Faltam duas semanas para a série Gears of War receber mais um capítulo na sua saga, com o spin-off para PC, Gears Tactics.
Trocando a ação dos third persons shooters que a série ajudou a evoluir na geração passada por um sistema de ação estratégica por turnos, Gears Tactics apresenta-se com uma nova perspetiva e explora um antigo episódio do mundo de Gears, bem antes dos eventos do Emergence Day, com novas personagens para conhecer e muita mitologia para aprender.
Com grande aposta na ação estratégica, Gears Tactics explora a personalização de personagens e habilidades de formas únicas, prometendo motivar a progressão e experimentação nos campos de batalha, com novas armas e habilidades nunca antes vistas na série.
Agora, a caminho do seu lançamento, a equipa da Xbox Games Studios e a The Coalition ativaram o período de pre-load e lançaram um trailer de lançamento que nos deixa conhecer um pouco de tudo o que o jogo tem para oferecer.
Quem tiver a pré-reserva de Gears Tactics na loja do Windows, na Steam, ou for subscritor do Xbox Game Pass para PC (ou Ultimate), poderá começar já a descarregar o jogo para a sua máquina e começar a jogar logo no dia 28 de abril.
A COVID-19 obrigou os grandes estúdios a repensarem a sua agenda de estreias durante o mês de março. No caso da Disney, filmes como Mulan, Jungle Cruise e quase todo o Universo Cinemático da Marvel tiveram que ver as suas datas alteradas. Agora, são os seus filmes e animação que seguem o mesmo destino.
Com datas marcadas para uma altura em que, na melhor das hipóteses, o mundo poderá estar melhor, Soul, da Pixar, e Raya and The Last Dragon, a próxima grande aposta dos estúdios de animação da Walt Disney, foram empurrados para novembro de 2020 e março de 2021, respetivamente. Juntamente com estes ajustes, um terceiro filme por anunciar com data para março ficou, para já, no limbo.
Soul chega-nos por parte do realizador de Up e de Inside Out, seguindo a história de um professor de música que sonha em ser um músico de Jazz e que, no dia em que teria a sua audição, tem um acidente que o leva numa jornada por um mundo cheio de almas e personalidades muito peculiares.
Já Raya and The Last Dragon é a próxima aposta de animação mais “clássica” da Disney, dos produtores de Frozen e Zootopia, que nos leva até um mundo de fantasia inspirado em mitologias orientais, onde uma jovem heroína vai ter que procurar um dragão capaz de salvar o mundo.
No contexto da atual paralisia mundial causada pela crise pandémica da Covid-19, mais que uma medida de recurso que advêm da impossibilidade do cumprimento “normal” de uma agenda de atividades artísticas, John Romão, diretor artístico da BoCA, propõe um programa construído de raiz que reflita sobre o estado do mundo e sobre as arquiteturas do sensível que habitamos agora: o corpo, a casa e a câmara, elementos que são referências centrais da história da experimentação artística.
Assim, dialogando entre o passado e o presente, o programa da BoCA Online foi pensado de acordo com seis atividades que serão ativadas nas redes sociais oficiais da BoCA já a partir da próxima segunda-feira, dia 20 de abril.
Há live streaming de performances, exibição de vídeos e filmes de artistas, ciclos de diálogos e muito mais para espreitar no Instagram, Facebook e YouTube.
Entre os primeiros convidados, há nomes como Bill T. Jones, Gonçalo M. Tavares, Mariana Monteiro e Cecilia Bengolea. Até final de junho deste ano, a BoCA Online tem prevista a participação de Ailton Krenak, Albano Jerónimo, Ana Gomes, Anabela Mota Ribeiro, André Lepecki, Alexandra Pirici, Bill T. Jones, Catarina Vaz Pinto, Cao Fei, Cecilia Bengolea, Constança Entrudo, Dora Garcia, Gerard & Kelly, Gonçalo M. Tavares, Joana de Verona, Lia Rodrigues, João Pedro Vale & Nuno Alexandre Ferreira, José Bragança de Miranda, Maria Mota, Mariana Monteiro, Mariana Tengner Barros, Meg Stuart, Miguel Moreira, Odete, Os Espacialistas, Pedro Barateiro, Sara Barros Leitão, Salomé Lamas, Tania Bruguera, Tânia Carvalho, entre outros nomes a anunciar.
