBA 2K21
Assassin’s Creed Valhalla
Destiny 2
MLB The Show 21
Marvel’s Spider-Man: Miles Morales
Demon’s Souls
NBA 2K22
Segundo a PlayStation, este foi o maior lançamento da sua história e, no que toca a planos para o futuro, tudo parece estar bem encaminhado no que toca a novos jogos. Em 2022 teremos pelo menos God of War Ragnarok, Gran Turismo 7 e Horizon Forbidden West, mas estão prometidos mais 25 jogos exclusivos em desenvolvimento pelos estúdios da PlayStation.
E tu? Já tens uma PlayStation 5? O que é que andaste a jogar nela neste último ano? E qual é o jogo que mais aguardas?
Apesar da Taxa de Atualização Tarifária (TAT) de 0,57%, decretada pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, o navegante municipal e o navegante metropolitano mantêm as suas tarifas atuais de 30€ e 40€ mensais, respetivamente.
A decisão foi tomada pela Área Metropolitana de Lisboa após auscultação dos municípios com serviços próprios e em articulação com as demais autoridades de transporte da região, tendo ficado estipulado que os preços de venda ao público dos Passes navegante se mantêm iguais no ano de 2022.
Aos restantes títulos de transporte dos operadores e serviços da sua competência, conforme determinado pela Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, pode ser aplicada a Taxa de Atualização Tarifária de 0,57%. Este valor é aplicável, nos limites legalmente definidos, nas tarifas dos títulos de transporte ocasional (bilhetes simples, de bordo, pré-comprados e unidades intermodais de transporte pré-pagas), monomodal (tipo passe ou assinatura) e combinado.
Já no final do próximo mês, a Volt-e prepara-se para lançar uma nova solução com o objetivo de tornar o sistema de carregamento das estações de 22 KW mais rápido.
A meta rumo a uma mobilidade mais verde e amiga do ambiente vai ficando cada vez mais próxima à medida que a tónica é colocada nas infraestruturas. Consciente disso e cada vez mais focada na criação de soluções que permitam tornar a mobilidade elétrica mais simples e adaptada às rotinas dos seus utilizadores, a Volt-e acaba de lançar uma nova linha de estações de carregamento de 22KW maioritariamente destinada a zonas residenciais urbanas.
Com um design inovador e mais robustas, concebidas em aço inox, numa aposta inovadora num material nobre de alta qualidade, estas estações surgem numa versão compacta que inclui todos os sistemas incorporados, o que permite reduzir consequentemente o custo da instalação. Assumem-se como uma solução competitiva para os operadores de posto, mas também para o consumidor, que passa a dispor de uma resposta adequada ao dia-a-dia, junto à sua zona residencial, com toda a segurança, comodidade e eficácia que se pretende numa solução de carregamento.
Depois deste upgrade, a empresa prepara-se para lançar, no final do próximo mês, uma nova solução com o objetivo de tornar o sistema de carregamento das estações de 22 KW mais rápido.
Desta vez era o público brasileiro que enchia as bancadas do Autódromo José Carlos Pace em Interlagos, São Paulo, Brasil. E que espetáculo presenciaram. Lewis Hamilton conseguiu mostrar, no Grande Prémio de São Paulo, o porquê de ser sete vezes campeão do mundo. Depois de uma desqualificação na qualificação para a Sprint e uma penalização de cinco lugares para a corrida, conseguiu acabar 10 segundos à frente do líder do campeonato, Max Verstappen.
A luta pelo campeonato do mundo de pilotos, e construtores, continua acesa nesta reta final da temporada de 2021 da prova rainha do desporto automóvel, a Fórmula 1. À partida para o Grande Prémio de São Paulo, Max Verstappen levava 19 pontos de vantagem para o sete vezes campeão do mundo, Lewis Hamilton. Depois de uma qualificação de sonho por parte de ambos os Mercedes, as contas começavam a agradar à equipa britânica, até que… os regulamentos acabam por dar uma desqualificação a Lewis Hamilton, que partiria assim do último lugar na corrida sprint de sábado. A Red Bull volta a sorrir.
Mas calma, Red Bull. Aguentem lá os bois, cavalos, perdão, que o W12 número 44 tem um motor de combustão fresquinho. Lewis Hamilton até pode ter partido de último após ter feito o melhor tempo na qualificação, mas a verdade é que o britânico tinha mais para mostrar. Nas 24 voltas que compõem a corrida sprint em Interlagos, Sir Lewis Hamilton não recuperou 5, nem 10, mas 15 posições, tendo acabado em P5 atrás de Valtteri Bottas, Max Verstappen, Carlos Sainz Jr. e Sergio Pérez.
Acontece que o motor fresquinho do W12 número 44 veio agarrado a uma penalização de cinco lugares na grelha de partida, fazendo com que Lewis Hamilton partisse para o Grande Prémio de São Paulo em P10, muito atrás do seu adversário direto, Max Verstappen, que partia de P2. Nada fácil na luta pela renovação do título de campeão do mundo de Fórmula 1.
