São mais sete nomes que se juntaram hoje ao cartaz do Mucho Flow, o festival que percorre as tendências do futuro próximo da música mundial.
Wiko View2 Plus já chegou a Portugal
A Wiko apresentou na IFA 2018 os dois novos membros da gama View2, entre eles o Wiko View2 Plus, já disponível em Portugal. O novo smartphone da companhia europeia oferece uma nova forma elegante de exibição num ecrã total 19:9 de 5.93″ com tecnologia IPS, Full Lamination e vidro 2.5D e um corpo sólido e aerodinâmico revestido por um acabamento brilhante com efeito de vidro.
Peça João & Beatriz estreia em Sintra no próximo mês de outubro
A Companhia de Teatro de Sintra, pertencente à Associação Cultural Chão de Oliva, traz, pela primeira vez a Portugal, a peça João & Beatriz de Carole Fréchette, dramaturga do Canadá, traduzida e representada em várias línguas e países.
Maioria dos consumidores pesquisa informações, opiniões e compara preços na Internet
O Portal da Queixa – maior rede social de consumidores em Portugal – realizou, em parceria com a empresa Netquest, um inquérito nacional sobre E-commerce, para perceber quais são os comportamentos dos consumidores portugueses na hora de comprar online, o que pesquisam e onde, e se são influenciados no momento da compra. Além do Portal da Queixa, existe ainda outra plataforma, a Opinioesja.pt, onde podem ler opiniões, experiências e queixas relativamente a empresas presentes em Portugal.
- 53% costuma pesquisar na internet pela opinião de outros clientes;
- As opiniões de outros consumidores influenciam na decisão de compra;
- As mulheres e os jovens são os mais influenciáveis;
- Antes de realizarem uma compra online, 8 em cada 10 inquiridos, opta por comparar preços ou funcionalidades, bem como, a opinião de outos consumidores em sites e plataformas como o Portal da Queixa.
- Os homens comparam mais os produtos e serviços do que as mulheres, mas procuram menos as opiniões de outros consumidores.
São os portugueses influenciáveis por terceiros no momento da compra?
Dos mais de 5000 inquiridos, 53% afirma que consulta “sempre” as opiniões de outros clientes na Internet antes de comprar online. Apenas 3% afirma “nunca” consultar nenhum tipo de informação antes de comprar online.
O inquérito revelou que os consumidores com menor idade são os que estão mais acostumados a consultar a opinião de outros clientes. Também os homens e os heavy buyers (consumidores mais ativos) são os grupos que consultam com maior frequência do que os restantes segmentos.
Questionados diretamente sobre se as opiniões influenciam a decisão de compra, a maioria dos entrevistados admitiu que as opiniões de terceiros influenciam bastante a decisão final. Os inquiridos atribuem a essa influência uma média de 2.9 numa escala de 1 a 4, onde 4 significa “que influencia muito” e 1 que “não tem influência”. As mulheres e os mais jovens são os segmentos mais influenciáveis.
Comparando os resultados, deste estudo, com um outro inquérito realizado pelo Portal da Queixa e pela Netquest, em março de 2018, no âmbito do Dia Mundial do Consumidor, é possível concluir que os portugueses são bastante influenciáveis no momento da decisão de compra por opiniões que leem na internet.
À pergunta “Como classifica a influência na decisão de compra, acerca das reclamações e opiniões públicas que lê relativas a uma marca?” (realizada no inquérito de março de 2018), a maioria dos inquiridos avaliou como “importante” para a decisão de compra, a influência de reclamações e opiniões públicas que lê sobre determinada marca: 7,4 (numa escala de 1 a 10). O estudo de março revelou ainda que, quanto mais jovem o consumidor, maior é a influência na sua decisão de compra. Os entrevistados que já utilizaram o Portal da Queixa também admitiram valorizar, no momento da compra, a reputação das marcas na plataforma [reclamações, resoluções, índice de satisfação atribuído]. A resolução da reclamação pela marca também é fator de influência na decisão da compra: 7,3 (numa escala de 1 a 10) classificou como “importante”.
Que tipo de informações pesquisam os consumidores portugueses?
