Com uma carta que inclui cinco smash burgers que homenageiam a carreira e vida do apresentador, ficava a faltar uma opção mais leve e fresca.
Já por diversas vezes falámos no projeto Like a Lord Burgers by Rui Unas, lançado há cerca de quatro meses e que consiste em smash burgers ao estilo americano que utiliza cozinhas que já operam para a confeção dos seus produtos.
Agora, e à medida que se continua a expandir, o projeto aposta agora… numa salada. Uma opção mais leve e fresca, mas igualmente saborosa. O nome é Saladunas e trata-se de uma salada fresca e saborosa com alface iceberg, cubos de tomate, pedaços de queijo cheddar, croutons, tiras de frango panado e maionese de manjericão. O preço é de 8,49€ e já está disponível em todas as localizações onde o projeto faz entregas.
“Ouvimos ativamente os nossos clientes e, além da expansão, estamos a trabalhar em novidades para o menu, como é o caso da Saladunas. Mas não vamos ficar por aqui”, refere Mariana Figueiredo, da agência Maryapapaya e sócia do projeto, pelo que podem contar com novos produtos em breve.
Para além da novidade no menu, a Like a Lord Burgers continua o seu projeto de expansão, que conta com 13 localizações e espera ter 20 já no final do verão. Sabe-se, por exemplo, que depois de ter chegado ao Algarve (Faro, Quarteira, Loulé e Albufeira) no passado mês de junho, o objetivo agora é subir em força para o norte do país.
E já sabem: a Like a Lord Burgers funciona em exclusivo através da Uber Eats. Há ainda oferta da taxa de entrega até ao final deste mês em pedidos de valor igual ou superior a 15€.
A ideia é juntar até 200 pessoas sentadas numa plateia pop up, de modo a que possam usufruir de uma experiência diferente.
Se, em 2020, as marcas apostaram no formato drive-in, 2021 parece ser o ano do formato pop up. Com várias iniciativas do género, vai acontecer em breve uma nova que promete levar a cultura e o cinema português a todo o país.
Falamos da Cine-Caravana, uma ideia e organização da Pixeladepto e Goodstaff, com os CTT como parceiro, que, através de uma estrutura móvel, permitirá a dinamização cultural em praças e jardins de 27 cidades portuguesas.
No fundo, trata-se de uma sala de cinema móvel, que transporta um ecrã insuflável de cinco metros, projetor, sistema de som, que se instala e desinstala em 30 minutos em qualquer praça sem interferir com a organização dos espaços ou como património. O objetivo é a criação de plateias pop up (entre 50 e 200 pessoas sentadas), marcantes e celebrativas visualmente, mas que garantam a segurança, ainda necessária nos dias de hoje, de um evento itinerante.
A Cine-Caravana será facilmente identificável e promete também a distribuição de brindes em cada município.
A iniciativa arranca a 28 de julho, em Braga, e vai percorrer o país durante dois meses, até 15 de setembro, passando por 27 cidades, nos 18 distritos do país. As sessões de cinemas começarão sempre às 20h30.
Mas calma que não basta aparecer, sentar o rabo e usufruir do filme. Devem, através do site, começar por escolher o filme a que querem assistir, consultando a data e respetiva localização. E depois terão de deslocar-se a uma loja CTT na vossa localidade para obter o respetivo bilhete, que pode ser levantado até ao dia anterior à sessão.
Naturalmente, quando mais cedo o fizerem, melhor, pois os lugares são limitados.
Há uns auriculares que chegam também ao mercado… mas só algures em agosto.
“Praticamente tudo aquilo que pediram.” Perdão. “Tudo aquilo que pediram.” É desta forma que a OnePlus dá a conhecer o seu OnePlus Nord 2, alvo de muitos rumores nas últimas semanas. O smartphone foi finalmente apresentado ao mundo e promete ser mais rápido, ter maior autonomia e, claro, tirar melhores fotos, tudo problemas adjacentes à primeira versão do Nord.