Lights out and away we go! São 71 voltas de emoção e, antes de chagar à primeira curva, temos logo o primeiro toque. Carlos Sainz arranca mal e, ao ser ultrapassado por Lando Norris, acaba por tocar no piloto da McLaren, fazendo com que este fique com um furo e tenha que parar nas boxes para trocar de pneus logo após uma primeira volta muito, mas muito lenta. Nada bom para a McLaren na tentativa de ficar em terceiro no campeonato do mundo de construtores… mais para a frente ficava pior, quando Daniel Ricciardo acaba a corrida mais cedo por problemas na power unite do seu McLaren.
Mas voltando à primeira volta: na chegada à primeira curva, Bottas vai largo e acaba por ser passado por Max Verstappen, comprometendo ainda a posição para Pérez, que passa o Mercedes entre as curvas 3 e 4. Bottas ia agora em terceiro, mas, por outro lado, o outro Mercedes, o de Hamilton, tinha subido quatro posições só nas primeiras curvas e estava agora em P6.
Ainda na primeira volta Hamilton sobe para P5. Ok, passado pouco tempo já está em P4, logo atrás de Bottas. O finlandês, após receber ordens de equipa, deixa passar Lewis, que está assim em P3, cinco voltas depois de ter começado em P10… que arranque de corrida alucinante. Nesta troca de posições, Lewis aproveita para agradecer a Valtteri e pede à equipa que passa a mensagem ao colega: “Segue-me e vamos apanhá-los”, referindo-se aos dois pilotos da Red Bull, que nesta altura seguiam em P1 e P2.
Pouco depois era a vez de Yuki Tsunoda moldar o decorrer da corrida. O japonês mede mal a travagem, ou até o espaço que tinha para o carro, e acaba por bater em Lance Stroll. O resultado foi uma asa frontal a menos, 10 segundos de penalização e ainda um Safety Car. Ideal para os Mercedes se aproximarem dos Red Bull, mas se até correu bem a Hamilton, por outro lado correu menos bem a Bottas, que ia perdendo a P4 para um dos Ferrari que lutavam para chegar o mais à frente possível.
O ritmo começa a aumentar lá na frente, tudo pronto para uma corrida espetacular e… Virtual Safety Car. Mick Schumacher bateu em Kimi Räikkönen exatamente no mesmo sítio que umas voltas antes Tsunoda abalroara o carro de Stroll. Desta vez, o piloto alemão não ficou imediatamente sem asa frontal, mas foi espalhando pedaços da mesma ao longo de toda uma volta. Se uns espalhavam asas frontais, outros espalham magia. Lá na frente, Lewis Hamilton só já tinha 1.2s de atraso para Sergio Pérez.
É agora, Hamilton estava perto o suficiente para atacar Pérez e ascender à segunda posição. O Mercedes 44 passa o Red Bull do mexicano na curva 1, mas o contra-ataque acontece de seguida e na curva 4 é a vez de Pérez retomar ao segundo lugar. Que corridaço meu irmão!
Estamos agora na volta 19 e Hamilton volta a tentar… desta vez consegue. Depois de partir de P10, o carro número 44 está agora em segundo lugar apenas com o atual líder da tabela, Max Verstappen, à frente. É altura de tentar o undercut. Hamilton pára primeiro e mete duros. Logo de seguida pára Max Verstappen e mete também duros, mas a verdade é que, com a excelente volta de saída de Lewis Hamilton, a distância entre os dois cai e a corrida está cada vez mais em aberto.
Perdoem-me se queriam saber como é que as coisas estão lá para o meio da tabela, mas hoje a atenção estava nos quatro carros da frente.
Entretanto, Pérez pára. Bottas ainda não parou, e que sorte para o carro 77 da Mercedes. Stroll, ainda por causa daquele “toque” com Tsunoda, perde um pedaço da estrutura lateral do carro e novo Virtual Safety Car[VSC]. Bottas aproveita para fazer a sua primeira paragem e consegue assim, graças ao novo VSC, sair para a pista em P3 à frente de Sergio Pérez.
Max Verstappen continua a liderar a corrida, mas agora com (apenas) cerca de um segundo de vantagem para o segundo lugar. Lewis Hamilton vai-se mostrando. Max diz à equipa que não quer voltar a ser surpreendido pelo undercut de Lewis. Lewis diz que, ao parar novamente, quer ir de médios.
Max teve o que pediu e pára umas voltas depois, antes de Lewis, para novo jogo de duros. Depois pára Bottas e sai em P5, logo seguido de Pérez, que ao parar sai em P5 numa altura em que Bottas já tinha ultrapassado Charles Leclerc, ficando a tabela assim: Hamilton, Max, Bottas, Leclerc e Pérez.
Pérez acaba por ultrapassar Leclerc e a verdade é que se Bottas parou primeiro foi simplesmente para perceber o ritmo dos pneus novos, duros, naquela fase da corrida. O finlandês não ficou contente, mas Hamilton também não: o britânico não teve o que pediu. Parou mas meteu duros, não médios. Escolha que viria a revelar-se a correta.
Hamilton vai-se aproximando. Hamilton consegue, por momentos, ficar à frente antes da curva 4, mas Max não se deixou ficar e acabou por ir fora na curva 4 juntamente com Lewis, de forma a proteger a primeira posição. “Deixem-nos correr”, pedia a Red Bull e a FIA concordava. Nada a apontar, mas Lewis não desistia e, umas voltas mais tarde, Max levava mesmo uma bandeira Preta e Branca por andar aos “esses” entre a curva 3 e 4.