Antes de realizarem uma compra online, 8 em cada 10 inquiridos, opta por comparar preços ou funcionalidades, bem como, a opinião de outos consumidores em sites e plataformas como o Portal da Queixa. Os homens comparam mais os produtos e serviços do que as mulheres, mas procuram menos as opiniões de outros consumidores.
Já os mais jovens são o segmento que pesquisa um maior tipo de informações antes de comprar online como, a morada física das lojas, cupões de desconto ou ofertas especiais, assistem a vídeos de demonstração ou procuram descobrir novas marcas.
Quais são as plataformas mais usadas para efetuar pesquisas?
A maioria dos consumidores, 8 em cada 10, consulta informação prévia à compra online em motores de busca. Mais de metade usa o site da marca ou comparadores de preço, enquanto que 4 em cada 10 consulta o Portal da Queixa.
Os homens são os que utilizam mais os comparadores de preço, enquanto as mulheres destacam o uso do Portal da Queixa e das redes sociais. Os segmentos mais jovens, especialmente os inquiridos com menos de 40 anos, são os que mais acedem ao Portal da Queixa à procura de informação.
O estudo sobre E-Commerce foi efetuado, entre 14 e 28 de junho de 2018, obteve um total de 5.300 respostas (59% do sexo masculino e 41% do sexo feminino) e teve a duração média de 5.4 minutos.
Sheraton Cascais Resort tem agora um brunch saudável aos sábados
De olhos postos no mercado e no que os consumidores procuram, conciliando o regresso à rotina com a promoção de hábitos saudáveis, por vezes esquecidos durante o verão, o Sheraton Cascais Resort criou um programa para que os sábados comecem a ser dias (ainda mais) felizes, ativos e revigorantes.
Vans vai contar o dia-a-dia de Quim Albergaria, músico dos PAUS
Quim Albergaria é o primeiro protagonista de uma série de quatro vídeos criados em parceria com a Vans. Os conteúdos, inspirados na filosofia NJOT da marca, contam a história do dia-a-dia de quatro caras nacionais, revelando os vários lados que compõe cada um deles.
Os dias de Quim são quase tão longos quanto a sua barba. Na vida pessoal assume duas funções de peso: pai e marido, e a agenda preenche-se depois com as várias personagens do seu lado de artista. O baterista de duas das bandas mais cool do momento, PAUS e BATEU MATOU, também faz rádio na Antena 3, é copywriter e estratega para várias marcas e desenvolve projetos criativos para a HAUS. Como se conjuga tudo isto? Com espirito criativo e muita diversão.
E porque há vários lados do Quim e, com eles, várias individualidades, há também um modelo clássico Vans para cada um deles.
Num mote à liberdade individual, esta parceria lembra-nos que todos nós nos subdividimos em várias personas onde nem sempre gostamos e queremos as mesmas coisas. A filosofia NJOT da Vans representa isso mesmo. Ela desafia-te a seres tu próprio, a libertares o teu lado mais rebelde e criativo, a expressares a tua criatividade sem limites, a mostrares o teu estilo pessoal.
Os cinco modelos clássicos da marca resultaram da evolução natural da marca, que foi ajustando o seu primeiro modelo original, Authentic, para dar resposta às necessidades dos skaters. Desta espécie de parcerias orgânicas, nasceram os restantes modelos clássicos da Vans: Era, Old Skool, Sk8-Hi e Classic Slip-On que, juntamente com os Authentic, representam a atitude Not Just One Thing, adaptando-se a uma multitude de estilos e atitudes por todo o mundo.
Os quatro vídeos da série NJOT vão ser lançados durante o mês de Setembro, coincidindo com o lançamento dos novos modelos clássicos da marca para o Outono-Inverno 2018.
FNAC Live já tem cartaz completo
É já nos próximos dias 21 e 22 de setembro, no Capitólio, em Lisboa, que vai decorrer mais uma edição do FNAC Live, festival urbano que dá palco à nova geração de artistas portugueses.
Ana Moura vai participar nos concertos dos U2
Depois de Prince, Rolling Stones, Andrea Bocelli e Benjamin Clementine, é agora a vez dos U2 convidarem Ana Moura para uma colaboração, em que a cantora dará voz ao movimento #womenoftheworldtakeover nos concertos da banda que terão lugar este domingo e segunda-feira, na Altice Arena.
