A Yorn começou a enviar uma mensagem aos seus clientes a dar conta de que, a partir de 1 de janeiro de 2019, vão poder usar mais dados móveis do tarifário Yorn X sem custos adicionais.
Como podem ver pela imagem, dos 4,58GB disponíveis (tarifário Yorn X 5GB) neste momento para utilização no Espaço Económico Europeu (EEE), vamos passar a poder utilizar 6,1GB, um aumento que pode fazer a diferença em muitas situações.
Para quem não sabe, quando nos encontramos fora do país, as comunicações de voz, sms, mms e videochamadas efetuadas são taxadas de acordo com o tarifário em Portugal para outras redes nacionais e as comunicações recebidas são gratuitas. excluem-se comunicações em barcos, aviões e por satélites, naturalmente.
A novidade aqui é que, e de acordo com a alteração prevista na regulação do roaming no EEE – Espaço Económico Europeu, que inclui os países da União Europeia, Islândia, Liechtenstein e Noruega, como existe uma redução da tarifa regulada de dados, que passará de €6,14/GB para €4,61/GB, isso faz com que exista um aumento do volume de dados disponível para utilização em roaming, sem custos adicionais.
Mas atenção, não se deixem entusiasmar. Se esgotarem os 6,1GB previstos da Política de Utilização Responsável (PUR), será aplicada a tarifa regulada de €0,0055/MB (IVA incluído), substituindo os anteriores €0,0074/MB, com taxação ao KB. E não, os valores respeitantes ao consumo de minutos e SMS não vão sofrer alterações.
Pokémon: Let’s Go pode não ser o grande próximo grande passo da série, mas é o remake perfeito que os fãs poderiam desejar.
Com uma nova geração de Pokémon prevista para 2019, a Nintendo e a Game Freak resolveram aquecer a Nintendo Switch numa viagem ao passado com Pokémon: Let’s Go Eevee e Pokémon: Let’s Go Pikachu.
Pokémon: Let’s Go é um remake dos primeiros jogos do antigo Game Boy, em particular de Pokémon Yellow, uma versão especial onde o Pokémon inicial era a mascote da série. Aqui, este remake divide-se em duas versões, que dão destaque a Pikachu e a Eevee, com poucas diferenças entre ambas.
Dos jogos portáteis em 8-bit saltamos para um mundo 3D influenciado por arte anime. Agora, todos os Pokémon são desenhados num formato animado, apresentam-se com animações durante os combates e têm tamanhos diferentes e realistas em relação à nossa personagem. Ao mesmo tempo, mantêm-se extremamente fiéis ao que conhecemos da série de animação, baseada nos jogos.
O mundo também está transformado, na mesma linha que as criaturas que o habitam, e a jogabilidade mantém-se, no geral, muito semelhante à versão original, com a câmara a voltar ao formato isométrico, algo que os jogos mais recentes de Pokémon para a Nintendo 3DS acabaram por largar.
Nesta aventura, também somos presenteados com uma banda sonora orquestral que substitui o chiptune do original, que, apesar de charmoso, nos dias de hoje pode-se considerar extremamente irritante. Infelizmente, à parte de Pikachu e Eevee, todos os sons dos Pokémon ainda usam aqueles estranhos gritos à antiga.
Por falar em coisas irritantes dos originais, temos os encontros com os Pokémon ao ar livre, que, felizmente, estão muito melhorados. À semelhança de Pokémon GO, as criaturas aparecem no jogo a deambular entre moitas e arbustos e podemos escolher quais é que podemos abordar, quais é que podemos contornar ou decidir se fugimos de todos ou os apanhamos todos.
Ou seja, acabaram-se as frustrações de bater contra dezenas de Zubats ou Pidgeys nas nossas aventuras, ainda que, por vezes, seja fácil tocarmos nestes Pokémon de forma acidental.
Estes confrontos também estão diferentes, que deixam de ser combates e passam a usar outra mecânica de Pokémon GO (ou não fosse o “GO” parte do título destes jogos). Em vez de combates, onde colocamos em risco a saúde dos nossos Pokémon para capturar outros, temos acesso direto às pokebolas, prontas a serem lançadas.
Apesar de simplificado, não quer dizer que este novo formato seja mais fácil. A Nintendo Switch oferece diferentes formas de se jogar e, nas capturas, o movimento dos controlos ou da consola é sempre obrigatório. Se usarmos os JoyCons ou a Pokeball Plus, temos que fazer um movimento de lançamento da Pokebola para o ecrã, já se usarmos o modo portátil vamos ter que mover a consola com o seu giroscópio para termos os Pokémon à nossa frente.
