Marvel prepara-se para criar séries com Loki e Scarlet Witch

Com o serviço de streaming da Disney a chegar em breve, a casa do Mickey e a Marvel procuram novos projetos para encher o seu catálogo.

Um desses projetos é um spin-off dos filmes do Universo Cinemático da Marvel, prometendo contar histórias novas e nunca antes vistas de personagens que já conhecemos.

Oceanário de Lisboa tem exposição dedicada à extinção dos tubarões

Uma das mais emblemáticas exposições da National Geographic está patente no Oceanário de Lisboa até dia 6 de janeiro.  

Vodafone lança mais dois produtos da sua gama IoT

A Vodafone Portugal acaba de lançar o V-Kids Watch e a V-SOS Band, dois novos produtos da família V by Vodafone, uma gama de equipamentos IoT que torna o quotidiano dos consumidores mais fácil e simples.

PlayStation 1 vai ser “relançada” com uma versão “Classic” muito especial

A PlayStation anunciou a sua próxima consola. Não é a próxima geração de jogos, nem nenhum modelo redesenhado da atual PS4, mas sim a PlayStation 1.

Sim, a PlayStation original vai ser relançada num formato clássico, à semelhança do que a Nintendo já fez com a NES e a SNES.

A PlayStation Classic será 45% mais pequena que a original, terá ligação HDMI e incluirá 20 jogos já pré-instalados na sua memória, dos quais se confirmam até agora Final Fantasy VII, TEKKEN 3, R4: Ridge Racer Type 4, Jumping Flash! e Wild Arms.

Apesar de não ser referido, esta consola não deverá ser compatível com discos físicos devido às suas dimensões. Para manter a autenticidade, a consola irá trazer dois comandos com fios, iguaizinhos aos originais.

A PlayStation Classic chega já no dia 3 de dezembro por 99,99€.

Estes são os únicos detalhes que conhecemos sobre a PlayStation Classic e ficaremos à espera da lista completa de jogos à medida que nos aproximamos do lançamento.

Hozier arranca digressão europeia em Lisboa no próximo mês de novembro

Hozier, o aclamado cantor e compositor irlandês, escolheu Lisboa para arrancar a sua digressão europeia já no próximo dia 11 de novembro, no Coliseu de Lisboa, antes da apresentação do tão antecipado segundo álbum de originais.

Começa hoje a nova temporada de BecaBeca no Teatro Villaret

Os Improváveis (Marta Borges, Gonçalo Sítima, Pedro Borges), Diogo Faro e Fernando Alvim estão de regresso para mais uma volta de BecaBeca.

Huawei Mate20 lite já está disponível em Portugal

Chegou às lojas portuguesas o mais recente equipamento da Huawei, o Mate20 lite. Depois de um período de pré-reserva sobre o qual falámos aqui, o Huawei Mate20 lite já está nas lojas disponível para todos aqueles que procuram um smartphone que deixa antever o que de melhor os restantes equipamentos da série Mate 20 vão trazer.

“Avatar: A Lenda de Aang” vai receber uma série live-action produzida pela Netflix

Não é a primeira vez que Avatar (a série de animação da Nickelodeon) recebe uma adaptação em imagem real. A primeira vez aconteceu no cinema pelas mãos de M. Night Shyamalan, resultando num dos piores filmes da história do cinema.

Agora estamos perto de ter uma nova versão em formato de série e, se tudo correr bem, pode ser algo de especial.

Hard Rock Cafe Lisboa volta a dar música aos mais jovens

Depois do sucesso da edição de 2017, o Hard Rock Cafe Lisboa (HRC) apresenta a nova temporada dos “Concertos Infantis” com início a 7 de outubro de 2018 e término em abril de 2019.

Nintendo Switch recebe pacote especial de Fortnite

Se são fãs de do popular modo Battle Royale de Fortnite e estão à procura de uma maneira de levar o jogo para todo o lado, a Nintendo está prestes a lançar uma solução. Há um novo pacote da Nintendo Switch a caminho das lojas. Este Bundle Royale, que é um bundle Nintendo Switch Fortnite, inclui, além da consola e do próprio jogo, alguns extras que farão as delícias dos jogadores.

Há mais Final Fantasy a caminho da Nintendo Switch e da Xbox One

A série Final Fantasy nem sempre teve direito a lançamentos multiplataformas, com alguns jogos da era da PlayStation 2 a ficarem exclusivos dessa plataforma no que toca ao mundo das consolas.

