Blair Witch e Ghostbusters: The Video Game Remastered grátis na Epic Games Store

Aproveitem antes que fujam.

Mais uma semana, mais uma oferta para os jogadores de PC. Até ao dia 5 de novembro, os jogadores de PC podem resgatar, sem qualquer custo, na Epic Games Store, dois novos jogos.

Um deles é Blair Witch, jogo de terror psicológico inspirado no filme The Blair Witch Project. A título de curiosidade, este jogo está também incluído para os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate.

A outra oferta é Ghostbusters: The Video Game Remastered, a remasterização do jogo originalmente lançado em 2009. O título foi revelado pela Saber Interactive em maio do ano passado, tendo chegado ao mercado em outubro do mesmo ano.

Entretanto, já sabemos também que, após estas duas ofertas, e a partir de 5 de novembro, a Epic Games Store irá oferecer o jogo Wargame: Red Dragon.

Está a chegar a 9ª edição da Quinzena Gastronómica da Aguardente DOC Lourinhã

O ex-líbris da Lourinhã volta a marcar a agenda da região, num evento que chega dia 12 de novembro a 17 restaurantes.

Quinzena Gastronómica da Aguardente DOC Lourinhã

Se gostam de aguardente, certamente que conhecerão as da Lourinhã. Afinal de contas, falamos da região que é considerada uma das três melhores produtoras de aguardentes a nível mundial.

E tendo isso em conta, não é de admirar que o município promova um evento para dar a conhecer esse ex-líbris. Dito isto, eis que é agora anunciado que a 9ª edição da Quinzena Gastronómica da Aguardente DOC Lourinhã terá lugar de 12 a 22 de novembro.

À semelhança dos anos anteriores, a Aguardente DOC Lourinhã volta a ser o elemento de destaque de um diverso rol de pratos gastronómicos criados especialmente para o evento, que poderão ser degustados em 17 restaurantes aderentes da região demarcada.

Além disso, para assinalar de forma original a quinzena gastronómica, o Município da Lourinhã desafiou a Wine on Ice, uma empresa de gelados cujo ingrediente principal são vinhos e gins portugueses, para criar uma sobremesa com a aguardente DOC Lourinhã

A apresentação oficial do novo gelado está programada para 12 de novembro, às 17h, nas instalações da Adega Cooperativa da Lourinhã.

Devido ao panorama atual, o número de pessoas no evento será reduzido e mediante a apresentação de convite. Contudo, o lançamento do gelado será transmitido em direto no Facebook do Município da Lourinhã.

Ensaio – BMW 220d Grand Coupé

A meio caminho entre um familiar e um desportivo.

BMW 220d Grand Coupé

Para os mais distraídos, este ensaio pode parecer quase uma repetição, sobretudo para quem olhar de frente para o carro ensaiado e sem ler o que dissemos anteriormente. Mas não é. Se, no último ensaio, tínhamos testado o BMW 120d, desta vez a BMW disponibilizou-nos o 220d Grand Coupé. E a verdade é que, se olharem de frente, parece que estamos a falar exatamente do mesmo veículo.

É verdade que não ajudou que a cor, o belíssimo branco Alpine, e os interiores na combinação Tecido “Trigon”/Alcantara preto/preto, fossem exatamente iguais ao que tivemos disponível no 120d, mas tal só tornou este ensaio ainda mais desafiante. Até mesmo as jantes tinham muito pouca diferença, tendo, no entanto, mais uma polegada, subindo de 18” para 19” neste BMW 220d. Se há coisa para a qual esta sucessão de ensaios serviu também foi para constatar que, efetivamente, este Série 2 Grand Coupé tem muito mais a ver com os modelos da Série 1 do que com os da Série 2.

A motorização é a mesma – diesel 2.0l, 190 cv e 400 Nm de binário máximo, acoplada à Transmissão automática desportiva Steptronic -, por isso não me vou alongar muito sobre a unidade motriz, sobre a qual já falei bastante bem no ensaio anterior. Porém, nota-se que a carroçaria mudou. Senti o 120d um carro muito mais “despachado” do que este BMW 220d Grande Coupé, sobretudo nas acelerações. Já em viagem, aí sim, não se notam diferenças e o motor comporta-se bastante bem.

Exteriormente, a silhueta é marcadamente desportiva, e o ângulo no qual mais a aprecio é a ¾, sendo que a visão da traseira, isolada, divide um pouco os meus sentimentos, pois parece-me demasiado empinada. Porém, nesta versão ensaiada e fruto do Pack Aerodinâmico M, e com o misto de branco e preto, essa sensação atenua-se. Como bom coupé que é, as janelas não têm frame, o que dá um toque de design quando se abrem, algo que gostei muito de ver neste Grand Coupé. De referir que este é um tipo de carroçaria que teve a sua introdução com o Série 6.

BMW 220d Grand Coupé

Apesar de denominado Grand Coupé, o facto ter quatro portas torna-o bastante diferente relativamente ao Série 4 GC. Creio que a visão da BMW é que os compradores deste 2GC provavelmente não são pessoas da família e, portanto, não precisam da versatilidade de um hatch, nem sequer da necessidade de ter uma quinta porta.

