Crítica – Force of Nature

Force of Nature é, de facto, uma força a ter em conta… para a competição Piores Filmes de Sempre.

Force of Nature

Um grupo criminoso planeia um assalto durante um furacão, mas depara-se com um obstáculo ainda maior, um antigo polícia caído em desgraça.

Um dos piores filmes que vi em toda a minha vida! Não, não vou preparar o terreno. Literalmente, passei 90 minutos do meu fim de semana a sentir-me frustrado, zangado, stressado e genuinamente irritado com os inúmeros aspetos horríveis de Force of Nature. É um filme atroz em todas as formas possíveis e imagináveis. Não existe qualquer qualidade redentora ou uma nota positiva minúscula (Nota de editor: a escala usada nas críticas de filmes não permite as zero estrelas. Para efeitos de arquivo fica avaliado com meia estrela).

Em primeiro lugar, a narrativa. O filme conta a “história” de um grupo de ladrões que estão a tentar roubar algo de um apartamento durante uma tempestade. É um furacão de Categoria 5 e o filme não mostra mais do que simples chuva. Não há janelas a partir, portas a voar ou qualquer tipo de indicação de que o clima é perigoso de qualquer maneira. Todas as personagens são plenamente estúpidas. Não tenho vocabulário melhor para as descrever com mais precisão. Todas tomam decisões impressionantemente idiotas, baseadas nos cenários mais ilógicos e irrealistas.

A ação não tem absolutamente nada do que devia ter: energia, coreografia, boa edição e tudo o que se possam lembrar. Uma personagem morre, a câmara aproxima-se para um close-up e os olhos estão a mover-se. Este é o nível de amadorismo que Force of Nature exibe. A produção sonora é roubada do século passado, com socos, pontapés e tiros a soarem como se estivesse a assistir a um anime. A edição é terrível durante todo o tempo de execução, mas está longe de roubar os holofotes com tantos aspetos desconcertantes.

Até o elenco entrega performances vergonhosas. Emile Hirsch (Cardillo) tem o pior alcance emocional que alguma vez vi num ator. As suas expressões são cringe-worthy em praticamente todas as situações, independentemente do quão sérias estas são. Não faço a mínima ideia do que Mel Gibson (Ray) está a fazer num filme tão miserável. O “plot armor” que os protagonistas possuem regularmente é levado a um novo nível. Normalmente, sobrevivem a um cenário com 99% de hipóteses de morrerem e os espetadores lá aceitam. Mas os “vilões” neste filme são ridiculamente representados, quase como se os atores estivessem a interpretar caricaturas das suas personagens.

Durante o filme inteiro, senti-me constantemente frustrado. Todos os santos minutos estão repletos com inconsistências narrativas e personagens verdadeiramente irritantes. Nunca me senti tão desconfortável a assistir a um filme como neste caso. Nunca desejei tanto que um filme finalmente chegasse ao fim. Não consegui parar de mudar de posição no sofá nem de soltar uns risos nervosos, pois estava honestamente a sentir-me extremamente irritado com o que estava a ver. Michael Polish e Cory Miller deviam sentir vergonha do que apresentaram. É uma ofensa para qualquer cineasta. Acreditem: podia facilmente escrever mais de 2000 palavras sobre esta peça…

Force of Nature é, de facto, uma força a ter em conta… para a competição Piores Filmes de Sempre. Desde as decisões inacreditavelmente estúpidas por parte das personagens até à narrativa ilogicamente absurda, Michael Polish realiza um filme apavorante repleto de prestações embaraçosas, uma produção sonora horrivelmente antiquada, uma tentativa absurda em criar uma atmosfera catastrófica, uma edição terrível, ação péssima e, por último, mas não menos importante, um dos piores argumentos alguma vez escritos, por Cory Miller.

O nível de amadorismo é genuinamente de fazer cair o queixo. Nunca me senti tão incomodado ao ver um filme deste subgénero. Sinto-me incrivelmente frustrado, irritado e sem saber como é que um filme deste calibre teve “luz verde” por parte de um estúdio. Por favor, mantenham-se longe desta abominação. Mesmo que estejam interessados em ver apenas para verificar o quão miserável é, tenham cuidado. Não se vão sentir assim muito bem depois de ver Mel Gibson descer a este nível.

Uber Eats dá agora descontos a quem encomendar muitas refeições do mesmo local

São os chamados benefícios.

Paços de Ferreira

Decerto já repararam que aqui no Echo Boomer somos grandes adeptos do Uber Eats. Afinal de contas, é uma maravilha podermos receber refeições deliciosas no conforto do lar.

Tendo isso em conta, já nos debruçámos imensas vezes sobre o serviço de entrega de refeições ao domicílio da Uber Eats, a última das quais relacionada com o facto de, agora, os próprios clientes poderem levantar as suas encomendas diretamente nos estabelecimentos.

Hoje, por acaso, reparámos em algo que nunca tínhamos visto na aplicação: os benefícios.

Atentem na imagem acima. Está dito que, com 10 pedidos de 10€ cada (antes de impostos e taxas), o cliente ganha um benefício de 15€. O que quer isto dizer? Que o cliente tem de efetuar, neste caso, 10 pedidos desse mesmo estabelecimento para que possa receber um desconto num próximo pedido.

