Perfume’s Club passa a vender produtos de dietética e nutrição saudável na sua loja online

Depois das fragrâncias, uma nova aposta.

Perfume's Club

Pouco após a pandemia de COVID-19 ter tomado conta das nossas vidas, a Perfume’s Club, conhecida perfumaria online que oferece produtos do setor da beleza, reorientou o seu negócio, concentrando-se na venda de produtos de higiene, tais como máscaras e geles hidroalcoólicos.

Agora, eis que a nova aposta da Perfume’s Club vai para algo totalmente diferente: a venda de produtos de dietética e nutrição saudável.

A perfumaria, que agora passa a abranger outros públicos, quer passar a mensagem de que a saúde e a beleza andam de mãos dadas.

Entre as novidades em nutrição e dietética na loja da Perfume’s Club, podem atualmente encontrar todos os tipos de vitaminas e suplementos, bem como produtos saudáveis como barras energéticas, molhos sem calorias, ou farinhas e cereais.

Já aqueles que desejem perder peso ou definir os seus músculos, também têm à disposição bloqueadores de gordura. Se procuram acrescentar mais valor ao vosso treino no ginásio, podem encontrar aminoácidos e proteínas ideais tanto para o pré como para o pós-treino.

Além disso, pensando no compromisso com o ambiente e outras necessidades particulares dos clientes, a nova categoria nutricional apresenta também algumas opções ecológicas e veganas.

Stock de consolas PlayStation 5 poderá ser reposto apenas em dezembro

Caso não tenham feito pré-reserva da consola, o melhor é que façam a vossa compra o mais rapidamente possível a partir desta quinta-feira, 19 de novembro, dia de lançamento.

A Sony já tinha avisado que o stock de consolas não iria chegar para todos, principalmente para aqueles que não efetuaram a pré-reserva da novíssima PlayStation 5. Agora, chegam informações de que, muito possivelmente, para esses casos, os jogadores só terão acesso à consola em meados de dezembro.

Mais especificamente a 15 de dezembro. A previsão foi adiantada pela Worten, num tweet colocado na sua conta oficial do Twitter.

Contudo, tenham em conta que esta é somente uma previsão. Ou seja, a consola tanto pode chegar antes desse dia, como depois. Tudo depende da quantidade de consolas que chegarem ao mercado nas próximas semanas.

Não temos informações relativamente às outras retalhistas, como FNAC, Media Markt, Rádio Popular e afins, mas é expectável que a situação seja semelhante.

Recorde-se que, há uns dias, a Sony já tinha referido que não iriam existir consolas à venda em lojas físicas no dia de lançamento, mas sim somente nos respetivos sites online de cada retalhista.

Ainda em relação às pré-reservas, parece existir alguma confusão relativamente às encomendas. Temos relatos de que, em certas lojas, quem efetuou a encomenda em loja física, já terá sido contactado para agendar o respetivo levantamento. Já para quem efetuou a encomenda online, o caso está mais complicado, com compradores que ainda aguardam telefonemas para a respetiva recolha em loja (caso tenham optado por esse método).

Uma curta nota também para a situação das novas Xbox Series S e Series X, também estas máquinas com falta de stock, algo que se refletiu, felizmente, com recordes de vendas para a marca.

Google Maps vai passar a mostrar todos os casos de COVID-19 detetados numa área

Algo especialmente útil caso estejam a pensar sair da cidade e necessitem de se atualizar sobre as diretrizes locais, locais de teste e restrições numa outra cidade.

Google Maps Covid

Ao longo deste estranho 2020, a Google tem vindo a aprimorar o seu Google Maps, ajudando, dessa forma, os utilizadores a manterem-se seguros, atualizados e ligados.

Agora, e numa altura em que, desde o início da pandemia, a tecnológica adicionou perto de 250 novas funcionalidades e melhorias ao Google Maps, vão surgir muito em breve duas funcionalidades importantíssimas.

Uma delas diz respeito à “camada COVID”. Em breve, os dispositivos Android e iOS irão passar a mostrar mais informações, incluindo todos os casos detectados numa área, juntamente com os links rápidos para recursos COVID-19 provenientes das autoridades locais.

Já a outra está relacionada com os transportes públicos, uma vez que o Maps vai passar a disponibilizar a lotação dos autocarros, comboios e metropolitanos em tempo real baseado no feedback dos utilizadores da app (onde quer que haja dados disponíveis).

Análise – Devil May Cry 5 Special Edition (PlayStation 5)

Um mimo para os fãs, na nova geração, com um pacote completo.

Devil May Cry 5 Special Edition

Em 2019, a série Devil May Cry quebrou um sono profundo de 11 anos desde o seu último jogo numerado, com Devil May Cry 5, um jogo de ação que elevou a fasquia no frenesim caótico de um hack and slash, acompanhado por visuais incríveis, uma banda sonora poderosa e, claro, um sentido de estilo muito apurado.

Com as novas consolas já aqui, a Capcom aproveitou para relançar o seu mais recente jogo, com uma já tradicional para a série Special Edition, desta vez exclusiva para as novas consolas da Sony e da Microsoft, as PlayStation 5 e as Xbox Series X e Series S.

Para já, apenas em formato digital, mas em breve em formato físico, além de conteúdos anteriormente adicionados ao jogo original, esta nova edição destaca-se pela adição de Vergil, uma personagem que foi durante o lançamento um enorme spoiler para quem estava a jogar pela primeira vez, mas um spoiler bastante difícil e evitar quando os fãs pediram incessantemente que a Capcom o adicionasse como personagem jogável.

Vergil apresenta-se, assim, como personagem jogável logo de início, com a possibilidade de jogarmos pelos níveis todos do jogo, tal como quando jogamos com as restantes três personagens do elenco, onde vamos acumular orbs e desbloqueando o poder adicional das habilidades do irmão de Dante.

A sua jogabilidade é, como seria de esperar, diferente da de Dante, Nero ou V, mas pede um pouco emprestado a ambos, desde a agressividade de Dante ao posicionamento estratégico de V, dependendo das armas e dos poderes escolhidos. Há, sem dúvida alguma, uma curva de aprendizagem para os movimentos e combos, especialmente para quem não joga Devil May Cry 5 há algum tempo. Porém, a progressão ao longo dos níveis, o desbloqueio de habilidades ou a possibilidade de jogar a campanha original são mais do que razões suficientes para pegar em Vergil e começar a limpar demónios.

Devil May Cry 5 Special Edition

É divertido, é frenético, é caótico e viciante. Vergil distingue-se facilmente das restantes personagens, oferecendo aqui mais uma razão para revisitar o jogo com uma nova perspetiva. E, para a cereja no topo do bolo, conta também com o seu próprio tema que o acompanha ao longo de cada confronto.