A BoCA Online tem ainda como objetivo apoiar o setor artístico de maneira mais direta. Para isso, vai ainda levar a cabo uma angariação de fundos internacional com o objetivo de apoiar financeiramente artistas, técnicos e produtores culturais de qualquer território artístico, com idade até 35 anos, em situações de comprovada precaridade. Muito em breve serão dados mais detalhes relativamente a este crowdfunding.
Surge por parte do ABA – Análise Comportamental Aplicada e tem como objetivo ajudar os pais a interpretar os comportamentos e atitudes dos seus filhos em tempo de pandemia.
Assim, este é um apoio que consiste na disponibilização gratuita de um chat ativo no site do ABA, onde uma equipa de psicólogos e analistas comportamentais poderá responder a todas as questões colocadas, de forma a ajudar as famílias e facilitar numa dinâmica positiva.
Da equipa ABA fazem parte 30 profissionais da área de saúde e educação, com especialidades em Psicologia clínica e educacional, psicomotricidade, educação especial e análise comportamental.
Além do chat, disponível de segunda a sexta, das 10h às 16h, o ABA disponibiliza também vários vídeos, lançados duas vezes por semana, no site e na sua página de Facebook, com sugestões das melhores formas de reagir aos problemas com que são confrontados a nível comportamental e dicas como se deve proceder positivamente em família.
O ABA, que disponibiliza serviços clínicos e educativos direcionados para todas as idades, tem clínicas em Lisboa e em Braga.
Esta é uma solução que surge da necessidade de reforçar a capacidade de entregas de bens alimentares nos lares portugueses, permitindo aos consumidores fazerem as suas compras de forma conveniente, simples e rápida, sem que tenham de sair das suas casas.
Assim, e a partir da loja onlineDelta Q, é agora possível encomendar os best-sellers das marcas do Grupo Nabeiro à distância de um clique: Delta Cafés (em grão ou café moído), Delta Q, Adega Mayor (vinhos branco, tinto ou rosé, além de azeite extra virgem), Tetley, Blue, Hero, Becks’s, Bud, Stella Artois, Hoegaarden, Franziskaner, Leffe e Qampo (azeitonas, tremoços e pickles).
Do café ao chá, do vinho à cerveja, do azeite às azeitonas, são muitas as opções que podem encontrar. O custo de entrega é gratuito para encomendas de valor igual ou superior a 18€.
Mais do que uma re-imaginação de um clássico, Final Fantasy VII Remake é um jogo completo e extremamente satisfatório para fãs e novos jogadores.
Foram muitos os que esperaram anos e anos por uma re-imaginação de Final Fantasy VII, e foram muitos os que nunca tiveram oportunidade ou motivações para o fazer. Para uns, essa espera terminou; e para outros, a oportunidade de conhecer o mundo e as personagens daquele que foi um dos RPGs mais influentes da história dos videojogos está aqui.
Eu pertenço ao grupo de pessoas que nunca jogou Final Fantasy VII. Os videojogos sempre fizeram parte da minha vida, mas nunca foram uma constante. Na altura do seu lançamento, e nos anos que se seguiram, a oportunidade de poder viver as aventuras em Midgar e mais além foram inexistentes e, quanto mais tempo passou, menos vontade tive de jogar um RPG por turnos, com visuais que não estão à altura dos padrões contemporâneos.
Contudo, admito que sempre invejei a tolerância de amigos e colegas que gostam do género, mas ainda mais por aqueles que cresceram com a série e guardam aquelas memórias preciosas da sua infância ao apaixonarem-se por mundos virtuais, pois eu também tenho os meus jogos favoritos e percebo bem que sentimento é esse.
À medida que os videojogos se tornaram a tal constante na minha vida, essa pequena inveja tornou-se em desejo de um dia poder jogar uma versão moderna do clássico, mas mais do que isso, jogar um Final Fantasy que não fosse, finalmente, um turn-based puro. E por estas razões, fiz questão de não jogar o original desde que o seu remake foi anunciado.
A minha entrada na série foi, no entanto, em Final Fantasy XV, outro projeto com um desenvolvimento eterno, mas que deu largos passos ao tentar abrir as portas a novos públicos, com a aposta no mundo aberto, uma fantasia baseada em elementos do mundo real e uma jogabilidade mais ativa. Não adorei a experiência, mas fiquei muito satisfeito com o que tinha para oferecer. Final Fantasy XV serviu também de aquecimento e preparação para o que poderia vir a ser este remake, um sentimento que trouxe coisas boas e coisas más.
Por um lado, alimentou a minha curiosidade em conhecer a mitologia desta série antológica, e por outro, ajudou a alimentar estigmas e preconceitos face ao género e à série.
