A Parte 5 divide-se em dois volumes, com datas de estreia diferentes.
A Netflix acaba de revelar a data de estreia da última parte da mega popular série La casa de papel. O roubo mais famoso da história vai chegar ao fim em dois volumes de cinco episódios cada, o que significa que esta Parte 5 chegará em momentos diferentes. Ou seja, são somente mais 10 episódios até ao adeus definitivo a La casa de papel.
Os primeiros cinco episódios (Volume 1) estreiam a 3 de setembro, ao passo que os últimos cinco (Volume 2) chegam à plataforma de streaming a 3 de dezembro. São três meses de diferença.
Eis a sinopse: “O grupo está trancado no Banco de Espanha há mais de 100 horas e, apesar de ter conseguido resgatar Lisboa, passa por um momento complicado depois de perder um dos elementos. O Professor foi capturado por Sierra e, pela primeira vez, não elaborou um plano de fuga. E quando parecia que nada podia piorar, eis que chega um novo inimigo muito mais poderoso do que qualquer outro: o exército. O fim do maior roubo da história está próximo e o que começou como um roubo transformou-se numa guerra.”
La casa de papel é um mega sucesso da Netflix e foi criada por Álex Pina, que recentemente levou até à plataforma a série Sky Rojo.
Após muita antecipação, a Marvelrevelou finalmente o primeiro trailer para o seu próximo épico de fantasia e ficção, Marvel’s Eternals.
Já tinhamos visto uns trechos no vídeo de celebração do regresso ao cinema lançado pela Marvel, mas agora temos mais imagens para alimentar a imaginação dos fãs. Sim, trata-se apenas de um teaser.
A ação é pouca, mas os planos são belos, e temos um pouco do que nos espera a nível de história: uma jornada ao longo da história da humanidade e das suas conquistas, observadas pelo elenco desta aventura, os Eternos.
O filme é realizado por Chloé Zhao, que ganhou este ano os Óscares de Melhor Realização e de Melhor Filme com Nomadland, marcando-se como a primeira mulher asiática a receber o prémio de realização dos Óscares.
Com um elenco de luxo, Eternals conta com a participação de Angelina Jolie, Salma Hayek, Gemma Chan, Richard Madden, Kit Harington, Kumail Nanjiani, Brian Tyree Henry, Barry Keoghan, Lauren Didloff, Ma Dong-seok, Lia McHugh e muitos mais. Mas só poderemos vê-los em ação, após alguns adiamentos, em novembro, quando Eternals estrear nos cinemas.
A CNN é uma referência global de topo na informação rigorosa, livre e independente. Disso ninguém parece ter dúvidas. O que podem não saber é que, em breve, vai chegar uma versão portuguesa do canal.
A criação da CNN Portugal acontece graças a um “memorando de entendimento para um acordo de licenciamento entre o Grupo Media Capital e a CNN”, diz um comunicado. E apesar do canal ser programado e operado pela holding portuguesa, a própria CNN “fornecerá formação, consultoria e acesso a conteúdo de todo o portfólio da CNN”. No fundo, é uma parceria cujos moldes são semelhantes àqueles que deram origem à CNN Brasil.
Além disso, segundo avança o jornal ECO, este aparecimento da CNN Portugal servirá para substituir o canal de informação TVI24.
De resto, não existem mais detalhes que tenham sido revelados ao público. Para já, após a fase de discussão com as autoridades reguladoras e o cumprimento das atividades, sabe-se que “a Media Capital fornecerá todas as atualizações e informações sobre este projeto que prestigia Portugal e a língua portuguesa”.
E uma coisa é certa: com este acordo, abre-se um novo capítulo na história da televisão em Portugal.
O festival deveria realizar-se em junho deste ano.
Foi anunciado em setembro do ano passado e prometia um cartaz espetacular. Falamos, claro, do festival eletrónico Electric Daisy Carnival (EDC), que escolheu Portugal como o país para iniciar a sua expansão a nível europeu.
Previsto para junho deste ano, o festival, a ter lugar na Praia da Rocha, em Portimão, no Algarve, não vai acontecer em 2021 devido à pandemia de COVID-19. Apesar de Portugal estar, neste momento, numa situação relativamente tranquila no que diz respeito ao novo coronavírus, a verdade é que essa não é uma realidade noutros países. Dito isto, e tendo em conta todas as dificuldades e restrições de viagens para viajar para Portugal, a organização optou pela decisão mais sensata: não realizar o EDC este ano.
Assim, apontem na agenda: 17, 18 e 19 de junho de 2022 são os dias programados para este festival eletrónico. Aqueles que compraram bilhete deverão ter recebido um email este mês a dar conta de duas hipóteses: ou manter o bilhete para a próxima edição ou pedir um reembolso.
No que toca ao cartaz, o EDC está neste momento a trabalhar nisso mesmo, pelo que conta dar novidades em breve. Recorde-se que, para a edição deste ano, estavam confirmados nomes como Armin Van Buuren, Alesso, Alok, Chus & Ceballos, Dimitri Vegas & Like Mike, Diplo, marshmello, Netsky, Paul Kalkbrenner, Richie Hawtin, Scooter e Tiësto, entre muitos outros.
As funções exclusivas na PlayStation 5 estão menos… exclusivas.