Lembram-se de vos ter dito que Ricciardo ia ficar de fora? Foi por esta altura. E Stroll foi-lhe fazer companhia, ainda por causa dos danos do embate com Tsunoda.
Após muitas tentativas, foi na volta 59, de 71, que Hamilton passou Max Verstappen, também entre a curva 3 e 4. Festejos na box da Mercedes e uma mensagem para Valtteri: “Go and get him“, dizia Toto Wolff, pedindo a Bottas que se chegasse perto de Verstappen. Mas não chegou, tendo acabado a corrida mesmo em P3, o que acaba por ser uma excelente posição para as contas no campeonato de construtores.
Quem foi embora foi Lewis Hamilton que, da volta 59 ao fim da 71, conseguiu ganhar 10 segundos de vantagem. É isso mesmo: ao longo do fim de semana levou qualquer coisa como 25 lugares de penalização, começou a sprint em último e a corrida de domingo em 10º, mas, mesmo assim, conseguiu encontrar velocidade e destreza suficiente para acabar em primeiro lugar com 10s de vantagem para o segundo classificado, Max Verstappen.
No meio do mau, algo de positivo para a Red Bull. Sergio Pérez parou no início da volta 70 para trocar para um jogo de pneus macios de forma a levar a volta mais rápida para casa, tirando um ponto a Lewis e dando um ponto à Red Bull na luta para o campeonato de construtores. O mexicano conseguiu o tempo de 1:11.010 (Hamilton tinha feito 1:11.982, mas de duros).
O piloto do dia (do fim de semana, até) foi, sem qualquer dúvida, Lewis Hamilton, seguido de Lando Norris que, após descer para último na primeira volta, conseguiu acabar nos pontos, em P10. Um ponto importante para a McLaren, que a cada corrida que passa vê a Ferrari ficar mais distante no campeonato de construtores. A equipa de Maranello conseguiu, no Grande Prémio de São Paulo, P5 e P6, aumentando a vantagem para a equipa de Woking.
Faltam três corridas… e que época estamos a ter. Por agora está assim:
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos
Posição
Piloto
Equipa
Pontos
1
Max Verstappen
Red Bull Racing Honda
332.5
2
Lewis Hamilton
Mercedes
318.5
3
Valtteri Bottas
Mercedes
203
4
Sergio Perez
Red Bull Racing Honda
178
5
Lando Norris
McLaren Mercedes
151
6
Charles Leclerc
Ferrari
148
7
Carlos Sainz Jr.
Ferrari
139.5
8
Daniel Ricciardo
McLaren Mercedes
105
9
Pierre Gasly
AlphaTauri Honda
92
10
Fernando Alonso
Alpine Renault
62
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas
Foi no passado mês de julho que vos falámos do Gin No.3, que representa o expoente máximo do clássico London Dry. Um gin que, por quatro vezes, foi considerado o melhor do mundo. E na incessante procura pela perfeição – The Art of Perfection, eis que o No.3 London Dry Gin apresenta agora um novo posicionamento, prometendo ganhar espaço no mercado nacional de bebidas espirituosas.
O primeiro passo já foi dado com um espaço exclusivo na Taberna Moderna, localizado na Rua dos Bacalhoeiros, 18 A.
Luis Carballo, proprietário do espaço, disse o seguinte aquando da inauguração: “O Gin em Portugal deixou de ser uma experiência da moda para ser um culto para os amantes deste subtil destilado e para muitos é uma bebida social, versátil e adaptada à gastronomia. No restaurante a Taberna Moderna continuamos a apostar no Gin, descobrindo as marcas mais recentes e sempre apoiando as consolidadas. No3 Gin clássico e elegante tem uma destilação perfeita e uma alquimia única, numa garrafa bonita. O bar da Taberna Moderna, o Lisbonita Ginbar, orgulha-se de ser o embaixador do No3 em Lisboa.”
O lançamento do conceito The Art of Perfection é inspirado nos especialistas em destilação que estão por trás do Gin No.3 e que combinam paixão e precisão para criar o melhor gin do mundo. A nova campanha revela uma série única de imagens impactantes que apresentam o líquido cristalino do Gin No.3 sob a forma de uma dramática paisagem colorida, podendo ser vistas no site da marca. O microfotógrafo Justin Zoll conseguiu capturar os mais ínfimos detalhes do Gin No.3 a uma escala microscópica, com uma ampliação de 40x, e desse trabalho resultou uma obra-prima: uma união de Arte e Ciência que capta a perfeição do gin.
Com uma imagem mais contemporânea e clean, a inconfundível garrafa verde com a chave incorporada dá agora lugar a uma garrafa de formato triangular desenhada pela premiada casa de design Stranger & Stranger, com detalhes intrincados e vidro superior, em que cada lado reflete cada um dos três elementos botânicos da receita do Gin No.3: zimbro, citrinos e especiarias. A cor turquesa do vidro vem representar o sabor refrescante proporcionado pelo equilíbrio perfeito dos três elementos, enquanto a icónica chave se mantém na frente e no centro da garrafa, simbolizando com orgulho a morada da Berry Bros. & Rudd e a garantia da sua qualidade excecional.
