Lime oferece capacetes e minutos de utilização a quem respeitar as regras de segurança e trânsito

A Lime, empresa que disponibiliza bicicletas, bicicletas elétricas e scooters elétricas equipadas com GPS, tecnologia sem fios e bloqueios automáticos, vai oferecer capacetes e códigos com oferta de minutos numa campanha de sensibilização a realizar-se em Lisboa.

“Blade Runner” vai ter direito a uma série anime original

Quando não são animes que viram filmes, são filmes que viram animes. Uma coisa é certa, nada é sagrado.

O canal Adult Swim e a plataforma dedicada a anime Crunchyroll anunciaram um novo projeto que até pode ser muito entusiasmante para os fãs de cyberpunk e clássicos de cinema. Blade Runner vai ser transformado em anime, com uma série original de 13 episódios.

Chama-se Black Lotus e vai contar histórias passadas entre Blade Runner original e a sua sequela Blade Runner 2049, com uma ligação mais direta ao segundo filme.

A série será realizada por Shinji Aramaki, realizador de animes como Appleseed, por Kenji Kamiyama, de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, e por Shinichiro Watanabe, de Cowboy Bebop, todos realizadores com obras sci-fi altamente inspiradas no clássico de Ridley Scott.

Black Lotus não será a primeira adaptação animada oficial de Blade Runner. Em 2017, a caminho da estreia de Blade Runner 2049, a Wanner Bros. lançou Black Out 2022 (ver em cima), uma curta realizada também por Shinichiro Watanabe, que explorava uma momento chave deste universo com implicações pesadas para 2049.

Black Lotus ainda não tem data de lançamento, mas será lançada inicialmente no canal norte-americano Adult Swim com uma versão dobrada em inglês e no Crunchyroll em japonês.

“Daredevil” foi cancelado ao fim de três temporadas

Nem todos os dias são dias de bons anúncios para a gigante do streaming. Ao fim de três temporadas, a Netflix despede-se de Daredevil.

Depois de Luke Cage e de Iron Fist dizerem adeus aos seus fãs, a Disney e a Marvel cancelaram também Daredevil.

Roast a Toy já tem cartaz completo

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Foi no início deste mês que anunciámos que o cantor Toy, que tem dado que falar nos últimos tempos devido ao êxito “Coração não tem idade (vou beijar)”, ia ser homenageado no Campo Pequeno com um roast dedicado a si. Pois bem, na altura não se sabiam quais os convidados, mas, agora, já temos o cartaz completo.

GROM é a única gelataria no centro de Lisboa 100% isenta de glúten

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A GROM, uma maravilhosa gelataria que tivemos oportunidade de experimentar, acaba de ser certificada pela Associação Portuguesa de Celíacos como a única geladaria 100% isenta de glúten no centro da cidade de Lisboa.

Taxify junta-se a causa de Natal para ajudar os bombeiros

Não tens uma árvore de Natal e gostavas de, ao mesmo tempo, ajudar os bombeiros, que tanto já fizeram pelo país? Chegou a oportunidade ideal.

Jorja Smith estreia-se em Portugal com concerto no NOS Alive’19

Chegou a estar confirmada para o Super Bock Super Rock, mas o concerto teve de ser cancelado. Agora, Jorja Smith está confirmada para um concerto no dia 11 de julho no Palco Sagres do NOS Alive 19′, esperando-se que seja desta que faz a sua estreia em Portugal.

PlayStation VR recebe um Mega Pack a tempo do Natal

Depois de baixas de preço e descontos bem porreiros, se ainda não foi desta que te lançaste para a realidade virtual com o PlayStation VR, a PlayStation tem mais uma oferta para ti.

GRID Autosport vai chegar à Nintendo Switch em 2019

O popular jogo de corridas da Codemasters prepara-se para acelerar até à consola híbrida da Nintendo.

Cinco anos de PlayStation 4 em números

A PlayStation 4 comemorou recentemente cinco anos desde que chegou às lojas. Em meia década venderam-se milhões de consolas e foi-se construindo um extenso catálogo de jogos memoráveis, onde, só este ano, se incluem uma mão cheia de jogos candidatos a Jogo do Ano,  por jogadores e pela crítica.