A suspensão também foi ajustada para ser muito mais luxuosa/confortável do que o Série 1. Não é propriamente o que esperaria de um carro chamado Coupe, mas pode ser útil para quem anda bastante em cidade e, também, entre pisos mais irregulares. Claro, tal suspensão retira um pouco do apetite para condução desportiva, pelo menos na versão ensaiada, mas também torna bastante confortável um passeio pelas estradas nacionais, fruto do facto de que todos os Série 2 GC têm um eixo traseiro independente. A direção é também excelente, sentindo-se muito viva e alerta a cada interação que exista entre o condutor e o volante. Falando em conforto, não consigo deixar de falar novamente nos Bancos desportivos M, altamente ajustáveis e que, acredito eu, farão qualquer um sentir-se confortável a conduzir este Série 2GC, tal como fizeram no Série 1.

Em termos de equipamento, à semelhança de outros modelos da marca, o sistema de info entretenimento iDrive da BMW é excelente. Oferece um ecrã sensível ao toque, junto com um controlo giratório na consola central, e é bastante fácil de usar, estejamos estacionados ou em trânsito. Na versão ensaiada, o sistema era também compatível com comandos por voz e controlo por gestos, sendo que, neste último caso, não fiquei grande fã. Estando a falar de um BMW, creio que não necessito de reforçar que a qualidade de construção é de topo.

Em termos de capacidade de bagageira, é ligeiramente maior do que no Série 1 e, diria, que em termos de espaço para os passageiros também. No entanto, é preciso salientar que, tendo em conta os lugares traseiros, pessoas mais altas podem sentir algum desconforto em viagens longas.

BMW 220d Grand Coupé

Este é o menor BMW de quatro portas, porém, o carácter luxuoso que a BMW tenta sempre incutir, e normalmente com sucesso, nos seus modelos, faz com que o veículo pareça até maior do que seria esperado. Ainda assim, pode ser divertido de conduzir, mas repito, não é de certeza o modelo a escolher para quem gostar de ter uma condução marcadamente mais desportiva.

Parece-me a mim que este modelo fica um pouco no meio de um conflito entre ser um desportivo e, ao mesmo tempo, ter um toque de familiar. No final, não é uma coisa nem outra, acabando por transparecer uma pretensão algo presunçosa.

Animal Crossing: New Horizons recebe os LEGO DOTS

Decorações LEGO para o jogo da Nintendo Switch.

Animal Crossing: New Horizons - LEGO DOTS

Normalmente, os LEGO dão corpo físico a histórias, mundos e aventuras virtuais, mas, desta vez, é um bocadinho ao contrário. Em Animal Crossing: New Horizons, para a Nintendo Switch, vai ser possível decorar as casas e instalações dos jogadores com peças LEGO.

Graças à artista Camille Walala, com a sua House of DOTS, foi possível apresentar as possibilidades da linha de peças LEGO DOTS que agora podem ser aplicadas na decoração dos jogos de todos os jogadores.

A partir de agora, é possível adicionar novas paletes de cores e padrões à ilha de Animal Crossing: New Horizons, para quadros, tapetes ou até roupas.

Ao todo são 17 padrões, alguns com temas de Halloween, e podem ser encontrados através de códigos QR, na página oficial da LEGO.

Demon’s Souls recebe um novo vídeo de jogabilidade

São cinco minutos dedicados a um dos primeiros jogos 100% nex-gen.

Demon’s Souls

A geração pode não ter muitos jogos exclusivos às novas consolas, mas a PlayStation 5 tem um deles. E é nada mais, nada menos, que o remake de Demon’s Souls.

O aclamado jogo chega à nova geração de cara lavada e otimizado para as capacidades da nova máquina da Sony. De modo a abrir-nos o apetite para o que está para vir, a BluePoint Games lançou um novo vídeo de jogabilidade, onde podemos admirar os visuais, as animações e os desafios do novo jogo.

Nesta demonstração, viajamos até Stonefang, entre túneis e minas, com vários inimigos pelo meio, e podemos apreciar ainda uma fantástica batalha de boss, antes de um pequeno olhar a outras áreas e desafios.

Demon’s Souls regressa desta vez à PlayStation 5 no seu dia de lançamento, a 19 de novembro.

Far Cry 6 e Rainbow Six Quarantine adiados para o meio de 2021

A razão? A COVID-19.

Far Cry 6

A Ubisoft adiou dois dos seus futuros jogos que estavam programados para o início de 2021, Far Cry 6 e Rainbow Six Quarantine.

O adiamento não deverá ser muito grande, mas coloca os dois projetos numa nova janela fiscal, a de 2021-2022, o que poderá enviar os títulos para mais tarde relativamente ao inicialmente previsto.

Em comunicado, a Ubisoft explica que a decisão de adiar estes títulos se deve aos desafios de produção causados pela COVID-19, que tem impedido os estúdios de trabalharem em toda a sua capacidade ideal desta forma. Portanto, só com mais tempo é que a empresa poderá garantir produtos mais otimizados.

Apesar de não terem sido adiantadas novas datas, a Ubisoft espera lançar o jogo durante a primeira metade de 2021, já no novo ano fiscal da empresa, que começa em abril e termina em março de 2022.

Já é possível reservar viagens na Free Now

Uma funcionalidade que nunca chegou a ficar disponível na Kapten, mas que finalmente existe.

Free Now em todo o país

Quando, em setembro de 2018, a Kapten (ex-Chauffeur Privé) chegou a Portugal, ficou desde logo patente algo que poderia vir a ser bem útil: a possibilidade de reservar viagens. Porém, o tempo foi passando, a app teve um rebranding no nome, mas nem isso fez com que a funcionalidade ficasse ativa.

