Xiaomi vai abrir uma Mi Store em Leiria

Será a primeira loja oficial da Xiaomi no distrito.

Mi TV

A Xiaomi bem avisou que iria começar a expandir-se no centro do país. Esta sexta-feira, dia 7 de maio, é inaugurada a a 10ª loja oficial da marca em Portugal, neste caso no Fórum Coimbra. Terá 85m2 e vários produtos de qualidade que a marca já nos vem habituando.

Mas esta não é a única inauguração prevista para este mês. Ficámos hoje a saber que uma Mi Store vai também ser inaugurada no LeiriaShopping já no próximo dia 14 de maio.

O espaço ficará localizado no Piso 0 e terá, como seria de esperar, smartphones, gadgets, televisores inteligentes e robôs aspiradores, entre outros.

Em comunicado, o LeiriaShopping refere ainda que haverá um passatempo na página de Instagram daquele centro comercial, que vai permitir que três clientes possam ganhar um vale de 500€ cada para gastar na nova loja da Xiaomi.

Com a abertura em Leiria, a marca chinesa passará a contar com um total de 11 lojas oficiais no nosso país.

Oficial: Concerto de Andrea Bocelli em Coimbra vai mesmo acontecer já em junho

A promotora Memories of Tomorrow deu a boa notícia nas redes sociais.

Agora que praticamente todo o país está desconfinado, ainda que, por estes dias, tenhamos de manter o distanciamento físico e a obrigatoriedade do uso de máscaras, a vida parece, aos poucos e poucos, ir retomando a sua normalidade. E com isto, podemos voltar a fazer aquelas coisas que todos adoramos: ir almoçar/jantar fora, visitar museus, ir ao cinema e até ir a concertos.

No entanto, falando especificamente da área da música, ainda é um momento delicado, pois num país que recebe tantos artistas e bandas estrangeiras, muitos festivais e concertos têm vindo a ser adiados para 2022. Afinal de contas, acaba por não ser lucrativo fazer digressões onde os espaços que recebem espetáculos não podem operar no total da sua capacidade.

Para junho, está previsto a realização do concerto de Andrea Bocelli, no Estádio de Coimbra. Este concerto, recorde-se, tinha sido no ano passado, passando do dia 4 de julho de 2020 para 26 de junho de 2021. Pois bem, e numa altura em que praticamente todos os portadores de bilhetes esperavam o adiamento do evento – afinal de contas, trata-se de um concerto que levará milhares de pessoas ao Estádio de Coimbra -, eis que a promotora Memories of Tomorrow acaba de confirmar que o espetáculo irá mesmo realizar-se na data prevista.

“O concerto de Andrea Bocelli está confirmado, com aprovação da Direção-Geral da Saúde. Todas as medidas de segurança e recomendações serão cumpridas. Em breve, mais informações sobre as condições de realização do concerto”, diz a MOT numa publicação na página oficial de Facebook.

Acaba por ser compreensível que a DGS permita a realização deste espetáculo. Afinal de contas, falamos de um concerto ao ar livre, onde é perfeitamente possível manter o distanciamento social. E não tendo a chamada “plateia em pé”, as pessoas acabam por não se misturar, ficando sentadas no seu lugar, o que torna possível a vinda de Andrea Bocelli ao nosso país.

Em todo o caso, a promotora promete mais novidades para breve, pois ainda não se sabe como ficará definida a divisão do público que vai assistir ao espetáculo. E como ficará a lotação? Também é algo que desconhecemos.

Para os interessados, saibam ainda que os bilhetes continuam à venda.

Fitness Up abre ginásio na Póvoa de Varzim

O Fitness UP continua o seu plano de expansão.

Fitness Up Póvoa de Varzim

Depois de ter chegado a Setúbal no passado mês de abril, eis a que a Fitness Up, tal como tinha prometido, seguiu viagem para outras localidades. Agora, a marca vai inaugurar no próximo sábado, dia 8 de maio, o 24º clube em Portugal, neste caso na Póvoa de Varzim.

O espaço de mais de 2.500 m2, que agora alberga um dos clubes mais cool do país, nasce da requalificação de um edifício devoluto que, em tempos, foi uma antiga serralharia dos anos 60. Hoje ganhou vida num investimento que ascende aos 1.2 milhões de euros.

O Fitness UP Póvoa de Varzim pretende inspirar e motivar a um estilo de vida saudável através de equipamentos de última geração, serviços personalizados de Nutrição, Personal Training e Massagens, zona de cardio, musculação, treino funcional, pista de sprint, estúdio dinâmico, ringue para desportos de combate, zona social e para aulas virtuais, design vanguardista, ambiente seguro e uma campanha de abertura de preços a partir de 3,90€ por semana.

À imagem de todos os ginásios Fitness UP, também a nova unidade cumpre um protocolo de higiene que assegura a implementação e cumprimento de regras para evitar riscos de contágio e permitir a total fruição do espaço por parte dos sócios. Obrigatoriedade de desinfeção das mãos e medição da temperatura à entrada, higienização obrigatória dos materiais e espaços antes e após cada utilização, uso obrigatório de máscara em espaços comuns, inativação de algumas estações de treino para garantir o distanciamento, disponibilização de álcool gel em vários pontos ao longo dos espaços e renovação do ar dos ginásios, pelo menos, dez vezes por hora, são algumas das medidas.

O ginásio funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 21h; ao sábado, das 8h às 19h; e ao domingo, entre as 9h e as 13h.

Para este ano, a Fitness Up quer ainda inaugurar ginásios em Ovar, Montijo, Santo António dos Cavaleiros, Valongo, Miraflores, Carcavelos, Gondomar e Lisboa.

Aqui estão as primeiras imagens de House of The Dragon

Vai estrear na HBO Max em 2022, plataforma que vai chegar ainda este ano a Portugal.

House of The Dragon imagens

Já muito se falou em House of The Dragon, a prequela da popular série Game of Thrones. Já sabíamos que tem data de estreia agendada na HBO Max para 2022, já conhecíamos algumas das caras, mas faltavam-nos imagens. Pois bem, eis que finalmente temos um primeiro olhar a esta nova produção.

Baseada em Fire & Blood, de George R.R. Martin, a série, que se passa 300 anos antes dos acontecimentos de Game of Thrones, conta a história da Casa Targaryen.

O elenco inclui:

  • Emma D’Arcy como Princesa Rhaenyra Targaryen: A filha primogénita do rei, que tem sangue valiriano puro e é uma cavaleira de dragões. Muitos diriam que Rhaenyra nasceu com tudo… só não nasceu homem;
  • Matt Smith no papel de Príncipe Daemon Targaryen: O irmão mais novo do Rei Viserys e herdeiro do trono. Guerreiro incomparável e cavaleiro de dragões, Daemon possui o verdadeiro sangue do dragão. Mas dizem que sempre que um Targaryen nasce, os deuses lançam uma moeda ao ar…;
  • Steve Toussaint como Lord Corlys Velaryon, “The Sea Snake”: Líder da Casa Velaryon, uma linhagem valiriana tão antiga quanto a Casa Targaryen. Como “The Sea Snake”, o mais famoso aventureiro náutico da história de Westeros, Lord Corlys transformou a sua casa numa sede poderosa que é ainda mais rica do que a dos Lannisters e que afirma ter a maior armada do mundo;
  • Olivia Cooke no papel de Alicent Hightower: A filha de Otto Hightower, a Mão do Rei, e a mulher mais bonita dos Sete Reinos. Foi criada na Fortaleza Vermelha, perto do rei e do seu círculo mais íntimo, e possui uma elegância refinada e uma aguçada perspicácia política;
  • Rhys Ifans como Otto Hightower: A Mão do Rei, Ser Otto é um servo leal e fiel do seu rei e reino. Na opinião de Otto, a maior ameaça ao reino é o irmão do rei, Daemon, e a sua posição de herdeiro do trono.