Igreja Românica com mais de 700 anos recebe espetáculo musical
Está classificada como monumento nacional desde 1913, é um dos pontos de paragem obrigatório para quem faz o Caminho de Santiago e vai acolher o próximo concerto da iniciativa Sente a História. Em causa está a Igreja Românica de S. Pedro de Rubiães, em Paredes de Coura, que vai ser o palco já este sábado, dia 15 de setembro, às 22h, de um espetáculo protagonizado por um dos mais prestigiados grupos de música de câmara portugueses: Quarteto de Cordas de Sintra.
Novo evento de música nacional vai acontecer em nove cidades em simultâneo
No dia 13 de outubro, a MINI e o Sofar Sounds oferecem nove concertos secretos em nove cidades distintas (Lisboa, Porto, Coimbra, Braga, Leiria, Faro, Almada/Seixal, Funchal e Ponta Delgada) num total de 27 artistas (três por cidade), que apenas descobrirás no início de cada concerto. Os locais, esses, são outro segredo que apenas será revelado na véspera do evento, dedicado exclusivamente à música nacional.
Novo Animal Crossing e Luigi’s Mansion anunciados para a Nintendo Switch
A consola híbrida da Nintendo recebeu imensas novidades durante o último Nintendo Direct, que aconteceu ontem à noite. Entre elas destacam-se dois grandes exclusivos.
Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age – Análise: não é um RPG para todos
Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age é um jogo que vive do seu legado e que se recusa a evoluir com o género.
A espera foi longa, mas a série Dragon Quest está de regresso às consolas domésticas com aquele que promete ser um dos melhores jogos deste ano. Apesar de ser manter fiel às suas origens e continuar a respeitar o classicismo com que se banha, Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age é uma evolução em todos os sentidos, dando-nos um mundo mais extenso e vivo e sempre com o humor caraterístico de uma série que nos fascina através da sua simplicidade limada.
Esta aposta na tradição é já uma caraterística da série, que se recusa a seguir modas e a despir-se de certas mecânicas e filosofias de design que ajudou a popularizar há mais de 30 anos. Ao contrário da série Final Fantasy, sua antiga rival, Dragon Quest jorra carisma sem precisar de se moldar ao seu público, mantendo as narrativas simples, mas calorosas, o combate por turnos e uma aposta saudável na exploração, tudo isto sem perder a linearidade dos primeiros jogos. É uma luta constante entre o original e o familiar, e Dragon Quest XI é um culminar poderoso dessa filosofia.
Mas este novo capítulo não vive apenas da tradição, existindo uma tentativa clara de expandir os seus horizontes para novas mecânicas. As influências de jogos em mundo aberto, aliadas à estrutura de Dragon Quest VIII, parecem ditar o design da nova campanha, com cenários muito mais extensos e detalhados, vários tipos de inimigos e monstros e muitos recursos para recolher. A implementação de missões secundárias, agora num formato muito mais acessível, talvez até demais, revela esta tendência moderna, que se alia à possibilidade de criarmos novos equipamentos através das recompensas e recursos que ganhamos ao completar estas tarefas. O mundo esconde também muitos segredos, com muita variedade para descobrir e uma direção de arte absolutamente deliciosa, com os modelos de Akira Toriyama (Dragon Ball) a surpreenderem mais uma vez. É um mundo vivo, completo e muito colorido que jorra charme e se assemelha mais a uma memória de infância do que a um simples jogo de consola.
Os combates por turnos estão de regresso, juntamente com algumas melhorias e escolhas interessantes. Apesar dos confrontos seguirem os moldes tradicionais do género, onde temos uma equipa de até quatro lutadores e várias habilidades para utilizar, Dragon Quest XI elimina a utilização de classes, sistema também conhecido como Jobs, para favorecer uma personalização mais moldável. Semelhante a Dragon Quest VIII, cada personagem é especialista num número limitado de armas e podemos escolher em qual nos queremos focar. As classes passam, assim, a dar lugar ao armamento, que influencia também as habilidades que temos à nossa disposição.