Neste processo, teremos que tentar acalmar as criaturas com itens comestíveis e escolher o melhor tipo de Pokebola a usar.
Esta nova mecânica, apesar de diferente e de criar algum ceticismo aos jogadores mais dedicados da série, funciona surpreendentemente bem. A progressão de jogo torna-se menos irritante e, a cada captura, são fornecidos pontos de experiência a todos os Pokémon que temos na nossa equipa. A quantidade de pontos adquiridos pode aumentar ou diminuir dependendo das características dos Pokémon apanhados, do modo como os capturamos e da frequência com que o fazemos de forma seguida (chamados Combos).
Há ainda motivações extra para os apanharmos literalmente a todos. Para além dos combos sucessivos nos darem mais experiência, é aumentada a probabilidade de encontrarmos versões super-raras dessas criaturas (os Pokémon shiny), e temos a possibilidade de trocar os Pokémon repetidos com o Professor Oak, que nos oferece itens para melhorar as características individuais de cada Pokémon que levamos connosco.
Na lista de diferenças em relação aos jogos originais, temos também a opção de ter acesso direto a todos os Pokémon que apanhamos e de trocá-los para a nossa party de forma facilitada, sem recorrer aos computadores dos Pokécenters. Esta alteração torna-se particularmente útil para mudarmos a nossa equipa a qualquer momento, algo que se mostra bastante útil para manter dezenas de Pokémon com níveis mais equilibrados ou para fazer trocas urgentes entre batalhas.
Bastante diferente dos primeiros jogos está o Safari Pokémon, que é substituído pelo GO Park, que é, basicamente, o nosso mundo, o real, através do Pokémon GO. É através do GO Park que é possível transferir os Pokémon do nosso smartphone para o jogo da Nintendo Switch.
Na teoria esta função parece incrível. Não só podemos transferir os Pokémon em falta das duas versões, como podemos obviamente simplificar a nossa demanda pelo Pokédex completo. Infelizmente, este modo requer que os jogadores invistam tempo num jogo acessório, e conseguir ligar o smartphone à Nintendo Switch através do jogo é uma enorme chatice, com problemas de reconhecimento constantes por parte das duas plataformas. E claro, estamos limitados à transferência de Pokémon da primeira geração.
Outra função bastante interessante, mas que podia ser muito mais bem explorada, é a nossa interação com o Pokémon principal do jogo, Eevee ou Pikachu. Tal como em Pokémon Yellow, aqui também podemos interagir com os nossos companheiros. Ao longo do jogo, através do menu, podemos ver o estado do nosso amigo e interagir com ele com gestos, toques, festas e até podemos usar os dedos para pentear o nosso parceiro. É divertido, é adorável, mas tem pouca profundidade e, nas dezenas de horas de jogo passadas em Kanto, teria sido interessante criar um laço mais emocional com as nossas criaturas.
Há outros Pokémon que podemos tirar das pokébolas e que nos podem seguir ou servir de transporte e com os quais podemos também interagir. Mas fora alguns momentos durante os combates em que se mostram mais eficientes, tal como Eevee ou Pikachu, a sua interatividade não acrescenta praticamente nada.
Com todas as suas simplicidades, Pokémon: Let’s Go não é propriamente mais fácil, e os jogadores apercebem-se do maior grau de dificuldade ao longo da aventura. Os combates com outros treinadores tornam-se mais impiedosos, somos obrigados a criar estratégias, a perceber muito bem as características de todas as criaturas e, uma vez que ganhamos experiência com a captura dos Pokémon, existe uma enorme motivação de apanhar tudo o que passa pelo nosso caminho para nos mantermos preparados para a próxima batalha.
Este é, claramente, um jogo para puxar à nostalgia, e é também um enorme isco para quem adorou os originais ou ainda não tem uma Nintendo Switch, não fosse este o primeiro jogo do género na plataforma e o primeiro Pokémon RPG numa consola de “sala” da Nintendo.
Além disso, Pokémon: Let’s Go quer também agradar a quem andou os últimos dois anos agarrado aos smatphones à procura de criaturas invisíveis nos quintais dos vizinhos. Tudo isto parece um plano maquiavélico da Nintendo para dominar a indústria e o mundo, mas a verdade é que funciona.