Entretanto, no passado mês de junho, a Kapten deixou de funcionar em Portugal enquanto app para passar a estar integrada na Free Now. Com isso vieram mudanças, mas nem por isso positivas: a empresa demorou imenso tempo a arrancar com o programa de referidos e, isto sim é grave, deixou de aceitar a acumulação de créditos. Além disso, vários foram os casos de utilizadores que ficaram prejudicados e que perderam imensos euros ganhos através do registo de novos clientes na plataforma.

Adiante. Também nessa altura ficou prometida a funcionalidade de reserva de viagens, mas nunca foi sugerida uma data. Pois bem, essa ansiada novidade está finalmente disponível.

É agora possível reservar um veículo Free Now com antecedência (sujeito a disponibilidade). Devem começar por inserir a hora de recolha, sendo que têm total liberdade para escolher o horário mais conveniente num espaço de vários dias.

Dando um exemplo concreto, hoje é dia 30 de outubro, pelo que podem reservar viagens para hoje, amanhã, sábado, domingo, segunda e terça-feira. Contando com o dia de hoje, estamos a falar de um período de seis dias para agendamento de viagens.

Já depois de inserirem o horário de recolha, devem então inserir o destino. Recorde-se que, recentemente, e à semelhança da Uber e Bolt, também a Free Now passou a cobrir todo o território nacional. Basta que existam motoristas em todas as zonas.

Novo projeto da EDP quer descobrir novos talentos do fado

À semelhança do EDP Live Bands, o vencedor terá oportunidade de gravar um álbum e de atuar no NOS Alive.

EDP Tanto Fado

Depois da iniciativa EDP Live Bands, que tem dado a conhecer talentos emergentes da música nacional, com os vencedores a gravarem discos e a atuarem em festivais como o NOS Alive e Mad Cool, eis que surge um novo projeto que une novamente a EDP à Everything is New.

Chama-se EDP Tanto Fado e, como o nome sugere, pretende descobrir novos talentos da música num dos estilos mais populares do país, o fado, e levá-los a grandes palcos. Através deste concurso, os participantes poderão revelar os seus dotes e a sua alma de fadista e ganhar uma oportunidade de projeção no meio musical.

O vencedor da 1ª edição desta iniciativa, à semelhança do que acontece com o EDP Live Bands, irá atuar no palco EDP Fado Café na próxima edição do NOS Alive e gravar um álbum com a Sony Music Portugal.

As inscrições já abriram e devem ser feitas aqui até 26 de novembro através do envio de um tema em formato vídeo. Depois, o público irá votar nos seus artistas favoritos até 29 de novembro.

Numa terceira fase, os semifinalistas serão anunciados no dia 2 de dezembro e devem submeter um tema adicional para nova votação, pelo público e pelo júri do concurso. Daqui resulta a escolha dos oito finalistas que irão atuar na grande final, programada para 20 de dezembro.

Assassinos, guerras e aventuras no Xbox Games With Gold de novembro

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Mais jogos gratuitos para as subscrições da Xbox.

A equipa da Xbox revelou os novos jogos que vão ser oferecidos aos subscritores do Xbox Live Gold e Xbox Game Pass Ultimate no próximo mês de novembro.

Com uma oferta que, este mês, inclui jogos de três gerações, todos os títulos serão compatíveis com a Xbox One e as novas Xbox Series X e Series S, que chegam aos jogadores em novembro.

Nas ofertas para a Xbox One, de 1 a 30 de novembro, encontramos o jogo de ação furtiva Aragami: Shadow Edition; já de 16 de novembro até 15 de dezembro, será possível resgatar Swimsanity!.

Nas ofertas retro, que dividem o mês, temos o jogo da Xbox Original, Full Spectrum Warrior, de 1 a 15 de novembro; e de 16 a 30 teremos as aventuras de LEGO Indiana Jones.

Como sempre, para terem acesso a todos estes jogos, basta uma subscrição do Xbox Live Gold ou Xbox Game Pass Ultimate ativa durante o período de oferta.

As vantagens e inconvenientes das compras online

Embora os consumidores estejam a aderir cada vez mais ao comércio online, existem sempre aspetos a melhorar.

vantagens inconvenientes compras online

É certo e sabido que, num mundo cada vez mais tecnológico, é perfeitamente natural constatarmos que o acesso à Internet é cada vez mais frequente. Aliás, apesar de ainda existirem portugueses que não têm Internet em casa, essas pessoas podem, por exemplo, utilizar redes públicas, como aquelas de bibliotecas e cafés, e navegar à sua vontade. Mas sempre com os devidos cuidados, claro.

E com o acesso ao digital, algo que também acaba por registar uma grande taxa de crescimento é precisamente o comércio online. Porquê? Devido às inúmeras vantagens. Aliás, este crescimento chega até a mercados tão específicos como a venda online de sementes de cannabis.

Segundo um estudo realizado pelo Observador Cetelem, constatou-se que 65% dos inquiridos considerou a comodidade como a maior vantagem. Logo em seguida, surge como vantagem a possibilidade de comprar em qualquer local e de querer evitar deslocações (55%) e, em terceiro lugar, o facto de ser possível evitar multidões (53%).