O Gin No.3 é elaborado com a paixão e precisão rigorosa de uma equipa dedicada de mestres da destilação de classe mundial, como o Dr. David Clutton, a única pessoa no mundo com um PhD em Gin, mas também com a colaboração de alguns dos melhores bartenders do mundo. A destilação é feita na Holanda, casa do gin, num alambique centenário em cobre e revestido a tijolos, segundo a tradição holandesa.
Com um estilo clássico e um sabor definido, o Gin No.3 atinge um equilíbrio refrescante a partir dos melhores ingredientes vindos de todo o mundo: casca de toranja (Uruguai), casca de laranja (Espanha), sementes de coentro (Bulgária), cardamomo (Guatemala), bagas de zimbro (Itália) e raiz de angélica (Polónia).
Em Portugal, o Gin No. 3 encontra-se à venda em garrafeiras da especialidade e no retalho especializado (ECI, Apolónia).
Esses 100€ poderão ser utilizados em restaurantes, compra de vestuário ou, até, em experiências de beleza.
Sentem saudades do antigo MB Way Challenge e andavam à procura de alguma oportunidade que vos permitisse ter descontos em restaurantes, roupa ou outro tipo de experiências? A MediaMarkt tem a solução.
“COMPRA 100€ GANHA 100€” é a mais recente campanha da empresa, em que oferece 100€ que poderão ser utilizados em ofertas desde que façam uma compra mínima de 100€ numa loja MediaMarkt ou no site oficial.
A participação é simples:
Fazer uma compra mínima de 100€ nas lojas MediaMarkt e guardar o talão de compra ou screenshot do email de confirmação da encomenda.
Preencher o formulário com os dados solicitados e fazer o upload da fatura.
Até cinco dias após a submissão e validação destes dados, receberão por email o código de acesso aos vouchers.
Devem inserir o código no site dedicado até 31 de dezembro e efetuar o download dos vouchers. Consultem a lista de experiências disponíveis, escolham as experiências que querem usufruir e contactem diretamente o parceiro para efetuar o agendamento. Devem sempre indicar que possuem um voucher da campanha da MediaMarkt.
Na data e hora agendadas, entreguem o voucher impresso ao parceiro e aproveitem a vossa experiência.
Como puderam ler, o funcionamento é muito simples. No caso dos restaurantes, não é possível ter refeições à borla, mas antes descontos de 2 por 1 ou de determinado valor. Para vestuário aplica-se a mesma lógica, sendo possível terem descontos de 10€ em compras cujo valor mínimo seja de 100€.
Onde existem mesmo borlas é na área dedicada à beleza, onde poderão ter sessões de depilação, massagens e idas a ginásios, entre outras possibilidades, sem que tenham de gastar um cêntimo.
A celebração das maiores franquias de Mechas acontece num jogo perdido no tempo que chega finalmente ao ocidente.
Tenho uma estranha relação com o género mecha. Por um lado, não é o meu favorito, por outro, adoro robôs gigantes e alguns dos meus animes favoritos de sempre encontram-se, de alguma forma, ligados ao género. Por isso, quando soube de um jogo que seria uma celebração do género e com a inclusão de alguns desses icónicos robôs, fiquei imediatamente entusiasmado.
Falo, obviamente, de Super Robot Wars 30, que apesar de contar com uma longa história de entradas, eu desconhecia por completo. Algo que justifico com o facto de esta ser a primeira vez que chega ao ocidente e ao PC via Steam.
Se esperava por um jogo cheio de ação onde poderia controlar um Gundam, ou um mecha de Code Geass, as expectativas caíram-me ao chão à velocidade terminal quando me apercebi que Super Robot Wars 30 não é um jogo do estilo ao que estou habituado, mas sim metade visual novel, metade jogo de estratégia por turnos.
Rapidamente me tornei resistente à ideia de Super Robot Wars 30, porque objetivamente requer uma de duas coisas: investimento pessoal e conhecimento da série/género ou vontade em aprender e conhecer o jogo, dois elementos que me faltaram durante as minhas experiências.
Não vou mentir e dizer que “gostei muito”, mas também não sinto que tenha experienciado o suficiente para dizer que é um mau jogo. Por isso, deixo o alerta aos mais curiosos para que não entrem às cegas em Super Robot Wars 30, como eu me propus a fazê-lo.
Super Robot Wars 30 apresenta-se como um jogo narrativo, onde podemos escolher a nossa personagem, um rapaz ou rapariga, cujo destino os leva a ter que controlar robôs para salvar o mundo. Uma premissa cliché, mas que tem este pequeno twist dirigido aos fãs do género: uma história que se cruza com diferentes universos de histórias mecha, com recriações de cenas dos seus animes em momentos chaves. É, no fundo, uma celebração, cheia de fan-service para quem adora o género.
Super Robot Wars 30 não é narrativamente complexo, mas adora complicar-se com longas sequências de diálogos no registo de visual novel, que duram demasiado tempo para apresentar situações simples com uma intensidade por vezes exagerada. Um problema comum na generalidade dos animes, com muita exposição à mistura.
