Foi no passado mês de dezembro que começámos por revelar que o muito popular Mar Até Cá iria chegar ao Mercado do Livramento, em Setúbal, com um conceito bastante diferente. Afinal, tratando-se de um mercado, a única opção ali era de abrir uma banca. E é precisamente isso que vai acontecer já amanhã, dia 28 de janeiro.
Angel Olsen no Capitólio – Show de aniversário
Grande excitação para ouvir ao vivo um dos grandes discos do ano de 2019, por uma das grandes artistas de última década: All Mirrors, de Angel Olsen, ia servido em grande escala, com a natural de St. Louis a ser acompanhada por um conjunto de seis elementos, com cordas a predominar.
Depois de Mufasa, a mãe do Bambi é a próxima vítima da Disney
Preparem os lenços. Bambi, o clássico de animação da Disney de 1942, vai ter um remake.
Depois de perder outro realizador, adaptação de Uncharted é novamente adiado
A versão cinematográfica das aventuras de Nathan Drake tem menos descanso que a própria personagem dos videojogos.
Com Birds of Prey a chegar aos cinemas, Fortnite prepara-se para mais um crossover cinemático
Não é novidade para ninguém que o popular jogo battle royale da Epic Games já se tornou numa forte ferramenta de publicidade, apresentando desde crossovers com alguns dos filmes mais antecipados, à promoção de streamers e até de marcas desportivas. Agora, o Fortnite prepara-se para receber o seu próximo evento de crossover.
Snow Patrol dão concerto no MEO Marés Vivas 2020
A banda escocesa bem chegou a ter concerto marcado para a edição do ano passado do MEO Marés Vivas, mas problemas relacionados com o guitarrista e pianista Johnny McDaid fizeram com que esse espetáculo, juntamente com a digressão europeia, tivesse de ser cancelada. Porém, os Snow Patrol vão agora tentar compensar a espera, com um concerto agendado para 17 de julho, sendo a primeira vez que irão atuar no festival que se realiza anualmente no concelho de Vila Nova de Gaia.
Dragon Ball Symphonic Adventure. Concerto oficial da série chega pela primeira vez a Portugal
E vai contar com a participação de Hiroki Takahashi, o cantor original da série e intérprete de canções de culto como “Cha-La Head-Cha-La”, “Makafushigi Adventure” , “Mezase Tenkaichi” e “Dragon Ball Densetsu”. A Dragon Ball Symphonic Adventure nasceu de uma parceria entre a Funimation e a Toei Animation para celebrar os 30 anos de Dragon Ball Z e vai agora chegar a Portugal, mais especificamente a 18 de julho na Altice Arena, em Lisboa.
Byte. Novo “rival” do TikTok nasce das cinzas do Vine
Estávamos em 2013, não existia TikTok e o Instagram ainda não era assim tão popular. Reinava o Vine, uma app lançada há pouco tempo que se tornava extremamente popular por deixar os utilizadores gravarem vídeos curtos até um máximo de seis segundos.
Análise – Dragon Ball Z: Kakarot
Dragon Ball. Aquele que é um dos animes mais icónicos de todos os tempos (em muito devemos agradecer a Akira Toriyama) e que foi dobrado em português de Portugal (e com sucesso, diga-se), acaba de receber um novo jogo que promete ser a derradeira experiência da série até à data. Após dezenas e dezenas de títulos, e algum tempo depois de Dragon Ball FighterZ, eis que nos chega um título completamente diferente, mas que foi feito a pensar claramente nos fãs. Dragon Ball Z: Kakarot é esse jogo, ainda que tenha algumas falhas pelo caminho.
Soho Soho (Neon Soho) vencem Festival Termómetro e vão atuar no NOS Alive e BONS SONS
Foi nesta madrugada de 26 de janeiro que ficámos a conhecer os grandes vencedores da 25.ª edição do Festival Termómetro. São os Soho Soho (Neon Soho), banda lisboeta constituída por Ana Vieira, Vera Condeço e Ricardo Cruz.
Perfumes & Companhia está a dar vouchers a quem reciclar
Mas para isso é preciso seguir alguns passos. Primeiro que tudo, as interessadas têm de inscrever-se na campanha Skincare & Me, iniciativa focada na recuperação da saúde e luminosidade da pele através de um diagnóstico e recomendação de produtos adequados. A campanha irá decorrer até 10 de fevereiro e, para que as participantes possam usufruir, devem fazer a inscrição via telefone ou presencialmente.
Crítica – 1917
Sam Mendes traz a sua visão singular a este épico sobre a Primeira Guerra Mundial, 1917. No auge da WWI, dois jovens soldados britânicos, Schofield (George MacKay) e Blake (Dean-Charles Chapman), recebem uma missão aparentemente impossível. Numa corrida contra o tempo, têm de atravessar território inimigo e entregar uma mensagem que impedirá um ataque letal contra centenas de soldados, entre eles o irmão de Blake.
