Vimo-los pela primeira vez em 2014, na altura com um belíssimo concerto no pequeno Musicbox, inserido na promoção do álbum ZABBA. Três anos depois, os Glass Animals deram um espetáculo em festival, neste caso no NOS Alive, já com novo álbum, How to Be a Human Being. E é precisamente ao NOS Alive que a banda regressa já este verão, atuando dia 9 de julho no Palco Sagres.
Slipknot regressam a Lisboa para um concerto na Altice Arena
Animem-se, “magotts”. Após um concorrido concerto integrado no VOA – Heavy Rock Festival, os Slipknot regressam ao nosso país a 17 de agosto deste ano para um concerto em nome próprio em Lisboa, na Altice Arena.
Anitta dá concertos no Rock in Rio Lisboa e MEO Marés Vivas
Ou muito nos enganamos ou a Anitta tem tudo para ser a nova mascote do Rock in Rio, isto enquanto a artista não se cansar da vida artística, claro. Após ter atuado na edição lisboeta do festival em 2018, a cantora regressa agora para o Rock in Rio Lisboa 2020, atuando a 28 de junho, dia de Post Malone.
Anitta promete desta vez num espetáculo novo, maior e mais produzido. Além disso, a jovem vai ainda atuar no MEO Marés Vivas, no dia 18 de julho.
Anitta conta até à data com álbuns de estúdio: Anitta, Ritmo Perfeito, Bang e Kisses, neste caso um álbum trilingue, pois é cantado em português, espanhol e inglês.
Até agora, o Rock in Rio Lisboa 2020 anunciou as confirmações de Foo Fighters, The National, Black Eyed Peas, Camila Cabello, Post Malone, Liam Gallagher e Ivete Sangalo.
Quanto aos bilhetes, estão à venda no site oficial. Existe o passe diário (69€) e o passe de fim-de-semana, válido ou para 20 e 21 de junho ou para 27 e 28 de junho, com cada um a custar 112€.
Recorde-se que o Rock in Rio Lisboa regressa ao Parque da Bela Vista em 2020, para a sua 9.ª edição, nos dias 20, 21, 27 e 28 de junho.
Já no que toca ao MEO Marés Vivas, confirmou até à data as atuações de James Arthur, Kaiser Chiefs e Snow Patrol, (17 de julho) Liam Payne (18 de julho) e Jessie J (19 de julho).
Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais, podendo ser adquirido o bilhete diário (38€) e o passe geral (70€), bem como as versões VIP (70 e 180€, respetivamente).
A 14ª edição do MEO Marés Vivas acontece a 17, 18 e 19 de julho de 2020.
POCO X2 será o primeiro smartphone da marca após a separação da Xiaomi
Quando a POCO surgiu, em 2018, e lançou no mercado o Pocophone F1, poucos terão sido os aficionados por tecnologia que não ficaram conquistados por este smartphone. Trata-se de um equipamento com um preço de luxo para as características que apresenta, tendo sido um verdadeiro sucesso de vendas. Não é por isso, de admirar, que, desde então, os sites de tecnologia tenham esmiuçado ao máximo este assunto, na esperança em que a marca se decidisse a lançar um sucessor.
The Outsider, uma série tão boa que nem podes falar sobre ela
E se existisse uma pessoa exatamente igual a ti? Uma espécie de doppelgänger. E se os pesadelos das crianças que conheces forem mais reais do que a realidade que consegues enxergar? E se aquilo que tu vês não fizer sentido? Como é que reages face àquilo que te descreveram como impossível?
L’Origine tem novas pratos e nova massa de pizza com base de curcuma. E nós fomos provar
Não é a primeira vez que falamos aqui do restaurante L’Origine. Aliás, na altura, quando fomos convidados a conhecer o novo espaço, ficámos amplamente agradados, não só pela localização e ambiente, mas principalmente pela comida. Afinal de contas, não é qualquer espaço em Lisboa que nos apresenta opções italianas, bem como diferentes tipos de massa para pizza, notando-se, claramente, a aposta na qualidade dos ingredientes.
