A primeira expansão de Doom Eternal chega em outubro

Preparem-se para lutar contra os Ancient Gods.

The Ancient Gods Part One é a primeira expansão de história para Doom Eternal, que recebeu agora uma data de lançamento e um novo trailer.

Novos inimigos, novas boss fights, novos cenários, mais música e explosões, The Ancient Gods tem tudo isso e, quem sabe, até mais.

A missão do Doom Slayer continua na busca do balanço de poderes após a derrota de Khan Maykr a 20 de outubro, no PC, PlayStation 4 e Xbox One, e mais tarde nas consolas da nova geração, nas quais a Bethesda já anunciou que irá permitir aos jogadores atualizarem as suas versões do jogo sem custos adicionais.

LEGO Star Wars: The Skywalker Saga recebe um novo trailer e data de lançamento para 2021

O derradeiro jogo LEGO Star Wars sofre um deslize para 2021.

LEGO Star Wars: The Skywalker Saga

Inicialmente com lançamento marcado para este ano, a próxima aventura numa galáxia muito distante em forma de LEGO ganha uma nova janela de lançamento, neste caso para a primavera de 2021.

Novamente desenvolvido pela TT Games, LEGO Star Wars: The Skywalker Saga não é um mero relançamento de jogos LEGO passados, mas sim um título completamente novo, inteiramente dedicado à Saga Skywalker e os seus nove episódios.

Este retelling dos eventos da emocionante saga inclui os dois últimos episódios – que não chegaram a ter tratamento LEGO – e conta com uma nova perspetiva na terceira pessoa e uma jogabilidade mais próxima de um jogo de ação e aventura.

Com a novidade da nova data, tivemos também direito a um antecipado primeiro olhar ao jogo, com um trailer emocionante que pega em tudo o que torna a Saga Skywalker tão especial.

LEGO Star Wars: The Skywalker Saga vai saltar à velocidade da luz na próxima primavera, chegando ao PC, PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X e Nintendo Switch.

Setúbal. 2ª edição do Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo vai acontecer em outubro

Os bilhetes estarão à venda a partir de 1 de setembro.

Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo

Depois de ter estreado no ano passado, o Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo, está de volta à cidade de Setúbal já no próximo mês de outubro.

A decorrer entre 9 e 18 de outubro, o festival volta a apostar fortemente nos filmes recentemente redescobertos em arquivos filmográficos. É o caso das obras A caverna da Mulher-Aranha e Filibus, cópias restauradas e nunca apresentadas em Portugal e que serão musicadas ao vivo.

A sessão de abertura conta com o incontornável projeto Miso Music Portugal e a sua Orquestra de Altifalantes que musicará o filme La Antena, de Esteban Sapir, e que contará com a presença do compositor da banda sonora, Leo Sujatovich.

O Film Fest – Festival de Cinema Musicado ao Vivo renova também o destaque às obras de Mulheres Pioneiras no Cinema, prestando a sua devida homenagem, este ano, a Maya Deren e Lotte Reiniger. As sessões direcionadas para a comunidade educativa apresentam filmes integrantes do Plana Nacional para o Cinema, este ano com a novidade de serem narradas ao vivo pelos atores do TAS – Teatro Animação de Setúbal.

De resto, a organização continua a envolver os artistas locais, como é o caso do projeto Saturnia e dos músicos Gonçalo Simões, Luis Barrigas, Jorge Moniz e Luis Filipe Martins, bem como convidar músicos estrangeiros de reconhecido mérito, como a violoncelista italiana Caterina Palazzi.

No que toca aos bilhetes, estarão à venda a partir de 1 de setembro no Cinema Charlot e Fórum Municipal Luísa Todi. Existirá um passe que dará acesso a todos os cine-concertos com o valor especial de 20€ até 30 de setembro, que se encontra à venda na Casa da Cultura. Após essa data, o valor do passe será de 25€. A programação completa pode ser conhecida na página oficial.

Criado em 2019, o Film Fest recupera o formato dos cine-concertos através de encontros multidisciplinares únicos, com exibição de filmes clássicos, assim como de cinema de autor, acompanhados ao por músicos em atuações ao vivo, reinventando bandas sonoras de forma singular e irrepetível.

O universo Star Wars chega ao The Sims 4

Em breve vamos poder viajar até uma galáxia muito longínqua com a nova expansão de The Sims 4.

star wars the sims

Se não podemos ir até ao Galaxy’s Edge, parque temático da Disney, ele vem até nós através de The Sims 4.

A Electronic Arts revelou a nova próxima expansão do seu popular jogo, que chega já a 8 de setembro ao PC, PlayStation 4e Xbox One, e que é dedicada aos fãs de Star Wars.

Inspirado em Galaxy’s Edge, Journey to Batuu é o nome da expansão que vai deixar que os jogadores visitem a atração, que criem os seus sabres de luz, que se vistam como personagens do universo Star Wars e que interajam até com alguns dos seus heróis e vilões favoritos. E podemos até ter o nosso próprio droide pessoal.

Fall Guys já se prepara para uma segunda temporada

Preparem-se para novos níveis e muita paródia.

Fall Guys

Um dos jogos de maior sucesso do momento é Fall Guys, lançado em simultâneo no PC e PlayStation 4, onde foi até uma das ofertas do PS Plus, algo que ajudou a elevar o seu estatuto de popularidade.

Agora, um mês depois, graças a muito feedback dos jogadores e da sua comunidade, Fall Guys prepara-se para a sua primeira grande atualização. A nova temporada vai incluir melhorias de jogo, mas, mais importante que isso, novos níveis e desafios. Desta vez, o tema será medieval, onde há castelos, dragões e skins de cavaleiros e guerreiros.

A novidade fez-se acompanhar de um trailer e chegará em outubro.

12 Minutes, do português Luís António, vai contar com as vozes de James McAvoy, Daisy Ridley e Willem Dafoe

Um elenco de luxo neste thriller interativo.

