Razer Viper – Análise: Simples, preciso e com fios

O Razer Viper é um fantástico rato de gaming com a melhor tecnologia que a marca chinesa tem para oferecer.

Revelado no ano passado, o Razer Viper teve direito também a uma versão Ultimate, da qual já falei anteriormente, mas só agora é que o pequeno rato chegou às minhas mãos.

Simétrico, leve e com fio, o Razer Viper, a par com a sua versão Ultimate, é dos ratos da marca com o melhor aspeto, ficando apenas atrás do meu favorito Lancehead. Este modelo, tal como o irmão sem fios, destaca-se pelo seu desempenho graças aos seus botões com switches óticos.

Mais uma vez contamos com um rato desenhado para os “gamers”, no caso da linha Viper, sendo que este resultou de uma colaboração direta com engenheiros e atletas de e-sports para o melhor desempenho possível a um custo acessível. Eu, não sendo atleta, não noto até que ponto é que este é um rato assim tão bom, mas posso, enquanto entusiasta e criativo, dizer que a sua precisão me satisfez bastante.

Mas antes, voltemos ao seu design, que, apesar de ser desenhado para gamers, não apresenta um design arrojado e absurdo, antes pelo contrário. É bastante simples e sóbrio e conta com dois largos botões tradicionais que se dividem do resto do corpo por uma divisão de formato mais angular, apresentando uma simetria que coloca em ambos os lados botões personalizáveis (dois em cada lado) e um material aborrachado para apoiar os dedos. Como não podia deixar de ser, temos ainda o sistema RGB Chroma, que aqui apenas é usado para dar luz ao logótipo da Razer, tornando-se invisível quando está desligado.

O Razer Viper é um rato extremamente leve. Pesa apenas 69 gramas, algo que se sente ao pegar nele. A sua construção e o tamanho relativamente reduzido face a outros ratos gaming tornam-no bastante sólido e fácil de usar, sem dar aquela sensação de periférico barato por ser tão leve.

Leve é também o seu cabo entrançado e maleável que dificilmente se prende ao que quer que seja e, por alguma razão especial, parece que não se sente, nem nunca dobra de forma a tornar-se um obstáculo quando avança bruscamente para a frente. Neste aspeto é, provavelmente, dos melhores ratos com cabo que já experimentei.

O grande destaque deste modelo são os seus botões com switches óticos, a recente tecnologia da Razer que coloca lasers infravermelhos a medirem o ponto de atuação de cada clique. A vantagem destes switches é que eliminam com facilidade duplos cliques acidentais e respondem muito melhor que num rato convencional.

Na prática, serão os jogadores mais dedicados que vão notar a maior diferença. Eu próprio, por exemplo, comprovo que os cliques são extremamente imediatos e precisos. E porque este tipo de rato responde logo ao clique, certas ações mais delicadas em software de produtividade tornaram-se mais fáceis ao não registar o levantamento do dedo em algumas operações.

razer viper analise echo boomer 4

Mas há um aspeto menos positivo a destacar. Apesar das suas vantagens, o Razer Viper faz algum barulho – não no clique mas na mola dos botões -, pelo que, por vezes, parece chiar um pouco demais ao ponto de se tornar irritante. Não é algo que se note muito, mas, com alguma atenção, é possível não conseguirmos ignorar totalmente.

Com um sensor ótico 5G da Razer, o Razer Viper é capaz de atingir 16 mil DPI. Mais uma vez, é um valor que só mesmo os atletas são capazes de usufruir ao máximo, quando eu referi acima que qualquer valor acima dos 4 mil é demasiado.

Da minha experiência, o que posso retirar é que o Razer Viper é um excelente rato, melhor ainda que a sua versão Ultimate, diria, que se apresenta um pouco mais completo e tem a vantagem de ser híbrido, no sentido em que permite a utilização com e sem fios. Mas a eliminação do peso da sua bateria e o cabo quase não inexistente deste modelo normal colocam-no, na prática, ao nível da sua versão melhorada, o que é excelente.

O Razer Viper já está à venda e pode ser comprado em lojas selecionadas ou através do site da Razer por 89.99€.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Razer Viper

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

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Crítica – Onward (Bora Lá)

Num mundo de fantasia suburbana, dois irmãos elfos adolescentes embarcam numa grande e gloriosa demanda para descobrir se ainda existe magia no mundo.

Tenho sempre dificuldades em encontrar razões para não gostar de um filme da Pixar. Um dos preconceitos mais irritantes sobre géneros é aquele sobre filmes de animação. “São para crianças, como consegues gostar disso, és tão infantil”, dizem as pessoas. Mal sabem estas que os filmes de animação têm narrativas e personagens tão ou mais emocionalmente convincentes do que as películas live-action. A banda sonora é, geralmente, mais importante e os visuais são sempre deslumbrantes. A parceria Disney-Pixar foi, provavelmente, o melhor que poderia ter acontecido a Hollywood.

