Corria o ano de 2013 quando Miguel Mouzinho, conhecido por espaços como o Jaquinzinho (que entretanto deu lugar ao seu Original), fazia chegar ao LX Factory algo que prometia causar sensação: hambúrgueres. Mas os hambúrgueres do Burger Factory não são uns quaisquer: contam com carne premium, ingredientes frescos e as combinações mais fora da caixa.
Oito anos depois, o responsável resolveu tirar o Burger Factory do conhecido espaço lisboeta e levá-lo para outro local bem cool e ligado à noite: Bairro Alto.
Agora localizado na Rua da Atalaia 4, o novo espaço promete, no entanto, continuar a servir os melhores hambúrgueres. É difícil escolher algum para destacar, mas vamos apontar alguns dos mais improváveis – desde o infalível Cravo (9€) ao Double trouble (13€), passando pelo intrépido Trufa-me (10,50€). E porque não querem deixar ninguém de fora – afinal, o coolness não tem fronteiras – encontramos também o burger de Salmão (11€) e o burger Veggie (9€) – e garantimos que não ficam atrás.
Para quem preferir outra coisa, fiquem descansados que há soluções: saladas de frango (7,50€), peixinhos da horta (6€) e crunchy bojés (6,50€) são apenas algumas das opções. E sim, se quiserem podem sempre tentar receber em casa (desde que não se encontrem muito longe do local) com recurso ao Uber Eats.
O Burger Factory funciona todos os dias das 17h30 à 01h, exceto às segundas e terças, para descanso do pessoal. Para reservas ou mais informações, devem ligar para o 213471438.
Com data de lançamento no dia 8 de dezembro, Halo Infinite terá uma campanha e o tradicional multijogador que já está disponível em fase beta, mas há mais jogo após o lançamento.
Já se sabia que não iria ser possível partilhar a campanha com amigos, ou partilhar níveis e modos criativos, com a falta do modo cooperativo e do Forge no lançamento, com a 343 Industries a explicar que queria focar-se no melhor jogo possível para o dia 8 de dezembro e com a promessa de que estes modos chegariam em futuras atualizações. Atualizações essas que vão chegar agora mais tarde, graças à extensão da primeira temporada do modo multijogador, cujo término passa de março para maio de 2022.
Atualmente, em entrevista à Eurogamer, os produtores confirmam que, por exemplo, o modo cooperativo está numa fase jogável, mas que querem mais tempo para que seja uma ótima experiência, com o mesmo a aplicar-se ao complexo modo criativo de Halo.
São notícias menos positivas para os adeptos do Forge e para quem gostava de ter a sua primeira experiência com Halo Infinite juntamente com amigos, mas são pequenos sacrifícios que prometem resultar na melhor experiência possível.
Halo Infinite tem lançamento no PC e consolas Xbox a 8 de dezembro.
A nova série de Star Wars vai contar com uma das personagens favoritas dos fãs de Star Wars Rebels.
A caminho da produção da nova série focada em Ahsoka Tano, que já apareceu em The Mandalorian, interpretada por Rosario Dawson, o portal Variety partilha agora um novo elemento do elenco, com Natasha Liu Bordizzo a vestir a armadura jovem mandalorian, Sabine Wren.
Sabine Wren foi uma das personagens principais da série de animação Star Wars Rebels, onde se apresentava como uma técnica de armas e explosivos rebelde que abandonou a Academia Imperial de Mandalore, apesar de ter um papel importante no seu clã. E na última vez que a vimos (spoilers para Star Wars Rebels), Sabine juntou-se a Ahsoka em busca do seu amigo, Ezra Bridger, algo que poderá dar início ou fazer parte do plot da nova série.
Natasha Liu Bordizzo, que irá desempenhar o papel de Sabine, estreou-se no grande ecrã em 2016 com Crouching Tiger, Hidden Dragon: Sword of Destiny e participou em projetos como The Greatest Showman, Guns Akimbo, Hotel Mumbai e, mais recentemente, em séries populares da Netflix como The Society.
Ahsoka faz parte de uma série de projetos live-action inspirados em Star Wars, na linha do que The Mandalorian já nos apresentou e onde vamos ter Andor, Obi-Wan Kenobi e The Book of Boba Fett, que estreia já este Natal, também no Disney Plus.
A startup foi criada em dezembro de 2020 com um investimento inicial de 100.000€, direcionado para o desenvolvimento da aplicação móvel e abertura da primeira dark store.
Parece que a entrega de produtos de supermercado em 10/15 minutos virou moda. Recentemente, demos conta da chegada da startup turca Getir a Portugal, arrancando operações em Lisboa. Já este mês, foi a vez da Bolt Market fazer a sua estreia no país, prometendo entregas de encomendas em algumas zonas da capital portuguesa em apenas 15 minutos. Agora, é a vez de destacarmos a startup portuguesa Bairro, que acaba de chegar a uma nova zona.
Na verdade, a Bairro chegou ao mercado antes destas empresas internacionais, uma vez que foi lançada em Lisboa no início deste ano. A startup, que entrega produtos de supermercado em 15 minutos, começou por ter o seu primeiro armazém no Marquês de Pombal, mais recentemente expandiu-se para a zona das Laranjeiras e, agora, chega à zona do Parque das Nações.
Desta feita, o Bairro assegura, a partir de agora, entre as 10h e as 00h, a entrega de produtos e bens alimentares nessa zona, sem pedido mínimo e sem taxas de entrega.
Mas atenção. Para celebrar a inauguração do novo armazém e a semana de descontos da Black Friday, a app vai disponibilizar uma seleção de produtos a menos de 0,50€ e, durante um dia, há produtos que serão vendidos por apenas 0,01€.
A partir de hoje, e até dia 26 de novembro, todos os dias há uma seleção de produtos a preços únicos, sendo que todos os dias o valor das promoções aumenta. Hoje, primeiro dia, há produtos a 0,50€, no segundo, a 0,40€, no terceiro, a 0,30€ e no quarto, a 0,20€. No último dia, a 26 de novembro, para celebrar a Black Friday, a app do Bairro terá uma seleção de 5 a 10 produtos, de várias categorias, por apenas 0,01€.