Revelando ao mundo na E3 2019, 12 Minutes é uma aposta intrigante com ADN nacional desenvolvida por Luís António e com a ajuda da Annapurna Interactive.

Ainda em desenvolvimento e com uma data por confirmar, a mais recente atualização de produção em forma de trailer revela-nos que este jogo independente vai contar com um elenco de luxo, com as vozes de James McAvoy, Daisy Ridley e Willem Dafoe.

12 Minutes é um jogo experimental, com foco narrativo, onde os jogadores vão viver e reviver uma fatídica noite que termina sempre em tragédia e onde o objetivo é encontrar uma resolução para que tudo acabe bem.

Apenas com a informação de que está para breve, terá lançamento no PC, Xbox One e Xbox Series X.

Ratchet and Clank: Rift Apart recebe um novo vídeo de jogabilidade

E uma possível data de lançamento.

A Insomniac Games aproveitou a Gamescom 2020, que este ano foi digital, para revelar um extenso olhar à sua próxima aposta no universo de Ratchet and Clank.

O novo vídeo de Ratchet and Clank: Rift Apart é o mais próximo que os jogadores poderão ter de uma demo do jogo, antes do lançamento na PlayStation 5, e começa numa perseguição caótica para apanhar o Dr. Nefarious.

Este olhar serve também de uma demonstração técnica das capacidades da PlayStation 5, com visuais deslumbrantes, cheios de reflexos realistas e uma qualidade visual quase fílmica, ao mesmo tempo que apresenta ação explosiva, ambientes super animados e vivos, e claro, jogabilidade.

Também no vídeo é possível ver momentos em que as personagens titulares viajam entre universos, num literal piscar de olho, uma demonstração da capacidade da PlayStation 5 a carregar níveis sem tempos de espera, uma das funcionalidades de destaque do novo título.

Além do novo vídeo, a Insomoniac Games partilhou também uma novidade interessante, a janela de lançamento do jogo, que, para já, aponta para algures durante os primeiros meses de vida da PlayStation 5. Uma vez que a consola não tem ainda uma data confirmada, Ratchet and Clank: Rift Apart poderá ser lançado juntamente com a PS5 ou, então, até meados de março de 2021.

Grupo Mercatina lança primeira submarca exclusiva para delivery e takeaway

As entregas em casa são feitas via Uber Eats, numa parceria exclusiva.

Take the Box

Para já está somente disponível em Alvalade, mas vai também chegar ao Chiado e Avenida da República. Chama-se Take The Box, é a nova submarca criada pelo Grupo Mercantina e está somente disponível via delivery e takeaway. Quer isto dizer que ou utilizam a app Uber Eats ou vão a Alvalade levantar o vosso pedido.

A nova aposta do Grupo Mercantina convida a embarcar numa viagem ao Oriente, apostando na cozinha asiática com os Baos, Dumplings e Noodles.

Os Baos vêm sempre aos pares e há seis diferentes para experimentar, com preços que variam entre os 8,50€ e os 11,50€: Bao Chasuni (porco, pickle, rúcula e alho francês), Bao de Salmão Teriyaki (salmão, cebolo, amêndoa tostada, pickle, pac-choi e molho Teriyaki), Bao Veggy (cogumelos, cenoura, pickle, beringela chinesa, rúcula e molho de sésamo), Bao de Pato (pato com molho hoisin, pickle, cebolo e nabo), Bao de Camarão (camarão, rúcula, pickle, beringela chinesa, cebola frita e molho de sésamo) e Bao de Frango (frango, amendoim, cebolo, pac choi e molho de soja e gengibre).

Há ainda três dumplings – Dim Sum veggy (vegetais com molho de soja e sésamo), Shiu Mai de Camarão (camarão, molho de soja, sésamo e ovas massago) e Won Ton Frito de Pato Hoisin (pato, molho de laranja), que podem ser encomendados em combinados de três, seis ou nova unidades – e três Noddles, cujos preços variam entre os 9,90€ e os 12,50€: Yakisoba de Chasuni (porco, cebolo, courgette, cenoura, alho francês e gengibre), o Yakisoba de Camarão (camarão, alho, espinafres, cenoura, rebentos de soja, cebolo, gengibre) ou o Yaki Veggy (massa udon com cogumelo grelhado, beringela chinesa, rebentos de soja, espinafres, molho súmiso e amendoim).

Para complementar a refeição, a Take The Box sugere as Crispy Chips de Batata Doce (2,50€). Já para sobremesa, podem aproveitar para pedir o envolvente Yokan com gelatina de côco e coulie de morango (3,85€).

E no que toca às bebidas? Sim, podem pedir o vinho Mercantina (9,50€), a maravilhosa limonada Mercantina (2,20€) e o refrescante chá gelado de maçã e canela (2,10€).

O responsável por tudo isto é o chef Rui Santos, que transita do Miss Jappa, antigo restaurante de Paulo Morais, e um dos espaços de cozinha oriental mais credenciados de Lisboa.

A Take the Box funciona todos os dias das 12h às 15h30 e das 18h30 às 22h45.

Renovado Huawei MateBook X Pro já chegou a Portugal

O que já era bom ficou ainda melhor.

Huawei MateBook X Pro

Abram alas para o mais recente Huawei MateBook X Pro, um dispositivo que combina mobilidade e uma performance poderosa. É desta forma que a marca chinesa se refere ao novo equipamento.

Este atualizado Matebook X Pro surge com uma série de melhorias, a começar logo no ecrã. Temos aqui um ecrã LTPS 3K Utra FullView de 13,9 polegadas com molduras ultrafinas em ambos os lados, sendo capaz de alcançar uma impressionante proporção ecrã-corpo de 91%. Adicionalmente, o Huawei Matebook X Pro incorpora um ecrã de aspeto não convencional de 3:2, que o torna perfeito para a produtividade e criação de conteúdo. Ponto positivo? É possível fazer uma captura de ecrã (screenshot) a partir de multi-toque e gestos.