Com Vergil adicionado, Devil May Cry 5 Special Edition é, virtualmente, o mesmo jogo que o original, sem tirar nem por. É um jogo que, por si só, é excelente, aparecendo nesta altura também para tentar puxar um pouco mais pelos seus já incríveis visuais com o poder das novas consolas, nomeadamente a PlayStation 5 e a Xbox Series X, onde o jogo recebe suporte de Ray-Tracing e suporte de resoluções 4K até 120fps.

Com acesso ao jogo para a PlayStation 5, não me foi possível testar os 120fps de forma ideal, por limitações do meu ecrã, mas pude explorar algumas das opções extra disponíveis nesta edição do jogo. O ray-tracing pode ser ligado, desligado e tem até uma opção de estar ligado em modo de desempenho. E temos ainda o modo High Framerate mode, que desbloqueia os tais 120fps.

Na prática, o comportamento é interessante e, por vezes, redundante, especialmente para a maioria dos jogadores sem ecrãs e monitores capazes de reproduzir 120fps a 4K. No modo High Framerate, o jogo opera até 120fps, o que pode dar a sensação de maior fluidez aos jogadores mais sensíveis. No meu caso, a experiência não foi muito diferente da que já estava habituado no jogo original. Neste modo, o Ray-Tracing não está ativo, o que também ajuda nesse sentimento de familiaridade.

Devil May Cry 5 Special Edition

Já os modos ray-tracing, por muito ambiciosos e promissores que sejam para esta nova geração, acrescentam menos do que seria de esperar para um jogo como Devil May Cry 5. No modo de baixa qualidade começamos a ver vidros, espelhos e metais a refletir personagens e cenário de forma realista, bem como cores de superfícies a iluminarem interiores e objetos com diferentes tons. Contudo, a ação do jogo, e das suas cinemáticas, é tão frenética que só é possível admirar e sentir essa diferença quando paramos para procurar esses pormenores que, na realidade, não são de tão boa qualidade como, por exemplo, o que já vimos em Marvel’s Spider-Man Miles Morales.

Neste modo, o jogo opera de forma igualmente fluida, orgânica e sem perdas. O mesmo não se pode dizer do modo de alta qualidade de ray-tracing que, para o detalhe extra, já se sente o peso e uma flutuação de fluidez abaixo do que seria de esperar para uma experiência a 60fps. Conta com as mesmas vantagens do modo anterior, com uma ligeira melhoria de qualidade, mas com um custo de desempenho demasiado elevado e redundante para a experiência Devil May Cry.

No caso da PlayStation 5, o jogo tira partido de algumas funcionalidades do DualSense, nomeadamente a nível de vibração e da saída de som da sua coluna, em efeitos na navegação de menus, mas nada que se revele um muito diferenciador da experiência na geração passada.

Devil May Cry 5 era um fantástico jogo em 2019 e continua a sê-lo agora com a sua Special Edition. A promessa desta edição é cumprida de alguma forma, não só com a adição de uma personagem que convida à revisitação deste título, mas também com melhorias visuais interessantes que podem melhorar a experiência de jogo para muitos jogadores. Mas está longe da perfeição.

Nota: Muito Bom

Disponível para: Xbox Series X|S, PlayStation 5
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela Ecoplay.

Bem Bom, filme sobre as Doce, adiado para 2021

Também Sombra, O som que desce da terra e Amadeo foram adiados para o próximo ano.

compilação Doce

Tem sido um ano extremamente complicado para o cinema, com poucos lançamentos de bons filmes e com muitas películas a serem adiadas para 2021 e, até, para 2022.

Agora, temos novidades relativamente a filmes portugueses… e não são boas. Devido à pandemia, os filmes Bem Bom, Sombra, O som que desce da terra e Amadeo foram adiados para o ano que vem. E neste momento nem sequer há uma data de estreia para cada projeto.

À Agência Lusa, Nuno Gonçalves, da Cinemundo, é cauteloso quanto a uma nova data de estreia de Bem Bom, filme de Patrícia Sequeira sobre a girlsband Doce, admitindo, contudo, que será bastante complicado que o filme chegue ao grande ecrã antes de março.

“Não sabemos como é que a situação vai evoluir. Os cinemas estão numa situação muito complicada e dependem sobretudo do fim de semana. Não há como fazer isto. Não há como estrear filmes. A verdade é que o ‘Bem Bom’ é demasiado importante para estarmos a arriscar lançar um filme e ficarmos com ele completamente bloqueado”, admitiu o distribuidor.

Nuno Gonçalves rejeitou, ainda, a possibilidade de estrear filmes numa plataforma de streaming. “Isso é ajudar a matar o negócio”, disse à Lusa.

Recorde-se que o filme tinha data de estreia agendada já para o próximo dia 26 de novembro.

Já no que toca à distribuidora NOS Audiovisuais, viu-se também obrigada a adiar três filmes portugueses: Amadeo, de Vicente Alves do Ó; O som que desce da terra, de Sérgio Graciano; e Sombra, de Bruno Gascon. Também para estas longa-metragens não existe data de estreia programada.

Sushi do Bairro tem no Sushi Burger a estrela maior da nova carta

É que vale mesmo a pena ir de propósito ao espaço para conhecer esta nova criação.

Sushi do Bairro - Sushi Burger

Famoso pelos seus saborosos tacos de sushi, eis que o Sushi do Bairro, cujos responsáveis referem ser o “TakeAway & Delivery de Sushi mais saboroso de Lisboa“, acaba de renovar a sua carta.

Esta até podia ser mais uma renovação qualquer… mas não é. Entre as novidades, está o Sushi Burger (9,90€), um “hambúrguer” que pode ser de salmão, de atum ou, se preferirem, vegetariano. É algo que não se vê todos os dias.

Além deste hambúrguer de sushi, outra das novidades assenta no facto de haver cada vez mais opções vegetarianas, com a inclusão dos Combinados Vegg, uma entrada à base de pepino com sal dos himalaias, molho su e sementes de sésamo, de seu nome Sunomono (2,50€), Gyosas (2,90€), e um Pokê Vegg (10,90€).

E claro, sendo famoso pelos tacos de sushi, como já referimos, o Sushi do Bairro não só manteve os já existentes, como adicionou à carta os taco de Verão (5,90€) e taco de Inverno (5,90€).

Para já, o bem conhecido espaço de take-away & delivery de Campo de Ourique permite não só que os clientes passem no local a levantar a encomenda, como funciona com estafetas da casa e, também, com os das conhecidas aplicações de entrega de comida ao domicílio.

