Primeiro centro de oxigenoterapia hiperbárica com monolugares de Portugal fica em Cascais

E é aberto ao público.

O Centro Hiperbárico de Cascais disponibiliza pela primeira vez em Portugal a Oxigenoterapia Hiperbárica, uma terapêutica não invasiva, em câmaras monolugares e de forma livre para o consumidor. Esta técnica, muito utilizada por mergulhadores profissionais para combater a doença de descompressão, tem efeitos benéficos comprovados para diversos problemas de saúde e, até 2019, não se encontrava disponível fora do Serviço Nacional de Saúde, sendo recurso em casos muito excecionais.

Desta forma, as pessoas encontram ao seu dispor mais uma alternativa médica certificada para problemas tão dispares como: aceleração de processos de cicatrização, surdez ou cegueira súbitas, infeções bacterianas, queimaduras e edemas da pele, prevenção ou tratamento de lesões desportivas, prevenção de demência ou melhoria da qualidade de vida, com aumento de energia e resposta imunitária.

Situado na Avenida de Sintra, nº1135, o Centro Hiperbárico de Cascais dispõe de duas câmaras monolugares inovadoras que permitem realizar tratamentos médicos até 3 ATA. Estas câmaras são totalmente pressurizadas a oxigénio, por isso, não existe necessidade de utilizar máscara facial, o que permite a realização do tratamento num ambiente confortável para o doente.

Mas, afinal, o que é a Oxigenoterapia Hiperbárica?

A Oxigenoterapia Hiperbárica (OHB) é uma modalidade terapêutica não invasiva na qual um paciente é submetido à inalação de oxigénio puro, com uma pressão maior do que a pressão atmosférica, dentro de uma câmara hermeticamente fechada e de paredes rígidas. Serve como terapia primária ou adjuvante para uma grande variedade de condições médicas. O uso da OHB no tratamento e cura de doenças desenvolveu-se nos últimos 100 anos e todos os dias há novos avanços na pesquisa científica.

A maioria dos benefícios da OHB é explicada pelas relações simples da física que determinam a concentração de gás, volume e pressão. A quantidade de um gás ideal dissolvido em solução é diretamente proporcional à sua pressão parcial. Assim, a concentração de oxigénio dissolvido no plasma de 0,3 mL/dL ao nível do mar (1 ATM), aumenta para 1,5 mL/dL após administração de oxigénio a 100%, enquanto o oxigénio hiperbárico com 3 ATM produz um teor de oxigénio dissolvido de 6 mL/dL. Esta característica permite à OHB ser utilizada em condições em que há pouco oxigénio como anemia grave, isquemias agudas e crónicas de tecidos e, especificamente, na intoxicação por monóxido de carbono (CO).

O oxigénio inalado a alta pressão é diluído no plasma sanguíneo, chegando a áreas do organismo que de outra forma seria impossível alcançar. Desta maneira, a elevada quantidade de oxigénio transportado pelo sangue constitui um medicamento genuíno com efeitos terapêuticos próprios.

Geralmente, este tratamento funciona como potenciador de efeitos de antibióticos e corticoides, reduz riscos de infeção, acelera processos de cicatrização, atua como anti-inflamatório, entre outros.

Como funciona a prescrição do tratamento?

O processo começa com uma marcação de consulta médica, onde o paciente passa por uma avaliação realizada por um médico que verifica a aplicabilidade e vantagem de um tratamento com Oxigenoterapia Hiperbárica. No início das sessões os pacientes são preparados com o protocolo a seguir e recebem roupa 100% algodão que deverá ser utilizada durante os tratamentos. As sessões são realizadas em dias úteis consecutivos e têm a duração de 1 hora, período durante a qual o paciente pode assistir TV/Netflix e é acompanhado por um enfermeiro.

Os preços são ajustados ao número de sessões necessárias: um pacote de 10 sessões tem um PVP de 1.700,00€ e de 20 sessões de 3.150,00€.

Estão a chegar os primeiros campeonatos nacionais de Simulação Automóvel

Há uma nova modalidade federada.

Acaba de nascer o Campeonato de Portugal de Sim Racing. A Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), o Automóvel Clube de Portugal (ACP) e a Sports&You vão organizar e promover os primeiros campeonatos nacionais de Simulação Automóvel, um universo também conhecido como Sim Racing.

A partir de agora, os entusiastas da modalidade passam a lutar pela concretização de um objetivo maior: o de serem reconhecidos como Campeões de Portugal de Sim Racing.

Os Campeonatos de Portugal de Simulação Automóvel são competições inclusivas, abertas a todos, sem exceção. Numa primeira fase, vão realizar-se dois campeonatos: um de monolugares com recurso a um Fórmula 3 e um de GT’s (corridas de resistência por equipas). Os vencedores são reconhecidos como Campeões de Portugal, estando previstos prémios monetários de cerca de 10.000€ a dividir por ambas as competições.

Entre 18 e 21 de setembro realiza-se a pré-qualificação, uma sessão permanente de treinos cronometrados onde todos os pilotos têm de realizar o melhor tempo possível, pois o mesmo será crucial para determinar a divisão em que vão concorrer, sendo cada divisão constituída por 25 concorrentes. No final da temporada há lugar a subidas e descidas de divisão, consoante a classificação obtida.