Dan Scanlon realizou uma sequela surpreendentemente boa a Monsters Inc., em 2013, com Monsters University. Criar uma sequela eficiente 12 anos após o seu original é uma tarefa muito complicada, mas Scanlon obteve sucesso, por isso, tinha boas expetativas ao entrar no cinema. Onward pode não ser um dos melhores filmes da Pixar e duvido que muitas pessoas o coloquem como um dos seus (novos) favoritos, principalmente quando compararem com os restantes do mesmo estúdio. No entanto, ainda carrega a narrativa emocional “de marca registada”, com personagens relacionáveis que a Pixar tem por hábito apresentar.

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Cresci com pai, mãe e dois irmãos mais velhos. Só com esta informação sei que tenho mais sorte do que muita gente pelo mundo fora. Onward foca-se na relação entre dois irmãos (Chris Pratt e Tom Holland) e adoro a sua aventura. Fez-me recordar a minha infância e os momentos incríveis que partilhei com os meus irmãos. Se são fãs de Dungeons & Dragons ou de outros jogos baseados em quests, a estrutura do plot principal vai, sem dúvida, agradar-vos como me agradou a mim, mas, ao mesmo tempo, está ligada ao meu maior problema…

O conceito é uma excelente ideia, mas a sua execução carece de um pouco mais de… magia, por mais irónico que possa parecer. Por exemplo, Frozen II não é sobre um “mundo cheio de magia”, mas Elsa (Idina Menzel) tem sequências mais mágicas sozinha do que Onward na sua totalidade. No primeiro, a magia em si enche o ecrã com animação impressionante e música arrepiante. Já Onward parece uma versão diminuída do seu verdadeiro potencial. Embora seja verdade que o mundo onde as personagens principais vivem perdeu a sua magia imensa do passado, a aventura destas está repleta de obstáculos, os quais se ultrapassam com… adivinharam: magia.

Não quero soar como as pessoas que só querem “ação por ação”. Odeio ver algúem descontente com um filme simplesmente porque não viram explosões suficientes e cenas do mesmo tipo. A minha opinião assenta mais sobre as minhas próprias expetativas e sobre o que a Pixar consegue criar. Obviamente, espero mais deles agora do que há alguns anos. Não é que a história não seja interessante ou cativante, até porque o entretenimento é uma constante durante todo o tempo de execução. Tem um ritmo rápido, há sempre algo a acontecer e o humor é perfeito. É um BOM filme. Simples.

O elenco de voz é fantástico. Tom Holland e, especialmente, Chris Pratt, incorporam o espírito das suas personagens na perfeição, sendo quase palpável a sensação de que os atores se divertiram bastante durante as gravações. Julia Louis-Dreyfus e Octavia Spencer também são muito boas, mas os arcos respetivos das suas personagens não são tão convincentes como a narrativa principal. Cada momento que passei com elas equivale aos momentos que queria voltar para os irmãos. No entanto, a diversão e o entretenimento nunca desaparecem. A história nunca deixa de ser entusiasmante, apenas aumenta e diminui o seu nível ocasionalmente.

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Guardei o melhor para o fim. Apesar do segundo ato ser um pouco repetitivo, o final é incrivelmente satisfatório. Previsível? Sim. Será uma desilusão para algumas pessoas? Certamente. Mas entrega a mais bela das mensagens da forma mais emocional possível, tal como a Pixar sempre faz. Muitas lições de moral pequenas, mas importantes, são aprendidas ao longo da história, mas a última é absolutamente perfeita e deixa algumas lágrimas nos olhos. O final é emocionante e genuíno para todos, mas terá um impacto tremendo em famílias que perderam um membro demasiado cedo.

Concluíndo, a parceria Disney-Pixar continua a oferecer ao mundo os melhores filmes de animação de cada ano. Onward é o sucesso mais recente, embora necessitasse de um pouco mais de magia e criatividade, especialmente quando se compara com os outros filmes do mesmo estúdio.

Com um elenco de voz talentoso, os dois irmãos seguem numa aventura divertida, baseada em quests, que termina com uma mensagem maravilhosa e emocionante para todas as famílias. Algumas pessoas podem achar o final muito previsível e dececionante, mas o clímax é emocionalmente poderoso e isso causará, inquestionavelmente, um impacto em todos (lenços, alguém?).

O segundo ato é um pouco repetitivo, mas o entretenimento nunca desaparece. Humor hilariante e inteligente, personagens principais convincentes, personagens secundárias não-tão-interessantes e animação deslumbrante como sempre. A música dos créditos finais também é linda de se ouvir. Mal posso esperar por Soul

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