Outra das vantagens referidas diz respeito ao facto de, através do online, ser possível adquirir produtos que não estão disponíveis em Portugal (18%). Um desses casos é a Royal Queen Seeds, que, apesar de não possuir lojas em Portugal, faz envios para o nosso país. Nesta loja online é possível comprar todo tipo de sementes de cannabis, como, por exemplo, a cannabis indica.

Se pensarmos bem, são tudo vantagens que fazem sentido. Por exemplo, muitas são as ocasiões em que alguém se desloca a uma loja porque tem interesse em determinado produto, testa minimamente o aparelho e, através do smartphone ou PC, pesquisa pela loja que possui o melhor preço de venda. É frequente isto acontecer, até porque, na Internet, os preços sofrem muitas oscilações. Recomenda-se, se for possível, que utilizem uma ferramenta que faça o registo das flutuações de preço ao longo dos últimos meses.

Até para alimentos o online é perfeito, sendo possível garantir ótimos preços sem que tenhamos de sair de casa. Talvez só na questão do vestuário o online possa não ser tão útil, pois é bem provável que já tenham encomendado alguma peça de roupa e tenham acabado por devolver ou ser demasiado larga, por não servir ou simplesmente porque não gostaram da peça em si.

Mas não existem somente vantagens. Acabámos de falar nas devoluções, mas esse é precisamente um dos aspetos que os inquiridos do estudo Observador Cetelem mais referem como sendo uma desvantagem. E dependendo da loja em questão, o processo de devolução pode ser realmente uma chatice.

Além disso, vão também acontecendo outros azares, como atrasos na entrega do produto ou o mesmo danificar-se durante o transporte.

Já 29% dos inquiridos refere ainda que não confiam na qualidade dos artigos que se encontram para venda online. Na verdade, tudo depende do que escolhem e da loja em questão, mas é uma queixa válida.

E apesar do crescimento significativo do ecommerce em Portugal nas últimas décadas, a taxa de penetração do comércio online continua aquém da média europeia. Porquê? Falta de confiança/segurança. Muitos portugueses têm ainda receio de fornecer os seus dados, uma vez que acreditam que podem vir a ser eventualmente burlados.

Em suma, a verdade é que existem muitas vantagens, mas também desvantagens. Contudo, se tomarem todas as precauções, utilizarem métodos de pagamento como PayPal e escolherem uma loja fidedigna, então reúnem todas as condições para uma experiência de compra sem incidentes.

O novo Call of Duty vai pedir 250GB de espaço no PC para as melhores configurações

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Comecem a arranjar espaço se quiserem dar uns tiros.

Call of Duty: Black Ops Cold War é o novo jogo da popular série de guerras que chega já em novembro ao PC e consolas. Agora, a caminho do seu lançamento, a Activision revelou os requisitos para o jogo na sua versão PC, que pede muito espaço disponível.

Ao todo, são 250GB de espaço que serão necessários para ter a experiência completa, com texturas 4K, funções raytracing e todos os modos de jogo. Esta quantidade de espaço é, assim, recomendada para quem também tem uma máquina preparada para a qualidade máxima do jogo, que requer também processadores de topo, como um Intel i9-9900K ou um AMD Ryzen 3700X, acompanhados com uma nova NVIDIA GeForce RTX 3080.

Call of Duty: Black Ops Cold War - Especificações PC

Já as restantes configurações não ficam muito simpáticas. Sem esses extras visuais, o jogo completo requer 175GB, o que continua a colocar Black Ops Cold War na lista dos jogos mais pesados da atualidade. Já para quem procura apenas a vertente multijogador, serão necessários somente 50GB.

No que toca às restantes características, o título aparenta ser bastante escalável, com cinco níveis de configurações recomendadas, indo desde o Mínimo ao Ultra RTC.

Call of Duty: Black Ops Cold War chegará também às consolas da nova geração, onde se esperam igualmente tamanhos bastante consideráveis. Por isso, preparem os vossos planos de Internet e espaço nos discos se quiserem dar uns tirinhos no novo COD.

Análise – Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

Aventurem-se pelos sete mares neste novo RPG de ação que acaba de chegar à Nintendo Switch.

Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

O género de Aventura não seria o mesmo sem The Legend of Zelda. A demanda de Link, para salvar a princesa Zelda e derrotar o temível Ganon, marcou toda uma geração com o seu mundo aberto e aposta em várias masmorras desafiantes. A sensação de aventura, de descoberta e de deslumbramento deu à série uma grandiosidade que raramente vimos no género, influenciando produtores e estúdios por todo o mundo a tentarem captar a magia da sua fórmula simples, mas muito limada. A Cornfox & Bros. foi uma dessas produtoras e, depois do sucesso de Oceanhorn: Monster of Uncharted Seas, está de regresso ao género com uma sequela que procura elevar a fasquia com mais zonas, exploração e conteúdos, onde a influência de Breath of the Wild é incontornável – e nunca injusta.

Mais uma vez, Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm transporta-nos para um mundo dividido por pequenas ilhas, onde o mar é um dos seus protagonistas. No papel de um jovem guerreiro, novamente sem voz, embarcamos numa aventura pelo destino que nos coloca em rota de colisão com um império aterrorizador que quer conquistar o mundo. A estória não poderia ser mais cliché, com o jovem órfão, mas heroico, que se vê envolvido numa luta pela vida após a sua aldeia pacata ser destruída. Apesar da estrutura arquétipa, Knights of the Lost Realm torna-se convidativo, familiar e reconfortante, ao contrário do título anterior – que era muito mais frio e desinteressante –, conseguindo captar o espírito do género sem perder a sua inocência e boa disposição.