A primeira prova do Campeonato de Portugal de Velocidade eSports, que utiliza o Fórmula 3, vai realizar-se no dia 6 de outubro no emblemático circuito inglês de Silverstone, enquanto que a sexta e última prova deste campeonato terá lugar a 15 de dezembro. Cada jornada é composta por duas corridas, uma de 25 e outra de 40 minutos.

Já o Campeonato de Portugal de Endurance eSports arranca a 25 de outubro, com uma corrida de 4 horas na pista Americana de Road Atlanta. Há ainda quatro provas de 6 a 8 horas de duração, terminando a 18 de dezembro.

Nestes Campeonatos de Portugal de Simulação Automóvel, cada participante utiliza o seu computador pessoal para aceder à plataforma iRacing. Para o futuro, está a ser pensando um alargamento das competições a outras disciplinas virtuais do desporto automóvel, como os Ralis, Ralicross ou Montanha. Também a inclusão de consolas de videojogos virá reforçar o caráter inclusivo deste projeto.

As transmissões em direto de todas as provas estarão a cargo da SIC Advnce.

Até la, os interessados em participar (têm de ter nacionalidade portuguesa ou domicílio fiscal em Portugal) podem já a partir de hoje tirar a Licença E, que será gratuita, através do portal FPAK.

The Matrix Resurrections recebe o primeiro trailer

Keanu Reeves regressa numa nova simulação.

Por esta altura já todos sabemos, ou achamos que sabemos, o que é o Matrix, mas The Matrix Resurrections volta a fazer-nos essa questão trazendo de volta Neo para uma nova simulação, dando-nos os primeiros detalhes em vídeo.

A Warner Bros. revelou assim o trailer oficial do filme, depois de uma semana de teasers, que nos apresenta caras e situações familiares, se bem que em contextos um pouco diferentes.

O trailer conta com Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss, de novo nos papéis de Neo e Trinity, agora mais velhos e aparentemente como se estivessem a conhecer-se pela primeira vez. Algo que sabemos que não é bem assim, dado que The Matrix Resurrections é uma sequela, mas também um soft reboot.

Junto com o par de protagonistas temos novas personagens, como Yahya Abdul-Mateen II no papel de alguém muito semelhante a Morpheus, Jessica Henwick de cabelo azul a fazer uma série de stunts impressionantes e, claro, novos agentes Smith, mas sem o icónico Hugo Weaving.

O trailer de The Matrix Resurrections ainda é um pequeno teaser do que está para chegar, mas tudo ficará respondido, ou assim achamos nós, a 16 de dezembto, quando estrear nos cinemas.

Acesso às praias da Arrábida via carro interdito até ao final de setembro

Foi no passado dia 31 de maio que a Câmara Municipal de Setúbal aprovou o programa Arrábida Sem Carros e em Segurança 2021, que define regras no acesso às praias da Arrábida.

À imagem de anos anteriores, o programa implementa um conjunto de medidas para minimizar os constrangimentos viários sentidos durante a época balnear no acesso às praias da Arrábida, devido ao estacionamento anárquico, com desrespeito pela sinalização e pela segurança e mobilidade de todos.

Ora, até aqui sabia-se que a proibição de circulação de automóveis estaria em vigor até 15 de setembro. Mas esse prazo acaba de ser estendido.

O plano definido para estar em vigor entre 10 de junho e 15 de setembro é agora estendido para o período de 16 a 26 de setembro devido à previsão de condições meteorológicas favoráveis à prática balnear, embora as restrições de circulação na segunda metade do mês apenas vigorem nos fins de semana, dias 18 e 19 e 25 e 26.

Assim, entre 16 e 26 de setembro, apesar de a circulação rodoviária na estrada de acesso às praias da Arrábida se realizar sem condicionamentos de segunda a sexta-feira, o estacionamento apenas é permitido nas zonas autorizadas, como os parques de estacionamento da Figueirinha e do Creiro, que se mantêm em funcionamento mediante o pagamento definido.

Para facilitar o acesso e em face das fortes restrições de estacionamento que suportam este programa de mobilidade e proteção da orla costeira, a época balnear termina a 15 de setembro, mas a Câmara Municipal de Setúbal decidiu manter, em permanência, até dia 26, o vaivém disponibilizado entre o parque de estacionamento da Secil e as praias da Figueirinha, de Galapos, de Galapinhos e do Creiro.

Nos fins de semana, dias 18, 19, 25 e 26, as restrições são exatamente iguais às que se encontram em vigor até 15 de setembro, de que se destaca a proibição de circulação automóvel entre a Figueirinha e o Creiro, nos dois sentidos, das 08h às 20h.

Nestes quatro dias, os TST asseguram as atuais ligações de autocarro de Setúbal às praias, as carreiras 723 e 725, abrangidas pelo Passe Navegante e com horários e tarifas já estabelecidos, mas o transporte de Azeitão é suprimido.

O acesso automóvel à Praia de Albarquel também fica interdito nos dois últimos fins de semana do mês, entre as 08h e as 20h, dispondo-se da carreira 726, proveniente de Setúbal.