House of The Dragon é realizada por Clare Kilner, Geeta V. Patel e Greg Yaitanes, também ele co-produtor executivo.

A Gamescom vai regressar num formato 100% digital este verão

Vamos poder assistir a todas as novidades dos videojogos a partir das nossas casas.

Gamescom 2021

Depois do sucesso do teste do ano passado, em alternativa a um evento físico que foi cancelado devido à pandemia global da COVID-19, a Gamescom volta em 2021 com o formato digital.

A novidade foi avançada por Geoff Keighley, que vai voltar também enquanto produtor e anfitrião do Opening Night Live, que será o palco de novidades, revelações, atualizações e, claro, muitos trailers, no dia 25 de agosto.

https://x.com/geoffkeighley/status/1389927863013445632

Além desse momento, a Gamescom 2021 vai também apostar na cena indie e irá contar com hubs online comunitários, dedicados a várias apresentações, conferências, reuniões e atividades digitais, para os participantes e parceiros da Gamescom.

A organização promete mais novidades até à data do evento, mas podem descobrir mais sobre a Gamescom na sua página oficial.

Surgem as primeiras imagens da Parte 2 de Lupin

A Netflix ainda não divulgou um dia fixo para a data de estreia desta segunda parte de Lupin.

Parte 2 Lupin

Começámos por saber, em janeiro passado, que a Parte 2 de Lupin iria contar com cinco episódios, tendo estreia prevista algures para o verão. Já em março recebemos um primeiro teaser. Agora, é a vez de nos contentarmos com primeiras imagens desta segunda parte.

Nesta Parte 2, o protagonista Omar Sy estará acompanhado de Hervé Pierre, Nicole Garcia, Clotilde Hesme, Ludivine Sagnier, Antoine Gouy, Shirine Boutella e Soufiane Guerrab.

Criada por George Kay, em colaboração com François Uzan, e produzida pela Gaumont Télévision, esta série original francesa da Netflix apresenta-nos uma versão contemporânea do famoso ladrão fictício Arsène Lupin.

Os primeiros dois episódios serão realizados por Ludovic Bernard, ao passado que Hugo Gélin ficará encarregue de realizar os restantes.

Futurama. Há um novo projeto cultural e artístico no Baixo Alentejo

Novo projeto de John Romão arranca este mês na sub-região do Baixo Alentejo.

Futurama

Promover a coesão territorial, a descentralização da oferta cultural contemporânea, corrigindo o desequilíbrio do seu acesso através de uma programação inspirada no capital cultural, natural e humano alentejano. Assim é o Futurama, Ecossistema Cultural e Artístico do Baixo Alentejo, apresentado publicamente na passada sexta-feira em Beja.

Com início marcado para o presente mês de maio, o novo projeto do encenador, programador cultural, curador e diretor artístico John Romão propõe uma sinergia entre os municípios de Beja, Castro Verde, Mértola e Serpa, criando um inovador ecossistema cultural, artístico e colaborativo. Fá-lo através do desenvolvimento anual de uma programação enraizada no território e nas comunidades locais, dedicada à experimentação e à transdisciplinaridade.

Procurando criar novos espaços de interação e inclusão, fomentando a cidadania e a igualdade, o Futurama propõe um cruzamento intergeracional, incluindo comunidades com idades e conhecimentos diversos.

No sentido de reforçar a vertente colaborativa interdisciplinar e interregional do Futurama, todos os anos são convidados quatro programadores associados, de diferentes áreas artísticas e geografias.

Em 2021, o desenvolvimento da programação do Futurama conta com a colaboração de Filipa Oliveira (Casa da Cerca, Almada / Artes Visuais), Luís Fernandes (gnration, Braga / Música e Arte Digital), Joana Gusmão & Nuno Lisboa (Apordoc, Lisboa / Cinema) e Rui Horta (O Espaço do Tempo, Montemor-o-Novo / Artes Performativas).

De maio a outubro, 10 artistas portugueses (Carla Filipe, Cláudia Martinho, Salomé Lamas, Diogo Tudela, Beatriz Dias & Francisca Manuel, Susana Santos Silva, Pedro Gil & Pedro Matos Soares e Cláudia Ribeiro) são convidados pelos quatro programadores associados em 2021 a desenvolver novas criações e investigações nos domínios das artes visuais, artes performativas, música, arte sonora, cinema e arte digital, inspiradas no capital simbólico, cultural, natural e humano do Baixo Alentejo.

O trabalho é feito em oito residências artísticas nos quatro municípios, que partem do cruzamento entre a experimentação contemporânea, as técnicas tradicionais, os recursos naturais e as comunidades criativas locais.

Já de junho a dezembro acontece o Cantexto, projeto que funde as palavras Cante e Texto e que surge da interseção entre o Cante Alentejano e a literatura contemporânea. Neste caso, o Futurama convida oito prestigiados autores portugueses (Gonçalo M. Tavares, Matilde Campilho, Tiago Rodrigues, Patrícia Portela, José Luís Peixoto e Valério Romão) a escrever para oito grupos corais (Os Ganhões de Castro Verde, Os Cantadores do Desassossego, Os Alentejanos de Serpa e outros a anunciar) da região do Baixo Alentejo.

Já a 22 de maio, 31 de julho e 23 de outubro acontecem as Constelações, onde se promovem diálogos entre as práticas culturais tradicionais e as práticas artísticas contemporâneas. Cada sessão convida o público a participar num encontro inédito que reúne um agente de uma prática cultural tradicional da região com um artista contemporâneo.

Call of Duty regressa com um novo jogo este ano pelas mãos da Sledgehammer

O estúdio confirmou estar de volta, mas não confirmou o tema do jogo.

Call of Duty WWII

Futuro, passado, presente, a série Call of Duty saltita de ano para ano entre eras e premissas históricas ou fictícias. Para já, não se sabe onde a série nos vai levar no próximo jogo, mas sabemos que será a algum sítio, já em 2021.

A Sledgehammer Games, o estúdio por detrás de jogos como Advanced Warfare e WWII (e que deu assistência os jogos mais recentes) está de regresso, chamado às responsabilidades na produção do próximo lançamento.