Já noutro exemplo concreto, por exemplo, determinado restaurante pede que o cliente gaste 75€ para receber um benefício de 12€.

Em relação aos detalhes, isto é o que podemos ler: “Os benefícios expiram 90 dias depois de os receber. Podem ser utilizados apenas uma vez, num único pedido, e não podem ser combinados com nenhuma outra oferta. Se um restaurante cancelar o respetivo programa depois de começar a receber benefícios, terá 60 dias para terminar de receber o benefício e 90 dias para utilizar os benefícios que recebeu no restaurante em questão.” Parece-nos bastante claro.

Mas temos dúvidas. Por exemplo, será que determinado benefício poderá ser utilizado num qualquer estabelecimento? Ou somente num espaço em específico?

Em todo o caso, esta é uma boa novidade para quem faz imensos pedidos através da app.

Auchan já nos deixa saber o percurso de vida das alfaces, melões e melancias

Tudo graças à tecnologia blockchain.

alfaces

Sempre quiseram saber a origem de determinados produtos antes de vos chegarem ao prato? Pois bem, a Auchan Portugal dá agora essa oportunidade.

A partir de agora, podem encontrar em todas as lojas do grupo os primeiros produtos alimentares em Portugal com recurso à tecnologia blockchain, nomeadamente a alface, o melão e a melancia. Esta iniciativa, por sinal pioneira no setor da grande distribuição a nível nacional, permite aceder a todo o percurso de vida de um artigo, desde a terra até ao prato do consumidor, o que representa um benefício em matéria de transparência e segurança alimentar.

Através de um código QR colocado na etiqueta do produto, o consumidor fica a conhecer, de forma rápida e intuitiva, todas as etapas de vida do alimento, desde o seu processo de produção, manipulação, transformação, embalagem e expedição.

A Auchan tem atualmente uma produção controlada com centenas de referências de produtos de marca própria, 91% provenientes de fornecedores portugueses, assente numa política de responsabilidade social que apoia a comunidade e os pequenos produtores.

Depois da alface, melão e melancia, a tecnologia blockchain deverá ser aplicada em breve a outros produtos da fileira de produção controlada. O objetivo é que, no final de 2022, toda a fileira de produção controlada integre esta nova tecnologia.

MAR Shopping Matosinhos já tem serviço de drive in para recolha de encomendas no parque de estacionamento

Algumas lojas daquele centro comercial já aderiram e este novo serviço.

MAR Shopping Matosinhos

Desde a passada sexta-feira, 26 de junho, passou a ser possível fazer compras em lojas como o Celeiro, FNAC, Kiabi, Kiko Make Up, Mi Store – Xiaomi, Pizza Hut, Sergent Major, Sport Zone e Worten do MAR Shopping Matosinhos sem sair do carro. Tudo isto graças ao serviço de Drive In daquele centro comercial, que surge como uma solução para proporcionar aos clientes uma sensação crescente de conforto e segurança.

O serviço está localizado no parque de estacionamento interior do MAR Shopping Matosinhos, no piso -1, junto à saída da área azul, fila A, destacando-se o fácil acesso da área, quer para clientes, quer para lojistas.

Para que tudo isto funcione, os clientes devem fazer as suas compras nos diferentes suportes que cada loja disponibiliza (online, telefone, etc) e combinar o dia e hora da entrega no Drive In do MAR Shopping Matosinhos. Por fim, basta dirigirem-se ao espaço no piso -1 do parque de estacionamento, onde as compras serão entregues pela loja, sem que, para isso, tenham de entrar no centro comercial.

Há uma nova ferramenta no Windows para recuperar ficheiros apagados

Ficheiro apagado sem querer? Talvez isto ajude.

ficheiros apagados

A Microsoft lançou uma ferramenta que é capaz de ser útil para qualquer utilizador do sistema Windows, permitindo a recuperação de pequenos ficheiros apagados acidentalmente.

Chama-se Windows File Recovery e é uma pequena aplicação que usa a linha de comandos do sistema para tentar recuperar uma variedade de documentos de discos, pens USB, cartões e outros sistemas de armazenamento físicos.

Ferramentas como esta, mesmo para ficheiros mais pequenos, podem sair caras, por isso é ótimo ter uma alternativa simples à mão. Neste caso, segundo as informações na loja da Microsoft, o Windows File Recovery permite a recuperação de ficheiros com imagens em PNG, JPEG, ficheiros PDF, do Office, ZIP, MP4 MPEG, MP4 e muito mais.

Claro que poderão existir limitações nos tamanhos dos ficheiros e só deverá ser eficaz com eliminações recentes, cujos ficheiros residuais no disco não tenham sido rescritos por cima.

O Windows File Recovery já pode ser experimentado através da loja da Microsoft e requer a versão 19041.0 ou superior, do Windows 10.

Surdina chega aos cinemas a 9 de julho

Com muitas das produções americanas e filmes com datas de estreia adiadas, o cinema português tem uma oportunidade de revelar a sua qualidade.

Surdina é uma “tragicomédia minhota” escrita por Valter Hugo Mãe, com realização de Rodrigo Areias e banda sonora a cargo de Tó Trips, e que chega aos cinemas nacionais a 9 de julho. O filme teve a sua estreia mundial em outubro passado, na 43.ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

A longa-metragem de ficção de Areias foi rodada em Guimarães, tendo como cenário um espaço rural, onde Isaque, um velho homem interpretado por António Durães, recebe a notícia de que a sua falecida mulher foi vista a fazer compras na feira. Revoltado, despeitado e triste, o velho homem pretende esconder-se de todos, mas os seus amigos insistem para que não dê ouvidos ao povo e que aproveite tal facto para se fortalecer e, quem sabe, casar-se de novo.