Colocaram as mãos num DualSense, mas em vez de o usarem numa PlayStation 5, usam-no no PC? Há um jogo capaz de explorar algumas das funções exclusivas deste fantástico comando.
Metro Exodus recebeu uma espécie de remasterização com a sua Enhanced Edition e já chegou ao PC, sendo que uma das suas novidades é que esta versão inclui suporte do DualSense.
Reportado no Twitter, os jogadores podem tirar partido de feedback háptico e dos gatilhos adaptativos, que se ajustam à utilização de armas, onde por exemplo o gatilho reage de forma realista.
Esta capacidade foi desbloqueada após a mais recente atualização de Metro Exodus: Enhanced Edition, mas só funciona se o comando estiver ligado por cabo ao PC.
Curiosamente, a versão PlayStation 5 de Metro Exodus: Enhanced Edition só chega a 18 de junho, juntamente com a da Xbox Series X|S.
Atualmente, o DualSense faz parte da lista de comandos compatíveis com a Steam, mas, como seria de esperar, as novidades do comando estão fora das capacidades suportadas. Pelos vistos, será por pouco tempo.
Mas atenção: esta é uma edição especial e limitada a apenas 1906.
O final da época 2010/2021 deixou em êxtase milhares de adeptos do Sporting Clube de Portugal, após a conquista do 23º campeonato para o futebol profissional – o feito não acontecia há 19 anos (2002). Para celebrar o acontecimento, e já depois de a Olá ter criado um gelado Perna de Pau alusivo à conquista, eis que a Sociedade Agrícola de Pias vai agora criar um vinho especial de homenagem – o Gloria 1906, uma edição especial e limitada a apenas 1906 garrafas.
O projeto começou a ser pensado em 2020, inspirado pela entusiasmante saga de vitórias da equipa leonina que instalava a esperança de que esta seria uma época histórica para o Sporting. Foi nessa altura que um grupo de amigos composto por Rui Pinto, autor da ideia inicial, Rafael Baptista, Luís Pedro Duarte e Carlos Figueiredo, desafiaram Luís Margaça, sócio-gerente da Sociedade Agrícola de Pias – Família Margaça, e também simpatizante do clube, a reservar uma colheita especial para preparar aquele que poderia ser o vinho de celebração do campeonato.
A escolha recaiu sobre um tinto, reserva especial, marcado pelo carácter forte e garra do Alentejo, atributos que acreditam ser partilhados com os fiéis adeptos do Sporting. Após a seleção, o vinho foi submetido a um estágio de seis meses em barricas de carvalho francês para potenciar todos os seus sabores originais, estrutura e complexidade. O resultado é um conjunto caracterizado pelo bouquet aromático, com notas de frutos vermelhos maduros e nuances de especiaria fina e baunilha. Um vinho elegante, com acidez moderada, refrescante e sedoso, onde predominam as castas Aragonez, Castelão e Syrah.
Especial é também todo o packaging criado para envolver cuidadosamente esta edição exclusiva. A garrafa vem acondicionada numa elegante e sofisticada caixa com o ano de fundação do clube, 1906, em destaque num estampado a ouro na face principal e numa gravação de baixo relevo na base. Todas as embalagens são feitas à mão e numeradas para garantir a exclusividade.
Se são adeptos do Sporting, não podem mesmo perder esta edição limitada. O Gloria 1906 custa 49,06€, sendo que as encomendas podem ser feitas através do site oficial, ligando para o 928129293 ou enviando um email.
Como é de esperar, a segunda edição acontece ainda antes do mês terminar.
É já esta sexta-feira, dia 28 de maio, e no dia a seguir, que o Parque Urbano do Seixal recebe a segunda edição do Festival do Maio, uma iniciativa da Câmara Municipal do Seixal, com direção artística de Luís Varatojo.
A programação assenta em dois eixos fundamentais: a preservação da memória, trazendo a palco o legado histórico da música de intervenção e protesto; e as lutas atuais, dando voz a novos artistas e novos géneros musicais.
No dia 28 de maio, sobem ao palco A Garota Não, Luta Livre e Ana Tijoux; no dia 29 é a vez de Bezegol, Sérgio Godinho e Slow J.
Em cada um dos dias, nos intervalos entre as atuações, serão mostrados vídeos em que atores e cantores interpretam poemas marcantes da poesia de cunho interventivo, que versam sobre temas como a paz, o trabalho, a mulher, o racismo e a liberdade, da autoria de, entre outros, António Gedeão, Sidónio Muralha, Manuel Alegre, Ary dos Santos, Vinicius de Moraes e Luís Silva (Cuti).
Além das propostas musicais, haverá uma zona de street food no recinto, cumprindo todas as normas das autoridades de saúde.
O bilhete diário custa 5€, havendo ainda o bilhete pack grupo (bilhete diário para quatro pessoas/entrada em simultâneo) por 15€. Para as crianças até aos 12 anos (inclusive), o custo da entrada é de 2,5€.
As portas abrem às 19h, sendo que o primeiro espetáculo começa às 20h. O evento irá durar até às 23h30.