Google Tradutor está de cara levada

Já usaram o Google Tradutor hoje? Não? Então vão perceber que ganhou uma nova interface.

Car Seat Headrest e Kamaal Williams no Vodafone Paredes de Coura

Está a ser uma excelente semana para o Vodafone Paredes de Coura. Depois dos The National, de Boy Pablo e dos Acid Arab, eis que nos chegam mais dois nomes: Car Seat Headrest e Kamaal Williams.

TOY estão de regresso a Portugal para dois concertos

Não, não falamos do artista português que vai ter um roast no Cinema São Jorge. Falamos, sim, da banda britânica de indie rock TOY que já esteve em Portugal algumas vezes e que, em 2019, regressa ao nosso país para dois concertos que servem de apresentação do seu quarto álbum de estúdio, Happy In The Hollow.

Napalm Death e Iron Reagan no Vagos Metal Fest 2019

Já tínhamos a confirmação dos Stratovarius como 1º cabeça de cartaz do Vagos Metal Fest 2019 e, agora, surgem mais dois nomes muito requisitados pelos festivaleiros: Napalm Death e Iron Reagan.

Fã Pack Fnac NOS Primavera Sound 2019 já está disponível

Depois dos passes gerais e dos bilhetes diários, eis que a organização do NOS Primavera Sound anuncia que já está disponível o Fã Pack Fnac NOS Primavera Sound 2019. E há algumas novidades.

Já sabemos que, atualmente, o bilhete diário tem um custo de 60€ em fase early bird, enquanto que o passe geral vale 110€ (já chegou a custar 95€). No caso do Fã Pack Fnac NOS Primavera Sound 2019 – Bilhete Diário, esta versão não traz nenhuma mais-valia.

Já o Fã Pack Fnac NOS Primavera Sound 2019 – Passe Geral custa os mesmos 110€, mas traz um kit de boas-vindas com um saco oficial, livro da oitava edição do festival e vale de desconto FNAC. Sim, um vale de desconto FNAC.

Questionada pelo Echo Boomer, a Fnac disse-nos “não ter essa informação” relativamente ao valor do vale de desconto. Também por esclarecer ficou se este vale de desconto será válido somente no recinto do festival ou em qualquer loja FNAC.

Este kit de boas-vindas será entregue no balcão FNAC à entrada do recinto.

Recorde-se que o NOS Primavera Sound 2019 decorre entre 6 a 9 de junho no Parque da Cidade, no Porto. Ainda não existem nomes confirmados.

Este fim-de-semana há uma iniciativa para ajudar animais abandonados

É já este domingo, dia 2 de dezembro, das 15h às 21h, que a Cerveja Lagunitas e ´O Purista´ – Barbière (uma barbearia vintage que é, também, um bar) se unem para ajudar o Centro de Recolha Oficial da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.

“Troquei o iOS pelo Android e já não sei se consigo voltar atrás”

Em janeiro de 2007, Steven Paul Jobs, considerado um dos maiores génios de Silicon Valley, apresentou ao mundo o primeiro iPhone da história. Ora, eu, com os meus 18 anos, já era fã de tudo o que estivesse relacionado com novas tecnologias, tanto que, na altura, havia quem chamasse “nerds” a esse tipo de pessoas.

Já tinha admiração para com a Apple no que tocava aos portáteis, uma vez que o meu irmão tinha um MacBook daqueles brancos, feitos para destoar de tudo o que era computação portátil. Achava tudo aquilo fascinante, logo, como não adorar? Design incrivelmente simples, sistema operativo que diziam não apanhar vírus (sim, era um drama na altura) e uma fluidez sem igual.

Bem, voltando ao que interessa. Quando Steve Jobs apresentou aquele pedaço de inovação mindblowing no mercado dos telemóveis e mostrava que seria possível utilizar um telemóvel tátil apenas com o dedo (como assim apenas o dedo?! E a canetinha stylus?), este que vos escreve ficou totalmente rendido ao que tinha sido mostrado naquele evento Keynote. Automaticamente iniciei o plano de poupança para um telemóvel que iria custar cerca de 500€, coisa que, na altura, era considerada uma quantidade estúpida de dinheiro.