Se Oceanhorn se inspirou em A Link to the Past, já a sequela decidiu dar um passo à frente e construir um mundo totalmente em 3D. Os cenários são agora muito mais extensos, totalmente exploráveis e sem a limitação de ilhas e masmorras aborrecidas. O mundo é muito mais vivo, colorido e até familiar – apesar de não ter ficado convencido com os modelos das personagens e dos inimigos – e existe uma sensação de exploração muito mais palpável. Apesar de não ser um mundo aberto, encontramos campos mais amplos e divididos por zonas, como aldeias e masmorras, onde existem ainda localizações secundárias que escondem tesouros e outras surpresas. Com a possibilidade de viajarmos entre ilhas, temos assim um RPG de ação muito completo e com várias horas de conteúdos, onde poderão encontrar missões secundárias, novos equipamentos e colecionáveis.

Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

A jogabilidade é muito familiar, como seria de esperar. O controlo do herói é intuitivo e responsivo, e temos acesso regularmente a novas habilidades e armas. A fórmula continua a ser idêntica ao que vimos no título anterior – com cada zona principal a dar-nos uma arma ou habilidade especial que teremos de utilizar para resolver puzzles simples –, mas está muito mais composta e fluída. Existe uma maior sensação de controlo, com o herói a conseguir atacar, mas também subir e escalar paredes, atirar objetos e até correr, utilizando uma barra de estamina para as ações mais exigentes. O design dos níveis também é mais ponderado quando comparado ao original, ainda que tenha sentido que as masmorras são, infelizmente, muito lineares. Alguns puzzles foram desafiantes, mas no geral, é um jogo pouco interessado em ser desafiante, mas sim divertido.

O combate não evoluiu muito nesta sequela, mas temos acesso a mais armas e habilidades. Podemos utilizar escudos, bombas, projéteis e até ataques elementais para queimar ou eletrocutar inimigos e certas partes dos cenários – com o jogo a apostar mais numa jogabilidade sistemática –, dando-nos opções de combate que não trazem nada de novo ao género. Os controlos são responsivos e a presença de um menu radial abre a possibilidade de trocarmos rapidamente entre armas e habilidades, mas senti-me cansado dos combates ao fim de poucas horas. Os inimigos são implacáveis em grupos, com a IA a ser agressiva – ainda que longe de inteligente –, mas nunca são divertidos de derrotar. Os seus padrões repetem-se constantemente e a presença de confrontos aleatórios nos mapas mais extensos cortam ainda mais a surpresa e a novidade destes combates.

A presença de companheiros de batalha poderia ter eliminado alguma da monotonia dos combates, mas, infelizmente, não foi isso que verifiquei. Os companheiros, a quem podemos dar ordem simples – como atacar ou ativar alavancas –, são demasiado passivos. Os seus golpes não são muito poderosos e o ritmo lento em que atacam retira qualquer apoio que poderiam proporcionar. Fiquei com a sensação que se trata de um elemento pouco desenvolvido na jogabilidade, até mesmo nos puzzles, onde só os utilizamos em momentos muito específicos. Os puzzles não são muito desafiantes ou inovadores e a utilização de Gen ou Trin revela exatamente isso, especialmente quando as suas habilidades são tão limitadas.

Oceanhorn 2: Knights of the Lost Realm

Outro elemento em conflito com a estrutura clássico do jogo é a presença de um sistema de níveis. Em Oceanhorn 2, podemos evoluir o nosso herói à medida que derrotamos inimigos e concluímos desafios adicionais – com uma boa variedade de tarefas distribuídas pelas várias zonas do jogo –, desbloqueando novos títulos e aumentando o número de itens que podemos carregar em simultâneo. No entanto, não melhoramos a vida ou ataque do protagonista. Os pontos de vida seguem o mesmo modelo de The Legend of Zelda, onde temos de encontrar peças de coração escondidos pelo mundo, e o ataque e defesa são influenciados pelos acessórios que equipamos nas armas e habilidades. Resta-me então perguntar: porque existe um sistema de níveis? Será apenas para considerarmos Oceanhorn 2 um RPG de ação e não um jogo de ação e aventura? É uma adição estranha e muito descartável, que já manchava o primeiro título, mas se quiserem ter a ilusão de que estão a jogar um RPG profundo, podem sempre divertir-se a evoluir o vosso herói.

Na Nintendo Switch, Oceanhorn 2 não apresentou grandes problemas de desempenho e não encontrei grandes bugs ao longo da campanha. No entanto, e como seria de esperar, deparei-me com alguns soluços e com a queda de frames nas zonas mais extensas. Em ambientes controlados, o jogo mantém-se solidamente nos 30fps, mas quando exploramos o exterior – com a câmara a ficar mais afastada – conseguimos sentir a Switch a esforçar-se para correr o jogo. São problemas comuns na consola híbrida da Nintendo e retiram alguma da magia de explorar o mundo de Oceanhorn 2.