Em todo o caso, o Sushi do Bairro conta também com uma esplanada, permitindo a realização de almoços ou jantares de pequenos grupos. Temos é de esperar por melhores dias para que nos possamos reunir com os amigos e devorar boas doses de sushi.

Eis os smartphones Huawei que vão receber o EMUI 11

São 14 ao todo.

EMUI 11

Por esta altura, já saberão que o EMUI 11 é a nova versão da interface de utilizador do Huawei, trazendo, como seria de esperar, uma série de novas funcionalidades, melhorias na privacidade e segurança e, claro, uma experiência mais suave e intuitiva.

Agora, eis que finalmente a marca divulga quais os modelos que irão receber a nova versão, além dos da gama Mate 40: Huawei P40, P40 Pro e P40 Pro+; Huawei Mate 30 Pro e Mate Xs; Huawei P30, P30 Pro e P30 Pro New Edition; Huawei Mate 20 X, Mate 20 Pro, Mate 20, Mate20 RS Porsche Design e Mate 20 X 5G; e Huawei nova 5T. São, ao todo, 14 modelos diferentes.

O lançamento inicial da EMUI 11 será feito em duas fases. A primeira fase incluirá os modelos da P40 Series e o Huawei Mate 30 Pro, que recebem a atualização até meados de dezembro deste ano. Todos os restantes dispositivos irão receber a atualização até março de 2021.

Trivium regressam a Portugal em 2021

Será que vão ter novamente o cantor Toy como convidado especial?

Depois de, na edição do ano passado do VOA – Heavy Rock Festival, os Trivium terem dado um bom concerto para os fãs, eis que surge uma boa novidade: a banda vai regressar a Portugal no próximo ano.

O concerto está marcado para 27 de novembro e irá acontecer na Sala Tejo da Altice Arena, em Lisboa. Juntamente com os Trivium, que regressam para promover o mais recente álbum de estúdio, What The Dead Men Say, tocarão também nessa noite os Heaven Shall Burn, Tesseract e Fit For An Autopsy.

Resta saber se o cantor Toy irá, novamente, dar um ar de sua graça… É bem provável que tal aconteça.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda nos locais habituais, custando 32€ cada.

Ensaio – Ford Puma ST Line X

O Puma mostra as suas garras.

Ford Puma ST Line X

Para quem ainda se lembra do antigo Ford Puma, como é o meu caso, que, na altura, era apresentado como um coupé desportivo, sendo um pouco mais pequeno do que o Cougar (não vendeu particularmente bem no nosso país), não deixou de causar surpresa que, agora, a Ford tenha usado o mesmo nome para um pequeno SUV. Encaixa-se, por isso, não no segmento dos Coupés, mas, sim, no cada vez mais competitivo segmento dos B-SUV.

Quanto fui levantar este Ford Puma ST Line X, gentilmente cedido pela marca, gostei desde logo do seu exterior. Saltou à vista o lindíssimo Lucid Red, o spoiler traseiro e as muito bonitas jantes de liga leve de 19”. Esta Puma deriva da plataforma do Fiesta, que também já tivemos oportunidade de experimentar, mas apresenta-se mais comprido, mais largo e, claro, mais alto e mais espaçoso.Em termos de motorização, a versão ensaiada vinha equipada com o motor 1.0 Ecoboost MHEV, de apenas 998cc, com uma potência máxima de 155cv e binário máximo de 220 Nm.

A Ford faz carros muito bons, não vamos sequer duvidar disso, e eu já tive oportunidade de conduzir vários, como o Fiesta, Focus, S-Max e até Mondeo (podem não ser carros super emocionantes, mas é difícil de apontar-lhes algo). Por outro lado, a Ford tem um histórico em termos de crossovers, vamos dizer, não muito famoso, e onde foi sempre facilmente batida pela concorrência. Contudo, creio que o Puma poderá alterar isso. Será que os portugueses lhe vão dar uma hipótese, saindo das escolhas do costume e sua zona de conforto?

E falando em conforto, é este Puma bom de conduzir e confortável? Definitivamente dá prioridade à condução. É mais seguro do que se poderia esperar de um carro com esta altura ao solo e, como tal, permite que o condutor tenha, por vezes, a liberdade de fazer algumas curvas de forma um pouco mais desportiva e corajosa.

Mas atenção que este modelo não é desconfortável, mesmo tendo em conta que as versões ST-Line beneficiem de suspensão desportiva. O que lá está em muito contribuiu para o que já falei da segurança e possibilidade de uma condução um pouco mais desportiva, mas que poderá, de certa forma, retirar um pouco do conforto. Não se pode ter o melhor de dois mundos…

Ford Puma ST Line X

Semelhante ao novo Peugeot 2008 em termos de chassis – revela a mesma mistura inteligente de maturidade e agilidade -, o Ford Puma ST Line X poderá, por isso, colocar-vos um sorriso no rosto, de forma bem mais fácil do que a maioria dos SUV’s pequenos que existem neste segmento.

O motor híbrido de 1.0 litro de 155 cv é, quanto a mim, simplesmente fantástico. A forma como apenas 998cc deram lugar a uma motorização tão inteligente, pela forma como o e-boost preenche o turbo lag, é fenomenal. Já a forma como o carro desliga o motor quando estiver parado, mesmo tendo a embraiagem pressionada, é quase um toque de magia.

Na minha experiência, é a primeira vez que vejo isto acontecer. Se, por vezes, podemos ser céticos quanto ao downsizing do motor ou às insignificantes configurações híbridas que adicionam muito peso e complicação, mas pouca economia de combustível, este minúsculo motor Ford com assistência de 48V é bom para efetuar consumos de 5.6 lts/100km (WLTP) no mundo real. Isto, claro, se quem estiver atrás do volante resistir a acelerar de forma brusca.

Se gostam de carros e de conduzir, este Ford Puma ST Line X pode garantir alguma diversão, superando até as expectativas que possam ter. No fim de contas, estamos a falar de um B-SUV com 998cc. Sobre a posição de condução, que eu considero sempre de extrema importância quando falamos de veículos com maior altura ao solo, creio que, por vezes, poderão sentir que os pilares dianteiros com os seus ângulos agressivos bloqueiam parte da visão nos cruzamentos e rotundas. A vista da parte de trás do Puma também não é propriamente brilhante, graças à linha crescente das janelas e grossura dos pilares traseiros.