Pokémon: Let’s Go é simplesmente delicioso. Pode não ser o grande próximo grande passo da série, mas é o remake perfeito que os fãs poderiam desejar, ao simplificar mecânicas, ao abraçar uma nova geração de jogadores e ao apresentar um jogo tão sólido que quem não conhecer o mundo Pokémon não diria que é um remake.
Quem o segue sabe que o jovem comediante Diogo Faro, akaSensivelmente Idiota, já fez uma série de coisas. Milhares de posts nas redes sociais, três livros editados, salas esgotadas com os seus talk shows, vídeos para o YouTube, crónicas, programas de rádio e televisão… Mas e um solo de stand up comedy? Pois é, chegou finalmente a hora.
Contudo, Battlefield V não se livra de problemas, especialmente técnicos, que podem ser facilmente trabalhados.
Existem vários elementos característicos da saga Battlefield. Conflitos de grande escala, batalhas épicas, coordenação e trabalho de equipa, elementos sempre acompanhados com as melhores tecnologias audiovisuais da indústria.
Battlefield V não é exceção e, este ano, a DICE apresenta-nos um jogo digno de se juntar à linha principal da série.
Battlefield V (ou Battlefield 5) não é o quinto jogo da série, uma vez que se aproxima mais de uma sequela do fantástico Battlefield 1 de 2016. A sua nomenclatura é complicada e difícil de perceber, mas o que importa é perceber que é um excelente passo na direção certa, dentro da sua linha principal.
Com o maior número de mapas lançados logo de início e com uma sólida variedade de modos de jogo onde se inclui uma pequena de campanha a solo, Battlefield V cumpre a promessa de nos fazer gastar imensas horas em recriações virtuais dos conflitos europeus durante a Segunda Grande Guerra, especialmente se tivermos paciência para morrer muitas vezes.
Ao todo, contamos com seis modos de jogo, todos eles com diferentes objetivos e de escalas diferentes. Vamos encontrar os modos tradicionais da série, como o Team Deathmatch, Domination ou Conquest, mas o verdadeiro destaque vai para o Grand Operations, que coloca à prova todas as capacidades e habilidades dos jogadores.
O modo Grand Operations é uma espécie de playlist, com matches de 16 minutos, que mistura elementos e objetivos dos outros modos, em diferentes localizações. Com um suporte narrativo, este modo começa com um salto de paraquedas, passa por conflitos bélicos de grande escala onde a cooperação é chave para cumprir os objetivos propostos, e termina em batalhas mais pessoais, onde os recursos são mais limitados e a ação é mais tensa.
E tudo funciona mais ou menos bem, com diferentes classes à nossa escolha que, desta vez, não são tão proeminentes nas suas habilidades, como por exemplo a classe de médico, uma vez que todos os elementos podem curar outros camaradas antes de morrerem. Ainda assim, todas as classes fornecem o devido suporte aos restantes jogadores.
A cooperação revela-se mais importante do que nunca, desde o momento em que temos esta capacidade de ajudar diretamente todos os jogadores a nossa volta. Os combates épicos com dezenas de jogadores, juntamente com os objetivos propostos, obriga a que haja uma mobilidade conjunta com confrontos mais diretos, não havendo tantos jogadores perdidos e dispersos pelos campos de batalha.
A guerra é um inferno e entrar em Battlefield V pode ser bastante intimidante para o jogador mais casual, mas extremamente familiar para quem já segue a série de iterações passadas. No geral, a jogabilidade é muito semelhante a Battlefield One, com a adição de novas capacidades de mobilidade que tornam tudo mais fluido e livre.
Contudo, não nos livramos de um sistema de combate quase impiedoso, onde, muitas vezes, basta uma bala para cair ou deitar alguém ao chão, o que nos obriga a estar em constante movimento e procurar proteção ou kits de sobrevivência para viver mais uns minutos.
No geral, a mobilidade está muito bem conseguida. Os sprints, escorregadelas, saltos da janela de um prédio estão tão bem conseguidos e integram-se tão bem durante as batalhas que os matches com mais ação fazem-nos sentir os heróis de um filme. O sentimento de estarmos envolvidos em cenários de ação épicos não se reflete somente nas sequências em que temos tanques a passar ao nosso lado a abrir caminho ou aviões em combate por cima das nossas cabeças, mas também em combates mais íntimos entre ruas e edifícios, onde podemos espreitar por paredes e coberturas, criar barreiras e fazer parte de fantásticos tiroteios.