Seja a pé ou de barco, a Cornfox & Bros. trouxe-nos um RPG de ação muito sólido e divertido, pegando no melhor de The Legend of Zelda para criar uma aventura que irá certamente encontrar os seus fãs. Existem mecânicas que não funcionam tão bem e que foram mal aproveitadas pela equipa, mas, no geral, Oceanhorn 2 é divertido do princípio ao fim, oferecendo aos jogadores muitas horas de conteúdos com tesouros escondidos, missões secundárias e várias zonas para descobrirem. É clássico, pouco inovador e existem momentos em que conseguimos ver claramente as suas inspirações, mas é uma aventura que não se irão importar de viver.

Nota: Bom

Plataformas: Nintendo Switch
Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Plan of Attack.

Festival para Gente Sentada 2020 já tem datas e cartaz

Um cartaz quase 100% nacional.

Festival para Gente Sentada 2020

No início deste mês, revelámos aqui em quase primeira mão no Echo Boomer que o Festival Para Gente Sentada iria mesmo realizar-se em 2020. Na altura, a informação foi avançada por João Carvalho, da Ritmos, em conversa com Rui Unas no programa Maluco Beleza, com o responsábel a referir que o evento iria acontecer em dezembro.

Mas isso era tudo o que sabíamos, não se conhecendo os locais, dias do festival ou cartaz… até agora. Todos os detalhes acabam de ser revelados e, como já se previa, temos um lineup constituído praticamente por apenas artistas nacionais.

A 17 de dezembro, o festival, que irá decorrer no Theatro Circo, em Braga, abre com os temas minimalistas da jovem artista Surma e as poéticas letras do cantautor Benjamim. Na noite seguinte, 18 de dezembro, poderemos contar com a doce voz do novo indie brasileiro LaBaq e por aquele que já é considerado um dos melhores compositores e intérpretes da sua geração, Samuel Úria. A terceira e última noite, 19 de dezembro, do Festival para Gente Sentada, encerra ao som dos bracarenses Ocenpsiea e do eterno rebelde, Jorge Palma.

No que toca aos bilhetes, sabe-se que os ingressos diários estarão à venda brevemente, por 20€ cada, na BOL, bilheteira do Theatro Circo e locais habituais.

Braga. Nova unidade hospitalar abre a 2 de novembro

Este projeto envolveu um investimento de 10 milhões de euros por parte do grupo Lusíadas Saúde resulta de um acordo com a Santa Casa da Misericórdia de Braga.

Já falta muito pouco para a cidade de Braga contar com uma nova unidade hospitalar. Instalada no centro de Braga, no local onde há 500 anos foi erguido o emblemático Hospital de São Marcos, esta nova unidade hospitalar pretende amplificar a resposta do grupo numa altura em que aumentam as necessidades impostas pela pandemia de Covid-19.

Em termos de capacidade, a unidade contará com 37 gabinetes de consulta, várias salas de tratamento e exames, salas de bloco operatório e uma Unidade de Imagiologia, com equipamentos de última geração com resposta para diagnósticos diferenciados. É ainda de salientar que este hospital é a primeira unidade privada de Braga dedicada em exclusivo à cirurgia de ambulatório.

O novo Hospital Lusíadas Braga pretende ser um hospital de referência quer em tecnologia, quer na humanização e excelência dos cuidados de saúde e vai assumir-se como um centro clínico com forte pendor de ambulatório, equipado com todos os meios necessários para uma abordagem médica transversal.

Antevisão – Astro’s Playroom. Duplamente sensacional

O novo comando da PlayStation 5 é a estrela desta experiência.

Astro’s Playroom - DualSense

Astro’s Playroom é um dos novos jogos exclusivos da PlayStation 5 e desenhado de raiz para as novas experiências imersivas da consola da Sony.

Graças a um acesso antecipado à consola, e ao jogo que nela vem pré-instalado, pudemos experimentar estas novidades de um potencial incrível.

Nesta antevisão limitada apenas a uma área do jogo, o nível Cooling Springs, temos a oportunidade de usar todas as habilidades de Astro, o pequeno robô que se estreou como uma das novas mascotes da PlayStation na geração passada e que teve até direito a um aclamado jogo de realidade virtual.

Em Astro’s PlayRoom, a direção escolhida pela Sony não é a realidade, mas não deixa de ser menos impressionante ou até imersivo, já que este jogo pré-instalado na PlayStation 5 pode ser um dos melhores testes às capacidades do novo comando da consola, o DualSense.

Adeus DualShock, olá DualSense. Esta não é a primeira vez que a Sony muda o nome aos seus comandos, depois de uma tentativa com o SixAxis, mas, ao contrário da experiência que retirava a vibração em troca de sensores de movimentos, o DualSense é uma aposta agressiva, a todo gás, em frente ao futuro, prometendo um nível de imersão nos jogos até agora impossível.

Astro’s PlayRoom, um jogo reminescente de títulos de plataformas 3D, onde o objetivo é explorar e apanhar o máximo de moedas e colecionáveis possíveis, usa todas as novas capacidades do novo comando háptico que, na teórica, promete coisas como precisão na vibração, feedback em todas as ações, gatilhos responsivos e muito mais. Porém, a magia do DualSense não se fica apenas por um avanço na forma como os motores de vibração funcionam num comando, mas também pela soma das suas partes, onde se incluem ainda as capacidades sonoras que aumentam, surpreendentemente, a imersão onde menos esperamos.