No que toca ao design, apresenta-se com um corpo metálico e um acabamento areado premium, 14,6mm de espessura e 1,33kg de peso, pelo que não terão quaisquer problemas em levá-lo na mochila ou numa mala mais convencional.

Já no que diz respeito a outras características técnicas, este renovado Huawei MateBook X Pro conta com um Intel Core i5-10210U/i7-10510U de 10ª geração, placa gráfica NVIDIA GeForce MX250 com 2GB GDDR5, 8/16GB de RAM, webcam embutida de 1MP, bateria de 56W que promete durar imenso tempo (há um carregador de 65w SuperCharge) e SSD de 512GB/1TB.

Podemos ainda destacar a inclusão dos quatro altifalantes para um som de qualidade, o sistema de refrigeração, o Huawei Shark Fin Fans 2.0 – que alterna dinamicamente entre os modos ativo e passivo para um desempenho eficiente e silencioso, contribuindo para uma saída de ar mais alta -, NFC, Bluetooth 5.0 e outras tecnologias atuais.

De resto, há que referir ainda a funcionalidade Huawei Share, que faz com que os dispositivos da marca possam interagir com este portátil. Por exemplo, podem ligar o portátil ao smartphone e, a partir daí, transferir dados ou atender chamadas sem qualquer problema.

Claro, tudo isto tem um preço: 1.999€. Para ajudar a “abater” no valor, saibam que está a decorrer uma campanha em que, na aquisição do novo Huawei Matebook X Pro, levam de oferta uma coluna Sound X (avaliada em 319,99€), uma licença anual da Escola Virtual (avaliada em 79,99€) e uma mochila e rato wireless.

Novo Power Wi-Fi da NOS garante um sinal forte em qualquer área da casa

A ver se é desta que os problemas da cobertura de sinal acabam.

NOS Power Wi-Fi

A Internet em casa nunca foi tão importante para as famílias portuguesas como nos últimos meses. O serviço tornou-se o principal meio de acesso a conteúdos de entretenimento, trabalho e educação, evidenciando ainda mais a necessidade de ter sinal de Wi-Fi disponível com qualidade para toda a família e em toda a casa.

Assim, num momento de regresso às aulas, em que as famílias vão repensar as suas habitações para uma realidade de trabalho e estudo em casa, a NOS lança hoje um novo Power Wi-Fi em parceira com a Plume. É a primeira operadora em Portugal a introduzir a tecnologia Plume Adaptive Wi-Fi da empresa de Silicon Valley.

O novo Power Wi-Fi integra essa mesma tecnologia que recorre a algoritmos de inteligência artificial na cloud para otimizar o desempenho da rede e adaptar a qualidade da ligação à necessidade de cada equipamento.

Esta tecnologia garante um sinal forte em qualquer área ou tipologia de residência, permitindo várias ligações ao mesmo tempo sem interrupções, e garantindo um desempenho otimizado mesmo em movimento, ao direcionar os equipamentos de casa para os diferentes Extenders Wi-Fi.

O serviço inclui a app Plume que, além de permitir a instalação de forma fácil e rápida, também possibilita o acesso a funcionalidades de controlo e gestão da rede Wi-Fi, tudo através do smartphone.

Entre outras, o cliente pode monitorizar a performance da rede, verificar o estado da ligação dos equipamentos, personalizar o nome da rede ou partilhar facilmente a password do seu Wi-Fi. Para os clientes que procuram ainda mais controlo e segurança na sua rede, a NOS disponibiliza uma subscrição adicional na app com recurso às tecnologias HomePass e AI Security. Esta opção permite a personalização dos acessos à rede, a proteção online de todos os equipamentos em tempo real e o controlo parental avançado com horários e filtros de conteúdos para os mais novos.

A oferta NOS Power Wi-Fi

Com o objetivo de adequar a escolha da solução à dimensão de cada casa e nível de exigência do cliente, o Power Wi-Fi está disponível em três modalidades – M, L e XL – a partir de 3€/mês, sem fidelização.

Ainda hoje ficará disponível no site da NOS uma plataforma de recomendação online que indica de forma personalizada qual a melhor modalidade para as necessidades de cada um.

Espetáculo Desconcerto foi adiado em Lisboa e desdobrado no Porto

Tudo de forma a cumprir com as normas da Direção Geral de Saúde.

Desconcerto

Há novas datas para o espetáculo Desconcerto. Já não se realiza este ano em Lisboa, mas continua na mesma agendado para o próximo mês de outubro no Porto, se bem que com algumas mudanças.

Portanto, e no que toca a Lisboa, as datas agendadas para o início de setembro foram adiadas para fevereiro de 2021. Já no Porto foi tomada a decisão de desdobrar as sessões agendadas para outubro, sendo assim possível assegurar o distanciamento social obrigatório, com lugares livres entre espectadores.

Em Lisboa, os bilhetes adquiridos paras as cinco datas previstas para o início de setembro – 1, 2, 3, 4 e 5 de setembro de 2020 – passam automática e respetivamente para 24, 25, 26, 27 e 28 de fevereiro de 2021. Os bilhetes mantêm-se válidos para 2021, sendo apenas necessário comparecer na data correspondente: bilhetes para 1 de setembro de 2020 são válidos para 24 de fevereiro de 2021; 2 de setembro de 2020 para 25 de fevereiro de 2021; 3 de setembro de 2020 para 26 de fevereiro 2021; 4 de setembro de 2020 para 27 de fevereiro de 2021; e 5 de setembro de 2020 para 28 de fevereiro de 2021.