Depois de Sintra e Seixal, IKEA aposta num espaço dedicado a cozinhas e roupeiros no CascaiShopping
Foi em setembro do ano passado que falámos pela última vez do Estúdio de Planificação da IKEA, um espaço que é totalmente dedicado à planificação de interiores, neste caso cozinhas e roupeiros. E depois de Sintra e Seixal, a IKEA vai abrir um terceiro estúdio do género no CascaiShopping.
Análise – Journey to the Savage Planet
Janeiro começou calmo, demasiado calmo. Ao longo das primeiras semanas do ano, vimos alguns lançamentos, muitos deles de jogos já conhecidos, e recebemos o ainda recente Dragon Ball Z: Kakarot, mas nada capaz de nos agarrar por completo. O início de 2020, desta nova década, não me levou até às terras de Goku, mas sim ao espaço, naquele que é o primeiro grande jogo do ano. Falo de Journey to the Savage Planet.
É uma verdadeira surpresa. Depois do anúncio em 2018, que aconteceu durante os The Game Awards, o jogo da Typhoon Studios parecia ter desaparecido da atenção dos críticos e dos jogadores, reaparecendo agora com o seu lançamento no PC e consolas. O primeiro trailer jorrava humor e um estilo muito colorido e cheio de personalidade, quase como um desenho animado, mas nada antevia o nível de atenção ao detalhe e a qualidade da sua campanha linear, mas cheia de segredos.
Comecemos pelo início. Como membros da Kindred Aerospace, aquela que é a quarta melhor empresa de exploração espacial – do qual se orgulham e muito! –, a nossa missão é a de explorar um planeta alienígena e determinar se é viável para a raça humana. Para tal, é preciso explorar todos os seus recantos, catalogar a fauna e flora e verificar se existem perigos incontornáveis neste novo e admirável mundo. A história é acompanhada por vários momentos de humor, que penso terem sido influenciados por Douglas Adams e a sua série Hitchiker’s Guide to the Galaxy, que são personificados pela IA que nos acompanha na viagem e por vídeos em live-action de publicidade e de mensagens dos membros da Kindred.
Como seria de esperar, a viagem é tudo menos normal e, ao aterrarmos no planeta AR-Y 2, descobrimos que existem vestígios de uma antiga raça alienígena e que algo se esconde no núcleo desta civilização perdida. Para descobrir os seus segredos, é preciso explorar as várias zonas do planeta – que estão divididas por várias biomas, desde florestas até a planícies geladas –, descobrir novas habilidades e evitar a fauna mortífera do planeta.

Journey to the Savage Planet é um misto de estilos e géneros, mas é, acima de tudo, um jogo de exploração na primeira pessoa, onde a campanha se divide entre a recolha de materiais e a descoberta de novas habilidades que abrem novas zonas do planeta. Arrisco-me a dizer que é, até certo ponto, um metroidvania disfarçado de jogo de sobrevivência com algumas mecânicas RPG. A campanha é maioritariamente linear, apesar das missões secundárias, com o planeta a dividir-se por zonas curtas, mas repletas de segredos, existindo uma sensação de urgência que cria um ritmo muito consistente do princípio ao fim – com o jogo a apresentar-nos regularmente algo novo, até mesmo horas depois do início.
A campanha é constituída, assim, pela aposta na exploração, no registo de plantas e animais e na recolha de materiais que nos permitem construir novas armas e itens. É aqui que Journey to the Savage Planet combina as mecânicas de sobrevivência com a estrutura de um metroidvania, impossibilitando o nosso avanço se não descobrirmos novas tecnologias, seja a habilidade de atirar plantas explosivas ou utilizar um gancho que nos permite baloiçar entre frúnculos.
O mundo está, assim, interligado e interdependente, onde cada nova descoberta influencia não só a progressão, como o desbloqueio de novas armas e o ranking de explorador da nossa personagem – que podemos melhorar à medida que concluímos tarefas adicionais –, determinando a sua prestação física e a presença de novas opções para a sua armadura.
