Já está aberto o novo centro de vacinação do concelho de Almada, localizado no Mercado das Torcatas, na Av. do Cristo Rei, em Almada.
Ali serão administradas as vacinas contra a COVID-19, nomeadamente a terceira dose, bem como a vacina contra a gripe.
Podem recorrer a estas instalações, numa fase inicial, maiores de 65 anos, com ou sem agendamento pelo Serviço Nacional de Saúde (SNS). O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h.
Já o centro de vacinação instalado na antiga Unidade de Saúde da Trafaria continua aberto, também com o mesmo horário.
Um prémio que ganha especial relevância nesta fase pós pandemia.
Na edição que marca as duas décadas dos Wanderlust Travel Awards, Lisboa recebeu o galardão de Cidade Mais Desejada a Curta Distância, no evento que decorreu esta terça feira, no Palácio de Kensington, em Londres. A distinção foi recebida por representantes do Turismo de Lisboa.
Na disputa entre dez cidades, Lisboa torna-se líder da lista das cidades mais desejadas a curta distância ao receber o prémio gold. Este prémio ganha especial relevância nesta fase pós pandemia, em que os fluxos turísticos, nomeadamente do Reino Unido, começa a entrar numa fase de recuperação.
“Numa das cidades mais antigas do mundo, há sempre algo novo para descobrir. Possui castelos históricos, palácios e igrejas, bem como o título European Green Capital 2020, o que a faz uma vencedora adequada para prémio Wanderlust”, refere a entidade Wanderlust Travel Awards, em comunicado.
Esta edição dos prémios pretende destacar as cidades e os países que enfrentaram a pandemia, mantendo-se inovadores na criação de soluções positivas. A revista Wanderlust, um marco nos meios de turismo no Reino Unido, e também o mais antigo, é a organizadora dos Wanderlist Travel Awards. Os leitores da revista são o júri e, este ano, os resultados correspondem aos destinos que mais gostavam de visitar depois de as restrições serem levantadas.
Já a Vodafone tem a maior cobertura do país, tanto para 4G/5G como para cobertura total.
É um assunto que se debate há muito tempo, este da qualidade da rede móvel em Portugal. Se uma certa operadora pode ter uma ampla cobertura, isso não quer dizer que funcione necessariamente bem. Mas afinal, qual será a operadora que oferece a melhor experiência no país?
De acordo com um novo estudo da Tutela, empresa especializada na análise de dados de redes e dispositivos móveis, a MEO é a operadora que oferece a melhor experiência de rede móvel em Portugal.
A edição 2021 do relatório anual sobre o Estado da Experiência Móvel em Portugal revela que a operadora oferece aos seus utilizadores a mais elevada Qualidade de Consistência Excelente, com a sua rede a responder em 79,6% das vezes às exigências dos clientes, e estatisticamente empatada com a Vodafone relativamente à melhor pontuação de Experiência de Vídeo, uma nova métrica acrescentada a este relatório.
Por sua vez, a Vodafone demonstrou a maior cobertura do país, tanto para 4G/5G como para cobertura total.
A fim de aferir a experiência móvel em Portugal nos últimos seis meses, a Tutela avaliou mais de 248.000 testes de velocidade e latência, realizados em smartphones de utilizadores dos operadores móveis nacionais em Áreas de Cobertura Comum, entre abril e setembro de 2021.
Para avaliar mais objetivamente quando as ligações móveis estão a permitir aos utilizadores fazer bom uso de aplicações de streaming e jogos online, a Tutela desenvolveu uma métrica designada Qualidade de Consistência.
Em termos simples, são dois conjuntos de parâmetros – Qualidade de Consistência Excelente e Qualidade de Consistência Standard. Se uma ligação atingir o nível Excelente, significa que a ligação é suficientemente boa para aplicações exigentes, incluindo videochamadas em grupo HD ou vídeo streaming a 1080p. Por sua vez, a ligação Standard é suficientemente boa para streaming de vídeo SD, navegação na web, e-mails e chamadas VOIP, mas os utilizadores podem deparar-se com demoras ou buffering ao tentarem utilizar aplicações mais exigentes.
Finch está longe de ser o filme de sobrevivência num mundo pós-apocalíptico mais impressionante e criativo do cinema, mas não deixa de ser uma história cativante, guiada por personagens convincentes que apresentam uma jornada pessoal importante e emocionalmente ressoante.
Sinopse:“Tom Hanks é Finch, um homem que embarca numa jornada comovente e poderosa para encontrar um novo lar para a sua família improvável – o seu amado cão e um robot recém-criado – num mundo perigoso e devastado.”
Quando as pessoas pensam em filmes com robôs, blockbusters como Transformers ou Pacific Rim vêm à memória. Ex Machina, Alita: Battle Angel e outros também se encaixam na descrição se estendermos a definição de robô a humanóides híbridos de algum tipo. No entanto, se reduzirmos o conceito para um nível mais simplista, até mesmo pessoal, parece que o cinema carece de uma narrativa convincente nesta área. Sim, estou a ignorar Chappie. Não permitam que o robô visualmente semelhante vos leve erradamente a acreditar que Finch será outra grande desilusão porque, na verdade, é uma história bem comovente.
Sem ver o trailer e olhando somente para o nome do realizador, o público é capaz de antecipar sequências de ação incríveis, visto que Miguel Sapochnik é conhecido por ter sido o obreiro de algumas das melhores batalhas em Game of Thrones. Felizmente, tanto a premissa como o trailer principal esclarecem que este filme concentra-se em temas mais profundos. Num mundo pós-apocalíptico admitidamente genérico e pouco imaginativo, Tom Hanks (Greyhound) interpreta Finch, um dos poucos sobreviventes de uma “explosão” solar que destruiu praticamente todos os seres vivos da Terra. Um homem que encontra companhia num cão adorável chamado Goodyear e num robô criado por si mesmo, Jeff.
O cerne do argumento de Craig Luck e Ivor Powell é a jornada pessoal emocionalmente poderosa de Finch e da sua equipa. Desde a importância da amizade e da conexão humana à perseverança do amor e da vida, Sapochnik viaja pela América lentamente, mas com um desenvolvimento rico. Como alguém que adora cães mais do que o ser humano comum, não pude deixar de criar uma ligação com o relacionamento de Finch com o seu animal. Num mundo onde a bondade e a lealdade estão longe de ser encontradas, Goodyear prova ser mais confiável do que qualquer pessoa.
No entanto, todos os três personagens possuem personalidades amorosas e a evolução de cada amizade é algo bastante divertido de se testemunhar. Jeff é uma surpresa no seu todo. Não esperava que fosse um robô tão hilariante como é e Caleb Landry Jones (Get Out) oferece uma prestação vocal perfeita. As interações de Finch com Jeff são incrivelmente cativantes. Aprender o básico de sobrevivência e sobre tarefas diárias traz aquele entretenimento fácil, mas são as histórias contadas por um Hanks fenomenal que roubam os holofotes. Alguns podem olhar para os contos do “era uma vez” como exposição preguiçosa, mas não considero a origem dos mesmos forçada de forma alguma.