Ainda assim, a minha antecipação pelo remake era enorme. Conhecendo por alto alguns dos seus momentos chave, impossíveis de ignorar pela cultura popular, e tendo em conta o seu novo formato e toda a sua mitologia – que se expande entre dezenas de histórias diferentes –, senti que este era o momento de me juntar à família de jogadores e fãs do clássico. Mas nada me preparou para o quão apaixonado iria ficar pelo seu mundo e as personagens.
Final Fantasy VII Remake é um evento como há poucos, dentro e fora do jogo. Desde os primeiros momentos, como o simples ecrã inicial com a música de fundo, passando pela icónica introdução, ao tema de combate na primeira batalha, mesmo para quem nunca jogou o original, o conhecimento tangencial e inconsciente pelo jogo é capaz de puxar facilmente pelas emoções. Tudo parece familiar e novo ao mesmo tempo, sendo essa a razão pela qual este remake é tão especial.
A re-imaginação de Final Fantasy VII pega na narrativa e na conceptualização visual do original e torna-o num jogo completamente novo, cobrindo, para já, apenas uma porção da sua épica história, com uma nova forma de jogar, uma apresentação que tira partido das capacidades técnicas da Playstation 4 – capaz de eliminar a barreira entre o jogo e as cinemáticas –, uma jogabilidade ativa e interativa viciante, mas, mais importante ainda, transforma as personagens mudas e geométricas em pessoas quase reais.
FF VII Remake é, agora, um RPG de ação na terceira pessoa, muito semelhante a tantos jogos atuais que, ironicamente, ao contrário do original, não se destaca por mecânicas diferenciadoras, narrativas complicadas e cheias de reviravoltas ou visuais de um novo patamar. FF VII Remake brilha um pouco em todos estes departamentos, mas a minha primeira aventura por Midgar diz-me que o grande destaque vai para o elenco de personagens, as suas interações, aventuras e um mistério que assombra e que serve de fio condutor para os seus destinos.
Apesar desta re-imaginação de Final Fantasy VII ostentar orgulhosamente o subtítulo de Remake, a Square-Enix não conta toda a história do jogo original, concentrando-se apenas numa parte inicial das aventuras de Cloud e companhia. Mas Final Fantasy VII Remake não é, de todo, um jogo pequeno ou incompleto. Se não fosse atento ao desenvolvimento do jogo ou não estivesse informado do que é efetivamente, apesar de muito do que acontece em FF VII Remake, a sensação com que ficaria é que este seria um remake completo.
Nas mais de 30 horas (no mínimo) que esta aventura demora a ser concluída, todo o seu conteúdo é excecionalmente bem trabalhado, com missões longas, cheias de reviravoltas, cinemáticas, momentos explosivos e outros tantos íntimos e cativantes.
O que alguns puristas categorizam como filler são missões que, no original, podiam ser mais pequenas e rápidas e que, aqui, são estendidas, mas nunca com a intenção de aumentar o tempo de jogo de forma artificial. Algumas dessas missões, que eu próprio consigo identificar quais são, estão desenhadas de forma orgânica e cativante, com alguns dos meus momentos favoritos do jogo. Cada uma delas, que nem sempre ocupam a totalidade de um capitulo completo, funciona como um episódio, onde há um problema, uma aventura e muita interação entre personagens onde ficamos a conhecer o passado do elenco principal e não só.
Todos os estigmas e preconceitos que adquiri na minha experiência em FF XV são quase inexistentes em Final Fantasy VII Remake. Continuamos a ter imensos clichés à japonesa, mas esta re-imaginação é extremamente ocidental e vai mais além, ao contrariar tendências comuns em jogos atuais, como o excesso de logs, side quests, colecionáveis e afins e ao manter a história direta ao assunto, transparente, clara e, ao mesmo tempo, com uma quantidade de exposição ponderada e apresentada quando faz sentido, mantendo o jogador sempre investido nos eventos do jogo, de capítulo para capítulo.
Contudo, e como é óbvio, continuam a existir side quests e colecionáveis, mas sem grandes excessos. As side quests são pequenas e contam com algumas micro-histórias interessantes que dão acesso a itens, atividades extra e aos colecionáveis (maioritariamente músicas do jogo), funcionando como pretexto para explorar as várias áreas e os seus segredos. Estas atividades secundárias podem, por vezes, quebrar o ritmo, especialmente quando estamos tentados em avançar a história, mas acabam por ser tão poucas que é difícil ignorá-las.