No Nord 2, podem contar com um processador MediaTek Dimensity 1200-AI, ecrã Fluid AMOLED com resolução 2400×1800 e 90Hz de taxa de atualização, 8GB/12GB de RAM, 128GB/256GB de armazenamento interno, três câmaras na traseira – grande angular de 50MP (Sony IMX766), ultra grande angular de 8MP e uma lente monocromática de 2MP -, câmara frontal de 32 MP (Sony IMX615) e bateria de 4500mAh com carregamento rápido Warp Charge 65 (65W).
Além destas características, há ainda NFC, Bluetooth 5.2, altifalantes stereo e sensor de impressões digitais embutido no ecrã. E não, não há espaço para entrada convencional de áudio.
Existem duas opções de compra para este OnePlus Nord 2: 399€ para a versão com 8GB de RAM e 128GB de memória interna e 499€ com 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno. Os envios dos smartphones começam a ser feitos a 26 de julho.
Como referimos no título, a marca aproveitou a ocasião para falar também dos seus novos auriculares, os OnePlus Buds Pro. E as promessas foram claras: são os melhores produtos de som da tecnológica chinesa até à data. E de outra forma não poderia ser.
Os Buds Pro contam com drivers dinâmicos de 11 milímetros, suporte ao Dolby Atmos e, tal como tem acontecido com os earbuds mais recentes a chegar ao mercado, possuem cancelamento de ruído adaptável e inteligente (graças a três microfones externos), sendo capazes de cancelar ruído até 40dB. Tudo dependerá das situações em redor dos utilizadores.
Estes auriculares são ainda resistentes à água e poeiras graças ao certificado IP55 e a própria caixa é também resistente à água, uma vez que tem o certificado IPX4. Os OnePlus Buds Pro funcionam com recurso ao Bluetooth 5.2 e a latência é de apenas 94ms.
Falta mencionar a autonomia. Quando totalmente carregados, a empresa chinesa promete até sete horas de bateria (estes dados dizem respeito a testes efetuados com o volume a 50% e o AAC ligado). Já se tiverem a caixa totalmente carregada, poderão conseguir até 38 horas de autonomia (volume a 50% e ANC desligado) e 28 horas de música (volume a 50% e ANC ligado). Parece fantástico.
Dito tudo isto, é quase escusado dizer que a marca promete um som de imensa qualidade a um preço competitivo. Resta saber se cumpre na prática, porque no papel parece uma alternativa de sonho à concorrência.
Os OnePlus Buds Pro ficam disponíveis algures em agosto e poderão ser adquiridos por 149€.
A EA confirmou o regresso da aclamada saga de horror com um pequeno teaser.
É real! Dead Space vai regressar e vai mesmo ser um remake. Para fechar a transmissão da EA Play Live 2021, a Electronic Arts partilhou o primeiro teaser daquela que parece ser uma aposta bem ambiciosa. Dead Space vai, em breve, ressuscitar num remake, criado de raiz através de ferramentas modernas, como o seu motor de jogo, o Frostbite, promete novas mecânicas de jogo e uma expansão da mitologia estabelecida na trilogia original.
Desenvolvido pela Motive, o estúdio que recentemente nos trouxe Star Wars: Squadrons, o novo Dead Space vai uma revisão da saga original, colocando-nos na pele de Isaac Clarke, um engenheiro numa missão de reparação de uma nave mineira, a USG Ishimura, onde ele descobre que a tripulação foi chacinada por uma estranha e misteriosa raça alienígena, os necromorphs. Além de lidar com uma aterradora ameaça, Issac terá também que descobrir o paradeiro da sua mulher, alegadamente perdida na nave.
Dead Space continuará a ser um jogo de horror e suspense e está a ser desenvolvido em exclusivo para as novas consolas PlayStation, Xbox e PC, mas ainda não tem data de lançamento.
Quantos e quantos de nós, em miúdos, não vibrámos com a série Mighty Morphin Power Rangers, emitida na televisão nos anos 90? Podem admiti-lo, não tem mal nenhum. Era realmente fixe.
E apesar de a franquia continuar em exibição nos dias de hoje – ao que se sabe, a Hasbro quer construir um universo onde tudo esteja interligado, um pouco à semelhança do que a Marvel fez com o seu Universo Cinemático -, não há nada como a série original, até porque apela à nostalgia, à nossa infância. Dito isto, não é de admirar que, de vez em quando, surjam campanhas/iniciativas que celebrem a existência dos Power Rangers.