Pela positiva, todos os Pumas vêm com sensores de estacionamento traseiros, e a unidade ensaiada vinha equipada também com câmara traseira e auxílio ao estacionamento, com parqueamento automático. Os faróis são todos em LED, bem como a iluminação interior. Todos os níveis de acabamento vêm com um sistema de info entretenimento com ecrã de toque de 8″, rádio DAB, GPS e algumas portas USB. Está também disponível uma base de carregamento sem fios para facilitar o carregamento de alguns smartphones. O sistema operativo, porém, continua a desapontar um pouco, mas isto pode ser apenas uma questão pessoal. Não gosto particularmente e já o referi noutros ensaios a modelos da Ford. O ecrã continua a demorar um pouco a responder depois do toque, porém, e olhando para os rivais, não diria que fica atrás. Só podemos comparar o comparável. Se escolherem o acabamento ST-Line X ou ST-Line X Vignale, então o sistema de som de sete colunas padrão é substituído por uma configuração Bang & Olufsen de 10 colunas, que é realmente poderoso com graves altamente definidos.

Ford Puma

Na versão ensaiada, o interior do Puma tem alguns destaques em fibra de carbono e os estofos são parcialmente em couro e bem bonitos. Infelizmente, parte do plástico do painel parece um pouco frágil e barato e, nisso, outros concorrentes, como o 2008, ficam a ganhar.

A menos que sejam excecionalmente altos, caberão muito bem na frente do Puma. Há bastante espaço de arrumação, graças aos compartimentos das portas de tamanho generoso, um cubículo na frente da manete de mudanças e outro abaixo do apoio de braço dianteiro. Existe, ainda, um par de porta-copos entre os bancos dianteiros. As pequenas janelas laterais traseiras do Puma não ajudam a criar uma impressão de espaço e, em termos reais, um casal de mais de 1,80m vai desfrutar de apenas o espaço suficiente para os joelhos, de modo a sentir-se confortável em viagens mais longas. A versão ensaiada tem o teto panorâmico opcional, que eu gosto sempre, e, se fosse comprador, também a escolheria. Porém, tenham em conta que isso diminui a altura do teto e reduz o espaço para a cabeça, especialmente na parte de trás.

Sobre a bagageira, podem-se colocar seis malas de mão facilmente, e o Puma ainda tem um truque na manga: levantando o piso da bagageira, encontramos um grande “cofre” que pode levar mais duas caixas de pequena/média dimensão. O piso da bagageira é também ajustável em altura e, quando colocado na posição mais alta, não deixa degraus no piso do compartimento de carga estendido quando os bancos traseiros são rebatidos, mas apenas uma pequena aba na entrada da bagageira.

Em resumo, este Ford Puma ST Line X foi uma agradável surpresa e, acredito que, se lhe derem uma hipótese, vai facilmente convencer-vos relativamente aos mais próximos rivais. A mim, pelo menos, convenceu…

Preço da versão ensaiada: 26.108€ (s/ despesas).

Ford Puma

Análise – Creative SXFI Gamer

Confortáveis, versáteis e imersivos.

Com o Natal cada vez mais próximo, as campanhas e lançamentos de peso começam a ocupar a imaginação de jogadores e amantes de tecnologia por todo o mundo. Entre as novas consolas e placas gráficas, que já se encontram disponíveis no mercado, inicia-se também a corrida aos acessórios e à busca por melhor qualidade e conforto em sessões de jogo ou de trabalho.

Para colmatar esta procura, a Creative, conhecida marca tecnológica, lançou a sua nova aposta para os amantes de som, naqueles que são os headphones mais confortáveis, acessíveis e versáteis para quem quer uma experiência completa.

Os Creative SXFI Gamer são um modelo pensado para os jogadores – casuais e não só – e trazem consigo um formato ergonómico, com esponjas viscoelásticas em cabedal que repousam confortavelmente sobre os nossos ouvidos, uma excelente qualidade de som e um microfone que é não só competente como removível. Há também uma aposta na personalização que irá deliciar os utilizadores mais exigentes.

Com a possibilidade de retirarem e trocarem qualquer componente, têm ainda acesso à tecnologia SXFI Control, que vos permite personalizar os headphones com 16.7 milhões de cores. Uma opção ideal para aqueles que procuram uma maior sensação de identidade nos seus headphones.

O grande destaque vai, no entanto, para a tecnologia Super X-Fi, a nova aposta da Creative, vencedora de 23 prémios na CES, que procura moldar e transformar a experiência sonora. Com a Super X-Fi, têm acesso a áudio holográfico em alta definição, tal como se tivessem colunas premium montadas diretamente nos vossos headphones.

Creative SXFI Gamer

Isto significa que o som é muito mais definido, imersivo e intenso do que noutros modelos que já experimentámos, criando um ambiente impressionante onde cada nota não é só clara, como mais presente e até palpável. Para além da excelente qualidade sonora, os headphones moldam-se às exigências de cada um e, até, às dimensões da cabeça e ouvidos de cada um, criando uma experiência otimizada e única – e tudo isto automaticamente, sem a necessidade de criarem perfis à parte (no entanto, podem criar perfis, se assim desejarem, através da aplicação Super X-Fi).

Com as funcionalidades Super X-Fi, as sessões de jogo transformaram-se e tivemos acesso a bandas sonoras mais ricas e detalhadas, com cada grave a ser preciso e a reforçar a intensidade do que jogávamos. De facto, os headphones recriam o efeito 7.1 que geralmente sentimos em salas de cinema, mas irá depender de jogo para jogo e de filme para filme. Se estiverem preparados para 7.1, os headphones irão tirar todo o partido das suas faixas de som.

Como é pensado para os jogadores que procuram uma maior imersividade nas suas sessões de jogo, não é, portanto, de estranhar que foram os videojogos a apresentarem o melhor desempenho e uma maior sensação de surround. Com o modo BATTLE, os headphones tiram partido do 7.1 e criam uma excelente sensação de direção e projeção que nos permite reconhecer e localizar facilmente sons e objetos em jogo. Nem sempre conseguimos reproduzir este efeito, mas quando está presente, faz toda a diferença.

A experiência não seria a mesma se não fosse um modelo tão confortável. Tal como mencionámos no início, as esponjas e o seu formato repousam perfeitamente sobre a cabeça do utilizador e apresentam um peso tão reduzido (349g com microfone e 33g sem microfone) que quase se dissipam à medida que os usamos. Já o microfone, CommanderMic, consegue destacar-se da concorrência, especialmente pela integração de um pop filter – que corta naturalmente alguns sons incomodativos – e da supressão de ruídos de ambiente (100-16,000 Hz e sensibilidade de -42 dBV/Pa), mas não é, de todo, uma opção fora dos videojogos ou do mundo do streaming. É uma aposta sólida, mas tem uma funcionalidade e objetivos muito simples: não é profissional, mas sim casual.