O ator tem aquela habilidade icónica de agarrar a atenção dos espetadores assim que começa a falar, e Sapochnik emprega takes longos e ininterruptos para permitir que Hanks leve o público num passeio imaginário pelo seu passado. A cinematografia sumptuosa de Jo Willems (His House) oferece algumas das imagens mais simples e, ao mesmo tempo, mais bonitas do ano. Obviamente, o robô parece extraordinariamente realista, embora este tipo de efeitos especiais já exista há algum tempo. No entanto, tal comentário não diminui o facto de ser um trabalho impressionante por parte dos artistas envolvidos em dar vida a Jeff, especialmente quando o próprio interage com Goodyear e Finch.
No final, é a banda sonora memorável de Gustavo Santaolalla que conquistará muitos corações. O compositor pode ser conhecido recentemente pelo seu trabalho em videojogos como The Last of Us, mas Santaolalla já ganhou dois Óscares de Melhor Banda Sonora com Brokeback Mountain e Babel. Neste filme, a música eleva praticamente todas as cenas, fazendo com que as emoções cheguem à flor da pele e dos olhos dos espetadores. É simplesmente uma daquelas bandas sonoras que transformam um filme já por si bonito numa experiência de visualização ainda mais agradável.
Finch está longe de ser o filme de sobrevivência num mundo pós-apocalíptico mais impressionante e criativo do cinema, mas não deixa de ser uma história cativante, guiada por personagens convincentes que apresentam uma jornada pessoal importante e emocionalmente ressoante.
Tom Hanks prova que ainda está em forma ao apresentar uma performance genuína como um homem que ensina e aprende sobre companheirismo, afeto humano e perseverança do amor e da vida. Focando-se nas relações entre Finch, o adorável cão e o robô espirituoso (excelente trabalho de voz de Caleb Landry Jones), Miguel Sapochnik tira proveito da cinematografia deslumbrante, dos efeitos especiais excecionais e de uma das melhores bandas sonoras do ano para elevar uma obra que, de outra forma, seria demasiado genérica e lenta.
Apesar de alguns elementos de world-building serem estabelecidos e não receberem uma conclusão satisfatória, recomendo vivamente assistir a esta visão subversiva sobre o fim do mundo.
É um novo serviço de entrega de mercearias ao domicílio.
Quando chegou a Portugal, ninguém pensava que a Bolt se expandisse além do negócio das TVDE. Mas a verdade é que aconteceu, e com bastante sucesso. Depois das viagens de carro, das trotinetes e bicicletas partilhadas e de um serviço de entrega de refeições, ficou hoje disponível em Portugal um novo serviço: entrega de mercearias ao domicílio.
Chama-se Bolt Market e é um serviço que permite encomendar e receber as mercearias em casa em apenas 15 minutos. Para que tal seja possível, a Bolt investiu no desenvolvimento de pequenos armazéns, espalhados pela cidade de Lisboa, onde o serviço faz a sua estreia, que funcionarão como um centro de operações para responder aos pedidos recebidos. Os estafetas poderão deslocar-se até estes locais, depois de cada encomenda, de forma a recolher pedidos para, depois, os entregarem na morada selecionada pelos utilizadores.
A Bolt Market surge integrada na app da Bolt Food, mas convém realçar que as finalidades são diferentes: a Bolt Food dedica-se à entrega de refeições, enquanto a Bolt Market serve para entregar fruta, arroz, esparguete, latas de atum e outras coisas do género em poucos minutos.
Todos os pedidos feitos na Bolt Market, desde que superiores a 5€, terão uma taxa de entrega gratuita. Esta oferta não está associada à fase de lançamento, sendo que é algo que a empresa espera continuar a disponibilizar aos utilizadores durante o maior tempo possível.
As encomendas podem ser feitas todos os dias, entre as 9h e as 00h, dentro de um raio de dois quilómetros dos armazéns. Nesta fase inicial, a Bolt Market tem uma gama de mais de 2.000 produtos disponíveis para entrega, de mais de 300 marcas.
Apesar da estreia da Bolt Market acontecer na cidade de Lisboa, o objetivo da empresa é fazer chegar este serviço a outras cidades, algo que deverá acontecer ao longo de 2022.
Resta saber se também teremos por cá o Bolt Drive, um serviço de rent a car por curtos períodos de tempo.
Recorde-se que, durante este mês de outubro, chegou também a Portugal a Getir, startup turca que faz entregas de supermercado em apenas 10 minutos. Este nicho de mercado parece estar ao rubro…
Com um novo destino exótico, uma nova playlist pulsante e novas estradas e caminhos para descobrir, Forza Horizon 5 é a fantasia definitiva para os amantes de automóveis.
Desertos, selvas, planícies e até vulcões são apenas alguns dos biomas que a versão virtual de México em Forza Horizon 5 tem para oferecer. Depois de viajarmos por alguns dos locais mais fantásticos e inesperados do planeta para receber o festival virtual desenhado pela Playground Games e pela Turn 10, o novo destino de um dos maiores exclusivos do ecossistema Xbox é também o mais exótico.
A saga Forza Horizon não é estranha a emoções fortes, embora olhe para trás e ache que tenha começado a sua jornada de forma ainda fria, mas segura, ao apresentar um mundo onde o festival Coachella e o rally Gumball 3000 se fundiam numa experiência onde a sede de velocidade deixou séries similares, como Test Drive e Need For Speed, a comer pó.
No entanto, com o tempo e a cada iteração, Forza Horizon foi-se transformando, crescendo e revelando a sua verdadeira identidade: como uma carta de amor aos videojogos e aos automóveis. À semelhança do que Kazunori Yamauchi, criador da série Gran Turismo, pensa sobre carros, como “alguns dos mais bonitos produtos industriais criados pelo homem”, também Forza Horizon quer assim apresentar as suas estrelas, o seu elenco, colocando-o nos cenários e nas situações mais fantásticas possíveis. Isto tudo ao mesmo tempo que leva à letra o seu lema de “tornar jogadores em amantes de carros e amantes de carros em jogadores”.
Para conseguir isso, a Playground Games tem uma tarefa difícil. Não é que não tenha conseguido fazer isso no passado, jogo após jogo, mas é difícil por tentar fazer algo tão bom ou melhor, elevando a fasquia neste seu concerto orquestral e audiovisual onde, por exemplo, motores roncam e os carros deslizam pelas dunas do deserto em direção à meta enquanto Gustav Holst eleva a adrenalina e tensão do momento, de forma tão épica como Hans Zimmer trabalha nos filmes de Christopher Nolan.