O combate de FF VII Remake pode não revolucionar o género, mas é certamente uma inovação para a série. Mais descomplicada do que FF XV e tirando algumas notas a Kingdom Hearts 3, Final Fantasy VII Remake tenta encontrar o equilíbrio perfeito entre ação em tempo real e estratégia durante o combate.
Nas batalhas podemos controlar Cloud e também Tifa, Aerith e Berret, quando estão disponíveis. A troca é feita à distância de um botão e temos controlo total dos seus ataques e habilidades, enquanto as restantes personagens atuam autonomamente. A parte estratégica entra através de inputs secundários que colocam o jogo até um super-slowmotion, dando noção de ação contínua, onde podemos dar ordem e ativar itens ou fazer summons com a restante equipa.
Para apimentar as lutas, há ainda combinações rápidas que tornam o combate rápido e frenético, mas também extremamente satisfatório, graças às excelentes animações e aos efeitos coloridos que explodem no ecrã.
Ao longo da história, a progressão de personagem e das suas habilidades é um aspeto a ter em atenção, com a gestão de Materia, que permite desbloquear habilidades ativas e passivas das nossas personagens, e com a atualização das várias armas desbloqueadas. Bem geridas, todas as personagens podem ter setups diferentes e variados, tornando a própria progressão e exploração de habilidades num jogo por si só, com base na experiência e ajuste das mesmas, entre combates.
Final Fantasy VII foi, na PlayStation 1 e em 1997, um jogo marcante. Entre as várias razões, destacam-se os seus visuais em jogo e nas cinemáticas. Hoje, se calhar, aos olhos de muitos (os meus inclusive), não sobreviveram ao teste do tempo, por isso, a curiosidade em ver aquele jogo com um tratamento moderno era algo que estava há muito guardado na imaginação de todos os jogadores da época.
Este remake faz um excelente trabalho de apresentação, tirando partido do Unreal Engine, que serve de estrutura de jogos como Gears 5 ou Fortnite. Com esse motor de jogo, FF VII Remake consegue misturar visuais fotorealistas com elementos fantásticos que seriam impossíveis até na geração passada.
As personagens contam com modelos altamente detalhados e alguns ambientes muito ricos em detalhe. Juntamente com uma excelente direção de cinemáticas e animações, acompanhadas por músicas épicas e um desempenho fantástico dos atores que dão vozes às personagens, estas tornam Final Fantasy VII Remake num longo filme de animação CGI com alguma interatividade pelo meio.
Infelizmente, apesar dos excelentes momentos que oferece, FF VII Remake não é o novo marco tecnológico no departamento visual e, em grande parte do jogo, este revela-se um pouco menos cuidado do que seria de esperar nesta geração, especialmente tão perto do fim. Há texturas com dificuldades a carregar e modelos geométricos que parecem de muito baixa qualidade, problemas que podem ser melhorados com um patch. Há também defeitos que, provavelmente, não serão arranjados, como é o caso de algumas interações e animações com personagens secundárias e terciárias que parecem saídas de um jogo da PS2.
Mas apesar deste apontamento, tudo o que Final Fantasy VII Remake faz impressiona e vai mais além, muito porque é possível sentir o empenho da produção na criação de todos os momentos chave desta primeira parte da nova versão do clássico.
Provavelmente serão muitos os fãs mais acérrimos que vão apontar que certas cenas não fazem sentido, estragando o que o original ofereceu ou porque foram contra as suas expetativas pessoais, mas além de Final Fantasy VII Remake ser um título completamente novo, inspirado num jogo antigo, como se de uma adaptação cinematográfica de um livro se tratasse, é um projeto a pensar não só nos antigos fãs, como também nos novos jogadores.
Enquanto novo jogador, posso dizer que estou impressionado e rendido a este mundo e a estas personagens. Final Fantasy VII Remake não é perfeito, mas é, ao mesmo tempo, excelente naquilo que pretende ser: um pacote completo, longo e extremamente satisfatório em tantos níveis que mal posso esperar não só pela próxima parte, mas até por futuros Final Fantasy. Se há razões para existirem remakes, FF VII Remake é a razão.
Plataformas: PlayStation 4 Este jogo foi cedido para análise pela EcoPlay.
Depois de Por Falar Noutra Coisa, o primeiro espetáculo a solo de stand-up comedy gravado ao vivo no Cinema São Jorge, em Lisboa, em janeiro de 2018, eis que Guilherme Duarte resolveu dar uma prenda aos fãs nesta quarentena, disponibilizando de forma inteiramente gratuita o segundo solo de comédia.
