Hoje em dia, milhões de pessoas em todo o mundo usam o PayPal como método de pagamento preferido numa série de lojas. Não só é super fácil de usar, como tem uma política de proteção para os compradores – no caso de alguma encomenda der para o torto -, além de um bom suporte ao cliente, entre outras vantagens. Mas tudo isto tem um custo.
Ora, existe, deste 2020, um contrato do utilizador que inclui uma comissão de inatividade anual. Basicamente, será cobrada uma comissão de inatividade às contas PayPal sem atividade nos últimos 12 meses. O montante da comissão será de 10€ ou o saldo restante da conta, se for inferior a esse valor.
Contudo, caso tenham uma conta no Paypal, mas sem qualquer saldo, fiquem a saber que a vossa conta não será afetada, isto é, não ficarão com algo do género “saldo negativo”.
As notificações para as contas inativas começaram a ser enviadas a 15 de novembro, pelo que o PayPal recomenda que façam algo antes de 15 de dezembro.
É muito fácil resolver este “problema”
Basta que:
Iniciem sessão na vossa conta ou;
Comprem algo utilizando o PayPal como método de pagamento ou;
Enviem dinheiro para amigos e familiares ou fornecedores de bens e serviços ou;
Transfiram dinheiro para a vossa conta ou;
Façam um donativo a favor de uma instituição de solidariedade com a vossa conta.
O passo mais simples? Logicamente que é iniciar sessão na vossa conta. Ficam logo livres deste aviso.
Dois jogos clássicos recebem uma conversão para a Nintendo Switch, mas perdem o elemento mais popular da série: a troca dos CD.
Com o sucesso de Pokémon a conquistar o mercado internacional, seria impossível não seguir a fórmula da Nintendo e aproveitar a popularidade deste género em crescimento. Seria, desculpem-me a linguagem, uma verdadeira parvoíce não apostar em projetos que girassem em torno de monstros adoráveis que podemos adotar e depois utilizar em combates pela fama: revender em merchandising, jogos, séries de televisão, etc. Apesar de existirem exemplos anteriores a Pokémon, como a série Shin Megami Tensei, foi a franquia da Nintendo que solidificou e massificou esta vontade em capturar monstros e utilizá-los nas mais variadas demandas capitalistas.
Se Digimon acabaria por seguir a fórmula Pokémon com o passar dos anos, apostando cada vez mais nas batalhas por equipa e na gestão dos monstros digitais em aventuras narrativas, é fácil esquecer o início das suas desventuras na consola da PlayStation. Antes de Cyber Sleuth e Hacker’s Memory, Digimon focava-se no treino e na educação dos nossos Digimon, onde os combates não eram controlados pelos jogadores, mas sim pelos próprios monstros. O controlo era limitado a sugestões, com os Digimon a decidirem quando e como atacar de acordo com as ordens que recebiam. A evolução por níveis, um marco do género RPG, também foi descartada em prol de um sistema de treino mais profundo, onde determinadas atividades evoluíam caraterísticas específicas. Por exemplo, se queríamos um Digimon mais poderoso, teríamos de apostar em exercícios pesados. É um sistema simples que se tornava viciante à medida que víamos o nosso monstros a crescer, a evoluir e a tornar-se mais obediente.
Entre Digimon e Pokémon, dois dos maiores nomes deste género em construção, surgiram outras tentativas, mas nenhuma se aproximou tanto do lugar de bronze como Monster Rancher. Tal como Digimon, a série da Tecmo abandonou as aventuras narrativas e focadas na clássica demanda do herói para apostar quase exclusivamente na relação entre treinador e monstro, com o loop dos jogos a focar-se no treino, na educação e no combate em torneios. Esta é a fórmula que popularizou Monster Rancher, ainda mais focado na gestão das nossas criaturas, apostando numa jogabilidade simplificada e concentrada em menus – onde podemos escolher o tipo de treino, mas também os trabalhos onde podemos levar o nosso monstro –, eliminando por completo a exploração e a liberdade de movimentos que vimos em Pokémon e Digimon. Monster Rancher só se preocupa com uma coisa: treinar os monstros.
O ritmo dos jogos é muito lento, como seria de esperar, mas existe algum prazer e entusiasmo em ver os atributos dos nossos monstros a crescerem. Como se trata de um processo moroso, onde só podemos evoluir um a dois atributos por atividade, cria-se uma enorme antecipação em ver os resultados dos treinos não só em combate, mas também nas várias tarefas em que o nosso monstro pode participar. É preciso também gerir a boa disposição, educação e saúde do nosso monstro, que irão influenciar a sua prestação em todos os parâmetros do jogo. Se o nosso companheiro estiver cansado não conseguirá empurrar um carrinho ou ajudar na limpeza de um jardim, caindo de cansaço antes de terminar a tarefa. E sem estas tarefas, ficamos sem rendimentos e sem a possibilidade de sustentar o nosso rancho. Os sistemas são básicos, mas encontram-se bem ligados e existe uma interdependência que cria não só a economia do jogo, mas também o seu coração mecânico.
Apesar das suas semelhanças a Pokémon e Digimon, Monster Rancher é o seu próprio monstro. Não só é mais focado no treino das criaturas, tal como na conquista dos quatro grandes torneios da região, como nos traz um sistema peculiar e inovador para o desbloqueio de novos monstros. Temos, como seria de esperar, um estábulo onde podemos adquirir alguns monstros, mas Monster Rancher deu um passo em frente e adicionou a possibilidade de desbloquearmos criaturas através de CD de música. Para tal, bastava colocar o CD na PlayStation e ver que tipo de criatura o nosso CD favorito criava. A nível narrativo, esta aposta está justificada, por mais estranha que possa parecer, com os monstros a surgirem sempre através de discos de pedra. Pensem em Vib-Ribbon e perceberão como funciona Monster Rancher.