Shadow of the Tomb Raider – Análise: acerta nos elementos certos

No entanto, Shadow of the Tomb Raider pode não ser um título forte naquilo que se pede para um jogo com foco na história.

Shadow of the Tomb Raider é o terceiro jogo da trilogia mais recente de Tomb Raider, que funciona também como uma espécie de prequela onde assistimos à caminhada de Lara Croft até se tornar na personagem icónica de jogos de outra era.

Ainda que seja este o conceito original desta nova visão, estes três jogos existem no seu próprio universo, descolado de outros episódios, mas mantendo a alma e a genética do passado.

Shadow of the Tomb Raider é a continuação direta de Rise of the Tomb Raider. Surge para concluir esta jornada que se iniciou em 2013 e para o melhor e para o pior é, dos três jogos, o que nos dá mais nostalgia, ainda que nem tudo funcione como deveria.

A apresentação de Shadow of the Tomb Raider é incrível. Com a nova aventura a passar-se na América do Sul, somos levados por pequenas cidades locais, aldeias tribais e por selvas e florestas ricas em fauna e flora. Mas o que salta mais à vista são as áreas de exploração que vamos percorrendo de forma algo linear durante a narrativa do jogo ou, até mesmo, os túmulos que podemos explorar.

Todas estas áreas são apresentadas com um detalhe incrível, extremamente bem decoradas, quer com ruínas milenares intocadas quer pela forma com que a natureza se mistura ou absorve essas estruturas. A iluminação do jogo cria uma atmosfera densa, rica e bastante realista, dando a sensação de que são locais reais e intocáveis há centenas de anos.

Esta apresentação geral, juntamente com arquitetura e design dos níveis, que nos propõem desafios e quebra cabeças interessantes que que nos vão fazer perder algum tempo, são os elementos mais reminiscentes de um Tomb Raider de outras eras, onde, entre cada salão e área aberta, havia um corretor apertado, uma gruta claustrofóbica ou sequências subaquáticas que se colocavam entre essas zonas para apimentar a jornada e dar aquele toque de ansiedade necessário à exploração.

Como não podia deixar de ser, o que não faltam são armadilhas mortais e relíquias esquecidas, que, mais do que colecionáveis, podem ajudar-nos a progredir na árvore de habilidades de Lara Croft.

É com muito agrado que o foco na exploração é muito maior neste jogo e, mais uma vez, temos um nível de acessibilidade raro em jogos de mundo aberto, ou semi-aberto, que permite o ajuste de diferentes níveis de dificuldade. No caso de Shadow of the Tomb Raider, existem três níveis independentes para a exploração, para o combate e para a resolução de puzzles.

Este foco dado às coisas que definem Tomb Raider também coloca de parte a componente de shooter deste jogo, que é surpreendentemente baixa. Confrontos com inimigos são escassos e não acontecem todos em porções de história, algo que se torna desapontante quando nos lembramos que foi introduzido um sistema de ação furtiva que podia ter sido muito mais explorado se pudéssemos, por exemplo, usá-lo em áreas mais abertas espalhadas pelas secções de mundo aberto.

Ainda no que toca à exploração, é interessante a forma como o jogo se transforma quando mexemos nas suas definições, onde os indicadores visuais do nível podem ser amplificados através de paredes e árvores pintadas, ou até desligados, acrescentando uma camada de dificuldade extra e obrigando-nos a ficar mais atentos ao que nos rodeia.

Contudo, são os jogadores mais casuais que ficam a perder, mesmo na definição mais baixa. Por muitos indicadores que o jogo nos dê, é frequente perdermo-nos ao passarmos ao lado de uma pequena abertura que esconde uma parte muito escura do local e sentirmos que bloqueamos ou o que jogo tem um problema qualquer.

A escuridão em Shadow of the Tomb Raider é utilizada em diferentes dimensões. Apesar de uma apresentação bonita e cuidada, o jogo é, visualmente, extremamente escuro, obrigando a que se altere as definições de brilho e gama do jogo ou das nossas televisões em algumas porções do jogo.

Mas a escuridão também marca o tom desta aventura de Lara Croft, prometendo-nos que vai ser aqui que ela se irá tornar na Tomb Raider. Se visualmente o jogo parece, por vezes, demasiado escuro, também a sua narrativa ganha contornos sérios desnecessários ao tornar tudo deprimente e, até, aborrecido.

Entre pausas para explorações de zonas ou a fazer missões secundárias aborrecidas, são poucos os momentos em que sentimos que estamos a progredir a caminho de uma grande aventura.