Assim, Só de Passagem, gravado ao vivo a 11 de maio em Braga, pode agora ser visto, onde e quando quiserem, através do canal de YouTube do humorista. Ou seja, quem não teve a oportunidade de ver o espetáculo ao vivo, pode agora fazê-lo em casa… embora nunca seja a mesma coisa.
Segundo o site oficial, Só de Passagem teve 28 datas e mais de 15 mil espetadores.
Guilherme Duarte, também conhecido pelo blogue Por Falar Noutra Coisa, pelos três livros publicados, pela participação na série Falta de Chá e pela rubrica nas manhãs da Antena 3, não pede dinheiro pela disponibilização deste espetáculo.
O comediante refere, na descrição deste Só de Passagem do Youtube, que “o que gostavam de me dar a mim por disponibilizar o espectáculo aqui de forma gratuita, dêem a um amigo ou conhecido que trabalhe no mundo do espectáculo e tenha ficado sem trabalho nem subsídio (lol) do Ministério da Cultura. Seja um técnico de som, luz, câmara, assistente de produção, maquilhadora, etc. Enviem-lhe o dinheiro a eles por MB Way e metam na descrição que vai da minha parte e ficamos de contas feitas. Eu estou bem, eles precisam mais agora”.
No canal de YouTube de Guilherme Duarte podem ainda ver, tal como já referimos, o primeiro solo de stand-up comedy, bem como a série Preliminares, onde o humorista testava material em pequenos bares.
Tal como muitas empresas, a gráfica online 360imprimir é mais uma das que sofreram quebras muito altas na faturação e que, por estes dias, estão obrigadas a reinventar o seu modelo de negócio. E se, dando um exemplo, fábricas mudaram o seu funcionamento para produzir equipamentos de proteção individual, a 360imprimir juntou-se à rede Recheio e criou um supermercado online.
Chama-se 360hyper e promete ter um bocadinho de tudo, desde artigos de mercearia, frescos (como carne e peixe), laticínios, congelados, produtos de limpeza e higiene pessoal, a artigos de bebé e bebidas, havendo ainda ração para cão e gato.
O melhor de tudo? O 360hyper promete entregas, por exemplo, em somente três horas, no dia seguinte ou até 72 horas, sendo algo que depende do fluxo de encomendas e, também, da distância entre a morada do cliente e o ponto de distribuição Recheio localizado no Prior Velho.
Este supermercado online faz entregas em qualquer localidade na zona da Grande Lisboa, desde que a morada do cliente fique localizada até 50km do Recheio do Prior Velho. O custo de cada entrega até 10km de distância é de 5€, valor que vai aumentando consoante a distância (aumenta 0,50€ por cada quilómetro adicional).
Atenção que o custo de entrega será calculado na finalização de encomenda, tendo em conta o código postal colocado na morada de entrega. Os códigos Postais neste momento aceites estão compreendidos entre [1000 a 1999] ,entre [2560 a 2999] e 2050, 2150 e 2135.
Além disso, existe um valor mínimo de 50€ para a realização de uma encomenda. As entregas são efetuadas de segunda a sábado, das 9h às 20h, e domingos e feriados, das 9h às 14h. O pagamento pode ser feito via cartão de crédito/débito, Multibanco ou MB Way.
Espera-se que, muito em breve, a 360hyper chegue a mais distritos, até porque a ideia é a de abranger as restantes lojas Recheio existentes em Portugal.
Muitos de nós não saem de casa a não ser para o estritamente necessário e isso, muitas vezes, implica negarmos um dos prazeres da vida: devorar gelados deliciosos. Pois bem, e se vivem por Lisboa, convém não se esquecerem que podem continuar a encomendar gelados da Häagen-Dazs e Grom.
No que toca à Häagen-Dazs, os gelados da marca continuam disponíveis para os clientes que encomendam refeições em alguns restaurantes e plataformas parceiras da marca, durante este período em que muitos espaços estão fechados, devido à COVID-19.
Neste caso, podem aproveitar para pedir uma sobremesa Häagen-Dazs (tanto em formato de 95ml como 460ml) ao encomendarem sushi do Aruki e Gunkan, ou caso optem pelas pizzas da Mad Pizza. Para além dessas opções, podem ainda utilizar a plataforma noMenu (Lisboa e Cascais).