A surpresa e a utilização de itens pessoais davam a Monster Rancher uma tonalidade impossível de atingir pelos seus rivais. É uma distração, claro, mas é o suficiente para tornar uma cópia em algo mais único e interessante. No entanto, a versão Switch não é capaz de utilizar esta funcionalidade do passado – por razões óbvias. Uma tradução mecânica seria necessária para termos Monster Rancher na atual geração e a Tecmo tomou a decisão de tornar a seleção aleatória. Podemos colocar o nome de bandas e de álbuns, tentar a nossa sorte e acertar no algoritmo do jogo. Se forem como eu, não terão sorte, o que me leva a pensar que ou tenho um (supostamente) gosto muito requintado ou a equipa da Tecmo só houve bandas mais populares. Sejamos justos. Como colocar uma base de dados tão extensa que consiga substituir a possibilidade de colocarmos qualquer álbum da nossa coleção? Impossível. É uma pena, mas ao menos foi uma decisão e uma tentativa em manter viva uma mecânica clássica da série: uma que não consigo apreciar ou justificar.
A nova coleção, que traz gráficos mais definidos e algumas novidades – como novos fundos e modos de jogos -, inclui os primeiros dois títulos da série, lançados na PlayStation em 1997 e 1999. Apesar da fórmula ser idêntica, o segundo título destaca-se de tal maneira que torna o primeiro jogo obsoleto em comparação. De certeza que existem fãs do estilo mais minimalista, de fundos estáticos – compostos por pinturas ou gravuras simples – e de animações limitadas do título de estreia, mas não consegui regressar ao seu arcaísmo depois de experimentar Monster Rancher 2. Os fundos tridimensionais adicionam alguma vida ao jogo, como se estivéssemos finalmente a viajar por um mundo real e não por um postal de Natal. Claro que isto é apenas a ilusão de uma mente que se fascina com o mínimo possível quando o título anterior não conseguiu surpreender, mas foi bom ver que a Tecmo apostou muito mais na sequela, com movimentos de câmara, cenários animados e até com novas atividades para os monstros, como os trabalhos, que agora funcionam como minijogos.
Monster Rancher 1+2 DX é uma coleção limitada pelos seus próprios jogos. A nível visual, vejo aqui o potencial para o regresso de vários clássicos da era 32 bits, com modelos limpos, mais definidos e finalmente em alta definição, fugindo ao maldito feitiço do tempo para preservarem a sua beleza nostálgica. No entanto, a jogabilidade está a envelhecer muito mal, revelando-se não só limitada, como muito desinteressante fora do treino e da perspetiva de evoluirmos os nossos monstros. É uma coleção presa no tempo, perfeita apenas para os fãs ou os mais curiosos do género
Mesmo assim, é preciso dar a mão à palmatória: a Tecmo inovou mais do que a Nintendo nestes quase 30 anos. E só precisou de reeditar dois jogos da década de 1990.
Cópia para análise (versão Nintendo Switch) cedida pela Koei Tecmo.
O sortido do espaço conta com muitos produtos regionais, fruto das parcerias feitas com 129 fornecedores dos Açores.
É amanhã, dia 8 de dezembro, que o arquipélago dos Açores recebe a primeira loja Pingo Doce. Localizada em Vila do Porto, na ilha de Santa Maria, é uma loja que nasce de uma parceria entre Grupo Finançor e o Grupo Jerónimo Martins.
O supermercado, que conta com uma equipa de 31 colaboradores, inclui um espaço de takeaway com comida fresca confecionada diariamente, uma área de café e bolos e venda de medicamentos não sujeitos a receita médica, além das tradicionais secções de talho, peixaria, frutas e legumes e padaria e pastelaria.
O sortido do espaço conta com muitos produtos regionais, fruto das parcerias feitas com 129 fornecedores dos Açores, dos quais nove da Ilha de Santa Maria. As áreas que mais se destacam com artigos da região são as frutas, queijo, leite, licores, biscoitos, pão, mel, doces, peixe local, carne de novilho, charcutaria e enchidos.
Com o objectivo de reduzir o consumo de energia e promover a sustentabilidade, a nova loja dispõe de tecnologia de frio em gases não fluorados, equipamentos eficientes, aplicação de materiais que garantem o maior isolamento térmico, iluminação integralmente em Led e aproveitamento de iluminação natural.
Esta é uma boa semana para o Continente, ou não estivéssemos a falar da abertura de uma nova loja. Desta vez, é Gouveia que recebe a primeira loja Continente, mostrando a aposta da insígnia no distrito da Guarda, onde existem agora quatro espaços Continente.
Com cerca de 1.155 m2 de área de venda, o Continente Bom Dia Gouveia abriu com serviço de Cafetaria e, à semelhança de outros espaços, disponibiliza uma gama com milhares de produtos, que inclui os de marca própria Continente e tantas outras marcas conhecidas.
O Continente Bom Dia Gouveia apresenta-se com centrais fotovoltaicas de autoconsumo, de forma a minimizar a pegada carbónica do espaço.
Na vertente ambiental há ainda a destacar a disponibilização de equipamentos onde os consumidores podem depositar óleos alimentares usados, pilhas usadas e rolhas de cortiça, que serão posteriormente levados para reciclagem. Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.