Creative SXFI Gamer

Para terminar, os Creative SXFI Gamer contam ainda com uma ligação USB-C, para transmissão de alta velocidade, e trazem um cabo em Kevlar, muito resistente e maleável, bem como um adaptador para USB-B. Não é, de facto, um headphone wireless, algo que irá afastar alguns curiosos, mas é impressionante onde tem de ser: na qualidade de som.

Os Creative SXFI Gamer são dos modelos mais confortáveis, versáteis e imersivos que já tive a oportunidade de analisar, contando ainda com a possibilidade de controlarem o volume, a tecnologia Super X-Fi, o microfone e a iluminação RBG manualmente e sem aplicações adicionais. Se estão à procura de headphones de qualidade, com materiais premium, então a Creative volta a surpreender pela positiva. Os Creative SXFI Gamer podem ser adquiridos na loja oficial da marca por 129,99€.

Nota: Muito Bom

Este dispositivo foi cedido para análise pela Creative.

Análise – XIII Remake (PlayStation 4)

Um regresso ao passado que desvirtua a memória do jogo original para um lucro rápido da produtora.

XIII Remake

O crítico é um sádico: que fique bem assente. Não quero, no entanto, desvalorizar o seu papel na análise e na apreciação da arte em geral, mas há um certo sadismo nesta área, seja pela forma como deambulamos e nos deleitamos por projetos menos competentes ou pelo tom que assumimos quando decidimos escrever sobre esses projetos. Há uma certa facilidade em criticar, em dizer mal, qual cantiga de escárnio e mal dizer, que nos alimenta a alma. Talvez esta introdução sirva mais de terapia do que propriamente de análise, mas são estes os sentimentos que combato e tento equilibrar quando penso e escrevo sobre XIII Remake.

Para todos os efeitos, XIII Remake é um jogo horrível. Espero que a história não seja cruel e misture esta atrocidade com o título original, lançado em 2003, assassinando assim qualquer respeito e notoriedade que o clássico da Ubisoft recebeu algo longo de 17 anos. Este remake, a mando da Playmagic, cai como uma afronta ao género, à série e até à banda desenhada em que se inspira, por Jean Van Hamme e William Vance, apresentando um dos jogos mais feios e difíceis de jogar que tive o desprazer de experimentar em 2020. Vou mais longe: se tiver de personificar este ano, seria XIII.

Mas estarei a ser injusto? Será que estou a exagerar, já que admiti que há em mim um lado mais sádico? Infelizmente, não. O que joguei é bastante real e incontornável. XIII Remake é um jogo de ação e furtividade na primeira pessoa que utiliza as suas origens como banda desenhada para criar uma campanha cheia de reviravoltas e estórias fantásticas que conta através de painéis desenhados e de um estilo próximo do cel-shaded; dando-lhe assim uma certa aproximação às suas origens.

No entanto, não estou a falar do remake, mas sim do original. O título da Ubisoft , que espero que não seja esquecido ou mal identificado por esta trampa, mantém-se resistente ao teste do tempo e apresenta um equilíbrio saudável entre ação e elementos furtivos, permitindo várias abordagens aos níveis e oferecendo um leque interessante de armas e ferramentas que podemos utilizar na campanha. Simples, direto, eficaz e muito desafiante – ainda que a precisar de uma revisão dos controlos.

XIII Remake

XIII, na sua interação de 2020 – não fosse ela tão irónica –, é um jogo de ação e quase nenhuma furtividade que se apresenta com gráficos próximos de lama, quase sem cores ou o efeito clássico em cel-shaded, cuja inteligência artificial está tão quebrada que não existe um pingo de estratégia no seu corpo moribundo. O design dos níveis continua a ser próximo do original e encontramos a mesma aposta em contar a estória atrás de painéis de banda desenhada – naquele que é um dos pontos fortes do jogo, ainda que menos eficaz –, mas nunca há uma sensação de controlo, de desafio ou de imersão devido à baixa qualidade gráfica, que nos presenteia regularmente com bugs visuais e um desempenho atroz – com quedas acentuadas de frames, dithering e pop-ups –, e à jogabilidade rígida dos seus controlos.

O que acho mais fascinante é que XIII Remake corre perfeitamente bem nas cutscenes: até chega aos 60fps. No entanto, quando começamos a jogar, o jogo atira-se do penhasco mais próximo e recusa-se a funcionar corretamente, algo que criou em mim uma dissonância tão forte que só me pude rir perante tal diferença. Aliás, XIII Remake consegue ser mais cómico do que envolvente, especialmente quando vemos os soldados inimigos a tentarem a todo o custo perceber onde estão e como se deslocam nos cenários, muitas vezes ficando presos e sem a destreza de código para se libertarem.

Os problemas não se ficam pelo desempenho e os gráficos. XIII Remake está tão mal otimizado que os sons tornam-se repetitivos e são cortados regularmente entre sequência de exploração e de combate. É raro encontrarmos momentos em que tudo funciona como deveria. Depois temos os problemas na jogabilidade, na mira difícil de controlar, na rigidez dos movimentos e a sensação constante de falta de cuidado no manuseamento de menus. Parece que foi tudo feito em cima do joelho, sem atenção aos pormenores, e ficamos com a sensação que é um jogo que não está terminado. Os disparos são insatisfatórios, a furtividade é descartável – não fosse fácil simplesmente eliminar tudo e todos em campo – e é difícil ler os níveis devido à falta de cuidado visual, ao ponto de precisarmos de um ponto de objetivo para nos localizarmos.

Mas existe assim tanta falta de cuidado? Bem, deixo-vos com um exemplo. Em XIII Remake, podemos recolher objetos mundanos, como garrafas e cadeiras, e utilizá-los para atordoar os inimigos. A ideia, em si, é boa. No entanto, tenham cuidado ao utilizá-los, isto porque o jogo associa que atacaram alguém sempre que carregam no R2. Se tiverem um cinzeiro nas mãos, por exemplo, o nosso agente parte-o no ar e descarta-o. Sim, no ar, sem efeitos sonoros ou outro auxilio audiovisual que suavize a estranheza do que estamos a assistir. Assim é XIII Remake.

XIII Remake

Enquanto escrevia esta análise, a Microids e a Playmagic lançaram um comunicado onde admitem que enfrentaram problemas de produção que levaram ao lançamento do jogo neste estado lastimável, prometendo, como um rabo a fugir à seringa, que vão continuar a trabalhar em patches e nas melhorias necessárias. Espero que consigam dar aos fãs o remake que merecem, especialmente quando confirmam que todos os conteúdos adicionais serão gratuitos, mas agora pergunto: porque lançaram o jogo neste estado? Talvez tenha sido uma tentativa de recuperar o investimento para continuarem a trabalhar nas melhorias, uma decisão que não pode ter sido fácil.