E claro, a mantém-se também disponível nas grandes superfícies de retalho e gasolineiras.
Em relação à GROM, a marca também já chegava a casa dos lisboetas através da Uber Eats. A novidade, aqui, é que os gelados estão agora disponíveis no novo formato de potes individuais e em quatro sabores clássicos – Morango, Chocolate, Crema di Grom e Pistáchio. Podem selecionar o pack de dois, três ou oito potes. Os envios são realizados a partir de dois pontos de venda na Grande Lisboa, Alvalade e Cais do Sodré.
Depois da receção explosiva dos remakes de Resident Evil 2 e Resident Evil 3, o passo mais lógico é dar continuidade aos remakes pela ordem principal da série. E parece que é mesmo esse o plano da Capcom.
Segundo o portal VGC, a produtora japonesa já está ativamente a trabalhar no remake de Resident Evil 4 desde 2018 com a ajuda da M-Two, estúdio formado por um antigo produtor da PlatinumGames, Tatsuya Minami, que já tinha dado alguma ajuda nos remakes anteriores, mas que terá agora um papel mais presente. Juntamente com a M-Two, vão juntar-se equipas internas da Capcom que desenvolveram partes de Resident Evil 2 e de Devil May Cry 5.
Apesar das informações não serem oficiais, o remake de Resident Evil 4 aponta para um lançamento em 2022, um ano depois de Resident Evil 8, que também tem sido assunto de rumores e especulações nas últimas semanas.
A confirmar-se o remake de Resident Evil 4,este chegará 17 anos depois do lançamento do original, quando foi lançado para a Nintendo Gamecube. Desde então, o jogo foi sendo lançado para praticamente todas as plataformas, podendo ser jogado atualmente no PC, PlayStation 4, Xbox One, Android e iOS.
O remake de Resident Evil 3 é a entrada mais recente da série, que chegou no início deste mês ao PC, PlayStation 4 e Xbox One. Nos primeiros cinco dias depois do seu lançamento, a 3 de abril, o jogo acumulou mais de dois milhões de cópias vendidas em todas as plataformas, em formato físico e digital.
Já o jogo anterior, no mesmo período, teve um pouco mais de sucesso, com mais de três milhões de cópias.
Estamos a passar por dias em que o consumo de produtos atingiu níveis nunca antes vistos. Afinal de contas, com tanta gente em isolamento, vários produtos acabam por ter uma procura absurdamente maior. E já sabemos como é que isto funciona: a procura aumenta, a oferta diminui, os preços sobem. É assim que funciona em todo o lado e, apesar de não estarmos em situação de escassez, o pânico gerado pela população faz com que os preços acabem por subir.
Ora, o E.Leclerc veio agora dar uma boa novidade ao garantir que não irá aumentar os preços de 3.500 artigos das marcas próprias (Marca Guia, Marque Repère, Eco+), durante todo o período do isolamento.
“Ainda que os custos de produção, de transporte, de matérias-primas, entre outros, aumentem, o E.Leclerc irá manter sempre os preços para o cliente final, assim como as suas promoções semanais e habituais“, diz a insígnia em comunicado.
Na prática, quer isto dizer que, enquanto se atravessar este momento de estado de emergência, seja qual for a data de fim do mesmo, esses preços não vão aumentar.
Nos tais 3.500 produtos, encontram-se bens de primeira necessidade e que vão desde mercearia, a lacticínios, a bebidas, sem esquecer os artigos de limpeza, higiene, biológicos, sem glúten, comida animal, entre outras referências de produtos de marca própria.
Sim, é verdade que a circulação continua a estar limitada, mas há novos sinais de trânsito, seja para condutores, peões ou agentes, para conhecer. E entram em vigor já na próxima segunda-feira, dia 20 de abril.
A partir de amanhã, 14 de abril, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) irá lançar uma campanha chamada Novos sinais, maior segurança, cujo objetivo é de dar a conhecer aos cidadãos as dezenas de novos sinais de trânsito.
Estas alterações à sinalização, diz a ANSR, visam aperfeiçoar e atualizar a sinalização rodoviária em conformidade com o Código da Estrada e em alinhamento com o Plano Estratégico Nacional de Segurança Rodoviária — PENSE 2020.
Entre as alterações, conta-se, por exemplo, o sinal de zona residencial ou de coexistência, que, como o nome refere, indica a entrada numa zona de coexistência, concebida para a utilização partilhada por peões e veículos, onde vigoram regras de trânsito especiais.
