Os jogadores que jogam nos casinos online provavelmente já ouviram falar na expressão, mas nem todos sabem o que significa “casinos sticky bonus”. No entanto, quem conhece o termo nem sabe bem o que significa.
Nas próximas linhas iremos dar-vos algumas informações sobre esses tipos de bónus de casinos que não podem ser levantados ou convertidos em dinheiro real. São os chamados “non-cashable casino bonus”.
Por norma, a maioria dos casinos online oferece um bónus para que os jogadores o possam efetivamente usar num jogo à escolha. Os tipos mais comuns de bónus dados aos jogadores são aqueles que oferecem algo a quem se regista pela primeira vez ou, também, um determinado montante consoante o depósito que se faz.
No entanto, e como o termo indica, estes tipos de bónus não podem ser levantados. Ou seja, servem precisamente para criar uma certa “obrigação” com o jogador, uma vez que esses bónus são exclusivos para serem jogados em jogos tipo slot machines. Imaginem que o casino vos oferece determinado montante se vos depositarem outra quantia. Mesmo que consigam lucrar e quiserem levantar o vosso dinheiro, o casino irá sempre retirar esse tal bónus de jogo.
Ou seja, um non-cashable voucher é um voucher que serve única e exclusivamente para ser utilizado nos jogos de casino. Já os cashable voucher significam o oposto. Experimentem o popular jogo slot Book of Dead e poderão verificar qual o tipo de bónus oferecido.
Basicamente, os casinos criaram este tipo de bónus para serem capazes de controlar os ganhos reais dos jogadores a qualquer momento.
Os clientes podem escolher uma de entre quatro ofertas.
Sim, não são apenas os clientes Yorn que têm direito a mimos. À semelhança do ano passado, a NOS tem prendas de Natal para os seus clientes com serviços de televisão, internet e telemóvel, exceto WTF. Basta usar a app NOS.
É muito simples. Basta acederem à app e, no topo dessa página, escolherem o banner que diz “Escolha um presente para quem mais gosta e outro para si”.
E estas são as ofertas disponíveis:
5GB dados móveis: Oferta de 5GB de consumo livre de Internet de dados móveis para utilizarem onde e quando quisere, com validade até 10 de janeiro de 2021. A oferta está disponível para todos os clientes com serviço de telemóvel da NOS.
1 bilhete de cinema: Oferta de um código de acesso a um bilhete de cinema nos Cinemas NOS, válido até 31 de janeiro de 2021. Para adquirir o bilhete, mostrem o código de oferta no balcão de um Cinema NOS ou realizem a compra através da app Cinemas NOS.
Aluguer de 1 filme no Videoclube: Atribuição de um código de oferta para alugar um filme (exceto filmes para adultos) com valor máximo de 4,99€ no Videoclube NOS. A oferta está disponível para clientes UMA ou Iris, sendo válida até 31 de janeiro de 2021.
20€ de desconto em equipamentos: Oferta de código de 20€ de desconto para utilização na compra de smartphone, TV, portátil ou outro equipamento com valor igual ou superior a 100€. O código é válido até 31 de janeiro de 2021 e está disponível para utilização na loja online e nas Lojas NOS.
Qualquer que seja a vossa escolha, devem selecionar o presente até dia 24 de dezembro.
Em 2017, poucos meses após termos dado início ao Echo Boomer, promovemos um passatempo onde oferecemos uma garrafa de Licor 35, que, para quem não sabe, trata-se de um creme que nasceu da fusão do popular licor com o tradicional pastel de nata.
Pois bem, e como uma empresa não pode viver só de um produto, eis que a marca tem um novo produto que já está a deliciar os gulosos: Choco 35.
Apresentado no SISAB 20, que decorreu no passado mês de março, ainda antes de entrarmos em confinamento, o Choco 35 é, essencialmente, um chocolate líquido com sabor a avelã. Deve-se beber fresco, puro ou com gelo, e nem pensem em misturar com bebidas azedas ou carbonatadas. Além disso, devem agitar antes de servir.
Cada garrafa de 50cl tem um teor alcoólico de 14%. O preço no site oficial é de 19,99€, mas encontram à venda noutras lojas a um preço muito mais convidativo.
O Google Stadia chegou finalmente a Portugal e, em termos técnicos, impressiona, isto se não forem muito exigentes com as suas limitações.
Lançado originalmente no final de 2019, a aposta da Google no mundo dos videojogos foi tão ambiciosa como estranha. Criticada e gozada pelo seu modelo de negócio, o Google Stadia abriu a porta do streaming de videojogos ao consumidor com uma solução bastante interessante, mas difícil de vender aos jogadores mais dedicados.
Agora, um ano depois, com o serviço mais maduro, uma biblioteca de jogos mais apurada e longe dos olhares mais cínicos, o Google Stadia chega finalmente a Portugal. Aqui no Echo Boomer já pudemos experimentar o serviço, com acesso antecipado graças à Google Portugal, e é, surpreendentemente, um serviço melhor do que estávamos à espera.
O Google Stadia é a consola virtual da Google. Uma plataforma que promete a qualquer jogador poder aventurar-se em mundos digitais à distância de um simples clique. Sem necessidade de um computador de jogos ou de uma consola. Apenas com uma ligação à Internet e um comando ou teclado e rato.
Disponível para browsers como Microsoft Edge e Google Chrome, dispositivos Android e iOS e acessórios como o Chromecast, tudo o que o utilizador necessita para começar a jogar é de uma conta Google e alguns trocos para comprar os jogos, algo que o torna diferente de todos os outros serviços de streaming atuais.
Enquanto que o xCloud, da Microsoft, ou o PS Now, da PlayStation, nos dão acesso a uma biblioteca de jogos para aceder sem custos adicionais, como uma “Netflix dos videojogos”, o Google Stadia tem um modelo de negócio bastante diferente e funciona quase como uma consola, onde temos que comprar os títulos existentes apenas no seu ecossistema para os podermos jogar. Ou seja, com a nossa conta Google, só podemos jogar os jogos que comprarmos na sua loja.
Na modalidade gratuita, basta visitar a página oficial do Stadia e comprar os jogos que se pretendem jogar e clicar no “Play”, com a limitação de aceder a um stream em 1080p. Já os jogadores que querem tirar partido da capacidade 4K das suas TVs ou sistemas surround 5.1 dos seus sistemas, necessitam da subscrição Pro, de 9,99€, que dá ainda acesso a uma seleção de cerca de 30 jogos, sem custos adicionais.
A solução da Google é ainda limitada e tem muito espaço para crescer, mas a oferta de jogos já é algo variada. Entre títulos AAA e muitos indies, há alguns pesos pesados como Doom Eternal, jogos de Assassin’s Creed, Hitman, Sekiro, Final Fantasy, Marvel’s Avengers, Red Dead Redemption 2, Destiny 2 (que é de acesso gratuito para todos) e até o muito aguardado Cyberpunk 2077, com preços bastante acessíveis, sendo semelhante ao que encontramos noutras plataformas de jogos.
Contudo, não conta com uma biblioteca tão vasta como outros serviços, parecendo haver um pequeno foco em jogos mais atuais e populares. Mesmo a oferta do Stadia Pro deixa um pouco a desejar, com uma seleção de jogos pouco aliciante, mas que não deixa de ser bem-vinda para quem escolher pagar uma subscrição.
É, porém, no desempenho, que o Google Stadia se mostra muito forte, impressionante até, ao ponto de tornar frustrante o seu modelo de negócio, pois podia ser uma solução muito mais interessante para os jogadores mais dedicados.
Jogar no Google Stadia vai depender da nossa ligação e do estado dos servidores que, durante os meus testes, mostraram um desempenho exemplar. É, literalmente, clicar num botão e estamos dentro de um jogo.
No PC, através do Chrome ou do Edge, mudamos logo para fullscreen e recebemos uma imagem de altíssima qualidade (mesmo a 1080p) que facilmente passa por uma imagem de um jogo a correr nativamente na máquina, exceto se fizermos esforço para tentar apanhar algum tipo de compressão nas cores. Claro que nem sempre é perfeito e o desempenho apresentado, quer do jogo, quer da qualidade de imagem, vai depender de título para título.
Apesar da promessa de jogos a correrem nas melhores definições possíveis, Assassin’s Creed Valhalla (a que nos foi dado acesso para testar o serviço) apresenta-se limitado a 30fps e com um nível de compressão de imagem que já se aproxima de um vídeo de YouTube interativo, com blocos e falta de nitidez, algo que não se observa noutros jogos como Hitman 2, SUPERHOT ou até Destiny 2.
SUPERHOT a correr no Google Stadia
Mas há coisas que impressionam muito, como o tempo de resposta e a fluidez dos jogos, que na sua maioria vão até aos 60fps, sem qualquer tipo de latência notória. Em condições ideais, como uma ligação de 100 Mbps, o Google Stadia comporta-se de forma espetacular, mas, como sempre, recomenda-se uma ligação estável como a ligação por fios.
Nos smartphones, o desempenho do Google Stadia não se fica atrás. É necessária a utilização de um comando compatível para tirar partido dos jogos e, ao longo dos meus testes, notei, de facto, um ligeiro atraso que pode pôr em causa alguns títulos, como foi o caso de Destiny 2, onde senti com facilidade o arrasto da mira. Embora seja possível jogar com rede de operadora (não recomendado por causa dos dados gastos), recomenda-se que usem uma ligação Wi-Fi a 5Ghz para o melhor desempenho possível.
A interface do Google Stadia é super simples e fácil de navegar, com o essencial à vista. Temos, claro, os nossos jogos, e também a loja para aquisição de novos títulos, onde poderão existir alguns descontos especiais. Não prima por muitas funcionalidades extra, o que revela bem a posição da Google na sua aposta: fácil utilização e acessibilidade.
Esta simplicidade apresenta algumas limitações, como a mudança de linguagem de alguns jogos, a impossibilidade de aceder a ficheiros, jogos guardados ou mods, alteração de definições visuais de jogos, entre outros. Mas tudo isto vai de encontro ao que o Google Stadia é – uma alternativa ao mundo dos videojogos.
O Google Stadia requer e é compatível com os comandos mais populares para PC, smartphone e consolas.
É claro que o objetivo do Google Stadia não é revolucionar como chegou a ser anunciado inicialmente, nem sequer de ser a consola do futuro, o rival dos restantes serviços ou das consolas físicas. Esse pode ter sido o seu conceito inicial, mas, agora, é apenas uma alternativa, e das boas até, se o seu catálogo e oferta melhorarem.
Com esta aventura pelo mundo do streaming da Google, a minha perspetiva em relação ao serviço mudou de forma positiva e deixou-me a querer mais, mas também me ajudou a perceber para quem se destina o Google Stadia.
Este é um serviço pensado para todos os utilizadores que querem entrar no mundo dos videojogos, mas sem a necessidade de gastarem centenas de euros em máquinas. Para jogadores que não devoram tudo e consomem um jogo de cada vez e, também, para quem não está à procura do último grito ou jogo tendência. É destinado a um grupo de jogadores mais casual, liberto e despreocupado. O Google Stadia pode não ser perfeito e pode ainda não revolucionar a forma como consumimos os videojogos, mas irá, certamente, fazer a cama para o futuro.
Podem experimentar o Google Stadia a partir de agora* de forma gratuita apenas com registo Google, que dá acesso imediato a jogos como Destiny 2, e acesso gratuito ao primeiro mês de Stadia Pro, que normalmente custa 9,99€ por mês. A mensalidade inclui uma lista de jogos gratuitos prontos a jogar, descontos na loja e suporte até 4K a 60FPS em dispositivos compatíveis.
*O Google Stadia poderá não estar disponível a todos após as primeiras 24 horas depois do seu lançamento em território nacional.
Wolfwalkers é, sem dúvida, um dos melhores filmes do ano e perfeito para se ver em família, numa noite natalícia aconchegante e quentinha.
Sinopse:“Uma jovem aprendiz de caçadora viaja para a Irlanda com o seu pai para ajudar a acabar com a última alcateia. Mas tudo muda quando cria uma amizade com uma rapariga independente de uma tribo misteriosa, cujos rumores dizem que se tornam em lobos à noite.”
Sempre fui um grande fã de animação. Se existe um comentário que desprezo profundamente é o “filmes de animação são para crianças”. Este preconceito é extremamente antiquado e, honestamente, bastante infantil. Acho que já nem funciona dentro de uma brincadeira adolescente, visto que os animes continuam a crescer exponencialmente um pouco por todo o mundo e os filmes de animação estão a atingir mais e mais pessoas com o passar do tempo. A tal boca de bully “vês desenhos animados, és um bebé” para fazer amigos rirem-se e gozarem com alguém já tem décadas.
No entanto, ainda sinto um pouco de pena de pessoas que acreditam que a animação não consegue ter o mesmo impacto emocional que o live-action, especialmente quando estúdios gigantes, como é o caso da Pixar, são conhecidos por fazerem o mais adulto dos adultos chorar que nem uma criança.
Além disso, alguns espetadores pensam que a Pixar (propriedade da Disney) é a única empresa que faz filmes de animação decentes quando até têm vindo a perder terreno para outras pessoas incrivelmente talentosas. Um dos meus filmes de animação favoritos é Kubo and the Two Strings, um trabalho de animação stop-motion da Laika, o estúdio que também criou Missing Link e Coraline. Já a Cartoon Saloon está a emergir como um estúdio candidato a prémios, lançando filmes como Song of the Sea, The Breadwinner e, agora, Wolfwalkers. A principal diferença entre esta última empresa e as outras é o estilo de animação: a animação 2D “antiga” com a qual crianças dos anos 90 cresceram, tal como eu.
É precisamente aqui que começo este artigo. A animação 2D de Wolfwalkers prova, mais uma vez, que este estilo nunca será “ultrapassado” ou “inferior” ao design 3D atual. Não se deixem enganar, adoro os dois estilos! Não faço parte, de todo, do discurso 2D vs 3D, simplesmente porque acredito firmemente que ambos têm os seus próprios benefícios e limitações.
A animação 2D traz uma sensação única e artística para qualquer história devido ao desenho distinto de muitos artistas talentosos, mas é mais limitado do que o 3D quando se trata de criar uma atmosfera imersiva e o seu mundo respetivo. Contudo, este último está a ficar estagnado na sua estrutura de desenho, visto que quase todos os filmes de animação 3D parecem visualmente idênticos.
Logo, não há bom ou mau, certo ou errado, melhor ou pior quando se trata de animação. Consigo enumerar dezenas de exemplos de filmes excecionais, deslumbrantes e soberbos de ambos os estilos, bem como outros horríveis e corporativos que tento ao máximo esquecer (sim, estou a falar do The Emoji Movie).
Felizmente, Wolfwalkers pertence ao primeiro grupo. Tomm Moore e Ross Stewart realizam um conto emocionalmente poderoso com uma execução perfeita de todos os aspetos. O argumento de Will Collins não é particularmente novo ou inovador. Segue uma história algo genérica e previsível com pontos-chave do enredo que qualquer espetador com experiência mínima de visualização conseguirá antecipar 20 minutos dentro.
No entanto, é uma fórmula que, se executada corretamente, entrega uma narrativa rica, apaixonada e cativante, que irá sempre agradar tanto a crianças como adultos. Apenas pela premissa, é bastante claro que a mensagem do filme é inspirada em clichês como “não julguem pessoas pela sua capa” ou “os nossos desejos podem roubar as necessidades de outros” e até aborda a discriminação racial, já que o filme lida com duas populações diferentes.
Obviamente, tendo em mente que uma destas “sociedades” é um grupo de lobos, existem também mensagens destinadas ao combate da deflorestação e caça excessiva de animais, levando milhares de espécies à sua eventual extinção. Todos estes temas são tratados brilhantemente, sem nunca parecerem forçados ou sequer explícitos na narrativa.
Não importa o quão pouco surpreendente a história acaba por ser quando me sinto tão absorvido pelas personagens e pela animação como me senti. Honor Kneafsey e Eva Whittaker, como Robyn Goodfellowe e Mebh Óg MacTíre, respetivamente, exibem um trabalho de voz fenomenal, que é elevado pela animação deslumbrante, expressiva e, definitivamente, digna de prémios. Sean Bean também é fantástico como Bill Goodfellowe, pai de Robyn, que basicamente possui o arco de personagem que passa pela mudança significativa de reconhecimento, compreensão e aceitação de uma cultura totalmente diferente e o seu povo (neste caso, animais).
Todas as personagens são muito bem escritas, assim como os diálogos, tudo envolvido e inspirado por uma atmosfera, mitos e, obviamente, música celta. Bruno Coulais e o grupo folk Kíla desenvolveram a banda sonora original do filme e é, sem dúvida, uma das minhas favoritas de 2020, incluíndo uma das minhas músicas originais favoritas (“Running with the Wolves”) numa das minhas sequências musicais favoritas do ano. “Favorito” é, definitivamente, a descrição certa numa palavra de como me sinto em relação a Wolfwalkers.
É um daqueles filmes aos quais não consigo apontar uma única falha. Elogios tremendos aos artistas que desenharam um mundo 2D fantástico. O seu trabalho é muitas vezes desvalorizado e subestimado (para além de ser mal pago), por isso, quero oferecer ao Cartoon Saloon o meu maior obrigado e que continuem a fazer excelente cinema.
Não tenho dúvidas: Wolfwalkers é, de longe, e até agora, a melhor longa-metragem de animação do ano. Sei que a grande arma da Pixar encontra-se ao virar da esquina (Soul), mas terá que ser um filme absolutamente perfeito para superar este conto Celta lindo e comovente de Tomm Moore e Ross Stewart.
A Cartoon Saloon continua a provar que a animação 2D ainda é capaz de entregar histórias emocionalmente convincentes através de desenhos artísticos belos, únicos e artísticos. Apesar da narrativa genérica de Will Collins e das mensagens clichês, todos os detalhes são executados na perfeição, sem uma única falha a apontar. Excelente trabalho de voz de Honor Kneafsey e Eva Whittaker enquanto protagonistas, muito bem desenvolvidas e tremendamente cativantes. No entanto, é a banda sonora original de Bruno Coulais e do grupo Kíla que derrete o coração e provoca arrepios sempre que a volto a ouvir.
Um dos meus filmes favoritos do ano, ficaria extremamente surpreendido se não acabasse no meu Top 10. Vejam com a família. Vale bem a pena.
Wolfwalkers estreia a 11 de dezembro no Apple TV+.
Mas atenção que nem tudo é possível nesta categoria.
O Facebook Gaming lançou na semana passada o Hanging Out, uma nova categoria de transmissão com foco na conversação ao invés da experiência de jogo.
O Hanging Out serve precisamente para proporcionar aos criadores de conteúdos do Facebook Gaming mais uma forma de unir o seu público apaixonados por jogos. O Hanging Out pode ser encarado como uma secção IRL (in real life stream), onde o foco continuam a ser os jogos, mas os respetivos conteúdos exploram uma ampla variedade de formatos que vão além da experiência de jogo, desde arte a podcasts.
Eis alguns exemplos do que podes esperar da identificação Hanging Out:
Conversar, sendo o foco a interação com o público sobre um determinado assunto
Arte, como pintar, desenhar ou esculpir, cozinhar, criar jogos e muito mais
Podcasts e talk shows
Viagens e descoberta
Embora possa parecer que tudo é possível nesta categoria, é necessário estabelecer um limite. Por isso, se estão a pensar filmar-se a vós próprios a dormir ou criar um canal sobre compras, temos más notícias: tal não será possível.
Vem aí uma nova aposta dos criadores do MMORPG, Black Desert. A Pearl Abyss revelou o primeiro teaser para o seu próximo projeto e uma data para os seus fãs descobrirem mais sobre o mesmo.
Chama-se Crimson Desert e será revelado durante os The Game Awards deste ano, que acontecem já no dia 11 de dezembro, logo a partir das 00h. Para já, sabe-se que é um novo jogo completamente novo, de mundo aberto e em ambiente de fantasia medieval.
No passado mês de novembro, a Mercadona fez saber que pretendia abrir 10 novas lojas em Portugal durante o próximo ano. Guimarães, Porto, Vila Nova de Famalicão e Santa Maria da Feira eram, na altura, algumas das localizações divulgadas.
Agora, a marca revelou que irá abrir um segundo espaço em Matosinhos no decorrer do próximo ano. Não se sabe onde nem quando, mas vai acontecer.
Sabemos isto uma vez que a Mercadona lançou hoje ofertas de emprego para aquela que será a segunda loja da conhecida cadeia espanhola naquela cidade.
O recrutamento será realizado para todas as secções, tanto para regime Part-Time como para regime Full-Time, nas mais variadas funções, tais como: Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Caixas, Reposição, Frutas e Legumes, Pronto a Comer, Limpeza, Carga e Descarga.
Ainda antes deste malfadado 2020 terminar, a Mercadona irá abrir um novo supermercado em Campanhã, no Porto, no próximo dia 16 de dezembro.
Ao longo dos últimos anos, a IKEA tem vindo a testar novos formatos e formas de apresentar o conteúdo do seu catálogo. Neste processo, foram ouvidos os clientes, os colaboradores e os representantes da marca nos diferentes países, ficando claro que as pessoas se inspiram e planeiam as melhores soluções para as suas casas através de diferentes ferramentas e formas.
Assim, num misto de racionalidade e emoção, a IKEA decidiu virar a página da sua história e tomou a decisão de se despedir do seu catálogo, tanto na versão impressa, como digital.
“O catálogo IKEA é uma publicação muito especial, que traz grandes emoções e memórias, tanto para os nossos clientes, como para os nossos colaboradores. Ao longo de 70 anos, tem sido um dos nossos produtos mais exclusivos e icónicos da marca, inspirando milhões de pessoas em todo o mundo. Esta decisão foi um processo natural, tendo em conta o comportamento do nosso consumidor e as novas formas de aceder à informação. Vamos continuar a interagir, sempre com inspiração para a casa, mas de novas formas”, afirma Konrad Gruss, Managing Director da Inter IKEA Systems.
Esta decisão de dizer adeus ao catálogo anda de mãos dadas com a estratégica de digitalização e acessibilidade da marca. As vendas da loja online, no ano fiscal anterior, aumentaram 45% em todo o mundo e o site recebeu mais de quatro mil milhões de visitas, o que comprova a evolução dos hábitos de consumo. Ao mesmo tempo, a IKEA melhorou os seus serviços online, lançando uma nova app no mês passado mês de novembro, que melhora a experiência de compra dos seus clientes.
Para homenagear e celebrar a história do catálogo IKEA, será lançado, durante o outono de 2021, um livro sobre decoração e vida em casa, mas o catálogo IKEA, como o conhecemos hoje, não continuará a ser publicado.
Um anúncio que confirma que o projeto ainda está vivo.
Arte Original: BossLogic
O filme baseado na série de jogos criada por Hideo Kojima, Metal Gear, já está em fase embrionária de produção há algum tempo, mas, até agora, os detalhes têm sido escassos.
Com Jordan Vogt-Roberts (Kong: Skull Island, The Kings of Summer) na cadeira de realizador, o filme recebeu agora uma atualização que deixou os fãs em pulgas por verem Solid Snake, finalmente, em carne e osso no grande ecrã.
Segundo o portal Deadline, e mais tarde confirmado pelo próprio realizador no Twitter, Oscar Isaac, da fama de Ex Machina, Star Wars, Inside Llewyn Davis e muitos outros, foi o escolhido para interpretar o ícone dos videojogos de ação furtiva e ficção.
Issac, que no passado já tinha partilhado o interesse em protagonizar Solid Snake, vai ter agora a sua chance de o fazer, num filme que será uma adaptação de Metal Gear Solid, o célebre jogo de Hideo Kojima lançado em 1998 para a PlayStation original, que revolucionou o mundo dos videojogos no que toca a tecnologias visuais, mecânicas de jogo e narrativa.
A história segue um soldado destacado para uma missão de infiltração numa base nuclear para tentar eliminar a ameaça terrorista que lá se instalou, numa aventura que mistura partes de thrillers militares com paranormal, ficção científica e fantasia.
Além de Vogt-Roberts e Isaac, a produção conta já com Derek Connolly no guião, o veterano Avi Arad na produção e Peter Kang a supervisionar o projeto.
Metal Gear Solid será produzido pela Sony Pictures e ainda não tem data de estreia.
2021 ainda nem sequer começou, mas promete ser um ano desafiante. Afinal de contas, milhões de pessoas vão começar a ser vacinadas, pelo que se espera que, daqui a alguns meses, já não se oiça falar tanto na COVID-19 como hoje em dia.
Mas a verdade é que ninguém sabe como as coisas irão decorrer durante o próximo ano. E embora muitos já façam planos, outros preferem deixar, também, 2021 em stand-by. É o caso de Nick Cave, que acaba de cancelar a sua digressão europeia, onde estava inserido um concerto a 24 de maio na Altice Arena, em Lisboa, e que fica agora sem efeito.
Num curto comunicado, o artista refere que não poderá dar seguimento à digressão devido a todas as incertezas relacionadas com a pandemia, e que, como não saberá se os espetáculos poderão realmente acontecer, então prefere adiar, esperando que 2022 possa ser melhor.
Para todos aqueles que adquiriram os bilhetes, deverão efetuar, a partir de dia 11 de dezembro, o respetivo pedido de reembolso junto do local onde efetuaram a respetiva compra.
A primeira edição do festival devia ter-se realizado este ano.
Em ano de pandemia, muitos são os festivais que foram adiados para 2021. E também eventos que teriam a sua primeira edição em 2020 tiveram de ser adiado para daqui a uns meses.
Um deles é o Afro Nation, festival que foi pensado sobretudo para o público britânico. Faz-nos lembrar o Nova Batida, que, apesar de ser um festival realizado em Portugal, revelou ser mal organizado e com uma comunicação feita quase na totalidade em inglês. Mas adiante.
O festival, a realizar-se entre 1 e 3 de julho de 2021 em Portimão, no Algarve, já tinha nomes confirmados como Wizkid, Beenie Man, French Montana, Tory Lanez, Diamond Platinumz e Chronixx, Burna Boy, Davido, Skepta, Yemi Alade e Mavado, entre outros.
Recentemente, a organização divulgou mais uma série de nomes, de onde se destacam artistas como Chris Brown, Bounty Killer, Megan Thee Stallion, Popcaan, Dream Weekend, Ms Banks e Tekno, entre outros. E ao que consta, o cartaz ainda não está fechado.
Quanto aos bilhetes, são bastante caros para aquilo a que os portugueses estão habituados, mas talvez seja um bom preço para os britânicos, uma vez que este Afro Nation foi pensado para esse público. Os passes gerais estão à venda na Festicket por 253,60€, com taxas incluídas.
Podem ainda pagar 26,64€ pela cobertura que garante o reembolso do bilhete caso não possam comparecer por motivos de acidente ou de saúde, incluindo por contração de Covid-19.
O Solnaro Music Festival vai acontecer no Altice Forum Braga a 16 e 17 de julho de 2021.
Já todos sonham com um 2021 em que as coisas vão estar perto de regressar à normalidade, pelo que é natural que acabem por surgir novas iniciativas, projetos ou eventos. Pois bem, os adeptos de Hip Hop, Trap, Rap e R&B têm motivos para festejar, uma vez que, se a pandemia estiver controlada, irá acontecer em Braga um novo festival.
Chama-se Solnaro Music Festival e vai ter a sua primeira edição a 16 e 17 de julho do próximo ano, indo decorrer no Altice Forum Braga.
Uma vez que este evento somente foi anunciado este mês, quase ninguém está a par da sua existência. Mas nada que uma boa divulgação não resolva.
Pouco sabemos sobre este Solnaro Music Festival, mas a verdade é que a organização já confirmou as as atuações de Beny Jr., Kelvyn Colt, Killy, Morad, Samurai Jay, Tilhon, Cálculo, M Huncho e S1mba. Prometem-se ainda “experiências únicas” ao longo do festival.
E isto é tudo o que sabemos por agora. Relativamente aos bilhetes, estão disponíveis nos locais habituais, variando entre os 30€ (bilhete diário) e 40€ (passe geral).
O Grande Prémio do Sakhir, a segunda corrida desta temporada no Bahrain, deu a vitória a Sergio Pérez. O piloto da Racing Point BWT Mercedes, ainda sem contrato para a próxima época, subiu ao lugar mais alto do pódio numa corrida emocionante onde uma mistura de azar e erros por parte da Mercedes negaram a vitória a George Russell, piloto britânico que estava este fim de semana ao volante do Mercedes de Lewis Hamilton.
Foto: Formula1.com – Grande Prémio do Sakhir
Texto por: André Santos
Uma semana depois das emoções fortes do Grande Prémio do Bahrain, a Fórmula 1 esteve de volta para uma versão mais rápida do mesmo circuito, onde as voltas com tempos inferiores a um minuto estavam prontas para receber George Russell no carro de Lewis Hamilton – que acusou positivo no teste de despiste à COVID-19 -, Pietro Fittipaldi no Haas de Romain Grosjean e ainda Jack Aitken no Williams Mercedes que costuma ser conduzido por Russell. Toda uma troca de pilotos que parecia estar a ser transformada num “conto de fadas”, já que George Russell conseguiu um fantástico P2 na qualificação, tendo arrancado, assim, na fila da frente para o seu primeiro Grande Prémio com um carro que não o Williams.
Tudo começou bem para o jovem piloto britânico. O bom arranque depressa o colocou à frente do seu colega de equipa, Valtteri Bottas, e passando à frente do pião de Kimi Räikkönen, o futuro ficou ainda mais sorridente para Russell depois de Charles Leclerc ter atacado de forma errada uma curva, batendo em Pérez e levando Max Verstappen a sair de pista e acabar no muro. O resultado foi perfeito para a Mercedes: Max Verstappen de fora, Charles Leclerc de fora (não é que a Ferrari esteja em posição de competir com os carros da frente) e Pérez a cair para 18º e a ter que parar depois do toque com Charles.
Passamos agora para a volta 11. Russell continua a conseguir ganhar vantagem ao finlandês da Mercedes e a Carlos Sainz, o piloto da McLaren que, nesta altura, estava em 3º lugar. No entanto, Pérez começa a subir na tabela com um ritmo incrível, estando agora cada vez mais próximo dos pontos. Na volta 17 começou o conjunto de ultrapassagens que pode definir o segundo piloto da Red Bull para a próxima época, Pérez passa Lando Norris e está agora em 10º lugar… isso mesmo, nos pontos após ter parado no fim da primeira volta.
Mas o melhor estava para vir. Pouco tempo depois, “Checo” já passava por Alexander Albon, que a cada corrida que passa vê o seu lugar na Red Bull ameaçado pelo piloto mexicano.
Foto: Formula1.com – Grande Prémio do Sakhir
Saltamos agora para a volta 32, o primeiro ponto alto para Russell. Pela primeira vez na sua carreira enquanto piloto na categoria máxima do desporto automóvel, o britânico consegue dar uma volta de avanço a um carro… ele que geralmente vê os pilotos da frente fazerem-lhe o mesmo corrida após corrida. Estamos agora na volta 51, já todas as equipas pararam e o conto de fadas de Russell continua ao estar em P1, a 8.5 segundos do seu colega de equipa. Já no meio da tabela, Albon recupera um lugar ao passar Norris e está agora em 9º lugar.
Já ouviram aquele ditado do “quanto mais alto sobes, maior é a queda”? Pois bem, a queda de Russell pode bem ter começado quando o Williams de Nicholas Latifi é forçado a parar no fim da curva 8, levando a um Virtual Safety Car [VSC] que fez com que Bottas se aproximasse do carro com o número 63. Pior estiveram Sainz e Daniel Ricciardo, que não só pararam tarde de mais, como não aproveitaram o VSC, perdendo ainda posições, fazendo assim com que Pérez esteja agora em 4º lugar… sim, o mesmo Pérez que estava em 18º lugar depois da primeira volta.
Se a queda de Russell começou com o VSC, o piloto bateu no chão quando outro Williams, aquele que normalmente é seu, bateu na saída da última curva e fez com que o Safety Car tivesse que vir para pista… Até aqui tudo bem, mas, depois, a equipa alemã decidiu parar ambos os pilotos em simultâneo, aproveitando o ritmo mais lento imposto pelo Safety Car. Esta dupla paragem levou a uma troca de pneus, o que fez Russell ir para pista com dois pneus que pertenciam a Bottas e o finlandês a sair da box com os mesmos pneus com que entrou.
Com esta falha da Mercedes, Russell teve que parar para trocar novamente de pneus e, assim, evitar uma penalização (que por agora ainda está em análise por parte da FIA), enquanto que Bottas começava a perder tempo derivado do uso de um conjunto de pneus velhos. O jovem piloto não se deixou abater e depressa começou a galgar terreno, fazendo voltas cada vez mais rápidas, passando de P5 para P2 a apenas 2.1 segundos de Pérez, que está agora na liderança.
De volta ao conto de fadas, até que um furo obriga o substituto de Lewis Hamilton a parar novamente e cair para 15º lugar. Fora dos pontos mas sem desistir, com poucas voltas para conseguir chegar a P10, Russell passa um, dois, três, quatro e lá está: 10º lugar, piloto do dia e volta mais rápida com 55.404 segundos para o piloto britânico, que lá conseguiu conquistar os seus primeiros pontos na Fórmula 1.
A noite acaba por ditar a vitória de Sergio Pérez, dar o segundo lugar a Estaban Ocon e o terceiro a Lance Stroll. Uma noite de festa para a Racing Point, que está agora 10 pontos à frente da McLaren Renault na luta pelo terceiro lugar no campeonato de construtores, e uma noite de eventos pouco felizes para a garagem da Mercedes. Mas Toto Wolff e a equipa alemã acabaram por perceber que existe vida para lá de Lewis Hamilton e que o futuro da equipa poderá estar mais que assegurado com o gigante George Russell.
Forma e função são as palavras de ordem para um cooler que arrefece o PC sem barulho, mas com espaço para a personalização.
Depois de uma caixa cheia de ventilação e luzes, a Corsair trouxe-nos mais um periférico indispensável para qualquer computador, seja para produção, lazer ou entretenimento: um cooler para o processador.
O Cooler Líquido para CPU iCUE H100i Elite Capellix é, como o nome sugere, uma solução que tira partido do arrefecimento a líquido ao invés dos tradicionais dissipadores metálicos, o que promete uma refrigeração mais controlada e até silenciosa. E essa promessa foi cumprida com o que encontrei no pacote constituído pela pequena bomba que se coloca em contacto com o CPU, um radiador de 240mm, duas ventoinhas Corsair ML120 RGB PWM e um controlador inteligente, o iCUE Commander RGB Core.
Muito fácil de montar para quem já está habituado a estas lides, o processo de instalação pode ser seguido de forma intuitiva através de tutoriais no canal de YouTube da Corsair ou do manual de instruções. Construir um PC de raiz e/ou trocar equipamentos pode, por vezes, ser intimidante, mas a Corsair não só tem aqui um periférico relativamente simples de instalar, como é, também, muito compatível, graças aos adaptadores para diferentes tipos de sockets AMD e Intel e à pasta térmica pré-instalada, o que poupa um pequeno e delicado passo.
Preparado para arrefecer o processador, o sistema de ventilação do iCUE H100i Elite Capellix pode ser usado em conjunto com outras ventoinhas de sistema, como os já pré-instalados na caixa iCUE 4000X RGB, ajudando também ao arrefecimento interno da torre.
Para um periférico deste estilo, o destaque costuma ir para o silêncio, que é bem conseguido ao nível do cooler e das suas ventoinhas incluídas, sendo o som apenas percetível quando colocamos o sistema ao máximo da velocidade. Mas para os iCUE H100i Elite Capellix, o grande destaque vai para a personalização, desde a possibilidade de trocar a capa da bomba – de forma a condizer com a cor da caixa a ser usada, com acentos preto ou branco -, até à multitude de cores mostradas pelos 33 LEDs brilhantes na bomba e nas duas ventoinhas, capazes de transformar qualquer PC numa discoteca silenciosa.
Forma e função são as palavras de ordem e é graças ao software iCUE que conseguimos tirar partido da gestão da bomba e das ventoinhas, sendo possível escolher dezenas de padrões luminosos ao nível individual de cada LED ou equipamento, bem como vários padrões de utilização. Tal aumenta a força e velocidade e garante o arrefecimento apropriado, dependendo do uso dado ao PC.
Basicamente, é possível controlar tudo em tempo real pelo software iCUE, desligando até ventoinhas individualmente, caso seja necessário, sem ter que se recorrer a configurações na BIOS. Está tudo ao alcance de alguns cliques, ao nível do sistema.
A personalização do iCUE H100i Elite Capellix e a ligação de mais ventoinhas é possível graças ao iCUE Commander RGB Core, que serve de interface entre as ventoinhas e a motherboard e de “comandante” da iluminação. É um pequeno módulo, com suporte até seis ventoinhas, de instalação simplificada e utilização intuitiva.
O Cooler iCUE H100i Elite Capellix é um periférico a ter em conta para qualquer utilizador que esteja prestes a montar um PC à medida, ou até a atualizar a sua máquina, e surge a partir de 159,90€ para o modelo de 240mm com duas ventoinhas incluídas. Existe ainda o de 248mm por 169,99€ e o de 360mm, com três ventoinhas, por 189,99€.
Para mais informações, visitem a página oficial dos Cooler iCUE H100i Elite Capellix.
E assim se mostra, mais uma vez, o engenho na arte de se fazer bebidas em Portugal.
Muitos de nós estamos habituados a beber gins de todos os tipos e feitios. Mas apesar de isso ser bastante comum, é preciso também ter alguma prática, e até jeito, para se preparar um bom gin para beber ou servir aos amigos e familiares.
O que não é, de todo, comum, é bebermos gin tinto. Mas e se vos dissermos que existe desde há alguns anos e que até é português? Chama-se Gin Tinto Red Premium, é do produtor João Guterres e merece ser conhecido.
Produzido em Valença e harmonizado com zimbro, este é um gin bastante elegante, jovem e fresco, apresentando-se com uma cor vermelha intensa. Cada garrafa tem 70cl e um teor alcoólico de 40º.
Contém 15 botânicos, entre eles o aneto, loureiro, nevêda, folha de Salgueiro, flor de sabugueiro, ervas de São Roberto, erva cidreira, lúcia lima, folha de eucalipto, o alecrim, alfazema, cítrico da casca da laranja verde, papoilas, amoras silvestres e perico, que é um fruto típico de Valença.
O preço deste Gin Tinto Red Premium varia de loja para loja, mas aconselhamos a que comprem no Saborista. Isto porque não só a loja está com promoções durante esta altura (aproveitem para adquirir outras coisas), como podem ter um desconto de 5€ extra caso usem o nosso código y9ohh na altura do vosso registo. Devem colocar o código no campo onde diz “Código Promocional”.
A Hamburgueria do Talho chega-nos por parte dos responsáveis do conhecido restaurante Talho Central.
Atenção, barreirenses. Há uma nova hamburgueria a funcionar na cidade que promete os melhores hambúrgueres artesanais. Chama-se Hamburgueria do Talho e chega-nos por parte dos responsáveis do conhecido restaurante Talho Central. Mas esta não é uma hamburgueria qualquer.
Para já, este restaurante funciona em exclusivo com a Uber Eats, o que significa que terão de usar a conhecida app para encomendar algo. Ou seja, pensem neste spot como um estabelecimento virtual.
Já no que toca às entregas, estão limitadas à zona do Barreiro, embora isso possa mudar no futuro.
A Hamburgueria do Talho promete não só a mais suculenta carne, como os ingredientes mais frescos. Mas para termos essa certeza só mesmo provando.
Para isso, podem escolher um dos nove hambúrgueres à disposição, tais como o Talho Burger (200gr de novilho, queijo cheddar, cebola roxa, bacon e salada com molho especial da casa), Toscana Burger (150gr de porco salsicha toscana e bacon, queijo cheddar e alface com molho de alho), Picanha Burger (150gr de picanha, queijo cheddar e salada com molho de alho) ou Borrego Burger (150gr de borrego, salada e maionese de caril), só para referir alguns. Todas as opções são servidas em pão brioche e trazem batatas de acompanhamento.
Porém, se quiserem, podem também pedir arroz branco ou batata doce para acompanhar, embora tais opções sejam pagas à parte.
Para terminar em beleza, têm quatro sobremesas à escolha: Cheesecake de lima, Mousse de chocolate, Panacotta de morango e Panacotta de caramelo com raspas de chocolate.
A Hamburgueria do Talho funciona todos os dias, das 11h30 às 15h e das 18h30 às 22h30.
De resto, e para todos aqueles que nunca utilizaram a Uber Eats antes, podem utilizar o código eats-cwyhis que vos dará um desconto de 10€ num pedido de valor igual ou superior a 15€, excluindo taxa de entrega.
Todos sabem por esta altura que a marca que domina no que toca a creme de barrar de chocolate é, sem dúvida alguma, a Nutella. Há sempre quem não goste, obviamente, mas, por norma, os fãs de chocolate adoram. E quem nunca provou rapidamente fica conquistado.
No mercado, existem muitas opções de cremes para barrar de chocolate, seja de marca branca ou de outras mais ou menos conhecidas. E claro, há sempre quem tente fazer uma versão caseira. Mas e se vos dissermos que já está disponível em Portugal um creme de barrar de chocolate Milka?
Este produto chegou recentemente ao nosso país, apresentando-se como um creme de barrar de cacau e avelãs. Ou seja, uma concorrência clara e direta aos frascos de Nutella.
Cada pote traz 360 gramas de creme de cacau Milka, mas este é um produto que não parece estar disponível nos retalhistas mais conhecidos. Pelo menos não nos respetivos sites online, uma vez que pesquisámos por este produto e nunca o encontrámos.
Contudo, lojas como a Froiz, HiperGol e Takitudo já vendem este creme de cacau Milka, pelo que, naturalmente, o preço também irá variar dependendo de superfície para superfície.
Se já provaram, digam-nos o que acharam desta novidade da Milka e se pode realmente concorrer com a Nutella.
As minhocas mais famosas dos videojogos estão de volta num jogo diferente, mas surpreendentemente divertido.
Ao longo de duas décadas e meia, a série Worms tem tentado reinventar-se com novas formas de se jogar, apresentando também diferentes perspetivas. Porém, até agora, algo que não tinha mudado muito era a sua jogabilidade por turnos e a tendência em regressar às origens com jogos em perspetiva 2D, mesmo depois de várias tentativas nas três dimensões.
Worms Rumble é o mais recente jogo da saga, tentando reinventar-se com um novo registo e uma perspetiva familiar, mas com as mecânicas que respondem às tendências atuais dos videojogos, ao mesmo tempo que promete tornar as sessões de guerra mais sociais e ativas. Jogabilidade por turnos pela janela fora, agora as batalhas são em tempo real.
Com a nova aposta da Team 17, a série Worms aposta exclusivamente no combate online com modos de jogo inspirados na tendência dos Battle-Royales e Arena Shooters, bem como numa progressão a nível de personagens e armas que vão melhorando e ganhando novas formas, pelo que podemos personalizar tudo isso à medida que vamos aumentando as nossas horas de jogo.
Com três modos de jogo principais, Deathmatch, Squads e Last Worm Standing (o tal Battle-Royale), Worms Rumble expande-se numa direção 100% online e multijogador, ao mesmo tempo que simplifica e limita as possibilidades de jogos anteriores, onde podíamos criar cenários sádicos para as nossas minhocas ou progredir em campanhas compostas por desafios e níveis variados.
Em Worms Rumble, toda essa vertente é substituída por um formato Game as a Service (GaaS) com eventos e desafios, diários e sazonais, que ainda não estão totalmente disponíveis no momento de escrita desta análise, exceto pelos desafios diários propostos ao jogador.
Com uma área de Treino, os jogadores podem experimentar o leque de armas à disposição e testar a jogabilidade de Worms Rumble, que mistura elementos dos jogos 2D tradicionais, com foco na física dos saltos e balanços com o grappling hook, mas com uma velocidade de jogo muito mais rápida e um sistema de tiro muito reminescente de um My Friend Pedro, mas sem o sistema de slow motion. Esta foi a sensação que me deu logo no início e me ajudou a entrar no jogo de forma natural e imediata, pois quando a guerra começa online não há tempo para respirar.
A atenção aos arcos dos arremessos, tiros e bazucas já não faz parte da equação e, durante o combate, tal como um jogo de tiro tradicional, mesmo os da primeira pessoa, convida-nos a explorar o mapa o mais depressa possível, apanhando qualquer arma que nos aparece à frente para derrotarmos o maior número de inimigos possíveis. É simples, frenético e viciante.
Com níveis detalhados, cheios de atalhos, caminhos alternativos e oportunidades para ter encontros entre tiros e coberturas, as habilidades entre jogadores, dos mais avançados aos mais novatos, quase não se fazem sentir, dando uma oportunidade de vitória equilibrada a qualquer um. Ao longo das batalhas, é possível estar constantemente no topo ou no fim da tabela, porque nem a melhor arma é o suficiente para resolver os encontros imediatos entre minhocas.
Quando mais jogarmos e quanto melhor for o nosso desempenho, mais oportunidades temos para subir de nível e o nível das nossas armas, que se tornam mais eficazes e ganham novas skins de personalização para tornar as novas minhocas mais distintas e únicas.
Disponível para PC e PlayStation, Worms Rumble conta com funcionalidades crossplatform, o que significa que todos os jogadores se podem encontrar nos mesmo servidores, algo que pode dar vantagem aos jogadores de PC, que jogam com teclado e rato, onde a mira durante os disparos é muito mais precisa e imediata do que quando usada com um comando de consola.
A nova aposta da Team 17 é, sem dúvida alguma, muito interessante, mas pode não ser o que a série precisava. No fim do dia, Worms Rumble parece mais um spin-off do que uma sequela dos jogos do passado, o que nem é uma má crítica, de todo, já que a série sempre tentou algo de novo.
Contudo, o foco a 100% no multijogador faz com que Worms Rumble vá depender sempre de uma população online, o que faz com que a febre e vontade em explorar apenas três modos disponíveis desapareça rapidamente.
Com um lançamento sólido e uma base de mecânicas bem interessante, resta agora saber que surpresas a equipa da Team 17 irá trazer para cima da mesa para manter a chama viva e aliciar novos jogadores.
Worms Rumble está disponível para PC e é durante o mês de dezembro oferta do PS Plus para PlayStation 4 e PlayStation 5.
Disponível para: PC, PlayStation 4 e PlayStation 5 Jogado no PC Cópia para análise cedida pela Team 17.
É o quarto espaço do chef Vítor Sobral dedicado a pães de fermentação lenta e bolos tradicionais.
Foi em julho de 2018 que abriu a primeira Padaria da Esquina, neste caso em Campo de Ourique. Entretanto, surgiram outros dois espaços, no mercado de Alvalade e no Restelo. Agora, antes de terminar 2020, chega a quarta loja. E não fica num sítio qualquer.
Instalada no edifício do Centro Cultural de Belém, esta Padaria da Esquina mantém os seus pães de fermentação lenta, bolos tradicionais e salgados artesanais como principal aposta. Em Belém, onde a componente de cafetaria é primordial, poderãi provar pães de todo o género – pão Esquina, com farinha integral, de tipo alentejano, espelta biológico, mó de pedra ou saloio -, com a garantia de que todos são feitos com os melhores cereais seleccionados e com massa-mãe, processo fundamental na qualidade e sabor do pão.
Os bolos da Padaria da Esquina partilham da mesma filosofia, pelo que são igualmente feitos com massa de fermentação lenta – e são igualmente deliciosos. Croissants do Porto, pastéis de nata, bolas de Berlim e outras iguarias podem ser consumidas ali, ao lanche ou na companhia de café.
Ali poderão também fazer refeições ligeiras, como sanduíches compostas, saladas, quiches, sopas e outros salgados.
A loja funciona de segunda a domingo, das 8h30 às 18h, com os horários a serem adaptados consoante as indicações do Governo.