Atualmente, a startup já possui contratos diretos com fornecedores de maior destaque, como a PepsiCO, Unilever, Nestlé, entre outros, e oferece bens de consumo de várias categorias desde produtos de mercearia, padaria, peixaria, charcutaria, congelados e bebidas alcoólicas e não alcoólicas a produtos de higiene, limpeza para a casa, produtos para bebés, animais e material de escritório. Nos próximos dois anos, o plano é expandir a gama de produtos alimentares e bens de consumo, bem como apostar nos produtos farmacêuticos.
Até ao final do ano, a Bairro deverá estrear-se na cidade do Porto. Em 2022, é possível que a startup se comece a expandir para outras cidades do país.
Está igualmente prevista a partilha, divulgação e utilização de recursos pedagógicos de referência nesta área de trabalho.
Na passada sexta-feira, dia 19 de novembro, foi assinado um protocolo de cooperação entre a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CIG), a Inspeção Geral da Administração Interna (IGAI), a Secretaria Geral do Ministério da Administração Interna (SGMAI), a Guarda Nacional Republicana (GNR), a Polícia de Segurança Pública (PSP) e o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que estabelece ações de capacitação e formação de profissionais-chave para um melhor atendimento, apoio e proteção das pessoas lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexo (LGBTI), bem como para a prevenção da violência homofóbica e transfóbica e também para uma melhoria na atuação e investigação em situações de crime contra a comunidade LGBTI. Está igualmente prevista a partilha, divulgação e utilização de recursos pedagógicos de referência nesta área de trabalho.
“O Ministério da Administração Interna tem uma função essencial de garantia do Estado de Direito Democrático, de garantia do respeito pelos direitos fundamentais. Está em causa aqui dar vida, em cada dia de atuação das Forças de Segurança, ao Artigo 13.º da Constituição, ao Princípio da Igualdade – a regra que diz que ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão da ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual. São estes princípios aos quais temos de dar vida em cada dia. Às Forças de Segurança cabe assegurá-los na sua missão constitucionalmente atribuída”, sublinhou o ministro Eduardo Cabrita aquando da celebração deste protocolo.
Esta iniciativa vem responder ao 1º plano de ação autónomo, em Portugal, de combate à discriminação em razão da orientação sexual, identidade e expressão de género e características sexuais, da Estratégia Nacional Portugal + Igual (ENIND), que reconhece a especificidade de cada experiência de discriminação e de cada grupo discriminado e que assume como um dos elementos centrais a capacitação da Administração Pública nestas temáticas específicas.
Os Now United, supergrupo pop internacional criado por Simon Fuller, regressam a a Portugal em abril de 2022, pela primeira vez em concerto, para duas noites muito ansiadas pelos seus milhares de fãs.
Os concertos estão marcados para 1 de abril em Lisboa (Altice Arena) e no dia seguinte no Porto (Super Bock Arena – Pavilhão Rosa Mota). Os bilhetes já estão à venda na MEO Blueticket e locais habituais a partir de 28€.
O grupo, composto por 18 elementos, cuja fusão internacional de dança e música pop lhes deu o número incrível de 2,4 mil milhões de visualizações no seu canal oficial do YouTube desde o seu lançamento, dará início à sua tour mundial no Brasil e em Portugal. Estes serão os seus primeiros concertos ao vivo desde o livestream no YouTube Now Love, a partir do Louvre Abu Dabi no início deste ano, e o espetáculo promete ser uma das mais dinâmicas tours pop de 2022.
Há cada vez mais esquemas relacionados com estas aplicações.
Plataformas de delivery é algo que destacamos bastante aqui no Echo Boomer. Desde a chegada de novas apps a Portugal, passando pela expansão da cobertura em território nacional, até às novidades relacionadas com a alterações dos preços praticados ou promoções, tentamos estar em cima do acontecimento. Seja por bons ou maus motivos.
Sim, nem tudo são rosas no mundo destes serviços. No passado mês de julho, referimos que existem estafetas que manipulam GPS para ganharem vantagem nos pedidos. Ora, parece que este não é o único crime que cometem. De acordo com uma relatório da PSP, ao qual o Expresso teve acesso, as plataformas de entrega de encomendas ao domicílio estão a ser utilizadas para traficar droga.
Para já, sabe-se que existem pontos estratégicos em Portugal, neste caso no Algarve, Lisboa e Porto, que tornam possível a distribuição de todo o tipo de estupefacientes – seja heroína, cocaína, MDMA ou haxixe – para o resto do país.
Tudo começa através de aplicações como o WhatsApp, Signal, Messenger ou Telegram, utilizadas para as encomendas. Já os pagamentos são feitos com recurso ao MB Way, Revolut ou PayPal. No final de tudo, os traficantes “aproveitam e utilizam ilicitamente as plataformas de distribuição, tais como a Uber ou a Glovo”, segundo refere o relatório da PSP.
Mas como funciona ao certo este processo de utilização das plataformas de delivery para traficar droga?
Simples. Existe um dealer e um comprador. O cliente propõe enviar um estafeta da Glovo (que alegadamente não está a par da situação) para levantar a droga, que neste caso ficaria escondida numa caixa de telemóvel. O estafeta, sem saber, está no fundo a servir de intermediário para o negócio. Entrega o produto (os estafetas não podem verificar os conteúdos das encomendas) e está feito. Neste caso, o pagamento foi feito por MB Way.
Ao mesmo jornal, a Glovo garantiu ter “diversos protocolos para prevenir qualquer incidente”, estando naturalmente disponível para colaborar com as autoridades competentes em qualquer situação. Já a Uber não revela possuir mecanismos contra estas situações, avançado somente que os estafetas “são imediatamente banidos” se envolvidos em qualquer atividade criminosa, relacionada ou não com o tráfico de droga.
Mas fiquem descansados: o restaurante original vai continuar em funcionamento.
Estávamos em setembro de 2020 quando a aldeia de Carreiro da Areia, no concelho de Torres Novas, ganhava uma nova vida. Afinal de contas, instalava-se ali o restaurante indiano Taj Mahal, ocupando o lugar do extinto O Sossegado, que ainda se aguentou durante muito tempo na aldeia.
Ora, pode-se dizer que o conceito teve sucesso. Pouco mais de um ano após a inauguração do espaço original, sabemos agora que, muito em breve, o restaurante indiano Taj Mahal vai ganhar uma nova morada, mas em Leiria.