Outro destaque vai para a zona de emissões reduzidas, onde, obviamente, só podem circular veículos menos poluentes. Ou seja, será um problema para quem tem carros já com alguns anos de existência.
Na próxima semana, entram também em vigor novos sinais de informação, novos símbolos de indicação turística, geográfica, ecológica e cultural, assim como a representação gráfica dos sinais dos condutores, dos agentes reguladores do trânsito e dos sinais luminosos.
Em comunicado, a ASNR refere ainda que foram aprovados dois manuais – Zonas 30 e Zonas Residenciais ou de Coexistência – cujo objetivo é de apoiar a “concepção de soluções seguras e inovadoras destinadas a promover o uso conjunto e harmonioso do espaço público pelos diversos utilizadores”.
Um dos mais marcantes jogos da série Assassin’s Creed vai ficar gratuito para guardar na biblioteca para sempre durante os próximos dias.
Segundo um dos analistas de videojogos mais influentes da indústria,Daniel Ahmad, a Ubisoft vai oferecer Assassin’s Creed 2 para PC, na sua plataforma uPlay, já a partir de amanhã, dia 14 de abril. Juntamente com a oferta, Assassin’s Creed Brotherhood e Revelations vão ter direito a descontos na loja digital da Ubisoft.
Assassin’s Creed 2 foi lançado originalmente em 2007 e tornou-se um dos jogos mais importantes da série ao introduzir o icónico Ezio Auditiore de Firenze, enquanto personagem jogável, durante o período renascentista no conflito entre Assassinos e Templares.
Esta oferta faz parte do programa de incentivo a ficar em casa por parte da Ubisoft que, anteriormente, já deu aos jogadores a oportunidade de resgatarem Rayman Legends e Child of Light, ou de experimentarem Assassin’s Creed Odyssey e Just Dance 2020.
Depois de lançarFrozen 2 nos serviços de streaming e on demand bem mais cedo do que o previsto, produtores, animadores e atores da Disney começaram a trabalhar em pequenas curtas, a partir das suas casas, para animar os mais pequenos durante os períodos de quarentena.
Os episódios fazem parte de uma série digital chamada At Home With Olaf, disponível no YouTube, onde até agora foram disponíveis cinco episódios. Se quiserem, podem vê-los diretamente aqui em baixo.
Não são muito mais longos do que um minuto, mas não deixam de ser interessantes, tendo em conta que foram feitos em casa dos artistas. Cada pequena curta foi animada remotamente por Hyrum Osmond e conta com Josh Gad de volta ao papel de Olaf.
Não se sabe ao certo quantos episódios terá esta série digital, mas, até ver, serão lançados um episódio por dia, por isso é possível que venham a ser muitos.
A Electronic Artsanunciou um torneio muito especial para os fãs de FIFA e de futebol em geral.
Parte da sua campanha “Stay Home. Play Together.“, o Stay and Play Cup é um torneio que vai decorrer entre os dias 15 e 19 de abril e que vai juntar alguns dos craques dos maiores clubes de futebol para mostrarem o que valem em campos virtuais.
A lista completa dos 20 jogadores em competição ainda não se conhece, mas são esperados jogadores como Vinícius Júnior do Real Madrid, Sergiño Dest do Ajax, César Azpilicueta do Chelsea, Bruno Guimarães do Lyon, entre muitos outros, que vão jogar diretamente das suas casas e mostrar ao mundo os seus dotes de comando na mão.
Este torneio vai ser transmitido via Twitch, no canal oficial da EA Sports FIFA, e vai servir para angariar um milhão de dólares para oferecer ao Coronavirus Relief Fund, movimento que tem ajudado pessoas de todo o mundo a superar esta difícil pandemia global que atravessamos.
Para ficarem a conhecer mais detalhes sobre este torneio, visitem a sua página oficial, aqui.
O jogo de ficção científica e horror psicológico Observer, da Bloober Team, prepara-se para a próxima geração.
Revelado com um pequeno teaser que não mostra muitos detalhes para além do nome, Observer System Redux, o curto vídeo dá a entender que poderá ser uma sequela ou uma conversão para a próxima geração.
Lançado originalmente em 2017, Observer é um jogo de perspetiva na primeira pessoa onde os jogadores são levados até um mundo cyberpunk, controlando um detetive capaz de hackear a mente de criminosos e suspeitos para implantar pesadelos e obter informações úteis.
Observer System Redux terá uma revelação em breve, esperando-se que sejam divulgadas as plataformas de destino e, quem sabe, uma data.