De showcase em showcase (trademarks desta saga), Forza Horizon 5 apresenta-se mais épico do que nunca, com eventos cinematográficos e outros mais scripted, que servem de compasso para a progressão mais tradicional entre corridas e desafios ambientais espalhados pelo mapa.
A progressão e a nossa campanha de Forza Horizon 5 está mais polida e as recompensas que nos são entregues mais fáceis de seguir, como por exemplo o acesso ao menu da nossa coleção de carros, ou o aumento considerável de eventos especiais divididos por zonas. Contudo, mantém a sua experiência não linear e liberta, onde decidimos o caminho a escolher.
Com isto, temos tanto de positivo como de negativo. Se, por um lado, há sempre algo a fazer com eventos a surgirem de todos os lados, dando a sensação de que o jogo é um organismo vivo e mutável (algo que também reflete o suporte da Playground Games em oferecer constantemente novos desafios), por outro lado, as atividades de Forza Horizon 5 podem ser autênticos buracos negros e consumidores de tempo que dão a sensação de que pouco se avança, mesmo que tal esteja de facto a acontecer.
Mas isto é, de certa forma, positivo, pois Forza Horizon 5, além de jogo enquanto serviço, não é um jogo com início, meio e fim. Na verdade, Forza Horizon 5 não tem uma meta, pois todo ele é uma jornada e somos nós que decidimos que curva fazer e que estrada caminhar. Os carros são as estrelas e os caminhos escolhidos são o nosso destino.
Forza Horizon 4 foi um excelente jogo quando foi lançado, mas três anos depois tornou-se incrivelmente melhor. Não aconteceu apenas com patches de qualidade de vida, mas com um absurdo investimento da produção em trazer novas experiências para cima da mesa, seja através de car packs e expansões (uma delas dedicada ao mundo dos LEGO), mas, acima de tudo, por novas formas de jogar, desde os eventos sazonais de acordo com a estação do ano, a modos completamente novos como editores de eventos e até com a inclusão de um ridículo e inesperado Battle Royale.
Tudo isso é novamente encontrado em Forza Horizon 5 e devidamente adaptado à nova região inspirada no México e nos seus nove biomas distintos, que funcionam quase como um best-of de jogos passados e que se multiplicam com uma apresentação diferente de acordo com cada uma das quatro estações do ano, afetando eventos e o estilo de condução.
O México é representando de forma tão bela e apaixonante como cada um dos carros altamente detalhados para esta aventura. Cada curva, sinal, adereço e edifício foi pensado ao milímetro, algo que é facilmente observável com a colocação de alguns colecionáveis em sítios aparentemente impossíveis de alcançar, mas que requerem o empenho e exploração dos jogadores ao encontrar o trajeto e o veículo perfeito para o desafio.
Esta versão do México é tão colorida como podem imaginar, com zonas verdejantes e selvagens, praias paradísicas, desertos sem fim, um vulcão ativo, zonas urbanas características da região e, claro, os vários pontos do festival. Mas tudo colorido com as cores mais naturais possíveis, algo que é alcançado com o motor de jogo que suporta Forza Horizon 5, agora adaptado às consolas da nova geração e que conseguem apresentar um mundo mais imersivo, com uma iluminação mais realista e que torna a fusão dos carros com o ambiente mais natural do que nunca.
Com horário dinâmico, assim como as condições atmosféricas que incluem tempestades, ou as estações do ano, é virtualmente impossível visitar a mesma zona nas mesmas condições de forma repetida, tornando o jogo uma autêntica caixinha de surpresas e aliciando os adeptos da fotografia a capturarem a sua jornada e os momentos mais espetaculares nos momentos certos.
No fundo, Forza Horizon 5 é um monumento construído sobre outro, pegando em tudo o que tornou Forza Horizon 4 e também Forza Horizon 3 em excelentes jogos, e usando-os como alicerces de uma versão mais polida e mais perfeita, com portas abertas para se tornar numa besta maior.
Se visualmente há uma atualização substancial, com um mundo mais denso e rico em detalhe, a jogabilidade também sofreu alterações positivas, em particular para os jogadores que procuram diversão de arcade com uma pitada de profundidade de um simulador. No geral, a jogabilidade e o controlo dos veículos sentem-se um pouco mais pesados e diferentes, não só de veículo para veículo, mas também com as possíveis modificações de cada um. Até aqui, muito parecido com o passado, mas com diferenças subtis e mais granulares do que nunca, dando uma identidade especial a cada veículo que pegamos.
As componentes de personalização e sociais são novamente um dos grandes pilares do jogo, com Forza Horizon 5 a oferecer de novo um modelo semelhante ao de um MMO, com possibilidade de explorar o mundo e correr em eventos tanto em coop ou em competição. Pela sua natureza, e pela liberdade que nos dá de simplesmente explorar livremente o mundo com amigos, Forza Horizon prova novamente que é um excelente ponto de encontro para ter com amigos.
Mais social, mais bonito, mais apaixonante, Forza Horizon 5 como o temos agora promete ser apenas o início de uma longa jornada de descobertas e adrenalinas. Um jogo perfeito para encontrar amigos e descontrair, onde a meta só existe nos desafios propostos. É, em parte, um jogo infinito que não queremos mesmo que acabe e mal podemos esperar para ver que novas experiências a Playground Games nos guarda em Forza Horizon 5.
Forza Horizon 5 chega ao PC via Microsoft Store e Steam, consolas Xbox, Xbox Game Pass e Xbox Gaming Cloud no dia 9 de novembro.
É o primeiro grande evento agendado para o arranque de 2022.
O ID NO LIMITS anunciou esta semana mais artistas que se juntam ao cartaz da edição do próximo ano do festival. Os gémeos sul-africanos Major League DJz trazem o seu amapiano em formato live para o festival, que conta também com o norte-americano Aaron Carmack (Mr. Carmack), a mais recente estrela portuguesa Nenny, o funk-soul do sul de Londres de Poppy Ajudha, a rapper britânica de descendência nigeriana Lex Amor, a escola Soulection de Jarreau Vandal, o irreverente David Bruno, a frescura de Stckman e ainda a descoberta de Evaya.
Muitos são os argumentos que se juntam a nomes já anunciados e que no geral revelam um dos alinhamentos mais fortes em termos de música electrónica contemporânea dos últimos tempos. De Rejjie Snow a Branko, passando por Greentea Peng, T-Rex, Lon3r Johny, Regula, Pedro da Linha, Sippinpurp, Jamz Supernova, Tristany, Flaca, Mynda Guevara, Xtinto, DJ Adamm e Soluna.
