Encontro com Vinhos – Novidades e clássicos para enófilos

Um evento com casa cheia. E ainda bem.

Pouco tempo depois de outro grande evento que tivemos a oportunidade de visitar, foi a vez de irmos desta vez ao Centro de Congressos de Lisboa, na Junqueira, para o Encontro com Vinhos, certame organizado nos dias 6, 7 e 8 de novembro pela Revista de Vinhos, publicação decana sobra a área em Portugal.

Em dia de sol de outono e com casa cheia na nave restaurada daquela que, para os mais antigos, ainda se lembram foi a casa da FIL durante décadas – agora Centro de Congressos de Lisboa -, foi possível provar diversas novidades, regressar a alguns clássicos e, ainda, molhar o pé no mundo dos destilados. A abrir, e para não sair para longe de Lisboa, O Cerrado da Porta foi uma grande maneira de começar, projeto que faz algo que poucos fazem: comercializar Arinto com alguma idade. E que diferença faz. O Quinta do Cerrado da Porta Branco Seco 2016 (PVP na casa dos 9,40€), só com estágio em inox, é um grande negócio para os amantes da casta. Nem deveria ser possível vender 2020 à data de hoje quando um pouco de espera eleva desta forma o prazer da prova. Os monocastas Peripécia, com uma interessante blanc de noirs 2016 de Pinot Noir, ou o Chardonnay 2019, na mesma ordem de preços, são também opções a ter em consideração.

Na Romana Vini, também de Lisboa, o Página Encruzado 2020 (13€), feito com batonnage e 30% em barrica, é um ótimo exemplar da casta por estas terras. Perfil sério, sílex, mas sem perder completamente a fruta. Numa gama acima, o Quinta Nogueira Reserva 2017 (20€), Sauvignon Blanc, Arinto e Encruzado e nove meses de estágio. Cor dourada e fumo a atravessar a pimenta e manteiga do Sauvigon Blanc, mais destacado no Página dessa casta.

O Grupo Abegoria tem vindo a investir forte e apresenta projetos interessantes em várias latitudes. Desde o Alentejo mais a norte, mais altaneiro, com o Terras do Crato 2020 (5€), produzido na Herdade do Gamito, e que é um bom cartão de visita para aquilo que a zona de Portalegre, em grande desenvolvimento, por apresentar. Descendo para a zona das ânforas, José Piteira é nome incontornável. O José Piteira 2020 (8€), não é talha, mas é feito em curtimenta com base de Roupeiro e a rara Diagalves. É uma delícia delicada, mas cheia de característica e verniz.

Entretanto, e após simpático convite da organização, foi possível frequentar a Masterclass sobre espirituosas da Vinalda, onde era possível provar o Gin Sharish, o Rum William Hilton e a ginja Mariquinhas, marcas comercializadas por aquela casa. No que diz respeito ao Sharish, gin de estilo Destilled/New Western Dry, produzido com o máximo de produtos naturais do Alentejo, foi servido o Gin original, com notas de gengibre, citronela e maçã bravo de Esmolfe, e o Blue Magic, onde se encontra pronunciados os silvestres de morango e framboesa. Por último, e como estrela, a última edição limitada, de 9999 garrafas, com destaque para a pêra rocha, notas de baunilha e calor a realçar. Em todos os casos, uma adição de umas gotas de água foi fundamental para realçar os sabores mais delicados de fruta.

Já quanto ao rum William Hinton, foi especialmente interessante a distinção que foi explicada entre rum de melaço, feito com aquele sub-produto de açúcar e passível de ser produzido todo o ano, e o rum agrícola, apenas possível de ser produzido durantes poucos meses do ano, em abril/maio, durante a altura do corte da cana. Foi possível provar o rum natural, de tripla destilação; o 6 anos, envelhecido em carvalho francês; e a estrela da sessão. Este último é o único destilado português com grande medalha de ouro no concurso de Bruxelas, resultando de uma combinação única de rum de diferentes idades, submetido a um estágio final com duração de nove meses. Uma grande experiência e disponível a uma fracção do preço dos concorrentes internacionais do mesmo patamar de perfil. Fica ainda a nota, a título de curiosidade, de que, em termos de envelhecimento, os rótulos são apenas publicados de três em três anos.

Com o prolongar da hora tivemos de passar a ginja e voltar cá para fora. Rumamos finalmente a Norte, com o Titan do Douro, e em particular o Titan 2019 (10€), branco de lote só com inox (está na moda e ainda bem), é mais um ao nosso gosto. Austero sem largar a frescura, cítricos leves a dar o tom. Noutro perfil, o Titan of Távora-Varosa Daemon 2019 (20€), feito a altitudes de 600/700 metros apresenta uma cor mais carregada, fruta mais tropical sem deixar a finura, um belo tranquilo feito em sítio de espumantes.

Já nos Verdes, Sem Igual é rótulo e também bom descritivo para os vinhos que se fazem por João Camizão Rocha. O Sem Igual 2017 (13€), Arinto e Azal, traz um perfil mais vegetal associado à frescura dos citrinos, e mostra que nos Verdes há muitos vinhos aparentemente simples que também merecem que se espere um par de anos antes da sua abertura. Sem Igual Ramadas Metal 2017 (24€) é uma criação também de Arinto e Azal, mas aqui com uvas retiradas de vinhas com mais de 70 anos. Untusoso, cheio, com tudo no sítio. Grande vinho. Por último, e para variar, o Sem Igual Pét-Nat 2019 (18€). Baga e Touriga Nacional, sem degórgement.