Deixem-me respirar fundo… Esperem, mais uma vez… Ufa, não faço ideia de como sobrevivi a esta sessão IMAX de 1917. Normalmente, não aprofundo a componente técnica visto que a maioria das pessoas não tem conhecimento ou não se importa com estes atributos, mas é impossível não abordar a cinematografia de Roger Deakins. Não é a primeira vez que um filme é editado de forma a parecer “one shot ” (um take contínuo), mas nunca deixa de me impressionar.
Birdman de Alejandro G. Iñárritu, Silent House protagonizado por Elizabeth Olsen ou o famoso Rope do influente Alfred Hitchcock… todos produzem o mesmo truque. Até séries como Mr. Robot e The Haunting of Hill House já trouxeram dois episódios fenomenais “one shot”, também editados com os chamados stitches (os cortes existentes são invisíveis para o espetador, dando assim a sensação de um take ininterrupto). Os cortes são frequentemente aplicados quando uma personagem aleatória passa à frente da câmera; quando esta última “desliza” sobre uma parede ou um objeto que ocupa todo o ecrã; ou quando as personagens estão simplesmente a passar por uma área escura.

Sam Mendes, Roger Deakins e Lee Smith (editor) trabalham juntos para entregar o filme de guerra mais imersivo de sempre (provavelmente). Sim, tem uma premissa simples e a narrativa principal é básica, mas a parte técnica notável eleva tremendamente este filme. Mesmo que não possuam o mínimo conhecimento sobre filmmaking ou sobre como os filmes são feitos, é impossível assistir a esta obra e não pensar “algo está estranho, parece diferente”. É um filme destinado a ser visto no maior e melhor ecrã possível. Ver 1917 em casa numa TV ou num computador não vai funcionar.
Durante todo o tempo de execução, senti-me como se estivesse lá com Schofield e Blake. Parece que somos um terceiro soldado a acompanhá-los na missão vital para salvar milhares de vidas. Acredito que 1917 é o melhor filme “one shot” que vi até hoje (tenho usado as aspas por alguma razão, não confundam com um filme one shot a sério), com Birdman bem perto. Se este último lida com muito mais diálogo e atores com falas, o primeiro tem dezenas de sequências de roer as unhas com tiroteios, explosões e muita correr/caminhar/nadar através de lama, cadáveres, sangue e muitos ratos nojentos.
Não tenho palavras para descrever a cinematografia de Roger Deakins. Não é apenas um filme, é uma experiência completa. Não é apenas mais um atributo técnico porreiro. É toda a base de 1917 e a principal razão pela qual tantas pessoas estão a correr para o cinema, pelo mundo fora.

No entanto, muitas pessoas estão a ignorar completamente o trabalho de Lee Smith. Não se esqueçam, não é um verdadeiramente um único take. Se foi editado para parecer um take contínuo e, se realmente parece ser um único take, então o editor deve receber tanto reconhecimento como todos os envolvidos. Sim, não tem que trabalhar com milhares de cortes (contei 14, mas com certeza existem mais), mas estes existem e Smith tem que fazer com que ninguém os sinta. E consegue alcançar isso na perfeição.
O meu último parágrafo sobre os aspetos técnicos tem que ir para Sam Mendes e Thomas Newman. Como realizador, Mendes é capaz de entregar precisamente o que ele imaginou e de coordenar perfeitamente os seus atores. Não só realizou o meu filme favorito da saga de James Bond (Skyfall), mas oferece agora um dos meus filmes favoritos de guerra de sempre. Quanto a Newman, apenas desejava que Joker tivesse sido lançado noutro ano, pois a banda sonora de 1917 é fantástica. Hildur Guðnadóttir provavelmente vai levar o Óscar de Best Original Score, mas se Thomas Newman surpreender, também ficarei feliz.
Muitas comparações estão a ser feitas com Dunkirk de Christopher Nolan. São filmes semelhantes no que toca ao objetivo princpal de cada um que é proporcionar a experiência de guerra mais imersiva possível. A nível de história e de personagens, ambos não desenvolvem muito. O filme de Nolan é adorado pela maioria dos críticos e por público em todo o mundo, mas uma queixa comum sobre este é a falta de empatia com as personagens.

Nunca me importei com isso, pois o filme nunca tentou fazer das suas personagens importantes. Dunkirk é um filme sobre o evento e não sobre as pessoas que lá estavam. Daí os protagonistas serem apenas soldados que se encontraram na pior das situações, tal como em 1917. No entanto, penso que este último faz um trabalho melhor ao fazer-nos importar com os protagonistas e a sua missão.