O que eu adoro em Journey to the Savage Planet é a sua aparente simplicidade e a forma como consegue conciliar elementos de vários géneros numa experiência que é, ao mesmo tempo, familiar e diferente. Não há nada de novo aqui, conseguimos identificar mecânicas e decisões de design que vimos noutros jogos, até a forma como registamos os vários elementos do planeta – algo que vimos em No Man’s Sky –, mas tudo funciona tão bem que este possível ponto negativo passa a ser um dos que mais me atraiu na sua campanha.
Respeito a forma como decidiram simplificar tudo, até a forma como recolhemos itens, que se resume a atingir uma veia de materiais para absorvermos tudo de uma só vez. O método de evolução da personagem, por exemplo, é reduzido à descoberta de frutos misteriosos que melhoram os nossos atributos – com um total de 100 frutos espalhados pelo planeta. Tudo está pensado para ser o mais direto e intuitivo possível, criando assim uma aventura para todas as idades.

As batalhas contra os bosses são outro exemplo desta filosofia de design, seguindo padrões clássicos do género, com cada inimigo a ter um ponto fraco e ataques coreografados que teremos de evitar. Arrisco-me a dizer que Journey to the Savage Planet é um dos jogos mais reconfortantes que joguei nos últimos meses, no sentido em que respeita o meu tempo e consegue criar uma campanha sem momentos mortos.
Esta simplificação das mecânicas é feita, na minha opinião, para auxiliar a exploração e criar a ideia de que estamos efetivamente a descobrir um planeta nunca antes visto. Sentimo-nos como um explorador solitário, perdido no espaço e com um planeta à sua mercê, onde cada planície, montanha ou deserto nos pertencem.
Até a construção de novos equipamentos e armas é influenciada pela nossa presença no planeta, com a equipa da Kindred Aerospace a elaborar planos para melhorias que nos permitem continuar a explorar face às adversidades que encontramos – como se existisse uma estranha sensação de improviso ao longo da campanha. É aqui que nasce o ritmo consistente do jogo, desde as suas missões secundárias e segredos até ao mistério por detrás da civilização alienígena e das habilidades do nosso astronauta.
Nada disto seria possível sem o design imaculado do planeta, onde cada zona é um pequeno mundo por si só, repletas de segredos e novos registos para completar. A direção de arte dá-nos um mundo vivo, muito colorido e com um design interessante, repleto de plantas gigantescas e de criaturas adoráveis. A presença de biomas dá-nos a sensação de estarmos num microcosmo, cada um com o seu tema ou elemento natural, mas existindo uma coesão no que toca ao tipo de criaturas que encontramos e à forma como estes organismos se desenvolvem. Sejam pequenos alienígenas ou estruturas megalíticas, tudo está no seu devido lugar.
A aposta em zonas curtas, ligadas por um sistema de fast travel, é uma mais-valia, levando a Typhoon Studios a construir um mundo mais detalhado no que toca ao design dos níveis. É aqui que sentimos a diferença entre um planeta desenhado e pensado de algo gerado aleatoriamente por um algoritmo, com Journey to the Savage Planet a dar-nos cenários tão bem construídos e fáceis de ler que raramente nos sentimos perdidos. É um planeta cheio de variedade, mas é, também, uma segunda casa, e, ao fim de umas horas, juntamente com as novas habilidades, conseguirão navegar qualquer uma das zonas de olhos fechados.

Para um jogo de exploração na primeira pessoa, Journey to the Savage Planet é muito mais do que aparenta ser. É essa a sensação com que fiquei depois de ter terminado a sua campanha. É uma viagem simples, nada original, mas que sabe o que quer fazer e como o fazer. É muito limado no que toca às mecânicas que utiliza e que pede emprestadas de outros jogos e géneros, mas é apenas do seu mérito a forma como concilia todos estes elementos num só.