Destaque ainda para os produtos frescos disponíveis, desde as frutas e legumes, à padaria, talho e peixaria que a loja vai disponibilizar, com produtos da região. Aqui, os consumidores vão encontrar uma área muito semelhante aos mercados tradicionais com um ambiente muito confortável e contemporâneo, onde vão estar disponíveis todas as informações sobre a origem e as características dos frescos. A loja disponibiliza ainda uma vasta gama de produtos de marca própria, com embalagens desenvolvidas com base em conceitos de eco design, em que mais de 70% das mesmas são integralmente recicláveis.
A nova loja está aberta diariamente das 8h às 20h30 e criou 41 novos postos de trabalho.
Qualquer pessoa pode participar, desde que tenha residência numa das cinco freguesias aderentes.
Foram esta semana inaugurados cinco Centros de Compostagem Comunitária nas freguesias de Glória do Ribatejo e Granho, Pontével, Benfica do Ribatejo, Muge e Alpiarça.
A instalação destes centros ocorre no âmbito de um projeto de Compostagem Comunitária levado a cabo pela Ecolezíria, em parceria com as Juntas de Freguesia, e cofinanciado pelo Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso dos Recursos (POSEUR). Esta é uma iniciativa que surge do objetivo de disponibilizar à população meios para a realização da compostagem em meio comunitário, incentivando a comunidade a transformar os seus resíduos orgânicos provenientes das habitações e limpezas de jardins da freguesia, contribuindo para a economia circular à escala local.
Qualquer pessoa pode participar, desde que tenha residência numa das cinco freguesias aderentes. Para tal, basta dirigir-se à Junta para proceder à inscrição e para receber de forma gratuita todo o material necessário. No final, o composto produzido nestes centros de compostagem poderá ser reutilizado pelos participantes na fertilização das suas plantas ou ser canalizado para adubar espaços verdes públicos.
Esta ação faz parte de uma estratégia global da Ecolezíria que dá o mote à campanha A Rua é a Casa de Todos, e que pretende assegurar o cumprimento das metas definidas pela União Europeia para a reutilização e a reciclagem de 55% dos resíduos urbanos em 2025 e 65% em 2030.
Há 21 anos que, em Portugal, não era classificada nenhuma área protegida de interesse nacional.
A classificação da Lagoa dos Salgados, em Silves, é há muito reivindicada por várias organizações ambientais, sendo uma vasta área conhecida por Praia Grande, onde se inclui uma zona húmida designada Sapal/Foz da Ribeira de Alcantarilha que, por sua vez, apresenta um grande interesse científico ao nível geológico e biológico pela quantidade e variedade de espécies de aves e pela sua riqueza em flora, o qual é fruto de um mosaico de habitats.
Esta semana, aquando da proposta para a criação da Reserva Natural da Lagoa dos Salgados, o Ministro do Ambiente e da Ação Climática, João Pedro Matos Fernandes, afirmou que classificar a Lagos dos Salgados como uma área protegida de âmbito nacional “é um passo muito relevante na preservação da natureza, num país onde há muito a fazer em termos ambientais”.
“É um passo muito importante, porque há 21 anos que, em Portugal, não era classificada nenhuma área protegida de interesse nacional, um reconhecimento da relevância que a preservação deste território tem como contributo para o desenvolvimento do Algarve”, disse o ministro.
João Pedro Matos Fernandes afirmou ainda a Lagoa dos Salgados “é uma zona com inúmeros valores ambientais diferenciados nos seus 400 hectares, com muita biodiversidade e com a necessidade de restauro de parcelas de alguns ecossistemas”.
Esta classificação pode por em causa as três unidades hoteleiras, os seis aldeamentos turísticos e o campo de golfe de 18 buracos na Praia Grande. Em todo o caso, nada será construído dentro da área que vai ser reserva.
As remasterizações dos dois últimos Uncharted ganham a primeira data.
Desejosos por revisitar Uncharted 4 e The Lost Legacy? Ou conhecer estas duas aventuras pela primeira vez na PlayStation 5? Então apontem nas vossas agendas.
A PlayStation abriu as pré-reservas de Uncharted: Legacy of Thieves com um novo trailer e a data de lançamento para a versão da PlayStation 5, que sabemos agora ser a 28 de janeiro de 2022. De fora fica, para já, a versão de PC, prometida também para o ano que vem.
Uncharted: Legacy of Thieves irá marcar a chegada da saga de Nathan Drake à nova geração, mas também a estreia absoluta nos PCs, com um pacote que inclui Uncharted: A Thief’s End e o spin-off centrado numa aventura de Chloe Frazer, Uncharted: The Lost Legacy, agora adaptados às capacidades das novas máquinas, com detalhes melhorados como:
Modo de fidelidade a 4K e 30FPS;
Modo de desempenho a 60FPS;
Modo de desempenho melhorado a 1080p e 120FPS;
Carregamentos imediatos;
Suporte de áudio 3D;
Suporte de funções do DualSense.
Uncharted: Legacy of Thieves também tem lançamento na PlayStation 4 com um pacote que inclui os dois jogos, e os jogadores que adquiram este pacote, ou que tenham já na sua biblioteca, físico ou digital, qualquer um dos jogos, podem converter os jogos para a PlayStation 5 num Upgrade cujo custo é de 10€.
Em comunicado, a PlayStation avisa que é só para quem tem os jogos mesmo na sua biblioteca e que o Upgrade não estará disponível para quem os têm graças às ofertas do PlayStation Plus. De fora da coleção ficam apenas os modos multijogador presentes em Uncharted: A Thief’s End.
Mais detalhes sobre a versão PC serão divulgados mais perto do seu lançamento.