Em 2008 comprei o meu primeiro smartphone Apple, iniciando-me no mundo do iOS, o sistema operativo móvel da marca da maça. Rapidamente me apercebi que a experiência de ter um smartphone com iOS era completamente diferente do que tinha tido em todos os outro telemóveis, apesar das suas limitações em realizar tarefas básicas, como reencaminhar mensagens (parece difícil de acreditar, eu sei).

Tive um percurso que fugia a tudo o que era iPhone S. Do 3G parti para o iPhone 4, que tinha um design todo em vidro e um aro de metal (hello antena gate) e a apresentação do tão aclamado ecrã Retina com uma resolução que colocava o 3G numa gaveta (literalmente).

Seguiu-se o iPhone 5 – mais fino, mais leve e com a novíssimas fotos panorama -, o iPhone 6 Plus que, ao trazer um ecrã Full HD de 5,5 polegadas, deitou por terra os argumentos da marca de que um ecrã deve ser do tamanho da mão do consumidor, e finalmente o iPhone 7 Plus, que nos apresentava um mega ecrã com uma super câmara fotográfica com efeito desfocado no fundo da imagem. Passei estes 11 anos de iOS a pregar aos meus amigos e conhecidos o porquê:

“Os Android dos mercado são todos de plástico e o iPhone tem alumínio que sabe bem ter na mão”, “O Android diz ter melhores características, mas lado a lado não se comprova isso”, “O sistema fechado da Apple garante que o software está feito à medida do hardware”, “A fluidez e animações da navegação do iOS não tem precedentes!” ou “Como assim os Android ocupam sempre um parte do ecrã com botões virtuais? Que desperdício!! #Gestos.”.

iOS 12

Sempre gostei de fazer parte do mundo Apple com o MacBook, iPad e iPhone, ou seja, vivia o sonho de um Apple fanboy (Eu era um deles, admito). Ter Apple era ter o melhor, sem dúvida alguma, até que chegou a hora em que peguei no meu incrível iPhone 7 Plus e, lado a lado numa FNAC com um Samsung S8, o ecrã da concorrência punha o meu iPhone a um canto (como assim?!) e uma câmara que me deixava na dúvida se a do iPhone era pior.

Calma, está tudo bem porque o OS Android não é nada user friendly e a Apple trata de lhes passar a perna no próximo ano. O ano passou e a coisa ficou ainda pior com apresentação de um tal de iPhone 8 (sem comentários) e com uma luz ao fundo do túnel que se chamava iPhone X, mas custava mais de 1.000€. MIL EUROS? Um telemóvel? Ainda ontem eram 500€, não? Bem, são só mais 100€ que o iPhone 7, que era 100€ mais barato que o iPhone 6…

Já lá vai o tempo em que a Apple era para os “Crazy ones“, apelando ser e a pensar de maneira diferente. Não, hoje é ter um MacBook para correr apps da Microsoft e um iPhone para por em cima da mesa do café quando vamos ter com os amigos. Mas esta onda só dura seis meses porque, aí, o nosso telemóvel já se torna velho e nada fixe, em que ninguém nos pede para ver e mexer com ar de que está a pegar numa obra de arte moderna e nos torna uma espécie de ser ultracool. Já chegámos ao ponto de olharem para alguém com o último modelo, colocá-lo lado a lado com o anterior e dizer-se que “são iguais” e o “próximo é que vai ser” para deitar abaixo.

Não me entendam mal. Eu gosto dessa sensação, sim, mas é precisamente com base nesse princípio que tenho de acreditar que o produto que eu possuo é mesmo o melhor, e não só porque os outros têm essa opinião.

Recentemente, no lançamento do iPhone Xs, fiquei desiludido com o produto apresentado no Keynote de 2018. Onde está aquele produto que se destaca de tudo o resto? Onde está o melhor smartphone do mercado? Onde está aquela vontade cega de ter um? Não está.

Nesta minha deriva ponderei perder a cabeça e largar os 1.300€ , quase 1.000€ mais caro que o iPhone 3G, ou comprar o iPhone Xs Max (se é para ser, é para ser a sério!). Ainda pensei esperar mais um ano, mas já tinha vendido o meu anterior. Estava com um substituto nada em bom estado e já estava a prever um ano complicado ao ter de procurar outras opções (mas será que existem?).