O ID NO LIMITS é o evento que combina música urbana e electrónica com o que de mais contemporâneo se produz um pouco por todo o mundo. Para a edição de 2022, são três dias de palcos cheios de refrescante talento para um público exigente.
Quanto aos bilhetes, está ainda disponível o early bird que, por 35€, dá acesso aos três dias do festival. Depois, à medida que o tempo for passando, o passe vai ficando mais caro, até fixar-se nos 65€. Relativamente aos bilhetes diários, estão disponíveis por 40€.
Depois de ter sido adquirida há um ano pelo Grupo Gigas, a ONI inicia uma nova fase com uma renovada imagem e posicionamento.
Falar da ONI, que já foi considerada uma das principais operadoras portuguesas de telecomunicações e tecnologias de informação, não é propriamente fácil. Os mais jovens provavelmente não deverão estar familiarizados, mas quem acompanhou a evolução da Internet em Portugal, principalmente quando surgiu a ADSL, certamente que deverá lembrar-se desta empresa.
Ora, os anos foram passados, a ONI foi mudando de dono e, em 2020, passou da Másmovil para a Gigas Hosting, que é uma empresa de alojamento de dados. Resultado? A ONI regressa agora ao mercado português… mas não da forma que provavelmente estão a pensar.
Esqueçam os pacotes de Internet. Agora, a ONI assume-me como uma operadora que disponibiliza “soluções convergentes de Comunicações, Cloud e segurança”. Com um novo imagem e posicionamento no mercado, a ONI foca-se precisamente em soluções de alojamento para pequenas, médias e grandes empresas, fornecendo também soluções virtuais de segurança e de conectividade. No fundo, o objetivo é ajudar na transformação digital e na migração das empresas para a cloud.
Preparem-se para mais combates e histórias de bastidores.
Fãs de wrestling decerto saberão por esta altura que existe uma série que mostra o que acontece no seio de uma empresa do ramo independente, ou pelo menos assim o tenta. Falamos de Heels, da Starz, que acaba de ser renovada para uma segunda temporada.
A outra boa notícia está relacionada com Trey Tucker (Bobby Pin) e Robby Ramos (Diego Cottonmouth), que foram “promovidos”, o que significa que deixarão de ter aparições ocasionais para se tornarem parte do elenco regular da série.
Heels passa-se na Geórgia, acompanhando uma família que gere um negócio de luta livre, com os dois irmãos Ace Spade, rivais, a lutarem pelo legado do seu falecido pai. Stephen Amell é Jack, visto no ringue como o vilão (a expressão utilizada no mundo do wrestling é heel), ao passo que Alexander Ludwig é Jack, o herói no ringue (a expressão utilizada no mundo do wrestling é babyface).
Além dos protagonistas, a série conta ainda com as participações de Allison Luff, Mary McCormack, Kelli Berglund, Allen Maldonado, James Harrison e Chris Bauer.
Escrita por Michael Waldron (Loki) e com Mike O’Malley enquanto showrunner, a primeira temporada de Heels foi quase totalmente realizada por Peter Segal, uma vez que Jessica Lowrey ajuda na realização em dois dos oito episódios da série.
Apesar de não ter tido audiências muito boas, Heels é uma série já aclamada por fãs e críticos, o que terá pesado na decisão da Starz em renovar o projeto para novos episódios.
A produção da segunda temporada começa em 2022, pelo que se espera que estreie algures durante esse ano. Em Portugal, Heels não está disponível em nenhum canal do cabo nem em nenhum serviço de streaming.
Ainda não subscreveram o serviço de streaming da Apple e têm uma TV LG? Está na altura.
A partir de 15 de novembro, os proprietários de Smart TVs da LG em mais de 80 países (Portugal incluído) poderão desfrutar da Apple TV+ gratuitamente durante três meses. A promoção aplica-se a todos os modelos LG Smart TV de 2016-2021, 8K e 4K compatíveis, e está disponível para os proprietários de TVs LG que se inscreverem na promoção Apple TV+ até 13 de fevereiro de 2022.
O acesso à oferta é muito simples: basta seguirem as instruções que surgem no ecrã depois de acederem à LG Content Store ou clicar no banner da Apple TV + que surge no menu inicial da televisão LG.
Convém dizer que existe um limite de oferta por TV e por Apple ID, sendo uma promoção válida somente para novos assinantes. E à semelhança de outras promoções, o plano Apple TV+ renova-se automaticamente até que o cancelem.
Além disso, esta oferta não pode ser combinada com o Apple One ou outras ofertas da Apple TV+.
Atuais clientes podem adicionar a NVIDIA Shield TV 4K ao seu pacote por 4,99€/mês.
Apesar de já ter sido lançada em 2015, e de ter sofrido um redesign pelo meio, a NVIDIA Shield TV permanece como uma das melhores e mais poderosas boxes Android. Ora, a NOS sabe disso e é por isso mesmo passou a disponibilizar este equipamento para aluguer.
A partir de agora, a NVIDIA Shield TV pode ser integrada nos pacotes de televisão da NOS, tanto para novos como atuais clientes, o que significa que este equipamento pode agora ser a box principal dos clientes da operadora.
Este lançamento justifica-se também graças à recente app NOS TV para Android TV, que promete uma qualidade superior e uma experiência de navegação intuitiva e rápida.
Atuais clientes podem adicionar ao pacote atual a NVIDIA Shield TV 4K por mais 4,99€/mês, sem qualquer custo inicial. Para novos clientes, o preço é o mesmo. No fundo, custa o mesmo que ter uma Apple TV 4K alugada.
Os novos clientes beneficiam, ainda, da oferta de até 12 meses de Netflix na subscrição do serviço Android TV até dia 7 de dezembro. Além disso, existe também o serviço NOS TV+, que permite uma experiência ainda mais aprimorada e com qualidade de imagem FHD e 4K para Android TV e Apple TV. Custa 2,49€/mês, mas o serviço está disponível de forma gratuita até 31 de janeiro de 2022.
A nova NVIDIA Shield TV é mais sustentável, sendo disponibilizada com o primeiro Kit de autoinstalação ecológico da NOS. Aos materiais sustentáveis utilizados na embalagem, e à exclusão de plásticos de utilização única, a NOS acrescentou a possibilidade de o cliente poder instalar o seu próprio serviço, sem a necessidade da deslocação e intervenção de um técnico.
A box é disponibilizada numa caixa feita de cartão 100% reciclado e utiliza tintas à base de água, com menor impacto no ambiente. A embalagem não faz uso de plásticos de utilização única e o guia de autoinstalação é impresso em papel reciclado.
Se estão à procura de um par de auscultadores para usar na vossa recente PlayStation, a PlayStation 5, a HyperX tem uma solução muito interessante, com os HyperX Cloud Flight Wireless.