Só há um problema: o jogo está no mercado e foi comprado por fãs da série que não desconfiavam do seu estado impróprio para consumo. Há aqui uma falha de comunicação e o dano está feito. Louvados sejam os críticos!

Quando analisamos títulos como XIII Remake, o sadismo muitas vezes é dissociável de um certo masoquismo. Isto porque somos nós, críticos, que escolhemos o que queremos analisar e nos deixamos levar pela promessa de descobrir algo novo, talvez interessante ou curioso o suficiente para escrevermos uma análise. Infelizmente, é uma dicotomia sem fim, onde ninguém ganha.

Contudo, que este masoquismo sirva um bem maior, que é dizermos: por favor, não joguem XIII Remake. Evitem esta versão e joguem o original. E é assim.

Nota: Mau

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Microids.

Todas as temporadas de Twin Peaks chegam amanhã à HBO Portugal

Sim, além das duas temporadas originais, também a mais recente, de 2017, estará disponível.

2020 celebra o 30º aniversário da estreia de Twin Peaks, a aclamada série de crime, drama e mistério de David Lynch. As duas primeiras temporadas datam de 1990 e 1991 e foram um autêntico fenómeno na cultura popular nos anos 90, ganhando, até, três Globos de Ouro.

Agora, e numa altura em que a série não está disponível em nenhum serviço de streaming em Portugal, eis que a HBO Portugal nos dá uma bela novidade: todas as temporadas ficam disponíveis amanhã, dia 18 de novembro, naquela plataforma.

Sim, quando falamos de todas as temporadas, referimos também a mais recente, de 2017, que acontece 25 anos depois dos habitantes da pitoresca cidade de Twin Peaks terem sido surpreendidos com a misteriosa morte da sua rainha do baile de finalistas.

Teatro-Cine de Torres Vedras tem novo espaço dedicado aos vinhos do concelho

O espaço promocional dos néctares de Torres Vedras é uma das novidades do Teatro-Cine.

enoteatro

Foi no passado dia 10 de novembro que o renovado Teatro-Cine de Torres Vedras reabriu portas na cidade. E há uma belíssima novidade para quem é fã de vinhos: o Enoteatro.

Este novo espaço promocional dos néctares de Torres Vedras encontra-se no primeiro piso deste equipamento cultural, apresentando variados vinhos de Torres Vedras que estão disponíveis por 1,5€ por uma prova ou 3€ por três provas.

O Enoteatro funciona à sexta-feira e ao sábado, entre as 17h e as 20h.

De resto, salientar que as obras de beneficiação do Teatro-Cine de Torres Vedras consistiram na substituição do telhado, na remoção das chapas de fibrocimento com amianto da cobertura, na execução de drenagens e impermeabilizações de terraços e caleiras, na revisão do sistema de segurança contra incêndios bem como do sistema de climatização, na execução da pintura interior e exterior do edifício, no reforço da cobertura do palco com instalação de painéis acústicos e térmicos, na reabilitação do pavimento do palco, na instalação de soalho de madeira maciça na sala de espetáculos e no arranjo da zona de estacionamento.

O Teatro-Cine de Torres Vedras é um local quase centenário, tendo sido inaugurado em 1923.

Portugália Cervejaria e Sumol têm 35 mil prémios para distribuir, incluindo estadias em hotéis e vouchers FNAC

O melhor de tudo é que ganham sempre alguma coisa.

Portugália Cervejaria Sumol

Se não passam sem o Bife à Portugália, os deliciosos croquetes quentinhos ou o tradicional pudim flan da Portugália Cervejaria, fiquem a saber que há uma nova iniciativa que oferece milhares de prémios aos clientes.

Em parceria com a Sumol, a Portugália Cervejaria tem para oferecer 35.000 prémios. Além das especialidades da marca, há prémios ainda mais apetecíveis, como uma estadia nos Hotéis Vila Galé (no valor de 200€), um vale na FNAC (no valor de 50€) ou ainda bilhetes para o Zoomarine ou para o Jardim Zoológico.

É muito fácil participar. Basta que, num dos restaurantes da marca espalhados pelo país, peçam o vosso prato favorito acompanhado de uma bebida (Sumol, Pepsi, Lipton, 7Up). Aí, irão receber um cartão com um código. Seguidamente, só precisam de inserir esse mesmo código aqui para saber o que ganharam.

Esta campanha da Portugália Cervejaria e Sumol está também em vigor em pedidos de take-away. É válida até 16 de janeiro de 2021.

Restaurante Subway de Setúbal celebra seis anos de existência

Já vendeu um quarto de milhão de subs, o equivalente a 57km de pão!

subway setubal

Foi em novembro de 2014 que a Subway chegou à cidade de Setúbal. Instalado desde então no Centro Comercial Alegro Setúbal, o espaço da conhecida marca tem vindo a dar aos setubalenses o poder de comerem uma refeição à sua maneira, com ingredientes frescos, preparados no restaurante no próprio dia.

Só para terem noção, aquele restaurante serviu, desde a sua abertura, 260.000 subs, o que dá o equivalente a duas por cada habitante da cidade e o equivalente a 57km de deliciosas sandes, com pão cozido diariamente no restaurante, o equivalente à distância do centro comercial a Alcácer do Sal, por exemplo (56,6km).

Sem surpresas, até porque é das subs mais deliciosas à disposição, a sub preferida dos setubalenses é a de Frango Teriyaki, seguida de perto pela de Atum e a de Peito de Frango.

Segundo Gil Silva, franchisado do restaurante de Setúbal, diz: “Setúbal era uma cidade prioritária nos planos da marca para a abertura de um restaurante. Uma vez que já tinha experiência de alguns anos no negócio e dado que a abertura de um novo restaurante é um baixo investimento, assim que houve esta oportunidade decidimos agarrá-la em conjunto. Nem sempre é fácil para uma marca entrar numa cidade com uma cultura e identidade tão fortes, mas os setubalenses aderiram muito bem ao conceito Subway e nestes seis anos o restaurante tem crescido a bom ritmo.”

De resto, não se esqueçam que, até 25 de novembro, podem devorar a nova sub Frango Carbonara, composta por frango às tiras, queijo a derreter, um cremoso molho com queijo parmesão, bacon estaladiço e mix de pimentas, juntamente com um pão italiano cozido no próprio dia.