Não obstante a atual situação pandémica, existe um esforço de levar luz, animação e conforto emocional às populações locais e a aos turistas que se desloquem à Serra nesta altura do ano.
Na Serra da Estrela, as festividades alusivas a esta época não esquecem as tradições e a identidade dos 15 territórios que compõem a Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).
Acima de tudo, pretende-se que o Natal na Serra da Estrela seja vivido com intensidade, segurança e magia e que seja tão natural quanto possível. Não irá faltar a neve, o conforto da lareira, os produtos tradicionais, as tradições seculares, a identidade de cada território, os produtos únicos que não podem deixar de marcar presença numa casa portuguesa, como o Queijo Serra da Estrela DOP, os azeites de montanha, o burel, a doçaria tradicional, o mel, os frutos secos, o pão, os melhores vinhos do território. Neste outono/inverno, a Serra recebe os primeiros nevões e ‘veste-se’ de branco com todo o seu esplendor e gáudio de todos aqueles que querem viver o Natal intensamente.
O mote é este: aproveitar esta quadra natalícia para regressar e conhecer as gentes genuínas, a sua cultura, os seus spas, os hotéis e os espaços de turismo rural e ecológico. Saboreiem o melhor da gastronomia e as histórias que passam de geração em geração. Passeiem pela natureza, respirem o ar fresco da serra e sintam as fragâncias da vegetação natural e os aromas que escapam de cada casa, de cada aldeia, de cada forno comunitário.
Cada tradição tem uma história por trás. E na Serra da Estrela, não vão querer perder uma vírgula de nenhuma delas. Comecem por Seia e encontrem uma Aldeia de Cabeça cheia de brilho e cor. Nesta altura, as casas pitorescas de xisto vestem-se a rigor para o Natal e para receber todos os curiosos. Sempre ao som das músicas tradicionais desta quadra. Partam à descoberta da Aldeia Viçosa e saboreiem uma tradição que remonta ao século XVII: o Magusto da Velha. Os vinhos e as castanhas são reis e rainhas nesta quadra e coroam o paladar de quem os visita.
Continuem a vossa viagem, agora pela Guarda. Aqui, durante esta altura, nasce uma cidade Natal iluminada com várias atividades para pequenos e graúdos. Por fim, não terminem a visita sem conhecer o maior presépio natural do país. Descubram-no no Sabugal. Inúmeras figuras e cenários pensados ao pormenor, exposições, iluminações e decorações naturais.
São muitos os espaços que no passado acolheram a história e a cultura. As aldeias dos municípios do Fundão e da Covilhã ostentam o xisto nas paredes até aos dias de hoje. Celorico da Beira, Seia e Trancoso receberam o Solar do Queijo da Serra da Estrela, o Museu do Pão e o Museu do Azeite, respetivamente. E agora, estão prontos para vos receber.
Percorram vários traços que se interlaçam na cultura beirã através do Museu dos Lanifícios, do Burel Factory e Ecolã de Manteigas e do Circuito de Arte Urbana do Fundão. Viajem pela história das Beiras e Serra da Estrela. Embarquem no Museu Militar de Almeida. Continuem a jornada pelo Museu dos Descobrimentos de Belmonte e pelo Museu da Guarda. Descubram a Arte Sacra de Fornos de Algodres, as Muralhas de Pinhel e uma coleção de automóveis em miniatura estacionada no Museu de Gouveia. Explorem os Castelos e as casas brasonadas de Mêda e Figueira de Castelo Rodrigo.
Aqui, a história é contada e a cultura é exibida no estado mais puro.
Foi no passado mês de outubro que começámos por avançar com a novidade em primeira mão: Setúbal ia finalmente receber uma loja da Domino’s Pizza. Na altura, o Echo Boomer falou com um responsável pelas obras no espaço, que revelou que o espaço deveria ser inaugurado em finais de novembro, inícios de dezembro. Pois bem, promessa cumprida.
Esta terça-feira, dia 7 de dezembro, marca a inauguração da Domino’s Pizza Setúbal. Aquela que é a primeira loja da conhecida cadeia na cidade está localizada no número 57 da Avenida dos Combatentes.
A aposta da marca parece ser no takeaway e delivery, uma vez que, dentro da loja, somente existem 12 lugares sentado (duas mesas de quatro lugares e um balcão com quatro bancos altos). Ou seja, aconselha-se vivamente a que recorram ao site/app para devorarem as pizzas.
São muitas as promoções disponíveis, pelo que os setubalenses podem provar pela primeira vez os diversos produtos do menu da Domino’s, sejam as entradas, como o frango panado, as delícias de queijo, o pão de queijo recheado ou os rolinhos de chouriço, as saladas ou até as sobremesas, onde se destaca o Choco Pie. Mas naturalmente, as estrelas do menu são mesmo as pizzas.
Posto isto, usem e abusem da app/site oficial, com a loja a funcionar de domingo a quinta das 12h às 23h e às sextas e sábados até às 00h. A Domino’s Pizza vai também chegar em breve a Corroios.
Almada celebra o Natal com uma programação especial.
Da música ao humor, do teatro infantil à pista de gelo, da dança à magia, são várias as propostas natalícias para quem vive no concelho ou o visita no âmbito do Feliz Almada 2021.
Além dos concertos com artistas portugueses como Ana Moura, que convida Paulo Flores, Rui Veloso Trio, Os Quatro e Meia, Dillaz, Tiago Nacarato e Irma, também as bandas filarmónicas, os grupos corais e as tunas vão animar o centro de Almada.
As gargalhadas também se vão ouvir com o humor de Luana do Bem, Manuel Cardoso e Miguel Luz, enquanto o premiado ilusionista Helder Guimarães vai encantar o público com os seus truques de magia.