A marca da Kingston (agora também da HP) não é estranha a excelentes soluções áudio, onde se destacam os Cloud II, os clássicos modelos com e sem fios. Com um design mais moderno e apelativo aos jogadores, os HyperX Cloud Flight Wireless sacrificam algumas das características mais Premium em função da qualidade de som e conforto.
A experiência de unboxing e a sensação de tato ao agarrar nos HyperX Cloud Flight Wireless pela primeira vez não é tão especial como a dos Cloud II, mas rapidamente percebemos que a utilização de plásticos mais maleáveis e leves revestem um corpo sólido e com algumas qualidades mais importantes, como as suas almofadas e conforto de utilização. Ao colocarmos os HyperX Cloud Flight Wireless, estes não abusam na pressão e ficam fixos, sentindo-se bastante leves, com as suas cúpulas a abraçarem as nossas orelhas na perfeição. Em utilização, são perfeitos e selam a nossa cabeça bastante bem.
Infelizmente, essa falta de “qualidade” dos materiais confere aos HyperX Cloud Flight Wireless a sensação de pouca durabilidade, algo que não será grande problema, até porque dificilmente irão cair das nossas cabeças.
Esta versão em particular é destinada aos jogadores de PlayStation, algo que sabemos de forma imediata não só pela caixa como pelos acentos em azul, ao invés to tradicional vermelho da marca. Mas não são de uso exclusivo à PlayStation.
Com a sua pen USB, que permite utilização sem fios, apenas funciona com as consolas da Sony e com o PC de forma muito simples. É plug-and-play. Contudo, graças a uma porta áudio, é possível usar um cabo para ligar a qualquer dispositivo, como por exemplo a uma Nintendo Switch, tornando-se assim uma versão bastante versátil para quem tem vários equipamentos.
A nível de interface, os HyperX Cloud Flight Wireless são relativamente simples apenas com um botão de On/Off, um regulador de volume e um gigante botão de Mute na cúpula esquerda, que é um pouco sensível demais para o meu gosto pessoal, interrompendo com frequência as sessões de jogo com amigos. Conta ainda com uma porta áudio, como já referimos, porta de alimentação USB-C e a porta para o microfone destacável.
A nível de qualidade de som, os HyperX Cloud Flight Wireless são bastante bons, oferecendo por defeito um som neutro, equilibrado e confortável, com um ótimo alcance e volume máximo. Graças às almofadas e ao tamanho das cúpulas, temos um excelente isolamento e espaço para os ouvidos “respirarem”, dando uma ótima sensação acústica. Infelizmente, sendo uma solução para a PlayStation, com destaque a PlayStation 5, não é possível tirar partido das capacidades Tempest 3D, algo apenas possível através da ligação direta ao DualSense. No entanto, suporta o Audio 3D padrão da consola, com resultados bastante satisfatórios em quase todos os jogos.
A captura de som do microfone destacável também satisfaz bastante, com um ótimo isolamento vocal, sem captação de ruidos. Ótimo para conversas, telefonas, streaming, mas tal como tantos outros produtos do género, já não tão bons para produção de conteúdos, como podcast e narrações.
Por fim temos a questão da bateria, que é excelente, atingindo quase as 30 horas de bateria que promete, o que na prática dá para uma semana com sessões de jogo moderadas. Com carregamento de apenas quatro horas, onde também se pode usar para ouvir os jogos ou música, é uma solução muito versátil. E claro, temos o modo passivo, sem gasto de energia com a ligação por cabo de áudio.
Os HyperX Cloud Flight Wireless são, assim, um par de auscultadores para utilizadores não muito exigentes, mas que até podem surpreender. A qualidade de construção e o seu design são, sem dúvida, os pontos menos positivos, mas passam para segundo plano graças a um bom desempenho áudio e uma enorme versatilidade.
Os HyperX Cloud Flight Wireless podem ser encontrados em várias lojas por volta dos 120€.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Kingston.
Há quatro anos que o Flutuar by Cepsa – Festival Internacional de Balonismo de Coruche, a apenas 50 minutos de Lisboa, faz da pacata vila ribatejana o ponto de encontro para apaixonados por esta prática, seja para voar a bordo de um balão de ar quente ou apenas para admirar estes gigantes coloridos erguerem-se a centenas de metros do chão ao sabor do vento.
Com um formato mais reduzido, respeitando todas as normas de segurança sanitárias, o festival reúne este ano, entre os dias 10 e 14 de novembro, cerca de 20 balões de equipas de todo o mundo a sobrevoar em simultâneo os verdejantes campos de cultivo banhados pelo Vale do Sorraia e da lezíria ribatejana. Entre os balões, um especial destaque para o maior balão de ar quente do mundo a voar comercialmente com passageiros, com capacidade para 34 pessoas, o balão “Mota de Corrida” (o maior do mundo em formato especial) e o balão “Barco de Piratas”, com estilo típico dos anos 1700.
Há voos de balão matinais todos os dias, que poderão ser reservados no site do evento, e durante o fim de semana há também voos de tarde e batismos de voo em balões estáticos que oferecem a oportunidade de viver a experiência gratuitamente. A partir de sexta-feira à tarde, a agenda será reforçada com atividades para toda a família, com jogos tradicionais portugueses e outras animações (touro mecânico, parede de escalada e muito mais), a caminhada e passeio BTT do Dia Europeu do Enoturismo com provas de vinhos locais, espetáculos musicais com Luís Trigacheiro, DJ Pedro Cazanova e a banda Rocktonight ou o já famoso espetáculo de luz e música eletrónica Night Glow, com a participação de DJ Paulinho.
Tal como nos anos anteriores, o festival celebra as tradições da região com um mercado de artesanato e produtos locais, o Street Food Fest, desde comida regional a mexicana, alemã, vegetariana e a bela castanha assada. A incontornável gastronomia tradicional de Coruche poderá ser provada nos restaurantes locais, com pratos típicos que prestam tributo ao campo e à lavoura com produtos regionais de sabores excecionais.
Para os fãs de veículos clássicos, haverá a primeira concentração VINTAGE ON WHEELS que decorrerá no sábado, 13 de novembro, entre as 10h e as 17h, e que conta com o apoio do ACP Clássicos. Nesta concentração de clássicos, o público terá oportunidade de votar no veículo clássico que mais gostar e habilitar-se a participar no sorteio de uma fantástica viagem de balão de ar quente.
Encanto, da Walt Disney Animation Studios, chegou aos cinemas a 25 de novembro.
Foi no passado dia 25 de novembro que chegou aos cinemas a história de uma família extraordinária, os Madrigais, que vivem escondidos numa casa mágica nas montanhas da Colômbia, numa cidade vibrante chamada Encanto, um lugar maravilhoso e encantador. Sim, falamos de Encanto, realizado por Jared Bush (co-diretor “Zootrópolis”) e Byron Howard (“Zootrópolis”, “Entrelaçados”), co-realizado por Charise Castro Smith (argumentista de “The Death of Eva Sofia Valdez”) e produzido por Yvett Merino e Clark Spencer. O argumento é de Castro Smith e Bush.