As medidas especiais de acesso às atividades económicas e residências nas zonas do Portinho da Arrábida e de Alpertuche continuam a vigorar nesses dias, uma vez que o trânsito é proibido neste troço das 08h às 19h.

Veículos de duas rodas, transportes públicos regulares, táxis e similares, autoridades e viaturas de emergência, além de moradores e trabalhadores que apresentem permissões específicas para a circulação não estão abrangidos por estas limitações do programa Arrábida Sem Carros e em Segurança 2021.

A validade dos cartões de acesso a residentes e concessionários foi, para este efeito, alargado.

Poke Dog. Chegou o restaurante virtual para cães

É um exclusivo da Uber Eats.

Depois de vários spots exclusivos na sua app, com conceitos que diferem bastante entre si, eis que chega algo ligeiramente diferente à Uber Eats. É novamente um restaurante virtual, sim, mas desta vez para cães.

Chama-se Poke Dog, está disponível em exclusivo na Uber Eats na região de Lisboa e, essencialmente, assenta em bowls cheias de comida que os patudos vão adorar. As pokes foram desenvolvidas por veterinários, de modo a garantir todas as necessidades nutricionais, e foram feitos vários testes com cães de raças diferentes. Além disso, estas taças levam sempre grãos da ração Taste of the Wild, considerada uma das melhoras do mundo para cães.

Há quatro pokes que podem dar aos vossos canídeos:

  • Javali (brown rice, curgete, ovo de codorniz, cenoura e ervas aromáticas, com uma base de grãos de Javali Taste of the Wild Southwest Canyon);
  • Salmão (black rice, lombo de salmão, ovo de codorniz, espinafres e sementes de girassol e abóbora, com uma base de grãos de Salmão Taste of the Wild Pacific Stream);
  • Tártaro (bife tártaro, gema de ovo de codorniz, sementes de girassol e abóbora e espinafres no topo de uma base de grãos de veado Taste of the Wild Pine Forest);
  • Frango (peito de frango, brown rice, cenoura laminada, brócolos, biscoitos pasta dourada e uma base com grãos de pato selvagem Taste of the Wild Wetlands).

A funcionar das 15h às 22h, o lançamento do Poke Dog na Uber Eats faz-se com uma campanha de entregas grátis em pedidos a partir dos 15€, válida até 26 de setembro.

Primeiros quatro álbuns dos Echo & The Bunnymen vão ser reeditados em vinil

Cada um deles estará disponível em vinil preto de 180g.

Crocodiles, Heaven Up Here, Porcupine e Ocean Rain. Sim, são os primeiros álbuns dos Echo & The Bunnymen e preparam-se para ser reeditados em vinil no dia 22 de outubro.

Os Echo & The Bunnymen nasceram em Liverpool em 1978 com Ian McCulloch nos vocais e guitarra rítmica, Will Sergeant na guitarra solo e Les Pattinson no baixo. Mais tarde, a eles se juntou Pete De Freitas na bateria e o resto, como se costuma dizer, é história.

O primeiro lançamento da banda foi o single “Pictures on My Wall”, em que o lado-B era ocupado por “Read It in Books”, através da Zoo Records, em 1979. “Pictures on My Wall” seria mais tarde incluído no álbum de estreia, Crocodiles, editado em 1980. O álbum atingiu o Top 20, com muitos críticos a incluírem este álbum nas suas listas de “os melhores álbuns de estreia de sempre”.

Em 1981, os Bunnymen lançaram o EP Shine So Hard, gravado ao vivo no Pavilion Gardens, Buxton, antes de lançar o seu segundo álbum de estúdio, Heaven Up Here, que viria a tornar-se o primeiro álbum da banda no Top 10 do Reino Unido. Considerado um álbum um pouco mais sombrio, Heaven Up Here foi produzido por Hugh Jones e foi bem recebido pela crítica e pelos fãs, apresentando temas como “A Promise”, “Over the Wall” e “Show of Strength”.

O estatuto de banda de culto depressa se transformou em sucesso mainstream em 1983, com o lançamento de seu terceiro álbum, Porcupine, produzido por Ian Broudie. Porcupine alcançou melhores performances nas tabelas de vendas que os seus antecessores, com “The Cutter” alcançando a 8ª posição nas tabelas de singles e “Porcupine” a ter atingido a 2ª posição na tabela de vendas de álbuns antes de ser certificado Ouro.

1984 trouxe o quarto álbum de estúdio, Ocean Rain, considerado por muitos como a grande obra da banda. Gravado em Liverpool e Paris, a banda usou uma orquestra de 35 instrumentos, com o premiado compositor Adam Peters a tocar cordas. A icónica foto da capa foi tirada nas impressionantes Cavernas Carnglaze, na Cornualha, pelo fotógrafo Brian Griffin, que também assinou as capas dos três álbuns anteriores. Ocean Rain continuou o uso de cordas pela banda, criando uma aura escura e etérea. Três singles, que o tempo transformou em clássicos, foram retirados do álbum – “Silver”, “Seven Seas” e o grande hino “The Killing Moon”, que continua a atrair gerações até hoje.