A informação foi confirmada por Geoff Keighley, diretamente da fonte, onde também ficámos a saber mais dois detalhes: será um jogo de nova geração e terá uma campanha, para além dos garantidos modos multijogador.

https://x.com/geoffkeighley/status/1389686415517097985

Já a Activision, aos seus investidores, confirma estes detalhes, dizendo que o jogo está a ser “desenhado para a experiência de nova geração” com “visuais incríveis” em três modos – campanha, multijogador e co-op -, com integração no atual ecossistema de Call of Duty, onde se encontra o Warzone.

Quanto ao tema do jogo, os rumores apontam para que voltemos à Segunda Grande Guerra, numa espécie de sequela a WWII. Mas para já, está tudo em segredo.

A 6ª Edição dos Prémios PlayStation Talents celebra-se num MODO PlayStation especial

A revelação dos vencedores acontece já hoje, pelas 18h30.

Prémios PlayStation Talents

É já hoje, 5 de maio, que acontece a cerimónia da 6ª Edição dos Prémios PlayStation Talents, mas de forma muito especial. O palco será o MODO PlayStation, que irá contar, como sempre, com uma transmissão no canal oficial da PlayStation Portugal, a partir da 18h30.

Nesta emissão, poderemos ficar a conhecer melhor os dez finalistas desta iniciativa de desenvolvimento de videojogos em Portugal (lista em baixo), com a ajuda de Diogo Valsassina, que irá mostrar cada um dos jogos presentes.

Neste episódio especial do MODO PlayStation, estará também presente Bruno Silva, coordenador do projeto Games for Good do IADE, e de Marta Carvalho, música, cantora e compositora, que se confessou fã de videojogos e nos falou sobre a importância da arte nesta área.

A 6ª Edição dos Prémios PlayStation Talents irá premiar os nomeados em oitocategorias distintas: Prémio Especial Games for Good para o jogo finalista que melhor incorpore temáticas de responsabilidade social no seu conceito; Jogo Mais Inovador; Melhor Arte; Melhor Utilização das Plataformas PlayStation; Melhor Jogo Infantil; Escolha da Imprensa; Melhor Jogo de Competição Online; Melhor Narrativa; e por fim o Melhor Jogo, que será entregue por Liliana Laporte e de Jorge Huguet, a Diretora Geral e o Diretor de Marketing da PlayStation Portugal e Ibéria, e das regiões do Mediterrâneo, Adriático e Balcãs.

O grande vencedor desta edição dos Prémios PlayStation Talents irá ajudar a equipa de desenvolvimento a lançar o jogo na PlayStation 4, juntamente com 10 mil euros de apoio, um espaço físico em Lisboa para o desenvolvimento do jogo durante 10 meses, acesso a dev-kits PS4 e terão direito ainda a uma campanha de marketing nos canais oficiais da PlayStation avaliada em 50 mil euros.

Desde a primeira edição dos Prémios PlayStation Talents, já foram premiados vários projetos atualmente em desenvolvimento, como KEO e Back Then, o jogo Out of Line que será lançado em breve e o já disponível Strikers Edge.

Nurishh. Chegou ao mercado a alternativa 100% vegetal ao queijo

Uma novidade que é pensada para todos os tipos de dietas.

Nurishh

Cada vez mais as famílias portuguesas procuram fazer uma alimentação equilibrada, aumentando o consumo de frutas, legumes e de produtos de origem 100% vegetal, que consomem em paralelo com lacticínios. É este o perfil alimentar de um consumidor que segue a dieta flexitariana.

Aliás, esta é a dieta que mais cresce em Portugal, representando já 7% do total de compradores. Tendo isto em conta, eis que a Bel acaba de lançar no nosso país a Nurishh, marca de produtos 100% de origem vegetal com um propósito em linha com as aspirações do consumidor flexitariano.

Trata-se de uma alternativa 100% vegetal às típicas fatias de queijo, sendo produzida numa fábrica em Saint-Nazaire, França. Aqui também existem fatias, o twist é que são 100% feitas de origem vegetal. E sim, além de nutritivas e versáteis, prometem ser saborosas.

Estão disponíveis em dois sabores – Original e Cheddar -, sendo que estes produtos incluem apenas aromas e corante naturais, sendo ricos em cálcio e vitamina B12. Além disso, toda a gama é certificada com o selo V-Label como produto vegetariano e vegano e, naturalmente, isento de lactose e glúten.

Cada embalagem de 160 gramas está disponível nas grandes superfícies com um PVP de 2,69€. O preço pode variar de supermercado para supermercado, sendo que há também que ter em atenção as promoções que forem surgindo.

Em breve, espera-se que a marca também lance outros formatos, como “queijo” ralado, à semelhança do que acontece em Espanha.

Novo passatempo dos cereais Fitness Nestlé oferece 70 auriculares da Sony

O passatempo está a decorrer até 4 de julho.

passatempo cereais Fitness

Há um novo passatempo pensado para todos aqueles que praticam desporto por prazer ao ritmo da música. Desta vez, a iniciativa surge por parte da Nestlé, com os seus cereais Fitness, estando a oferecer auriculares Sony desenhados para a prática desportiva. Há um total de 70 auriculares que serão oferecidos, sendo atribuído um prémio por dia.

O modo de participação na promoção é simples. Basta comprarem uma embalagem promocional dos Cereais Fitness Original 375g ou 625g, entrar no site criado para o efeito, inserir a palavra-passe disponível na embalagem (encontram impressa na parte de trás, é uma palavra-chave com 10 letras), preencher os dados e submeter o talão de compra (têm de guardar o talão pois servirá como prova de elegibilidade caso ganhem o prémio). Saberão logo no momento se ganharam os auriculares ou não.

Se forem os vencedores, saibam que irão receber em casa os auriculares Sony WF-SP800N, que encontram atualmente no KuantoKusta por 99€.

Canal Casa e Cozinha chega à Vodafone

“Casa”, “decoração” e “cozinha” são os três pilares em que assenta a programação do Casa e Cozinha.

Canal Casa e Cozinha

Um ano depois de ser lançado em Portugal, o canal Casa e Cozinha alarga a sua distribuição integrando a oferta do serviço de televisão da Vodafone. E é já a partir desta quinta-feira, dia 6 de maio, na posição 130 da grelha em VBox e na posição 205 na TV BOX HD.

Assim, programas como A Nossa Cozinha, Pastelaria para Todos, Cozinhamos Contigo, Property Brothers:Forever Home, com os famosos Irmãos Scott, Segredos de Beleza ou Personaliza a tua Casa passam agora a ser vistos em mais uma operadora no mercado nacional, além da NOS.

“Casa”, “decoração” e “cozinha” são os três pilares em que assenta a programação do Casa e Cozinha, que pretende agradar a todos os apreciadores destas temáticas, dando ideias de forma prática, criativa, útil e familiar.

O Casa e Cozinha assume-se como um canal de lifestyle com conteúdos diversificados e ideias criativas sobre decoração, culinária, moda, beleza, viagens e bem-estar. Entre várias produções internacionais conduzidas por personalidades aclamadas em cada uma das diferentes áreas, encontram-se várias produções originais portuguesas que destacam profissionais e especialistas nacionais.

Luís Franco-Bastos disponibiliza solo de stand-up comedy Consciente no YouTube

Podem contar com uma hora de espetáculo.