Sinopse:ENCANTO, da Walt Disney Animation Studios, conta a história de uma família extraordinária, os Madrigais, que vivem numa casa mágica nas montanhas da Colômbia, numa cidade vibrante chamada Encanto, um lugar maravilhoso e encantador. A magia de Encanto abençoou todas as crianças da família com um dom único, desde uma superforça até ao poder de curar – todas as crianças exceto uma, Mirabel (voz de Stephanie Beatriz). Mas, quando descobre que a magia de Encanto está em perigo, Mirabel decide que ela, a única Madrigal comum, pode ser a última esperança da sua família excecional.
O filme apresenta canções originais do vencedor do Emmy, GRAMMY e Tony Award Lin-Manuel Miranda, enquanto que Germaine Franco compôs a banda sonora original. Ora, e numa altura em que muitos provavelmente já viram o filme, não seria interessante terem merchandising desta produção? Não precisam de procurar mais.
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para sortear cinco kits compostos por uma Tote Bag, um Conjunto de Atividades e um Porta-Chaves. Para se habilitarem a ganhar um destes kits, basta seguirem os seguintes passos:
O passatempo estará a decorrer até às 23h59 de 24 de dezembro. Os vencedores serão definidos aleatoriamente e contactos diretamente via email e o envio será feito durante o mês de janeiro.
NOTA IMPORTANTE: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa por passatempo. Não são aceites trocas de vencedores, sendo que em caso de não aceitação do prémio, é sorteado um novo vencedor. Reservamo-nos, ainda, o direito de excluir de futuros passatempos quem não respeitar as regras.
Last Night in Soho é incrivelmente cativante durante todo o tempo de execução, mas o all-in de Edgar Wright no louco terceiro ato pode dividir opiniões.
Sinopse:“Uma jovem rapariga, apaixonada por design de moda, consegue misteriosamente entrar na década de 1960 onde encontra o seu ídolo, uma deslumbrante aspirante a cantora. Mas a Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar-se à sua frente com consequências sombrias.”
Edgar Wright ganhou um estatuto de culto e uma base de fãs considerável ao longo da sua carreira. A trilogia Three Flavours Cornetto e Scott Pilgrim vs. the World são os seus trabalhos mais amados, mas Baby Driver também se tornou um dos favoritos dos fãs. A sua energia cinética, estilo de edição distinto e uso da música popular ao ritmo do corte e movimento de câmara, tornaram-se marcas registadas que nem todos apreciam, mas felizmente encontro-me no lado positivo da crítica. Last Night in Soho é o seu primeiro filme de horror desde Shaun of the Dead e, desta vez, Wright segue o subgénero psicológico, um dos meus preferidos.
Desconhecia tudo sobre o filme, como de costume, algo que pode ou não ter influenciado o que acredito ser o melhor aspeto do mesmo. Os argumentistas Wright e Krysty Wilson-Cairns (1917) criam uma premissa intrigante que atrai a atenção dos espetadores de forma quase imediata e mantém-se incrivelmente cativante até ao último segundo. O primeiro ato estabelece a rapariga tímida, introvertida, ambiciosa e aspirante a estilista, Eloise “Ellie” Turner, que possui um “poder” misterioso: a capacidade de se ligar ao passado, especificamente de visitar Londres da década de 60.
Em primeiro lugar, Thomasin McKenzie (Old) tem uma prestação não menos que fantástica. A atriz apareceu debaixo dos holofotes há alguns anos e prova agora que liderar um dos filmes mais esperados do ano também pertence à sua lista de habilidades. As “visões” ou “sonhos” da sua personagem seguem um caminho louco de noites exponencialmente mais estranhas e perplexas em Soho dos anos 60. Tais sequências pedem a McKenzie uma montanha de exibições expressivas que a própria mostra com sucesso.
Nessas noites, Ellie transforma-se em Sandie, também ela uma miúda jovem aspirante a cantora, que é lindamente e até assustadoramente retratada por Anya Taylor-Joy (The New Mutants). Para além de evidenciar novamente que um Óscar é apenas uma questão de tempo, a atriz demonstra as suas habilidades de canto e dança. Na verdade, uma das melhores sequências de todo o filme é precisamente uma cena de dança com McKenzie, Taylor-Joy e Matt Smith (His House), onde as atrizes trocam de lugar uma com a outra, seja fora do plano da câmara ou com a ajuda dos efeitos especiais. Um momento tecnicamente magnífico.
Em relação ao resto do elenco, Terence Stamp (His Dark Materials) emprega a sua experiência para interpretar um idoso bem intimidante que aparenta ter algo a esconder, mas Diana Rigg merece o elogio final. O filme começa com o texto “For Diana” em destaque em memória da sua morte recente, que só se torna ainda mais triste quando nos recordamos do número de personagens icónicas que interpretou ao longo da sua carreira. Desde esposa de James Bond a Olenna Tyrell em Game of Thrones, a atriz entrega uma última performance – interpretando Ms. Collins, a senhoria rigorosa de Ellie – que o público não esquecerá tão cedo.
Relativamente à história, tal como mencionei anteriormente, Wright e Wilson-Cairns constroem uma narrativa muito interessante. Considero o ritmo habitualmente dinâmico de Wright algo contido nos dois primeiros atos, que surpreendentemente funcionou a favor do filme. O argumento parece bem estruturado, mas alguns problemas surgem quando se desatam os nós. O terceiro ato não pode ser descrito de outra forma que não insano. Wright realmente vai all-in durante os últimos 20 a 30 minutos, o que tendo em mente os dois primeiros atos de evolução estável, chega a tornar-se por vezes irrespirável.
Narrativamente, as suas reviravoltas inesperadas até têm o seu sentido quando tudo se junta. Existem muitas revelações e pontos de enredo chocantes que podem parecer demasiado pesados e confusos no início, mas depois de uma boa noite de sono, não consigo genuinamente culpar os elementos ligados à história. No entanto, do ponto de vista técnico, o filme fica estranhamente atrapalhado e muito rápido. Desde a edição extremamente agitada (Paul Machliss) às sequências repetitivas com fantasmas maçadores, quase parece que este ato pertence a outra versão da obra.
Ainda assim, a edição de Machliss é perfeita ao longo dos dois primeiros atos e a cinematografia de Chung Chung-hoon é bem colorida numa Londres dos anos 60 esteticamente fenomenal (produção artística ao cargo de Marcus Rowland). A música de Steven Price parece adequada à época e desempenha um papel impactante no filme, elevando alguns momentos definidores de personagem e eventos da história importantes. Parte destes excelentes atributos técnicos persistem no ato final, mas a necessidade incompreensível e abrupta de fechar rapidamente todos os arcos narrativos de forma inquieta demonstra ser altamente prejudicial.