O filme é uma história sobre a delicadeza de se ser velho, do que resta ainda para sonhar e para amar quando a idade avança significativamente e o corpo se enfraquece. No elenco estão ainda outros atores como Ana Bustorff, Filomena Gigante, Jorge Mota, João Pedro Vaz e Emilia Silvestre, entre outros.

O filme vai ser apresentado ao público em Lisboa dia 8 de julho, em formato Cine-Concerto, numa digressão que que passará também pelo Cinema Trindade, no Porto, dia 9, e no dia seguinte em Guimarães, no Centro Cultural Vila Flor, com a banda sonora interpretada ao vivo por Tó Trips. A your de cine-concertos vai seguir depois por todo o país em salas e dias a anunciar oportunamente. 

Ghost of Tsushima recebe um novo trailer cinemático épico

Preparem-se para a tempestade, samurais.

Ghost of Tsushima

Julho vê a chegada de mais outro exclusivo de peso à PlayStation 4. Do mundo fictício e pós-apocalítico de The Last of Us Part II, os jogadores vão poder viajar até um oriente ancestral em Ghost of Tsushima e ajudar Jin Sakai a salvar o pouco que lhe resta enquanto tenta libertar Tsushima.

Em antecipação a Ghost of Tsushima, a PlayStation revela agora um novo trailer cinemático, composto por imagens CGI, que levanta o véu à jornada que nos espera neste novo jogo.

Com planos incríveis, ação muito bem coreografada e alguns momentos de cortar a respiração, o novo trailer prepara-nos para a chegada de uma “tempestade”, que chega em exclusivo à PlayStation 4 já no dia 17 de julho.

Como ja é hábito, Ghost of Tsushima vai ter localização em português de Portugal e, como tal, temos também uma versão narrada na língua de Camões.

Filme biográfico sobre a vida de Aretha Franklin ganha trailer

É um dos filmes mais esperados dos próximos tempos.

Com o nome Respect, este filme biográfico baseado na vida de Aretha Franklin conta com a atriz norte-americana Jennifer Hudson no papel da lendária cantora e compositora, estando previsto chegar às salas de cinema em janeiro de 2021. O trailer oficial pode ser visto aqui em cima.

O filme, realizado por Liesl Tommy (da série de TV The Walking Dead), é a primeira longa-metragem autorizada baseada na vida de Aretha Franklin e retrata a notável história verídica da artista – uma criança que cantava no coro da igreja do pai até ao estrelato internacional.

A reinvenção de “Respect” de Otis Redding por parte de Aretha Franklin, como um hino feminista, transformou-a num dos ícones dos direitos civis e dos movimentos das mulheres. O seu impacto cultural foi sentido ao longo de toda a sua carreira, desde o canto nos serviços fúnebres de Martin Luther King até à apresentação de três novos presidentes.

Jennifer Hudson foi escolhida pessoalmente por Aretha Franklin para a interpretar no filme, conforme anunciado na Cerimónia dos Grammys de 2018, antes da morte da cantora, no final do ano passado.

A banda sonora contará com músicas icónicas, incluindo “Respect”, “I Say A Little Prayer” e “Natural Woman”.

Amazon Prime Video deixa de oferecer mensalidade reduzida nos primeiros seis meses

É um dos serviços menos conhecidos dos portugueses, mas já anda em terras lusas desde 2016. Com um preço ainda atrativo, o Amazon Prime Video acaba com uma das promoções mais interessantes do serviço.

Até há bem pouco tempo, o serviço de streaming estava com uma promoção para novos utilizadores. Os primeiros seis meses custavam apenas 2,99€ por mês. A partir daí, o Amazon Prime Video custava 5,99€.

Agora depois dos sete dias grátis, o preço mensal é o preço final do serviço.

Não se sabe o porquê de terem optado por acabar com esta promoção, mas provavelmente a empresa terá decidido que já estava implementada em Portugal. Ainda assim, essa não parece ser a situação. A Netflix e a HBO Portugal lideram as plataformas de streaming utilizadas em Portugal.

Esta promoção também existente no serviço espanhol deixou de aparecer. Ainda assim, ao contrário de Portugal, a Amazon Espanha disponibiliza um mês grátis, enquanto que, em Portugal, o serviço apenas dá aos utilizadores sete dias grátis.

Aliás, se puderem subscrevam o serviço espanhol, que tem um catálogo maior e cuja a maioria dos conteúdos tem legendas, pelo menos, em Português do Brasil. O preço anual é de 36€.

Stand-up comedian português André de Freitas vai dar espetáculos na Livraria Ler Devagar

Foi o primeiro humorista português a fazer a Comedy Store em Los Angeles.

André de Freitas

Muitos poderão ainda não conhecer este humorista, mas é um nome que devem rapidamente fixar. Chama-se André de Freitas, é stand-up comedian, escritor e ator e já é considerado uma estrela lá fora.