No Porto, as três datas existentes – 18, 19 e 20 de outubro – passam a seis, ficando o espetáculo agendado para os seguintes dias: 16 de outubro – sessão às 21h30; 17 de outubro – sessões às 16h e 21h30; 18 de outubro – sessões às 16h e 21h30; e 19 de outubro – sessão às 21h30. Todos os bilhetes previamente adquiridos deverão ser trocados no respetivo local de compra para uma das novas datas e sessões disponíveis, de acordo com a disponibilidade da sala, até dia 19 de setembro.

Desconcerto é um espetáculo original que António Zambujo, César Mourão, Luísa Sobral e Miguel Araújo estrearam em 2018.

Galp testa serviço de lavagem para cães na zona de Lisboa

Mais especificamente na área de serviço do Oeiras Parque.

lavagem para cães

Vivem na zona de Lisboa, têm um patudo e gostavam de ter um sítio dedicado para lhe dar banho? A Galp dá-vos o que procuram.

Dog Wash é o projeto piloto de lavagem para cães que a empresa tem em curso na área de serviço do Oeiras Parque. Seja para quem não tem espaço/condições em casa, ou simplesmente para quem quer dar banho ao seu cão após uma visita à praia ou ao campo, esta solução proporciona um banho completo, com opções que vão desde o champô normal ou anti pulgas e amaciador, à secagem com maior ou menor intensidade, sendo adaptável às necessidades de cada momento.

Não têm necessidade de levar qualquer tipo de produtos, mas poderão fazê-lo se assim o desejarem.

O lançamento oficial do serviço aconteceu esta quarta-feira, dia 26 de agosto, dia em que se assinalou o Dia Mundial do Cão.

The Division nos destaques das ofertas do Xbox Games With Gold de setembro

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Mais jogos gratuitos paras as subscrições da Xbox.

The Division

A equipa da Xbox revelou os novos jogos que vão ser oferecidos aos subscritores do Xbox Live Gold e Xbox Game Pass Ultimate no próximo mês de setembro.

Como sempre, teremos quatro jogos para consolas, sendo que dois são para a Xbox One, outro da Xbox 360 e um último vindo da Xbox Original, todos jogáveis na Xbox One, graças ao seu sistema de retrocompatibilidade.

O grande destaque do mês, cuja oferta se mantém disponível de 1 a 30 de setembro, vai para Tom Clancy’s The Division, o RPG multijogador da Ubisoft que nos leva até uma cidade de Nova Iorque abalada pelo caos devido a uma pandemia global. Um cenário atualmente demasiado realista, onde os jogadores vão ter que usar todos os recursos ao seu dispor e trabalho de equipa para sobreviverem.

De 16 de setembro a 15 de outubro, fica disponível The Book of Unwritten Tales 2, uma aventura poin-and-click que mistura e brinca com diferentes histórias de fantasia popular, onde vamos viajar até o mundo fantástico de Avantasia e conhecer as suas peculiares personagens.

Nas ofertas mais retro temos o colorido de Blob 2, da Xbox 360, de 1 a 15 de setembro, e, no resto do mês ,o clássico Armed and Dangerous.

Entretanto, os subscritores atuais podem ainda aproveitar a oferta de jogos como Override: Mech City Brawl, Portal Knights e Red Factions 2.

Como sempre, para terem acesso a todos estes jogos, basta uma subscrição do Xbox Live Gold ou Xbox Game Pass Ultimate ativa durante o período de oferta.

The Witcher recebe um jogo de realidade aumentada ao estilo de Pokémon GO

Em vez de apanhá-los todos, vamos esquartejá-los todos.

The Witcher: Monster Slayer

The Witcher: Monster Slayer é o nome do mais recente jogo da série The Witcher da CD Projekt RED.

Enquanto Cyberpunk 2077 não chega, a produtora polaca revela que os seus jogadores vão poder continuar as suas aventuras na pele de um Witcher, mas no mundo real, com um RPG de realidade aumentada para dispositivos Android e iOS.

O jogo ainda não tem data confirmada e o primeiro trailer não mostra muito bem como é que será o jogo num cenário mais realista, mas dá para perceber que, tal como outros jogos do género, vamos andar à caça de monstros que vão aparecendo no mapa durante os nossos passeios pelo parque, pela floresta ou qualquer outro local.

The Witcher: Monster Slayer conta com algumas mecânicas de procura e exploração para encontrar criaturas e pede aos jogadores para criarem itens e prepararem-se para batalhas, de modo a tornar esta experiência virtual um pouco mais imersiva.

A nova temporada de Fortnite: Chapter 2 é dedicada aos heróis da Marvel

A Nexus War começa agora.

Fortnite volta a abrir as portas aos heróis da Marvel, mas desta vez não é um tie-in a nenhum filme, mas sim adições com uma história completamente nova, inspirada nas personagens das bandas desenhadas.

A quarta temporada já começou e é inteiramente dedicada à Marvel. Chama-se Nexus War e vai dar a oportunidade aos jogadores de vestirem os fatos de Wolverine, Storm, Iron-Man, Mystique, Dr. Doom, She-Hulk, Thor e Groot, com emotes e itens dedicados a cada um. E claro, são esperados mais personagens ao longo da temporada.

Com novos desafios, armas, missões e objetivos, a abertura da temporada fez-se acompanhar de um divertido trailer que faz o setup para as novas aventuras na ilha de Fortnite, com Thor a usar os seus poderes de bifrost para teletransportar heróis e vilões para este novo campo de batalha.

A Nexus War já chegou a Fortnite no PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch.

Portugal vai passar a Estado de Contingência a partir de 15 de setembro

Estão para chegar novas medidas restritivas.

Estado de Contingência

Foi hoje, em conferência de imprensa, após o final do Conselho de Ministros desta quinta-feira, que Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência, referiu que todo o país ia entrar em Estado de Contingência a partir de 15 de setembro.