Estávamos em dezembro de 2018 quando o humorista Luís Franco-Bastos anunciou Consciente, o seu novo solo de stand-up comedy. Depois de Papel Químico (2009), Imposto Sobre o Humor Acrescentado (2012), Roubo de Identidade (2014) e Voz da Razão (2016), o humorista começou a apresentar o seu quinto solo de comédia em janeiro do ano seguinte.

Como é habitual no meio, os humoristas tendem a escolher uma data numa determinada cidade para procederem à gravação do espetáculo, com o objetivo de o disponibilizar futuramente no YouTube ou noutra plataforma. Neste caso, a gravação de Consciente aconteceu em janeiro de 2020, quando Luís Franco-Bastos subiu ao palco do Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Um ano e quase quatro meses depois, eis que este solo de comédia é disponibilizado gratuitamente no YouTube. Podem contar com uma hora de espetáculo, devidamente editado para a Internet, e onde o humorista distorce uma série de temas abordados para que possam, na verdade, ser melhor compreendidos.

Mr. Corman, nova série da Apple TV+ com Joseph Gordon-Levitt, já tem data de estreia

Mr. Corman é criada, realizada e protagonizada por Joseph Gordon-Levitt, que também serve de produtor executivo na série.

Mr. Corman

Há uma nova série de comédia a caminho da Apple TV+, com estreia prevista para agosto. No dia 6 desse mês, chega ao serviço de streaming da Apple a nova produção Mr. Corman.

A série leva-nos a seguir o dia-a-dia de Josh Corman (Joseph Gordon-Levitt), um músico de mão cheia, mas que não faz carreira na música. Ao invés disso, dá aulas numa escola pública. Com ele vive Victor, amigo do liceu, que veio ocupar o “lugar” de Megan, ex-noiva de Corman. O artista vive os seus dias em pleno estado de ansiedade, solidão e, basicamente, acha-se uma pessoa desinteressante.

Pela descrição, nota-se que esta é uma comédia pensada para os jovens na casa dos 30 anos de idade: uma geração cheia de boas intenções, mas pobre monetariamente falando.

Mr Corman é descrita como uma comédia com humor ácido, abordando os medos e preocupações contemporâneos na vida adulta, mas que promete tocar-nos no coração.

Na série estão ainda nomes como Arturo Castro, Debra Winger, Bobby Hall a.k.a. Logic, Alexander Jo, Juno Temple, Jamie Chung, Shannon Woodward e Hector Hernandez. Mr Corman marca o regresso de Joseph Gordon-Levitt à TV, que cresceu no pequeno ecrã graças a vários papéis em múltiplas séries, onde se destaca o seu desempenho em 3rd Rock from the Sun.

Apesar de ser criada e realizada por Joseph Gordon-Levitt, que também serve de produtor executivo na série, Mr Corman não é uma estreia na realização para Levitt. Em 2013 realizou o filme Don Jon, onde também foi o protagonista.

Metz regressam a Portugal no próximo ano

O trio canadiano dará dois concertos: um no Porto e outro em Lisboa.

Já deram concertos explosivos em Portugal e, como tal, deixaram saudades. Falamos dos Metz, que regressam ao nosso país em 2022.

O trio canadiano estará de volta para apresentar o mais recente disco, Atlas Vending, lançado em outubro de 2020. Este trabalho transporta-nos para novos territórios de dinâmicas sonoras, melodias imperfeitas e ritmos carregados de suor, mas sem estes deixarem de explorar temas de crescimento e amadurecimento num formato tipicamente suspenso na juventude.

Os concertos acontecem a 17 e 18 de abril do próximo ano, no Hard Club, no Porto e no LAV, em Lisboa, respectivamente. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais, custando 20€ cada.

A abertura da noite fica a cargo dos Psychic Graveyard.

Crítica – The Mitchells vs. The Machines

The Mitchells vs. The Machines pode não ter o título mais catchy de sempre, mas é definitivamente um dos melhores filmes de animação dos últimos anos.

The Mitchells vs. The Machines

Sinopse: “A jovem Katie Mitchell (Abbi Jacobson) embarca numa viagem com os seus pais, irmão mais novo e cão querido para começar o seu primeiro ano no curso de cinema. Mas os planos de fortalecerem laços como família são rapidamente interrompidos quando os dispositivos eletrónicos de todo o mundo ganham vida para gerar uma revolta. Com a ajuda de dois robôs amigáveis, os Mitchells devem agora unir-se para salvarem-se uns aos outros – e ao planeta – da nova revolução tecnológica.”

Quando se trata de decidir se adiciono um determinado filme à minha watchlist, considero vários fatores. Desde género e sinopse até elenco, realizadores e argumentistas, por vezes basta um nome familiar para me convencer a dar uma oportunidade a esse filme. Produtores e/ou executivos estão longe de serem remotamente influentes neste tipo de decisão. No entanto, Phil Lord e Christopher Miller realizaram/escreveram/produziram alguns dos meus filmes de animação favoritos da última década (The LEGO Movies, Spider-Man: Into the Spider-Verse), logo obviamente necessitava de assistir a The Mitchells vs. The Machines, conhecido em tempos como Connected. Mike Rianda tem a sua estreia como realizador, argumentista e ator (dá a voz a Aaron Mitchell, o filho), acompanhado por Jeff Rowe, o outro escritor.

2021 está a tornar-se para ser um ano fenomenal ao nível do cinema. Pelo menos, começa dessa maneira. Adorei em absoluto Soul e Wolfwalkers, mas se este filme da Sony Pictures Animation tivesse saído no ano passado, não tenho a mínima ideia de qual colocaria mais alto no meu Top 10. Rianda e Rowe entregam um argumento brilhantemente original, repleto com personagens incrivelmente relacionáveis e temas muito bem tratados. Não me recordo da última vez que ri em voz alta ao assistir a um filme animado sozinho. Todas as piadas sobre tecnologia são hilariantemente inteligentes, gozando com comportamentos humanos ridículos – mas realistas – sobre defeitos, baixa velocidade e até mesmo falta de Wi-Fi. Chorei de tanta gargalhada, mas também estive perto de soltar algumas lágrimas devido à narrativa principal.

Começando com a protagonista, Katie Mitchell. Como uma jovem com o sonho de se tornar uma cineasta, a personagem de Abbi Jacobson segue um arco bem conhecido sobre não ter amigos, ser considerada “a esquisita” e ter pais – neste caso, mais a figura paterna – que simplesmente não entendem quem ela é, do que ela gosta, ou as razões pelas quais ela adora tanto algo que eles simplesmente não percebem. Embora seja verdade que este enredo não é exatamente novo, não significa que não seja cativante e emocionalmente poderoso quando escrito e desenvolvido eficientemente. Rianda e Rowe fazem de Katie uma personagem extremamente relacionável de uma maneira tão real que é mais difícil não criar uma conexão com a mesma do que o contrário.