Foi em maio de 2019 que tudo mudou para a Huawei. Até então, a marca chinesa conquistava o mercado de smartphones a um ritmo galopante, mas foi quando a administração de Donald Trump, antigo presidente dos Estados Unidos da América, impôs restrições à tecnológica, impedindo de utilizar os serviços da Google nos seus smartphones, que o panorama alterou radicalmente. Na prática, era impossível utilizar apps como Gmail, YouTube e afins, a não ser que se recorresse a métodos alternativos. E os clientes não estavam para isso, como é óbvio.
Com isso, que resultou no declínio da marca e na consequente fraca venda de smartphones, a Huawei não teve outra hipótese a não ser vender a sua sub-marca Honor a um consórcio de empresas chinesas ainda em 2019.
A partir daí, e ao ser uma “nova” e independente marca, a Honor focou-se em retomar parcerias com empresas como a Qualcomm, Intel e muitas outras. A Google, porém, era uma das que continuavam a faltar até agora, mas parece que isso vai deixar de ser um problema.
No Twitter, a conta HonorDE (da Alemanha) confirmou que a parceria com a Google está de regresso. Ao responder a uma questão de um utilizador sobre um novo smartphone, a marca adiantou que o novo equipamento virá com os GMS (Google Mobile Services) instalados de raiz e prontos a funcionar.
Por outras palavras, o Honor 50 será o primeiro smartphone da marca a voltar a contar com os serviços da Google.
Resta-nos agora esperar para ver como decorrerá este “comeback” da Honor ao mercado, onde outrora chegou a deter uma percentagem digna de market share.
Anunciado no mês passado na Xbox Wire, Dragon Quest Builders 2 já chegou à Xbox One, Xbox Series X|S – via retrocompatibilidade – e Windows 10. O jogo também foi lançado no Xbox Game Pass (Cloud, Console e PC).
Embora o spin-off focado na construção da lendária série Dragon Quest esteja no mercado há algum tempo, esta é a primeira aparição na plataforma Xbox.
Dragon Quest Builders 2: Conhecendo o jogo
Para os fãs antigos, Dragon Quest Builders 2 é um spinoff inspirado no Minecraft da lendária franquia criada por Yuji Horii, Akira Toriyama e o compositor Koichi Sugiyama.
O RPG de construção de blocos mantém o mesmo modelo de arte charmoso e personagens peculiares da série original, mas muda o foco do jogo para que possamos reunir recursos e construir a nossa própria cidade.
Como aspirantes a ‘Mestre Construtor’, cabe-nos explorar o mundo em busca de recursos raros e defender as nossas criações de hordas assustadoras de inimigos zangados.
Muitos jogadores já tinham experimentado um pouco de Dragon Quest Builders 2 na Nintendo Switch, pelo que estavam muito ansiosos para jogar em modo multijogador cooperativo com os seus amigos na Xbox.
Com Cross Play entre consolas, PC e smartphones através de streaming na cloud, este é um título fantástico para jogar com os amigos, tal como costumávamos fazer no Minecraft.
Ficaram com saudades? Façam download de Minecraft de forma rápida e fácil e tenham sempre à disposição este clássico que popularizou os jogos de construção.
Explicando o multiplayer do Dragon Quest Builders 2
Existem inúmeras formas de jogar o modo multijogador em Dragon Quest Builders 2, além do título que separa o multijogador do jogo principal.
Preparámos um guia para jogar multijogador em Dragon Quest Builders 2. Vamos detalhar exatamente o que precisam de fazer para desbloquear o modo (seja a jogar online ou sem fios localmente) e explicar como começam o modo multijogador.
Como jogar com amigos online?
Para desbloquearem as funcionalidades multijogador de Dragon Quest Builders 2, têm de, em primeiro lugar, completar a primeira ilha do jogo. Depois de Furrowfield estar limpo, podem voltar para a ilha onde o jogo começou.
Procurem uma missão que envolva uma Tábua de Pedra. Assim que completarem isto, desbloqueiam o Explorer’s Shores, onde podem aceder a um portal na praia para se juntarem ao Multiplayer Online.
Como funciona o Cross Play do jogo
Dragon Quest Builders 2 também está atualmente disponível para Playstation, Nintendo, PC e smartphones e, felizmente, a Square Enix está a permitir que os diferentes grupos joguem juntos.
Precisam de uma subscrição PS Plus se forem um jogador PS4 e um subscrição Nintendo Online se estiverem na Switch. Para jogarem na Xbox, basta ter o Xbox Game Pass e podem jogar ao lado dos vossos amigos, mesmo que tenham uma consola diferente.
Esta é uma grande funcionalidade que gera um maior envolvimento entre os jogadores. Neste momento de pandemia global, muitos jovens e adultos estão a usar os jogos como a principal forma de socialização.
Que áreas podem ser jogadas em modo multijogador?
O modo multijogador em Dragon Quest Builders 2 pode ser muito divertido, mas não esperem poder jogar o jogo inteiro ao lado dos vossos amigos.
Lembram-se da ilha que mencionámos antes? Bom, esta é uma ilha onde podem construir e criar o que quiserem.
Esta é, também, a área onde podem jogar multijogador, basicamente começando uma ilha com os vossos amigos. Podem “alojar” três amigos na vossa própria ilha ou saltar para o mundo de um amigo quando quiserem.
Existe uma forma local de jogar em modo cooperativo?
Se esperavam jogar Dragon Quest Builders 2 com um amigo em casa no mesmo sistema, estão sem sorte. Só podem jogar Dragon Quest Builders 2 Multiplayer online.