As personagens de George MacKay e Dean-Charles Chapman têm arcos pequenos, mas existentes. No início, Blake é a personagem emocional, enquanto Schofield parece ser mais racional. Nós, enquanto espetadores, preocupamo-nos primeiro com a missão, mas, com o passar do tempo, conhecemos os traços pessoais e as motivações de cada um. No final do filme, encontrei-me a chorar. Ambos trabaham muito bem um com o outro, mas é o diálogo deles que mais me impressiona. O que parece ser apenas uma conversa insignificante enquanto caminham por um campo aberto de relva, realmente não o é. Se não é importante no momento, vai ser. As prestações são mais físicas que outra coisa, mas ambos entregam performances excelentes.
Diria que adoro 1917 tanto como Dunkirk. Se não gostaram deste último, não sei se gostarão do anterior. Posso estar tentado a escolher 1917 devido ao facto de o ter visto agora, mas há um pequeno aspeto que afeta os dois negativamente. O seu valor de repetição não é tão alto como outros filmes, já que as suas realizações técnicas não funcionam tão bem numa TV normal no conforto da nossa própria casa. Nunca sentirão ou entenderão a tal “experiência imersiva” de que todos falam. Não saberão o que fez as pessoas ficarem de boca aberta. Não vão adorar tanto como todos os outros, pois partem em desvantagem.
Sam Mendes, Roger Deakins e Lee Smith. Realizador, diretor de fotografia, editor. Três papéis-chave na criação de um dos melhores filmes de sempre sobre a WWI. Editado de forma a parecer um take contínuo, 1917 é uma conquista técnica impressionante, elevada pela cinematografia de fazer cair o queixo por parte de Deakins, pela banda sonora emocionalmente poderosa de Thomas Newman, pela realização impecável de Mendes e pela edição perfeita de Smith.
George MacKay e Dean-Charles Chapman entregam prestações (físicas) fantásticas, mas é o filmmaking surpreendente que rouba os holofotes. Produção artística, guarda-roupa, som, o que quiserem. Tudo é absolutamente perfeito. Merece ser visto no maior ecrã possível, já que esta é uma experiência incrivelmente imersiva que não terão em casa. Entra direto para o meu Top10: Melhores Filmes de 2019 e espero que adorem-no tanto como eu.
Nova versão do tema “Partilhar”, de Rubel com AnaVitória, é um sucesso na Internet
De um lado, um dos mais aclamados cantores e compositor da nova música popular brasileira; do outro, uma dupla vencedora de um Grammy Latino. Falamos de Rubel e AnaVitória, que se juntaram para uma nova versão do tema “Partilhar”.
McDonald’s e Burger King vão abrir restaurantes na Nazaré
Quem acompanha o Echo Boomer decerto já reparou que damos bastante destaque ao Burger King, nomeadamente cada vez que a marca abre um novo restaurante. Também damos bastante importância às novidades da McDonald’s. Pois bem, parece que ambos os conceitos vão abrir restaurantes na Nazaré… e antes do início do próximo verão.
Google I/O confirmado para maio. O que esperar do evento anual da tecnológica norte-americana?
Todos os anos acontece o mesmo. A Internet desdobra-se em artigos relacionados com o evento anual da Google, o I/O, que não é mais do que uma espécie de ponto de encontro para produtores, pequenos estúdios e entusiastas do mundo tecnológico.
Setúbal. Restaurante La Famiglia muda de conceito e vira casa de picanha
A novidade chocou os seguidores deste restaurante no Facebook, que perdem, assim, mais um restaurante italiano na cidade de Setúbal. O restaurante La Famiglia, que o Echo Boomer teve oportunidade de ir experimentar há uns meses, mudou de conceito e passou a funcionar como uma casa de picanha.
Bolt já tem carros 100% elétricos no Porto e em Braga
Uma coisa é certa: os elétricos vieram para ficar. As empresas TVDE sabem isso, logo não é de admirar que apostem em ter uma frota de carros totalmente eletrificados. Assim, depois de ter lançado a categoria Green em Lisboa no passado mês de dezembro, a Bolt lança agora essa opção no Porto e em Braga.
Torres Novas. Já há Wi-Fi gratuito nos Transportes Urbanos Torrejanos
São os autocarros conhecidos na cidade como TUT. A novidade hoje anunciada pelo departamento de Comunicação, Audiovisuais e Imagem do município de Torres Novas, dando conta de que, a partir de agora, todos os Transportes Urbanos Torrejanos (TUT) já dispõem de Wi-Fi gratuito em todas as viaturas que efetuam este serviço.
Soam as Guitarras 2020: quatro municípios e 19 espetáculos de 12 artistas
Acaba de ser apresentada oficialmente a 4ª edição do Soam As Guitarras, festival que cumpre o propósito de levar a arte da guitarra e das cordas a novos destinos e públicos a cada ano. E depois de Oeiras, Póvoa de Varzim e Évora, Setúbal é o mais recente município a integrar a programação do evento.