A novidade foi anunciada no Facebook do restaurante, onde se pode ler que a inauguração está para breve e que os clientes podem esperar “incríveis promoções”. Para já, sabemos que o espaço ficará localizado na Rua 25 de Abril nº 493, Lote 3 R/C esquerdo, em Rego de Água, na freguesia de Marrazes.
Mais detalhes estão prometidos para breve. Podem também apontar o 912257825, caso desejem fazer uma reserva. E sim, podem ficar descansados: o restaurante no Carreiro da Areia continuará em funcionamento.
A primeira temporada já está disponível na Netflix.
Se meio mundo já conhecia League of Legends, Arcane chegou este mês à Netflix para apresentar os seus Champions aos restantes, com uma das melhores séries de animação de que há memória.
Com as emoções ao rubro e com uma nova legião de fãs sedentos por mais histórias ou pela continuidade da jornada das personagens de Zaun e Piltover, a Riot Games revelou este fim de semana, pouco depois da Season Finale, que Arcane vai mesmo continuar com a segunda temporada, também para a Netflix.
A má noticia, para já, é que não há data. Contundo, o CEO da Riot Games, Nicolo Laurent, já confirmou que não iremos esperar tanto tempo como a duração do desenvolvimento da primeira temporada, que foi de seis anos.
So yeah, we are working on #arcane season 2. The good news: you won’t have to wait for 6 years (the time it took us to making season 1) The bad news: it’s not coming in 2022 😢
Arcane é uma série original que usa as personagens e a mitologia de League of Legends para contar a origem de alguns dos seus Champions mais populares, como Vi, Jinx, Caitlyn, Jayce, Viktor, entre outros, numa história emocional que dá também a conhecer um pouco do mundo de Runeterra.
Produzida pela Fortiche, Arcane tem sido recebida com muita emoção e entusiasmo por fãs, curiosos e críticos, mantendo, para já, um forte 100% no RottenTomatoes e, por aqui, a nossa maior admiração.
Foi no passado mês de julho que falámos sobre esta chegada de Chucky, o boneco diabólico, ao pequeno ecrã. Na altura, esse artigo serviu para mostrar aos nossos leitores o primeiro trailer da série, revelado na San Diego Comic-Con at Home.
Ora, e numa altura em que a série tem estado em exibição nos Estados Unidos desde o passado dia 12 de outubro, com um novo episódio a estrear a cada semana, ainda não tínhamos novidades sobre a disponibilização desta série em Portugal… até agora.
Em comunicado, o SYFY revela que a série de terror Chucky vai chegar a Portugal a 10 de janeiro. Isto significa que, quando estrear no nosso país, todos os oito episódios já terão sido exibidos nos Estados Unidos.
Nesta nova adaptação de Chucky, uma cidade idílica nos EUA é arrastada para o caos depois de um boneco “Good Guy” vintage (mais conhecido como Chucky) aparecer numa venda de garagem. Pouco depois, dá-se uma série de homicídios terríveis que expõem as hipocrisias e segredos escondidos da cidade. Entretanto, inimigos e aliados do passado de Chucky começam a entrar novamente na sua vida e ameçam expor a verdade por detrás das suas misteriosas origens – uma criança aparentemente normal que, de alguma forma, se tornou um monstro.
Para além de criar um dos vilões mais icónicos e aterrorizantes de todos os tempos, Don Mancini também participa como criador, argumentista, realizador e showrunner nesta aguardada série. Já a atriz Fiona Dourif regressa aos ecrãs para interpretar o papel de Nica na série.
O elenco inclui Zackary Arthur, Björgvin Arnarson, Alyvia Alyn Lind, Teo Briones e Devon Sawa, entre outros. Brad Dourif representará novamente o papel da voz de Chucky. Também Jennifer Tilly, Alex Vincent e Christine Elise regressam para interpretar os seus papéis originais da saga de filmes.
Amada por uns, colocada de lado por outros, a Bitcoin chegou de mansinho e ocupou o seu lugar. Soube ir entrando no nosso dia a dia e até já tem lugar na bolsa de valores.
Mas comecemos pelo princípio e vejamos o que é a Bitcoin:
Bitcoin é uma criptomoeda, ou seja, uma moeda digital, dinheiro que é criptografado para aumentar a segurança. Além de ser digital, é também uma moeda descentralizada. Tal como temos um porta moedas na mala ou no bolso, com o dinheiro para o café ou uma compra mais avultada, no mundo digital podemo-nos fazer acompanhar de uma carteira de moedas digitais. E a Bitcoin é uma das moedas de eleição. Foi a primeira a nascer e a que mais popularidade tem neste mundo criptografado.
Como podemos nós, hoje, usá-la?
Cada vez está mais generalizado o seu uso. Qualquer ação que envolva uma transação de dinheiro é elegível para usar criptomoedas. No entanto, ainda existem muitos sites e muitas empresas que não adicionaram as criptomoedas como método de pagamento. Contudo, já podemos usar a nossa carteira de bitcoins para pagar coisas como uma ida ao cinema, uma peça de vestuário, um carro ou mesmo uma casa. Os limites de utilização são a nossa imaginação.
Uma das formas de também fazer uso desta moeda é utilizá-la para fazer apostas online. As apostas com Bitcoin são cada vez mais populares no mundo online e existem até casas de apostas que incentivam o seu uso.
Vamos discorrer por algumas vantagens que as operações com as Bitcoins possuem: Em primeiro lugar, devido à descentralização desta moeda, as operações possuem taxas muito baixas. Ora, sabemos que as comissões aos bancos de casas de apostas e casinos são elevadas e isso diminui consideravelmente o lucro dessas empresas. Assim, ao incentivarem os apostadores a usarem as criptomoedas, as casas de apostas ganham mais, podendo, ainda assim, dar ao seu cliente mais vantagens.
Aliás, existem até algumas casas que oferecem, como bónus de inscrição, alguns satoshis para que o cliente possa ter a sua primeira experiência de jogo. Satoshis estão para a Bitcoin como os cêntimos estão para o euro. Mas a unidade de grandeza não é a mesma. Sabemos que um euro é igual a cem cêntimos. No caso da criptomoeda que estamos a falar, uma bitcoin é igual a 100,000,000 de satoshis.
Outro benefício fundamental, e que também é possível graças à descentralização da moeda, é a segurança. Todos os dados estão seguros. Não é necessário preocuparmo-nos com o roubo de dados para que terceiros possam usar a nossa carteira. Outra vantagem bem interessante é que o dinheiro não fica retido por algum motivo, como pode acontecer num banco, pelo próprio banco ou por outra autoridade. Todas as transações são impossíveis de rastrear e de falsificar.