Isto significa que cada jogador irá necessitar do seu próprio sistema e cópia do jogo para jogar. Podem convidar os vossos amigos através da lista de amigos de cada sistema.
É por isso que a funcionalidade Cross Play é tão importante, pois permite que os amigos, mesmo aqueles que não usam a mesma consola, joguem ao vosso lado para, em conjunto, construir uma ilha magnífica.
Considerações finais
No geral, consideramos Dragon Quest Builders 2 tão satisfatório como Dragon Quest Builders, o que significa duas coisas:
Se gostaram tanto de DQB como nós, então vale a pena passar algumas horas a explorar este título;
Se já se fartaram da jogabilidade de fusão de sandbox/RPG de DQB e não querem revisitá-la, são livres de porem isso de lado.
No entanto, se são completamente novos na série Dragon Quest Builders, recomendamos sinceramente que dêem uma oportunidade a Dragon Quest Builders 2.
A mecânica é envolvente e gratificante, as histórias são mais tocantes do que se pode imaginar e os diálogos são, por vezes, super divertidos. Quer sejam um criador ou um destruidor, há algo para desfrutarem em Dragon Quest Builders 2.
E ganha um dia extra relativamente ao originalmente programado.
Foi em dezembro do ano passado que falámos pela primeira vez no Solnaro Festival, novo festival dedicado ao Hip Hop, Trap, Rap e R&B que devia acontecer pela primeira vez este ano. Porém, a pandemia veio trocar as voltas.
Originalmente agendado para 16 e 17 de julho de 2021, a organização, já em março deste ano, não teve outra hipótese a não ser passar o Solnaro para 2022, prometendo, na altura, uma super primeira edição. E parece que vai mesmo cumprir a promessa, a começar pelo número de dias de festival.
Passam a ser três dias de festa, ao invés dos dois dias de evento originalmente pensados. Assim, a edição de 2022 do Solnaro Music Festival acontecerá a 22, 23 e 24 de julho no mesmo local: Altice Forum Braga, que tem capacidade para mais de 20.000 pessoas.
Os bilhetes ficam disponíveis já a partir deste mês de maio e terão o custo de 40€ (bilhete diário) e 80€ (passe geral de três dias). Estes são preços early access, o que significa que, à medida que o tempo vai passando, também os preços vão sofrendo alterações, com os bilhetes a ficarem mais caros.
No que toca ao cartaz, a promotora We Feel Music promete novidades para os próximos dias.
Army of the Dead traz Zack Snyder de volta ao género de apocalipse zombie, apresentando uma história com muito entretenimento e guiada pela ação que irá agradar à maioria dos espectadores.
Sinopse:“Durante uma epidemia zombie em Las Vegas, um homem reúne um grupo de mercenários para levar a cabo um audacioso golpe: entrar na zona de quarentena para realizar o maior roubo de sempre.”
Zack Snyder está longe de ser um realizador consensual. Alguns espectadores realmente adoram o seu trabalho – Zack Snyder’s Justice League só foi possível devido a fãs extremamente apaixonados – enquanto outros não compreendem as razões por detrás do hype constante que rodeia os projetos do cineasta. Pessoalmente, apesar de não pertencer ao seu fandom enorme, aprecio imenso o seu trabalho fora da DCEU. Desde Dawn of the Dead a Watchmen, passando por 300, tenho estes filmes em grande consideração. No entanto, Batman v Superman: Dawn of Justice é inquestionavelmente uma das maiores desilusões cinematográficas da minha vida e é, sem dúvida, o filme que despoletou o início da opinião geral controversa sobre o realizador.
Normalmente, quando as pessoas se encontram numa fase de vida mais complicada, regressar às origens ajuda a voltar ao caminho mais saudável, que é precisamente o que Snyder faz aqui. O género de apocalipse zombie existe há décadas, mas, desde o início do novo século, o público testemunhou uma narrativa, que em tempos foi única e entusiasmante, tornar-se uma das peças de storytelling mais refeitas, genéricas e formulaicas atuais. Esta última afirmação não significa que algumas obras de arte não possam ser encontradas. Desde provavelmente o melhor filme de zombies de sempre, Train to Busan, até ao clássico cómico Zombieland, existem filmes verdadeiramente fantásticos dentro deste género. Sendo assim, qual é a posição de Army of the Dead?
Algures no meio, rotulado como “good fun”, que é tudo aquilo que antecipava deste filme da Netflix. Permitam-me retirar algo do caminho imediatamente: este filme parece, soa e sente-se como uma obra de Snyder. Inúmeros planos extra-estilizados, longas cenas em câmara lenta, uma quantidade avassaladora de sangue e gore, escolhas bizarras de música, uma duração de duas horas e meia… para o melhor e para o pior, ninguém se pode queixar de interferências do estúdio desta vez. Claramente, o famoso realizador teve total liberdade criativa, e tal é provado através de todos os aspetos positivos e negativos do filme. Felizmente, o estilo de filmmaking de Snyder não só se enquadra bem neste género, como também funciona para o argumento simples e guiado por entretenimento.