Já os mais novos vão poder assistir a espetáculos infantis, com marionetas e sombras, como Pinheirinho de Natal ou A Loja de Sonhos de Natal, em Almada e na Sobreda.
Há também o regresso do Mercado de Natal Amigo da Terra, de 14 a 19 de dezembro, ao centro da cidade, com uma seleção de dezenas de artistas, artesãos e criadores, onde poderão fazer as vossas compras de Natal e descobrir como contribuir para uma quadra mais sustentável e solidária.
De 8 a 23 de dezembro, podem ainda experimentar a Pista de Gelo e os Carrosséis que farão as delícias de pequenos e graúdos, no Largo Gabriel Pedro, em Almada.
Em antecipação para o regresso de Matrix ao grande ecrã com The Matrix Ressurectionsm que recebeu esta semana um novo trailer, a Warner Bros. e a Epic Games vão lançar uma experiência virtual inspirada no conceito de realidade, chamada The Matrix Awakens.
Produzida através do Unreal Engine 5, que aparentemente foi uma das ferramentas usadas para o desenvolvimento de cenas e de efeitos especiais para o novo filme, a experiência será uma demo técnica que irá explorar as capacidades deste motor de jogo.
The Matrix Awakens só poderá ser experienciada esta quinta-feira, durante os The Game Awards, mas já pode ser descarregada na PlayStation 5 e nas Xbox Series X|S, onde ao abrir é apresentada uma contagem decrescente.
E se até agora não estão entusiasmados, então espreitem o seguinte teaser da experiência, com uma versão digital e assustadoramente realista de Keanu Reeves a questionar-nos: “Como é que sabemos o que é real?”
O maior Halo de sempre, com o maior lançamento da Xbox.
Halo Infinite chega já esta semana e promete ser um marco histórico. A julgar pela opinião da crítica, onde se inclui a nossa, este é um seguro e confiante regresso da saga como não tivemos nos últimos jogos. É também o jogo que marca os 20 anos da saga e da Xbox e o primeiro Halo lançado em simultâneo em consolas Xbox, PC e cross-gen.
Com o modo multijogador já disponível para todas as plataformas, Halo Infinite ocupou os primeiros lugares da tabela de jogos multijogador da temporada, mas agora os olhos estão postos na sua campanha, na nova aventura de Master Chief, que nos convida a voltar a pisar e a explorar um novo Anel.
Disponível para compra por 69,99€ (59,99€ na Steam) ou acessível pelo Xbox Game Pass para consola, para PC e pelo Xbox Game pass Ultimate, a campanha de Halo Infinite terá também um lançamento um pouco diferente do que é comum. Na sua versão digital e física (que requer um download de um patch para ficar jogável), Halo Infinite terá um lançamento simultâneo em todo o mundo, em vez de ficar disponível às 24horas de cada região, como a maioria dos lançamentos da consola – algo que impede a mudança de região das consolas para começarem já a jogar.
Assim, com data de lançamento marcada já para amanhã, dia 8 de dezembro, os jogadores portugueses poderão visitar Zeta Halo a partir das 18 horas, hora de Lisboa. E os nossos irmãos do Brasil poderão fazê-lo à mesma hora, que será às 15 horas, hora de São Paulo. Podem verificar as restantes regiões do mundo aqui em baixo.
Find out exactly when #HaloInfinite releases in your region: pic.twitter.com/nErgdJ24EV
Para se aventurarem nesta nova aventura de Master Chief, tudo o que precisam é uma consola da família Xbox One ou uma consola da família Xbox Series X|S. Ou então um simples PC, com os requisitos apresentados neste artigo.
Mais uma vez, a campanha de Halo Infinite é separada do multijogador, que agora é free-to-play e já está disponível. Pode ser adquirida na Microsoft Store, na Steam ou acedida através das subscrições do Xbox Game Pass.
À semelhança de outras edições, temos uma embalagem com quatro sabores distintos.
Holly Jolly, Sprinkled with Cheer, Golden Bells e Hazelnut Jubilee. São estes os quatro novos sabores que vão encontrar na edição limitada de Natal da Dunkin Donuts, à venda em exclusivo nas lojas Continente.
Holly Jolly é um doughnut recheado com chocolate laranja, coberta com cobertura de cacau, raspas de chocolate e um azevinho de caramelo; o Sprinkled with Cheer é recheado com chocolate laranja, coberta com cobertura de cacau, raspas de chocolate e decoração de Natal; o Golden Bells é recheado com praliné de avelã, banhada com cobertura branca e decorada com pérolas douradas; e o Hazelnut Jubilee é um doughnut recheado com praliné de avelã, coberta com glacê branco, decoração verde e gotas de chocolate vermelho.
O preço? 4,50€ por cada embalagem de quatro unidades, uma de cada um dos novos sabores.
Basicamente, quem quiser mais do que apenas pagar portagens, terá de desembolsar mais uns euros em 2022.
Atualmente, com o mesmo identificador, os utilizadores Via Verde podem não só pagar portagens, mas também abastecer o carro em alguns postos, pagar o estacionamento em parques ou até refeições no McDrive. Porém, isso vai mudar em 2022, uma vez que o Grupo Brisavai separar o pagamento das portagens dos restantes serviços.
A mudança acontece a 5 de janeiro. O serviço Via Verde Livre desaparece, dando origem a dois novos serviços. Um deles é o Via Verde Autoestrada, que servirá somente para pagar portagens. O custo? 0,49€/mês ou 5,75€/ano para faturas sem papel; 0,99€/mês ou 11,65€/ano para os extratos em suporte físico.