No entanto, existe alguma repetição associada à descoberta de novas tecnologias, algo que será familiar para os fãs de metroidvania – ainda que aqui seja demasiado coreografada –, com cada nova zona a afastar-nos da missão principal para descobrirmos a habilidade que nos permite avançar. A presença de uma barra de energia (stamina) também se faz sentir pela negativa e seria um elemento fácil de retirar, especialmente quando a evolução da personagem retira-lhe toda a importância que tem durante a primeira hora de jogo. Poderá ser a réstia de um maior foco nas mecânicas de sobrevivência, quem sabe.
A última surpresa é a inclusão de um modo cooperativo. Se quiserem explorar o planeta AR-Y 2 com um amigo e dividir as tarefas, é possível, ainda que só somente online. É um elemento que não pude experimentar durante a fase de teste, mas que, na minha opinião, é apenas um elemento adicional e não o cerne da experiência. Irá depender, claro, do tipo de jogador que são, mas, para mim, Journey to the Savage Planet é um jogo que deve ser primeiro jogado a solo e só depois com amigos.
No que toca à performance, mais especificamente na Xbox One S, Journey to the Savage Planet apresenta alguns soluções e quedas de frames, mas mantém-te equilibrado durante a maioria da campanha. Os bugs são inevitáveis, ainda mais quando temos várias zonas distintas, algumas com pequenas ilhas espalhadas pelo céu, mas nada capaz de prejudicar a nossa experiência. No geral, Journey to the Savage Planet apresenta uma performance sólida, design visual interessante e variado e a sensação de que estamos perante um mundo extenso – sendo possível ver as zonas ao longe, especialmente quando subimos às ilhas superiores.
Journey to the Savage Planet é a primeira grande surpresa do ano e uma fantástica forma de começar 2020. É um jogo recheado de conteúdos e com um ritmo perfeito para os que procuram uma campanha mais clássica e linear, mas com várias zonas para explorar e um número bastante sólido de colecionáveis para descobrir. É curto, mas cheio de alma e com um preço apetecível, de 29,99€, é um pacote completo.

Journey to the Savage Planet
Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela 505 Games
Um fantástico, ainda que curto, jogo para os fãs de exploração e títulos de plataformas, com um sentido de humor muito presente e um mundo bem desenhado com muito para descobrirem.
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Dragon Ball Symphonic Adventure. Concerto oficial da série chega pela primeira vez a Portugal
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Byte. Novo “rival” do TikTok nasce das cinzas do Vine
Estávamos em 2013, não existia TikTok e o Instagram ainda não era assim tão popular. Reinava o Vine, uma app lançada há pouco tempo que se tornava extremamente popular por deixar os utilizadores gravarem vídeos curtos até um máximo de seis segundos.
Análise – Dragon Ball Z: Kakarot
Dragon Ball. Aquele que é um dos animes mais icónicos de todos os tempos (em muito devemos agradecer a Akira Toriyama) e que foi dobrado em português de Portugal (e com sucesso, diga-se), acaba de receber um novo jogo que promete ser a derradeira experiência da série até à data. Após dezenas e dezenas de títulos, e algum tempo depois de Dragon Ball FighterZ, eis que nos chega um título completamente diferente, mas que foi feito a pensar claramente nos fãs. Dragon Ball Z: Kakarot é esse jogo, ainda que tenha algumas falhas pelo caminho.
Soho Soho (Neon Soho) vencem Festival Termómetro e vão atuar no NOS Alive e BONS SONS
Foi nesta madrugada de 26 de janeiro que ficámos a conhecer os grandes vencedores da 25.ª edição do Festival Termómetro. São os Soho Soho (Neon Soho), banda lisboeta constituída por Ana Vieira, Vera Condeço e Ricardo Cruz.
Perfumes & Companhia está a dar vouchers a quem reciclar
Mas para isso é preciso seguir alguns passos. Primeiro que tudo, as interessadas têm de inscrever-se na campanha Skincare & Me, iniciativa focada na recuperação da saúde e luminosidade da pele através de um diagnóstico e recomendação de produtos adequados. A campanha irá decorrer até 10 de fevereiro e, para que as participantes possam usufruir, devem fazer a inscrição via telefone ou presencialmente.