A grande maioria dos espectadores irá clicar em “play” na esperança de receber um filme de zombies com imensa ação, divertido e descomplicado, com todos os atributos que estas personagens canibais possuem. Com exceção de uma linha narrativa genuinamente interessante – embora vista em outras películas – sobre um tipo específico de zombies, tudo o resto é praticamente aquilo que se tem visto ao longo das últimas duas décadas, o que pode ser dececionante, mas ainda assim altamente desfrutável. Desde a forma como as pessoas os podem matar ao tempo que cada pessoa infetada demora para se tornar um zombie, todos os clichês conhecidos estão presentes neste filme. Honestamente, nenhum me incomoda realmente, a menos que sejam repetidos até à exaustão, o que não acredito que Army of the Dead faça assim tanto.
As sequências de ação são todas bem filmadas, mas admito que esperava maior qualidade. A maioria das cenas são simplesmente personagens a disparar aleatoriamente, conseguindo headshots insanos que os espectadores terão de aceitar como algo normal, o que não deve ser muito difícil, tendo em conta os filmes de ação de hoje em dia. Ocasionalmente, surgem combates um-para-um ou um-para-muitos, o que eleva os níveis de adrenalina ao focar naquela única personagem, mas depois retornam aos tiroteios algo cansativos. Snyder pede ao público para aceitar várias decisões absurdas tanto ao nível do enredo como das próprias personagens, por isso, vai ser sempre uma questão do quanto aguentam até começar a ser demasiado…
Pessoalmente, estas questões lógicas não me chateiam muito – o terceiro ato ridículo chega a testar os meus limites, admito. No entanto, a falta de desenvolvimento de personagens e de uma preocupação geral para com todos no filme será sempre um problema tremendo, especialmente quando os momentos supostamente emocionais e sinceros acabam por ter impacto nulo. Duvido que alguém fique surpreendido ao descobrir que morrem pessoas neste filme para além dos zombies, consequentemente trazendo equilíbrio de tom para a mesa. Obviamente, nem todas as personagens precisam de receber uma backstory profunda e motivações complexas, mas não custa nada contar aos espectadores um pouco sobre as pessoas que vão para a zona de perigo de forma a que as sequências de ação possam carregar mais tensão.
Sem quaisquer spoilers, existe um período no filme em que começa uma contagem decrescente mortal e tudo o que ocorre desde o início dessa contagem até ao momento climático não se diferencia de nenhuma outra sequência do filme. A falta de tensão e de sentido de urgência acaba por impedir esta obra de ser uma das melhores. No geral, é um blockbuster de zombies que oferece uma explosão de diversão, mas acredito firmemente que podia ter sido muito melhor. Dave Bautista (My Spy, Avengers: Endgame) é o destaque absoluto, interpretando a única personagem totalmente desenvolvida do filme. Ella Purnell (Wildlike), Omari Hardwick (Sorry to Bother You) e Nora Arnezeder (Origin) também entregam boas prestações.
Finalmente, uma observação que deve ser feita sobre a relação entre estúdios e cineastas. Embora seja a favor da liberdade criativa, deve haver sempre um compromisso entre ambas as partes. Snyder não ganhou fama por não editar eficientemente os seus filmes por acaso. Army of the Dead é, como a maioria da sua filmografia, desnecessariamente longo. As “deletes scenes” que vão em Blu-rays não existem por pura exibição. Não se encontra um único filme na história do cinema onde todos os segundos gravados sejam ouro cinematográfico. A duração perfeita é algo que os estúdios podem ajudar os cineastas a conseguir com mais precisão. No final, considero que este filme se move rapidamente através da sua história direta, logo o tempo de ecrã excessivo pode não ser um problema tão grande para outros espectadores.
Army of the Dead traz Zack Snyder de volta ao género de apocalipse zombie, apresentando uma história com muito entretenimento e guiada pela ação que irá agradar à maioria dos espectadores. Com o estilo de filmmaking distinto e divisivo completamente livre de restrições, para o melhor e para o pior, o destaque Dave Bautista e a sua equipa lutam contra clichês, falta de desenvolvimento de personagens e uma duração excessiva para ainda conseguir oferecer entusiasmo que chegue.
A falta de tensão e urgência prejudicam algumas das últimas sequências de ação, mas todas são bem filmadas e carregadas de energia. A produção artística e os efeitos visuais excecionais não são suficientes para compensar o argumento previsivelmente formulaico, especialmente quando o único enredo interessante relativo aos zombies é apenas parcialmente explorado.
No geral, é a definição de “good fun”, por isso, se o vosso fim-de-semana possuir duas horas e meia sem qualquer atividade, a Netflix tem o meu apoio.
Dois anos depois, a Fórmula 1 esteve de volta às ruas do principado para um Grande Prémio do Mónaco onde, como habitual, a estratégia é essencial… mesmo quando corre mal. Max Verstappen usou as 78 voltas ao traçado para subir ao lugar mais alto do pódio e passar Lewis Hamilton na luta pelo título de Campeão do Mundo de Fórmula 1, num fim de semana onde Vettel voltou a pontuar.
Se no último Grande Prémio, em Espanha, tínhamos visto a Mercedes a ganhar à Red Bull devido a decisões bem conseguidas no campo da estratégia para cada uma das provas, desta vez, no Grande Prémio do Mónaco, as coisas foram um pouco diferentes… já que foram os erros e as más decisões de estratégia que deram a vitória a Max Verstappen e atiraram Lewis Hamilton para um, nada honroso, sétimo lugar.
Tudo começou quando, no sábado, durante os últimos minutos da sessão de qualificação 3, o Ferrari de Charles Leclerc foi contra o muro à saída da chicana das piscinas. Com cerca de 24 horas para resolver a situação, a Ferrari decidiu não trocar de caixa de velocidades, evitando a penalização de cinco lugares na grid, e, assim, manter a pole conquistada pelo piloto monegasco na tarde de sábado. Correu mal à equipa italiana: o monologar não estava em condições e Charles Leclerc teve que ver o seu Grande Prémio da pit lane após ter sentido problemas no carro durante a volta de aquecimento, deixando assim pouco tempo à equipa para conseguir reparar o carro a tempo.
Com Leclerc de fora, era Max que partia em posição de vantagem, e assim continuou depois da primeira curva. Um bom arranque do piloto holandês fez com que Valtteri Bottas não conseguisse conquistar posição alguma na altura que menos complicado seria, já que o Grande Prémio do Mónaco é uma corrida de gestão e, acima de tudo, de paciência.
22 voltas passadas e as posições continuavam parecidas. As primeiras ultrapassagens iam agora começar a acontecer, mas apenas porque Verstappen estava agora perto de começar a dobrar os primeiros carros, começando pelo Haas de Nikita Mazepin. Nesta altura, o piloto russo da Haas contava também já com uma bandeira Preta e Branca por não respeitar os limites da pista na curva 10. Lando Norris, da McLaren, que seguia em P4, também já tinha o mesmo aviso… à próxima infração são cinco segundos de penalização.
Volta 30 e Hamilton entra nas pits, foi o primeiro piloto a fazê-lo e, sinceramente, a decisão da equipa não foi a mais acertada, já que o piloto britânico acabou, no decorrer da corrida, a perder posições em pista para carros que pararam mais tarde. Pouco tempo depois da primeira decisão errada, apareceu o primeiro azar para a Mercedes: Valtteri Bottas entra nas boxes, mas a roda frontal do lado esquerdo não quis sair e o finlandês também já não o fez. DNF na volta 32.
Dois dos candidatos ao Pódio de fora, uma por decisões menos acertadas e outro por puro azar. Quero apenas esclarecer que falo de Leclerc e Bottas, porque Hamilton, ao acabar a qualificação em P7, nunca poderia querer ser candidato ao pódio num circuito como o do Mónaco.
Faltam 40 voltas para o fim e Vettel, ao sair da pit lane após a sua paragem, consegue ganhar posição a Pierre Gasly e subir para P5, deixando o piloto da AlphaTauri em P6 e Hamilton em P7. O piloto alemão da Aston Martin acabaria mesmo por voltar aos pontos e ainda conquistar a votação dos fãs para “Piloto do dia”.
Que bom que foi voltar a ver um sorriso, espero eu, na cara de Vettel. Quem não sorria era Hamilton, que se mostrava cada vez mais frustrado por não conseguir fazer o que geralmente faz sem dificuldade – ultrapassar.
Verstappen em primeiro, Sainz Jr. em segundo e Lando Norris em terceiro. (Spoiler Alert: acabou assim):
Tudo igual…
Tudo igual…
Tudo igual.
Ok, faltam cinco ou seis voltas para o fim e a batalha para P3 está animada. Sergio Pérez já conseguiu, no seu Red Bull, aproximar-se do piloto britânico da McLaren, e até chegou a estar em zona de DRS, mas no Mónaco nem o extra que o DRS fornece é suficiente para conseguir ultrapassar. Lando Norris acaba por conseguir proteger a sua posição até ao fim e acaba a corrida num glorioso terceiro lugar. O jovem piloto sobe assim, pela primeira vez, ao pódio no Mónaco, mostrando que tem tudo para ser, no futuro, um dos nomes maiores na Fórmula 1.
Destaque ainda para os Haas que acabaram com três voltas de atraso para o líder e, claro, para a grande corrida de Carlos Sainz Jr. O piloto espanhol, após ter visto a sua última volta da Q3 abortada devido ao acidente do seu colega de equipa, conseguiu (obrigado Mercedes, diz ele) fazer uma corrida muito sólida e subir ao segundo lugar do pódio, conquistando pontos muito importantes para a Scuderia.
Ah sim, Lewis Hamilton conseguiu o ponto para volta mais rápida com 1:12.909. Já nem me lembrava. Tão discreta que foi a corrida de Sir Hamilton que continua a duas vitórias das 100.
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 10 por pilotos
Posição
Piloto
Equipa
Pontos
1
Max Verstappen
Red Bull Racing Honda
105
2
Lewis Hamilton
Mercedes
101
3
Lando Norris
Mclaren Mercedes
56
4
Valtteri Bottas
Mercedes
47
5
Sergio Pérez
Red Bull Racing Honda
44
6
Charles Leclerc
Ferrari
40
7
Carlos Sainz
Ferrari
38
8
Daniel Ricciardo
Mclaren Mercedes
24
9
Pierre Gasly
AlphaTauri Honda
16
10
Esteban Ocon
Alpine Renault
12
Campeonato do Mundo de Fórmula 1 – Top 5 por equipas
É mais uma daquelas grandes ofertas da Epic Games Store, que todas as semanas dá aos jogadores de PC a a oportunidade de poderem adicionar à sua biblioteca um jogo gratuito, sem qualquer custo ou subscrição acrescida.
Esta oferta chega um pouco como outras ofertas anteriores, a coincidir com a chegada do jogo à plataforma da Epic Games, ficando disponível para compra por 59,99€ após o período de oferta.
A versão oferecida é a edição normal, com a Mamba Forever Edition a ser adicionada ao catálogo posteriormente, com extras e créditos adicionais, por um valor ainda por revelar.
Também importante de ficar de olho é na próxima oferta da Epic Games Store, que dá inicio no dia 27 e que será de um jogo mistério.
Pode-se dizer que o mais recente Grand Theft Auto transcende mesmo gerações.
GTA V pode ser jogado nas novas consolas sem grandes problemas e é atualmente um monstro graças ao GTA Online. E a Rockstar Games sabe bem disso, ou não fosse voltar a apostar neste jogo antes de nos dar uma verdadeira sequela.
A re-remasterização de GTA 5, que recebeu a primeira conversão para a PlayStation 4 e Xbox One, onde foram introduzidos novos visuais e até a perspetiva na primeira pessoa, foi anunciada no primeiro showcase da PlayStation 5, onde ficámos a saber que, quando acontecesse, o GTA Online iria ficar disponível de forma gratuita para todos os subscritores do PS Plus. Agora, sabemos finalmente quando é que isso vai acontecer, se bem que ainda vamos ter que esperar alguns meses.
GTA V e GTA Online vão ser relançados/atualizados no dia 11 de novembro na PlayStation 5 e na Xbox Series X|S. GTA Online será também lançado de forma gratuita nas Xbox.
As novidades destas novas versões incluem características expectáveis, como melhores texturas, modelos, tempos de carregamento e todas as adições feitas ao jogo original. Além de tudo isso, a Rockstar promete algo mais, algo que vai tornar a experiência única nestas consolas.
Além de GTA V, há também algo a ser cozinhado referente a GTA 3, que celebra este ano 20 anos desde o seu lançamento. Não se sabe ainda bem o quê, mas a Rockstar refere que algumas novidades são específicas para jogadores do GTA Online.
GTA V pode ser jogado atualmente no PC e em consolas PlayStation e Xbox, desde a PS3 e Xbox 360.
Os novos comandos chegam às lojas no dia 18 de junho.
A escassez de consolas PlayStation 5 parece que continua e, por enquanto, muitos jogadores têm de contentar-se com o novo comando, o DualSense, que irá em breve receber mais duas cores.
No dia 18 de junho chegam às lojas duas novas variantes do DualSense, o revolucionário comando que conta com funções hápticas e gatilhos adaptativos numa seleção de jogos da PlayStation 5.
Os comandos Midnight Black e Cosmic Red apresentam, assim, duas novas cores, em preto e cinzento claro, reminescente de gerações PlayStation anteriores, e em tons de vermelho escuro.
Enquanto não surgem opções de personalização oficiais, estas são duas novas soluções para diversificar a coleção de comandos ou de dar uma nova identidade ao Player 2.
O preço dos comandos varia de loja para loja, com o seu valor recomendado fixo nos 74,99€, não contando com promoções de desconto.
O novo jogo da Insomniac Games chega já a 11 de junho em exclusivo à PlayStation 5.
A PlayStation e Insomniac Games estão tão em pulgas para mostrar Ratchet and Clank: Rift Apart como nós estamos para o jogar.
A caminho do lançamento, que acontece já no próximo mês de junho, temos agora dois deliciosos vídeos para ficarmos a conhecer dois dos pilares desta nova aventura de Ratchet e Clank: exploração e combate.
No vídeo Arsenal e Movimentação, temos um pequeno olhar à criatividade dos estúdios em criar armas divertidas e variadas que, neste título, promete uma experiência mais sensorial com as capacidades hápticas do DualSense.
No mesmo vídeo, tal como no mais recente State of Playdedicado ao jogo, podemos ver como é que Ratchet e a nova personagem Rivet podem movimentar-se no mapa, com habilidades especiais de desvio e de manipulação do ambiente.
Já o segundo vídeo deixa-nos espreitar os diferentes ambientes do jogo, em vários planetas e até dimensões. E como imagens valem por mil palavras, vamos só dizer que estes níveis têm um aspeto incrível.
Não falta muito para viajarmos até ao universo de Ratchet e Clank novamente e percebermos se vai fazer justiça ao seu potencial. Ratchet and Clank: Rift Apart chega já 11 de junho em exclusivo à PlayStation 5.
Todos são incríveis, mesmo, no novo set LEGO que celebra a diversidade dos fãs e entusiastas de todo o mundo.
Inspirado pela bandeira arco-íris que representa a comunidade LGBTQIA+, o LEGO Todos São Incríveis é, segundo o designer e vice-presidente do departamento de design da LEGO, Matthew Ashton, um set que “pretende simbolizar a inclusão de toda a gente sem interessar como se identificam ou quem amam”.
“Todos são únicos e com um pouco mais de amor, aceitação e compreensão no mundo, nós podemos sentir-nos mais à vontade para ser o nosso “eu” verdadeiramente incrível! Este modelo mostra como nos preocupamos e acreditamos genuinamente que “todos são incríveis””, diz o mesmo responsável ler-se em comunicado.
Grande em simbolismo, pequeno em peças. São apenas 346 peças coloridas, com 11 figuras, num set de 10cm de altura e 13cm de largura, desenhado para expor numa prateleira ou nos peitoris de janelas.
A mais recente atualização torna o jogo ainda melhor.
A Naughty Dog lançou na passada semana uma nova atualização para The Last of us Part II que veio tornar o jogo mais responsivo e fluido na PlayStation 5. A atualização 1.08 é, segundo a produtora, o primeiro passo da Naughty Dog para abraçar as vantagens da PlayStation 5. E começa-o de forma fantástica.
A partir de agora, os jogadores podem jogar The Last of Us Part II a 60FPS, uma definição que é ativada por defeito na versão 1.08 do jogo, mas que pode ser desativada para os 30FPS, caso o efeito mais fluido faça confusão aos jogadores.
Esta opção só está disponível na PlayStation 5, onde o jogo continua a correr em modo de retrocompatibilidade, o que significa que vão continuar a ver o indicador “PS4” perto do nome do jogo no menu da vossa consola.
Este patch inclui outras pequenas melhorias invisíveis, como limpeza de bugs, e conta também com vibração melhorada no DualSense. Não é uma adaptação completa a nível háptico, mas, segundo os produtores, é uma melhoria subtil muito bem vinda.
The Last of Us Part II foi lançado quase há um ano, em exclusivo na PlayStation 4 e, apesar de alguma controvérsia, tornou-se um dos jogos mais aclamados de sempre.
O RPG de ação old-school do estúdio açoriano Cereal Games chega às restantes plataformas mais tarde.
Está quase aí. Literalmente a alguns dias de distância. Depois do sucesso em crowdfunding, Pecaminosa, da Cereal Games vai chegar às mãos dos jogadores já no próximo dia 27 de maio, a começar na Nintendo Switch e no PC, via Steam.
Descrito como um Policial de Ação RPG, Pecaminosa tira notas de jogos old-school do género para apresentar um ângulo muito único no género, com um jogo de ação e investigação em ambiente noir e com uma direção de arte pixelizada.
No jogo acompanhamos um desgraçado detetive que se vê confrontado com o caso mais estranho da sua carreira, ao ajudar o fantasma de um poderoso chefe da máfia a livrar-se dos seus pecados.
Além da sua apresentação única e uma narrativa misteriosa, Pecaminosa promete muitos minijogos, muita personalização visual a nível de personagem e armas e batalhas de bosse desafiantes que vão pôr à prova as nossas habilidades.
As versões PlayStation e Xbox de pecaminosa estão também prometidas, mas chegam mais tarde, numa data ainda por anunciar.
Este é um mês muito forte para o Xbox Game Pass, em particular se subscreverem o serviço para jogar no PC e na Cloud.
A nova vaga de títulos foi revelada na semana passada, com alguns jogos já disponíveis, como o tenso simulador de entregas sob rodas, SnowRunner, ou o mágico jogo independente The Wild at Heart. Mas o que não faltam são novidades.
Este mês conta com a entrada no catálogo do recém-lançado Knockout City, um jogo do mata digital, parte do catálogo do EA Play para Xbox Game Pass Ultimate; temos também a entrada de tubarões vingativos com Maneater; e temos ainda o RPG de sobrevivência Conan Exiles, que recebe otimizações para as Xbox Series X|S no dia de entrada no serviço.
Experiências novas não faltam e podem conhecê-las todas na seguinte lista:
SnowRunner – (PC, Xbox e xCloud) – 18 de maio
Peggle 2 (xCloud via EA Play) – 20 de maio
Plants vs. Zombies: Battle for Neighbourville (xCloud via EA Play) – 20 de maio
Secret Neighbor (PC) – 20 de maio
The Wild at Heart (PC e Xbox) – 20 de maio
The Catch: Carp & Coarse Fishing (PC e xCloud) – 21 de maio
Knockout City (PC e Xbox via EA Play) – 21 de maio
Maneater (PC, Xbox e xCloud) – 25 de maio
Conan Exiles (Xbox e xCloud) – 27 de maio
Fuzion Frenzy (xCloud) – 27 de maio
Joy Ride Turbo (xCloud) – 27 de maio
MechWarrior 5: Mercenaries (xCloud) – 27 de maio
Slime Rancher (PC) – 27 de maio
Solasta: Coroa do Magister (PC) – 27 de maio
SpellForce 3: Soul Harvest (PC) – 27 de maio
Esta atualização do Xbox Game Pass conta ainda com mais jogos compatíveis com as capacidades de touch dos smartphones para jogos em xCloud com os seguintes títulos:
Banjo-Tooie
Call of the Sea
Genesis Noir
Narita Boy
Nier: Automata Become As Gods Edition
Rain on Your Parade
Two Point Hospital
E como não podia deixar de ser, para entrarem uns, saem outros. Quer dizer que têm até dia 31 de maio para terminar, ou comprar com 20% de desconto, os seguintes jogos:
Assetto Corsa (Xbox e xCloud)
Broforce (PC)
Kingdom Hearts HD 1.5+2.5 Remix (Xbox)
Kingdom Hearts HD 2.8 Final Chapter Prologue (Xbox)