“Os números do último dia e aquilo que sabemos dos números de hoje mostram um aumento do número de casos e, por isso, apesar desta tendência decrescente na região de Lisboa e Vale do Tejo e da tendência relativamente constante ao longo da última quinzena, o Governo considera que aquilo que deve é continuar exatamente com as mesmas medidas que existiam até aqui na próxima quinzena”, afirmou durante a conferência.

Para já, o que acontece é que a área de Lisboa e Vale do Tejo permanece em situação de contingência. No que ao ao resto do país, continuará em vigor o Estado de Alerta. Porém, as coisas irão mudar a partir de 15 de setembro, pelo que podem esperar novas medidas restritivas.

“O Governo decidiu que na quinzena que se inicia a 15 de setembro, todo o país ficará em estado de contingência, para que possamos definir as medidas que precisamos de organizar em cada área para preparar o regresso às aulas e o regresso de muitos portugueses ao seu local de trabalho”, explicou a ministra Mariana Vieira da Silva.

As novas medidas serão apresentadas a 7 de setembro.

Crítica – Tenet

Christopher Nolan não é o “salvador do cinema” (ninguém será), mas entrega indisputavelmente o blockbuster que todos esperavam desde o início do ano.

Sinopse: “Armado apenas com uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do planeta, o protagonista (John David Washington) viaja pelo mundo penumbroso da espionagem internacional numa missão que irá desvendar algo além do tempo real.”

Christopher Nolan deu-nos alguns dos meus filmes favoritos do século. Desde Memento até ao mais recente Dunkirk, ainda não desgostei de nenhum dos seus filmes, logo as expetativas estão sempre altas com ele. A atual pandemia fechou cinemas por todo o mundo, mas felizmente, alguns países já reabriram, incluindo Portugal.

A minha sessão IMAX de Tenet foi a minha primeira viagem a um cinema desde fevereiro! Sendo eu um forte defensor da chamada “experiência cinemática”, iria sempre lembrar-me com carinho do dia em que voltei a um lugar que guardo bem perto do meu coração, independentemente da minha eventual opinião sobre o filme. No entanto, tornou-se um dia ainda mais especial logo após deixar aquele ecrã enorme para trás com um sorriso na cara.

Hoje em dia, todos reclamam de tudo, principalmente nas redes sociais. Como tal, não me surpreende que a tagline “salvador do cinema” tenha incomodado tantas almas. Se Nolan não tinha haters suficientes, certamente ganhou mais alguns depois desta campanha. Eu? Olho para isto como qualquer outro esquema de marketing: tem a intenção de elevar o hype do próprio filme, logo não entendo concretamente as razões pelas quais esta publicidade específica causou tanta polémica.

Obviamente, “salvador do cinema” não significa que Nolan vai salvar os cinemas de desaparecerem. É só uma espécie de slogan a tentar aumentar o entusiasmo pelo primeiro blockbuster em vários meses! É simplesmente outra estratégia de marketing para tentar convencer as pessoas a darem uma oportunidade a Tenet. Se existe um filme destinado a ser visto no maior ecrã possível, este é o tal.

Começo por “despachar” os (esperados e) incríveis atributos técnicos. Inception e Interstellar possuem visuais impressionantes com os quais é difícil de competir, mas Tenet está ao mesmo nível. Com sequências complexas, deslumbrantes e grandiosas, Nolan oferece um estilo de ação altamente excitante baseado num conceito temporal alucinante que fará todos os espetadores coçarem a cabeça. Perdi a conta ao número de vezes que tentei abrir ainda mais os olhos para poder ver (e entender) tudo o que estava a acontecer. A cinematografia de Hoyte van Hoytema é handheld durante muitas sequências de ação e Hoytema tem tanto controlo sobre a sua câmara que é capaz de capturar alguns dos momentos de ação mais impressionantes dos últimos anos, através de ângulos fantásticos e um grip firme.

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Nolan disse que Tenet seria “o filme mais difícil de montar” para qualquer editor. A edição de Jennifer Lame tem um papel vital nas sequências de inversão temporal. É relativamente fácil de imaginar o quão brutal o seu trabalho deve ter sido. É incrivelmente consistente durante todo o tempo de execução, apresentando cortes perfeitamente cronometrados que elevam até as cenas mais simples. Gostaria de poder ser mais específico, mas, para evitar spoilers, escrever apenas isto: tem um amontoado de nomeações a caminho, incluindo um Óscar. A banda sonora de Ludwig Göransson é tremendamente poderosa e aumenta, sem dúvida alguma, as magníficas set pieces de ação, especialmente no terceiro ato.

Por último, Nathan Crowley (responsável pela produção artística) cria um ambiente tão realista que quase me faz acreditar que isto poderia realmente ocorrer no mundo real. O CGI evoluiu bastante e é, indiscutivelmente, uma ferramenta que pode transformar por completo qualquer filme em algo fascinante quando usado corretamente. No entanto, efeitos práticos irão sempre oferecer uma sensação impossível de replicar através de imagens computadorizadas. É, provavelmente, o aspeto que mais aprecio neste filme: a sua aplicação em massa de efeitos práticos e stunts reais. Envolve a premissa desafiadora das mais básicas leis da física dentro de uma bolha realista e tal só é alcançado com pessoas talentosas nos departamentos técnicos certos.

Em termos de história… aqui já fica um bocado complicado. Tenho que ser honesto sobre a minha experiência: achei surpreendentemente fácil de se seguir e não tão complicado de se entender. Isto não significa que não seja uma narrativa complexa, desenvolvida em várias camadas, com ideias que serão incrivelmente difíceis de compreender para algumas pessoas. Não tentando ser condescendente, longe disso, mas alguns espetadores vão deixar o cinema sem entender completamente o que acabaram de ver, simplesmente porque é um filme de duas horas e meia repleto com exposição pesada sobre um conceito fictício de física quântica. Por exemplo, da mesma forma que algumas pessoas não conseguem ter uma perspetiva 3D, outras pessoas também terão dificuldades visuais em distinguir as sequências invertidas.