Por cá poucos deverão (ainda) conhecê-lo, mas só o facto de já ter mais de 500 espetáculos de stand-up comedy nos pés e de ter feito as primeiras partes dos espetáculos de comediantes conceituados, como Jim Gaffigan e Tom Rhodes, dão-lhe muito valor.

Aliás, até já atuou no Fringe Festival, bem como em canais de televisão como Comedy Central UK ou BBC. Como já puderam perceber, é, definitivamente, um nome a reter.

Tudo isto para dizer que, após quatro anos em Londres, André de Freitas vai chegar a Portugal para uma série de sessões de stand-up comedy na LX Factory, na Livraria Ler Devagar.

Os espetáculos acontecem à sexta-feira, nos dias 3, 10 e 17 de julho, às 21.30h. Serão shows “work in progress”, como explica Hugo Nóbrega da H2N – Phenomena Makers, a produtora de Touché, próximo espetáculo do comediante português:

“Estes serão espetáculos ‘work in progress’, ou seja, sessões abertas ao público em que o André vai estar a testar material e a preparar, ao mesmo tempo, o seu ambicioso espetáculo”, afirma. “Touché! vai ser um formato inovador de espetáculo com duas versões, em português e em inglês, e conta com a direção de Rui Sinel de Cordes, para o português e de Alexis Dubus, para a parte do show falada em Inglês. “As sessões ‘work in progress’ na Ler Devagar são o teste para a parte do espetáculo falada em português”, explica o produtor.

Touché! é um espetáculo que começa em português e que vai contando as histórias das viagens do autor pelo mundo.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda por 10€ na See Tickets.

PlayStation Plus comemora 10 anos e oferece três jogos em julho

Tomb Raider, NBA e Erica nas ofertas do mês.

A PlayStation revelou os jogos que os subscritores do PS Plus vão poder guardar na sua biblioteca da PlayStation 4 durante o mês de julho.

Faz hoje, 29 de junho, 10 anos desde que o serviço foi lançado. De forma a celebrar, a PlayStation atira mais um jogo para a oferta do próximo mês de julho e não, não falamos de títulos independentes do programa PS Talents, algo que já tem sido comum em Portugal e Espanha.

Assim, a partir de dia 7 de julho, e até dia 3 de agosto, os subscritores vão poder mostrar as suas habilidades em campos de basket virtuais com NBA 2K20, o título desportivo mais recente da série.

Os fãs de aventura e ação vão poder juntar-se a Lara Croft com Rise of the Tomb Raider: 20 Year Celebration, o segundo jogo da recente trilogia da Crystal Dynamics numa versão que comemora duas décadas de um dos maiores ícones femininos da PlayStation.

E por fim, como extra, a PlayStation vai oferecer aos jogadores a experiência cinematográfica interativa Erica, um thriller desenvolvido pela Flavourworks, que foi desenhado como uma série live-action, onde os jogadores podem escolher as decisões das personagens e acompanhar o desfecho das suas ações graças a uma narrativa ramificada.

PlayStation Plus - 10 anos

Com esta meta, o PS Plus irá continuar a oferecer jogos, sem data para terminar, mas a PlayStation aproveita para partilhar algumas estatísticas interessantes sobre o seu serviço.

O serviço PS Plus, lançado em 2010, só começou a oferecer jogos mensais dois anos depois, em junho de 2012, e, desde então, foram oferecidos mais de 1000 jogos a nível global.

Até hoje, o serviço também registou 41.5 milhões de jogadores, que, além das ofertas, também o usam para jogar online, comunicar com amigos e até aproveitar promoções únicas.

Entretanto, até dia 7 de julho, os subscritores poderão resgatar Call of Duty: WWII e Star Wars: Battlefront II.

SIM Turismo. Esta plataforma quer ajudar na retoma do turismo em Portugal

O projeto surgiu por parte da agência de comunicação Message in a Bottle em colaboração com a msgFactory.

SIM Turismo

Vivemos numa realidade em que temos de nos unir cada vez mais e comprar o que é português. E quem diz comprar diz também viver/experienciar o que de melhor se faz por cá, pois só assim a economia pode aguentar-se.

Sabendo do período delicado que o setor do turismo atravessa, a agência de comunicação Message in a Bottle, em colaboração com a msgFactory, criou uma plataforma que ajudará as marcas a criar relações mais estreitas e eficientes com os seus clientes.

Chama-se SIM Turismo e visa, através da implementação de QR Codes nos restaurantes e nos hotéis, para acesso a menus, promoções e reservas, contribuir para criar proximidade com os clientes destes espaços, melhorando a experiência e dando uma resposta mais eficaz às suas necessidades.

A estratégia da SIM Turismo pretende tirar o máximo partido do SMS Marketing, baseado no envio segmentado de mensagens curtas destinadas a comunicar oportunidades, ofertas, atualizações e alertas relevantes para os clientes. Desta forma, será possível recorrer a campanhas de cupões, campanhas de aniversário e uso de questionários, fazendo uso de ferramentas de som e imagem que tornam as mensagens mais personalizadas e atraentes para os usuários.

Claro, tudo isto tem um preço, também muito acessível: 30€/mês ou 300€/ano.

Análise – Beyond Blue

Com uma ideia intrigante, Beyond Blue peca ao não conseguir evoluir a sua jogabilidade e ao apostar em objetivos repetitivos e sem grande imaginação.