Já na reta final, um nome grande dos vinhos: Luís Seabra, que em nome próprio estava a distribuir classe em copo. A destacar, o Granito Cru Dão 2019 (25€), Dão de Encruzado, Bical e Cerceal. Na altitude perto de Vila Nova de Tazém. Sal e erva fresca em vinho, mineral na verdadeira acepção da palavra. Granito Cru Alvarinho 2019 (20€), feito no berço de Monção e Melgaço, mais carregado no aspecto mas com sabor leve, quase de maçã de sidra.

Mercado de Campo de Ourique celebra oito anos com vários descontos e um concerto de Toy

Um local emblemático que conta com mais de 20 espaços.

Foi em 1934 que um dos mais importantes mercados de Lisboa deu os primeiros passos. Falamos, naturalmente, do Mercado de Campo de Ourique, que em 2013 surgiu de cara lavada, mas mantendo a traça original, sendo agora um novo ponto de encontro que conjuga na perfeição a receita tradicional portuguesa com as vantagens dos tempos modernos.

Às bancas tradicionais de legumes, fruta ou peixe, juntaram-se a mais de 20 tasquinhas com uma oferta muito variada: marisco, doces conventuais, vinhos, gelados, sushi, queijos, petiscos tradicionais ou hambúrgueres gourmet, unidos por uma experiência única para o paladar e a visão.

Ora, o Mercado de Campo de Ourique está a comemorar oito anos desde que reabriu ao público renovado, e não há melhor forma de celebrar do que com muitas atividades e descontos.

A partir de dia 22 de novembro, e até dia 2 de dezembro, estes são alguns dos descontos que poderão encontrar:

  • 22 de novembro: Petiscar por Vitor Sobral – 10% de desconto
  • 23 de novembro: Praça Japonesa – 10% de desconto
  • 24 de novembro: Savage – 20% de desconto
  • 25 de novembro: DC Brothers – 20% de desconto
  • 29 de novembro: Pizzaria – Oferta do Pão de Alho em cada pedido
  • 1 de dezembro: Hummus – Oferta de uma Limonada em cada pedido
  • 2 de dezembro: Going Nuts – 20% de desconto

Porém, o ponto alto das comemorações acontece dia 26 de novembro, sexta-feira, a partir das 21h30, com um concerto de entrada gratuita do inimitável Toy, pelo que muita diversão e boa disposição não vão faltar. Neste mesmo dia, das 19h30 às 23h, existirá uma prova de vinhos com a Flor de Sal (Alentejo) e ainda estará disponível um cocktail especial oito anos de Mercado de Campo de Ourique, feito por Tiago Barradas.

E porque o Mercado é feito de pessoas, neste dia tão especial será marcado por uma homenagem à querida D. Aurora, uma personalidade do bairro e do Mercado. A noite termina com o momento de parabéns ao Mercado às 22h45 e, para continuar a festa, há DJ até à 01h.

Lisbon Marriott Hotel tem um novo e delicioso brunch todos os sábados e domingos

E quem repete vai sempre querer repetir uma segunda vez.

Com os dias mais frios, é natural que os cafés, restaurantes e hotéis comecem a adaptar as suas ofertas, deixando de lado as esplanadas e apostando em novas soluções no interior. É o caso do Lisbon Marriott Hotel, que depois de promover brunches servidos à volta da piscina, “vira-se” para dentro”, isto é, passa a promover, no Citrus Grill, que tem uma magnífica vista para o jardim tropical e piscina, aquele é considerado um dos brunches mais deliciosos da cidade.

Todos os sábados e domingos, poderão provar um buffet especial idealizado pelo chef António Alexandre, onde constam opções como iogurtes, sementes e granola; tábua de queijos, tostas e frutos secos; tábua com sortido de charcutaria, mostarda e pickles; bolinhas de risotto, açafrão com molho tártaro; perna de presunto, tomatada e tostas; gaspacho de morangos; salmão fumado com molhos e condimentos; cogumelos recheados com curgete, queijo e espargos; salada de quinoa,abacate, queijo azul, tomate cherry e coentros; ovos verdes (frios); creme de cogumelos e castanhas com tomilho e nata azeda; empadas veganas de batata doce, cogumelos e espinafres; quiche torraine e vegetariana; feijão com molho de tomate; salsichas grelhadas; pernil de porco fumado e assado com molho de cerveja; tranche de salmão com amêndoas e alcaparras; e ainda omeletes e crepioca (quentes).

Mas calma que isto não é tudo. Têm ainda uma série de sobremesas , tais como brulé de abóbora, blueberry muffins, brundtcake com glacé de laranja e campari, cheesecake com doce de tomate, tarde de framboesas, estação das panquecas, mousse de chocolate “after eight”, pannacotta vegan com frutos vermelhos, fonte de chocolate com espetadas de frutas da época, pudim de chia e iogurte.

O preço do brunch é de 30€ por pessoa e inclui um flute de espumante de welcome-drink. Mas atenção, este preço não inclui bebidas. Para isso, têm de pedir o pacote de bebida, que inclui água, sumo detox e vinhos, por 8€ por pessoa. Se levarem miúdos, fiquem a saber que crianças até aos 4 anos de idade não pagam e que há 50% desconto para crianças até aos 10 anos.

Assim que estiverem de barriga cheia, sugere-se, naturalmente, uma caminhada pelo jardim do hotel ao redor da piscina, que nos dá a impressão de estarmos fora da cidade.

O brunch do Lisbon Marriott Hotel está disponível aos sábados e domingos, das 12h às 15h30, o que significa que têm tempo de sobra para provar um pouco de tudo. Para reservas, podem ligar para o 217235400.