A necessidade de ser vago sobre detalhes do enredo não me deixa explicar muito, mas o conceito único que Nolan desenvolve em Tenet é, sem dúvida, uma ideia excecionalmente intrigante. Por mais louco que possa parecer, considero os visuais mais confusos do que as explicações científicas em si. Infelizmente, este é um dos meus principais problemas com o filme. Durante todo o tempo de execução, existe uma carga excessiva de exposição sobre estas noções do tempo. É uma enorme quantidade de informação para qualquer espetador ser capaz de lembrar os mais ínfimos detalhes. Pior ainda, algumas sequências de diálogos são tão incrivelmente forçadas que é quase como se o filme parasse para umas pausas curtas onde as personagens explicam algo diretamente para o público.

Este último ponto leva-me a outro problema. John David Washington vai melhorando com o passar do tempo, mas acaba por ser um simples mediador entre o filme e a audiência durante a primeira metade do filme. O seu diálogo baseia-se em demasia em fazer perguntas sobre o que está a acontecer e como funciona a inversão temporal, o que é obviamente compreensível dadas as circunstâncias da personagem, mas a execução destas conversas carece de espontaneidade. Dá mesmo a sensação de que alguém gritou “Ação!”, os atores interpretaram as suas falas e o mesmo alguém gritou “Corta!”. Washington não é exatamente um ator mundialmente super-conhecido (Ballers, BlackKklansman) e esta é sua primeira aparição num blockbuster, por isso, a sua inexperiência não o ajudou nestes momentos. No entanto, acaba por ser um bom protagonista (no pun intended).

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Robert Pattinson é charmoso e muito divertido, para ser sincero. Não consegui evitar as manchetes de algumas críticas que destacaram a “falta de humor” do filme, o que, sendo totalmente honesto, deixam-me surpreendidos, visto que este é muito mais engraçado do que o que pensei que (não) seria. A sua personagem tem um papel crucial em toda a história e é através dele que a maior parte do conhecimento sobre o conceito temporal em questão é desenvolvido.

Elisabeth Debicki é, provavelmente, a atriz debaixo do holofote principal. Com uma prestação notável, representa o arco emocional do filme e entrega uma das melhores interpretações da sua carreira. Temia que o enredo dela se transformasse num romance forçado, mas, felizmente, ajudou a construir os traços caraterísticos da personagem de Washington.

Por outro lado, Kenneth Branagh interpreta um vilão russo clichê com motivações genéricas, sendo demasiado formulaico para um filme tão inovador. Mas, em última análise, é isso mesmo que Nolan apresenta. Os seus métodos incrivelmente talentosos como realizador e a sua obsessão com detalhes enquanto argumentista fazem de Tenet um filme certamente com falhas, mas absolutamente fenomenal, com um conceito que é bem capaz de ser o mais difícil que já teve que filmar. Enquanto as pessoas conseguirem remover-se do mundo real e entrar num novo com mecanismos e regras totalmente diferentes, não tenho dúvidas de que será o tal “blockbuster do verão” que todos merecemos este ano.

Resumindo, Tenet possui, sem dúvida, uma narrativa incrivelmente complexa com um conceito temporal único demonstrado através de sequências de ação espetaculares, barulhentas, de fazer cair o queixo e muitíssimo práticas. Christopher Nolan é um realizador magnífico e um argumentista fascinante, mas tem que agradecer à sua equipa técnica por criar um blockbuster tão deslumbrante a nível visual. Do trabalho de câmara entusiasmante de Hoyte van Hoytema à edição perfeita de Jennifer Lame, passando pela banda sonora poderosa de Ludwig Göransson e pela bela produção artística de Nathan Crowley, Tenet é um dos filmes mais alucinantes dos últimos anos.

Com a ajuda de um elenco talentoso (especialmente Debicki e Pattinson), a história intrigante faz com que o tempo de execução épico pareça um pouco mais curto, apesar de algumas cenas serem desnecessárias e pouco relevantes. A exposição pesada e forçada ao longo de todo o filme transforma uma peca de grande entretenimento numa aula de física fictícia que confundirá milhares de espetadores. Também não ajuda ter um MacGuffin genérico e um vilão formulaico no centro de um filme tão pouco convencional.

No fim, Nolan não é o “salvador do cinema” (ninguém será), mas entrega indisputavelmente o blockbuster que todos esperavam desde o início do ano. Enquanto as pessoas forem capazes de aceitar e entrar no seu novo mundo, Tenet será recebido como um dos melhores filmes de 2020.

Crítica – I’m Thinking of Ending Things

Atenção, este não é daqueles filmes para colocar na televisão e ajudar a passar o tempo.

I'm Thinking of Ending Things

Sinopse: “Apesar de sentir algumas reservas quanto à sua relação, uma jovem (Jessie Buckley) parte numa viagem de carro com o seu novo namorado (Jesse Plemons) até à quinta da família dele. Ao ver-se presa na quinta durante uma tempestade de neve com a mãe de Jake (Toni Collette) e o pai dele (David Thewlis), a jovem começa a questionar tudo aquilo que sabia ou julgava saber acerca do namorado, de si mesma e do mundo. Uma exploração do arrependimento, do anseio e da fragilidade do espírito humano.”

Charlie Kaufman é, inegavelmente, um dos melhores argumentistas da década de 2000. Being John Malkovich e Eternal Sunshine of the Spotless Mind são alguns dos seus trabalhos mais notáveis, mas é Synecdoche, New York que é considerado por muitos como um dos melhores filmes da década respetiva. Portanto, estava obviamente entusiasmado com o seu regresso aos filmes live-action (desde 2008 que apenas fez o filme de animação, Anomalisa). I’m Thinking of Ending Things possui um elenco incrivelmente talentoso, capaz de me fazer sentar e assistir a qualquer filme deste, apesar de Jessie Buckley (Dolittle) ser parcialmente uma cara nova para mim. As minhas expetativas estavam moderadamente altas… Como correu?