Cada um dos álbuns estará disponível em vinil preto de 180g. A pré-reserva já está disponível.

Análise – Spookware (PC)

Uma coletânea de minijogos que merece muito a vossa atenção.

Por ironia do destino, temos um verdadeiro retorno das coletâneas de minijogos em 2021. Depois de uma longa ausência, Wario Ware prepara-se para regressar às consolas com Get It Together!, um titulo há muito esperado pelos fãs – onde me incluo – que procura adicionar novas mecânicas e sistemas à jogabilidade clássica da série. Wario Ware estará disponível daqui a meros dias, mas até lá, quero que se foquem neste jogo independente que se inspirou na série da Nintendo para criar algo único e que espero ver emulado por outros títulos do género. Que este seja o ressurgimento dos minijogos na indústria.

Não é a primeira vez que me deparo com Spookware. No início do ano, após o lançamento da coletânea Haunted PS1 Demos 2021, descobri a equipa da Beeswax Games e tive a oportunidade de jogar o protótipo para o que viria a ser a base para este lançamento comercial. Gratuito e ainda disponível no itch.io, o protótipo incluí vários minijogos, mantém a estrutura tradicional de Wario Ware – com partidas divididas por vários minijogos que temos de completar antes de enfrentarmos o boss –, mas injeta uma temática de horror à fórmula, criando uma experiência repleta de referências aos género e com uma dificuldade muito desafiante que era pautada por uma falta de primor nos tempos e escala de certos minijogos.

O protótipo deixou-me com vontade de ver mais, mas igualmente receoso. Apesar de adorar a fórmula e a aposta num ritmo acelerado de minijogos e de ações que requerem alguma destreza, rapidez e reflexos à altura – sem falar na nossa capacidade de leitura momentânea para percebermos o que cada minijogo exige –, temia que uma eventual continuação caísse no marasmo e na segurança da cópia sem existir uma procurar por identidade – e a Beeswax Games não me podia ter surpreendido mais.

Apesar do foco continuar na sucessão de minijogos, num total de nove por cada capítulo, Spookware é agora uma combinação interessante entre a fórmula de Wario Ware com a exploração e aventura de Paper Mario, criando uma campanha repleta de humor, boa disposição e vários segredos/achievements para conquistarmos. Como os irmãos Lefti, Midi e Righti temos, até ao momento, um episódio para explorar, constituído por três capítulos que nos levam a explorar uma escola, um barco – que nos coloca no papel de um detetive, tal como numa história da Agatha Christie – e um restaurante que temos de gerir até ao final desta primeira parte da aventura. A produtora já anunciou o lançamento de mais episódios, mas, por agora, os conteúdos já valem o preço de admissão, com mais de 60 minijogos e um foco na repetição de desafios e eventos que deliciarão os fãs do género.

Esta aposta na aventura foi uma surpresa. Não acompanhei o desenvolvimento de Spookware e caí no seu mundo de esqueletos e filmes de terror sem saber o que me esperava, pelo que foi delicioso perceber como a Beeswax Games conseguiu contornar os problemas do género e criar uma experiência nova e muito mais marcante. O mundo é vibrante, construído através do estilo nostálgicos das 32 bits, mas misturando também modelos desenhados à mão e cenários decorados com o que parecem ser recortes de fotografias reais que contrastam perfeitamente. É uma combinação que não devia resultar, mas a aposta em cores fortes e vivas e em modelos amorosos complementa o lado mais artesanal da arte para criar um mundo controlado, mas repleto de personalidade.

Como num jogo de aventura, Spookware apresenta capítulos temáticos onde o objetivo leva a explorar-nos os seus cenários em busca de itens, pessoas ou até de um assassino em série, com as ações a serem personificadas pelos tradicionais minijogos. Num primeiro contacto, parece que Spookware procurou mudar por completo a fórmula apresentada no seu prólogo, com os minijogos relegados a diálogos ou à descoberta de provas, mas todos os capítulos terminam na ronda tradicional de minijogos, que voltam, uma vez mais, a desafiar os jogadores com mecânicas interessantes e inesperadas. O conjunto de minijogos é bastante sólidos, mas há sempre um período de habituação incontornável que nasce da natureza destas coletâneas, com o jogador a ter de realizar ações rápidas e sem grande tempo de raciocínio. Continuo a sentir que o tempo de resposta precisa de algum trabalho, ainda que varie de minijogo para minijogo, mas há aqui uma evolução substancial desde o lançamento do protótipo.

Existe uma maior variedade de minijogos e de atividades, e a possibilidade de podermos repetir qualquer desafio leva-nos a ambicionar as melhores pontuações e em busca de uma coleção completa de minijogos – que pode ser acedida na cave dos nossos protagonistas –, até mesmo quando concluímos o primeiro episódio já disponível. A longevidade irá depender da vossa experiência com o género e se estão dispostos a conquistar o ranking máximo em cada capítulo, mas para um primeiro contacto, onde a dificuldade e a acessibilidade andam de mãos dadas – no sentido em que todos os minijogos podem ser jogados com as setas do teclado ou com o rato, não exigindo combinações de controlos ou mapeamentos desconfortáveis aos jogadores –, Spookware não me podia ter deixado mais satisfeito. Um primeiro episódio muito sólido que cria os alicerces para um lançamento final de peso.