Todos nós já nos sentimos deixados de lado ou sozinhos pelo menos uma vez nas nossas vidas. Obviamente, como partilho exatamente a mesma paixão que Katie, é mais fácil para mim sentir precisamente o mesmo que ela quando descobre novos amigos com quem pode falar sobre a arte que mais ama. Ainda não tenho um círculo de amigos com quem me possa encontrar diariamente (fisicamente) para discutir as últimas notícias sobre cinema ou filmes recém-lançados, logo a jornada de Katie tem um impacto mais significativo em mim do que poderá ter em outros espectadores. No entanto, não precisa de ser sobre arte ou um assunto específico. Numa análise geral, Katie sente-se sozinha e deseja seguir os seus sonhos, mas não se sente apoiada pelo seu pai, Rick Mitchell (Danny McBride).

The Mitchells vs. The Machines

Um dos aspetos mais convincentes de The Mitchells vs. The Machines é o facto de Rick e Katie partilharem o mesmo arco – apenas vão em direções diferentes. Enquanto que Katie sente que sair de casa e ir embora para sempre é a melhor solução para todos os seus problemas, Rick acredita que a sua permanência com a família é o caminho mais seguro, um que não contém desilusões e expetativas estragadas que poderiam magoá-la emocionalmente – algo que Rick aprendeu com o seu passado, daí a necessidade de ser excessivamente protetor da sua filha a todo custo. Uma vez que estão em lados opostos do espetro, discussões constantes, mentiras e comentários dolorosos vão afastando-os, levando a uma história maravilhosamente escrita sobre família, amor, amizade e compreensão mútua.

A mãe de Katie, Linda Mitchell (Maya Rudolph), e o seu irmão, Aaron Mitchell (Rianda), servem mais como gatilhos para conversas sinceras com as duas personagens principais, mas também têm a sua própria “viagem” pessoal. Ao passo que Linda sente ciúmes dos seus vizinhos perfeitos do Instagram e envergonhada por mostrar as suas fotos de família, Aaron lida com o seu amor bizarro por dinossauros de uma maneira mais leve e engraçada do que o arco dramático de Katie. Ambas as histórias carregam as suas próprias mensagens adoráveis para transmitir ao público, mas a relação de confronto entre Katie e Rick incorpora questões sensíveis que muitas famílias um pouco por todo o mundo nem chegam a encontrar solução.

Outra caraterística notável deste argumento é como Rianda e Rowe nunca tomam uma posição definitiva sobre qualquer tema. Tentam sempre seguir uma das principais mensagens do filme e apresentar bons pontos para ambos os lados do conflito. Por exemplo, The Mitchells vs. The Machines pode facilmente ser mal interpretado como um ataque à Internet e à tecnologia em geral, mas todos os diálogos são excecionalmente equilibrados. Apesar de comentários existirem sobre o uso do nosso smartphone à mesa de jantar ou durante momentos familiares, bem como o tempo excessivo de ecrã e a dependência excessiva das redes sociais, também se aborda o potencial da nova tecnologia, que pode dar origem a autênticas obras de arte inspiradoras, motivacionais e influentes. Afinal de contas, sem tecnologia os sonhos de Katie seriam totalmente diferentes.

Passando para os elementos mais técnicos do filme, é impossível não comentar o novo estilo de animação. Into the Spider-Verse foi um filme experimental e o seu sucesso pode ter mudado o futuro da animação para sempre. A mistura de uma abordagem mais ilustrativa e desenhada à mão com outra focada no realismo CGI visto na maioria dos filmes de hoje em dia oferece – assim como o próprio filme – um equilíbrio perfeito entre os dois estilos supostamente opostos. Esta mistura permite manter a expressividade e o nível de detalhe extremo do método clássico, mas também o ambiente realista do design 3D/CGI. As sequências de ação são extraordinariamente enérgicas, entusiasmantes e bem impressionantes, no mínimo.

The Mitchells vs. The Machines

A soundtrack do filme (banda sonora de Mark Mothersbaugh) está no ponto, elevando dezenas de cenas com excelentes escolhas musicais que a maioria dos espectadores já nem se recordava. Edição requintada (Greg Levitan) e excelente trabalho de voz de todo o elenco. Não consigo encontrar um único problema com este filme e ficaria extremamente surpreendido – e desapontado – se não se tornar num dos favoritos na próxima temporada de prémios. Crianças e adultos vão divertir-se tremendamente com este filme de ritmo rápido e altamente entretido, enquanto recebem algumas lições de vida valiosas ao longo do caminho. E quem sabe? Talvez este filme inspire famílias a fazer aquela viagem que planeiam há anos…

The Mitchells vs. The Machines pode não ter o título mais catchy de sempre, mas é definitivamente um dos melhores filmes de animação dos últimos anos. Com uma mistura deslumbrante de dois estilos de animação – que podem impactar o futuro deste tipo de filme – Mike Rianda e Jeff Rowe entregam uma história emocionalmente ressoante sobre família, amor e, mais explicitamente, colocarmo-nos no lugar de outras pessoas.

Com personagens incrivelmente relacionáveis, o argumento notavelmente bem escrito atinge um equilíbrio perfeito em todos os tópicos que aborda, apresentando argumentos para ambos os lados sem nunca definir algo como certo ou errado. Os arcos de personagem podem seguir linhas narrativas bem conhecidas, mas a escrita excecional eleva todas as jornadas pessoais, especialmente as de Katie e Rick, filha e pai.

Possuindo um trabalho de voz excelente de todos os envolvidos, a narrativa de ritmo rápido também contém sequências de ação impressionantes e tão coloridas que saltam do ecrã, cheias de energia, emoção e escolhas fantásticas de músicas. É um daqueles filmes incomuns onde não consigo encontrar uma única falha. Uma obra imperdível e hilariante tanto para crianças como para adultos.

The Mitchells vs. The Machines está disponível na Netflix.

Censos 2021 originaram cerca de 18 reclamações por dia

De 19 de abril até 3 de maio, chegaram ao Portal da Queixa mais de 270 reclamações dirigidas ao INE. Portugueses apontam falhas no sistema.

Censos 2021 reclamações

O prazo preferencial para responder aos Censos 2021 pela Internet terminou esta segunda-feira (3 de maio), marcando o fim da primeira fase de resposta aos inquéritos do Instituto Nacional de Estatística (INE) que abrangem mais de seis milhões de alojamentos. No dia 27 de abril, o INE já tinha recebido mais de 2,4 milhões de respostas, 92% das quais através da Internet, representando informação estatística sobre mais de cinco milhões de pessoas.

No entanto, segundo identificou o Portal da Queixa – com base nos dados registados pelos consumidores na sua plataforma -, a organização dos Censos 2021 apresentou alguns problemas.

Entre o dia 19 de abril e o dia 3 de maio, chegaram ao Portal da Queixa mais de 270 reclamações dirigidas ao INE, relacionadas com os Censos 2021, uma média de 18 reclamações por dia. A não receção da carta com os dados de acesso para o preenchimento online (83% das reclamações) e as dificuldades em aceder ao site (10% das queixas) são os principais motivos apontados pelos portugueses.

De referir que, a partir de 31 de maio, os recenseadores irão fazer uma segunda ronda pelos alojamentos que ainda não tenham respondido para tentar recolher mais respostas.

Análise – Retro Machina (PlayStation 4)

Explorem o futuro pós-apocalíptico através dos olhos de um robot que procura o seu lugar num mundo em decadência.

Retro Machina

Retro Machina é um excelente argumento para a necessidade de sermos constantemente originais. Com foco na ação e exploração, a aventura isométrica do nosso robô não procura reinventar o género ou criar uma experiência inovadora, mas apostar numa narrativa mais visual e num mundo muito mais extenso e interligado do que aparenta ser. No fundo, a Orbit Studio trouxe-nos o melhor de dois mundos e criou um videojogo que é divertido: tal como deveria ser. A originalidade, verdade seja dita, é superestimada.

A exploração é o foco de Retro Machina e podemos contar com várias zonas distintas, atalhos e até colecionáveis para descobrir ao longo das áreas extensas. O mundo abandonado, num estilo retro-futurista – inspirado por obras de ficção científica de 1950, como Forbidden Planet – é quase labiríntico e confuso devido aos caminhos alternativos e segredos que guarda nos seus corredores metálicos e exteriores verdejantes – que contrastam com as cidades e fábricas em decadência –, mas sentimos que esta expansividade é justificada pelas habilidades que o nosso robô pode desbloquear, como as botas propulsoras, que nos permitem saltar entre plataformas anteriormente inacessíveis.

Não estamos, no entanto, perante um metroidvania, apesar da minha descrição poder apontar nesse sentido. É certo que Retro Machina vive muito de atalhos e das suas zonas interligadas, muitas delas dependentes de chaves e de habilidades especiais, mas a sua estrutura aproxima-o mais de um RPG de ação isométrico. Acabamos por perceber, por exemplo, que é muito mais linear quando superamos a pressão esmagadora dos vários caminhos que encontramos na campanha, com a maioria a levar-nos em direção aos nossos objetivos principais. Se, no entanto, quiserem encontrar todos os segredos e colecionáveis, têm à vossa disposição um mapa de fácil leitura que identifica as zonas fechadas, as chaves que necessitam (como disquetes de várias cores) e os pontos de transporte. Infelizmente, o cansaço instala-se, não devido à variedade de zonas muito semelhantes a nível de design – com corredores extensos e arenas mais amplas –, mas sim à velocidade da personagem.

Apesar de não ser, na minha opinião, um dos focos de Retro Machina, o sistema de combate é funcional o suficiente para ser ocasionalmente desafiante. Com a possibilidade de desbloquearmos novos ataques, como uma onda de eletricidade e um escudo protetor, podemos enfrentar outros robôs – que se apresentam numa variedade satisfatória, contando ainda com bosses no final de cada zona – com a nossa chave inglesa para ataques rápidos. Podemos esquivar-nos, usar as botas propulsoras e até controlar outros robôs – uma das mecânicas mais versáteis do jogo – em combate, mas infelizmente as opções de personalização são poucas. Se o sistema de atributos permite que melhoremos os pontos de vida, ataque e energia do nosso robô, infelizmente não permite que desbloqueemos novas combinações para os golpes. Uma oportunidade perdida, mas em defesa de Retro Machina, sinto que o combate não a grande preocupação da produtora.

Retro Machina

Os quebra-cabeças, por outro lado, assumem-se mais como um dos destaques deste jogo de aventura isométrico. Mais uma vez, a Orbit Studio jogou pelo seguro e não tentou reinventar o formato dos seus puzzles, mas funcionam perfeitamente neste ambiente retro-futurista e, acima de tudo, utilizam de forma eficaz as suas mecânicas principais. Como mencionei anteriormente, o nosso robô tem a habilidade de controlar remotamente qualquer autómata que encontre no seu caminho. Com o clicar do L2, podemos selecionar o nosso alvo e controlá-lo através do analógico direito, juntamente com a possibilidade de utilizarmos a sua habilidade única através do R1. Os puzzles giram muito em torno do controlo e posicionamento deste autómatas, mas também da destreza do nosso robô em desafios mais físicos. Se, num primeiro instante, estamos a controlar uma aranha metálica através de túneis para acionarmos um interruptor, no próximo encontramo-nos numa passadeira rápida onde temos de navegar o nosso robô por uma sala repleta de lasers, à medida que o nosso ajudante metálico controla a velocidade da plataforma móvel. Os puzzles funcionam dentro de um espetro em que nunca se tornam demasiado complexos ou frustrante, mas sem nunca cair na tentação de serem demasiado fáceis e descartáveis. Por outras palavras, estão, ao contrário do combate, no ponto certo para serem sempre divertidos.

A banda sonora não me marcou, apesar de manter uma mistura competente entre elementos sintéticos – como sintetizadores – e um tom mais caloroso, humano e próximo. O destaque vai, sem dúvidas, para a arte de Retro Machina e para a sua reinterpretação deste futuro com tonalidades passadas e de realidades idílicas. Os cenários são desenhados à mão, com cores vivas e fortes, que, infelizmente, são empobrecidas por um layout de níveis nem sempre competente, mas a variedade de arte, de zonas e de elementos estéticos, que dão vida a este mundo abandonado, nunca abandonam o jogo. Retro Machina é como regressar ao passado, à idealização do futuro e dos robôs angulares que popularizaram séries de televisão e produções cinematográficas.

Com mecânicas acessíveis e intuitivas, colecionáveis e um sistema de evolução que vos motivará a explorar a fundo o seu mundo futurístico, Retro Machina é uma aposta segura para quem procura uma aventura isométrica com foco na resolução de puzzles e num sistema de combate simples. As surpresas são muito limitadas, talvez até inexistentes, mas a Orbit Studio trouxe-nos um título muito sólido e focado no seu mundo expansivo que justificam a sua falta de imaginação e ambição. É uma aventura perfeita para aqueles que procuram uma experiência mais clássica e direta, sem elementos desnecessários ou campanhas demasiado extensas.

Nota: Bom

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela UberStrategist.

Análise – R-Type Final 2 (PlayStation 4)

Um regresso há muito esperado de uma das séries mais icónicas do género shoot’em up.

R-Type Final 2

Não é fácil percebermos e admitirmos que uma série não é para nós. Este processo de reconhecimento e de crescimento pessoal ainda se torna mais complexo quando se trata de uma franquia que acompanhamos desde a infância e que julgávamos não só apreciar, como dominar as suas mecânicas. Não me recordo especificamente do ano em que descobri R-Type, mas recordo-me de conhecer a série desde muito novo. Algures no início de 1990, o meu primo mais velho comprou a versão para ZX Spectrum e, numa das suas sessões de jogo, apresentou-me a nave R-9A e a sua luta contra o império Bydo, onde as alusões e inspirações a franquias populares, como a saga Alien, já me eram reconhecíveis. Hoje, descobri que sou um péssimo jogador de R-Type.