Last Night in Soho é incrivelmente cativante durante todo o tempo de execução, mas o all-in de Edgar Wright no louco terceiro ato pode dividir opiniões. As protagonistas convincentes – brilhantemente interpretadas por Thomasin McKenzie e Anya Taylor-Joy – seguem arcos intrigantes que guardam revelações inesperadas que, em última análise, fazem sentido com a narrativa geral. Cinematografia e produção artística deslumbrantes unem-se para criar uma Londres dos anos 60 visualmente de fazer cair o queixo. Um lugar que se torna cada vez mais interessante de se visitar devido à música viciante de Steve Price.
No entanto, o último ato sente uma súbita necessidade de atar todos os nós através de uma edição avassaladora, ritmo apressado e transições descuidadas, que funcionam contra o que o filme tinha sido até aquele ponto. Enalteço o compromisso e a extrema dedicação de Wright para com a sua visão, mas a contenção mostrada anteriormente também deveria ter feito parte da conclusão.
A Região Autónoma dos Açores é, sem grande margem de dúvida, um dos mais belos destinos turísticos de Portugal.
Ponta Delgada, a maior cidade de todo o arquipélago, localizada na ilha de São Miguel, é um dos destinos preferidos dos portugueses de acordo com as pesquisas feitas no site de alojamentos Airbnb.
Por se tratar de uma localidade especial para viajantes nacionais e estrangeiros, a infraestrutura da indústria turística na região é bastante sólida. Companhias aéreas como a TAP Air Portugal, principal transportadora aérea nacional, oferecem voos diretos para Ponta Delgada a partir dos aeroportos do Porto e de Lisboa. Outra companhia que também oferece rotas do género é a Ryanair, mostrando que a região desperta interesse o suficiente para trazer uma certa competitividade ao setor aéreo.
Redes hoteleiras e empresas de aluguer de carros também são outros segmentos do setor turístico que têm vindo a investir na região. Conforme falámos no fim do ano passado, uma grande cadeia hoteleira vai expandir os seus serviços nos Açores até 2023. Além disso, diversas empresas de aluguer de carros oferecem os seus serviços a partir do Aeroporto de Ponta Delgada, conforme pode-se ver no site comparador Discover Cars. Diante de toda essa infraestrutura, fica fácil notar que os Açores, especialmente Ponta Delgada, guardam belas surpresas aos viajantes que decidem fazer do local o seu próximo destino.
Mas quais lugares, afinal, são realmente imperdíveis em Ponta Delgada? Atentem na nossa lista.
Portas da Cidade
As Portas da Cidade de Ponta Delgada, localizadas em plena freguesia de São Sebastião e compostas por três arcos, são um dos ex libris da cidade. Construídas em 1783, no extinto cais, foram posteriormente deslocalizadas para a Praça Gonçalo Velho Cabral, onde permanecem até aos dias de hoje.
Igreja Matriz de São Sebastião
A Igreja Matriz de São Sebastião é a mais importante igreja de todo o concelho e uma das mais imponentes de todo o arquipélago. Erguida entre 1531 e 1547, segundo registos históricos, representa um dos melhores exemplares da fusão entre o estilo Manuelino e o barroco, sendo paragem obrigatória para qualquer turista.
Museu Carlos Machado
Aberto ao público desde o ano de 1880, o Museu Carlos Machado, o mais importante de todos dos Açores, é um exemplo da vasta e rica cultura açoriana, sendo um marco do passado, presente e futuro dos Açores. Apresenta três exposições de cariz permanente, uma dedicada à história natural da região, outra dedicada à memória do convento – onde se encontra instalado – e uma dedicada à arte sacra.
Igreja do Colégio dos Jesuítas
Em virtude da importância histórica que veio a assumir, a Igreja do Colégio dos Jesuítas é paragem obrigatória na região para os amantes da arquitetura. Concluída em pleno século XVII, embora a sua construção se tenha iniciado no século anterior, este monumento destaca-se pela sua fachada, uma representação perfeita do estilo barroco em pedra vulcânica, bem como pelos magníficos painéis de azulejos.
Jardim Botânico do Canto
O Jardim Botânico José do Canto é um local que todos os amantes da natureza deveriam conhecer. Alberga algumas das mais belas árvores de toda a região autónoma, que impressionam não só pela sua majestosa morfologia, mas também pelo seu porte imponente. Para além disso, o local destaca-se também por albergar um solar com vários séculos de história, bem como uma antiga estufa.
Como viram, Ponta Delgada oferece atrações bastante diversas com potencial de encantar diferentes gostos. Esperamos que as nossas dicas vos ajudem a desfrutar de Ponta Delgada de forma cómoda e agradável. Agora, basta organizarem-se e partir para esta aventura. Divirtam-se e boa viagem!
Conta com 600.000 embalagens de bebidas (plástico, latas e vidro), o equivalente a 40 toneladas.
Até dia 12 de dezembro, Cascais tem patente a exposição itinerante iREC – Recircular, para sensibilizar os munícipes para a importância da reciclagem e da economia circular. Esta mostra é composta por uma alforreca feita a partir de embalagens de bebidas, totens informativos e ainda artigos do dia-a-dia produzidos com materiais reciclados que permitem ilustrar o ciclo dos resíduos e os benefícios da sua reinserção na economia.
Realizada no âmbito do projeto-piloto iREC –Inovar a reciclagem, um programa de incentivo à devolução de embalagens de bebidas, esta exposição é também uma oportunidade de partilhar os resultados alcançados em apenas nove meses: cerca de 600.000 embalagens de bebidas (plástico, latas e vidro) equivalentes a um total de 40 toneladas.
A peça central da exposição, uma alforreca de 2,5 metros de altura, foi fabricada pelo grupo de artistas Skeleton Sea com embalagens de plástico e latas recolhidas nas máquinas do iREC. O tema da escultura foi diretamente inspirado pelas problemáticas do lixo marinho, constituído essencialmente por plástico descartado, e pelas alterações climáticas que origina a multiplicação das espécies invasoras.
Uma mala de viagem da Samsonite – A Magnum ECO, os sapatos de caminhada da Decathlon e os calções de banho Panareha são alguns dos artigos que podem ser vistos nesta exposição, por serem produzidos a partir de embalagens de bebidas de plástico recicladas e copos de iogurte.
As datas e locais podem ser consultados no site do projeto. A entrada é gratuita.
Este novo restaurante vem criar 25 novos postos de trabalho.