Com Spookware a marcar a diferença no género, vejo-me agora a inverter o seu papel na indústria e a colocar Wario Ware no seu lugar, onde sou obrigado a questionar a Nintendo sobre o que irá conseguir fazer com o novo título da sua série. Irá conseguir suplantar a experiência híbrida de Soopkware? Só o tempo o dirá. Por agora, a Beeswax Games tem a minha total atenção, pois poderá ser um excelente caso onde o “aprendiz suplanta o mestre“.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PC
Jogado na PC
Cópia para análise cedida pela Novy Unlimited

Revolut passa a dar cashback de até 10% em reservas de estadias

Preparem-se para começar a poupar.

A Revolut anunciou hoje que a nova funcionalidade Estadias já está disponível em Portugal. Estadias – ou Stays, para quem tem a aplicação em inglês – é uma nova ferramenta para reservas de acomodações, disponível para todos os clientes Revolut.

Em 2019, o último ano sem quaisquer restrições em viagens, os utilizadores portugueses da Revolut gastaram cerca de 22 milhões de euros em hotéis, pagos com os seus cartões Revolut, para férias em Portugal e no estrangeiro. Apesar das restrições que marcaram 2021, os portugueses transacionaram, até ao início de setembro, mais de 14 milhões de euros com hotéis, resorts ou outro tipo de estadias.

Agora, passam a poder recuperar de imediato 10% desse valor, podendo gastar tanto em reservas para Portugal – ajudando um dos setores mais afetados na pandemia -, como no estrangeiro.

A nova funcionalidade está inserida na app Revolut e é a primeira do género no universo das fintech, permitindo aos clientes beneficiar da ausência de taxas de reserva. Os clientes passam a poder pesquisar e reservar dentro da própria aplicação financeira com um cashback imediato de até 10%, sem precisar de recorrer a outros sites de reservas. O lançamento nesta fase permitirá aos portugueses poupar e reservar um city-break de outono ou as férias de Natal e Ano Novo.

A funcionalidade Estadias oferece opções de acomodações em todo o mundo, que vão desde Bed & Breakfast, a espaços exclusivos e de luxo. A longo prazo, a Revolut pretende adicionar novas funcionalidades relacionadas com viagens (voos, aluguer de viaturas, experiências em viagem, entre outros).

Belém, Avenidas Novas e Parque das Nações são as freguesias mais caras para comprar casa em Portugal

Já Salir (Loulé), Beato (Lisboa) e Bonfim (Porto) são as freguesias com os preços médios mais baixos.

A CASAFARI, conhecida plataforma imobiliária, divulgou hoje o relatório de análise do mercado imobiliário relativo ao verão, com destaque para os distritos de Lisboa, Porto e Faro, com uma análise da evolução dos preços de venda e arrendamento de apartamentos e moradias entre os meses de junho e agosto.

O Summer Market Report da CASAFARI conclui que, nos apartamentos para venda, as freguesias de Belém, Avenidas Novas e Parque das Nações são as mais caras para comprar casa em Portugal. Em sentido inverso, Salir (Loulé), Beato (Lisboa) e Bonfim (Porto) apresentam os preços médios de apartamentos para venda mais baixos.

Ainda nos apartamentos para venda, é em Lisboa que se encontram os preços médios por metro quadrado mais elevados: Santo António, Avenidas Novas e Misericórdia, enquanto Salir (Loulé), São Clemente (Loulé) e Ramalde (Porto) são as freguesias com os preços médios por metro quadrado mais baixos.

No que se refere ao arrendamento de apartamentos, é de referir que, em Lisboa, as freguesias de Santo António, Avenidas Novas e Parque das Nações registam os preços médios mais elevados, enquanto a Penha de França, Ajuda e o Beato têm os preços médios de arrendamento mais baixos. Santo António é, igualmente, a freguesia com o preço médio por metro quadrado mais elevado e Santa Clara com o mais baixo.

No segmento de moradias para venda, a informação revelada pela CASAFARI mostra que Almancil (Loulé), União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde (Porto) e a Comporta apresentam os preços médios mais elevados, enquanto Alte, Salir e Ameixial (freguesias de Loulé) registam os preços médios de moradias para venda mais baixos.

Ainda nas moradias para venda, a Comporta, Almancil (Loulé) e a União das Freguesias de Aldoar, Foz do Douro e Nevogilde (Porto) registam os preços médios por metro quadrado mais altos, e as três freguesias de Loulé (Alte, Salir e Ameixial) têm os preços médios por metro quadrado mais baixos.

Queima das Fitas em Coimbra? Tudo depende da DGS

A realizar-se, esta será a primeira Queimas das Fitas em época de pandemia.

Numa altura em que ainda existem algumas incertezas face à realização de eventos, promotores e não só tentam na mesma a sua sorte, embora o desfecho possa não ser o melhor. Veja-se o caso do festival Soundflower, cuja edição de 2021 foi anunciada no passado mês agosto para acontecer neste mês de setembro, mas que afinal não vai concretizar-se nas datas previstas.

