Dizer que está com um aspeto “Incrível” não chega para elogiar os novos trechos de jogabilidade de Horizon Forbidden West.
Só chega no final de fevereiro, mas é em Horizon Forbidden West que os jogadores de PlayStation já devem ter os olhos postos. Não só porque é o próximo exclusivo da casa a ser lançado, como mais uma vez revela-se com trechos de jogabilidade absolutamente incríveis.
Em formato de longas GIFs de alta qualidade que podem observar já aqui em baixo, a equipa da Guerrilla exibe algumas das novidades no que toca ao combate e ao aspeto de Horizon Forbidden West nos momentos mais caóticos. E tudo capturado na PlayStation 5.
Estes trechos servem de ilustração de um extenso artigo no blog da PlayStation onde a Guerrilla partilha alguns dos princípios de desenvolvimento do jogo em relação à liberdade de combate, chamando-lhe a “Evolução do Combate”.
No texto, os produtores explicam que o seu objetivo para Horizon Forbidden West era pegar nas capacidades de Aloy e torná-la mais ágil e capaz, oferecendo aos jogadores o máximo de oportunidades durante os confrontos contra máquinas e humanos de formas que não conseguiram no passado.
Através dos novos trechos de jogabilidade, podemos assistir a um estilo de jogo familiar, mas igualmente refrescante, não só pelas novas ferramentas em uso, como o gancho e o planador, mas também graças à fluidez e variedade de animações que compõem os conflitos.
Podem ficar a conhecer todas as novidades em maior detalhe no Blog da PlayStation e deliciarem-se já aqui com as GIFs de Horizon Forbidden West.
Há quatro novos jogos para desfrutar na subscrição da PlayStation.
Chegam sem muita surpresa, mas são muito bem-vindos. Falamos, claro, das duas adições principais ao catálogo do PS Now em dezembro: Final Fantasy X/X2 HD e Grand Theft Auto III: The Definitive Edition.
Final Fantast X/X2 HD surge com a iniciativa da Square Enix em trazer um Final Fantasy por mês ao PS Now. Já a adição de Grand Theft Auto III: The Definitive Edition é a resposta ao lançamento de GTA: San Andreas no Xbox Game Pass, lançado no passado dia 11 de novembro. Infelizmente, Grand Theft Auto III: The Definitive Edition tem uma passagem curta no serviço, sendo removido já no dia 31 de janeiro.
Além destas duas esperadas entradas, a adaptação estratégica de John Wick para videojogos, John Wick Hex, junta-se também ao catálogo, juntamente com o caótico jogo de arcade multijogador, Spitlings.
Os quatro jogos poderão ser descarregados ou jogados via streaming, nas consolas PlayStation e no PC (via cloud), já a partir de amanhã.
Não é propriamente uma novidade no mercado, mas quem gosta de sushi não vai dizer que não.
Quando pensamos em bolos de aniversário, por norma temos três alternativas: ou fazemo-lo nós próprios, ou compramos num típico supermercado/pastelaria ou, então, procuramos algo mais personalizado. Seja mais ou menos doce, a verdade é que o bolo de aniversário fica para depois do almoço/jantar, a acompanhar com um café, ou para o fim de tarde.
Ora, porque não dar um twist a estes momentos apostando num bolo bem diferente? Sim, adivinharam: falamos de um bolo de sushi.
Obviamente, este não será um bolo para qualquer um – primeiro que tudo, convém serem fãs de sushi -, mas vai certamente impressionar amigos e familiares que vão a restaurantes ou encomendam as peças para devorar em casa.
Bolos de sushi não são propriamente uma novidade no mercado, porém, poucos são os estabelecimentos que promovem estas criações. Por sorte, descobrimos um restaurante que os faz: SushiAkira.
Este espaço em Odivelas promete tornar os aniversários ainda mais únicos, como se fossem celebrações que jamais serão esquecidas. O Bolo Sushi tem de ser encomendado com antecedência e, na altura da encomenda, podem escolher a forma, dimensões (pequeno, médio e grande), ingredientes e sabores. Quer isto dizer que podem escolher este ou aquele peixe, esta ou aquela fruta… O cliente é que decide.
Basicamente, este sushicake é composto pela base de sushi, e a partir daí, é personalizado em função do gosto do cliente. Interessados? Basta ligar para o 938569967/932856967 e passar depois pelo local a recolher.
Em celebração da estreia iminente de Spider-Man: No Way Home, a Insomniac Games e a PlayStation levam até aos jogadores novos conteúdos para Marvel’s Spider-Man Remastered, a remasterização do aclamado jogo do Homem-Aranha para a PlayStation 5.
É um pequeno mimo para os fãs do jovem aranhiço, que podem revisitar, ou experienciar pela primeira vez, o jogo com dois fatos inspirados no filme Spider-Man: No Way Home.
Two new suits inspired by #SpiderManNoWayHome—exclusively in movie theaters Dec. 17th—are coming Dec. 10th to Marvel’s Spider-Man Remastered, only available on PlayStation 5 as part of Marvel’s Spider-Man: Miles Morales Ultimate Edition!
Gratuitos para todos os detentores de Marvel’s Spider-Man Remastered, temos o fato Iron-Spider melhorado e o fato negro do qual não conhecemos ainda muito bem a sua origem, mas que já pudemos espreitar em alguns trailers do filme.
Seja para explorar a cidade virtual de Nova Iorque ou para tirar umas fotografias de Spider-Man, os dois fatos ficam disponíveis no jogo a partir de dia 10.
Precisam de ir comprar as prendas de Natal, sabem que os centros comerciais ajudam nisso, mas não têm vontade nenhuma? Nada temam.
Até 24 de dezembro, o NorteShopping (em Matosinhos), o CascaiShopping (em Cascais) e o Centro Colombo (em Lisboa) fazem as compras de Natal pelos clientes. O serviço de atendimento premium Fazemos as compras por si pretende facilitar a vida dos portugueses e ajudá-los a fazerem-se presentes nesta época.
Este serviço simples e prático é composto por uma equipa que está disponível todos os dias para realizar compras nas lojas aderentes do respetivo centro, sob pedido online do cliente. Para usar este serviço, há um limite mínimo de valor de compras de 20€ e máximo de 250€.
Depois de todas as compras realizadas, a entrega é feita no Drive In ou na morada indicada no pedido, acrescendo os portes de entrega — esta última opção está disponível apenas até 20 de dezembro. As compras serão entregues até 48h após o pagamento e contacto com o cliente.
O serviço de atendimento exclusivo do CascaiShopping, Centro Colombo e NorteShopping tem um custo de 5€.
Com quase 10 anos, o título da Marvelous não consegue fascinar por mais que tente.
Antes de descobrir o meu amor por jogos de sobrevivência, o meu fascínio recaía quase sempre sobre os simuladores de gestão e de agricultura. As imagens nas revistas, que ocupavam apenas uma coluna muito pequena em páginas iniciais, levavam-me a sonhar com RPG de conceitos peculiares, mas construídos em torno de aventuras realistas que se destacavam das tradicionais demandas contra o fim do mundo. A série Harvest Moon surgia constantemente nas discussões, era incontornável, e passou a fazer parte do meu imaginário com o lançamento de Back To Nature na PlayStation. Decidi que queria jogar este RPG tão invulgar, ainda sem imaginar que a série se expandia para outras consolas, mas o destino quis que tal não acontecesse. Nunca o encontrei à venda nas lojas portuguesas. Com o tempo, o interesse foi-se.
Por mais incrível que pareça, ainda não joguei um Harvest Moon. Já joguei spin-offs, como é o caso de Rune Factory 4 Special, e até já analisei Story of Seasons: Friends of Mineral Town, a nova série encabeçada por Yasuhiro Wada, o criador da saga Harvest Moon. Mas e a série original? O destino quis que tal não acontecesse. Talvez seja pelo melhor, protege-se a memória. Foquei a minha atenção em Rune Factory, pois funciona como um híbrido entre a gestão de Harvest Moon e a ação de um RPG, onde temos a possibilidade de não só cultivar a nossa quinta, mas também explorar masmorras em busca de itens e novos adversários. Depois de tantos anos de espera, tive a oportunidade de jogar a série Rune Factory e, infelizmente, esta não é uma viagem de sucesso para mim ou para ti, caro leitor, pois estampei-me no chão assim que parti à aventura. Lá se foi a memória.
Em sua defesa, Rune Factory 4 Special é um jogo de 2012. Originalmente lançado na Nintendo 3DS, este já clássico da Marvelous estreia-se nas novas consolas com uma desvantagem impossível de ignorar. Parece datado, pouco entusiasmante ou envolvente no seu ritmo de jogo, criando mais momentos de frustração do que divertimento. É uma posição injusta, já que Rune Factory 4 Special foi pensado para a portátil da Nintendo, mas é difícil não sentir algum desapontamento depois de tantos anos há espera do momento certo para conhecer melhor a série. Como disse, esta viagem foi um grande flop.
É difícil ficar encantado com os gráficos de um jogo que começa a envelhecer muito mal. Apesar da arte resistir ao teste deste salto geracional, muito por se aproximar do estilo anime, os cenários destacam-se pelo pior, surgindo como imagens estáticas e desfocadas – como se tivessem sido ampliadas na passagem para a alta definição – que destoam por completo em relação aos modelos poligonais e mais definidos das personagens. É um estilo muito estranho, onde pouco há a fazer quando se trata de uma remasterização de um jogo com quase 10 anos e pensado para as consolas portáteis. Os menus também não são apelativos, muito minimalistas e sem novos atalhos ou melhorias de vida neste relançamento, e a nível visual, podemos ainda incluir as animações em baixa qualidade de imagem que se destacam pelo pior.
Consigo perceber que Rune Factory 4 Special é um jogo que se quer simples e focado no cultivo, na exploração e na gestão de personagens, mas não fiquei inteiramente convencido. Ao contrário de Story of Seasons, pelo que pude experienciar, a agricultura é menos importante e requer apenas algumas tarefas mais repetitivas e pouco empolgantes. Não há uma gestão tão rigorosa de conteúdos e a campanha move-se como se estivesse presa em mel, de tão lânguida que é, onde demoramos mais tempo a desbloquear as ferramentas do que a cultivar ou a lutar. Como sempre, o cultivo resume-se a limparem o vosso campo, a lavrarem a terra e a plantarem as sementes. Este é um dos loops do jogo, onde podemos adicionar, aos poucos, a criação de animais e a venda de materiais.
Não sei se a série segue sempre o mesmo fio narrativo, mas em Rune Factory 4 Special, o nosso objetivo prende-se em melhorar a nossa cidade e a torná-la mais popular, de modo a chamar a atenção das pessoas e a garantir não só mais habitantes, como novos materiais, armas e armaduras – um pouco à semelhança do que vimos recentemente em Grow: Song of the Evertree. Para tal, temos de utilizar a nossa posição como oficial da cidade para ajudar os habitantes com os seus pedidos, com quem podemos construir relações de amizade – e não só –, à medida que expandimos as masmorras e a narrativa da campanha.
O nosso papel como oficial é interessante e é o que dá alguma alma ao jogo. Ao completarmos missões e objetivos diários, temos acesso a pontos que podemos utilizar para realizar festivais, torneios e melhorar os nossos atributos gerais, como aprender uma nova arte ou função. Este sistema está construído para injetar alguma variedade na campanha, mas a repetição e o grinding instalam-se em poucas horas, especialmente se quisermos adquirir todas as licenças disponíveis e ter às receitas possíveis para melhorarmos a nossa alimentação e equipamentos. Como Story of Seasons, Rune Factory 4 Special é um jogo para viver e respirar durante dezenas de horas e a paciência nem sempre sobrevive nesta demanda hercúlea de plantar batatas e lutar contra monstros.
Não fiquei convencido com Rune Factory 4 Special, mas consigo ver-lhe as barbas brancas à distância. Quero conhecer e saber mais, e neste momento, fico de olhos postos no futuro e em Rune Factory 5, que chegará em março de 2022. Esta visita ao passado soube a pouco, com mecânicas arcaicas que precisam urgentemente de uma atualização – como a utilização de um sistema de energia que é insuficiente no controlo das atividades diárias –, mas a curiosidade não se dissipou. Veremos o que nos espera no futuro.
Cópia para análise (versão PlayStation) cedida pela Decibel PR.
A este ritmo, certamente que o último trimestre do ano trará valores mensais médios de vendas bem acima das três mil unidades.
Fez-se história no país. Não que tenha sido um acontecimento que tenha mudado o rumo de Portugal, mas porque demonstra claramente uma mudança de mentalidade e de comportamento dos portugueses face aos malefícios que causamos no meio ambiente. Pela primeira vez, os veículos elétricos superaram as vendas dos veículos a gasóleo em Portugal.
Tal feito aconteceu no passado mês de novembro, em que as vendas de veículos 100% elétricos superaram os veículos com motores a gasóleo. Nesse mês, de acordo com a Associação de Utilizadores de Veículos Elétricos (UVE) foram vendidas 3.618 viaturas, sendo que se ultrapassaram as duas mil unidades de viaturas 100% elétricas vendidas, com 2.165 veículos deste tipo. A quantidade de veículos híbridos plug-in (PHEV) novos continua estável, tendo sido vendidos 1.453 veículos em novembro.
Em termos totais, o valor de 26.340 Veículos Elétricos, alcançado em novembro, aproxima-se rapidamente da fasquia dos 30.000 Veículos Elétricos, vendidos num só ano em Portugal, o que, a concretizar-se, será o maior valor de sempre.
A este ritmo, certamente que o último trimestre do ano trará valores mensais médios de vendas bem acima das três mil unidades.
Em relação aos veículos elétricos híbridos plug-in regista-se um claro abrandamento da sua procura pois é cada vez mais uma realidade a oferta de veículos 100% elétricos que já respondem a todas as necessidades dos seus proprietários – quer em termos de autonomia real disponível, quer em termos de velocidade de carregamento rápido – devido ao aumento de potência dos próprios carregadores e ainda quando este ano estamos a assistir a uma grande expansão da Rede Nacional de Carregamento para Veículos Elétricos – com cerca de 1.000 Postos de Carregamento Rápido, Super-Rápido e Ultrarrápido e mais de 6.000 Pontos de Carregamento Normal já instalados.
Relativamente às marcas, a Tesla regressou ao primeiro lugar, este mês de novembro, com 300 unidades vendidas, seguida da Hyundai (204) e da Peugeot (190) que regressou ao terceiro lugar. Em termos anuais, a Peugeot (1.351) mantém o 1º lugar com apenas mais quatro viaturas vendidas do que a Tesla (1.347). A fechar o pódio está a Nissan com a Hyundai e a Renault muito perto.
Grid recebe o primeiro jogo sob a alçada da Electronic Arts.
Depois de um reboot, Grid regressa com uma nova experiência, com Grid Legends.
Revelado durante o verão, na conferência da Electronic Arts adjacente à E3, a EA Play, Grid Legends recebeu agora a sua data de lançamento, que está marcada para 25 de fevereiro de 2022.
Novamente desenvolvido pela Codemasters, o jogo traz até ao género do sim-arcade uma componente narrativa com a sua campanha, que abraça uma variedade de modalidades motorizadas.
A Codemasters não é estranha ao formato, tendo abraçado narrativas na série F1, mas desta vez, a aposta no drama e no conflito dentro e fora das pistas é apimentada com cinemáticas híbridas, com cinemáticas live-action em ambiente digital.
Este modo é o Driven to Glory e vai contar com um elenco de personagens que vão lutar pela vitória numa competição fictícia, onde entre elas está, obviamente, o jogador.
Grid Legends irá contar com modos multijogador entre plataformas e gerações, o que significa que será possível jogar com amigos independentemente da sua plataforma de eleição.
Com mais de uma centena de veículos, o jogo irá contar com várias localizações à volta do mundo e o regresso de modos de jogo favoritos como modos de eliminação e de drift, que caracterizam a série desde a sua origem.
Grid Legends tem lançamento a 25 de fevereiro no PC, consolas Xbox e consolas PlayStation.
The Card Counter é uma narrativa orientada pelo protagonista e focada num arco de redenção assustadoramente cativante, elevado por uma prestação soberba de Oscar Isaac.
Sinopse:“Redenção é o jogo longo. Este thriller de vingança conta a história de um ex-militar interrogador tornado jogador de cartas assombrado pelos fantasmas de decisões anteriores.”
Duvido que algum cinéfilo não reconheça Paul Schrader, mas de qualquer forma, este é o argumentista por detrás de filmes como Taxi Driver, Raging Bull e, mais recentemente, First Reformed. Portanto, The Card Counter era definitivamente um dos meus filmes mais antecipados dos últimos meses do ano, embora não possa afirmar que Schrader seja um dos meus cineastas favoritos. Ainda assim, mesmo que as pessoas ignorem o famoso escritor-realizador, o elenco estelar chama a atenção de qualquer amante de cinema. Oscar Isaac (Dune) não só se tornou um dos atores mais populares da atualidade, mas também um favorito pessoal, logo apenas a sua presença faria-me sempre investir no filme.
Arcos de redenção. Dilemas morais. Protagonistas complexos. A filmografia de Schrader encontra-se repleta destes atributos e o seu trabalho mais recente não foge desta linha. The Card Counter segue o personagem de Isaac, William, um homem misterioso que não faz nada mais nada menos do que jogar cartas indefinidamente. Seja blackjack ou poker, William só quebra a sua filosofia de jogo modesta, segura e de baixo risco, quando La Linda (Tiffany Haddish) e Cirk (Tye Sheridan) aparecem na sua vida. A partir daí, os espetadores acompanham uma narrativa em camadas sobre um protagonista a tentar redimir-se de pecados do passado, que frequentemente são descritos exclusivamente através de uma narração assustadoramente cativante.
Não sou particularmente um fã de narração como mecanismo de desenvolvimento de personagem, mas, neste caso, William ser o narrador é como ouvir os seus próprios pensamentos. Tendo em conta os segredos chocantes e brutais que o personagem guarda, a narração acaba por servir como acesso exclusivo à mente do protagonista. No entanto, tal método leva a alguns problemas de ritmo e sequências repetitivas. O primeiro ato é um pouco pesado em exposição e explicação dos jogos de cartas, o que será avassaladoramente confuso para pessoas que não têm qualquer conhecimento sobre este tipo de jogos ou que não encontram interesse nos mesmos. Obviamente, blackjack e poker não são o foco da narrativa, mas oferecem eventos que, em última análise, movem o enredo para frente.
Considero The Card Counter um filme guiado pelo protagonista no sentido em que, se os espetadores não criarem uma conexão com o mesmo, toda a obra cai por terra. Se não se importarem com o passado de William ou não acharem o personagem interessante de alguma forma ou feitio, será um desafio tirar prazer deste filme. Felizmente, o seu arco de redenção é fortemente convincente e os flashbacks trazem uma surpreendente camada de crueldade e violência que leva a desenvolvimentos inesperados. Sinceramente, não antecipei como o terceiro ato se desenrola, o que serve como um elogio a um filme que, por vezes, se perde nos dois primeiros atos, como se Schrader não soubesse exatamente o que queria alcançar.
O filme é lindamente filmado por Alexander Dynan, que trabalhou com Schrader no seu último filme. Com atores tão notáveis, monólogos e diálogos longos são executados na perfeição num só take ininterrupto, tentando constantemente puxar os espetadores para este mundo complexo. Tiffany Haddish (On the Count of Three) surpreende como La Linda, uma mulher que muda gradualmente a filosofia de jogo de William. Haddish oferece a prestação mais genuína de todas. Willem Dafoe (The French Dispatch) é pouco utilizado como Major John Gordo, um personagem crucial com pouco tempo de ecrã e frequentemente visto através de efeitos de câmara estranhos.
Tye Sheridan (Voyagers) prova que, dado o projeto certo, é uma das jovens estrelas mais brilhantes de Hollywood. No entanto, apesar da sua performance convincente, Cirk parece muito um personagem que está simplesmente a passear com o protagonista. A sua introdução é estranhamente apressada, com o seu passado completo explicado numa única fala, sem ninguém lhe perguntar nada. Durante todo o tempo de execução, Cirk está sempre ao lado de William, mas os espetadores têm que esperar até ao final para obter algum tipo de recompensa emocional, que é honestamente fraca demais para o que provoca. No entanto, The Card Counter é, na verdade, uma história focada no protagonista, logo não é tão surpreendente que personagens secundárias não recebam tanta atenção.
Assim, chego ao melhor atributo de todo o filme: o próprio Oscar Isaac. Não posso negar que me tornei um fã incondicional do ator, mas a sua prestação subtil e contida torna-o num candidato a vários prémios – apenas nomeações, não consigo imaginá-lo a vencer nas cerimónias mais importantes. Isaac navega entre um homem atencioso e responsável e uma presença quase ameaçadora e aterrorizante de uma forma hipnotizante. Com Dune e Scenes from a Marriage, sem esquecer o casting para Moon Knight, 2021 foi definitivamente um ano de sucesso para este ator impressionante. Que continue a receber novos projetos entusiasmantes.
The Card Counter é uma narrativa orientada pelo protagonista e focada num arco de redenção assustadoramente cativante, intensamente elevado por uma prestação soberba de Oscar Isaac. O ator termina o seu ano notável interpretando um personagem complexo e misterioso com o qual os espetadores se devem relacionar para que realmente possam desfrutar da narrativa em camadas de Paul Schrader.
Dos flashbacks eficazes e narração rica aos desenvolvimentos finais inesperados do enredo, o realizador-argumentista aborda os sentimentos de culpa e responsabilidade moral de uma maneira algo enrolada com alguns problemas de ritmo. Apesar de um primeiro ato bastante expositivo e muito centrado em informações sobre jogos de cartas, este é um filme imperdível desta próxima temporada de prémios. Fantasticamente filmado, performances excelentes e uma história que ficará com os espetadores depois de terminar.
A marca continua a expandir-se pelo território nacional.
Foi em meados de dezembro, mais especificamente no dia 10, que a Aldi abriu o primeiro supermercado na cidade da Guarda.
Com uma área de vendas de 1.040 m2, o novo Aldi, localizado na Rua do Facheiro nº95, oferece uma experiência de compra simples e rápida, onde aliados à frescura das frutas e legumes, carne e peixe fresco, os clientes vão poder encontrar produtos diferentes – alimentares ou de bazar –, sazonais ou relativos a semanas temáticas. O novo espaço Aldi disponibiliza ainda cerca de 80 lugares de estacionamento para os clientes que visitarem a loja.
No dia de abertura, o retalhista alimentar ofereceu um cabaz constituído por produtos Aldi (unidades limitadas) aos clientes que realizaram compras de valor igual ou superior a 30€ na nova loja.
Com esta abertura, o retalhista alimentar contribuiu para a criação de emprego local, com cerca de 20 novos postos de trabalho e conta agora com 102 lojas em território nacional.
As opiniões poderão variar, mas desengane-se quem está à espera de uma nova temporada de The Expanse tão brilhante como as anteriores. Mesmo assim, vale a pena regressar ao espaço com esta sexta ronda, que continua a superar a má ficção científica de outras produções.
Texto por: Graça Pacheco
Talvez fosse difícil fazer melhor, mas depois do entusiasmo e reconhecimento que as cinco temporadas da série The Expanse conquistaram junto dos fãs de ficção científica, superando as já habitualmente diminuídas expetativas em relação a este tipo de produções, era natural que ficássemos à espera de algo mais. De facto, o mínimo que se pode dizer desta sexta e última temporada, com estreia prevista a 10 de dezembro no streaming da Amazon Prime, é que ficou um pouco aquém do impacto criado pelas temporadas anteriores e que deveria ter ido um pouco mais longe. Embora a qualidade geral dos ingredientes tenha sido assegurada (coerência do argumento, efeitos especiais, desempenho dos atores – dos quais não tenhamos dúvidas em destacar Cara Gee – e a banda sonora), a série, desta vez, surpreende pela negativa com a excessiva linearidade do enredo face à intriga dinâmica e cheia de reveses a que estávamos habituados.
Apesar disso, com um ritmo suficientemente interessante, mas não propriamente empolgante, esta temporada baseada no sexto livro da saga de James S. A. Corey, Babylon’s Ashes, vive de intensidade dramática quanto-baste (mais uma vez focada no drama psicológico das personagens principais) e de uma suficiente coesão narrativa, salientando novamente a aposta nos efeitos especiais prolíficos com fulcro em cenas de outerspace e, particularmente, de um novo e exótico cenário proporcionado pela colonização humana de Lacónia, planeta de um dos Anéis, onde proliferam uma fauna luxuriante e animais de novas espécies. De sublinhar que esta componente da história, apesar de lamentavelmente também ficar um tanto aquém do esperado, chega até a adquirir um certo thrill.
O que também não deixa de ser um pouco dececionante é um certo esvaziamento das personagens que outrora nos surpreenderam pela capacidade de serem despojadas de pretensões morais ou ideologias de algibeira. Trata-se de um facto que salta à vista: os caracteres principais ficaram mais mornos e humanizados, como que cristalizados pela falta de novo fôlego. Amos afirma a certa altura: “A guerra é um mau lugar para um bom homem (James Holden)”, ao que Clarissa Mao responde: “A guerra é um mau lugar para qualquer um”. No seguimento destes lugares-comuns e na sombra do seu anterior brilho, Chrisjen Avasarala perde também algum fulgor (mas sem deixar de parte um luxuoso, magnificente guarda-roupa), assumindo-se como representante de uma velha civilização terrena enfraquecida por uma conjuntura desequilibrada.
Há, no entanto, a registar a entrada de novos atores que valeram a pena, como é o caso de Hathleen Robertson, que desempenha o papel da ambiciosa imediato da Pellas, Rosenfeld Guoliang, que nos surpreende pelo seu hábil discernimento e excecional influência junto de Inaros.
Ainda que não muito ajudado por um diálogo aqui e além um tanto frouxo, o elenco consegue dar alma e brilho às cenas o suficiente para nos sentirmos envolvidos numa história que, de certo modo, caracteriza bem a natureza belicosa e frágil de uma humanidade bem real, amargurada e dividida entre discórdias. James Holden (Steven Strait) e Naomi Nagata (Dominique Tipper) dão o seu melhor na tentativa de recuperarem o equilíbrio depois de Naomi ter fracassado a sua tentativa de resgatar o filho, Filip Inaros (Jasai Owens), das mãos do mal. Amos Burton (Wes Chatam) e Roberta Drapper (Frankie Adams), figuras musculadas mas cheias de intensidade psicológica nas temporadas anteriores, assumem agora uma função instrumental num enredo que tem de seguir por um caminho óbvio – a destruição de Inaros e da «Free Navy». Clarissa Melpomene Mao (Nadine Nicole) reveste-se por sua vez de uma aura carinhosa, até, humanizada pelo remorso e pela consciência do passado.
Não é de estranhar, portanto, que uma certa perspetiva ética possa ter estado na ideia dos produtores, ao ponto de resgatarem algumas destas personagens do seu invólucro duro e inflexível para uma visão e capacidade de tomarem a atitude “certa”. À procura de uma redenção que faça sentido na sociedade humana de hoje? Talvez, mas em seis episódios apenas, tudo acaba por se aligeirar e passar demasiado depressa, em direção a um desfecho que se nos afigura um tanto fácil e até precipitado.
Já em relação ao jogo político, aí a história é outra. Nesse aspeto, The Expanse manteve-se fiel ao seu original desígnio de um grande realismo proporcionado pela dose certa de humanidade e imprevisibilidade das personagens e das suas ações, a que se junta um final de narrativa aberta, inesperado e incerto para alguns dos heróis.
De resto, haveria muito mais a explorar com base no argumento desta temporada. Por exemplo, não podemos deixar de nos interrogar se a ação em Lacónia não poderia ter sido mais desenvolvida e intercalada com outros planos da história, ou qual a finalidade dos elementos alienígenas, tornados numa mera ameaça subliminar… Estas, entre outras, são aliás boas razões para perguntarmos: estará de facto uma sétima temporada fora de questão?
De 7 a 21 de dezembro, será possível jogar mais de 35 novas experiências.
É já a partir desta terça-feira, dia 7 de dezembro, que começa o ID@Xbox Winter Game Fest, um festival virtual de celebração de videojogos – parte da celebração dos The Game Awards, que acontecem já no final do dia 9 de dezembro -, que vai levar até à Xbox mais de 35 demos de jogos para a Xbox One e Xbox Series X|S, ainda por lançar.
Esta seleção de jogos foca-se na indústria dos jogos independentes que poderão ser descarregados em versões ainda em desenvolvimento, sem necessidade de subscrições. Segundo uma publicação no blog da Xbox, estas não serão “demos” normais, uma vez que representam jogos em fase de produção muito embrionária, sendo semelhantes a porções de jogo normalmente apresentadas em feiras como a E3, Gamescom, entre outras.
A equipa da Xbox chama também à atenção que só estarão disponíveis durante um período limitado de tempo e que esta é uma forma de manter os produtores mais perto dos jogadores, recetivos a feeback que os podem ajudar a desenvolver o resto dos seus jogos.
A lista completa de jogos será revelada no dia de início do festival, com muitos títulos conhecidos e outros ainda desconhecidos, como:
Loot River, um jogo composto por labirintos gerados proceduralmente, com elementos de dungeon crawlers e roguelikes de ação que, segundo a descrição, pega na fantasia negra de um Dark Souls num jogo com puzzles de blocos reminiscentes de Tetris;
Death Trash leva-nos até um mundo pós-apocalitico cheio de horror cósmico, num jogo de RPG à antiga e combate de ação moderna, com forte componente de exploração;
Blacktail coloca-nos na pele de um guardião da floresta na luta contra monstros inspirados no eslavo, contando-nos a origem do tenebroso ser sobrenatural Baba Yaga;
The Tale of Bistun pega num antigo poema do século XII chamado Khosrow na Shirin e dá-lhe um twist interativo, num jogo de ação e aventura com foco na narrativa;
E por fim temos Nobody Saves the World, um jogo de exploração de masmorras com componente a solo e multijogador com muitas missões e habilidades para explorar.
Podem ficar a saber mais sobre este festival no blog oficial da Xbox.
Está vocacionado para os vários tipos de deficiência – físicas, sensoriais e/ou cognitivas.
Esta terça-feira, dia 7 de dezembro, o Grupo Jerónimo Martins inaugura um local muito especial. Trata-se do Centro Incluir, que nasce para formar pessoas com deficiência ou incapacidade e, assim, potenciar a sua empregabilidade.
Localizado em Telheiras (Lisboa), o Centro Incluir vai funcionar com base numa metodologia inovadora de formação e desenvolvimento, personalizada para cada formando e adaptada às funções que podem ser desempenhadas em cada um dos negócios do Grupo, que foi desenvolvida internamente pela equipa técnica que trabalha a Inclusão.
A primeira fase da formação dura duas semanas e decorre em sala, com treino de competências comportamentais e relacionais e simulação prática de tarefas numa área do Centro onde foi construída loja-escola. Segue-se uma segunda fase, de dez semanas, para formação prática em contexto de trabalho, com o suporte de tutores – colaboradores responsáveis pelo acompanhamento e desenvolvimento de cada formando no local de trabalho – e da equipa de Inclusão. Concluídas estas duas fases, os formandos deverão estar preparados para serem contratados pelas Companhias do Grupo.
O Centro Incluir foi construído de raiz tendo em consideração os vários tipos de deficiência: sinalética e fonte de letra escolhidos para facilitar a leitura por parte de quem tem capacidades visuais reduzidas, planta táctil para pessoas cegas, tradução de português para braille, código de cor para daltónicos, auscultadores para maior conforto das pessoas com autismo, são alguns exemplos.
O Centro estará disponível para acolher visitas mediante agendamento prévio via e-mail, contará também com uma programação de conferências e debates e terá exposições rotativas de arte feita por pessoas com deficiência. Actualmente, tem patente uma exposição de quadros da Cercica e da Fundação Liga.
O Grupo já está a receber candidaturas através da plataformaCandidaturas Programa Incluir e as primeiras turmas começam a formação já em janeiro.
Noutra nota, recorde-se que Portugal recebeu recentemente o primeiro Café Joyeux, marca que forma e emprega pessoas portadoras de distúrbios mentais e cognitivos.
Recorde-se que o festival acontecerá de 21 a 23 de julho do próximo ano.
A Associação Ecos Culturais do Louro já revelou o cartaz completo para a edição de 2022 do Laurus Nobilis Music Fest.
A sexta edição deste festival tem como grande destaque a presença dos norte-americanos Manowar, que atuam no primeiro dia juntamente com as bandas nacionais Vella, Jardim Letal, Medo e Via Sacra e os franceses DarkTribe.
O dia 22 será encabeçado pelos suecos At The Gates, acompanhados de várias bandas internacionais, como os israelitas Orphaned Land, os polacos Hate e os espanhóis Counteractt. Para completar este dia, há também uma forte aposta em nomes nacionais, como Moonshade, Grindead, Sonneillon BM e Beyond Strength, sendo esta última um tributo a Pantera.
O dia 23 tem também um leque de bandas internacionais, com destaque para os italianos Lacuna Coil. A completar este dia, estarão também os polacos Decapitated, os franceses Benighted, os belgas Human Vivissection e de Espanha estarão os madrilenos Eternal Psycho. Ao nível nacional, este dia contará com Basalto, Durrhast (tributo a Rammstein) e também Downfall of Mankind, uma presença de peso a voltar aos palcos nacionais, após várias digressões pela Europa.
Quanto aos bilhetes, o passe diário para dia 21, com os Manowar, custa 55€, sendo que, para os restantes dias, o valor desce para os 40€ por dia. Em relação ao passe geral, continua à venda com o valor promocional de 84€.
O campismo gratuito está assegurado pela organização, mediante a apresentação do ingresso do evento, seja passe geral ou diário. Existirá ainda uma área destinada ao caravanismo, com as devidas condições.
Brevemente, a organização disponibilizará mais informação sobre o Pack FAN, Passes VIP, acesso 1ª linha para o dia 21 e estadias especiais em bungalows.
A Deep Forest Raceway está de regresso no próximo Gran Turismo.
Cada saga tem os seus elementos icónicos e Gran Turismo não é exceção. Entre eles encontramos a seleção de algumas pistas, e a Polyphony Digital revela agora um novo vídeo de jogabilidade da sua próxima aposta numa delas.
O novo vídeo de jogabilidade de Gran Turismo 7 leva-nos até à Deep Forest Raceway, uma pista fictícia criada para o jogo original, lançado em 1997 para a PlayStation 1.
Com 15 curvas e mais de três quilómetros de cumprimento, a icónica pista destaca-se por ser sinuosa, com diferentes elevações com alguns túneis e, claro, uma floresta densa em seu redor, com o verde natural a contrastar com o cinza do asfalto.
Como seria de esperar, existem algumas diferenças visuais, sinais da evolução tecnológica, mas também pequenos ajustes para tornar as corridas mais emocionantes, como é o caso de uma das últimas curvas, agora bem mais acentuada.
O Novo Carro de Sonho da Porsche
Neste fim de semana, Gran Turismo 7 recebeu outra novidade, um carro exclusivo para o jogo desenhado em colaboração com a Porsche.
Como a série já nos tem habituado, voltamos a ter carros Vision Gran Turismo, uma seleção de veículos “impossíveis” onde as marcas usam os jogos Polyphony Digital para desenvolverem carros do futuro, ou a visão daquilo que serão.
O Porsche Vision Gran Turismo é o primeiro carro do género a ser revelado para Gran Turismo 7 e representa a filosofia de design e função da icónica marca automóvel. Será desbloqueado no jogo, quando for lançado a 4 de março para a PlayStation 4 e PlayStation 5.
Este ano, o Eléctrico de Natal vai mobilizar mais de 1700 crianças de 25 escolas da Área Metropolitana de Lisboa.
Depois de um ano de interrupção devido à pandemia da Covid-19, as escolas voltaram a poder inscrever-se para o passeio mais natalício da capital portuguesa. A iniciativa decorre entre 6 e 17 de dezembro, entre a estação de Santo Amaro e a Praça da Figueira, por um valor simbólico de 2€ por pessoa.
Este ano, a CARRIS associou-se à Terra dos Sonhos e a verba conseguida será entregue na totalidade à associação, para a realização de sonhos de crianças ou jovens com doença grave. A Terra dos Sonhos é uma organização portuguesa sem fins lucrativos, que tem o objetivo de promover, de forma continuada, o bem-estar de crianças, jovens e adultos. A associação acompanha, cuida e capacita famílias, cuidadores e profissionais de saúde que dão apoio a crianças com doenças graves, jovens em acolhimento e até adultos com doença crónica.
À margem do valor angariado, a CARRIS vai ainda oferecer uma viagem a crianças que se encontram a realizar tratamentos no IPO e outras crianças de casas de acolhimento acompanhadas pela Terra dos Sonhos, que se realiza no sábado 11 de dezembro, pelas 10h.
Os elétricos utilizados para esta iniciativa cumprem todas as normas de higiene e segurança recomendadas pela DGS, sendo desinfectados diariamente para que todos possam fazer a viagem sem preocupações.
Miles Morales vai viajar por novos universos por mais do que um filme.
A caminho da estreia de Spider-Man: No Way Home, a Sony Pictures Entertainment aproveitou a Comic Con Experience do Brasil para revelar o primeiro olhar à sequela de Spider-Man: Into the Spider-Verse.
Chamado Spider-Man: Across the Spider-Verse e, segundo o teaser, será apenas a primeira de várias partes a estrearem no futuro. Miles Morales, agora um pouco mais crescido, reencontra-se com Gwen Stacy, que o visita de outra dimensão e o convida para uma aventura, isto antes de termos o primeiro olhar às viagens entre universos onde o jovem Spider-Man combate Miguel O’Hara, ou Spider-Man 2099, que foi apresentado no final do filme anterior.
Se tudo correr bem, Spider-Man: Across the Spider-Verse já tem data de estreia fechada, estando marcada para outubro de 2022, com mais filmes confirmados para o futuro.
A nova loja abre esta terça-feira, dia 7 de dezembro, no Centro Comercial do Continente de Telheiras. Com uma área de 113 m2, disponibiliza produtos de alimentação, higiene, produtos veterinários e acessórios, complementados com o serviço de banhos e tosquias, uma novidade nesta galeria comercial.
O novo espaço vai gerar quatro postos de trabalho. Com este investimento, a insígnia aumenta para 35 o número de espaços comerciais que tem em todo o país, passando a contar agora com oito lojas na Grande Lisboa.
Este ano não haverá festa de passagem de ano, mas haverá, sim, pelo menos no município, espetáculo de fogo-de-artifício.
Na passada sexta-feira, dia 3 de dezembro, os autarcas dos 16 municípios do Algarve consideraram não estar reunidas as condições para permitir a realização de espetáculos na Passagem de Ano. Já quanto ao Fogo-de-Artifício, alguns autarcas irão manter essa tradição, sendo que outros decidiram não avançar uma vez que podem promover aglomeração de pessoas.
Na mesma reunião, ficámos a saber que foram também canceladas várias iniciativas que integravam a programação de Natal. Mas isso não significa que todas as celebrações não venham a ser realizadas.
Por exemplo, a Aldeia dos Sonhos, que se realiza em Loulé e que desde 2014 faz as delícias das crianças, está de volta ao coração da cidade. Recriação da típica aldeia do Pai Natal que faz parte do imaginário infantil, o espaço já abriu com todas as medidas de segurança sanitária, permitindo que todos possam usufruir de um programa de animação de Natal sem pôr em risco a saúde pública, numa altura em que o número de infeções por COVID-19 está a aumentar.
Esta aldeia estende-se por quatro pontos principais da cidade – A Aldeia do Pai Natal (Cerca do Convento), o Largo dos Duendes (Alcaidaria do Castelo), o Pólo Sul (Largo D. Afonso III), para além de uma área com diversa decoração alusiva à quadra natalícia (Largo de S. Francisco). A pista de gelo sintético, o carrossel, o comboio, a casa do Pai Natal, a aldeia dos Duendes, ou as áreas com gastronomia inspirada no Natal, onde não faltarão os tradicionais doces da época, voltam a animar esta aldeia da fantasia.
A Praça Natal Quarteira (Praça do Mar e Centro Autárquico), em Quarteira, e o Jardim dos Sonhos (Jardim das Comunidades), em Almancil, serão outros dos espaços do concelho onde a magia do Natal irá reinar até ao dia 1 de janeiro, com muitos motivos de interesse não só para os mais novos como para os graúdos.
A “Aldeia dos Sonhos” tem as portas abertas até 1 de janeiro e funciona de terça a sexta-feira e ao domingo, das 14h30 às 19h, e ao sábado, das 10h30 às 19h. Encerra à segunda-feira. A entrada é livre, mas é necessário apresentar o Certificado Digital de Vacinação, na modalidade de vacinação completa ou de recuperação da doença, ou um teste antigénio negativo para a COVID-19. O uso de máscara é obrigatório para maiores de 12 anos.
A iluminação volta também a ser um dos destaques deste programa de animação de Natal como forma de trazer mais brilho às localidades, criar uma ambiência única e promover o comércio tradicional. Para além dos principais centros urbanos, todas as sedes de freguesia estarão decoradas a rigor com apontamentos alusivos à quadra, para receber o espírito natalício. A Praça da República, em frente aos Paços do Concelho, será um dos principais atrativos para quem quiser apreciar a arte e beleza das iluminações. Aqui ficará a “banda das renas” conduzida pelo Maestro São Nicolau, uma instalação com cinco peças escultóricas, que todas as noites irá iluminar o coração comercial de Loulé.
Em relação à passagem de ano, não haverá celebração como já havíamos dito, mas haverá, sim, espetáculo de fogo-de-artifício, se bem que em moldes diferentes do que é habitual. Está previsto o seu lançamento a partir de diversos pontos da praia de Quarteira, de forma a evitar a concentração de pessoas em frente à Praça do Mar.
São várias as lojas que vão contra as regras e o bom senso.
Muitos consumidores estão cada vez mais alertados para as falsas promoções que existem em períodos como a Black Friday e Cyber Monday. Hoje em dia, os potenciais compradores já sabem que devem ter em conta os preços praticados antes das promoções propriamente ditas, devem verificar o histórico de oscilação de preços e, naturalmente, comparar com outras lojas. Mas mesmo sabendo de tudo isto, há estabelecimentos que tendem a tentar enganar os clientes.
Recentemente, a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) realizou uma operação de fiscalização a nível nacional para verificação do cumprimento das regras legais do exercício das atividades económicas sobre práticas de venda com redução de preços, designadamente na oferta de produtos em saldos, liquidações, promoções e reduções de preços. O objetivo era o de verificar a conformidade das práticas de venda com redução de preço por parte dos operadores económicos face à legislação em vigor.
Resultado? Fiscalizados 1453 operadores económicos, foram instaurado 81 processos de contraordenação. Quer isto dizer que há lojas que, claramente, tentam enganar os clientes com falsas promoções
Diz a ASAE que, como principais infrações detetadas, destacam-se o desrespeito das regras de anúncio de venda com redução de preços, o incumprimento das regras legais sobre promoções, a falta do livro de reclamações e a falta de visibilidade do exterior dos preços nas montras ou vitrinas, entre outras.
Querem um exemplo? Atentem na imagem aqui em cima. Durante a Black Friday, a Worten publicitou a venda de um iPhone X Recondicionado de 64GB e estado de conservação Grade A+. De acordo com a empresa, o preço passou de uns absurdos 949,99€ para 379,99€. O último preço até nem temos nada a dizer (embora mesmo assim consigam encontrar mais barato), mas publicitar o valor de um iPhone X, que a própria Apple já não vende no seu site oficial há algum tempo, com o valor de cerca de 950€, é atirar areia para os olhos do consumidor.
Repare-se que estamos a falar de um modelo recondicionado, e não novinho em folha, ainda por estrear. A título de comparação, a Apple vende o seu mais recente iPhone 13 a partir de 929€ no site oficial. Se compararmos os preços, a Worten diz que um smartphone que saiu em 2017 tinha um custo de 949,99€ antes da promoção da Black Friday. Por esse preço, atualmente, compra-se um iPhone 12 Pro recondicionado de 128GB, e não um iPhone X.
Perguntamos nós: para quê isto, Worten? Não faz sentido.