Astro’s Playroom - DualSense

A minha primeira impressão ao ouvir os pequenos passos de Astro foram de desconfiança. Já na geração passada, eram vários os jogos que tiravam partido da pequena coluna embutida no DualShock 4, mas, na maioria das vezes, tendia a desligar por completo esta função por se tornarem meros gimmicks ou até intrusivos à experiência. Alguns exemplos desses encontramos em Death Stranding, com o choro de BB, ou em Need For Speed Payback, com o som das conversas de rádio dos polícias a tirarem-nos completamente do momento. Mas aqui, tudo muda.

Em Astro’s PlayRoom, esta capacidade sonora, além de muito melhorada, é um complemento perfeito às ações do pequeno robô, pois a cada passo, salto e murro, o som debitado iguala o nível de vibração do comando, dando a estranha sensação de que temos o pequeno robô nas nossas mãos. Algo que é também aumentado pela posição da personagem na parte inferior do ecrã, próximo da posição do comando no nosso campo de visão.

O casamento sonoro e háptico é “duplamente sensacional”, como o nome sugere, e este é apenas o início e um breve olhar ao potencial das suas funções nos jogos da PlayStation 5. Ao longo do nível, existem imensas oportunidades para experimentar o comando e as suas capacidades de forma que nunca encontrámos noutros jogos, como a sensação de cortar gelo com patins; o som de areia ou gelo a baterem forte na cara de Astro e isso a refletir-se no comando como se tal também estivesse a acontecer; em momentos em que temos que assoprar para o microfone embutido do comando; ou em momentos onde temos que usar os novos gatilhos para fazer força.

Os gatilhos do DualSense são igualmente impressionantes e colocados aqui à prova com momentos onde Astro se transforma num boneco que salta com uma mola. Ao pressionar os gatilhos, é possível sentir a resistência da mola de forma realista, mas não é apenas o ato, em conjunto com o efeito sonoro, que impressiona. Também a capacidade dos gatilhos se poderem transformar e adaptar impressiona, quase como um “Fluido Newtoniano”, dependendo da situação em que as suas funções são usadas e que podem ser aplicadas de diferentes maneiras noutros jogos, algo que está à mercê das escolhas dos produtores.

Astro’s Playroom - DualSense

A intensidade, homogeneidade e a mistura de funções já conhecidas, como o sensor de movimentos e utilização do trackpad, transformam a experiência de Astro’s PlayRoom em algo que só é possível perceber ao experimentar com o novo comando na mão, na primeira pessoa.

O futuro do jogo (que ainda irei explorar para uma análise) e de todos os jogos para a PlayStation 5 é bastante promissor, isto se as funções foram tão bem aplicadas como aqui, entre diferentes jogos de diferentes géneros. Estas capacidades podem até tornar-se num dos fatores decisivos na compra de uma consola ou de versões de jogos multiplataformas. Seja como for, as primeiras impressões ao jogo gratuito e ao novo comando da PlayStation são bastante sólidas e certamente que a Sony, nesta geração, não vai andar para trás na palavra com o regresso de um DualShock 5.

Motoristas Uber podem agora decidir as suas próprias tarifas na área metropolitana de Lisboa

O objetivo é dar mais controlo e flexibilidade.

matrícula

Depois de se ter expandido para todo o país, eis que a Uber acaba de adicionar uma novidade que vem mudar as regras do jogo: a possibilidade de os motoristas poderem definir as suas próprias tarifas para viajar. Essencialmente, os parceiros Uber poderão reduzir a sua tarifa em momentos ou zonas de baixa procura ou, então, aumentá-la caso a procura seja mais elevada.

Para já, a novidade somente funciona na área metropolitana de Lisboa, o que ainda abrange bastantes cidades, mas a Uber espera aplicar muito em breve ao resto do país.

Essencialmente, esta nova opção para os motoristas tem o intuito de dar mais controlo e flexibilidade. A tarifa que o motorista definir corresponde ao preço mínimo que os utilizadores irão pagar pelas respetivas viagens, contudo, sabe-se também que, quando a procura for elevada, o motorista irá beneficiar automaticamente da tarifa dinâmica.

Os motoristas podem baixar ou subir as suas tarifas dentro de uma escala entre 0.7x e 2x, sendo esse multiplicador aplicado às tarifas base (UberX, UberXL, Uber Star, Uber Green e Uber Comfort), de tempo e distância, bem como à tarifa mínima. Além disso, e atenção a isto, essas preferências da tarifa irão aplicar-se às próximas viagens, mas serão respostas ao valor atual sempre que ficarem offline: 0.90€ de tarifa base, 0.09€ por minuto e 0.59€ por quilómetro.

Adicionalmente, a app da Uber enviará notificações aos motoristas se estiverem a perder viagens por terem estabelecido uma tarifa acima do que os utilizadores pretendem pagar.

Atenção que esta novidade somente diz respeito somente aos motoristas TVDE. Não se sabe se, futuramente, também os utilizadores poderão definir tarifas diretamente na app, porém, podem aceitar ou recusar viagens com o preço definido pelos motoristas.

Oferta da HBO Portugal no tarifário Yorn X mais caro termina já no final do mês

Tenham isto em atenção.

HBO Portugal Yorn

Em fevereiro de 2019, quando a HBO Portugal estreou por cá, ficámos a saber que tinha sido estabelecido um contrato de exclusividade que fazia com que o então novo serviço de streaming estivesse somente disponível nas boxes dos clientes Vodafone. Isto em relação às operadoras nacionais, é claro, uma vez que sempre foi possível subscrever o serviço a partir do site oficial ou smartphone, por exemplo.

Nessa altura, e sendo a Vodafone parceira da plataforma, surgiu também uma belíssima oferta para os utilizadores dos tarifários Yorn X: três meses de HBO Portugal para os planos com 1GB/mês ou 5GB/mês e seis meses de HBO Portugal para os planos com 10GB/mês.

A boa notícia, e isto no caso do plano mais caro, é que a oferta foi sendo constantemente renovada. Pois bem, parece que o dia 31 de outubro será o último em que teremos a oferta da subscrição da HBO Portugal.

Indo ao site oficial, irão reparar que a oferta termina no último dia deste mês. Falámos com a Yorn no Facebook e, sem nunca referir em concreto se a oferta seria ou não renovada, acabou por dar-nos um pequeno aviso: é que, caso não cancelem o serviço, este será automaticamente renovado se tiverem saldo no cartão. E existem boas probabilidades de se esquecerem disso mesmo.

Portanto, o que devem fazer é (isto caso desejem cancelar): aceder à esta página, iniciar sessão com o vosso número de telemóvel e código que vos será enviado por SMS e, na oferta da HBO Portugal, clicarem onde diz “Cancelar HBO Portugal”. E está feito.

Como o serviço não é cancelado de forma automática, estes são os passos que devem seguir caso não estejam interessados em pagar a subscrição da plataforma.

Porém, e apesar de esta ser uma má notícia, tal abre a possibilidade da Yorn oferecer a subscrição de um novo serviço de streaming. Recorde-se que o Disney Plus foi lançado em Portugal no mês passado. Seria uma boa oferta? Aceitam-se apostas.

Setúbal. Leroy Merlin oficialmente inaugurada

Adeus, AKI.

A inauguração oficial devia ter acontecido no passado mês de setembro, mas já se sabe que atrasos é algo comum quando se efetuam remodelações. Porém, o dia chegou: a Leroy Merlin Setúbal acaba de ser oficialmente inaugurada, substituindo a anterior loja AKI da cidade.

Localizado na Azeda, junto ao Centro Comercial Alegro Setúbal, este é um espaço que surge renovado e ampliado com todos os produtos e soluções e toda a inspiração em bricolage, decoração, cozinha, casa de banho e jardim. Existem mais de 85 serviços disponíveis e uma equipa especializada e sempre disponível para ajudar com as mais diversas dúvidas.

É de destacar o Atelier Decorativo, um espaço onde os colaboradores Leroy Merlin ajudam a tornar reais os projetos de decoração dos clientes com produtos personalizados e à medida, bem como o Espaço Projeto, onde poderão encontrar uma equipa de assessores especializados e preparados para ajudar em tudo o que necessitarem de modo a tornarem real o projeto que idealizaram.

São mais de 5.600m2 com os mais variados produtos. Caso não encontrem algo em loja, saibam que existem quiosques digitais dentro da mesma, permitindo a aceder a uma oferta ainda mais alargada.

Mercadona vai abrir mais 10 supermercados em Portugal durante o próximo ano

E já conhecemos a localização de alguns.

supermercado

No próximo dia 5 de novembro, a Mercadona abre em Paços de Ferreira aquela que será a 17ª loja em Portugal. E até ao final do ano, a marca quer abrir outras três lojas: em Campanhã (Porto), Águeda (Aveiro) e em Viana do Castelo, a primeira neste distrito.

Fazendo as contas, serão 20 as lojas Mercadona existentes em Portugal até ao último dia de 2020. Agora, sabemos que a marca quer abrir mais 10 espaços no país durante o próximo ano.

Para já, a marca divulgou, através do site oficial, que irá abrir novas lojas em Guimarães, Porto, Vila Nova de Famalicão e Santa Maria da Feira em 2021. Não se sabe exatamente quando, mas a conhecida cadeia de supermercados já está a aceitar candidaturas para todas as secções dos novos estabelecimentos, tanto em regime Part-Time como em regime Full-Time.

De resto, basta-nos aguardar por mais novidades. Noutro assunto, convém recordar que, recentemente, a Mercadona baixou o preço das máscaras não reutilizáveis de marca própria, com cada pack de 10 unidades a custar agora 3€.

Starbucks at Home tem duas novidades para o próximo Natal

Pela primeira vez, estas bebidas tão icónicas das coffee shops estarão disponíveis nos supermercados.

Starbucks Home

Faltam praticamente dois meses para celebrarmos o Natal, mas o tempo passa demasiado rápido e as marcas têm de acelerar os seus lançamentos alusivos à época. Assim, eis que a Starbucks at Home acaba de anunciar duas novidades para os dias mais frios que estão para chegar.

Uma das novidades é a edição Toffee Nut Latte, disponível em cápsulas para máquinas Nescafé Dolce Gusto. O Toffee Nut Latte junta um café de alta qualidade e leite cremoso ao sabor amanteigado de toffee, com um toque delicioso de nozes caramelizadas. Cada caixa tem um PVP de 4,79€ e traz 12 cápsulas.

Já a gama Holiday Blend é apresentada em dois formatos: em cápsulas para máquinas Nespresso ou em café torrado moído – este último, fabricado no Porto. É um café doce, mas equilibrado, com um toque de ácer. A versão em caixa com 10 cápsulas para máquinas Nespresso tem um PVP de 3,99€, ao passo que o custo da versão café torrado moído (190gr) é 4,39€.