Foi nisso que pensou a Reebok. Em colaboração com a Hasbro, e num ano em que os Power Rangers celebram 28 anos, acaba de chegar a coleção Reebok x Power Rangers, um conjunto de calçado para toda a família que junta alguns dos sapatos mais icónicos da Reebok com cinco dos Power Rangers originais.
Vamos conhecê-los ao pormenor:
Zig Kinetica II Red Ranger (140€) – Atlético como nenhum outro e com uma personalidade cheia de atitude, o Ranger Roxo é a combinação ideal para o novo Zig Kinetica II. Entre os detalhes do Zig Kinetica II, destacam-se: a biqueira que alude aos dentes do Dino Zord Tiranossauro e detalhes prateados na entressola, inspirados no Zord. Também estará disponível o modelo Zig Dynamica para crianças em idade escolar e pré-escolar.
Nano X1 Black Ranger (150€) – Esta versão do sapato de treino mais versátil da Reebok, o Nano X1, é inspirado no visual, na agilidade e na velocidade do Ranger Preto. O Nano X1 Black Ranger permitirá realizar um conjunto vasto de atividades físicas, com o estilo sempre presente. Este modelo apresenta uma aba no calcanhar que faz lembrar o tão característico look dos anos 90 do Ranger Preto. Está disponível em tamanhos para adultos.
Club C Legacy Blue Ranger (120€) – O ranger Azul pode não estar na frente de todas as batalhas, mas o seu poder está no seu interior. Este Club C Legacy presta homenagem às habilidades do Power Ranger Azul, através de uma sola translúcida, um detalhe importante deste modelo cujo design costuma, geralmente, ser coberto pela sola. O modelo também incluí um colarinho em branco e detalhes na sola, que simulam o desenho da coroa do Dino Zord Triceratops. Disponível em tamanhos para adulto, idade escolar e pré-escolar.
Freestyle Hi Pink Ranger (120€) – O Freestyle Hi da Reebok foi o primeiro sapato de treino criado exclusivamente para a mulher. Por isso, é considerado o modelo ideal para representar a Ranger Rosa, conhecida por dar poder e impulsionar os membros da sua comunidade, ensinando-lhes aeróbica no seu centro comunitário. Este modelo apresenta faixas em cor rosa na parte superior, que lembram o Dino Zord Pterodáctilo, assim como um desenho de um coração partido em verde na parte interior, em referência à relação da Ranger Rosa com o Ranger Verde. Disponível em tamanhos para mulher, idade escolar e pré-escolar.
Club C Yellow Ranger (100€) – O Club C, um modelo conhecido pela sua flexibilidade de uso, ideal tanto para a pista de skate como para os courts de ténis, combina a perfeição com a versatilidade, características do Power Ranger Amarelo. Para além dos detalhes que lembram o Dino Zord, o Club C Yellow Ranger apresenta a forma de umas asas na parte de trás da língua do sapato, como tributo à atriz que interpretou a Ranger Amarela, Thuy Trang. Disponível em tamanhos para adultos.
Question Mid Megazord (180€) – O Question Mid Megazord apresenta uma série de detalhes que fazem alusão ao Zord; desde o logo branco e amarelo na língua do sapato, que representam os seus olhos, aos ilhós em V, que simulam os seus dentes. Este modelo também inclui um ponto de interrogação na biqueira do pé direito, com a letra “M” de Megazord inscrita.
Para além dos detalhes únicos que caracterizam cada personagem, todos os modelos incluem uma Moeda do Poder, o raio dos Power Rangers e materiais inspirados nos Dino Zords metálicos.
O mais engraçado de tudo? Os seis modelos para adultos vêm em caixas especiais, desenhadas para simular os elementos distintivos que formam o Megazord. Ao combinar e juntar as seis caixas, é criado um Megazord de edição limitada, similar ao que aparece na série de televisão.