A velocidade de jogo é frenética e há sempre essa motivação para nos mexermos, além de que o sistema de respawn é também rápido o suficiente.
Uma vez que Battlefield V se encontra atualmente livre de microtransações e boosts pagos, isso faz com que o progresso seja mais ritmado, dando-nos uma sensação de recompensa honesta e substancial no final de cada match.
Dependendo do nosso desempenho por jogo, somos ainda recompensados com créditos e desbloqueio de níveis de armas e veículos que podemos atualizar, modificar e, até, decorar. No fundo, quanto mais jogamos, melhores armas podemos desbloquear e personalizar ao nosso gosto, dando-nos pequenas vantagens no campo de batalha com um novo arsenal.
Também na área da personalização temos elementos estéticos, como roupas, casacos, chapéus, cores de armas e pinturas faciais, onde podemos criar os nossos “avatares” de guerra, diferentes de todos os outros jogadores.
Battlefield V volta a contar com uma série de missões a solo. As War Stories, que se estrearam em Battlefield 1, são , essencialmente, um modo de campanha. Tal como no jogo anterior, são apenas um extra. Para já, temos três historias, com uma a ser lançada em dezembro.
Apesar de serem menos histórias que no jogo anterior, cada episódio é mais longo e, felizmente, não dão a sensação de serem tutoriais do que podemos encontrar no modo multijogador. São episódios, com início, meio e fim, e objetivos bastante bem definidos que podem ser concluídos de diferentes maneiras e com diferentes abordagens. No entanto, em todos os episódios, particularmente no segundo, o jogo empurra-nos tendencialmente para uma abordagem mais furtiva.
Há alguma variedade. As histórias são simples, contam com personagens carismáticas e memoráveis e apostam em episódios da Segunda Grande Guerra menos conhecidos.
Infelizmente, as War Stories acabam por saber a pouco. Contam com alguns colecionáveis por apanhar, mas, uma vez concluídas, não há qualquer tipo de motivação para as repetir.
Como seria de esperar, Battlefield V conta com o melhor que as tecnologias dos videojogos têm para dar. O seu motor de jogo é flexível, leve e proporciona um grau de realismo visual incrível.
Os mapas são densos, atmosféricos e destrutíveis. Os pequenos detalhes como fagulhas, poeira no ar ou reflexos em lagos e poças ajudam a criar uma imersão imbatível no género. Aos seus visuais, podemos juntar também as fantásticas animações dos personagens controlados pelos jogadores e os modos realistas como os veículos navegam pelos terrenos, com peso e agressividade.
E claro, não podemos ignorar o fantástico design de som, que nos atira para o meio da guerra de forma altamente eficaz, acrescentando uma camada de imersão incrível, seja pelo eco dos disparos e explosões entre as ruas de Roterdão ou pelo som ensurdecedor de um avião a despenhar-se nas montanhas de Narvik.
Contudo, Battlefield V não se livra de problemas, especialmente técnicos, que podem ser facilmente trabalhados. Há indicadores visuais dentro do HUD que desaparecem, há personagens que ficam presas nos cenários e, se não tivermos atenção, o jogo faz respawn no meio dos inimigos com alguma frequência, mas não o suficiente para nos estragar uma partida ou a experiência de jogo.
Livre de microtransações, passes de temporadas e de DLCs pagos, Battlefield V apresenta-se com um pacote completo e sólido, com espaço para integrar mais conteúdo ao longo dos próximos meses e com potencial para manter o jogo populado até ao próximo capítulo da série.
Apesar de ter tido um lançamento tumultuoso no final de 2017, Star Wars: Battlefront 2 foi melhorando ao longo dos meses que se seguiram. Livrou-se de mecanismos pagos com dinheiro real e adicionou novos conteúdos e modos de jogo.
Agora, um ano depois do seu lançamento, Star Wars: Battlefront 2 recebe uma das atualizações mais aguardadas pelos fãs, até antes do seu lançamento oficial.
Ainda ontem tivemos a confirmação dos The National e, hoje, surgem mais dois belos nomes. Boy Pablo e Acid Arab acabam de se juntar ao cartaz do Vodafone Paredes de Coura 2019, tocando a 15 de agosto.
A Sociedade dos Vinhos Borges começou por renovar a imagem do vinho Meia Encosta, mas agora chegou a vez de assinalar a aposta nos vinhos Borges Reservas com uma imagem renovada.