Neste meu dilema deparo-me com a review do novo Huawei Mate20 Pro publicada aqui no Echo Boomer e, à semelhança de outros meios, dizia-se ser o melhor smartphone de sempre. Após um hands-on no ponto de venda, veio aquela vontade de querer comprar algo que era diferente e inovador. Sim, a marca é chinesa, mas não parece nada quando o temos na mão. (Meu Deus, será que estou mesmo a pensar nisto?).

Atirei-me de olhos fechados, bolas! Se correr mal aprendo a lição e posso dizer que, de uma vez por todas, só iPhone é que interessa. O meu novo smartphone chegava e era altura de trocar.

Dia 0
A ressaca dos suores frios começa e não me sinto em casa. Que raio fui eu fazer ao gastar este dinheiro num Android?

Dia 1
Caramba, este ecrã é mesmo incrível e as fotos são fenomenais! Mas não me entendo com os atalhos e navegação disto.

Dia 2
Já estou a começar a apanhar mais ou menos o jeito disto, not bad (obrigado EMUI 9). Os 128GB de espaço com capacidade de expandir mais 256GB com um cartão de 20€ parecem não ter fim vs os meus 32GB anteriores.

Dia 3
A saudade de “casa” já não bate tanto, esta nova plataforma já se está a tornar natural. O Macro e AI da câmara deixa toda a gente pasmada com a sua qualidade.

Dia 4
Fast Charging. Fã para a vida.

Dia 5
Será possível achar este telefone mais apelativo a nível de design que um iPhone? Sim!

Dia 6
Deixa cá ver a projeção sem fios para a TV. Ui! Tenho um computador no bolso e não sabia.

Dia 7
Pego no iPhone de alguém e já uso gestos de android. Oi?

EMUI

Veredicto

Sinto que fiz uma excelente escolha e já me sinto em casa no Android. Tenho saudades de algumas atenções ao detalhe que só a Apple tem a nível de animações e micro interações no iOS, mas com o Android sinto que tenho muito mais controlo do meu smartphone. As ofertas são imensas, no entanto, tenho de ter cuidado, coisa que não tinha de me preocupar num iOS. No fundo, acaba por ser uma questão de prioridades.

Verdade seja dita, se querem um smartphone excelente por um preço mais em conta, o que não falta são ofertas de telemóveis a 300€ (Honor, Huawei e Xiaomi). Já para um segmento flagship temos os Pixel (que infelizmente não se vendem por cá), as séries Mate e P da Huawei e a série Galaxy Note, da Samsung.

Espero que, com toda esta concorrência, a Apple mostre a razão pela qual é uma das melhores marcas do mundo e dê a tal volta de avanço que tanto espero. Até lá, fico-me por estes lados.

Nota final: Foi deveras interessante perceber o estado de espiríto dos meus amigos e conhecidos quando se aperceberam que me faltavam as duas câmaras icónicas do iPhone em detrimento de um quadrado com três lentes, que, de resto, se pode ver espalhado por todos os outdoors da cidade (fortíssima campanha de marketing da Huawei). O olhar/reação é sempre o mesmo, um pouco de traição pela pessoa que, nos últimos 11 anos, tem pregado a santa fé de iPhone como a alta santidade do mercado dos smartphones. É quase como um padre dizer aos seus fiéis que Deus não existe.

Ah, e já agora não se esqueçam de espreitar a análise do Alexandre ao Huawei Mate20 Pro.

Texto por: Bernardo Bismarck

Uber Eats já opera em Coimbra

O Uber Eats, aplicação de entrega de refeições da Uber, celebra um ano de existência e, com isso, a chegada à cidade dos estudantes: Coimbra. Para já, o serviço vai cobrir as zonas de Celas, Baixa, Solum, Tovim, Portela, Eiras e Santa Clara.

SOMA E OnRush chegam ao PlayStation Plus de dezembro

Chegou o fim do mês e, com ele, a oportunidade de conhecer as ofertas do PlayStation Plus no mês que aí vem.