Beyond Blue

O oceano é um mistério, um universo por explorar dentro do nosso próprio planeta, com fauna e flora que desconhecemos e que, muito provavelmente, nunca iremos descobrir na sua totalidade. O fundo do oceano é o palco para muitas teorias, análises e investigações, mas há algo que nos une ao seu mistério, à sua aparente calma e beleza, não fosse o mar o berço da vida no nosso planeta. A E-Line Media, que nos trouxe anteriormente Never Alone, não procura dar-nos respostas, mas sim levar-nos numa viagem bela e muito pessoal pelo oceano, naquele que é um jogo tão cativante, como aborrecido.

Beyond Blue não é um jogo facilmente recomendável. Apesar de parecer, num primeiro contacto, uma experiência muito profunda e com foco na exploração, a verdade é que é mais limitado a nível mecânico do esperava.

Talvez esse não fosse o foco ou as intenções da E-Line Media, e isso reflete-se na aposta em duas experiências distintas que contam, à sua maneira, a estória de Mirai, uma jovem investigadora que explora, juntamente com a sua equipa, o fundo do mar. A exploração procura seguir e catalogar as várias espécies do oceano, mas Mirai foca-se especialmente numa família de baleias e da sua cria recém-nascida, com o jogo, ao longo de vários mergulhos – e utilizando uma interessante estrutura de programa em direto –, a dar-nos um olhar mais pessoal sobre Mirai, a sua equipa e os seus segredos do oceano.

Beyond Blue é uma viagem muito emocional, calma, repleta de momentos de ponderação, com a campanha a seguir, quase sempre, um ritmo que dá aos jogadores a possibilidade de explorarem ao seu ritmo. Apesar dos meus problemas com as mecânicas e com a falta de peso e variedade narrativas, Beyond Blue é um jogo muito pessoal e pensado para um público restrito. Porém, se procuram uma experiência relaxante, a vossa experiência poderá diferente da minha.

A E-Line Media dividiu a experiência do jogo em dois momentos distintos. O primeiro, e aquele que vos levará certamente a jogar Beyond Blue, é a exploração do mar e das suas várias zonas. Como parte do programa de Mirai, têm a oportunidade de nadar ao lado de vários animais marinhos à medida que estudam os seus comportamentos e catalogam as vossas descobertas, com o jogo a delinear regularmente objetivos que terão de seguir entre as investigações. A movimentação é livre e complementa perfeitamente a aposta em zonas mais curtas, mas detalhadas, com a ação a consistir na descoberta de novos animais, da sua análise e na descoberta de objetos.

O primeiro contacto é fantástico. A ideia de nadar ao longo de um fundo do mar repleto beleza natural, com cavernas e formações rochosas que lhe dão igualmente um certo mistério, é muito apelativa e há uma vontade sincera em encontrar todas as espécies de animais e catalogá-los à medida que seguimos os objetivos do jogo. O problema é que a jogabilidade não avança para além da exploração, catalogação e repetição dos objetivos.

Mesmo com o avanço da narrativa e do relacionamento de Mirai com a sua equipa, a jogabilidade consiste na movimentação monótona entre os pontos do mapa, na descoberta de boias de investigação e na localização de animais que pretendemos identificar para futuras pesquisas. Beyond Blue é um jogo muito calmo, mas perde a sua magia ao não conseguir criar formas inventivas de avançar o seu processo de investigação e a narrativa.

A segunda parte, e a menos apelativa a nível visual e mecânico, é focada na estória de Mirai, nos diálogos com outros investigadores e, em especial, com a sua irmã. Estes diálogos acontecem no submarino de Mirai, que funciona como a sua base de investigação, e ficam disponíveis entre mergulhos, dando aos jogadores a possibilidade de não só conhecer melhor as personagens, como fazer pequenas escolhas narrativas ao longo do jogo.

A ideia é interessante, esta combinação entre exploração e momentos mais íntimos, mas algo falha em Beyond Blue. As opções de diálogo são limitadas, a estória de Mirai é emocional, mas pouco inovadora, e os menus estáticos não ajudam a transmitir uma sensação de proximidade entre a personagem e o jogador. Como disse anteriormente, é fácil desligar-nos do jogo e foi isso que me aconteceu.

Apesar de não ter encontrado falhas acentuadas, a verdade é que Beyond Blue apresenta alguns problemas de desempenho na versão Xbox One. Mesmo com a beleza natural dos oceanos, e a existência de uma diferença palpável entre as diferentes áreas do jogo, não há nada que surpreenda a nível visual e rapidamente percebemos que se trata de uma produção de baixo orçamento. A queda de resolução e de framerate são outras agravantes, especialmente em zonas mais exigentes, com a banda sonora a ser tudo menos empolgante. No entanto, tenho de dar o devido valor ao trabalho dos atores como Mira Furlan e Hakeem Kae-Kazim, que fizeram um bom trabalho com o material que tinham.

Existem momentos de pura beleza em Beyond Blue. Os amantes da exploração marítima e da preservação da vida aquática encontrarão muito para amar neste oceano repleto de mistério e deslumbramento. No entanto, há um vazio que acompanha esta beleza, uma falta de criatividade e de valor narrativo que se tornam incontornáveis. Talvez Beyond Blue seja o que procuram, e espero que sim, mas, para mim, não há nada de fascinante neste jogo de exploração.