O plano da Netflix para dominar o mundo do entretenimento continua e a mais recente adição ao seu catalogo é a adaptação live-action de Cowboy Bebop, uma das séries anime mais populares do mundo.
Calma, o sabor vai continuar o mesmo. Para esta quadra natalícia e para todos aqueles que gostam de receber como presente de Natal 1kg de Nutella, a marca criou um frasco especial com um boneco de neve e uma etiqueta na tampa para personalizar e oferecer a quem nós quisermos.
Depois das promoções loucas que deram início à época natalícia, começam a surgir novos produtos e sugestões para colocar na lista de prendas a oferecer, ou, até, a pedir para o Natal.
A pensar nesta época festiva que cada vez mais rima com tecnologia, a Wiko sugere o seu mais recente smartphone, o Wiko View2 Go.
Depois dos The Cure, Bon Iver e The Smashing Pumpkins, todos eles nomes anunciados para o Palco NOS, eis que chega a primeira confirmação para o Palco Sagres, o palco secundário preferido de muitos festivaleiros. É Tash Sultana, fazendo a sua estreia no nosso país com um concerto no NOS Alive’19 no dia 12 de julho.
Tash Sultana é uma jovem escritora, cantora e multi-instrumentista australiana de apenas 23 anos que começou a dar que falar há dois anos quando lançou o single “Jungle”. Lançou o primeiro EP, Notion, em 2016, que registou mais de 200 milhões de streaming, seguindo-se uma tour mundial que esteve sempre esgotada. Já a 31 de agosto deste ano lançou Flow State, álbum de estreia, trabalho que recebeu boas notas por parte dos críticos especializados.
O NOS Alive’19 realiza-se a 11, 12 e 13 de julho de 2019 no Passeio Marítimo de Algés, em Lisboa. Os bilhetes já estão à venda por 65€ (bilhete diário) e 149€ (passe de três dias). À venda está também o Fã Pack FNAC.
Poucos devem reconhecer de cabeça o nome Roald Dahl, mas certamente que já ouviram falar nas suas obras, que tiveram, vezes sem conta, adaptações de cinema.
Charlie e a Fábrica de Chocolate, Matilda e O Amigo Gigante são alguns exemplos de obras saídas da mente de Dahl que se preparam para regressar com novas versões pelas mãos da Netflix.
Bem, não se pode mesmo dizer que seja um novo trailer, até porque este novo clipe de Dragon Ball Super: Broly é dedicado à apresentação da música “Blizzard”, de Daichi Miura, mas traz cenas inéditas e mostra-nos que uma batalha épica está prestes a acontecer.
Começou cedo o último dia do Super Bock em Stock, isto já depois de termos recarregado baterias do primeiro dia. O músico brasileiro Zé Vito, que mora em Lisboa há um ano, subiu ao palco da Sala 2 do São Jorge ainda antes das 20h. Embora já conte com quatro álbuns em nome próprio, a verdade é que, de certa forma, ainda se está a apresentar ao público português. Nesse sentido, podemos dizer que marcou pontos, com uma atuação muito promissora.
A Netflix já lançou a sua primeira experiência interativa com o lançamento de Minecraft: Story Mode.
Baseado no jogo do mesmo nome produzido pela Telltale Games, que encerrou recentemente, Minecraft: Story Mode já tem os três primeiros episódios disponíveis para todos os subscritores da Netflix.
A Xbox revelou os títulos que vão ficar disponíveis para os subscritores do Xbox Live Gold para o mês de dezembro. Este mês voltamos a contar com quatro jogos, mas desta vez encontramos um videojogo da velhinha Xbox original, que faz parte da lista de jogos compatíveis com a Xbox One.
Depois da Lime, há um novo serviço de trotinetes elétricas a funcionar em Lisboa. Chama-se Hive e é o novo projeto da mytaxi, a aplicação de táxis líder na Europa.
Os The National, banda que já tantas vezes passou por cá, são a primeira grande confirmação para a próxima edição do Vodafone Paredes de Coura, atuando logo no primeiro dia do festival, a 14 de agosto.
Como se a Disney não tivesse um ano já preenchido com alguns dos filmes mais aguardados do ano, casos de Star Wars: Episódio IX, Avengers 4, Toy Story 4, The Lion King, Frozen 2, entre outros, a casa do rato Mickey tem mais uma adaptação na manga.
Chama-se Artemis Fowl, é baseado nos livros de ficção e aventura do mesmo nome criados por Eoin Colfer em 2001, e vai chegar aos cinemas também em 2019.