A jogabilidade também é superficialmente simples, com um sistema por turnos onde movemos os nossos mechas no campo de batalha e os posicionamos frente a frente para atacar, antes dos pequenos confrontos animados se desenrolarem quase automaticamente à nossa frente. A profundidade da jogabilidade é encontrada através das ordens que podemos dar e da gestão de itens e armas que podemos usar nos mechas, evocando aquela profundidade que encontramos em RPGs mais tradicionais.
Missão atrás de missão, o jogo é consistentemente repetitivo na sua oferta, com os cenários e situações a darem o ar de sua graça. Seria algo mais divertido e aliciante se não fosse a sua apresentação pouco dinâmica.
Super Robot Wars 30, apesar do seu tremendo potencial, é um jogo pouco bonito ou interessante, não só por adotar a estética anime e o registo de visual novel, mas também pelas suas cenas de ação em “papel” com animações e sequências que lembram os jogos flash. No fundo, é um híbrido de manga/anime interativo que talvez resultasse quando originou, em 1991.
A verdade é que, apesar da sua premissa e potencial, Super Robot Wars 30 não me convenceu. Mea culpa por não ser fã do que se faz no oriente dentro deste género, ou pela minha falta de interesse em querer aprofundar o meu conhecimento no lore e nas mecânicas do jogo. Não tenho dúvidas que pode ser uma ótima e entusiasmante celebração para o seu nicho de fãs.
Cópia para análise (versão PC) cedida pela Bandai Namco.
E quem diz Lisboa diz outra de mais de 200 cidades disponíveis.
Apesar de toda a concorrência existente, que vai apostando em ofertas de subscrição para os seus clientes, a verdade é que o Spotify continua a ser o serviço de streaming de música mais utilizado no planeta. Mas se é a plataforma do género mais utilizada, não seria interessante saber quais as músicas mais ouvidas nesta ou naquela cidade? Bom, agora já é possível.
A empresa apresentou recentemente os novos “Spotify Charts”, que permitem conhecer o ranking das músicas mais populares de várias cidades em todo o mundo, as músicas mais populares por género musical, assim como uma grande quantidade de dados e ferramentas úteis para artistas e ouvintes.
Em baixo, segue a lista das novidades disponíveis no Spotify Charts:
Playlists locais e “pulse”. As playlists segmentadas por cidades do Spotify baseiam-se na música que é popular entre os ouvintes de mais de 200 cidades, entre as quais está Lisboa. Além disso, as playlists “pulse” analisam a popularidade de cada música entre os ouvintes de cada cidade em comparação com a sua popularidade em todo o mundo, de forma mostrar o gosto único e distinto dos ouvintes de cada cidade.
Playlists por género musical. As playlists por género musical ajudam os fãs de música a estarem atentos aos seus artistas favoritos. Todas as semanas, as playlists de Spotify têm as melhores 200 músicas de 17 géneros, classificando-as de acordo com o contexto das playlists dos utilizadores e a análise dos editores.
Playlists de artistas. As playlists de artistas são um reflexo dos artistas mais populares do momento, baseando-se nas reproduções de todo o catálogo do Spotify. Estas playlists são atualizadas todas as sextas-feiras com os 200 artistas a nível mundial, que permite que os fãs possam observar a ascensão dos seus artistas favoritos.
Dados das playlists de êxitos e créditos dos compositores. Em conjunto com as novas playlists de êxitos, há novos dados. Agora, os artistas e fãs podem ver as datas de entrada nas playlists, as posições máximas e o comportamento das músicas através de uma visão ampliada. Desta forma, o Spotify incluiu os créditos dos compositores e produtores em todas as músicas.
Cartões de celebração de êxitos. Os novos “Spotify Charts” não consistem em apenas saber mais dados sobre a música que está a ouvir, mas também para celebrar os êxitos dos artistas. Desta forma, a plataforma criou novos cartões que tanto os artistas como os fãs podem partilhar e em que aparece a posição da música de um determinado artista nas playlists.
O segundo ato da nova sensação animada da Netflix continua com uma apresentação sólida e uma narrativa forte com muito fan service.
É impossível falar da segunda parte de Arcane sem mencionar a primeira, portanto fica o aviso: vamos falar de Spoilers.
Depois de um trágico e emocionante final do primeiro ato, que serviu como a primeira parte de uma trilogia, os três novos episódios servem de ponto para um final e têm a difícil tarefa de nos manter investidos por sabermos de antemão que a história não vai terminar por aqui.
Se o primeiro ato serviu de apresentação e vislumbre de cenários e personagens que poderiam ou não ter peso na narrativa que lhe seguia, o segundo ato explora um pouco de tudo: o que a série tem para dar, muito world building, mas com um especial foco na dinâmica mais íntima e interpessoal das personagens.
Fica claro que esta continua a ser a história da relação entre Vi e Powder (agora conhecida oficialmente como Jinx), com os fãs a terem descoberto concretamente o que se passou no final meio ambíguo e questionável do terceiro episódio, onde ambas ficaram separadas e o seu destino ficou incógnito.
O segundo ato aproveita a oportunidade para mover peças, tecendo alianças, com Caitlyn a juntar-se à jornada de Vi, Jayce a subir de forma bem suspeita até ao poder, Viktor a tomar medidas drásticas após conhecer o seu fado e Jinx a descobrir que podia ter evitado transformar-se naquilo que é.