Porém, e à medida que o tempo vai passando, mais pessoas vão ficando vacinadas, pelo que é perfeitamente natural que as coisas acabem por voltar a uma relativa normalidade. E é nesse sentido que aponta a Queimas das Fitas de Coimbra, que tem edição marcada para este ano, mais precisamente para acontecer de 22 a 29 de outubro.

Segundo um post nas redes sociais, a organização diz que as Noites de Parque da Queima das Fitas de Coimbra “estão de volta na edição mais aguardada de sempre”. O anúncio é relativamente curto, mas promete mais informações em breve, sendo que “todas as medidas de segurança impostas serão cumpridas”.

Porém, e embora a vontade de concretizar algo seja muita, está tudo dependente da aprovação da DGS. Foi o que disse Carlos Missel, coordenador geral da Comissão Organizadora da Queima das Fitas de Coimbra, em declarações ao JN, alegando ainda “que se as regras previstas para a terceira fase de desconfinamento entrarem em vigor, não haverá motivos para que a festa dos estudantes não se realize”.

Para entrarem, os estudantes terão de apresentar certificado de vacinação ou teste negativo à covid-19. O recinto terá também um espaço limitado, mas ainda assim com o espaço necessário para que se possa garantir um maior distanciamento social, algo que será difícil de cumprir num evento universitário do género.

A realizar-se, esta será a primeira Queimas das Fitas em época de pandemia.

CP vai vender bilhetes a 1€, mas apenas para um dia em específico

Uma promoção válida para bilhetes de ida e volta.

Podem até não saber, mas a União Europeia definiu 2021 como o Ano Europeu do Transporte Ferroviário para promover o uso dos comboios como modo de transporte seguro e sustentável. E qual a melhor forma de celebrar? Andando numa das carruagens, pois claro.

De modo a celebrar o Ano Europeu do Transporte Ferroviário, a CP resolveu promover a iniciativa Um dia com o comboio com a venda de bilhetes para os comboios urbanos por apenas 1€. Mas atenção, esta promoção somente é válida num dia em específico.

Tudo acontece a 20 de setembro, dia em que poderão comprar o vosso bilhete de ida e volta por apenas 1€ para viagens nos comboios urbanos de Lisboa, Porto e Coimbra. Também a linha da Fertagus está incluída na promoção.

Porém, não vale a pena adquirirem estes bilhetes com antecedência, pois tal não será possível. Só podem mesmo comprar estes bilhetes promocionais a 1€ no próprio dia 20 de setembro.

Il Divo regressam a Portugal perto deste Natal

Para dois concertos: um em Lisboa e outro em Gondomar.

Têm saudades dos grandes concertos e querem ouvir clássicos de Natal? Os Il Divo vêm a Portugal fazer-vos a vontade.

O grupo de tenores vai regressar este ano ao nosso país durante a época natalícia para apresentar o o espetáculo Natal com Il Divo, composto por “êxitos e temas de Natal”, segundo disse a promotora Ritmos e Blues em comunicado.

Os espetáculos estão marcados para 19 de dezembro na Altice Arena, em Lisboa, e no dia seguinte no Multiusos de Gondomar. Quanto aos bilhetes, a venda para o público em geral arranca esta sexta-feira, dia 10 de setembro, com preços que variam entre os 37,50€ e os 90€ para Lisboa e entre os 30€ e os 95€ para Gondomar.

Governo lança LEME, um site que promove aprendizagens relacionadas com os media e que combate a desinformação

Está disponível para o público em geral e, nomeadamente, para professores e alunos.

“Um site agregador de recursos de literacia mediática”. É assim que o Governo apresenta o LEME, plataforma que promove aprendizagens relacionadas com os media e que combate a desinformação.

A ideia surgiu em junho de 2020, quando os Secretários de Estado Adjunto e da Educação, João Costa, e do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva, decidiram criar um grupo de trabalho formado por investigadores, professores, formadores, jornalistas e representantes de instituições públicas.

Este grupo foi mandatado para inventariar, selecionar e sistematizar os recursos disponíveis em matéria de literacia mediática, bem como para propor inovações que contribuam para enriquecer a oferta e para suprir as lacunas detetadas.

O LEME é inteiramente dedicado aos recursos de literacia mediática, com o propósito de contribuir para que educadores e professores da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário desenvolvam a sua missão pedagógica de estimular nos seus alunos, consumidores e produtores de conteúdos nos media digitais, os conhecimentos, as competências e o sentido crítico indispensáveis a uma atuação informada e responsável.

O Festival da Canção 2022 já está a andar

E já sabemos de uma grande novidade.

Depois da belíssima participação dos The Black Mamba em Roterdão, que tão bem representaram Portugal no Festival Eurovisão da Canção 2021, é altura de virarmos atenções para a edição de 2022 do Festival da Canção.

À semelhança da mais recente edição, também a do próximo ano terá 20 canções a concurso. Porém, há uma grande novidade: desta vez, serão quatro os concorrentes apurados por um concurso de livre submissão de canções.