As habilidades, por sua vez, podem ser desbloqueadas de duas formas: pela evolução por níveis e pela utilização de pontos de experiência. Esta última opção, que rege grande parte da personalização da nossa equipa, dá-nos um tabuleiro, muito semelhante ao que vimos em Final Fantasy XII, dividido pelos tipos de armas e por uma habilidade especial única para cada personagem. Estas secções estão disponíveis desde o primeiro momento e existe liberdade para construirmos o nosso lutador à nossa maneira, com a única limitação a serem os pontos de experiência disponíveis – que desbloqueamos sempre que ganhamos um novo nível. Isto significa que podemos ter uma personagem forte em ataques rápidos, mas com muita resistência, ou um mágico que até é capaz de usar espadas e facas. Apesar da sua aparente simplicidade, há muito para explorar na jogabilidade deste novo Dragon Quest.
O que é mesmo uma novidade é o sistema Pep. Se jogaram os títulos anteriores, devem recordar-se da mecânica de Foco, que nos permitia aumentar o poder das personagens em troca de um dos nossos turnos. Os poderes Pep funcionam de uma forma similar, com as personagens a ganharem mais energia e defesa, mas estas habilidades são despoletadas não por nós, mas sim pela quantidade de vezes que a nossa equipa é atacada. Isto significa que estamos a lidar com uma mecânica aleatória, mas ,durante as nossas horas com o jogo, conseguimos perceber que está equilibrada, com as nossas personagens a ficarem neste estado de pura força mais vezes do que prevíamos. Existem também habilidades que nos ajudam a aumentar o ritmo com que as personagens entram neste estado, algo que ajuda a afastar a aleatoriedade da mecânica.
Para além de aumentar o poder da nossa equipa, os Pep desbloqueiam novos poderes e habilidades, que podem ser individuais, onde só uma das personagens utiliza a sua reserva de energia, ou combinados, onde temos duas ou mais personagens a combinarem forças para um ataque mais devastador. Estes poderes dão-nos uma enorme vantagem em combate e facilitam ainda mais algumas das batalhas, mas é aliciante quando temos esta habilidade à nossa disposição durante um boss e aproveitamos o poder de ataque para colocar o combate a nosso favor. Fica também o apontamento que sempre que utilizarmos um dos poderes especiais, a personagem perde o seu Pep.
Dragon Quest XI não é um RPG para todos. É um jogo que vive do seu legado e que se recusa a evoluir com o género, preferindo limar a sua jogabilidade do que transformá-la por completo. Se os combates por turnos não são o vosso forte, Dragon Quest XI não irá mudar a vossa opinião, não é isso que quer. Mas se querem um excelente RPG com um carisma raramente encontrado no género e explorar um dos mundos mais vibrantes que encontramos nas consolas, este é o jogo para vocês. A paciência é uma virtude e este é o jogo perfeito para a testarem.
Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age está disponível para PlayStation 4 e PC.
Dragon Quest XI: Echoes of na Elusive Age
Nota: 9/10
Este jogo foi cedido para análise pela Ecoplay.
Energy Headphones 2 – Análise: não se podia esperar um equipamento de excelência
Com os Energy Headphones 2, a marca espanhola prova, mais uma vez, que mesmo com um custo mais baixo é possível oferecer boas experiências para um utilizador casual.
A Energy Sistem não é estranha aqui ao Echo Boomer e o produto mais recente que recebemos da marca espanhola foi uma das suas soluções áudio, neste caso um par de auscultadores, os Energy Headphones 2.
Disponíveis em quatro cores, como Bege, Azul e Verde, o nosso modelo de teste é a versão Vermelho Rubi.
Este par de auscultadores é muito barato, estando à venda por apenas 29,90€, e a sua promessa é bastante ambiciosa.
Com capacidade de se poder usar com ou sem fios, pode-se dizer que os Energy Headphones 2 foram desenhados para a mobilidade.
Com a nossa utilização, comprovámos que este é um dos objetivos deste equipamento, ainda que seja para um consumo limitado, como andar por casa, a fazer diferentes tarefas, com a música nos nossos ouvidos sem qualquer tipo de compromisso. Mas mais do que a mobilidade, temos também o conforto.
Os Energy Headphones 2 são bastante confortáveis de se usar. São construídos em plástico maleável com uma textura muito suave e contam com acabamentos nos suportes e nas almofadas bastante agradáveis ao toque.