Nota: Satisfatorio

Plataformas: PC, PlayStation 4 e Xbox One
Este jogo (versão Xbox One) foi cedido para análise pela Dead Good Media.

Crítica – Irresistible

Irresistible tem um conceito ousado e inteligente, mas, se não fosse pelo seu elenco, seria um filme francamente mau.

Irresistible

Gary Zimmer (Steve Carell), estratega do Partido Democrata, pensa ter encontrado a forma de ganhar as eleições municipais numa pequena cidade conservadora do Wyoming após descobrir o vídeo onde um antigo coronel dos fuzileiros (Chris Cooper) apoia os trabalhadores locais que se encontram no país sem documentos. Para o impedir, o Partido Republicano envia Faith Brewster (Rose Byrne), também ela uma brilhante diretora de campanha. Os dois dão início a uma descontrolada corrida pela alma da pequena cidade.

Se alguém me perguntar o que removeria do planeta para o tornar um lugar melhor, a minha resposta seria sempre ou política ou religião. Ambos são necessários à sua maneira, mas tudo o que vejo são mentiras, corrupção, racismo, guerra, morte e muito mais. Sendo assim, não sou fã de filmes políticos, mesmo quando estes são feitos com o propósito de serem sátiras ou simplesmente um filme leve para as famílias desfrutarem. Dito isto, sempre gostei do talk show de Jon Stewart (realizador e argumentista) e Steve Carell é um daqueles atores que consegue sempre fazer-me rir independentemente do material. Portanto, decidi dar a este filme uma oportunidade…

Sinto-me muito dividido, mas provavelmente não devido ao que a maioria das pessoas partilharão umas com as outras. Ao viver em Portugal desde que nasci (um país europeu com um processo de eleição totalmente diferente) e tendo praticamente zero de interesse em política, tive algumas dificuldades em entender completamente a maneira de fazer campanha e de votar da América, algo que até é um dos pontos que o filme eventualmente faz: de que o sistema não é o mais correto. Ironicamente, uma das melhores partes está parcialmente relacionada com um dos meus maiores problemas. Os últimos 15 a 20 minutos desenvolvem uma ideia genuinamente inteligente, apesar de ser logicamente ridícula, mas fez-me desejar que todo o filme a tivesse explorado.

Desde o início do filme até ao começo destes últimos minutos, é uma comédia política bastante direta, sem nada de remotamente único ou inovador. A maioria das piadas não me fizeram sequer largar um sorriso e, quando o fiz, foi mais devido à prestação do ator do que à piada em si. Irresistible segue um ciclo formulaico de eventos, onde Democratas e Republicanos ficam constantemente um passo à frente uns dos outros com uma nova ação de campanha caída do céu. Honestamente, torna-se cansativo e aborrecido a partir de determinada altura.

Irresistible

É assim que os últimos minutos que abordo acima se relacionam com esta situação: gostava que o filme tivesse explorado esta ideia final em vez de guardá-la para um plot twist que está longe de ser arrebatador. Sim, é uma ideia totalmente irrealista no sentido em que é impossível que esta ocorresse sem que alguém estragasse tudo. No entanto, prefiro ter um filme com um conceito ilogicamente ousado, possuindo uma mensagem realmente impactante, do que salvar esta porção para ser o fim de uma sátira política cheesy, clichê, sem graça nem entretenimento razoável.

Honestamente, sem o elenco extraordinário, Irresistible teria sido um desastre total. Steve Carell, como esperado, carrega a obra para porto seguro. Sempre adorei os seus maneirismos e expressões, mesmo quando algumas pessoas os acham exagerados ou desnecessários. Não consigo não gostar das suas prestações. Captura perfeitamente a personalidade de “homem da capital”, alguém que não sabe como lidar com a hospitalidade da América Rural ou como falar com o povo de Deerlaken ou mesmo o que pedir num dos seus bares.

Chris Cooper também entrega um papel fenomenal como Jack Hastings, o candidato Democrata. A sua vontade em salvar a sua cidade e o seu amor por todos aqueles que vivem nela levam-no pelo caminho torto da política, mas sem nunca desistir daquilo em realmente acredita. Não quer mentir, não quer jogar como os outros jogam, apenas quer ser ele próprio. Mackenzie Davis regressa às suas boas performances (adorei-a em Terminator: Dark Fate, mas The Turning foi um erro terrível na sua carreira), ao interpretar a filha não-tão-inocente, Diana Hastings.

Finalmente, gosto de Rose Byrne, mas a relação da sua personagem com Gary Zimmer também é um dos meus maiores problemas com o filme. São o componente mais irritante de tudo. Extremamente clichê, nada engraçado e os diálogos tornam-se exageradamente improvisados. As bocas que vão trocando um com o outro durante minutos a fio desequilibram constantemente o tom. Este tipo de relação tóxica-mas-sexy já foi representada tantas vezes que começa a ser incrivelmente azucrinante. Jon Stewart claramente precisa de algumas notas de forma a que, no seu próximo projeto, consiga distinguir uma longa-metragem de um sketch de um talk show.