Se apenas o pagamento das portagens não for suficiente, então aí terão de optar pela modalidade Via Verde Mobilidade, que dará não só acesso a todos os serviços existentes, bem como a novos serviços e benefícios que venham a surgir. Por exemplo, se usam várias vezes a opção de pagamento Via Verde para parques de estacionamento cobertos, o que evita a que tenham de ir a uma máquina própria pagar antes de saírem desses parques, então devem optar por esta modalidade.
O preço? 0,99€/mês ou 11,65€/ano para faturas sem papel; 1,49€/mês ou 17,40€/ano para os extratos em suporte físico.
Os preços também mudam para os aderentes ao serviço Via Verde Leve, que terão na mesma acesso ao pagamento de portagens e outros serviços. A mensalidade vai subir para os 1,35€/mês (fatura digital) ou 1,75€ (fatura em papel). Atualmente, os valores praticados são 0,70€ e 1,20€, respetivamente.
Tratando-se de um período de transição, os atuais clientes estão a ser migrados para o Via Verde Mobilidade, modalidade que dá acesso a todos os serviços. Contudo, e até 31 de março, o preço da mensalidade/anuidade será igual à modalidade com autoestrada. Já em abril entra em vigor a nova tabela de preços para novos clientes.
Já para quem ainda não é cliente, fiquem a saber que os novos preços entram em vigor a 5 de janeiro.
Esta semana, o Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, disse que serão necessárias cerca de 700 mil vacinas contra a Covid-19 para as crianças dos 5 aos 11 anos, estando este processo de vacinação em fase de preparação e aguardando pelo aval da Direção-Geral de Saúde.
“A nós o que nos compete, enquanto Governo, é ter todo o planeamento e toda a logística para estarmos preparados para vacinar e é isso que estamos a fazer”, afirmou, acrescentando que “vão chegar cerca de 300 mil vacinas no dia 13 de dezembro e, depois, durante o mês de janeiro, chegarão mais 400 mil vacinas”.
Lacerda Sales disse ainda que esta “é uma vacinação diferente porque é por unidose, de 10 microgramas, cerca de um terço da dose de um adulto”. As primeiras 300 mil vacinas pediátricas são do consórcio farmacêutico BioNTech/Pfizer.
A cantora esteve há uns dias no Campo Pequeno, mas prepara-se regressar já em 2022, desta vez em modo festivaleiro, no NOS Alive 2022.
A artista irá subir ao Palco NOS no dia 6 de julho para apresentar os temas do seu mais recente disco, Esperança.
A artista brasileira, que contabiliza milhões de visualizações dos seus vídeos no YouTube ,leva na bagagem músicas incontornáveis como “Velha e Louca”, “Sambinha Bom”, “Vai e Vem”, “Mais Ninguem”, bem como novos clássicos como são o caso de “America Latina”, “Quero Quero” e “Pé de Elefante – todos estes do álbum lançado em 2021.
Recorde-se que Mallu Magalhães já atuou no festival, nomeadamente na edição de 2018, no palco secundário.
Nomes confirmados até à data: alt-J, Caribou, Da Weasel, Dino D’Santiago, Faith No More, Florence + The Machine, Fontaines D.C., Glass Animals, HAIM, Hobo Johnson and The Lovemakers, Imagine Dragons, Inhaler, Jorja Smith, Jungle, Mallu Magalhães, Manel Cruz, Metallica, Modest Mouse, Moses Sumney, Parcels, Phoebe Bridgers, Royal Blood, Sea Girls, Seasick Steve, St. Vincent, Stromae, The Strokes, Tom Misch, Two Door Cinema Club, Parov Stelar e The War On Drugs.
Em relação aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais. Os bilhetes adquiridos para o NOS Alive’20 e NOS Alive’21 são válidos para os dias de semana correspondentes do NOS Alive’22. Podem também trocá-los para outro dia mediante disponibilidade de lotação, ou por um vale no ponto de venda onde foram adquiridos, apresentando os bilhetes e prova de compra.
Tudo obras que irão surgir de cara lavada em 2022.
A IHG Hotels & Resorts, um dos principais grupos hoteleiros do mundo, anuncia a estreia europeia da sua nova marca de coleção de luxo, Vignette Collection, num negócio histórico que contempla várias propriedades.
Apostando em localizações de elevada procura, tanto em centros urbanos como em destinos de resort, a marca aposta em unidades independentes para acrescer à coleção Luxury & Lifestyle do grupo, num estilo que combina a identidade distinta de cada unidade com a reputação à escala global e a experiência da IHG.
Em Portugal, são três os hotéis que estão a ser requalificados: Penina Resort & Golf, Dona Filipa Hotel e Apartamento Formosa Park, todos no Algarve.
Designado o “Avô dos Campos de Golfe” no Algarve, o Penina Resort & Golf é famoso pelo seu serviço de alta-qualidade, charme português e campos de golfe excecionais. Com 188 quartos, incluindo o Grand Suites, o hotel também disponibiliza espaço para reuniões e banquetes, quatro restaurantes, dois bares e 380 hectares com três campos de golfe.
A uma curta distância da praia e perto da cidade de Portimão, este hotel foi construído em 1966 ao lado do Campo de Golfe Penina, um dos primeiros campos de golfe do Algarve e palco do Open de Portugal em várias ocasiões. Devido a necessidades de reforma, o hotel encontra-se programado para ser inaugurado como parte da Vignette Collection em 2022.