Glovo cria solução para os típicos jantares de Natal de empresa, mas à distância

Não é a mesma coisa, mas há que manter a tradição.

jantar Natal

Todos os anos, em dezembro, muitas são as empresas que, habitualmente, promovem um jantar de Natal com os seus colaboradores. Afinal de contas, é sempre bom estar com os colegas fora do contexto de trabalho, sendo também uma oportunidade para estreitar laços, para a timidez desaparecer e, claro, para consumir muito álcool (não abusem, vá).

Contudo, em ano de pandemia, essas iniciativas não irão acontecer… pelo menos não da forma habitual. A Glovo lançou agora uma solução que permite às empresas realizarem o típico jantar de Natal… mas à distância.

Sim, não é a mesma coisa, mas há que manter a tradição. Basicamente, a empresa de entrega de refeições (e não só) ao domícilio tem duas vertentes: Christmas Virtual Dinner e Christmas Gift.

O Christmas Virtual Dinner é, tal como o nome indica, um jantar virtual de Natal, para que, mesmo obrigados ao distanciamento social devido à pandemia, os trabalhadores de uma empresa possam comemorar a ocisão e organizar o jantar de empresa tão tradicional a nível nacional. As empresas que desejem promover este jantar para os colaboradores podem adquirir, junto da Glovo, códigos promocionais com vários valores de 15€, 25€, 35€ ou 50€ para oferecer aos seus trabalhadores.

Bastará a cada membro da equipa introduzir o código na app, solicitar o que lhe apetece comer de qualquer restaurante disponível na app da Glovo e, depois, marcarem uma data e uma hora para reunirem virtualmente e jantar todos juntos. Em apenas 30 minutos após o pedido, a Glovo faz chegar a casa o jantar de natal da empresa para que todos, nos respetivos lares, possam, em segurança, desfrutar virtualmente da ceia de natal com os seus colegas de trabalho.

Já o Christmas Gift é um código com um valor para descontar em pedidos Glovo. Com este presente, cada colaborador terá a liberdade de escolha para encomendar a ceia para a sua família a gosto, de comprar presentes ou ainda encomendar mercearias para casa.

Análise – Just Dance 2021 (PlayStation 4)

Com as novas consolas aí à porta, Just Dance 2021 chega just in time, para meter a malta a suar sem sair de casa.

Just Dance 2021

À semelhança de outros jogos musicais, como Guitar Hero/Band Hero ou Singstar, Just Dance chegou ao auge de popularidade durante o arranque da Playstation 3 nos mercados mundiais, mas é dos poucos que prevalece no mercado e parece estar de boa saúde (e quem o joga também).

Desde 2009 que a Ubisoft tem lançado um jogo por ano e, em 2020, tal não é exceção, num título com 40 faixas disponíveis. No entanto, há muito mais por onde escolher, caso subscrevam o Just Dance Unlimited, serviço de assinatura do jogo cujo contém mais de 600 músicas por onde escolher.

Juntamente com este Just Dance 2021, vem um mês grátis para testar esse mesmo serviço. Se tiverem a intenção de continuar, podem assinar por 24 horas (2,99€), um mês (3,99€), três meses (9,99€) ou um ano (24,99€). Posto isto, a melhor opção é a de um ano em detrimento das outras, visto que caso queiram jogar com regularidade sem restrição, é a que compensa mais, de longe.

O propósito do jogo é muito simples: meter quem está a jogar a mexer-se e a tentar dançar em troca de pontos. Para isso, basta seguir os movimentos que vão aparecendo em pictogramas no rodapé do lado direito, enquanto que, no centro do ecrã, aparecem avatares a dançá-los, de forma a associar as imagens aos movimentos em si. Não é particularmente fácil acertar à primeira, ou à segunda, mas com o treino tudo acaba por ir ao sítio. No que toca à eficácia de movimentos, depende do que usarem para os seguir. Neste jogo há três opções: via câmara, via controlos Playstation Move ou via smartphone (com a app Just Dance Controller).

Usando o smartphone (que é o meu caso por não ter nenhuma das outras opções), apesar de tentar fazer a dança o mais fiel possível ao pedido, os pontos atribuídos prendem-se apenas com os movimentos da mão direita, acabando por haver um bocado de desleixo. A nível ergonómico, não é a melhor experiência, ainda pior se tiverem um smartphone grande tipo o meu (iPhone XS Max). Para além disso, correm o risco de largar o smartphone num movimento a alta velocidade, que é idêntico a atirar o smartphone voluntariamente contra uma parede ou para o chão – o resultado não vai ser bom. Para além disso, a bateria descarrega num instante.

As outras duas opções para seguir os movimentos feitos nas danças, apesar de não ter testado, parecem-me muito melhores. Podem, por exemplo, utilizar dois Playstation Move em simultâneo, exigindo, assim, o movimento correto das duas mãos. E são mais ergonómicos.

Já usando a câmara, é possível pontuar usando o corpo todo. Porém, e segundo o que li, a câmara VR da PS4 não tem uma captação de profundidade boa, logo duvido que a experiência seja fantástica em condições de fraca luminosidade. Posso confirmar que o velhinho Kinnect, da Xbox, faz melhor trabalho nessa área, visto que possuo o acessório e já o usei para muitas horas de jogo. O grande ponto positivo de jogar com câmara é não ter de segurar em nenhum acessório, que é o mais ergonómico que pode haver.

Em relação aos menus do jogo, não surpreenderam. Primeiramente porque, para entrar no mesmo, é preciso ter um dos acessórios conectados à PS4 e, no caso de ser o vosso smartphone, ficam restringidos de usar. Isto porque, ao fim de um tempo fora da app, desconecta e têm de voltar a conectar para continuar a jogar. Voltando aos menus, não são muito intuitivos e a organização das músicas não é a melhor.

A pontuação é atribuída de acordo com a precisão posicional e de trajetória de movimentos, bem como o seu timing. A pontuação varia entre 0 e 13333 (número que não faz sentido nenhum) e a soma que é feita ao longo da música depende no número de movimentos Perfect, Super, Good e Ok. Às vezes o ecrã fica dourado, durante o qual é possível fazer um movimento que vale o “Yeah” e dá uma quantidade maior de pontos.

Cada música de Just Dance 2021 apresenta anexado o nível de dificuldade (Easy, Normal, Hard, Extreme), havendo algumas com coreografias ajustadas a dois níveis de dificuldade distintos, oferecendo, assim, mais do que uma opção para quem for mesmo fã da música em causa. Algumas músicas têm modo Sweat, que estima a quantidade de calorias perdidas enquanto se dança determinada música. No entanto, não há nenhuma forma precisa de fazer essa medição, logo deve ser estimado com base no ritmo e dificuldade.