Não vou mentir, é um filme tão intrincado que tive alguma dificuldade em entendê-lo na totalidade. Mal terminou, percebi que não o tinha decifrado na íntegra, o que gerou uma sensação incomum dentro de mim. Senti a necessidade não só de pensar no filme a noite toda, mas, como não iria ter tempo de o ver novamente, voltei simplesmente a algumas cenas específicas na manhã seguinte.

Também pesquisei um pouco e conversei com um colega crítico para resolver alguns dos debates internos da minha mente. Escrevo isto para dar ênfase ao facto de que este não é um filme fácil de decifrar, algo que vai deixar algumas pessoas desiludidas. É um filme que requer toda a atenção do espetador e uma capacidade de se auto-questionar. Caso contrário, tudo fica mais complicado.

I'm Thinking of Ending Things

Como sempre, não partilho spoilers, por isso manterei a minha opinião sobre as múltiplas interpretações da história o mais vaga possível. Das inúmeras maneiras de explicar este filme, encontrei duas: da perspetiva da personagem de Jessie Buckley ou da de Jesse Plemons. Gosto das duas por razões diferentes. Em termos de lógica, algo que todos os espetadores lutarão para encontrar, a personagem de Plemons é a chave para perceber a narrativa complexa e de várias camadas. Olhando para o filme da sua perspetiva, tudo faz muito mais sentido. No entanto, é surpreendentemente através da visão de Buckley que encontro a mensagem do filme mais interessante e, provavelmente, a que ressoa com a maioria das pessoas.

Tomar uma ação impactante na vida requer determinação, coragem e capacidade de decisão. Mudar para outro país, trocar de emprego, terminar uma relação amorosa… tudo pode ser extremamente exigente e psicologicamente doloroso. I’m Thinking of Ending Things demonstra de forma brilhante como se pode atrasar estas decisões, por vezes, indefinidamente. Desde as viagens de carro demasiado longas (quase uma hora do tempo de filme é gasto dentro do carro a ouvir as personagens principais a debater temas filosóficos aparentemente aleatórios) até às transições enigmáticas do tempo que vai passando, o argumento de Kaufman continua a transmitir uma mensagem de como as pessoas estão paradas enquanto o tempo flui.

Este filme leva a ambiguidade e o cinema metafórico a um outro nível. Não só tudo o que o espetador vê tem, de alguma forma, um significado filosófico, mas os diálogos entre as personagens principais são, também eles, sobre questões culturais, intelectuais e sofisticadas. Algumas destas conversas têm um eventual impacto na narrativa ou nas personagens, outras apenas parecem Kaufman a expressar a sua opinião sobre os vários assuntos. Com um tempo de execução de pouco mais de duas horas, este filme prolonga-se em demasia devido à insistência em entregar cenas repetitivas e semelhantes com o mesmo objetivo.

As brincadeiras com o tempo executadas na casa dos pais são, sem dúvida, intrigantes, mas servem mais como uma distração do que algo útil em termos da história. Tendo em conta a já complexa narrativa, a confusão, associada à compreensão de como o tempo funciona, só gera ainda mais dúvidas. Também desvia a atenção do espetador do foco principal, o que não ajudou nesta minha primeira vez a ver o filme.

I'm Thinking of Ending Things

Na verdade, estava tão concentrado em tentar compreender o propósito por detrás das versões velhas-novas das personagens que perdi completamente a noção do tempo, chegando a acreditar que o filme estava perto do seu final quando ainda faltavam 40 minutos…

Existe um limite para o quão abstrato e implícito um filme pode ser sem se tornar genuinamente difícil de entender, e Kaufman arrisca ao caminhar essa linha ténue. Com sucesso umas vezes, não tanto noutros momentos. No entanto, só consigo partilhar elogios daqui para a frente.

Em primeiro lugar, o elenco. Tudo o que Toni Collette faz desde Hereditary é perfeição, logo, mais uma vez, é estranhamente cativante como uma mãe divertida mas perturbadora. David Thewlis oferece uma prestação mais subtil, assim como Jesse Plemons, se bem que este último explode de emoção no terceiro ato.

No entanto, Jessie Buckley rouba os holofotes de forma impecável. Tal como mencionei no início, conheço muito pouco dela como atriz, mas já fiz questão de adicioná-la à lista de “atrizes para acompanhar de perto”. Com uma das maiores expressões de emoção vistas este ano, Buckley tem uma performance cativante, algo que deve garantir que o seu nome esteja na lista de candidatas para a altura das cerimónias de prémios. Desde citar poemas inteiros a debater firmemente qualquer tema atirado para cima dela por Plemons, o seu compromisso com este papel é palpável. Uma prestação surpreendente que vou recordar por muito tempo. No entanto, é no campo técnico que este filme alcança a perfeição.

Sem sombra de dúvida, é o melhor filme do ano no que toca aos atributos técnicos (até à data desta crítica, obviamente). Quase todos os elementos de filmmaking têm um tremendo impacto na narrativa ou nas suas personagens. A edição (Robert Frazen) propositadamente “bruta” acrescenta uma atmosfera desconcertante. A iluminação, mais a cenografia (Mattie Siegal) e produção artística (Molly Hughes), ajudam a identificar “onde” um determinado evento está a decorrer. O guarda-roupa detalhado (Melissa Toth) e a impressionante maquilhagem são vitais para a compreensão de tudo o que ocorre na casa dos pais. A cinematografia distinta (Łukasz Żal) eleva todas as ações realizadas pelas personagens. É um filme tecnicamente sem falhas e não ficarei surpreso se for nomeado para várias categorias quando chegar a altura certa.