Já o Hotel Dona Filipa, localizado junto à costa, perto de alguns dos melhores campos de golfe da região, conta 154 quartos de hóspedes, onde se incluem desde quartos clássicos a suites premium. Entre as amplas instalações, incluem-se dois restaurantes e dois bares, spa, piscina, campo de ténis, clube de praia e clube infantil, bem como espaços para reuniões. O hotel tem sido uma escolha popular entre visitantes de lazer ou negócios.
Este hotel é uma lembrança de um amor histórico. A primeira abertura aconteceu no Dia dos Namorados em 1968, data que assinala também o casamento entre Dona Filipa e João I de Portugal; uma celebração da união entre os dois monarcas e países. O hotel passará por reformas e deverá abrir como propriedade da Vignette Collection em 2022.
Finalmentetemos o Apartamento Formosa Park. Com vista para o Oceano Atlântico na Praia do Ancão, está a finalizar a sua conversão para voco Algarve. Com inauguração prevista para o início de 2022, o empreendimento vai disponibilizar 61 apartamentos de um e dois quartos e, ainda, um restaurante e bar para usufruto dos hóspedes.
Já em relação à passagem de ano, a Câmara Municipal decidiu não promover quaisquer festejos públicos.
Embora estejamos numa época em que estamos a assistir novamente ao cancelamento de várias iniciativas, muitas são as autarquias que, ainda assim, promovem os seus eventos de Natal. Já aqui falámos de algumas… e hoje voltamos a falar de mais um evento.
Trata-se d’A Magia do Natal, a acontecer em Barcelos. Ao todo, são cerca de meia centena de eventos que, dia a dia, durante o mês de dezembro, chamam à participação dos barcelenses e visitantes tanto nas atividades de rua, como nas iniciativas que se desenrolam nos diversos equipamentos municipais.
Assim, entre muitas outras propostas, há animação de rua, workshops de artes e ofícios tradicionais com os artesãos, programas educativos, exposições, encontros de coros, confeção e degustação de doçaria especial de Natal, peças de teatro, mercado de prendas, apresentação de contos natalícios, saraus musicais, recitais, música filarmónica, concertinas, tertúlias, trilhos especiais, desfile pais Natal motard e charrete de Natal.
Já em relação à passagem de ano, a Câmara Municipal decidiu não promover quaisquer festejos públicos.
Compraram bilhetes para os espetáculos dos James, que deviam realizar-se na Super Bock Arena e no Campo Pequeno a 12 e 13 de dezembro, respetivamente? Então é melhor que os guardem mais algum tempo.
A promotora PEV Entertainment revelou que os espetáculos agendados para daqui a uns dias foram adiados para 21 de abril (Porto) e 22 de abril (Lisboa) de 2022. O motivo? COVID-19.
Segundo um comunicado enviado pela banda, “um membro da banda e outra da equipa de produção testaram positivo para a COVID-19, o que os impossibilita de viajar e de se apresentarem em palco”.
Posto isto, os bilhetes previamente adquiridos são automaticamente válidos para as novas datas, pelo que não precisam de os trocar. Se quiserem reembolso, devem solicitar num prazo de 30 dias após o dia 13 de dezembro.
O Grande Prémio da Arábia Saudita tinha a possibilidade de coroar Max Verstappen como Campeão do Mundo de Fórmula 1. No entanto, ao fim de 50 voltas, ficou tudo para decidir no último Grande Prémio da temporada, com Lewis Hamilton a igualar os pontos do piloto da Red Bull. De Jeddah ficam apenas as memórias de um espetáculo nada feliz.
Chegamos a Jeddah, para aquele que foi o primeiro Grande Prémio da Arábia Saudita, sempre com uma coisa em mente: o circuito é demasiado fechado, rodeado de muros, para a velocidade a que os carros vão fazer grande parte das 27 curvas. Qualquer toque vai deixar detritos no circuito e fazer com que a sessão tenha que ser interrompida vezes sem conta. No entanto, ao mesmo tempo, estava mais que pronto para um espetáculo do outro mundo (tendo em conta a “entrada” que foi a qualificação, em especial a volta final de Max Verstappen, no sábado).
Tudo parecia estar bem quando, depois da primeira curva, os carros tinham passado, quase todos, sem incidentes de maior. Algo que na altura me pareceu surreal, tanto carro numa sequência de curvas apertadas a conseguirem passar sem contacto e logo numa pista nova… as coisas pareciam estar bem, mas pareciam apenas. Valtteri Bottas estava a fazer bem o seu trabalho, a ter ritmo e a conseguir defender-se de Max Verstappen, enquanto Lewis Hamilton ia ganhando vantagem na frente da corrida.
No entanto, tudo mudou assim que Mick Schumacher bateu, sozinho, exatamente na mesma zona onde Charles Leclerc já tinha batido durante os treinos. Com Safety Car em pista por cinco voltas, grande parte dos pilotos aproveitaram para fazer a paragem nas boxes e, assim, tentar ir até ao fim com um composto duro, algo normal nestas situações. O que não é, ou pelo menos não devia ser normal, é o facto da direção de corrida, depois de cinco voltas de Safety Car, ter decidido que não. O melhor era uma bandeira vermelha: sessão parada e Max Verstappen vê a sorte sorrir-lhe, já que tinha sido, dos da frente, o único a ficar em pista, ganhando assim posição.
Nestas situações, em que reparações estão a ser feitas, é importante que a direção de corrida tome decisões rápidas, para tentar que a influência na mesma seja a menor possível. Mas ok, um erro desculpável, podiam estar à espera para ver o estado da barreira de proteção.