Tudo parece girar também à volta de meia dúzia de personagens e o sentimento de que estamos envolvidos nesse apocalipse simplesmente não existe.

Lara Croft tem, certamente, alguma bagagem e um sentimento de vingança misturado com o egoísmo de colecionadora de tesouros, que, ao somar isto tudo, a tornam numa pessoa desinteressante e com motivações difíceis de aceitar, pelo menos pela maneira como foi escrita e é apresentada no ecrã.

Todo o jogo está desenhado e escrito para ser levado muito mais a sério do que é suposto, resultando em situações chave que não acontecem com o impacto emocional pretendido. É difícil relacionarmo-nos emocionalmente com as personagens e a transformação de Lara Croft para esta versão de Tomb Raider pode não ser a mais satisfatória.

A história de Shadow of the Tomb Raider é apresentada com uma situação maior do que a vida, um apocalipse eminente causado supostamente por Lara Croft. Seria de esperar uma luta contra o tempo e uma panóplia de obstáculos para impedir um destino tão negro, mas o sentimento de urgência perde-se ao longo do que é oferecido no jogo.

Infelizmente, o modo como a história é contada é, provavelmente, o ponto menos positivo de Shadow of the Tomb Raider. A aventura é relativamente curta, o elenco de personagens não é devidamente explorado, aparecendo ou desaparecendo quando é conveniente para história, e a nossa protagonista é aborrecida e muito deprimida.

Ainda assim, o tempo passado em Shadow of the Tomb Raider foi, na sua maioria, divertido, muito graças à exploração deste mundo. A procura de relíquias, pequenas caçadas de animais raros, colecionar pedaços de história, resolver puzzles e descobrir áreas novas nunca cansa até concluir o jogo a 100%.

Shadow of the Tomb Raider pode não ser um título forte naquilo que se pede para um jogo com foco na história, mas acerta nos elementos certos de um Tomb Raider.

Shadow of the Tomb Raider está disponível para PC, Xbox One e PlayStation 4.

Shadow of the Tomb Raider
Nota: 7/10

Este jogo foi cedido para análise pela Ecoplay.

Análise – Razer Raiju Tournament Edition para PlayStation 4

O novo Razer Raiju Tournament Edition é uma de duas novas soluções da Razer na oferta de comandos para a PlayStation 4.

Com base no Razer Raiju anterior, que oferecia um conjunto de botões extra e capacidades de personalização, a nova geração aparece com um design renovado, mais arredondado e simplista e com a adição de uma funcionalidade muito importante, o Wireless.

O Razer Raiju Tournament Edition, apesar de incluir modo Wireless, tal como o mais completo Raiju Ultimate, é, dos três modelos existentes agora, o mais simples.

Nele vamos poder contar com apenas quatro nossos botões programáveis e os interruptores de prender os gatilhos.

Se ignorarmos estas pequenas adições, o Razer Raiju Tournament Edition é um comando para a PlayStation 4 básico e com praticamente as mesmas funcionalidades que o comando original.

O que torna este comando diferente dos demais é também a disposição dos analógicos, que aqui estão colocados na diagonal, à semelhança dos comandos da Xbox, com o D-Pad a ocupar a zona inferior.

O Razer Raiju Tournament Edition é bastante ergonómico e, apesar de ser mais encorpado, tem as dimensões do DualShock 4. Mas enche mais a mão.

Razer Raiju Tournament Edition

Robusto e com um peso que lhe confere a sensação de um produto premium, conta ainda com botões mecânicos e bastante agradáveis ao toque. Mas com um pequeno senão: os botões traseiros podem ser extremamente sensíveis ao toque, algo que, nas definições padrão, ou programando para determinadas ações, pode ser um inconveniente por ser muito fácil de carregar neles ao pegar no comando.

Este inconveniente é, infelizmente, o primeiro de muitos, que, ironicamente, surgem com a adição de funcionalidades.

Apesar de ser concebido para a PlayStation 4, funciona também no PC.

Na traseira encontramos um pequeno interruptor para cada um dos modos, PC via Bluetooth, PS4 via Bluetooth e, no centro, uma porta USB, que funciona em ambas as plataformas.

Ao experimentarmos o modo com fios na PlayStation 4, tudo funciona como deve de ser e é provavelmente a melhor maneira de tirar partido deste comando. É só ligar e jogar e a porta de áudio na parte inferior do comando funciona na perfeição.

Já com o seu modo Bluetooth é quando as coisas se complicam, pois há a necessidade de ter um comando já emparelhado para irmos até às definições da consola aceitar a sua ligação.