Esta descoberta foi um choque, como podem prever, pois acompanhei a série desde muito novo. Depois dos primeiros R-Type, recordo-me de jogar R-Type Leo nas arcadas e delirar com o lançamento de R-Type Delta na PlayStation. Apesar da sua dificuldade implacável, sentia-me sempre hipnotizado pela sua jogabilidade simples, onde os seus níveis verticais apresentam desafios de vários formas, desde inimigos mais fracos – e restritos a padrões pré-definidos – a tentáculos e outros inimigos que saiam diretamente dos cenários. Aliás, a série sempre tentou inovar através do formato dos seus níveis e, se numa fase temos uma estrutura mais tradicional, com as naves inimigos e um boss no final, na seguinte podemos encontrar uma nave gigantesca que temos de derrotar ao longo da fase inteira.

Até os seus powers-ups eram intrigantes e, arrisco-me a dizer, originais. Para melhorarmos o poder de ataque da nossa nave, podemos equipar um acessório, intitulado Force, que nos permite aceder a vários tipos de disparo – desde lasers a ondas de fogo. Este apêndice pode ser separado da nossa nave e controlado à distância ou inserido na parte traseira para que possamos disparar para trás, o que significa que existe uma noção de estratégia que nos obriga a ter consciência não só do posicionamento da nossa nave, mas também neste auxiliar. Para além disso, os Force funcionam também como um escudo, bloqueando balas e inimigos menores, onde temos a possibilidade de aumentar a sua dosagem (ou Dose) para lançarmos um ataque ainda mais destrutível – uma das novidades mais recentes da série.

Esta contextualização histórica traz-nos a R-Type Final 2, o último título da saga e um pequeno milagre em si. Depois do encerramento da Irem, tudo levava a crer que a série estava em hibernação permanente, recebendo relançamentos como R-Type Dimensions, mas longe de uma nova sequela. Através da Granzella, que é composta por antigos membros da IREM – e que nos trouxe mais recentemente Disaster Report 4 –, o sonho tornou-se real e, após uma campanha de crowdfunding de sucesso, R-Type está de regresso, tal e qual como o vimos pela última vez, com as mesmas mecânicas, níveis versáteis e um leque impressionante de naves que podemos desbloquear.

R-Type Final 2

Se jogaram qualquer título da série irão sentir-se em casa com R-Type Final 2. Não existem mudanças significativas na sua jogabilidade, funcionando mais como um best-of da série do que propriamente o seu próximo passo evolucionário. Podemos, no entanto, controlar a velocidade da nossa nave livremente, com três níveis diferentes, mas os restantes elementos, como o tiro destrutivo que temos de carregar, o foco em níveis com checkpoints constantes – quando perdemos uma vida voltamos ligeiramente atrás – e cinco níveis de dificuldade (com mais para desbloquear) continuam intactos.

A nível visual, R-Type Final 2 apresenta alguns efeitos interessantes, como o dano visível em certos inimigos e o uso ocasionalmente interessante de luz e reflexão, mas os níveis são, na sua maioria, desinteressantes e sofrem de uma ausência constante de cor, de detalhes e apresentam um aspeto demasiado plástico que se torna cansativo ao longo das horas de jogo. Mas o que esperar de um jogo que vive da sua jogabilidade, dos padrões de inimigos e balas, que se construiu em torno de um orçamento reduzido? Poderá ser injusto criticar o jogo pelos seus gráficos e banda sonora insipida, mas é difícil não sentir falta dos modelos poligonais de R-Type Delta e do pixel-art dos primeiros títulos da série.

Tal como o original, a sequela foca-se uma vez mais na presença de dezenas de naves, todas elas com designs e ataques ligeiramente diferentes, que injetam alguma longevidade à campanha. Para terem acesso a novos veículos, terão de terminar os setes níveis da campanha (com variações e opções diferentes na reta final) e recolher recursos – que são dados como recompensa no final de cada fase – para construí-los no hangar. Algumas naves requerem que completem desafios específicos, o que torna a construção ainda mais aliciante, pois sentimo-nos impelidos a recolher o maior número de recursos e a enfrentar as dificuldades mais intensas. Infelizmente, estas recompensas são, na sua maioria, cosméticas.

O mesmo acontece com a possibilidade de personalizarmos o novo piloto com novos capacetes e fatos espaciais, tal como as naves. Podemos adquirir novos decalques e cores, capacetes de vários formatos e tornar a experiência R-Type mais pessoal, ainda que, mais uma vez, sejam alterações que pouco influenciam a vossa prestação em combate. O sistema de ranking, que funciona como níveis de experiência, também adiciona alguma motivação adicional para repetirem campanha, com a conquista de medalhas a apresentar vários desafios para os mais astutos – desde destruir inimigos num número específico até conseguir terminar os níveis sem utilizar poderes especiais.

Estas novidades funcionam a nível psicológico e senti-me motivado a tentar melhorar o meu ranking e a desbloquear o maior número de fatos adicionais, mas a realidade estava lentamente a aproximar-se de mim como uma revelação que havia recalcado anos antes. Com a chegada ao segundo nível, que é composto por cenários biomecânicos, onde plantas se fundem com naves alienígenas desfiguradas, fui obrigado a admitir que sou um péssimo jogador de R-Type; talvez até de shoot’em ups no geral. R-Type Final 2 requer uma destreza e atenção que não são próprias para jogadores mais casuais do género, não se munindo de padrões impossíveis de balas – como os bullet hell – para parar o nosso progresso, mas de vários elementos em simultâneo que requerem uma gestão de espaço e posicionamento que vivem da vossa experiência com a série.

R-Type Final 2

Isto não é um defeito de R-Type Final 2. Não o considero injusto ou desequilibrado, com padrões sem sentido ou inimigos que funcionam para lá das regras mecânicas, mas sim uma falta de destreza da minha parte. Adoro o género, mas admito que me faltam as horas de treino para conseguir compreender todas as suas nuances. No entanto, posso concluir, por experiência, que a Granzella conseguiu preservar o estilo da série em todos os pontos, desde o design dos níveis – que são maioritariamente curtos – até aos bosses e foco na movimentação por zonas mais desafiante.

Os bosses, por exemplo, apresentam sempre um desafio único: raramente se ficam pela típica nave gigantesca que temos de eliminar à medida que nos desviamos de lasers. Em R-Type Final 2, para além das homenagens aos títulos anteriores, encontramos bosses em forma de pêndulo, que temos de balançar para o conseguir atacar, navios de guerra enormes e divididos por várias fases, e até inimigos com padrões mais básicos, que se movem ao longo de uma arena circular, mas cujos ataques despoletam tentáculos que condicionam a nossa movimentação. Nunca sabemos o que iremos encontrar no final de cada nível e isso mantém-se bastante vivo em R-Type Final 2.

O que me fez atirar a toalha para o ringue foi o seu sistema de checkpoint. Apesar de apresentar pontos de gravação muito mais regulares, onde raramente precisamos de regressar ao início do nível – até quando perdemos um crédito, o jogo mantém-nos no último checkpoint que visitámos –, senti que não existiu propriamente um equilíbrio nas zonas em que podemos recomeçar. Alguns checkpoints, como no segundo nível, colocam-nos no meio de uma cacofonia de inimigos e projéteis que se tornam frustrantes por não termos acesso às melhorias que perdemos na vida anterior. Tenho total consciência que estou a ser um pouco contraproducente e que se trata de alguma falta de destreza da minha parte, mas torna-se exasperante quando não temos espaço para reorganizarmos. É o equivalente a jogarmos Doom (o original), onde cada derrota significa recomeçar na última gravação e não no nível em que estamos, pois perdemos acesso a todas as armas.

Não é a sequela mais original que experimentei este ano e não é propriamente um recomeço de peso para a série, mas R-Type Final 2 joga pelo seguro e sucede. Apesar de apresentar mecânicas pouco exploradas – como a possibilidade de escolhermos as reações do nosso piloto sempre que iniciamos uma campanha (ainda não compreendi qual é o seu verdadeiro valor no jogo) – e gráficos que nos fazem sentir saudades dos títulos anteriores, a verdade é que oferece sete níveis – com caminhos alternativos –, inúmeras dificuldades e um leque muito completo de naves, títulos e medalhas para conquistarem. É um jogo para os fãs e sente-se o carinho da Granzella em todos os poros desta sequela. Para todos os efeitos, R-Type Final 2 nem devia existir e é, em si, um milagre. Só que é um milagre de prata.

Nota: Bom

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela NIS America.

Comprar produtos recondicionados permite poupar dezenas ou centenas de euros

Aconselhamos a que façam esse tipo de compras na Amazon, pois além dos smartphones, existem muitos outros tipos de produtos que podem necessitar e que estão em perfeito estado de conservação e funcionamento.

produtos recondicionados Amazon

Não se pode propriamente dizer que o mercado dos produtos recondicionados seja uma tendência em Portugal. Sim, é verdade que desde que surgiram empresas como a Forallphones, que comercializa iPhones em segunda mão, que este nicho de mercado ganhou toda uma nova importância, com outras empresas a seguirem as pisadas, como a Swappie ou Hey Phones. Aliás, até mesmo a FNAC e, mais recentemente, a Worten, começaram a disponibilizar iPhones em segunda mão para venda.

Mas o mercado de produtos recondicionados não é exclusivo a estes equipamentos. Na verdade, existem muitas outras lojas portuguesas que apostam neste segmento de mercado há algum tempo, disponibilizando computadores (sejam desktops ou portáteis, normalmente de marcas como HP, Dell, Lenovo ou Apple), tablets, monitores, impressoras, repetidores de sinal Wi-Fi, entre outros.

Em Portugal, porém, as lojas concentram-se muito na venda de produtos com alguns anos de fabrico – e consequentemente componentes desatualizados -, o que ajuda também a compreender os baixos preços praticados. Mas e porque não verificar este tipo de produtos na Amazon?

Os produtos recondicionados da Amazon podem custar dezenas ou centenas de euros a menos

Se nos acompanham, já devem ter percebido que recomendamos compras nas diferentes Amazon da Europa, seja de Espanha, França, Itália ou Alemanha. É a estas quatro que restringimos as nossas pesquisas.

Procurar por um produto recondicionado é muito simples: basta que escrevam o que desejam comprar e que, no menu do lado esquerdo que vai surgir na página de pesquisa, indiquem a categoria do produto. Depois, se deslizarem com o scroll do rato, irão reparar que, muitas vezes, surge a Amazon Warehouse como vendedor. É esta opção que têm de escolher caso desejem ter acesso aos produtos recondicionados.

Amazon Warehouse

A partir daí, basta irem verificando o estado do produto, sendo que a Amazon vende equipamentos em estado “Aceitável”, “Bom”, “Muito bom” ou “Como Novo”. Dependendo do tipo de produto, recomendamos que verifiquem detalhadamente o que está escrito na descrição de cada um.

Por exemplo, um produto em bom estado pode ser vendido na caixa original, mas ter algum defeito estético e ter algum cabo em falta. Aqui no Echo Boomer, as nossas aquisições são praticamente todas feitas nas categorias “Muito Bom” ou “Como Novo”, mas também podemos adquirir aqueles que estejam apenas em “Bom estado”. Na verdade, depende do “defeito” que apresentem.

Em cima estão dois produtos que adquirimos recentemente. Um deles um router, neste caso o Huawei WiFi AX3 (versão quad-core), que dizia estar em “Bom estado” por ter alguns riscos no equipamento… A verdade é que recebemos o produto e está impecável, sem quaisquer riscos. No KuantoKusta, uma simples pesquisa permite-nos perceber que o mesmo router, em Portugal, custa mais de 60€.

Já os auriculares Samsung Galaxy Buds Live encontram no KuantoKusta por pouco mais de 100€, com a loja oficial da marca a vendê-los por 149,90€, o que é ridículo. Nos recondicionados da Amazon conseguimo-los, como novos, por 43€.

E não se pense que os chamados produtos recondicionados são produtos que são devolvidos por outros compradores ou que somente dizem respeito a equipamentos antigos. Não. Essa é uma ideia errada.

Pensem na quantidade de eventos, privados ou não, que se realizam um pouco por todo o mundo. Pensem nos equipamentos que são levados de propósito para esses eventos e que, depois, ficam parados num sítio qualquer. Muitos destes produtos “recondicionados” vendidos na Amazon acabam por ser coisas que só foram utilizadas uma ou outra vez para uma ocasião muito específica e que, como tal, estão em excelentes condições para que possam “despachadas”.

Claro, outros produtos vendidos pela Amazon Warehouse são mesmo equipamentos que foram devolvidos pelos clientes, seja porque não gostaram ou porque possuíam algum defeito. Mas não precisam de ter receio.

Não só a Amazon é das melhores lojas a nível mundial no que toca ao suporte ao cliente, como todos estes produtos possuem garantia, como seria de esperar. Em caso de algum problema, podem sempre utilizar o chat de apoio ao cliente e reportar a situação, que será rapidamente resolvida.

A Amazon de Espanha não envia produtos recondicionados para Amazon

Infelizmente, digamos. Tendo em conta os portes gratuitos e todas as oportunidades que podem surgir, não conseguimos perceber porque é que os produtos da Amazon Warehouse de Espanha não podem ser enviados para Portugal. É incompreensível quando o mesmo produto, novo, é enviado sem quaisquer problemas. É uma questão que nos ultrapassa e que nos obriga a recorrer às outras lojas da Amazon na Europa, que têm o inconveniente de cobrarem portes (quanto maior e mais pesado o produto, mais caros ficam).

Solução? Utilizar um serviço que cria uma morada virtual espanhola, como aquele que os CTT fornecem. De momento, não temos qualquer feedback para vos dar sobre esta solução.

Em todo o caso, é sempre possível encontrar boas oportunidades. Mas antes de comprarem o que quer que seja, devem sempre comparar os preços não só entre as diferentes lojas da Amazon, mas também com estabelecimentos portugueses. Afinal de contas, quanto mais conseguirmos poupar, mais a nossa carteira agradece.

Dica extra: Somos fãs do popular site espanhol Chollometro, que se dedica a encontrar as melhores promoções que existem na Internet. Este site não só apresenta boas oportunidades na Amazon, como noutras lojas. Experimentem procurar por “reaco” que logo descobrirão excelentes oportunidades de negócio.