Fallout 76 prepara-se para receber uma nova atualização que promete ser uma espécie de relançamento para os fãs de um género mais tradicional.
Inicialmente lançado como um MMO de sobrevivência, com uma narrativa livre onde os jogadores populavam o mundo de Fallout 76, a nova atualização vem trazer mais substancia e funcionalidades que deixaram muitos fãs de pé atrás.
Wastelanders é a tentativa da Bethesda em ressuscitar o interesse dos jogadores, numa expansão gratuita que vai incluir novas narrativas e NPCs interativos, assim como novas armas, itens peças de vestuário, inimigos e muito mais, juntamente com arranjos e afinamentos a problemas antigos.
Wastelanders chega a Fallout 76, para PC, PlayStation 4 e Xbox One já no dia 14 de abril.
Não, não serve para fazer uma visita virtual, mas antes para que qualquer pessoa possa aprender mais sobre diferentes animais sem sair de casa. Chama-se Jardim Zoológico e é a nova aplicação da MEO, disponível somente para os clientes com box.
Nesta app para TV, totalmente gratuita, é possível conhecer ao detalhe as espécies do Jardim Zoológico de Lisboa.
A app fornece, portanto, “um conjunto de conteúdos educativos e lúdicos para todas as idades”, segundo explica a marca da Altice Portugal em comunicado.
Para que possam aceder à app Jardim Zoológico, basta escolher a posição 812 ou, então, carregar no botão azul do comando MEO.
A App Jardim Zoológico é a mais recente aposta do catálogo de apps e apps live do MEO, juntando-se a outras como Web Summit, Carnaval Açores ou Liga MEO Surf.
O que é que uma instituição pública dedicada à difusão e preservação da arte cinematográfica e, em especial, do cinema português, pode fazer durante estes dias? Apostar no digital, pois claro. E é mesmo isso que a Cinemateca Portuguesa vai fazer.
Com os cinemas fechados, o diretor da instituição, José Manuel Costa, referiu em comunicado que a Cinemateca Portuguesa vai reforçar a programação online, com filmes portugueses, conteúdos para os mais novos e ensaios sobre cinema.
“Num período em que, para o bem de todos e de cada um, devemos manter-nos nas nossas casas, esta é a nossa forma de levar um pouco mais do que somos e do que fazemos aos que nos procuram”, afirma José Manuel Costa na mesma nota.
Esta é, portanto, “uma nova frente de contacto com o seu público”, através da página oficial da instituição, reforçando a presença de conteúdos de obras cinematográficas e relacionados com a história do cinema.
A título de exemplo, hoje, segunda-feira, 13 de abril, são disponibilizadas por tempo limitado as obras Lisboa, crónica anedótica (1930), de João Leitão de Barros, e Os verdes anos (1963), de Paulo Rocha.
No que toca a outras películas, sabe-se que serão exibidos online filmes dedicados especificamente à revolução de 25 de Abril de 1974, incluindo a obra coletiva As armas e o povo.
Já para os mais novos, ficará disponível um dos espetáculos de Lanterna Mágica e a divulgação de objetos pré-cinema, que fazem parte da coleção da instituição.
Recorde-se que desde 2011 a Cinemateca tem vindo a reforçar a vertente digital, sendo possível pesquisar, consultar e visualizar cerca de 170 filmes “da produção portuguesa de não-ficção do período 1896-1931”, além de fotografias, cartazes e textos de época.
“A Queima das Fitas de Lisboa está de volta, desta vez com um formato solidário e digital, porque tu mereces a melhor semana da tua vida mesmo sem sair de casa”. É assim que a Associação Académica de Lisboa apresenta a edição deste ano da Queima das Fitas de Lisboa. Devido à pandemia de COVID-19, a celebração acontece, assim, através da Internet.
A Queima das Fitas de Lisboa acontece já esta semana, entre os dias 15 e 22, e terá um total de 22 atuações confirmadas na página oficial do Instagram. Destacam-se nomes como Filipe Pinto, No Maka, Jimmy P, Freddy Locks, Estraca, Overule, David Antunes e Kappa Jotta.
Já no que diz respeito à vertente solidária, e apesar de não termos detalhes sobre este aspeto, sabemos que acontecerá em parceria com a SIC Esperança.
Em Coimbra, a Queima das Fitas, prevista para maio, foi adiada para outubro face à pandemia. No Porto, a direção da Federação Académica do Porto decidiu cancelar a Queima das Fitas.