Irresistible tem um conceito ousado e inteligente que, apesar de ser irrealisticamente absurda, carrega uma mensagem impactante que adorava ter visto explorada a um nível mais detalhado e não apenas nos últimos quinze minutos. Este filme de Jon Stewart está no seu melhor quando faz pequenas piadas subtis sobre temas importantes da vida real, como racismo, imigração, violência de armas, corrupção política e muito mais, mostrando aos espetadores como certas pessoas estupidamente reagem em determinadas situações.

No entanto, se não fosse por um Steve Carell fantástico e um elenco excecional, o filme teria sido uma autêntica catástrofe. Com uma narrativa formulaica sem humor efetivo nem caraterização única, Irresistible tem dificuldades em ser remotamente divertido. Também apresenta uma relação tão clichê e irritante entre duas personagens que me fez revirar os olhos e suspirar com demasiada frequência. Uma comédia que raramente me faz rir de uma atividade que odeio profundamente… Não funcionou comigo, mas se gostam deste subgénero, força!

A animação de Cuphead salta do jogo para uma série

A Netflix revelou as primeiras imagens desta adorável adaptação.

Cuphead

Lançado em 2017, Cuphead apaixonou jogadores com a sua deliciosa arte e animação e destruiu a mente dos mesmos com sua jogabilidade precisa, divertida e imperdoável.

Agora, as aventuras de Cuphead e do seu irmão Mughead estão a caminho da Netflix, numa série original chamada The Cuphead Show!.

Esta adaptação do aclamado jogo lançado para a Xbox One e PC, que vendeu mais de 5 milhões de cópias em dois anos e que, recentemente, teve uma conversão para a Nintendo Switch, irá manter o seu aspeto animado old-school, com a ajuda dos produtores originais da StudioMDHR.

Para termos uma ideia do que esperar, a Netflix revelou recentemente um pequeno vídeo de bastidores onde conhecemos a equipa de produção e onde podemos ver vários processos de animação, como storyboards e clipes completos.

Anunciado originalmente em 2019, The Cuphead Show! ainda vai demorar um pouco até chegar à Netflix, pois ainda não tem uma data de estreia definida.

Smartphones da OPPO já estão à venda na Vodafone

Vantagem? Podemos usar os pontos que temos e abater na aquisição dos equipamentos através do Clube Viva.

smartphone

Foi no passado mês de abril que a gigante OPPO chegou de forma oficial a Portugal, querendo isto dizer que passou a ter os seus equipamentos à venda em lojas como MediaMarkt, Worten, El Corte Inglés, FNAC e PC Diga, entre outras. Mas faltava as operadoras de telecomunicações.

Pois bem, a Vodafone Portugal é a primeira a disponibilizar os smartphones da tecnológica.

De momento, somente estão disponíveis dois dispositivos: OPPO Find X2 Lite e OPPO A72. Porém, é de crer que, em breve, mais smartphones cheguem à Vodafone, uma vez que a OPPO ainda se está a estabelecer por cá.

A vantagem? É que, caso tenham pontos Vodafone, podem adquirir um destes equipamentos a um preço reduzido se rebaterem os vossos pontos no Clube Viva.

Por exemplo, o OPPO A72 pode ser adquirido por 111€ + 2094 pontos, por 158,50€ + 494 pontos ou por 269,91€ + 100 pontos.

No caso do Find X2 Lite, é possível adquirir por 233,50€ + 2794 pontos, por 304,75€ + 794 pontos ou por 459,50€ + 100 pontos.

Mulan é novamente adiado para agosto

O mais recente live-action da Disney estava agendado para o início de março.

Mulan

Nem a Disney escapa. O seu filme live-action, Mulan, que inicialmente estava agendado para março, parecia ter encontrado um lugar em meados de julho, mais precisamente a dia 23, em território nacional.

Agora, com o número de casos de COVID-19 novamente a subir, nomeadamente no norte da América, tal obrigou os estúdios a repensarem a sua estratégia. Tal como Tenet anteriormente, é a vez de Mulan saltar de julho para agosto, neste caso para dia 20 (data confirmada pela NOS Audiovisuais em comunicado).

Segundo um comunicado da Walt Disney Studios, a Disney promete continuar “flexível” aos avanços da pandemia e às condições requeridas para a exibição do filme.

Desde o início da pandemia que muito se tem falado na possibilidade de lançar o filme na plataforma de streaming Disney+, mas, para já, essa ideia não parece estar em cima da mesa.

Da mesma forma, novas apostas da Marvel, como por exemplo Black Widow e Eternals, foram logo adiados para uma data mais longínqua, para tentar evitar conflitos com outros filmes da casa do rato Mickey.

Mulan é uma adaptação do clássico de animação da Disney de 1998, que é, também esse, um recontar de um antigo conto chinês sobre uma heroína que se disfarça de homem para se juntar ao exército e lutar contra as forças invasoras dos hunos.

Margot Robbie está em direção ao mar alto num novo filme de Piratas das Caraíbas

E num filme completamente original.

Birds of Prey

Os planos para ressuscitar Piratas das Caraíbas, a já icónica saga da Disney imortalizada por Johnny Depp, são vários. Sabe-se agora que, além de um reboot completo escrito por Ted Elliot e pelo criador de Chernobyl, Craig Mazin, a Disney tem uma segunda história original em cima da mesa.

Segundo o The Hollywood Reporter, Margot Robbie vai embarcar neste novo projeto e irá levar consigo Christina Hodson, que trabalhou com a atriz no guião de Birds of Prey.