Este concurso está aberto a todos os cidadãos de nacionalidade Portuguesa ou residentes no nosso país, tenham ou não trabalhos publicados, incluindo, mas sem limitar, os portugueses que vivem fora de Portugal, bem como cidadãos de outras nacionalidades que residam em Portugal.

O volume de canções assim apuradas por livre submissão representa o dobro do que aconteceu na edição de 2021.

Tal como esperado, o 56º Festival da Canção terá duas semifinais, com cada gala a apurar cinco canções para a grande final. O vencedor do Festival da Canção 2022 será o representante de Portugal no Festival Eurovisão da Canção, a realizar no próximo ano em Itália.

Moonspell estão a preparar dois álbuns para breve: um em Português e outro em Inglês

Estão também prometidos dois grandes concertos em Lisboa e Porto para celebrar o 30º aniversário da banda.

Quem anda atento às redes sociais dos portugueses Moonspell decerto terá reparado nas belíssimas novidades partilhadas pelo vocalista Fernando Ribeiro.

Após ter promovido no passado fim de semana o seu primeiro romance, Bairro sem Saída, na Feira do Livro de Lisboa, o músico aproveitou para fazer um “teasing” sobre o que está para vir relacionado com a popular banda de metal.

Para já, em meados deste mês, será anunciada a tour europeia de 2022, um regresso aos palcos internacionais muito desejado pela banda, pelo menos de uma forma mais consistente. Já para Portugal, preparam-se não só os concertos possíveis ainda para 2021, mas também dois grandes espetáculos a acontecer algures em 2022, no Porto e Lisboa, para celebrar os 30 anos de carreira dos Moonspell.

Por último, e quiçá a novidade mais importante, é que a banda está a começar a trabalhar não em um, mas em dois álbuns: um em Inglês, outro em Português. Não há, contudo, data de previsão da chegada dos novos discos ao mercado, uma vez que ainda estão numa fase muito embrionária.

Recorde-se que, até à data, 1755 é o único álbum totalmente em Português dos Moonspell. Lançado em 2017, o disco reflete, naturalmente, sobre o Grande Terramoto de Lisboa

Trotinetes da Bolt vão chegar a Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo

Uma novidade que vem promover a Semana Europeia da Mobilidade 2021, que decorrerá de 16 a 22 de setembro.

Até aqui, as trotinetes da Bolt, conhecida plataforma europeia, estavam disponíveis em Lisboa, Braga, Setúbal e Coimbra. Muito em breve, a empresa vai fazer chegar estes veículos a Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo, começando a sua expansão no distrito de Setúbal.

A informação é avançada em comunicado pela Câmara Municipal de Palmela, que refere que “será disponibilizado o sistema de uso de trotinetes eléctricas (BOLT) nos perímetros urbanos de Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo”, numa iniciativa que faz parte da Semana Europeia da Mobilidade 2021, que decorrerá de 16 a 22 de setembro.

Serão disponibilizadas 250 trotinetes para o concelho e serão definidas várias áreas nas quais será possível circular a uma velocidade máxima de 25km/h e áreas proibidas em que a velocidade diminui para 1 km/h, para que o utilizador compreenda que não pode circular nesse local, não sendo também permitido o estacionamento.

Os utilizadores conseguirão efetuar deslocações em Palmela, Quinta do Anjo e Pinhal Novo. Será igualmente possível circular entre os referidos centros urbanos e os principais pólos industriais, serviços públicos, estações de caminho de ferro, incluindo ligação à cidade de Setúbal.

Para que as primeiras viagens decorram de forma mais controlada, as trotinetes têm disponível o modo “iniciante”, permitindo que estes limitem, através da app, a velocidade máxima da sua viagem para 10km/h.

É também provável que, na fase de lançamento, o desbloqueio das trotinetes da Bolt seja grátis e o custo da viagem seja de 0,05€ por minuto.

Mais leves do que a maioria dos modelos existentes no mercado, os novos modelos de trotinetes da Bolt pesam 17kg, possuem pneus insufláveis (ajudam a garantir uma maior aderência e viagens mais suaves e seguras) e ainda vários refletores para proporcionar maior segurança aos utilizadores nas viagens noturnas.

Em declarações ao Echo Boomer, o Gabinete de Comunicação da Câmara Municipal de Palmela refere que a “disponibilização das trotinetes será feita durante um período experimental, entre 16 de setembro e 11 de outubro”. É provável que este teste sirva para perceber se as trotinetes têm ou não boa adesão nestes locais. Se se revelarem um sucesso, é bem provável que fiquem permanentes em Palmela, Pinhal Novo e Quinta do Anjo.

KEO acelera até à Steam via Early Access já este mês

A versão final do jogo chega em 2022.

KEO, o jogo vencedor da quarta edição dos Prémios PlayStation, não está ainda 100% finalizado, mas vai adotar em breve o formato Early Access, de modo a que todos possam começar já a lutar pela sobrevivência em cenários pós apocalípticos, mas sobre rodas.

O jogo multijogador produzido pela açoriana Redcatpig Studio irá, assim, chegar primeiro à Steam, no dia 23 de setembro, por 19,99€.