O ritmo destes episódios é ligeiramente mais lento, mas altamente substancial, rico em pequenos momentos e interações de crescimento de personagens, com deliciosas alianças e amizades forjadas e com uma espécie de preparação para um final bombástico e catártico. Faltou, contudo, as emoções fortes ou algo ao nível dos primeiros episódios, algo que honestamente se torna difícil de atingir… para já.
A apresentação de Arcane continua a melhor que vimos nos últimos anos. O tom, a atmosfera e a arte mantêm-se sólidas, assim como o cuidado de escolha a cada frame, que parece querer contar algo a aludir a elementos conhecidos. Neste departamento, o grande destaque deste segundo ato, para mim, está na incrível ação, tanto em momentos mais épicos e de grande escala, dignos de serem vistos no grande ecrã, como um “assalto” no quarto episódio, a confrontos mais íntimos entre personagens que me deixaram de queixo caído pela agressividade visceral de combates e da sua excelente coreografia. Absolutamente incrível.
Também interessante nestes episódios é o departamento musical, que regressa com a apresentação de mais três singles – “Dirty Little Animals” – Bones UK, “Enemy” – Imagine Dragons & JID e “Guns For Hire” – Woodkid – de uma forma curiosa, como se, por momentos, a série passasse a ser um videoclipe, dando palco às músicas de conduzirem os eventos ou o desenvolvimento narrativo. Para mim resultou bastante bem, mas para muito público pode parecer estranho e out of place.
No fim de contas, este é o “capítulo do meio” numa saga coesa e contínua, onde nenhum episódio se faz sentir como um standalone. É por isso mesmo que o segundo Ato serve de desenvolvimento e avanço narrativo, mas sem correr grandes riscos, aos mesmo tempo que nos oferece momentos de adrenalina e muito fan-service.
Se a fasquia dos primeiros episódios foi elevada a grandes alturas, os novos episódios seguraram-na bem. Resta saber de que forma o mundo de Arcane será explorado no seu ato final – se tudo ficará resolvido ou se há surpresas para algo mais.
Os atos 1 e 2 de Arcane podem ser assistidos na Netflix, com os últimos três episódios a estrearem a 21 de novembro.
Call of Duty: Vanguard introduz-nos uma campanha com algumas emoções e muitas ilusões, numa experiência linear, cheia da inconsistências e pouco marcante.
Quando Black Ops 4 tentou quebrar o molde com a ausência de uma campanha, admito que fiquei triste. Ao contrário daquilo que a saga Call of Duty se tornou, sempre admirei o empenho e a dedicação das equipas rotativas da Activision em criarem uma experiência narrativa para jogar confortavelmente a solo, ao mesmo tempo que nos apresentam as bases e a mitologia que dá sabor às experiências multijogador.
Por outro lado, esta tradição tem-me, ano após ano, cansado, e aquilo que via com algum entusiasmo passou a ser quase uma tarefa. Não por causa das suas últimas entradas que têm trazido sempre algo para cima da mesa, mas porque, nos piores anos, as campanhas de Call of Duty demonstraram-me o quão descartáveis estas experiências são.
Enquanto Call of Duty: Vanguard se destaca por ser uma entrada bastante sólida a nível da campanha, também se destaca pela falta de alma com uma história genérica e descartável que provavelmente será esquecida quando o próximo jogo chegar. Isto é, se também não tiver sequelas.
Com Modern Warfare e Black Ops a fazerem reboots das suas séries dentro do universo Call of Duty, ficou também clara a intenção de, no futuro, termos sequelas. Mas para este ano, a Activision e a Sledgehammer Games voltaram a olhar para o passado, levando-nos de novo para a Segunda Guerra Mundial.
Após terminar Vanguard, e olhando para o historial do estúdio, percebo o meu desdém face a esta entrada. Afinal de contas, foram responsáveis pelos Call of Duty que menos gostei, tanto na campanha como no multijogador, desde Modern Warfare 3, passando por Advance Warfare e até a WWII. Contudo, esta é uma aventura, de longe, superior aos jogos anteriores, graças à forma narrativa e a pequenas introduções que nos mantêm motivados e agarrados ao comando do início ao fim da campanha.
Polina Petrova
Lugas Riggs
Wade Jackson
Arthur Kingsley
Em Vanguard voltamos à Segunda Guerra Mundial, mas em vez de acompanharmos o drama imersivo dos soldados numa sequência de eventos e missões mais bélicas, temos algo semelhante ao que a série apresentou recentemente, com personagens especiais em situações espetaculares e distintas, ainda que com uma alguma liberdade criativa nos acontecimentos históricos. Embora a trama principal tome lugar após a morte do Third Reich, grande parte do jogo são retrospetivas do elenco de personagens, levando-nos a missões que os tornaram quem eles são: a sniper soviética Polina Petrova, o líder Arthur Kingsley, o perito em explosivos Lugas Riggs e o piloto de cabeça quente Wade Jackson, que são as personagens controláveis do jogo.
Após serem capturados por forças Nazi, o grupo é interrogado um a um, e dessa oportunidade narrativa revisitamos o passado de cada membro em missões anteriores durante a guerra ou momentos de conflitos que deram origem à sua persona atual, como é o de Wade Jacksone e a sua fuga de forças japonesas, ou a trágica história de Polina Petrova e de como se transformou na Lady Nightingale. É uma forma eficaz de ficarmos a conhecer cada um destes operativos – quem são, de onde vêm e o papel que têm na dinâmica da narrativa central -, ao mesmo tempo que permite a exploração de simples, mas diferentes habilidades.