Segundo a mesma fonte, os detalhes são escassos e, para quem gosta de “universos cinemáticos” onde tudo tem que bater certo, as coisas ficam complicadas. É que este novo projeto não será nem um spin-off, nem um reboot ou remake, mas sim um filme completamente novo, com novas personagens e novas aventuras.

No fundo, apenas terá o mesmo nome e inspiração dos filmes originais que, na Disneylândia, é uma das atrações mais populares.

Este novo filme voltará novamente a ser produzido por Jerry Bruckheimer, mas, fora isso, não há mesmo mais detalhes, não se sabendo ao certo quando é que a aventura começa.

O trabalho mais recente de Margot Robbie pode ser visto em Birds of Prey e os seus próximos grandes projetos continuarão na fantasia com Peter Rabbit 2, já este ano, e o novo Suicide Squad, em 2021.

Teatro das Figuras celebra 15 anos de existência com programação especial

Apesar de todas as limitações impostas ao setor cultural, será possível ao público juntar-se à celebração destes 15 anos de atividade.

É esta quarta-feira, dia 1 de julho, que o Teatro das Figuras comemora 15 anos de existência. E há que celebrar, mesmo que a pandemia da COVID-19 nos obrigue a viver estes dias de forma diferente.

Assim, haverá performances, visitas e concertos online e no exterior. Ou seja, e mesmo tendo em conta as limitações impostas ao setor, sem público nada se faz, pelo que os responsáveis pelo Teatro das Figuras querem uma celebração, digamos, adaptada.

Dito isto, o programa de comemorações tem início com mais um concerto transmitido em direto nas redes sociais do Teatro das Figuras, no âmbito do ciclo Bandas ao Figuras, que apresentará no dia 30 de junho, às 21h30, o projeto 2143, com uma sonoridade que “une a descendência do rock psicadélico a outras paisagens musicais”.

No dia 1 de julho, Tiago Vieira apresenta a performance Julieta Bebe uma Cerveja no Inferno, com sessões às 17h, 18h, 19h e 20h, que terão lugar num espaço não convencional e serão limitadas a um máximo de 10 pessoas cada uma.

No dia 2 de julho, terá lugar o último concerto do Bandas ao Figuras, com os Puracura de João Beles, Nuno Murta e João Miau, um coletivo que “celebra, revive e rejuvenesce a música tradicional portuguesa”.

Na sexta-feira, dia 3 de julho, às 18h, é feito um desafio ao público, num máximo de 10 participantes: realizar uma visita guiada ao Teatro das Figuras, conduzida pelos responsáveis pela programação cultural deste equipamento – Gil Silva e Rui Gonçalves.

De seguida, às 19h30, o público poderá assistir no foyer do Teatro das Figuras a uma sessão de “palavra dita sem estética com sonoridades electrónicas criadas ao vivo” pelo projeto Kilavra.

O programa encerra no dia 4 de julho, às 21h30, ao ar livre na rampa do Teatro das Figuras, com o muito aguardado concerto da Orquestra Clássica do Sul com o compositor e pianista Filipe Raposo, que interpretará, em estreia absoluta, o seu Concerto para Piano e Orquestra, uma encomenda da Orquestra Clássica do Sul em coprodução com o Teatro das Figuras. Este concerto tem uma lotação máxima de 200 lugares, com cada bilhete a custar 5€.

Brockhampton reconfirmam concerto no Super Bock Super Rock

Mais um nome que reforça o seu compromisso com o público português.

Brockhampton

Depois dos Foals, Kali Uchis, Slow J, Boy Pablo, Local Natives e Jungle DJ Set, é a vez da Música no Coração reconfirmar mais um nome que deveria atuar na edição deste ano. Trata-se dos Brockhampton, que têm concerto confirmado para 16 de julho.

Pode-se dizer que os Brockhampton são a “boy band” de Kevin Abstract, o líder de uma formação muito diversificada, até porque são constituídos por Kevin Abstract, Matt Champion, Merlyn Wood, Dom McLennon, Joba, Bearface, Romil Hemmani, Jabali Manwa, Kiko Merley e ainda os designers Henock “HK” Sileshi e Roberto Ontenient, o fotógrafo Ashlan Grey e o agente Jon Nunes.

Basicamente, a banda começou após Kevin Abstract ter feito um post no fórum KanyeLive (um fórum de fãs de Kanye West) a dizer que queria formar uma banda. 30 respostas e três anos depois, surgiu o primeiro EP. Na altura assinavam AliveSinceForever e só depois chegariam ao nome Brockhampton.

Após singles como “Bet I”, “Hero” ou “Dirt”, a grande conquista foi o facto de terem lançado o disco de estreia, Saturation, que se viria a revelar uma trilogia. Temos r&b, rap e até rock alternativo, dai termos falado inicialmente na diversificação.

Já em 2018 a banda editou Iridescence e, no ano passado, surgiu Ginger, trabalho que vêm apresentar ao festival.

No que toca aos bilhetes, quem adquiriu previamente não precisa de fazer absolutamente nada, uma vez que os mesmos serão válidos para 2021. Já para quem vai comprar, saibam que o passe geral custa 110€ e o bilhete diário 55€, mas só até final do ano. À medida que o tempo for passando, os bilhetes serão mais caros, pelo que, se puderem, adquiram o quanto antes.