No passado mês de outubro demos conta da inauguração de mais dois restaurantes da Pizza Hut, um na Charneca da Caparica e outro no Cacém. Enquanto que o primeiro tem disponível o serviço à mesa com esplanada, bem como takeaway e serviço de entrega ao domicílio, o segundo serve apenas para takeaway e entregas ao domicílio.
Agora, e para começar novembro da melhor forma, nada como destacar a abertura de um novo restaurante da marca, o primeiro nas Caldas da Rainha.
Situado na entrada sul da cidade, na Rua General Amílcar Mota 27, o novo spot da marca na cidade conta com 38 lugares no interior e 14 de esplanada, num total de 52 lugares sentados e com estacionamento público gratuito.
No restaurante Pizza Hut das Caldas da Rainha está agora disponível toda a oferta Pizza Hut onde se destacam o Rodízio de Pizzas, o buffet Almoço na mesa, as opções vegan e o regresso da deliciosa Cheesy Bites Pepperoni.
Este novo restaurante vem criar 25 novos postos de trabalho. Quem quiser pode também recorrer ao serviço de entrega ao domicílio na marca, disponível através da app/site ou através da Uber Eats e Glovo.
Um investimento de 2,142 milhões de euros por parte da Câmara Municipal de Lisboa.
O tema radares tem estado na ordem do dia, e não é para menos. O nosso artigo mais lido do passado mês de setembro está precisamente relacionado com este assunto, quando avançámos que já estavam em funcionamento novos radares que detetam muito mais que excesso de velocidade, tendo também os nossos leitores contribuindo para o artigo em si com a localização de cada aparelho.
Mas não há nada como uma declaração oficial, tal como fez a Câmara Municipal de Lisboa à agência Lusa, ao ter referido que está a decorrer a “instalação de 41 radares de controlo de velocidade no total, ou seja, a substituição de 21 radares que já existiam na cidade e a instalação de 20 radares novos”. Até ao momento, de acordo com a mesma fonte, “já foram substituídos 11 radares e instalados 18 novos”.
Mas e no que toca às localizações propriamente ditas? Ora, de acordo com a localização do sistema de segurança rodoviária datada de junho de 2021, os aparelhos serão/estão a ser instalados nas avenidas Santos e Castro (dois radares), Lusíada (dois), General Norton de Matos (um), Padre Cruz (dois), Marechal Gomes da Costa (um), da Índia (um), Infante Dom Henrique (dois), Dr. Alfredo Bensaúde (dois), Almirante Gago Coutinho (um), de Ceuta (um), Calouste Gulbenkian (um), Marechal Craveiro Lopes (um), a 2.ª Circular (um) e a Avenida dos Combatentes (dois).
No que toca à substituição, é algo que está a ser feito nas avenidas da Índia e Brasília (dois), Infante Dom Henrique (dois), de Ceuta (dois), Gen. Correia Barreto (dois), Estados Unidos da América (dois), Marechal Gomes da Costa (um), Almirante Gago Coutinho (um), Eusébio da Silva Ferreira (um), 5 de Outubro (um), da Igreja (um), Cidade do Porto (um), João XXI (um), Afonso Costa (um), Eng. Duarte Pacheco (um), na 2.ª Circular (um) e na Avenida das Descobertas (um).
Diz a Câmara de Lisboa que os equipamentos estão “em fase de testes”, pelo que a instalação dos 41 radares deverá estar concluída até ao final do ano. Será oportunamente comunicada a entrada em funcionamento destes aparelhos.
Como já deverão saber, estes novos radares prometem bater recordes no que toca à caça à multa, uma vez que “possibilitam o controle simultâneo de velocidade em várias vias e em ambos os sentidos”.
P.S. A imagem no topo do artigo é meramente indicativa.
Este investimento na Linha do Algarve permitirá a utilização de composições mais modernas, confortáveis e rápidas, reduzindo em 25 minutos o tempo de percurso entre Lagos e Vila Real de Sto. António.
Iniciou-se hoje a empreitada de Eletrificação do troço da Linha do Algarve, entre Faro e Vila Real de Santo António.
A eletrificação da Linha do Algarve, num total de 140 km, assegurará importantes benefícios ao nível da segurança, eficiência, qualidade de serviço e sustentabilidade ambiental. A operação, integralmente com recurso a material circulante elétrico, permitirá a utilização de composições mais modernas, confortáveis e rápidas, reduzindo em 25 minutos o tempo de percurso entre Lagos e Vila Real de Sto. António.
Além das vantagens em termos de rapidez e segurança, o reforço da capacidade de operação possibilitará o reforço do número de circulações ao dispor dos utilizadores, beneficiando fortemente a mobilidade no arco metropolitano do Algarve.
A empreitada hoje iniciada vai eletrificar integralmente um troço com 56 quilómetros, entre as cidades de Faro e de V.R. S.to António. Serão também desenvolvidos trabalhos de beneficiação nos edifícios das Estações e Apeadeiros, com instalação de sistemas de áudio-informação e substituição das colunas de iluminação das plataformas de passageiros. A infraestrutura será dotada de novos sistemas de Sinalização e Telecomunicações, melhorando as condições de operação e segurança da circulação ferroviária.
Para a melhoria das condições de atravessamento pedonal, será requalificada a Passagem de Peões existente na Passagem de Nível em Boliqueime e a Passagem de Peões existente em Almancil. A atual Passagem de Nível localizada junto à Estação de Loulé será suprimida, sendo substituída por uma Passagem Superior, como alternativa mais segura e eficiente para o atravessamento rodoviário.
Este investimento é desenvolvido no âmbito do programa de modernização da Rede Ferroviária Nacional, Ferrovia 2020, e integra o projeto de eletrificação da Linha do Algarve em toda a sua extensão, que será executado através duas empreitadas. A primeira, agora iniciada, corresponde à eletrificação do troço entre Faro e Vila Real de Santo António, e a segunda de eletrificação do troço entre Tunes e Lagos, a realizar futuramente. Recorde-se que o troço entre Tunes e Faro já se encontra equipado com sistema de tração elétrica.
Na cerimónia realizada esta manhã, Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos, afirmou que “a ferrovia é mesmo o transporte do futuro” e que, “depois de décadas em que o País deixou de investir na ferrovia”, o “comboio voltou a estar no centro do debate nacional”.
O Ministro disse que a empreitada da Linha do Algarve, agora consignada, vai permitir à população do Algarve conseguir ter alguns ganhos de tempo de viagem, uma vez que vão estar criadas condições “para que o comboio Intercidades – ou o Alfa – possam chegar a Vila Real de Santo António”.
“Consoante a organização da CP nós podemos ter viagens com poucas paragens, permitindo uma viagem mais rápida, com menos paragens, passando por Tavira, Olhão e Faro”, detalhou, acrescentando que este é um “ganho concreto, muito objetivo e muito importante para a população do Algarve”.