Porém, o grande calcanhar de Aquiles é mesmo a remoção ou não existência de uma função básica até existente no DualShock 4, que é a utilização da porta de áudio no comando em modo Wireless.

No PC a experiência é semelhante, mas não esperem um comando compatível com todos os jogos. A Razer promete compatibilidade com os jogos da Steam, o que se comprovou, no entanto, fora da aplicação da Valve, jogos do Windows 10 ou do Origin não se mostraram compatíveis, mesmo quando instalámos os drivers disponíveis na página de suporte da Razer.

E por falar em aplicações, o Razer Raiju Tournament Edition não depende do software para PC da Razer. Desta vez é possível personalizar os botões do comando através de uma aplicação para Android e iOS. Com um pequeno toque de emparelhamento, temos ao nosso dispor o ecrã de troca de botões e ajuste de sensibilidade dos motores e analógicos. Simples e muito eficaz.

O Razer Raiju Tournament Edition é um bom comando, especialmente quando é usado na PlayStation 4 com recurso aos fios. Mas olhando para a oferta deste tipo de produtos e para as funcionalidades que apresenta, além daquelas que não funcionam tão bem como pretendido, é difícil de recomendar o Razer Raiju Tournament Edition em relação ao DualShock 4 da PlayStation 4, especialmente quando o seu valor chega perto do muito superior Razer Raiju original.

O Razer Raiju Tournament Edition está à venda na loja da Razer por 149,99€.

Este produto foi cedido para teste pela Razer.

PayPal apresenta serviço que reduz o número de cliques ao longo do processo de compra

O PayPal continua a criar soluções para o comércio global de forma a ajudar os seus milhões de utilizadores e negócios a conectarem-se de forma contínua em todos os contextos. Como parte desta missão, a empresa lançou recentemente o PayPal Checkout com botões de pagamento inteligentes (Smart Payment Buttons) nos EUA, para oferecer aos consumidores mais opções de pagamento, sendo criado para ajudar a gerar as melhores conversões para as empresas.

Chauffeur Privé é o novo serviço de transportes que acaba de estrear em Portugal

A Chauffeur Privé, plataforma de transporte e mobilidade urbana (TVDE), acaba de chegar a Portugal, o primeiro mercado a receber o seu plano de expansão, e vem concorrer contra a Uber, Cabify e Taxify.

Jameson Urban Routes 2018 já tem o cartaz fechado

Palms Trax, Anna Prior e B Fachada são alguns dos nomes que fecham a programação do Jameson Urban Routes 2018.

Joaquin Phoenix mostra-se pela primeira vez no papel de Joker

O primeiro olhar à nova versão da icónica personagem das bandas desenhadas da DC foi partilhada pelo realizador do novo filme, Todd Phillips. O realizador do próximo filme baseado em Joker usou o Instagram para apresentar Arthur Fleck, interpretado por Joaquin Phoenix, que irá no filme dar origem à personagem de Joker.

Dream Wife, Paraguaii e Anabela Aya no Super Bock em Stock

O Super Bock em Stock regressa nos dias 23 e 24 de novembro à Avenida da Liberdade em Lisboa. Num cartaz que conta com nomes como Johnny Marr, U.S. Girls, Jungle, Conan Osiris, Natalie Prass, Tim Bernardes, entre tantos outros, ainda há espaço para surpreender. As bandas Dream Wife, Paraguaii e a cantora angolana Anabela Aya também já têm presença marcada naquele que é, seguramente, o festival mais emblemático do outono lisboeta.

“The Girl in the Spider’s Web” recebe um trailer explosivo

O novo filme da série de adaptações de Hollywood da saga Millennium, que começou com The Girl With the Dragon Tattoo (em português intitulado como Os Homens Que Odeiam as Mulheres), não parece ser uma sequela convencional. Em The Girl in the Spider’s Web, é Claire Foy que veste o papel de Lisbeth Salander, em vez de Rooney Mara, e é o realizador uruguaio Fede Alverez (Evil Dead, Dont Breathe) quem toma conta da direção, sucedendo a David Fincher.

Vamos conhecer as personagens da nova série da Netflix “As Arrepiantes Aventuras de Sabrina”

Depois de um trailer sombrio e negro, a Netflix revela agora novas informações sobre esta adaptação de arrepiar da banda desenhada original das aventuras de Sabrina. As Arrepiantes Aventuras de Sabrina, como se chama a série, tem estreia marcada para 26 de outubro, mesmo a tempo da Noite das Bruxas.