Uma terceira vantagem, de igual importância às anteriores, é a confidencialidade. Ao serem usados os métodos de pagamento mais comuns, como cartão de crédito ou conta bancária, muitas vezes é necessário enviar documentos que provem a identidade do utilizador. Isso implica digitalizar ou fotografar um documento de identificação como o cartão de cidadão, o passaporte ou a carta de condução. Nas apostas com Bitcoin essa questão não se faz. O cliente pode estar tranquilamente a apostar, no sossego da sua casa e em perfeito anonimato. A sua identificação fica preservada.
Juntando todas estas vantagens, não há como ignorar a utilização de bitcoins hoje em dia. Além de tudo isso, há um factor que no mundo das apostas é crucial: a velocidade. Todas as transações de criptomoedas são imediatas, o que não acontece com outros métodos. Por exemplo, se usamos um cartão de crédito, a transação precisa ser aprovada. Se optamos por transferência bancária, então é necessário aguardar algumas horas, ou mesmo dias, para que a transferência ocorra. Com a carteira de bitcoin, os depósitos e os levantamentos em sites de apostas ou casinos são feitos na hora.
Então como podemos começar já hoje a usar a nossa carteira de bitcoins? Basta escolher uma plataforma ou uma aplicação e criar a carteira através de um simples registo. Depois é recheá-la e começar a usar. Em qualquer lado, com uma simples ligação à Internet e desde que o meio de pagamento por bitcoin ou por criptomoedas esteja disponível, é só usar a carteira.
Por norma, quando o preço aparece numa moeda que não seja criptomoeda, as transações são feitas com a cotação da moeda naquele momento. Então, nem é necessário andar a fazer muitas contas.
No entanto, e para terminar, é importante termos a noção que o mercado das bitcoins é muito volátil e isso pode implicar uma valorização muito rápida do dinheiro que colocamos na carteira ou uma desvalorização também muito rápida. No entanto, se desvalorizar muito, o ideal é apenas aguardar sem fazer nada. A tendência, desde o nascimento da bitcoin, é de crescimento, embora com altos e baixos. Boas apostas com bitcoins.
Seja pela ação ou pela sua vertente mais fantasiosa, os fãs da série The Witcher já podem comprar as pipocas porque a segunda temporada da saga está quase a chegar ao pequeno ecrã.
Com data de estreia marcada para o dia 17 de dezembro na Netflix, temos a certeza de que a semana até ao Natal vai ganhar outro sabor para todos os aficionados ao protagonista Geralt de Rivia.
Quem deu a novidade aos espetadores foi a própria Netflix que, no decorrer da convenção exclusivamente direcionada para o tema, WitcherCon, deu a conhecer não só a data de lançamento para a plataforma de streaming, como também alguns detalhes exclusivos acerca desta segunda temporada e o pôster da série, onde são visíveis Geralt e a Princesa Ciri.
Entre os presentes no evento estiveram algumas das personagens da série, assim como a produtora Lauren Hissrich, que mencionou a inclusão de novas personagens na história, como é o exemplo de Vesemir, considerado um dos bruxos mais velhos, sábios e hábeis da época. Assim se criou uma expectativa de um novo desenrolar na trama, cujos detalhes podem ir apanhando através do trailer e de teasers já disponíveis. Para além de ser evidente que esta temporada apresenta bem mais ação que a anterior, comprova-se igualmente que as personagens Geralt, Ciri e Yennefer irão manter-se no drama.
Baseada nos livros do autor Andrzej Sapkowski, desde a sua estreia, em 2019, que a série The Witcher é um sucesso na Netflix, conquistando uma vasta audiência dos mais variados tipos de interesses. Nesse sentido, as expectativas para esta nova temporada mantêm-se altas, tanto para o grande público como para a crítica especializada.
Um género que conquistou a audiência
Não é ao acaso que séries como The Witcher fazem furor entre os telespetadores. Afinal de contas, parece haver a forte tendência de os telespctadores se identificarem bastante com produções que se desenrolem no mundo medieval e tenham uma componente de fantasia.
Exemplo disso é a série Vikings, que, concebida por Michael Hirst, se inspira nos grandes guerreiros nórdicos. Contando com seis temporadas, que terminaram em 2020, o êxito desta produção levou a que outros setores também se rendessem à temática. Entre eles, encontram-se os casinos online em Portugal, que utilizaram o assunto como base para as suas slots temáticas, como é possível ver em plataformas como 888casino, que disponibiliza jogos como Viking Glory ou Viking Runecraft. Por outro lado, a popularização destas plataformas, fruto de vantagens como a diversidade de jogos e promoções nos casinos online em Portugal, também contribuiu para que mais jogadores conhecessem este universo fantasioso e de aventura. Isso porque oferecem slots com temática mitológica que têm como personagens centrais figuras como sereias, dragões e até mesmo deuses.
Por fim, outra das produções que também tem conquistado a audiência e, ainda que bem diferente, se baseia na premissa do imaginário e do histórico, é a série The Last Kingdom. Inspirada nas obras de Bernard Cornwell, intituladas de “As Crónicas Saxónicas”, esta série aborda a relação entre os Vikings e a Inglaterra.
Efetivamente, o gosto por assistir séries parece ter vindo a tornar-se consensual entre todo o tipo de públicos. Neste sentido, se procuram uma produção que misture bruxaria, monstros e muita fantasia, ainda vão a tempo de assistir à primeira temporada de The Witcher e começar com a segunda parte da saga logo a 17 de dezembro.
Tudo isto graças ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Por esta altura, já muitos deverão ter ouvido falar do Plano de Recuperação e Resiliência. Porém, podem ainda não ter percebido que o orçamento tem uma componente exclusivamente dedicada à Cultura, com um valor global que ascende aos 243 milhões de euros. Deste investimento, 150 milhões de euros destinam-se à valorização, salvaguarda e dinamização do Património Cultural e 93 milhões de euros serão afetos à Transição Digital das Redes Culturais para a modernização tecnológica e digitalização de artes, literatura e património. Estes investimentos vão salvaguardar e valorizar o património cultural e natural, promover o emprego e a atração de novos públicos, fortalecendo as redes no território.
Neste âmbito, e além dos projetos que falámos recentemente, ficámos esta semana a saber que estão previstas intervenções no Museu de Lamego, no Museu dos Biscainhos, no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa e no Mosteiro de São Martinho de Tibães.
Começando pelo Museu de Lamego, prevê-se um investimento total de cerca de 1,2 milhões de euros que compreende a renovação das condições infraestruturais do museu, com a reabilitação de coberturas e fachadas, instalação de sistema de climatização e revisão de equipamentos elétricos, telecomunicações e segurança, arranjos exteriores e melhoria efetiva das condições de acessibilidade de todo o equipamento, além da instalação da rede Wi-Fi. A obra deverá arrancar no primeiro trimestre de 2023 e estar concluída até março de 2024.
Já em Braga, para o Museu dos Biscainhos está previsto um investimento total na ordem de 1,3 milhões de euros, que prevê a reabilitação de fachadas, a melhoria das condições de acessibilidade e a instalação de Wi-Fi neste equipamento cultural. A obra no Museu inclui também a beneficiação de coberturas e de sistemas de drenagem pluvial, assim como o restauro e a conservação do Jardim Histórico, que constitui um espaço verde no centro da cidade de reconhecido valor patrimonial. A empreitada está prevista começar no primeiro trimestre de 2023 e ficar terminada até ao final do primeiro trimestre de 2024.
A intervenção no Museu de Arqueologia D. Diogo de Sousa contempla obras diversas de conservação interior, assim como a revisão de condições ambientais da área expositiva e da infraestrutura elétrica. A obra, que deverá arrancar no primeiro trimestre de 2023 e estar finalizada no primeiro trimestre de 2024, está orçada em cerca de 650 mil euros e inclui também o acesso do Museu à rede Wi-Fi.
Ainda em Braga, serão concretizadas obras no Mosteiro de São Martinho de Tibães, com calendário previsto de arranque no segundo trimestre de 2023 e conclusão no final de 2024. A intervenção, no valor de 3,2 milhões de euros, inclui a igreja, a cerca monástica e o jardim histórico, com obras de conservação e restauro, beneficiação de fachadas, coberturas e sistemas de drenagem pluvial, assim como revisão de equipamentos e instalações técnicas e de rede Wi-Fi.
Lewis Hamilton conseguiu a pole para o Grande Prémio do Qatar e Max Verstappen até conseguiu o segundo lugar na grelha de partida. No entanto, a FIA decidiu intervir e acabou por dar cinco lugares de penalização ao holandês (e três a Valtteri Bottas) por ter “ignorado” bandeiras amarelas duplas na última volta da Q3, no sábado. Com isto, Max parte de P7 e Hamilton tem pista a aberta para sair do Qatar com a vitória. Ahhhh sim, Fernando Alonso subiu ao pódio.
Como tem vindo a ser hábito nos últimos GPs, a história do Grande Prémio do Qatar começou a ser escrita ainda no sábado, quando Max Verstappen e Valtteri Bottas foram chamados para prestar declarações sobre acontecimentos durante a última volta do Q3. O resultado? Cinco voltas de grid penalty para Max, que assim partiu de P7, e três para Bottas, que partiu assim de P6, deixando na frente LewisHamilton, Pierre Gasly e Fernando Alonso.
Depois da partida, o esperado aconteceu. Uma excelente partida de Fernando Alonso deu a P2 ao espanhol, que passou o piloto da AlphaTauri, mas sem se conseguir aproximar de Lewis Hamilton. Grande partida também de Max Verstappen, que depressa passou de P7 para P4, aumentado assim a esperança por parte da Red Bull, que via o seu segundo piloto a ficar em P9 depois de partir em P11.
Do outro lado da moeda estavam Bottase SebastianVettel, que foram de longe os piores arranques para este Grande Prémio do Qatar. Se o finlandês da Mercedes perdeu cinco lugares e estava em P11 depois da primeira curva, o alemão da Aston Martin perdeu sete, descendo para um nada honroso 17º lugar (depois lá recuperou e acabou a corrida em P10, desculpem pelo spoiler, e viu o seu colega Lance Stroll conseguir a sua melhor posição de sempre pela Aston Martin – P6).
Se, durante as primeiras voltas, Max até se portou bem e depressa passou Gasly e Alonso, tendo até recuperado algum tempo para o carro de Hamilton, as coisas depressa mudaram e Hamilton começou a ganhar décimas atrás de décimas e, 12 voltas depois da partida, já levava a confortável distância de cinco segundos. A primeira tentativa de surpreender aconteceu por parte da Red Bull. Parou os seus dois carros e Max Verstappen, o único que interessa para as contas do principal título, saiu para a pista em P2, mas a 34 segundos de Lewis Hamilton, nunca corrida em que o britânico andou quase sempre sozinho na frente do pelotão.
Se o carro 44 pedia ao seu engenheiro para não o parar cedo demais porque os pneus até estavam em condições, o engenheiro ignorava e dizia “Lewis, box box”. Lewis parava… e que boa decisão da Mercedes. Uma volta depois da paragem e o inglês continuava a cerca de oito segundos de Max. Tinha tudo para ganhar, agora só era preciso que Bottas conseguisse subir uns lugares para ajudar na batalha que é o campeonato do mundo de construtores. E isto leva-me a ignorar o resto da corrida (ou parte dela), que contou com batalhas bem interessantes, (principalmente entre Esteban Ocon e Sergio Pérez ou mesmo do mexicano com o outro piloto da Alpine, Fernando Alonso) para falar dos pneus da Pirelli.
Já chega. Ou a marca italiana começa a acertar nas suas escolhas ou mais vale dar liberdade às equipas para escolherem os seus fornecedores. Bottas acabou por retirar o carro umas voltas depois de um furo que o fez cair para P14, GeorgeRussell a sete voltas do fim teve que parar mais uma vez porque os seus pneus também não aguentaram e NicholasLatifi o mesmo… neste último, o piloto da Williams acabou mesmo por ter que parar o carro antes de chegar à pit, acabando com que o Virtual Safety Car fosse implementado nas últimas voltas da corrida.
Mas continuando, Max pára, seguido de Pérez e de Hamilton. Depois destas paragens, continuávamos a ter Lewis na frente, com Max a não se conseguir aproximar, e Alonso, que conseguiu estender as suas stints, a ascender ao terceiro lugar… posição da qual tinha partido para este Grande Prémio do Qatar.
E assim ficou até ao fim, num grande prémio onde Lewis foi buscar a vitória e Max a volta mais rápida com 1:23.196, mas onde a equipa que verdadeiramente ganhou foi a Ferrari, que acabou com ambos os carros à frente dos dois McLaren onde só LandoNorris é que pontuou. Para a história entra também o pódio de Fernando Alonso (que foi também piloto do dia), que regressa assim à festa do champanhe alguns anos depois. Continua tudo em aberto para os últimos dois GPs da temporada, emoção que não tínhamos há quase uma década!
Durante muitos anos, a Central Termoelétrica do Pego foi a segunda maior responsável pelas emissões de dióxido de carbono em Portugal.
Ontem, dia 20 de novembro, foi o primeiro dia de produção de eletricidade onde a queima de carvão deixou de fazer parte das opções na produção de eletricidade em Portugal. De acordo com a ZERO (Associação Sistema Terrestre Sustentável), a Central Termoelétrica do Pego em Abrantes, esgotou o stock de carvão que tinha na passada sexta-feira, dia 19 de novembro.
Para a ZERO, esta data histórica em que se deixa de utilizar em Portugal o combustível mais poluidor em termos de emissões de gases com efeito de estufa causadoras das alterações climáticas, antecipando um objetivo que estava inicialmente traçado para 2030, não deixa de ser um alerta para a necessidade de planear antecipadamente e assegurar uma transição energética justa para o país rumo à neutralidade carbónica em 2050 ou desejavelmente antes. É fundamental garantir o enquadramento dos trabalhadores direta e indiretamente afetados, para além da promoção de soluções que não ponham em causa os ganhos ambientais conseguidos.
Deixar de usar carvão na produção de eletricidade é um elemento crucial da descarbonização que recebeu destaque e foi polémico na COP26 que terminou no passado fim-de-semana pela recusa de alguns países em terminar com o uso deste combustível.
Durante muitos anos, a Central Termoelétrica do Pego foi a segunda maior responsável pelas emissões de dióxido de carbono em Portugal a seguir à Central Termoelétrica de Sines cujo encerramento ocorreu em janeiro deste ano.
A central a carvão do Pego era também uma fonte significativa de emissão de diversos poluentes, como os óxidos de azoto, dióxido de enxofre, partículas e metais pesados, cujas quantidades lançadas para a atmosfera em Portugal sofrerão uma redução importante.
O mais grave? É que até aparecem destacados nas pesquisas efetuadas no motor de busca da Google…
Já estamos fartos de o dizer, mas é preciso, mais que nunca, ter atenção a todos os detalhes quando visitamos um site: o URL, o tipo de linguagem utilizado, as opções de pagamento… Existem cada vez mais burlas na Internet, umas mais inteligentes que outras, mas cabe sempre a nós, utilizadores, estarmos atentos para que nunca sejamos enganados.
Regra geral, é fácil descobrir quando estamos perante um site falso, embora várias pessoas acabem sempre por cair na esparrela. Desta vez, damo-vos um novo alerta, novamente proporcionado pelo youtuber Hugo Medeiros, que tem vindo a fazer um verdadeiro serviço público no que toca a burlas online.
Desta vez, o conhecido youtuber dá um alerta para sites falsos que se fazem passar por lojas de roupa. O mais preocupante? É muito fácil esses sites fraudulentos serem visitados por muitas pessoas.
Nomes de lojas como a Stradivarius e a Tiffosi estão a ser utilizados para a criação de sites falsos, com o objetivo de fazer com que o utilizador comum seja enganado. No fundo, o que os burlões pretendem é que os compradores coloquem os dados do seu cartão de crédito nestes sites falsos. A partir daí, com esses dados, os burlões vão tentar roubar o máximo de dinheiro possível.
Para já, o url de ambos não faz sentido algum, como podem ver no vídeo em cima. Porque haveria uma marca utilizador um endereço .online quando pode utilizar o .pt ou o .com? Só aqui têm logo um alerta. No caso do site falso da Stradivarius, a questão ainda é mais flagrante, pois utiliza o my-free.website.
Ora, se visitarem esse site falso só por curiosidade, e fizerem scroll até ao fim da página, irão reparar que o site foi construído com recurso a uma ferramenta para elaboração de websites, ferramenta essa que qualquer pessoa pode utilizar. Logo aqui, não faria qualquer sentido uma empresa como a Stradivarius recorrer a um serviço gratuito de websites, certo?
“Desconto de 10% na primeira ordem” não faz sentidoPodem reparar, na parte inferior do site, que o mesmo foi construído com recurso a uma ferramenta gratuita…
Ainda em relação a este site falso da Stradivarius, se passarem o rato por cima de uma qualquer página, irão reparar que o site que vai abrir é o aemr.top, que depois reencaminha não para o stradivoutlet.my-free.website, mas para o www.stradioutlet.online. Novamente, é flagrante, e rapidamente percebemos que estes dois sites falsos foram construídos pela mesma pessoa.
Outro detalhe que facilmente denuncia ambos os sites é na secção do footer. Em ambos os sites, se clicarem nos ícones das redes sociais, irão reparar que não existe nenhuma ligação associada. Ligeiramente acima do footer, reparam em três banners que dizem “GARANTIA DE DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO!”, “TECNOLOGIA DE SUPORTE 24/7” E “ENTREGA GRÁTIS”. Mas se clicarem, nada acontece.
Ainda assim, ambos os sites falsos estão relativamente bem construídos e podem perfeitamente enganar umas quantas pessoas, porém, se atentarem na linguagem, rapidamente percebem que está ser utilizado o Português do Brasil (PT-BR) e não o Português Europeu (PT-PT).
O mais grave? No seu vídeo, Hugo Medeiros diz que, ao fazer uma pesquisa no motor de busca da Google pelo termo “Stradivarius”, aparece-lhe em primeiro lugar um anúncio… que remete para esse tal site falso. Fizemos o mesmo teste e, de facto, esse anúncio aparece efetivamente, mas no nosso caso somente na segunda página. Isto no PC, se pesquisarem no smartphone também irão rapidamente encontrar este anúncio falso. No caso da Tiffosi, não encontrámos nenhum anúncio no motor de busca da Google.
Como é que a Google não deteta que é um site falso?
Isto é especialmente grave quando sabemos que o site oficial da Stradivarius tem milhões de visitas mensalmente. Já o site da Tiffosi tem, em média, 400.000 visitas por mês (os dados são do SimilarWeb, ferramenta utilizada na indústria).
Além destas marcas anteriormente referenciadas, há também sites falsos que se fazem passar pela Converse All Star, Parfois, Skechers, Adidas, Primark, Zara, Lefties e Merrell, só para citar algumas.
Fica dado mais um alerta. Já sabem, analisem todos os detalhes ao pormenor (tenham especial atenção ao URL/domínio utilizado), pois só assim conseguirão safar-se de todos estes esquemas da Internet.
Nota: Caros leitores, devido aos vários comentários que recebemos neste artigo, convém esclarecer o seguinte: Todos e quaisquer sites que vendam peças de roupa e cujo endereço termine em .shop, .online, .top, outletportugal, e derivados, são FALSOS. Não devem, de modo algum, comprar o que quer que seja nessas páginas.
Estreia no próximo ano, mas ainda não se sabe exatamente quando.
Hoje, durante o seu painel no Anime NYC, uma convenção em Nova Iorque dedicada ao mundo do anime, a Crunchyroll anunciou que, algures em 2022, irá estrear no serviço a adaptação televisiva anime de Spy × Family, o premiado e popular mangá da Shonen Jump+.
Em Spy × Family acompanhamos um espião que, para infiltrar-se na alta sociedade do país inimigo, cria uma família de fechada, sem contudo saber que a sua “esposa” é, na verdade, uma assassina profissional e que a sua “filha” é uma criança paranormal que lê mentes.
Além deste projeto, foram anunciados outros títulos bastante antecipados para o próximo ano, como Aoashi e A Couple of Cuckoos.
Em Aoashi, também adaptado do mangá, acompanhamos um jovem prodígio e a sua jornada pelas categorias da base do futebol profissional. Já A Couple of Cuckoos é uma comédia romântica sobre dois jovens que foram trocados na maternidade e prometidos um ao outro pelos seus pais, ainda que contra a sua vontade.
Há também outros projetos interessantes, como Tomodachi Game e Dance Dance Danseur. Todas as séries anunciadas serão exibidas em simulcast, com áudio original em japonês e legendas em português (PT-BR e não PT-PT, atenção) logo após sua exibição na TV japonesa.
Temos uma estratégia para reaproveitar 20% das águas residuais tratadas nas 25 maiores ETAR do país até 2030″, afirmou o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes.
Em Vila Real, no seminário Saneamento – Atividade Geradora de Recursos, que assinalou o Dia Mundial do Saneamento, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, afirmou que Portugal “está muito acima da média mundial” na área do saneamento.
Durante a ocasião, Matos Fernandes salientou que “é absolutamente essencial para melhorar a qualidade da saúde pública no mundo que haja um muito maior cuidado com o tratamento dos esgotos”. O ministro realçou o “percurso extraordinário” percorrido por Portugal entre 1993, ano em que pouco mais de 25% das águas residuais eram tratados, e hoje, com 85%. “Passámos de 640 hepatites que se apanhavam bebendo a água da torneira em 1993 para zero no último ano. Por isso o que fizemos é, de facto, um trabalho de que muito nos orgulhamos”, acrescentou.
O Ministro disse também que é preciso encontrar um caminho para aplicar o que sobra nos sistemas, como as lamas das estações de tratamento de água (ETA), das lamas das estações de tratamento de águas residuais (ETAR), a própria água residual tratada nas ETAR.
“Não é um resíduo, é um produto. E temos de saber encontrar formas para sabermos aplicar esse mesmo produto. A água residual tratada é água para muitas aplicações, não é obviamente para beber ou para lavar os dentes, mas para regar um jardim, lavar uma rua, para fazer a rega de culturas permanentes e já existem experiências em Portugal em que isso acontece”, disse.
Num país com solos “tão esqueléticos”, com “tão pouca matéria orgânica” e “com uma parcela já tão grande em risco de desertificação”, “é essencial olhar para essas amas e não fazer delas lixo”, continuou o Ministro.
“Já está a ser feito, mas tem de ser aumentado naquilo que está a ser feito. Temos uma estratégia para reaproveitar 20% das águas residuais tratadas nas 25 maiores ETAR do país até 2030”, afirmou.
Papinho cheio de ter visto quem nunca desilude. Para o ano é favor repetir.
Dia cheio na agenda de concertos em Lisboa. O Super Bock em Stock anda a polinizar os espaços que bordejam a Avenida da Liberdade e há uma bonita homenagem no TitanicSur Mer ao grande Phil Mendrix, cujo aniversário seria no passado dia 10. Mas a destacar um concerto, pela banda e pelo espaço, teria que ser o de Mão Morta, que atuaram no relocalizado Lisboa ao Vivo, no âmbito do festival Back to Back.
Festival que é ideia feliz, ao reunir em dias consecutivos, e em salas carismáticas de Lisboa e Porto (neste último caso no Hard Club), nomes importantes do som mais pesado feito em Portugal. Para esta primeira edição, e contamos que não fique por aqui, o arranque coube aos The Quartet of Woah!, grupo de Lisboa mas que canta em inglês e toca um stoner rock bem perto do osso, seguidos dos também alfacinhas Process of Guilt, ligados a um som industrial, mas igualmente de grande intensidade.
Já os Bizarra Locomotiva têm um nome que impõe respeito e admiração nas últimas quase três décadas, com uma capacidade de atuação ao vivo fortíssima. Foi assim pena não termos conseguido ouvir diretamente do produtor ao consumidor o fresquinho EP Fenótipvs, mas conta-se que continuam a não vacilar.
Mão Morta – Festival Back to Back Foto por Emanuel Canoilas
Mão Morta – Festival Back to Back Foto por Emanuel Canoilas
Mão Morta – Festival Back to Back Foto por Emanuel Canoilas
Mão Morta – Festival Back to Back Foto por Emanuel Canoilas
São 22h45 e chegam então os Mão Morta, numa Lisboa ao Vivo muito bem composto. É a primeira vez que entramos por esta reentrância da Marechal Gomes da Costa e, se a entrada é mais escondida do que nos tempos à Beira Tejo (esta malta pensa bem e colocou um sinal luminoso na avenida a fazer de padrão), a estrutura interior, aquela caixa negra em que tantos nomes de qualidade já atuaram, continua exactamente com o mesmo perfil, com um palco que até arriscamos dizer parecer um pouco maior. Em termos de concertos em pé, e para utilizar linguagem Jorge-Jesusiana, é outro patamar. As condições estão todas reunidas, então.
No Fim era o Frio é a última longa gravação dos míticos bracarenses, e naturalmente ocupa destaque num contexto de público que se espera mais sabedor e não apenas à procura “daquelas” (“Budapeste”, “Oub’Lá” e “Novelos da Paixão” ficam para outro dia). O início épico de “Passo o Dia a Olhar o Sol” resulta especialmente bem antes da conversa ao microfone que o mestre Adolfo Luxúria Canibal nos faz. Antes, a imagética incrível dos desesperados descrita em “Pássaros a Esvoaçar” é o primeiro grande momento do concerto. Segure-se a hipnose da “Hipótese do Suicídio” e, em especial, uma grande interpretação de “Tu Disseste”. É tão raro ver uma figura tão dominadora como Adolfo Luxúria Canibal não abafar os companheiros, mas os instrumentais que sabiamente rodam no destaque em cena conseguem sempre acompanhar. Mão Morta estatisticamente é como uma gillette, já dá o nome à categoria onde está. Os outros adjetivos não chegam.
Regresso ao clássico álbum Há Já Muito Tempo que Nesta Latrina o Ar Se Tornou Irrespirável para o grande e mais espevitado no tom “Em Directo (Para a Televisão)”, nunca tão aplicável à realidade como nos dias de hoje, antes das viagens a “Barcelona” e a “Lisboa”. A guitarra de “Barcelona”, essa então soa absolutamente em casa perante os morcegos que se agitam a ouvi-la, numa comunhão atenta. Conversas e idas ao bolso para buscar o telemóvel são poucas e cá atrás mais perto dos bares. Está certo.
Em show que, por ser em festival, é mais sequinho (e amanhã há mais para fazer, felizmente já mais perto do descanso do lar no Minho), a paranóia revolucionária do “Anarquista Duval” faz aparição, antes da pausa para as baladas do encore: “Sinto Tanto Frio” e, no fim, “Bófia”. Fim. Papinho cheio de ter visto quem nunca desilude. Para o ano é favor repetir.
Um regresso aos festivais, neste caso a um itinerante.
Não há como escapar, há carisma no Super Bock em Stock (SBES para os amigos, ou até Mexefest de vez em quando para quem ainda pensa em contos e não em euros, como é o nosso caso). Mesmo que numa envolvência bem mais rica do que nas primeiras edições de há mais de uma década, em que o rácio tasca/restaurante de “conceito” era o inverso e o preço das imperiais bem mais baixo, é mais do que todos os outros um festival de encontrar amigos na rua que já não víamos há anos. De dar dois dedos de conversa. De entrar em sítios onde se calhar nunca tínhamos estado e parar para pensar no bonita que esta cidade é mesmo, mesmo com todo o mal que já lhe fizeram. E mesmo com um cartaz que nem os mais otimistas poderão chamar de champagne, isso tem graça e já tínhamos saudades.
Já passa um pedaço das oito da noite quando se vai buscar a pulseira ao Coliseu dos Recreios. Processo fácil e rápido, o que abre janela para entrar numa garagem. A Garagem EPAL, com um aspeto bem pintadinho de quem foi renovado há pouco tempo, recebia a Pimenta Caseira, acabada de moer, já que este é projeto do Ano da Graça de 2021. Aliás, “Dá-me Tudo”, o segundo single depois de “Summer Stroke”, saiu agora em novembro.
Malta do novo Cais do Sodré e com bagagem de outros projetos como Moullinex, HMB, Lura ou Nenny, GuiSalgueiro nos teclados; Zé Maria no saxofone, sintetizadores e vocoder; e Ariel Rosa na bateria e pads são os constituintes deste auto-denominado “movimento”. A diversão que a criação destas faixas transparece para o palco, e o néon rosa com o nome bem brilhante, foi investimento sábio para criar o ambiente. As comparações com Daft Punk em “Dá-me Tudo” não podem deixar de ser feitas, mas é em especial o saxofone do mestre de jazz pelo Conservatório de Haia que se faz destacar. Curiosos com o sítio onde o movimento vai dar.
Pimenta Caseira – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Rainhas do AutoEngano – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Mundo Segundo & Sam The Kid – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Mundo Segundo & Sam The Kid – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Mundo Segundo & Sam The Kid – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Mundo Segundo & Sam The Kid – Super Bock em Stock Foto por Emanuel Canoilas
Quiçá o nome maior da noite, ex aequo com Django Django, Mundo Segundo & Sam The Kid tocam no Coliseu. Sala não lotada, há que dizer à partida, o que afeta o ambiente de quem partilha histórias das urbes maiores e pede calor a agitação. Não obstante, esta conexão Hip Hop Chelas/Gaia dá espetáculo em que puxa pelos presentes, que demonstram boa vontade também. Afinal dá-se mais valor em estar ali, que era garantido há poucos anos e agora incerto, e o alinhamento com clássicos é feito com competência. E ouvir Sam The Kid a fazer referências a Matosas alegra sempre o coração.
Já tínhamos outro evento marcado para mais perto de Chelas, precisamente, mas ainda há tempo de checar o novo Maxime, onde as Rainhas do AutoEngano, trio de amizade feminina luso-brasileira, dão um espetáculo diametralmente oposto. Aqui imperam o intimismo e as histórias da vida de Madalena Palmeirim, Zoe Dorey e Natália Green, como em “Eu Jurei”. Há guitarra a atirar para o folk, mas também a especificidade portuguesa do cavaquinho e o sopro do trompete por vezes a aparecer. Não será luso-tropicalismo, mas será terapia boa, o fruto de muitas conversas e desabafos. A sala está com as mesas cheias e uma boa fila de pé junto ao longo balcão do bar, tudo faz sentido.
A sala está com bom aspeto, mas para quem conheceu os tempos de reanimação do cabaret e toda a história impregnada naquelas madeiras desaparecidas, faz confusão. À saída aparece um tuk tuk da organização que nos dá boleia até aos Restauradores, é uma estreia na utilização do veículo, tal como acontece com quem partilha connosco a viagem e troca dois dedos bem dispostos de conversa. Lisboa agora também é muito isto.