I'm Thinking of Ending Things

I’m Thinking of Ending Things pode ser um filme original da Netflix, mas grita A24 por todo o lado. Desde a narrativa incrivelmente complexa contada através de um método de storytelling bizarro até às suas características técnicas não convencionais, Charlie Kaufman oferece um filme extremamente intrincado que pode ter interpretações diferentes (e pode exigir mais do que uma visualização).

A sua insistência em transmitir uma das mensagens do filme através de conversas filosóficas intermináveis e distrações temporais confusas esticam a história para um tempo de execução desnecessariamente longo que prejudica a obra no seu geral. No entanto, todas as mensagens são entregues com sucesso através de uma história intrigante, de fazer coçar a cabeça e estranhamente cativante, repleta de debates culturais e personagens únicas. Uma Jessie Buckley absolutamente excecional dá muita força a todas as linhas de diálogo, mostrando um enorme alcance emocional, mas o restante e talentoso elenco também melhora o argumento com múltiplas camadas.

Tecnicamente, é e terminará como um dos melhores filmes do ano. Todos os aspetos técnicos estão próximos da perfeição e quase todos têm um enorme impacto na história e em como o espetador a interpreta. Sem dúvida, criará um divisão entre críticos e público geral, uma vez que tem todos os ingredientes que geralmente colocam estes grupos em extremos opostos.

Apenas o posso recomendar a pessoas capazes de dedicar toda a sua atenção ao que estão a assistir ao mesmo tempo que também se auto-questionam. Não é o filme habitual da Netflix para colocar na televisão durante tarefas de casa aborrecidas de forma a ajudar a passar o tempo, por isso, certifiquem-se de que sabem no que se estão a meter!

I’m Thinking of Ending Things estreia na Netflix a 4 de setembro.

UTIL BOX: Um conjunto de produtos e serviços úteis em formato de presente

Se é um presente importante e querem surpreender os vossos amigos, sobrinhos, afilhados ou netos, vão encontrar na UTIL BOX o serviço ou produto que eles precisam.

UTIL BOX

Tudo e mais alguma coisa dentro de uma caixa. É este o conceito da UTIL BOX, tendo na sua génese um objetivo muito concreto: um conjunto de produtos e serviços úteis para qualquer pessoa em formato de presente.

Basta perceber quanto querem gastar e escolher a caixa de acordo com o valor. Quem receber irá depois ao site oficial, a fim de reverter esse valor num serviço ou produto útil, ideal para as suas necessidades.

E porque o regresso às aulas é um dos momentos mais importantes e stressantes do ano, a UTIL BOX preparou um conjunto de serviços e produtos à medida desta efeméride. Desta forma, é possível oferecer um apoio ao estudo, um serviço de Babysitter, packs de refeições para a escola, mochilas ou até mesmo sacos cama para a sesta. E tudo à distância de um só clique.

Com serviços e produtos úteis para o dia a dia, a UTIL BOX apresenta cinco opções de valor de oferta, indo desde um mínimo de 14,90€ até um máximo de 149,90€. As ofertas dentro destes valores são imensas e vão desde um chef de cozinha ou personal trainer ao domicílio, serviços de podologia, creche ou hotel canino, motorista privado ou pequenas reparações domésticas! Há de tudo e sempre com muita utilidade.

Portanto, se vão dar um presente e não sabem o que oferecer, a UTIL BOX dá uma ajuda.

A IKEA e o Grupo LEGO criaram caixas de arrumação criativa que, claro, têm um nome estranho

Conheçam as caixas da linha BYGGLEK.

BYGGLEK

As melhores cooperações são as mais inesperadas e a nova linha BYGGLEK é um desses exemplos, resultando da parceria entre a IKEA e o Grupo LEGO.

Este novo set criativo, composto por várias caixas LEGO, promete incentivar a criatividade dos mais novos, combinando a diversão de montar LEGO e a difícil tarefa de arrumação, com caixas de vários tamanhos para os mais novos poderem guardar os seus LEGO e construções de forma organizada, ou personaliza-lá de formas inesperadas, graças aos seus encaixes interiores e exteriores, ou até guardar outro tipo de coisas no seu interior.

Na IKEA, sempre acreditámos no poder de brincar. Brincar permite-nos explorar, experimentar, sonhar e descobrir“, refere Andreas Fredriksson, designer da IKEA of Sweden. “Onde os adultos veem desarrumação, as crianças veem um ambiente criativo estimulante, e BYGGLEK pode ajudar a preencher a lacuna que existe entre essas duas visões, garantindo brincadeiras mais criativas em casas de todo o mundo. Além disso, a nova gama BYGGLEK combina perfeitamente com outros produtos IKEA, tornando possível fazer com que a criatividade dos mais pequenos dê origem a uma peça de decoração bonita e única, para a casa.“, acrescenta.

Referindo-se ao aspeto da solução criativa, Rasmus Buch Løgstrup, designer do Grupo LEGO, diz que “BYGGLEK é mais do que um conjunto de caixas. São a arrumação e a brincadeira interligadas. BYGGLEK oferece às famílias uma gama de produtos que ajuda a criar espaço para mais diversão no seu dia-a-dia, alimentando a criatividade e tornando possível que, juntos, se possam divertir ainda mais. É uma oportunidade para brincar, fazer criações de LEGO únicas e voltar ao jogo para repetir, refazer, recriar ou começar de novo. BYGGLEK envolve infinitas possibilidades, tal como acontece com o sistema LEGO“.

A linha BYGGLEK pode ser encontrada em quatro formatos, um conjunto de três caixas pequenas, dois conjuntos de caixas maiores e um conjunto com peças LEGO para personalizar a caixa com os seus encaixes.

Estas soluções de arrumação criativa ficam disponíveis nas lojas físicas e online da IKEA a partir do dia 1 de outubro.