Cada operativo tem a sua história e habilidades diferentes ajustadas à narrativa. Petrova é ágil e pode trepar paredes, ao mesmo tempo que tem especialidade em sniping; Kingsley como líder pode dar indicações em campo aos seus colegas; Riggs é o homem dos explosivos; e Jackson tem a habilidade de ver inimigos entre obstáculos e eliminar tudo e todos rapidamente. Tudo interessante… não fosse o jogo tão linear e forçado à circunstância. As habilidades de Petrova, por exemplo, apenas definem o progresso linear dos níveis. Se existe um caminho por telhados, é única e exclusivamente aquela a sua habilidade especial, que de especial nada tem. O mesmo acontece com Kingsley, cujas oportunidades de dar ordens surgem de acordo com a necessidade da missão em determinado momento.
Esta linearidade de game design revela que Call of Duty: Vanguard é uma das entradas mais on-rails da série, ainda que não o queira admitir, usando mecanismos e estratégias ilusórias de um jogo que, quando repetido, nada de novo oferece. No fundo, um filme interativo. E no fim de contas, quando a campanha termina, num breve momento de exposição, percebemos do que realmente esta porção de jogo se tratava. Setup. Uma breve apresentação do tema da nova temporada das experiências multijogador, onde se inclui o modo Zombies, de forma a aludir a um universo unificado. Não fosse toda essa mitologia tão desinteressante e talvez o jogo terminasse numa nota mais alta.
A nível de apresentação, Call of Duty: Vanguard é também um verdadeiro caso de estudo. Em jogo é belíssimo, com locais e cenários a roçar o hyper-realismo, logo verdadeiros momentos dignos de captar uma ou outra foto. Infelizmente, estes momentos acontecem apenas nos momentos mais calmos, sendo que a linearidade do jogo não nos permite uma exploração a fundo desses cenários e de todos os elementos tão interessantes nos seus fundos.
Com muitos momentos narrativos na perspetiva do jogador, onde a versão mais recente do IW Engine mostra aquilo que é capaz, o jogo frequentemente injeta sequências pré-renderizadas a uma taxa de frames mais baixa e “cinemática”, atirando pela janela fora toda aquela imersão que tanto apregoa. Em cima disso, apesar de extremamente bem produzidas, temos as cinemáticas CGI e fílmicas a acompanhar a história. É uma quantidade de técnicas e formatos desnecessários, mas que também mostram a extensão da produção do jogo e a falta de cuidado em apresentar um produto coeso e com direção.
Numa outra nota, também dou destaque à banda sonora de Bear McCreary, o compositor responsável pela banda sonora de God of War, Godzilla King of the Monsters e, mais recentemente, o épico sci-fi Foundation, que neste jogo faz um trabalho pouco bombástico e extremamente forçado, algo que se tornou evidente em diversas sequências que funcionariam bem melhor sem o acompanhamento de músicas, como por exemplo uma pequena e intensa batalha de boss, onde as pistas áudio seriam imperativas, mas a tensão musical, em vez de fortes emoções, deram-me algumas frustrações.
Existem ótimas ideias em Call of Duty: Vanguard e estaria a mentir se dissesse que, ao fim das minhas cerca de 10 horas, não teria gostado do jogo. Gostei do elenco de personagens, das suas pequenas histórias e digo até que gostava de mais, numa sequela ou expansões em vez dos modos multijogador, mas existem tantas estranhas decisões de design e uma linearidade forçada tão prevalente que tornam a campanha de Vanguard em mais uma missão descartável e esquecível. Felizmente para os verdadeiros fãs, Call of Duty não vive apenas da campanha.
Cópia para análise (versão PlayStation) cedida pela PlayStation Portugal.
Agora sim, podemos finalmente sentir um concerto como há muito não o sentíamos.
Foi no passado dia 5 de novembro que os dinamarqueses Efterklang apresentaram-se no Porto, na novíssima sala de espetáculos do Hotel M.Ou.Co. Na bagagem, o mais recente álbum Windflowers e uma vontade imensa de celebrar um concerto inesquecível para os presentes.
O M.Ou.Co, o novo espaço cultural e hoteleiro do Porto, inaugurado oficialmente em setembro, serviu de palco para o evento SON Estrella Galicia, que contou com a presença dos Efterklang e, no dia seguinte, dos portugueses First Breath After Coma.
A banda dinamarquesa foi recebida numa sala esgotada e, apesar da noite fria, o ambiente no seu inteiror era bastante caloroso, o que levou a que o vocalista Casper Clausen vestisse uns calções a meio do mesmo. Mas por falar em caloroso, Windflowers, o sexto álbum de originais da banda, deixou-nos de alma bem aquecida e confortada. Este é um disco a que podemos chamar de casa. As emoções fluem de uma forma tão honesta e tão pessoal que é impossível não nos deliciarmos com as letras que a compõem – todas elas escritas em inglês, com a exceção do último tema “Abent Sar”, escrito em dinamarquês.
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Foto: Telmo Pinto
Os Efterklang convidaram o público a entrar no seu mundo, bem juntinhos, e foi simplesmente maravilhoso. Houve momentos ora intimistas e melancólicos, como na música “Hold Me Close When You Can”, onde a sala se encheu com a voz de Casper e com as teclas de Simon Toldam, ora imensamente festivos e dançantes como em Abent Sar, onde o baixista Rasmus Stolberg e Casper Clausen se juntaram ao público numa pequena “rave” no clímax da música.
Podemos resumir esta noite como uma partilha e uma energia tremenda entre banda e público ao longo de todo o concerto, o que deixou todos os presentes absolutamente maravilhados e agradecidos com este regresso dos Efterklang à cidade do Porto. Durante este hiato que aconteceu devido à pandemia, sentimos essencialmente a falta desta proximidade, deste calor humano, destas emoções bem à flor da pele. A dança que teimava em não acontecer estando reservados a um lugar sentado… agora sim, podemos finalmente sentir um concerto como há muito não o sentíamos.
A Agriloja acaba de inaugurar a sua segunda loja em São Miguel, nos Açores, reforçando a sua presença na ilha.
A nova loja de Ponta Delgada, localizada na Rua da Piedade s/n, em Arrifes, está pronta para responder às necessidades dos consumidores para as áreas de Agricultura, Jardim, Pecuária, Animais de Estimação, Bricolage e Casa com mais de 20.000 produtos, quer sejam aficionados DIY / “faça você mesmo” ou profissionais.
Este espaço, a 30ª loja da marca, está a funcionar de segunda a domingo, das 9h às 20h. Está também aberta aos feriados.
Já viram alguma modalidade nos restaurantes Guilty?
Estávamos em 2019 quando demos a novidade: o chefpreneurOlivier da Costa tinha-se juntado à Sport TV numa iniciativa que tornava os restaurantes Guilty nos melhores locais para ver os jogos da Sport TV. Ora, a iniciativa correu tão bem que a parceria foi renovada.
Isto significa que os restaurantes Guilty Parque das Nações e Porto são considerados um SPORT TV Guilty Stadium, transformando-se numa bancada privilegiada para ver alguns dos maiores artistas portugueses do desporto espalhados pelo mundo. O quarteto de Manchester na Premier League, liderado por Cristiano Ronaldo – companheiro de Bruno Fernandes no United e rival de Rúben Dias e Bernardo Silva no City –, o poste Neemias Queta da equipa da NBA Sacramento Kings e o piloto do MotoGPMiguel Oliveira, bem como o duelo Max vs Hamilton da próxima época da Fórmula 1, formam parte do “plantel” da Sport TV e, por via desta parceria, do Guilty Stadium.
Este conceito foi desenvolvido em exclusivo pelo canal desportivo português para os restaurantes Guily by Olivier, não faltando ainda petiscos e cervejas. Em termos de petiscos, os clientes podem dividir-se entre os incontornáveis Mexican Appeal Nachos, com queijo cheddar, sour cream, guacamole e pico de gallo; a Focacheese, com queijo, manteiga de ervas e alho; ou as asinhas de frango picantes. Caso o estômago peça algo mais composto, o difícil será mesmo escolher entre um dos mais emblemáticos pratos da carta, havendo hambúrgueres, pizzas e massas.
No final de tudo, havendo ou não motivos para festejar, sobra sempre espaço para uma das indulgentes sobremesas Guilty. E as do Guilty são ótimas, é um facto.
Em relação a bebidas, há desde a simples imperial a diversos tipos de cerveja, bem como uma seleção variada de vinhos, licores, aperitivos, bebidas espirituosas e cocktails de autor.
Em dias selecionados, o Guilty Stadium oferecerá aos clientes a oportunidade de regressarem a casa com vouchers de mensalidades gratuitas da Sport TV, assim façam um palpite vencedor para o resultado final na competição que estão a seguir.
Intervenções que irão realizar-se no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência.
Hoje, dia 12 de novembro, foram assinados contratos para as intervenções previstas no Museu Nacional Machado de Castro e no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, e no Museu Monográfico de Conímbriga, em Condeixa-a-Nova, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Estes contratos abrangem a realização da empreitada no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, num investimento que ultrapassa os dois milhões de euros e que compreende a requalificação do Centro Interpretativo, Casa do Paço e de alguns espaços exteriores do Mosteiro, e que dotará toda a infraestrutura de rede Wi-Fi. A obra deverá arrancar no segundo trimestre de 2023 e estar concluída no final de 2024. Estes contratos incluem ainda a realização da obra no Museu Nacional Machado de Castro, num investimento global de cerca de dois milhões de euros e cuja intervenção inclui a conservação de coberturas, fachadas e interiores e igualmente a instalação de rede Wi-Fi, com início estimado para o primeiro trimestre de 2023 e conclusão no final de 2024.
Já o investimento total para a intervenção no Museu Monográfico de Conímbriga ultrapassa os cinco milhões de euros, prevendo-se a remodelação do Museu com valorização das áreas de reserva, de exposições temporárias e oficinas, melhoria das acessibilidades, sistemas elétricos, de segurança e de iluminação, assim como instalação de rede Wi-Fi. A obra deverá ter início no segundo trimestre de 2023 e estar igualmente concluída no final de 2024.