No que toca a modos de jogo, dá para jogar sozinho; em Battle, onde há competição para fazer mais pontos que o adversário; e em cooperativo, onde a pontuação final é a dos dois jogadores combinada. Em relação ao número de jogadores, pode ir até seis, fazendo deste o jogo perfeito para festa com família ou amigos. O facto de ter secção para crianças ainda torna o jogo mais inclusivo, mas cuidado, pois tem a “Baby Shark” nas opções.

Tem ainda a secção de playlists, onde podem criar a vossa, definindo um grupo de músicas que querem dançar e, dessa forma, vêm todas seguidas. Se tiverem uma temática em mente, podem optar por escolher uma playlist pré-definida. Outra característica que tem é músicas com letras, onde é possível dançar e cantar em simultâneo. As letras aparecem em rodapé no canto inferior oposto a onde aparecem os passos de dança, no entanto, o tamanho da letra podia ser maior.

No geral, é um jogo divertido e, sendo fã de Singstar (infelizmente já foi descontinuado), não tenho dúvidas nenhumas que anima qualquer festa, apesar de, nesta altura, não dar bem para comprovar isso. Just Dance 2021 perde um bocado pela confusão que é a interface dos menus e o facto de só dar para navegar no jogo com o smartphone conectado (no caso não ter acessórios). Podia também ter mais músicas icónicas, apesar de ganhar por ter uma boa diversidade cultural.

Creio que, por ser muito específico, não é um jogo para toda a gente, apesar de qualquer pessoa poder jogar, mesmo que seja um pé de chumbo autêntico. Não cheguei a comprar câmara para a PS4, por saber que a qualidade da mesma é duvidosa, mas vou investigar sobre a nova câmara para a PS5, que espero que seja tão boa (pelo menos) como o Kinnect.

Caso tenham interesse em aulas de aeróbica e zumba sem gastar dinheiro ou perder tempo em ginásios enquanto se divertem, este jogo é perfeito para vocês, mas aconselho a comprarem acessórios próprios ou câmara, porque com smartphone a experiência não é tão boa.

Nota: Não houve feridos a testar este jogo, exceto um smartphone a cair ao chão e a partir a película de vidro. Cuidado caso joguem numa divisão sem carpete, pois com a transpiração, o chão tende a ficar escorregadio. Ui, e se vão transpirar…

Nota: Muito Bom

Disponível para: Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Ubisoft.

Novo serviço dos CTT garante entrega no dia seguinte em vários países

O serviço Expresso Internacional Premium consiste no envio de documentos e mercadorias até 30kg.

reclamações

Os CTT – Correios de Portugal acabam de lançar um novo serviço de entrega expresso no dia seguinte em vários destinos internacionais. Chama-se Expresso Internacional Premium e consiste no envio de documentos e mercadorias até 30kg, por via aérea, com origem em Portugal, para praticamente todos os Países e territórios do mundo, para mais de 220 destinos.

Os CTT oferecem também este serviço para entrega no dia seguinte para mais de 20 países da Europa e Norte de África: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Eslováquia, Eslovénia, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Kosovo, Luxemburgo, Marrocos, Noruega, Polónia, Reino Unido, República Checa, Sérvia, Suécia, Suíça e Turquia.

Sendo que este serviço vem reforçar a oferta expresso dos CTT, diz aquela empresa que, atualmente, tem “a oferta mais completa do mercado ibérico”.

As várias temporadas dos Gato Fedorento vão estar na OPTO

Contudo, somente deverão figurar no serviço de streaming os programas que foram originalmente exibidos pela SIC.

Gato Fedorento

Corria o ano de 2003 quando Ricardo de Araújo Pereira e Zé Diogo Quintela, na altura argumentistas nas Produções Fictícias, foram convidados para fazerem sketches humorísticos no programa O Perfeito Anormal, da SIC Radical . Algum tempo depois, Francisco Penim, então diretor da SIC Radical, convidou as duas personalidades para um programa independente. E já com Tiago Dores e Miguel Góis, foi assim que surgiram os Gato Fedorento.

Antes de se terem mudado para a RTP, os Gato Fedorento tiveram três temporadas na estação de Paço de Arcos: Série Fonseca, Série Meireles e Série Barbosa. Anos mais tarde, em 2008, regressaram à SIC, apresentando programas como Zé Carlos e Gato Fedorento Esmiúça os Sufrágios.

Ou seja, tudo isto para dizer que as várias temporadas dos Gato Fedorento vão estar disponíveis na OPTO, novo serviço de streaming da SIC. Contudo, essa disponibilização dos episódios somente deverá dizer respeito às séries originalmente emitidas pela SIC, pelo que programas como Diz que é uma espécie de Magazine não deverão constar do catálogo do serviço.

E numa altura em que os Gato Fedorento já não existem, sabe-se que Ricardo Araújo Pereira, o mais conhecido do grupo, terá conteúdos exclusivos na OPTO, com vários sketches originais, além dos programas das duas vagas de Isto é gozar com quem trabalha.

Em relação a outros programas de humor, está prometido para o dia de estreia da OPTO o documentário exclusivo sobre o histórico episódio final, em maio, de Como é que o Bicho Mexe, de Bruno Nogueira, que conquistou as redes sociais durante o confinamento, e que agora voltou.

moey! vai passar a cobrar comissão de substituição do cartão virtual

Mas atenção que esta situação diz somente respeito ao cartão virtual gerado pela própria aplicação.

Quando um utilizador abre uma conta na moey!, fica logo com acesso a um cartão de débito virtual. Afinal de contas, sendo este um banco 100% digital, é perfeitamente natural esta situação. O cliente nem sequer é obrigado a encomendar um cartão físico, podendo somente utilizar a moey! para compras online.

Se for esse o vosso caso, e se, por algum motivo, quiserem substituir o vosso cartão virtual, saibam que, a partir do dia 15 de janeiro de 2021, a moey! passará a cobrar uma comissão de 2€ por essa mesma substituição.

“Vamos introduzir esta comissão para o caso do cartão virtual ser substituído na sequência de um cancelamento que não seja motivado por fraude, roubo, apropriação indevida, utilização abusiva e/ou segurança do cartão, defeito do cartão ou falha ou avaria do sistema informática”, lê-se num aviso publicado na app.

Porém, a moey! garante que a conta em si continua a não ter qualquer custo de manutenção e que o cartão virtual que utilizam para compras também continua a ser gratuito.

Atenção: esta alteração diz respeito somente ao cartão de débito virtual gerado pela própria app. Se, por acaso, tiverem cartão físico e o adicionarem ao MB Way, aí poderão gerar cartões virtuais à vontade, tal como acontece com outros bancos.