Arcane: Act 3 – Uma gloriosa injeção de Hype

O terceiro ato de Arcane remata com muitas emoções e uma excelente direção a primeira temporada daquela que é, inequivocamente, a melhor série de animação de que há memória.

Depois de um primeiro ato emocionalmente desgastante, mas apaixonante o suficiente para nos agarrar à adaptação animada de League of Legends, Arcane trouxe-nos um explosivo segundo ato que mexeu rapidamente as peças para um desfecho arrebatador e focado naquilo que realmente interessa: a história das duas irmãs Vi e Jinx e como Runeterra ficará para sempre marcada pelos seus conflitos.

Se era difícil explicar o que foi testemunhado na estreia de Arcane, é impossível descrever a montanha russa de emoções e a forma como a série remata aquilo que parece ser apenas o ínicio. De um lado, sim, temos a história das duas personagens centrais, com Vi em busca da sua irmã e na tentativa de a trazer de volta à Terra com a pouca inocência que lhe resta, ao mesmo tempo que Jinx resiste à espiral de emoções que a arrasta para a escuridão. Por outro lado, temos no terceiro ato as portas de Piltover a abrirem a um mundo maior, com piscadelas e olhos a conflitos para lá da rivalidade da Cidade do Progresso e do submundo de Zaun.

O terceiro ato de Arcane continua a dar-nos uma história entre o bem e o mal contada através de diferentes narrativas isoladas e com preparações para histórias e conflitos que poderão ser desenvolvidos numa futura temporada. Mas mais uma vez, a Fortiche e a Riot Games continuam a apimentar este universo com mais personagens e revelações que, mais do que nunca, são agora objetivamente fan-service para todo o público, independentemente se já conheciam League of Legends ou não. E esta é uma das grandes qualidades da série, ao manter o público emocionalmente investido na jornada de Vi, Jinx, Caitlyn, Jayce, Viktor ou Mel, entre outros, a um ponto de começarmos investidos a torcer pelas suas convicções ou ficarmos traídos pelas suas ações e decisões. Pequenas referências e aparições têm agora um peso diferente, mais marcante, tornando cada episódio tão especial como o último.

Assistir a Arcane, episódio após episódio, é uma escalada de emoções e expectativas. Como é que será a ação no episódio seguinte? Qual será o momento dramático? Será que consegue ser tão emocional como no passado? Estes foram desafios pesados, especialmente quando nos lembramos do cliffhanger do primeiro ato. Felizmente, Arcane encontrou uma consistência e um loop, com o terceiro ato a oferecer-nos o melhor para o fim, baseando-se muito no registo dos episódios anteriores, com uma introdução misteriosa, desenvolvimento de personagens, um piscar de olho à construção do mundo e, claro, a sequências de ação arrebatadoramente incríveis.

Ao longo do terceiro ato perdi a conta das vezes que me torci na cadeira, levantei os braços e tive que colocar urgentemente algumas cenas para trás só para reviver as cenas de ação, normalmente acompanhadas com uma banda sonora fantástica – Brutais injeções de Hype. Sempre distintas umas das outras, com um tom muito contextualizado ao que a narrativa pede, e com provavelmente a melhor animação de combates que já vi em televisão e cinema. Escusado será dizer que sim, os nossos Champions (e agora eu posso dizer isto apesar de nunca ter jogado LoL) têm mais do que uma oportunidade de se confrontarem e usarem as suas habilidades da forma mais espetacular possível.

Mas Arcane não vive só da ação. Vive da interação e do drama emocional e esta é aquela parte inglória que não posso desenvolver muito sem entrar em spoilers agressivos. Mais uma vez, é importante ter presente que Arcane não revoluciona no departamento narrativo nem é propriamente a segunda vinda de Cristo, mas faz tudo simplesmente muito bem, nomeadamente na escrita e no desenvolvimento das personagens de uma forma tão eficaz que é impossível não chegar ao fim desta temporada emocionalmente desgastado e esfomeado por mais. Arcane é assim, perfeito.

Felizmente, este parece não ser o fim de Arcane, do seu mundo e das suas personagens, mas isso será algo que vocês terão que descobrir como e porquê. Algo que já podem fazer, com os nove episódios de Arcane disponíveis na Netflix.

Crítica – The Great (2ª Temporada)

O trabalho mais recente de Tony McNamara tornou-se, com a temporada de estreia, numa referência dentro do humor negro em contexto histórico/clássico. A segunda veio refinar o impacto que esta série pode ter a longo prazo.

A introdução e contexto histórico a The Great já o havia feito com a crítica da primeira temporada, resta confirmar que a minha suspeita face ao potencial da série se verificou com o desenvolvimento da narrativa ao longo desta segunda temporada.

Fazendo um apanhado rápido, o plano de Katherine (Elle Fanning) para tirar o seu marido Peter (Nicolas Hoult) do poder desenrolou-se como previsto e, após ser coroada como Imperatriz da Rússia, deu início ao seu outro plano. Falo, pois, sobre a aculturação da nação, na tentativa de a tornar mais progressiva, tolerante e justa (mantendo fidelidade com a história que foi escrita séculos atrás).

O problema com o plano da nova (e jovem) imperatriz é que, mesmo com uma equipa equilibrada de confidentes e conselheiros, as coisas não são tão simples como parecem. E é sobre este ponto que a segunda temporada se apoia – no desenvolvimento de Katherine no poder de um povo idealista e bárbaro -, apesar dos seus esforços diplomáticos dotados de bom senso, na tentativa de equilibrar o ritmo do progresso tecnológico e social, com a aprovação da corte e apreço do povo.

Já Peter dá início a um processo de auto-descoberta que o deixa no limite entre a procura por redenção para voltar a cair nas graças de Katherine e a tentativa de matar a imperatriz e recuperar o poder. A decisão de manter Peter como personagem central, conhecendo a história real e sabendo o ponto em que este ficou no final da temporada anterior, era arriscada, podendo prejudicar a fluidez e naturalidade narrativa. Contudo, essa decisão funcionou lindamente, pela forma como adaptaram o desenvolvimento da personagem ao enredo e conexão do mesmo ao desenvolvimento de personagem de Katherine. Uma coisa é certa, Peter ainda tem muito para dar à série, ainda que isso a faça fugir um pouco da história real.

The Great temporada 2

Nesta temporada considero que não tenha havido tanto conflito externo, coisa que, se me dissessem antes de ver os novos episódios, me deixaria reticente. A verdade é que o conflito interno e a disfuncionalidade patente na corte fez esquecer tudo isso. Até acabou por ser mais excitante e estimulante assistir à turbulência nas fundações do império Russo, para ser sincero. Isto deveu-se a uma série de dinâmicas introduzidas nesta temporada, tais como o processo de gravidez de Katherine, a introdução da sua mãe (protagonizada por Gillian Anderson) e a introdução da realeza sueca que pode vir a ter um papel destabilizador fundamental na 3ª temporada.

Os atores secundários também receberam mais atenção na hora de os decompor emocionalmente e explorar o que está por detrás das suas personalidades. Podem esperar ver mais de Phoebe Fox (no papel de Marial) e Gwilym Lee (como Grigor), bem como a dinâmica que ambos criam na história. Belinda Bromilow, Sasha Dhawan e Douglas Hodge também mostram mais de si, provando-se uma vez mais personagens essenciais para a complexidade do enredo.

De resto, The Great continua a ser uma produção de humor negro fantástica, com muita atenção para com o detalhe. Detalhe relacionado com a caracterização de personagens e espaços, detalhe de enquandramentos, fotografia e tratamento de imagem, mas sobretudo detalhe relacionado com a escrita da série e diálogos. Tudo encaixa com primazia e naturalidade, completamente alheio a clichés, fazendo de The Great uma produção de qualidade exímia que volta a pautar o ano em que é lançada como uma das melhores séries em desenvolvimento (e uma das mais divertidas também).

HUZZAH!

Microsoft Flight Simulator recebe Edição do Ano gratuita e novos conteúdos

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Se sentiam falta de alguma adrenalina em Microsoft Flight Simulator, os novos conteúdos são para vocês.

Microsoft Flight Simulator acaba de receber uma nova edição em forma de atualização gratuita para todos os jogadores e pilotos.

Microsoft Flight Simulator recebe, assim, a Edição Game of the Year, que para além de celebrar o lançamento original do jogo no PC, que mais recentemente estreou a série nas consolas Xbox Series X|S, inclui também novos conteúdos para explorar: cinco novas aeronaves detalhadas, oito novos aeroportos, mais seis Discovery Flights e sistemas meteorológicos atualizados ao longo de todas as atualizações passadas.

Além disso, o jogo acaba de receber também novos conteúdos pagos que prometem trazer mais emoções e adrenalinas para os céus virtuais de Microsoft Flight Simulator. A Reno Air Races Expansion, disponível com Reno Air Races: Expansion Pack e o Reno Air Races: Full Collection, introduz ao jogo o campeonato Reno Air Races, com os aviões de competição mais rápidos do mundo, que podem ser usados para corridas em corridas multijogador online.

Microsoft Flight Simulator e os novos conteúdos estão disponíveis na Xbox Series X|S com o Xbox Game Pass; Windows 10 e 11 com o Xbox Game Pass para PC; e Steam.

Maior concurso de sempre da história da CP vai ser lançado em dezembro

As palavras são do Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

Em Lisboa, à margem da cerimónia de assinatura de contrato entre a Medway, a Stadler e a Tratavagonka para a aquisição de 16 locomotivas e 113 vagões, o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, destacou que o Governo já tinha autorização da resolução do Conselho de Ministros e estivera até agora a trabalhar no caderno de encargos, que também já está pronto, abrindo caminho para o lançamento do “maior concurso de sempre da história da CP”, em dezembro.

O concurso de 819 milhões de euros vai permitir a aquisição de 117 novas automotoras elétricas pela CP. O primeiro comboio deve chegar em 2026 e a totalidade das composições devem estar em circulação em 2029.

Pedro Nuno Santos referiu também o objetivo do Governo em garantir que os 117 comboios “são para ser feitos por uma empresa que esteja disponível para construir parte, ou a totalidade do comboio em Portugal”.

Space Moth: Lunar Edition – Uma experiência psicadélica

A nova edição de Space Moth traz-nos uma aventura mais marcante a nível visual e com um enorme foco na dificuldade.

Na sua descrição, a 1CC Games define-se como uma produtora mais focada na jogabilidade. “Apenas Jogabilidade, Sempre” é a frase que conseguimos ler quando visitamos o seu site oficial e basta olhar para o seu catálogo para percebermos que este posicionamento não é inocente. A produtora londrina tem-se focado nos jogos de ação espaciais, nos tradicionais shoot’em up, injetando-lhes uma estética nostálgica, capaz de nos transportar para a era da Atari e dos salões de jogos, que procura ser tão refrescante, como familiar. E se Star Hunter DX, que analisámos este ano, não conseguiu destacar-se pela positiva, apostando em padrões aleatórios e em combates caóticos, já Space Moth: Lunar Edition jorra harmonia, talento e desafio.

Space Moth não é propriamente uma estreia para a 1CC Games. Aliás, trata-se do relançamento de um dos seus primeiros títulos, agora remisturado e lançado com gráficos, visuais e um desempenho mais apurados. Não conheci a versão original, mas pelo que pude averiguar, os alicerces são os mesmos. A Lunar Edition vai a fundo na sua estética retro, nas cores fortes, nas luzes néon e estridentes, onde o seu mundo de insetos e psicotrópicos é elevado ao máximo. Existe aqui uma experiência visual que me marcou pela positiva, seja pelos seus modelos grandes e bem definidos, ou pelo equilíbrio na cor dos inimigos, da nossa traça e dos projéteis que enchem o ecrã sem nunca prejudicar a leitura do mesmo. Às vezes não precisamos de grandes voos, de modelos ultra realistas ou de cenários animados e ostensivos, mas sim de personalidade e é isso que Space Moth: Lunar Edition nos traz.

Com cinco níveis, que culminam, como sempre, numa batalha contra bosses gigantescos, Space Moth não perde tempo em surpreender-nos. Apesar de se banhar numa deliciosa simplicidade mecânica, a 1CC Games conseguiu reinventar algumas bases arquetipais do género para criar uma experiência tão acessível, como desafiante. Ao contrário dos seus iguais, Space Moth não aposta na melhoria das suas armas ou num leque de habilidades que podemos trocar ao longo da campanha, mas sim em dois tipos de disparo. O primeiro, e mais tradicional, é um ataque rápido que envolve uma grande parte do ecrã. Este ataque é perfeito para contra-atacar e mantermo-nos em movimento, e é a ponte para uma das mecânicas principais do jogo: o soul drain. Ao dispararmos rapidamente, colocamos os inimigos num estado de fragilidade onde podemos colecionar mais pontos se os eliminarmos com o segundo tipo de ataque: o laser concentrado.

O ataque rápido é menos poderoso, como seria de esperar, mas tem outra vantagem. Ao eliminarmos mais inimigos, temos a possibilidade de ativar um escudo que não só bloqueia todos os projéteis, como aumenta a percentagem de dano do nosso ataque mais destrutivo, que funciona como as tradicionais bombas noutros jogos. Já o ataque concentrado serve o propósito de atacar mais visceralmente os inimigos, mas também aumentar a pontuação e revelar itens secretos. Space Moth constrói-se em torno destas quatro mecânicas e cria uma enorme harmonia na jogabilidade, pois existe uma ligação lógica entre as quatro. Usamos o ataque rápido para aumentar o escudo e ferir os inimigos, passamos para o ataque concentrado quando encontramos inimigos mais poderosos pela frente e ativamos o ataque mais destrutivo quando não temos outra solução.

Esta harmonia talvez fosse impossível sem o design dos níveis e os padrões do inimigos, que aqui assumem um estilo muito próximo dos bullet-hell. Space Moth não é um jogo fácil, longe disso, e não tem quaisquer problemas em atirar tudo para cima de nós, mas ao contrário de outros jogos que analisei recentemente – como Gynoug -, existe um maior equilíbrio e fluidez na forma como os inimigos surgem nos ecrãs e são combinados com as hordas de projéteis que temos de evitar. O controlo da nossa traça espacial também é muito eficaz e intuitivo, e a sua hitbox está perfeitamente posicionada no centro, identificada por uma esfera amarela, que nos permite controlar melhor a sua movimentação através de espaços e caminhos mais microscópicos. E o melhor disto tudo é que nunca senti que Space Moth fosse injusto ou irritante, antes pelo contrário, fui-me deixando levar progressivamente pela sua simplicidade e foco exímios.

O vosso investimento irá sempre depender do que estão dispostos a investir na aprendizagem das mecânicas e dos padrões dos inimigos, mas Space Moth: Lunar Edition apresenta vários desafios para completarem (sob o formato de troféus), tal como um modo de treino e ainda a possibilidade de encontrarem todos os itens secretos. Com duas traças à disposição, que se comportam de maneira diferente, vários bosses – que podem fugir se não forem suficientemente rápidos –, e uma dificuldade equilibrada, arrisco-me a dizer que o título da 1CC Games irá deliciar os fãs do género. Mas estarei certo ou será apenas a sofrer de Síndrome de Estocolmo depois de perder horas com videojogos do género que tentaram fazer mais e falharam? Uma dúvida que irão resolver se aceitarem o desafio.

Recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Player Two PR.

O Fim de Attack on Titan estreia na Crunchyroll em janeiro de 2022

Attack on Titan Final Season Part 2 vai poder ser acompanhado por cá com a Crunchyroll.

Attack on Titan prepara-se para chegar ao fim. Outra vez. Depois de um insano cliffhanger, que deixou toda a comunidade em pulgas para os derradeiros confrontos de titãs, Attack On Titan vai mesmo chegar ao fim com a adaptação dos últimos capítulos da Manga do mesmo nome, que terminou a sua história em 2020.

Será a continuação da quarta temporada, devidamente chamada Attack on Titan Final Season Part 2. Por cá, felizmente, não vamos ter que esperar para assistir ao final do anime, graças à Crunchyroll.

No dia 9 de janeiro de 2022, via Crunchyroll, os fãs de Attack on Titan poderão assistir com recurso a legendas de oito idiomas, juntamente com fãs em mais de 200 territórios, incluindo Brasil e Portugal, ao início da última temporada, que terá novos episódios todas as semanas.

Além da estreia com a Crunchyroll, Attack on Titan Final Season Part 2 poderá ser visto também em plataformas como a Funimation e Hulu, sendo neste caso algo que se aplica a quem está nos Estados Unidos.

Há uma nova loja Meu Super em São Domingos (Santarém)

É a 22ª loja Meu Super no distrito de Santarém.

Pode-se dizer que praticamente todos os meses abrem novas lojas Meu Super em Portugal. Logo, era esperado que a Sonae MC inaugurasse mais um novo espaço da marca este mês de novembro. E foi o que aconteceu.

A partir do dia de hoje, 19 de novembro, está a funcionar uma nova loja Meu Super em São Domingos (Santarém).

O novo espaço comercial, localizado na Avenida Marquês de Pombal, nº 15, conta com uma área total de venda de 72 m2 e tem serviços de pão quente (livre serviço) e charcutaria.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Samouco disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção ContinenteFácil & Bom ContinenteContemporalÁrea Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 22ª loja Meu Super no distrito de Santarém, está a funcionar de segunda a sábado das 9h às 19h, e aos domingos e feriados das 9h às 13h.

Há tantos jogadores de Forza Horizon 5 como pessoas em Portugal

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Forza Horizon 5 atingiu a meta dos 10 milhões de jogadores.

Já aqui tínhamos falado do impressionante número de jogadores que Forza Horizon 5 atingiu aquando do seu lançamento, mas os mais recentes dados ainda nos deixam mais estupefactos. A Microsoft atualizou os números e revela que o mais recente exclusivo produzido pela Playground Games ultrapassou a impressionante meta dos 10 milhões de jogadores.

10 milhões de jogadores é um número impressionante que podemos colocar em perspetiva quando a população de Portugal inteiro corresponde sensivelmente ao mesmo número. É também impressionante tendo em conta que Forza Horizon 5 teve o seu lançamento inicial no dia 5 de novembro em formato de Early Access.

De notar que este impressionante número não corresponde tecnicamente ao número de vendas, mas sim ao número de jogadores individuais que quiseram experimentar o jogo e lançar-se para aventuras a altas velocidades no México virtual através do PC, Steam, Xbox One, Xbox Series X|S e via Xbox Game Pass, onde o jogo está disponível para todos os subscritores.

De notar também que este número é um marco para a história da Xbox, enquanto o maior lançamento de sempre da marca e, consequentemente, do serviço Xbox Game Pass.

Seja por amor à franquia ou por curiosidade pela fantástica receção crítica, Forza Horizon 5 confirma-se assim um enorme sucesso. E se ainda não experimentaram, pode ser que a nossa análise vos convença a fazerem parte dos 10 milhões de jogadores.

Lisboa celebra época natalícia com mais de 770 instalações luminosas

Totalizam mais de 210 quilómetros de cordão de luz!

Hoje, dia 19 de novembro, as novas luzes de Natal chegam às ruas da capital para dar início à quadra festiva que se comemora no mês de dezembro. É também neste dia que se acendem as luzes do famoso e tradicional pinheiro de Natal, com 30 metros de altura.

Este ano, a cidade de Lisboa será iluminada com recurso a cerca de 2 milhões e 100 mil lâmpadas de baixo consumo com tecnologia LED, permitindo um aforro energético na ordem dos 80% face à tecnologia de incandescência, e que estarão espalhadas por 50 locais, entre praças, ruas e avenidas.

Com mais de 770 instalações luminosas que totalizam mais de 210 km de cordão de luz, a cidade terá diversas ruas com adereços de Natal, incluindo a zona pedonal da Rua Augusta e a Praça Luís de Camões. A novidade deste ano será a distribuição por alguns pontos específicos da cidade de instalações denominadas de “photocall” com arcada de luz, um trenó e um marco do correio.

Centro Colombo vai ser expandido e terá a maior loja da Primark em Portugal

Será uma Primark gigantesca, portanto.

Na passada quarta-feira, da 17 de novembro, num encontro com jornalistas que decorreu no Porto, a Sonae Sierra aproveitou a ocasião para apresentar o “Novo Ciclo” da empresa. Basicamente, a empresa vai investir vários milhões de euros no país.

Em 2016, a Sonae Sierra começou por anunciar um investimento de 110 milhões de euros para a expansão do Centro Colombo. Três anos depois, esse valor subia para os 151 milhões. Agora, e com uma pandemia pelo meio, temos um novo valor de investimento: 100 milhões de euros.

Devido à COVID-19, o projeto tinha sido posto em stand by, mas sabe-se agora que as obras vão arrancar no início de 2022. Basicamente, estamos a falar de um novo edifício de escritórios – será a terceira torre – que será construído em frente ao Hospital da Luz, por cima da estrutura original do Colombo, e que deverá contar com um total de nove pisos. Terá um total de 33 mil m2.

Porém, o mais interessante para o cidadão comum será mesmo a expansão do Centro Colombo em mais 10,5 mil metros quadrados de área bruta locável. Nesta primeira fase, serão criadas quatro grandes lojas. E já sabemos que uma das marcas a instalar-se no novo espaço será a Primark, numa espécie de espaço XXL. no fundo, a cadeia de roupa irlandesa terá direito a construir a sua maior loja em Portugal.

Vão ser feitas obras de reabilitação no Museu do Abade de Baçal e Domus Municipalis, em Bragança

Obras que acontecem no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Foram hoje assinados os contratos para as intervenções previstas no Museu do Abade de Baçal e na Domus Muncipalis, em Bragança.

A realização da empreitada no Museu do Abade de Baçal inclui obras de beneficiação e reparação de equipamentos técnicos e de requalificação de espaços exteriores, nomeadamente do jardim. Prevê-se igualmente a instalação de rede Wi-Fi, melhorias que, no seu conjunto, contribuirão para o pleno funcionamento do Museu.

Paralelamente, serão feitas obras de conservação num monumento emblemático da cidade, a Domus Municipalis. O investimento total previsto para as duas intervenções é de 640.000€ euros, cujos trabalhos deverão ter início no primeiro trimestre de 2023 e estar concluídos no primeiro trimestre de 2024.

O Plano de Recuperação e Resiliência compreende uma componente exclusivamente dedicada à Cultura, com um valor global que ascende aos 243 milhões de euros. Deste investimento, 150 milhões de euros destinam-se à valorização, salvaguarda e dinamização do Património Cultural e 93 milhões de euros serão afetos à Transição Digital das Redes Culturais para a modernização tecnológica e digitalização de artes, literatura e património.

Estes investimentos vão salvaguardar e valorizar o património cultural e natural, promover o emprego e a atração de novos públicos, fortalecendo as redes no território.

MultiVersus vai juntar as personagens mais inesperadas da WB à batatada

Batman, Bugs Bunny e Shaggy entram num bar e…

O sucesso e a influência de Super Smash Bros. é inegável. Depois da Nickelodeon juntar as suas mascotes num jogo de luta do mesmo género, é a vez de a Warner Bros. Games apresentar a sua ambiciosa e estranhamente interessante aposta, com MultiVersus.

Em formato Free-to-Play, MultiVersus segue a fórmula que já conhecemos dos jogos em que se inspira e oferece um jogo de combate e plataformas, com foco no trabalho de equipa de 2v2 jogadores. Mas o mais interessante nem são bem as mecânicas, mas sim o elenco de personagem reveladas, que inclui alguns dos maiores ícones da cultura popular e a participação dos atores mais marcantes a darem-lhes voz, como Batman de Kevin Conroy, Harley Quinn de Tara Strong, Arya Stark de Maisie Williams, Jake the Dog de John DiMaggio ou Shaggy de Matthew Lillard, entre tantos outros.

Se sempre quiseram saber quem ganharia uma luta entre o Super-homem e Tom e Jerry, bem, agora vamos ficar a saber. MultiVersus chega em 2022 ao PC, PlayStation 4 e PlayStation 5, Xbox One e Xbox Series X|S.

Sifu recebe uma nova data de lançamento para 8 de fevereiro de 2022

Boas notícias! Sifu tem um lançamento antecipado.

Foi durante um State of Play da PlayStation em agosto que ficámos a conhecer a data de lançamento de Sifu, um jogo de ação e artes marciais na terceira pessoa, desenvolvido pela Sloclap, que conta com uma interessante mecânica, onde cada vez que o jogador perde, regressa mais velho e experiente para novos confrontos.

Inicialmente, a data de lançamento deste jogo estava marcada para 22 de fevereiro, mas agora num estranho e bem-vindo twist, terá lançamento duas semanas mais cedo, a 8 de fevereiro, mês esse que já está recheado de grandes jogos, como Horizon Forbidden West no dia 18 ou Elden Ring a 25 de fevereiro.

O Sifu continua, no entanto, exclusivo nas consolas PlayStation, e tem lançamento também no PC via Epic Games Store.

São novos fãs de League of Legends com Arcane? Há novos jogos no mundo de LoL para descobrir

Ruined King e Hextech Mayhem chegaram mesmo a tempo, agora que League of Legends tem novos fãs.

Arcane, a mais recente sensação da Netflix, é a ambiciosa adaptação de League of Legends. Pegando na mitologia, no mundo e nas personagens de um dos maiores MOBAs à face do planeta, dá assim a oportunidade de um público maior conhecer o que o jogo tem de tão especial.

Apesar de ser notória uma crescente popularidade da série, Arcane pode não ser o suficiente para convencer não jogadores, ou os mais resistentes ao género, a pegarem em League of Legends. Felizmente, já há outros jogos para saciar o desejo de conhecer mais sobre o seu mundo.

Lançados esta semana para várias plataformas, temos dois novos jogos: Hextech Mayhem e Ruined King, com experiências completamente distintas.

Hextech Mayhem é um jogo de ritmo simples, cativante e divertido focado em Ziggs, um yordle caótico, em braço de ferro com Heimerdinger, que usa bombas para saltar e percorrer os mapas do jogo ao ritmo da música e das explosões. É um jogo baseado no formato mobile, com apenas três inputs, onde o jogador terá que usar as suas habilidades rítmicas para conseguir o máximo de pontuação.

Já Ruined King é um jogo mais complexo, ou não fosse um RPG de perspetiva isométrica. E combates por turnos. Composto por um elenco de Champions já conhecidos pelos fãs de League of Legends, como Miss Fortune, Illaoi, Braum, Yasuo, Ahri, e Pyke, Ruined King convida-nos a explorar zonas de Runeterra como Bilgewater e Shadow Isles, embarcando em perigosas aventuras em buscas dos segredos da mortal Black Mist.

Hextech Mayhem está disponível para PC e Nintendo Switch, já Ruined King chega ao PC, consolas PlayStation e Xbox. Mas as novidades não se ficam por aqui.

Esta semana, a Riot Forge revelou novos jogos do mundo de League of Legends em desenvolvimento e com lançamento já para 2022, Song of Nunu e Conv/Rgence. Ambos também com experiências bastante distintas, apostam em jornadas a solo, dando a oportunidade de explorar novas regiões e personagens de Runeterra.

Song of Nunu, desenvolvido pela Tequila Works, de jogos como Rime e o exclusivo do Stadia, Gylt, será um jogo de aventura focado na jornada de Nunu e Willump em busca do paradeiro do pequeno Nunun. Já Conv/Rgence será um jogo de plataformas e ação 2D, desenvolvido pela Double Stallion, onde os jogadores terão a oportunidade de controlar Ekko e as sus habilidades temporais enquanto exploram o submundo de Zaun, que agora todos conhecem de Arcane.

Para ficarem a conhecer um pouco mais sobre estes dois títulos, podem assistir às entrevistas aos produtores, aqui em baixo:

JumpYard. Vai chegar a Portugal o maior espaço de diversão e adrenalina do país

Será inaugurado em Alfragide.

Fiquem atentos a dezembro. É nesse mês que chega a Portugal a JumpYard, prometendo abrir no país o maior espaço de diversão, adrenalina e treino de alta performance. A empresa pretende contrariar a evolução do mundo virtual, desenhando ambientes reais. Saltar, escalar, voar, jogar, ou rolar serão alguns dos verbos que vão poder conjugar neste novo espaço.

Com um total de 3500 m² de área, a arena da JumpYard oferece, além de trampolins, atividades como SkyRider, NinjaPark, Clip N’Climb, Performance Area, CardioWall, Foam Pit e ainda o Mini JumpYard, um espaço para os mais pequenos, bem como o Valo, uma zona de gaming, com jogos e desafios interativos.

Seja verão, inverno, outono ou primavera, todas as estações são boas para visitar este espaço e usufruir das suas atividades, incluindo festas de anos, festas corporativas, teambuildings, entre muitas outras.

O espaço fica em Alfragide (Avenida dos Cavaleiros nº 35), nas instalações que pertenciam anteriormente à Bounce.

A JumpYard, nascida na Suécia em 2017, é o principal player europeu de parques de atividades indoor e conta com 11 parques do género na Europa. Podem ficar a par das últimas novidades da empresa através das redes sociais (Facebook e Instagram) e canal do YouTube.

Águas do Tejo Atlântico personalizam tampas de esgoto em 12 locais emblemáticos da cidade de Lisboa

É caso para dizer que Há Art no Esgoto.

Por baixo dos nossos pés existe um sistema invisível que é um mundo: o esgoto. As tampas de esgoto, ou CVP’s (caixas de visita permanentes), são a porta de entrada para o sistema de saneamento, que garante Água Residual Tratada, um serviço essencial para a saúde pública e também para o ambiente, e que traduz todos os hábitos e consumos da população.

Tendo como ponto de partida a importância do sistema de saneamento da cidade, a Águas do Tejo Atlântico lança hoje, 19 de novembro, Dia Mundial do Saneamento, a iniciativa Há Art no Esgoto. Esta iniciativa, que tem como missão revisitar mais de 36 tampas de esgoto de locais emblemáticos da cidade de Lisboa, dando-lhes uma nova “roupagem” e transformando-as em autênticas obras de arte, pretende mostrar a lisboetas e turistas a importância deste capital natural, água, nas diversas vertentes como é o caso dos sistemas de saneamento, como serviço essencial para o tratamento de água residual.

A personalização das tampas de esgoto, que têm a autoria do artista plástico Gilberto Gaspar, vai vestir as ruas de Lisboa com arte e levar as pessoas a olhar para onde normalmente não olham: o chão.

Parque das Nações, Torre de Belém, Terreiro do Paço, Mosteiro dos Jerónimos, Padrão dos Descobrimentos, Ponte 25 de Abril, Sé, Castelo de S. Jorge, Rossio, Restauradores, Marquês de Pombal e Campo Pequeno são os locais onde as novas tampas de esgoto poderão ser encontradas.

O projeto Há Art no Esgoto resulta de uma parceria conjunta entre a Águas do Tejo Atlântico e a Saint-Gobain PAM, uma das empresas líderes no fabrico e instalação de CVP’s.

Lidl abre loja em Almeirim e vai chegar pela primeira vez à Madeira

O Lidl não brinca em serviço.

Vamos à primeira parte do título deste artigo: a inauguração da mais recente loja Lidl em Portugal Continental. Trata-se de um novo espaço da marca em Almeirim, que já se encontra a funcionar.

A loja localiza-se na Rua do Matadouro Municipal, na Circular Urbana de Almeirim, e conta com serviços como uma zona de padaria self-service alargada, com uma máquina de corte de pão, onde se podem encontrar dezenas de variedades de pão e pastelaria, uma máquina de sumo de romã, e o serviço de corte de bacalhau, que estará disponível durante todo o ano.

A nova loja de Almeirim privilegia o uso de iluminação LED, está equipada com painéis solares e conta também com o sistema de carregamento de veículos elétricos, multi-standart e de carregamento rápido, que permitem uma recarga de 80% da bateria dos veículos em apenas 30 minutos, garantindo o abastecimento numa regular ida às compras.

Sendo a única loja Lidl no concelho, emprega um total de 26 colaboradores, tendo criado 5 novos postos de trabalho. Está a funcionar diariamente das 8h às 21h.

Já a segunda parte do título vai interessar particularmente aos madeirenses, uma vez que, após vários anos em Portugal Continental, o Lidl vai expandir-se para a Região Autónoma da Madeira.

Não será em 2022, mas sim em 2023. O plano é abrir três lojas nesse ano no território da Madeira, num investimento que está avaliado em 100 milhões de euros.

Na expansão para a Madeira, as lojas Lidl serão dotadas de painéis fotovoltaicos, assim como de postos de carregamento elétricos multi-standard e de carregamento rápido, que possibilitam uma recarga de 80% da bateria em apenas 30 minutos, permitindo um abastecimento durante uma ida regular às compras. A sua frota será também 100% elétrica.