Mas bem, de volta à corrida. Por esta altura, para uma nova partida, estava na frente Max, seguido de Hamilton, Bottas e EstebanOcon. Uma excelente partida de Hamilton depressa rouba o lugar a Max. Bottas, por sua vez, faz lock aos travões e acaba por deixar passar Ocon… Max mal trava (vá, trava muito tarde) e acaba por ir por fora, ganhando posição e fazendo com que Lewis, que à entrada da curva estava em P1, acabasse por perder o lugar para Ocon e descesse agora para P3.
No entanto, umas curvas depois há confusão. SergioPerez fica de fora após contacto com Charles Leclerc e, no meio da confusão, George Russell trava e Nikita Mazepin não tem tempo para reagir e bate, sem redução significativa de velocidade na traseira do Williams. No meio disto tudo, ninguém se aleijou, mais já temos Russell, Perez, Mazepin e Schumacher de fora. E sabem que mais? Bandeira vermelha. Logo.
Pilotos de volta à pit lane e começam a chover os pedidos de penalização, em especial para Max Verstappen, por ganhar posição por fora da pista no segundo arranque do Grande Prémio da Arábia Saudita. Foi aqui que algo sem precedentes aconteceu: todos nós em casa ouvimos o diretor de corrida, Michael Masi, a negociar com a Red Bull – “a oferta é a seguinte, cedem a posição e não vai aos stewards [para possível penalização]” … “ok, ok, um segundo para pensar” … “ok, Michael, aceitamos“. Mas o que é que é isto? Regatear a possibilidade de ceder uma posição ou ter a situação analisada pelos stewards? Peço desculpa as palavras, mas sempre pensei que os milhões gastos em F1 dava para ter diretores de corrida a tempo inteiro. FIA, talvez esteja na hora de contratar.
Oferta aceite e novo arranque. Ocon, Lewis, Max. Bottas em P5. Bom arranque de Lewis e Max, mas péssimo arranque de Ocon, que depressa perde a posição para os dois pilotos que estão a lutar pelo campeonato do mundo. Numa altura em que, na frente, Max voltava à liderança da corrida, Charles Leclerc e Carlos Sainz lutavam pela P10 enquanto que Daniel Ricciardo andava a passear pela P4.
Max queixa-se da falta de “power” e YukiTsonuda bate em SebastianVettel. Virtual Safety Car… bandeira verde e novo Virtual Safety Car. Desta vez para limpar a pista depois de um toque entre Kimi Räikkönen e Vettel, nada fácil para o piloto alemão da Aston Martin. Pista limpa e bandeira verde. Esperem, afinal a pista não estava bem limpa e é necessário outro Virtual Safety Car. Nesta altura já Alonso pedia, por rádio, a Masi para lançar um Safety Car. Quando um piloto, sem acesso a dezenas de câmaras, tem melhor julgamento que o diretor de corrida, está tudo dito.
15 voltas para o fim e mais um Virtual Safety Car. No fim deste, Lewis está muito mais perto de Max e tem DRS para atacar a primeira curva… Lewis passa, Max vai largo e acabam por se tocar, mas sem danos de maior, apenas mais um pedaço de “dar tudo por tudo”. A verdade é que este tudo por tudo acaba por fazer com que a direção de corrida diga a Max para ceder a posição, mensagem que a Red Bull passa ao piloto rapidamente (e estrategicamente), sem que a Mercedes comunique com o seu piloto a informar da decisão. Com isto, Max passa de 8ª [mudança] para 3ª antes de chegar à parte final do circuito para evitar que Lewis fique com DRS depois de passar. No entanto, Lewis não se apercebe e acaba por bater, acusando o piloto da Red Bull de “Brake Test”. Danos no carro, mas continua a corrida e Max não cedeu a posição.
Umas boas voltas depois, Max lá cede a posição, desta vez como deve ser, mas conseguiu recuperar logo de seguida. A tal estratégia. Quase 50 voltas depois, a direção de corrida pensa que é uma boa ideia tentar meter algum controlo na corrida e dá 5s de penalização a Max Verstappen pelos incidentes na curva 1 (toque com Lewis) e diz ainda que a situação do “Brake Test” seria investigada depois da corrida (a penalização foi: 10 segundos e dois pontos na super-licença).
Lewis leva bandeira preta e branca por ter forçado Max fora da pista, isto numa altura em que já conseguiu passar o piloto da Red Bull e até já leva 4.3s de vantagem. Os pneus médios de Max foram uma boa ideia, mas agora estavam a começar a dar problemas.
A quatro voltas do fim, Vettel desiste e, na última volta, Bottas consegue, já na reta da meta, passar Ocon, conquistando assim o 3º lugar por apenas 0.102s. Impressionante. O piloto do dia, votado pelo público, foi Max Verstappen (que abandonou o pódio já que estava sem grande vontade de festejar com os representantes da Mercedes) e a volta mais rápida foi mesmo para Lewis Hamilton com 1:30.734.
Fica tudo em aberto para o Grande Prémio de Abu Dhabi. Ambos os pilotos com os mesmos pontos, mas com a vantagem a ser de Max por ter ganho mais provas durante a época.
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos
Posição
Piloto
Equipa
Pontos
1
Max Verstappen
Red Bull Racing Honda
369.5
2
Lewis Hamilton
Mercedes
369.5
3
Valtteri Bottas
Mercedes
218
4
Sergio Perez
Red Bull Racing Honda
190
5
Charles Leclerc
Ferrari
158
6
Lando Norris
McLaren Mercedes
154
7
Carlos Sainz Jr.
Ferrari
149.5
8
Daniel Ricciardo
McLaren Mercedes
115
9
Pierre Gasly
AlphaTauri Honda
100
10
Fernando Alonso
Alpine Renault
77
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas