Anunciado em setembro deste ano durante um dos eventos da Ubisoft, o aguardado regresso de Scott Pilgrim vs The World: The Game tem agora data marcada para 14 de janeiro de 2021.
O jogo original foi lançado em 2010 e, quatro anos depois, foi apagado das lojas digitais, deixando muitos fãs e jogadores fora das aventuras pixelizadas de Scott Pilgrim.
Após pedidos, petições e desejos, a Ubisoft ressuscitou o título, que irá agora chegar na sua versão completa, a Complete Edition, que inclui mais conteúdos e todos os DLC do original, com mais personagens jogáveis e modos de jogo para explorar.
Scott Pilgrim vs The World: The Game tem lançamento no PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch e Google Stadia.
Lembram-se quando, no mês passado, referimos que a MyIced estava para lançar kits Do It Yourself (DIY) para que pudéssemos confecionar em casa os deliciosos crepes e panquecas da marca? Pois bem, estes kits já estão disponíveis na loja online.
Cada kit é constituído pela combinação da farinha e dos ingredientes secretos que constituem a alma única destes produtos muito apreciados da MyIced, sendo complementados com os extras à escolha do freguês: cremes de barrar com sabor a bolacha caramelizada com pedaços crocantes, creme de avelã, creme de chocolate com pedaços de avelã, creme de chocolate branco, coco e avelã e creme de bolacha negra.
O melhor de tudo? A distribuição destes kits não está limitada às áreas de influência das lojas MyIced, ou seja, são entregues em todo o território nacional. Os preços variam consoante o kit que escolherem.
Após semanas, meses e anos de espera, Cyberpunk 2077 já aí está. Um dos jogos mais aguardados da última década chega esta semana ao PC e consolas. Para “celebrar”, a CD Projekt RED lançou agora o tradicional trailer de lançamento.
Focado na personagem principal, o trailer é acompanhado por uma atmosférica dramática e com diálogos que nos dizem que esta é uma aventura sobre quem queremos ser em Night City.
Cyberpunk 2077 é o primeiro jogo fora do universo The Witcher desenvolvido pela CD Projekt RED e foi revelado inicialmente em 2012, através de mensagens escondidas em trailers de The Witcher 3, ainda antes do seu lançamento.
Cyberpunk 2077 chega ao PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Prince of Persia: The Sands of Time vai regressar em breve ao PC e consolas, num remake do aclamado jogo de 2003 que usava mecânicas como corridas ao estilo de parkour e a possibilidade de inverter o tempo para repetir segmentos mais difíceis.
Com data marcada inicialmente para janeiro de 2021, a equipa de produção revelou que o jogo irá chegar agora no dia 18 de março, num adiamento de dois meses para garantir que o título fica disponível no melhor estado possível.
Este remake foi desenhado a pensar na geração passada, mas será compatível com a PlayStation 5 e Xbox Series X e Series S. Por isso, estará disponível também para o PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Matosinhos será o primeiro município a implementar um Piloto para a criação do Mercado Local Voluntário de Carbono.
É um projeto do CEiiA que visa criar um ecossistema que incentiva os consumidores e empresas a tomarem decisões que baixem as emissões de CO2, criando, assim, créditos que podem ser comprados pelas empresas que ambicionam caminhar para a neutralidade carbónica.
A compra vai originar uma receita que poderá ser utilizada pelos municípios em atividades que também promovam uma economia verde, descarbonizada e circular, criando-se, assim, um círculo virtuoso, sendo todas estas transações registadas na plataforma tecnológica AYR.
Matosinhos será o primeiro município a implementar um piloto para a criação do Mercado Local Voluntário de Carbono. Este piloto irá permitir ao município interagir com os cidadãos e agentes económicos, encorajando-os e estimulando-os a adotarem comportamentos verdes, em troca de recompensas individuais através de descontos na aquisição de bens e serviços verdes, e de recompensas coletivas através do bem-estar gerado que os créditos comprados podem originar com o investimento que pode ser feito no município na economia verde
Estes são os objetivos dos “mercados locais voluntários de carbono”:
Contribuir para se atingir o compromisso de Portugal ser neutro em carbono em 2050;
Envolver os jovens, os cidadãos, empresas e os municípios a tomar decisões que promovam uma diminuição das emissões de CO2;
Definir o enquadramento necessário à criação de fundos locais de carbono, decorrentes do valor das compras dos créditos de carbono, que deverá ser investido em projetos que também contribuam para baixar as emissões de CO2;
Promover o desenvolvimento económico local através do estímulo da atividade das empresas associadas à cadeia de valor da economia verde e circular;
Incentivar as empresas que não conseguem eliminar por completo as suas emissões de CO2 a compensar as suas emissões comprando créditos de carbono.
A nova data de Halo Infinite vem coincidir com os 20 anos da saga.
Após uma revelação morna, onde a comunidade partilhou preocupações e criticou o aspeto geral de Halo Infinite, a 343 Industries revelou rapidamente que o seu jogo iria ser adiado para 2021. Agora, sabe-se mais especificamente quando, com uma janela de lançamento a apontar para o final desse ano. Ou seja, só mesmo lá mais para o final de 2021.
Este adiamento não só é um reflexo do impacto da atual pandemia global, que travou de alguma forma o desenvolvimento do jogo, como serve para garantir que o mesmo sai cá para fora o mais polido possível e à altura das expectativas que os fãs têm pela série e pelas capacidades das novas consolas Xbox.
Em comunicado, a 343 Industries dá destaque ao feedback recebido pela comunidade no que toca ao departamento visual e estético do jogo, admitindo que há um longo caminho pela frente, mas revela, também, segurança noutro aspeto importante, que é a jogabilidade, algo que a equipa considera que, na altura da revelação inicial, já estava dentro das expectativas de todos.
Juntamente com a revelação, a 343 Industries falou do modo multijogador free-to-play, indicando que irá haver conteúdos premium através de compras, mas que também haverá muito conteúdo estético para desbloquear através do progresso, desafios, eventos e, até, através da campanha. E claro, como não podia deixar de ser, tivemos também um novo olhar ao jogo através de imagens, maioritariamente focadas no multijogador.
Halo Infinite chegará à Xbox One, Xbox Series X e Series S e ao PC.
De modo a permitir aos consumidores a possibilidade de comprarem o presunto que mais desejam com maior conforto e comodidade, e a tempo deste Natal, eis que a Damatta, marca portuguesa de presuntos do Grupo Montalva, acaba de inaugurar a sua nova loja online.
A plataforma tem uma vasta oferta de presuntos da marca, uma coleção exclusiva e cuidadosamente selecionada dos melhores presuntos nacionais.
A loja online destaca a gama Damatta de presuntos inteiros com osso, com diferentes meses de cura, ideais para completar uma ceia em família ou para oferta a amigos ou parceiros e clientes de negócio. Nota ainda para a oferta de presunto em nacos e fatiados, bem como para duas opções de cabazes de Natal com um mix de presunto e enchidos regionais.
Os portes de envio são gratuitos e a Damatta entrega a vossa encomenda em somente dois dias úteis. Os pagamentos são feitos via MB Way ou referência Multibanco.
É o que diz a Anchorage, uma startup com ADN português, sediada nos Estados Unidos.
Apesar de 2020 estar a ser um ano atípico, para vários mercados e em diferentes setores da sociedade, há um aspeto que pode ser considerado como certo: a digitalização continua a dar passos largos – em áreas distintas – e a moeda não foi exceção. É com essa premissa que a Anchorage, uma startup com ADN português, sediada nos Estados Unidos, revela agora aquelas que serão as próximas tendências europeias, em 2021, no universo dos ativos digitais.
Stable coins prometem estabilidade
As stable coins (em português, “moedas estáveis”) são uma clara tendência em 2020 e, de acordo com a Anchorage, continuarão a sê-lo no próximo ano. Esta nova classe de criptomoeda tenta oferecer estabilidade de preços e é apoiada pelos chamados “ativos de reserva”. As vantagens desta nova classe de moeda são, sobretudo, o processamento instantâneo nas transações e a segurança e privacidade – no geral, associadas às criptomoedas – combinados com as avaliações estáveis, sem volatilidade, das chamadas moedas FIAT, ou seja, as tradicionais, emitidas pelos Governos – como o Euro ou o Dólar.
Atualmente, uma das stable coins mais conhecidas é a Libra, anunciada pelo Facebook, que já despertou o interesse europeu e lançou a discussão à volta da regulação deste tipo de moedas.
“Proof-of-Stake”: um algoritmo de eleição
No universo das moedas digitais, a Bitcoin assume-se como uma das criptomoedas mais conhecidas, e seguramente a mais valiosa, tendo este mês ultrapassado os 19.000 dólares de valorização. Contudo, o seu algoritmo na blockchain – o chamado Proof-of-Work (em português, prova de trabalho) – requer muita energia e esforço. A alternativa, o Proof-of-Stake (prova de participação) tem vindo a ser apontada como uma solução mais vantajosa e viável, já que não utiliza o sistema de mineração (operação descentralizada de utilização de computadores de alta potência que resolvem problemas complexos de matemática computacional para aumentar a segurança), mas sim um sistema de blocos aleatórios, requerendo menos energia computacional.
COVID-19 trouxe mais moedas e podem vir aí novas plataformas de armazenamento
As moedas digitais permitem um meio de comunicação e transação seguro, sem depender da troca física de dinheiro. Com o aumento do trabalho remoto e a inerente dispersão geográfica, a capacidade de enviar e receber fundos sem limitações despertou o interesse mundial nestes ativos digitais. De acordo com a CoinMarketCap, existem atualmente 3847 moedas digitais – muitas delas criadas em 2020 – que representam já um mercado de 522,7 mil milhões de dólares.
Por sua vez, o número de plataformas que aceitam criptomoedas não aumentou significativamente em 2020, algo que a Anchorage prevê que se vá alterar no próximo ano, já que estão previstos novos ativos. Também a partir de 2021, os bancos americanos já estarão autorizados a armazenar criptomoedas.
A criptomoeda como transação e não como reserva de valor
À semelhança do ouro, as criptomoedas ainda são consideradas, em certa medida, como uma reserva de valor.
Mas o cenário pode alterar-se em breve. Anúncios recentes como o da PayPal – que já permite aos seus utilizadores americanos (e brevemente aos seus 300 milhões de utilizadores mundiais) movimentar criptomoedas – vieram mostrar ao público em geral que armazenar moedas digitais pode ser financeiramente interessante, tanto do ponto de vista das taxas, como também do ponto de vista operacional.
O futuro é Diem
Ainda antes de 2020 terminar, a Libra, a moeda digital anteriormente associada ao Facebook, anunciou a mudança de nome. Diem é o nome da nova moeda e da associação que a integra. A transição aconteceu numa altura em que, nomeadamente na Europa, se discute a regulação deste tipo de moeda e a utilização de dados pessoais como contrapartida à ausência de taxas nestas moedas.
De forma a demarcar-se de tudo isso, a Diem surge agora com uma estrutura e gestão independentes de qualquer organização e com o apoio de uma rede e comité técnico composto por especialistas da área, como a Anchorage, Novi, Bison Trails, Shopify ou Lyft. A Diem inclui monitorização da blockchain, do sistema de pagamentos e da Diem Reserve e utiliza um sistema de validação próprio, semelhante ao do Proof of Stake.
Para 2021, o mundo espera novos desafios, em áreas como a saúde, a economia ou o ambiente. Mas o próximo ano anseia também por soluções para diversos setores da sociedade, onde se inclui o universo das criptomoedas. Apontada, pela Anchorage, como uma tendência, a Diem trará com certeza novidades nos próximos meses e, como ela, outras moedas digitais desempenharão um importante papel à escala global.
Em ano de pandemia, é perfeitamente naturalmente que o coronavírus tenha sido a pesquisa mais popular em todo o mundo este ano. E como é óbvio, tal não foi exceção em Portugal.
“O que fazer na quarentena“ foi uma das questões mais populares no Google em Portugal. Os portugueses aprimoraram os seus conhecimentos de culinária e quiseram saber “como fazer pão“. Para quem teve habilidade para tal, perguntou ao Google “como fazer máscaras“ ou “como fazer desinfetante caseiro“.
Pesquisámos ainda por “dicas coronavirus“ para sabermos como nos prevenir, preocupámo-nos com o “estado de emergência“ e pesquisámos para perceber do que se tratava. De uma hora para a outra, novas palavras entraram no nosso dia a dia, e quisemos saber o seu significado e perguntámos ao Google “o que é lay off” ou “o que é mitigação“.
Mas como 2020 não foi só coronavírus, os portugueses também estiveram atentos às “eleições nos Estados Unidos“ e seguimos de perto os protagonistas “Trump“ e “Joe Biden“. Por cá, chorámos a morte de um ator bastante conhecido e querido do público português, “Pedro Lima“.
No futebol, o ano de 2020 foi recheado de surpresas e dilemas nas quatro linhas. Transferências milionárias, vitórias e derrotas moldaram a pesquisa dos portugueses. O enorme sucesso de “Bruno Fernandes“ no Manchester United, tornou-o o líder da tabela dos nomes nacionais mais populares em Portugal na pesquisa Google. “Cavani“ e a sua possível transferência para o Benfica foi outro dos interesses dos portugueses e que fez com que o jogador fosse o nome internacional mais popular nas pesquisas no Google.
A lista dos termos mais pesquisados pode ser consultada aqui.
A loja está localizada na Galeria Comercial Continente Modelo Torres Novas.
Há uma nova loja que vai ser inaugurada esta quinta-feira, dia 10 de dezembro, em Torres Novas. Falamos da ZU, marca de retalho especializado da Sonae MC que se dedica ao bem-estar e aos cuidados de saúde de cães e gatos.
A nova loja da marca fica localizada na Galeria Comercial Continente Modelo Torres Novas e abre já esta quinta-feira, dia 10 de dezembro. Com uma área de 31m2, a ZU disponibiliza artigos de alimentação, higiene, produtos veterinários e acessórios.
Com esta abertura, a ZU aumenta, assim, para 28 o número de espaços comerciais que tem em todo o país. Esta loja vai gerar quatro novos postos de trabalho.
E quer chegar a 75% da população portuguesa em 2021.
Quem o diz é Diogo Aires Conceição, o novo general manager da empresa para o mercado português. Em entrevista ao jornal ECO, o responsável planeia que a plataforma se transforme, já no próximo ano, numa “Amazon do immediate delivery”.
“Queremos testar aquilo que as pessoas não querem esperar um dia para receber, aquilo que as pessoas querem esperar 30 minutos para ter. Isso pode ser supermercados, bens de saúde e de beleza, pode ser roupa, flores, vinho, livros, eletrónica”, afirmou Diogo Aires Conceição ao jornal.
No fundo, iremos assistir à transformação do Uber Eats numa espécie de Glovo 2.0, plataforma que, desde o início, entrega tudo o que o cliente desejar, desde que caiba na mala. Com esta alteração, o Uber Eats poderá não só ser um verdadeiro concorrente da Glovo, como obrigar a concorrente a elevar o nível.
Esta novidade, que vai começar a ser testada em 2021, surge após este ano a plataforma de entrega de refeições ao domicílio ter disponibilizado produtos de mercearia aos seus clientes, algo que se tornou especialmente útil em tempos de confinamento.
De resto, sabe-se também que o serviço quer chegar a 75% da população portuguesa ao longo do próximo ano. Recentemente, o Uber Eats chegou às cidades de Castelo Branco, Trofa, Torres Novas, Portalegre e Felgueiras.
Um documentário que conta uma época tão recente, mas que parece ter sido noutra vida, com a evolução astronómica dos videojogos.
Os anos 80 foram marcados intensamente por um boom na indústria dos videojogos. Mais concretamente com o desenvolvimento das máquinas arcade, que vieram substituir as antigas máquinas mecânicas de pinball, febre que se prolongou até finais dos anos 90.
Na viragem do milénio, a evolução de renderização dos gráficos das consolas individuais veio ditar um fim repentino a tudo o que envolvia as clássicas máquinas gigantes, dotadas de joysticks e botões mecânicos super resistentes (até aos jogadores mais frustrados). Com isto, começaram também a desaparecer os salões de jogos, onde tanto tempo passei enquanto garoto.
Insert Coin é um documentário que explora a influência destas máquinas gigantes – que, de certa forma, servem de analogia aos dinossauros, neste caso dos videojogos – na sociedade e cultura Pop. Mais concretamente as arcade da Midway Games, anteriormente conhecida como Williams Electronics, sediada em Chicago, empresa que dominou o mercado dos salões de jogos nos Estados Unidos e faturou biliões em quarters (moedas de 25 cêntimos).
Ao longo deste documentário, assistimos a entrevistas íntimas e recheadas de boa disposição aos responsáveis pela criação e desenvolvimento jogos arcade icónicos, como Total Carnage, Terminator 2, Mortal Kombat e NBA Jam. Percebemos, também, que mais do que uma empresa de videojogos, a Midway Games era um grupo de amigos, amigos esses que, durante duas décadas, foram os grandes rockstars da indústria dos videojogos, sobretudo em solo americano. A influência nos jovens foi gigantesca, à semelhança da faturação, até que do dia para a noite deixou de o ser.
Desde muito cedo que, para além de lançar os seus jogos em formato arcade, a Midway também os adaptava às consolas individuais da altura (Nintendo, Sega, Atari, entre outras). No entanto, o que fazia vingar as consolas arcade era o facto da indústria dos videojogos estar numa fase muito rudimentar de gráficos, a desenvolver a um ritmo médio, e também porque as consolas individuais ainda eram caras para o consumidor comum. Coisa que mudou no final dos anos 90 e revolucionou essa indústria, deixando de ser rentável continuar a produzir sistemas arcade.
O documentário divide-se em capítulos, em contagem decrescente até os sistemas arcade chegarem a um fim. Os capítulos fazem um paralelismo inteligente, sendo descritos em “créditos”, cujo numerário vai decrescendo ao longo do documentário e até ao fim do mesmo, onde fecha com a clássica frase “Insert Coin“.
Além de revisitar muitos arquivos antigos de ouro, o documentário apresenta sempre testemunhos recheados de boa disposição por parte dos vários responsáveis pelo sucesso dos jogos arcade da Midway, bem como a sua visão e partilha de memórias relacionadas com a proliferação dos videojogos e o seu desenvolvimento acelerado com a viragem do milénio.
É um documentário com mais de uma hora e meia, mas que se vê e digere muito facilmente, graças à sua fluidez e construção simples e cativante. Caso os sistemas de videojogos arcade tenham feito parte da vossa vida como fizeram da minha, vão encontrar satisfação e nostalgia em Insert Coin. Ficam as saudades (bastantes) de conhecer e socializar em pessoa com outras pessoas em salões de jogos, onde moeda após moeda, os laços de amizade iam-se desenvolvendo ao mesmo ritmo que a nossa perícia nos videojogos.
Hoje em dia já é difícil encontrar destas máquinas arcade e, quando encontramos, o mais provável é estarem desligadas, servindo apenas como elemento de decoração. Isto porque a escassez de moedas de 20 escudos (ou 50 cêntimos) dentro desses dinossauros não só deixou de gerar lucro, como passou a dar despesa, não compensando sequer o gasto em eletricidade. Com o desligar da última tomada, morreram milhares de salões de jogos pelo mundo fora, substituindo a convivência orgânica, a socialização e a criação de laços de amizade fortes pelo individualismo e pelas amizades online à distância, muitas vezes com pessoas que nunca vão passar de uma voz nos auscultadores.
Não me interpretem mal. Jogo e compro PlayStation desde a primeira que saiu e, apesar de preferir um bom jogo offline, jogo a minha quota parte online, até porque muitos jogos o exigem para serem aproveitados a 100%. Contudo, acho que o facto de atualmente existir algo mais prático e cómodo matou uma forma de encarar a cultura dos videojogos e mudou a forma como os jogamos (outrora muito importante, hoje cada vez mais escassa): jogar com amigos, na presença deles.
Pessoalmente, continuo a ser old school ao ponto de, sempre que compro uma nova consola, a minha prioridade (antes de investir em vários jogos) é certificar-me que tenho quatro comandos. Graças a isto, há muitos fins-de-semana em que, na minha sala, os vislumbres de um passado recente recriam o ambiente de um salão de jogos arcade, com a mesma felicidade, partilha e amizade. Claro que numa escala mais pequena, mas a verdade é que, durante essas efémeras horas (que passam a voar), sinto que o tempo para e sou invadido pela nostalgia e felicidade que sentia nos anos 90.
Enquanto via este documentário, só pensava nas saudades que tinha de ir a um salão de jogos gastar moedas de 20 e 50 escudos em consolas arcade. Sem querer, o documentário desbloqueou o meu subconsciente e, do nada, revisitei os últimos 20 anos da minha vida e percebi o que descrevi acima: apesar dos salões de jogos terem morrido, a ideologia, o objetivo e o propósito da cultura criada por eles continua bem viva em cada um de nós. Agora, tudo o que nos resta é passá-la aos jogadores mais novos para que, durante muitos anos, o mote “Insert Coin” continue a ser sinónimo de algo maior do que jogar online (ou seja, sozinho).
Insert Coin está disponível para compra/aluguer na Alamo.
Promete ser o primeiro grande festival de música do ano.
Está toda a gente a fazer figas para que o próximo ano marque o regresso à normalidade, pelo que é mais que compreensível que se marquem cada vez mais eventos. Hoje, foi dia de ficarmos a saber as datas para a 7ª edição do festival Montepio Às Vezes o Amor, que promete ser o primeiro grande evento de música de 2021.
O festival, cuja missão é a de celebrar o Dia dos Namorados, vai acontecer de norte a sul do país entre os dia 12 e 14 de fevereiro. E alguns nomes do cartaz já foram revelados.
O projeto Deixem o Pimba em Paz (12 de fevereiro no Coliseu dos Recreios e 13 de fevereiro no Coliseu Porto AGEAS), Moonspell (13 de fevereiro no Cine-Teatro Avenida, em Castelo Branco), Luísa Sobral (13 de fevereiro no Cine-Teatro Paraíso, em Tomar), Paulo Gonzo (13 de fevereiro no Teatro Virgínia, em Torres Novas), GNR (13 de fevereiro no Teatro Municipal de Vila do Conde) e Tiago Nacarato & Bárbara Tinoco (13 e 14 de fevereiro no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria) são algumas das confirmações no cartaz. Mais artistas serão revelados nos próximos dias.
Os bilhetes serão colocados à venda a partir de dia 14 de dezembro nos locais habituais.
Mas atenção que não terão muitos dias para ver este filme no grande ecrã.
Depois de ter feito a sua estreia nacional no festival de cinema Porto/Post/Doc, no Porto, David Byrne’s American Utopia, filme do realizador Spike Lee que é baseado no “disco e concerto” do músico norte-americano, vai chegar a Lisboa.
Mais especificamente ao Cinema Ideal. O conhecido espaço lisboeta vai ter em exibição, a partir de 10 de dezembro, a visão de Spike Lee do concerto American Utopia de David Byrne, que iluminou a Broadway no ano passado com a sua mistura de ritmo e ideias. Juntamente com uma banda vibrante e bailarinos, o ex-vocalista dos Talking Heads transformou a sua música num antídoto para as atuais divisões da América.
Spike Lee traz para o ecrã toda esta alegre encenação, num apelo vital para a união entre todos, para protestar contra a injustiça e, acima de tudo, para celebrar a vida.
O concerto American Utopia pôde ser visto entre outubro de 2019 e fevereiro deste ano no palco do Hudson Theater, na Broadway. David Byrne e uma banda banda de 11 músicos, todos descalços e vestidos de cinzento, interpretaram clássicos dos Talking Heads, canções do álbum American Utopia e até uma versão de Janelle Monáe, sempre com resposta entusiástica do público.
Muito podem não saber, mas a plataforma CustoJusto chegou a Portugal há 12 anos pela mão do grupo de media escandinavo Schibsted, resultando da conversão para o mercado português do site de classificados sueco, Blocket.se.
Nestes 12 anos, um dos primeiros portais de classificados a operar no mercado nacional, recebeu 850 milhões de visitas que geraram 15 mil milhões de pageviews. Já foram publicados mais de 30 milhões de anúncios e vendidos cerca de 2,4 milhões de artigos a partir do CustoJusto.pt.
Com capital maioritariamente nacional, o CustoJusto.pt está sediado no Porto e disponibiliza atualmente mais de um milhão de anúncios, que incluem artigos como carros, casas, artigos para o lar, eletrónica e também ofertas de emprego.
Uma diferença de 190€ em relação ao novo Mac mini… que é um computador.
Chegam ainda este mês e prometem causar impacto, nem que seja devido ao seu preço impressionante. Falamos dos AirPods Max, os novos auscultadores da Apple.
Da almofada ao arco, diz a Apple que “os AirPods Max foram concebidos a pensar no isolamento acústico adaptado a muitos formatos de cabeça, para poder mergulhar na pureza do som”.
Por exemplo, o arco é feito em malha de rede respirável, distribuindo o peso para reduzir a pressão na cabeça. Já a estrutura em aço inoxidável dos AirPods Max é envolta num material suave ao toque para proporcionar uma harmonia notável entre resistência, flexibilidade e conforto. Destaque ainda para os braços telescópicos, que se expandem e ficam na posição que desejarem, permitindo manter o ajuste e o isolamento.
No que toca às conchas dos AirPods Max, estas são em alumínio anodizado e incluem um mecanismo que faz com que cada uma rode de forma independente para equilibrar a pressão. Em relação às almofadas, que foram fabricadas em espuma viscoelástica com design acústico, o que permite um isolamento envolvente, contam também com um tecido especial em malha para garantir o máximo conforto.
Para que tudo funcione, os AirPods Max contam com a Digital Crown, um botão que roda e que permite controlar o volume, mudar de música e atender chamadas. E claro, o emparelhamento com os dispositivos Apple é tão fácil que nem precisa de qualquer explicação.
Relativamente às características técnicas, os AirPods Max contam com o processador H1 da Apple em cada concha, nove microfones no total, transdutor dinâmico desenvolvido pela Apple, cancelamento ativo de ruído, áudio espacial com seguimento dinâmico da posição da cabeça.
Os AirPods Max têm ainda uma série de sensores, Bluetooth 5.0 e promete uma autonomia de até 20 horas, embora tal tenha de ser comprovado em futuros testes. A marca refere ainda que cinco minutos de carregamento equivale a cerca de 1,5 horas de autonomia.
Os novos auscultadores da Apple ficam disponíveis ainda este mês, mas já os podem adquirir pela “módica” quantia de 629€. Sim, estamos a falar de uma diferença de 190€ em relação ao novo Mac mini… que é um computador.
Curiosamente, a Apple refere que os AirPods Max requerem a versão mais recente do software instalado em cada dispositivo Apple. Como é óbvio, tal não significa que eles não sejam compatíveis com outros dispositivos fora do ecossistema Apple, até porque funcionam à base de Bluetooth, mas se os utilizarem com um iPhone, iPod Touch, iPad, Apple Watch, Mac ou Apple TV, aí terão acesso a 100% das suas potencialidades.
Quem nos segue sabe que somos fãs da plataforma myNestlé, onde podem não só ter acesso a descontos, como podem participar em várias campanhas de reembolso de produto, sendo ainda possível pedir diversas amostras grátis.
Até aqui, tem sido possível acumular pontos de forma recorrente através da abertura das newsletters, na participação em passatempos, no dia do nosso aniversário e, ainda, caso adquiramos o produto do mês.
Agora, há uma nova forma de ganhar: através de convites enviados para amigos. Neste caso, devem partilhar o vosso código com amigos ou conhecidos, sendo que estes terão de validar o respetivo número de telemóvel para que a atribuição dos pontos possa ser feita. Caso não estejam registados na plataforma e queiram utilizar o nosso código, é o 3AU1I2Z1. Ganham logo 10 pontos.
Atenção. Apesar de poderem convidar quantos amigos desejarem, só irão ganhar pontos por um máximo de cinco amigos convidados por mês. Cada amigo vale 10 pontos, pelo que poderão ganhar, no máximo, 50 pontos por mês com esta novidade.
Apesar de as ofertas da plataforma myNestlé não serem tão vantajosas como antes, podem depois rebater os vossos pontos em descontos e em amostras grátis. Basta que fiquem atentos ao site.
“As idas à Padaria vão saber ainda melhor!” É assim que a marca A Padaria Portuguesa apresenta a sua aplicação oficial para smartphones, cujo objetivo é o de evitar grandes concentrações em loja. Afinal, em tempos de pandemia, isto é algo que faz todo o sentido.
Basicamente, podem a partir de agora fazer um pedido através da app enquanto estão a caminho da loja. Escolhem o que desejam comer, pagam e, no final de tudo, recebem um alerta quando o pedido estiver pronto. Depois basta levantar, tendo os utilizadores de escolher na aplicação se desejam consumir na loja ou levar para fora.
A app é muito fácil de utilizar. Começam por criar conta, depois escolhem a loja d’A Padaria Portuguesa que esteja mais perto do local onde se encontram e, a partir daí, é ir selecionando o que desejam consumir. Já no carrinho de compras, poderão deixar alguma indicação no campo das “Observações”, caso pretendam algo em específico.
O melhor de tudo? Não só podem pagar com cartão de débito/crédito, como via MB Way, o que vai dar muito jeito.
A Padaria Portuguesa garante ainda que terá ofertas e descontos exclusivos, pelo que, se são fãs da marca, comecem já a usar esta app.
Sai a 26 de fevereiro, mas já podem garantir o vosso, bem como uns mimos extra.
Chama-se Hermitage, foi gravado e misturado por Jaime Gomez Arellano (Paradise Lost, Ghost) nos estúdios Orgone, em Inglaterra, e tem edição marcada para 26 de fevereiro de 2021 com o selo Alma Mater Records, numa parceria internacional com a Napalm Records.
O 13º disco de originais dos Moonspell promete remeter-nos para uma viagem através dos dias mais negros da História da Humanidade e que são, naturalmente, incontornáveis para a banda.
Esta é a tracklist:
The Greater Good
Common Prayers
All or Nothing
Hermitage
Entitlement
Solitarian
The Hermit Saints
Apophthegmata
Without Rule
City Quitter (Outro)
Deste disco Hermitage, já conhecemos o single “The Greater Good”, que se pauta por uma crítica e sátira ferozes à sociedade que se encontra subjacente na letra da canção. Já no próximo dia 10 de dezembro será lançado o vídeo do segundo single, “Common Prayers”, que foi filmado nas Grutas de Mira de Aire, uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal.
Se estão ansiosos pelo disco, já sabem que ainda vão ter de esperar um pouco, mas podem já adquiri-lo na pré-venda que se encontra a decorrer na FNAC. Existem várias edições do álbum à venda, sendo possível não só ter o disco autografado, como um tote bag da banda.
Além disso, caso adquiram Hermitage durante este período, receberão ainda um acesso individual para um showcase exclusivo da banda numa loja FNAC em Lisboa ou no Porto, com data ainda por definir. Mas atenção que este acesso é limitado às primeiras 20 compras de cada edição do novo álbum dos Moonspell.
É a primeira operadora a integrar as transmissões da RTP Arena nos seus serviços, em exclusivo nas boxes UMA.
Muitos podem não saber, mas a RTP Arena é uma plataforma online dedicada à emissão e divulgação de campeonatos nacionais e internacionais de videojogos. Para o sucesso deste projeto, iniciado em 2016, têm contribuído igualmente algumas parcerias cruciais que têm sido desenvolvidas, como por exemplo a Twitch, líder mundial do mercado de transmissão de videojogos ao vivo.
Pois bem, há mais uma forma de ver estes torneios. É que, na posição 510 da NOS, está agora disponível o canal RTP Arena.
É a primeira operadora a integrar as transmissões da RTP Arena nos seus serviços, em exclusivo nas boxes UMA.
Os amantes de CS:GO vão poder acompanhar diariamente, de 8 a 20 de dezembro, a grande final da temporada BLAST Premier Fall, bem como o IEM Global Challenge em exclusivo e em português. Duas competições que juntam as melhores equipas de CS:GO do mundo e com milhões de dólares em jogo.