Este lançamento antecipado vai contar com os seus modos 3v3 jogadores, como o Deathmatch, onde ganha quem eliminar mais oponentes, e o Dominion, para quem quiser dominar vários pontos dos mapas. Conta ainda com seis veículos de lançamento, um sistema de personalização e cerca de 24 armas para usar.

Em comunicado, estão prometidos novos conteúdos para serem lançados durante a fase de early-access, que termina algures em 2022, quando o jogo chegar à sua versão final.

Far Cry 6 terá atualização de nova geração

Para que os jogadores que não tenham as novas consolas possam já começar a explorar a nova região da saga.

É uma pratica cada vez mais comum e extremamente bem-vinda no que toca a jogos lançados nesta fase transitória de geração, já que nem todos os jogadores conseguem colocar as mãos numa PlayStation 5 ou Xbox Series X|S com facilidade.

A pensar nesses jogadores, a Ubisoft confirmou que Far Cry 6 vai poder ser atualizado para as versões da nova geração sem qualquer custo adicional. Desta forma, um jogador que ainda não tenha uma PlayStation 5 e queira começar a sua aventura na PlayStation 4, poderá fazê-lo sem pensar em comprar mais uma versão do jogo. O mesmo aplica-se às versões da Xbox.

Esta novidade chega poucos dias depois da PlayStation revelar um plano semelhante para Horizon Forbidden West, para consolas PlayStation 4 e PlayStation 5, que inicialmente irritou a comunidade, com as versões físicas e mais acessíveis do jogo a serem apresentadas como não-atualizáveis, algo que afinal não vai acontecer.

Far Cry 6 tem lançamento para PC, consolas e serviços de streaming a 7 de outubro.

Portugal vai ter duas novas pontes internacionais até 2025

A concretização destes dois projetos em 2025 vai trazer uma melhoria às ligações rodoviárias destes territórios, assegurar maior proximidade a corredores de grande capacidade, bem como menores custos de contexto para quem vive e trabalha nestas regiões.

Foram hoje assinados em Alcoutim e em Nisa os contratos de financiamento que vão permitir concretizar até 2025 a Ponte Internacional entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana e a Ponte Internacional sobre o Rio Sever.

Estes investimentos, financiados em Portugal pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) com 18 milhões de euros, vão ser concretizados pelas Câmaras Municipais de Alcoutim e de Nisa, contando com a intermediação, respetivamente, das Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e do Alentejo na ligação à Estrutura de Missão Recuperar Portugal.

A ponte entre Alcoutim e Sanlúcar de Guadiana, cujas intervenções em território nacional representam um investimento de 9 milhões de euros, vai reforçar a cooperação entre as regiões do Algarve e da Andaluzia e dar um novo impulso ao trabalho desenvolvido no âmbito da Euro-região EUROAAA, que inclui também o Alentejo e que ocupa 21% da superfície da Península Ibérica.

O projeto vai ajudar a desenvolver este território e a melhorar a qualidade de vida da sua população ao assegurar a ligação entre as redes rodoviárias portuguesa e espanhola e reduzir cerca de 70 km na ligação entre Alcoutim, e Sanlúcar de Guadiana.

Também com um investimento de 9 milhões de euros para a parte portuguesa, a Ponte Internacional sobre o Rio Sever vai beneficiar toda a região do Alentejo e da Estremadura, num projeto fundamental para a valorização dos territórios do Interior e para a coesão territorial e transfronteiriça, com impactos positivos na dinamização cultural, social e económica, de cooperação e emprego nos dois lados da fronteira.

O projeto insere-se na Euro-região EUROACE, que abrange o espaço geográfico do Alentejo, Centro de Portugal e Estremadura espanhola, onde residem mais de três milhões de pessoas (6% da população peninsular). Este investimento vai permitir uma redução de 85 km na ligação entre Montalvão, no concelho de Nisa, e Cedillo.

Riot Games junta-se ao músico Zedd para criar conteúdo exclusivo para Valorant

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Músicas e beats com a assinatura do premiado produtor e DJ.

Valorant prepara-se para receber conteúdos muito especiais graças a uma colaboração da Riot Games com o aclamado produtor de música e vencedor de um Grammy, Zedd.

Numa breve apresentação online, em jeito de paródia, Zedd apresenta a nova linha de skins para armas, chamada Spectrum, de designs futuristas e limpos, com efeitos energéticos coloridos, inspirados em elementos visuais e eletrónicos que reagem precisamente ao som.

Esta colaboração nasce pelo amor de Zedd por Valorant, que diz ter “parado de jogar todos os outros jogos” na primeira vez que o experimentou, chegando até ao rank Imortal do shooter da Riot Games.

A nova linha de Skins chega em várias cores na loja do Valorant a 9 de setembro, através de um pack de 10700VP (Valorant Points) que inclui:

  • SPECTRUM Phantom
  • SPECTRUM Classic
  • SPECTRUM Bulldog
  • SPECTRUM Guardian
  • WAVEFORM (melee) 
  • SPECTRUM Gun Buddy
  • ZEDD Gun Buddy
  • SPECTRUM Card
  • SPECTRUM Spray