Colocados nas nossas cabeças, a sensação de conforto não é imediata. O arco dos auscultadores não aperta muito, acabando por não isolar o som da forma desejada, e, para quem tem as orelhas grandes, vai ter dificuldades em tapá-las por completo.
Ainda assim, fixam-se muito bem e têm espaço para ajuste. Em momento algum os Energy Headphones 2 caíram ou escorregaram das nossas cabeças acidentalmente durante a sua utilização.
Este modelo permite ainda um fácil armazenamento ao serem dobráveis em 180 graus, algo que, para alguns utilizadores, pode ser especialmente útil.
A mobilidade dos Energy Headphones 2 prende-se, em particular, com a capacidade de podermos usar um cabo de som, incluído com os auscultadores, através de uma ficha de 3.5 mm, para os transformarmos em um par de auscultadores tradicionais e sem gastar energia da bateria. Ou então utilizá-los através da sua ligação Bluetooth 4.2.
Neste modo sem fios, a Energy Sistem promete um alcance de 10 metros, algo que que se comprovou nos nossos testes, mostrando-se até capaz de funcionar com os dispositivos noutras divisões sem apresentar perdas de sinal.
No lado direito vamos ainda encontrar três botões, como o botão de controlo de volume e o de desligar, com modos pré-programados para trocar entre músicas. Há, também, uma ficha USB para carregar a bateria.
Claro, não podia faltar a capacidade de os usar como uma ferramenta de comunicação com o seu microfone incluído. Infelizmente, não capta o som tão bem como seria desejado.
A autonomia prometida dos Energy Headphones 2 é de 17 horas, algo que foi difícil de calcular com uma utilização casual. No entanto, há uma enorme segurança em ter a certeza que a bateria dura mesmo muito tempo numa simples carga.
Por fim, a qualidade de som, que é surpreendentemente boa para o seu custo.
Não se espera uma qualidade de áudio de alta fidelidade ou um som perfeito para experiências cinematográficas, mas para ouvir música em streaming nos nossos equipamentos, a Energy Sistem voltou a levar um novo dispositivo ao limite.
O som é alto e tem uns baixos excelentes. O alcance é ótimo e o único defeito que se pode colocar é mesmo a dispersão de som dos auscultadores por falta de um isolamento melhorado.
No que toca a especificações técnicas, os Energy Headphones 2 contam com dois auscultadores que são de 40mm e apresentam uma frequência de resposta entre 40Hz a 20KHz.
Por apenas 29€ não se podia esperar um equipamento de excelência, mas a Energy Sistem prova, mais uma vez, que mesmo com um custo mais baixo é possível oferecer boas experiências para um utilizador casual.
Os Energy Headphones 2 estão à venda na loja Online da Energy Sistem e contam com uma garantia de 36 meses.
Este produto foi cedido para teste pela Energy Sistem.
[penci_review]
iPhone Xs: Pré-reserva já arrancou e é possível pagar 26€ por mês
Foi no passado dia 12 de setembro, num evento que decorreu no Apple Park, em Cupertino, nos Estados Unidos, que a Apple anunciou ao mundo os seus novos iPhone. Não um, não dois, mas sim três novos iPhone: Xs, Xs Max e Xr.
Chapéus na Rua: Evento quer promover os artistas e a arte de rua
Até ao próximo dia 16 de setembro, o Largo do Intendente, o Campo das Cebolas e o Mercado das Culturas recebem artistas de circo, malabaristas, marionetas, acrobatas, poesia improvisada, dança, teatro e música, num fim-de-semana de cultura disponível para todos graças ao Chapéus na Rua 2018 – Lisbon Busking Festival.
Heineken volta a dar música aos portugueses
Depois do sucesso das primeiras edições, o Heineken Convida, uma plataforma que liga a marca de cerveja Heineken à música através de eventos exclusivos e imprevisíveis, vai continuar a dar significado às suas experiências, contando já com três novas datas.
Editora Enchufada garante noite única de música no Porto
Depois da primeira edição da Enchufada na Zona em 2017 ter esgotado o Estúdio Time Out em Lisboa, Branko e convidados escolheram este ano o Porto como o destino desta noite única da editora. Branko conta desde já do seu lado com os DJs da Enchufada, PEDRO, Rastronaut e Progressivu, assim como os Dino d’Santiago e o DJ e produtor iZem.