Interessados? Saibam que o Question Mid Megazord está disponível em exclusivo na loja online, enquanto que os restantes modelos da coleção Reebok x Power Rangers poderão ser adquiridos não só online, mas também em pontos de venda selecionados.
Na procura por um modelo de ensino mais flexível e adaptado à digitalização e às mudanças de paradigma ligadas à aprendizagem ao longo da vida, quer em termos de recapacitação, quer em termos de otimização de desempenho, a Universidade Europeia, com a aprovação do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, criou a primeira faculdade online privada em Portugal.
Esta aposta numa nova forma de educação superior, através de uma faculdade totalmente online, irá, assim, tornar a educação a distância uma realidade permanente, com a exigência e a qualidade habitual do ensino presencial. A oferta desta faculdade une-se à oferta presencial, que continuará a crescer e será reforçada com cursos novos e inovadores.
Através de um corpo docente excecional e de reconhecido prestígio, e das mais recentes tecnologias e ferramentas digitais, a Universidade Europeia prossegue a missão de formar profissionais preparados para dar resposta às exigências de um mundo cada vez mais global, desempenhando um papel ainda mais ativo e predominante no desenvolvimento das sociedades e na formação de cidadãos.
A Universidade Europeia Online, a primeira faculdade online privada em Portugal, arranca em setembro com uma oferta variada em novas áreas de conhecimento, outros ciclos de estudo e dirigida a novos públicos.
A revista americana TIME acaba de distinguir Arouca na sua lista dos 100 melhores sítios do mundo, destacando os passadiços do Paiva e a maior ponte suspensa do mundo – 516 Arouca, que conta com 516 metros de comprimento e a 175 metros acima do solo.
Os famosos passadiços permitem percorrer a pé oito quilómetros, num passeio intocado e rodeado de natureza selvagem, na margem esquerda do Rio Paiva. No caminho encontram-se águas bravas, cristais de quartzo e várias espécies em extinção na Europa.
Para relaxar e recuperar energias após o passeio pela nova ponte ou pela cidade portuense, o Hotel Solverde SPA & Wellness Center pode ser o local indicado, permitindo uma simbiose perfeita entre o corpo e a mente, e uma pausa no Restaurante O Jardim que apresenta deliciosas propostas de gastronomia portuguesa pelas mãos do chef Pinto. Ao domingo, o almoço buffet surpreende com uma ementa diferente todas as semanas, onde se pode saborear algumas das melhores criações da cozinha regional portuguesa.
O novo filme de Denis Villeneuve estreia nos cinemas nacionais a 14 de outubro.
Está prestes a chegar aos cinemas a adaptação de uma das obras de ficção-científica mais aclamadas e acarinhadas pelos fãs do género. Falamos de Dune, de Frank Herbert.
A responsabilidade da adaptação está nas mãos de Denis Villeneuve (Arrival, Sicario, Blade Runner 2049), que promete trazer-nos aquele que poderá ser o filme mais épico do ano, levando-nos até ao planeta em guerra de Arakis, a maior reserva de um dos recursos mais importantes para a humanidade.
Naquele que é um trailer de cinema excecionalmente longo, com quase três minutos e meio, podemos admirar o tom e a atmosfera densa desta adaptação, recheadas de belos planos e uma breve vislumbre da sua história liderada por Paul Adreides (Timothée Chalamet), cujo destino é garantir o futuro da sua família e do seu povo.
Com um elenco recheado de grandes nomes, onde encontramos ainda Rebecca Ferguson, Oscar Isaac, Josh Brolin, Stellan Skarsgård, Dave Bautista, Zendaya, Chen Chang, Jason Momoa, Javier Bardem, entre outros, Dune tem sido sujeito a vários atrasos devido à COVID-19, mas chega finalmente aos cinemas daqui a poucos meses, a 14 de outubro.
São 55 concelhos em risco elevado e 61 em risco muito elevado.
Esta quinta-feira, após mais uma reunião do Conselho de Ministros, a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, falou ao país para dar atualizações sobre a pandemia. Numa breve intervenção, a ministra referiu que as regras mantêm-se as mesmas, ainda que alterem de concelho para concelho mediante a situação de risco.
Esta semana, o número de concelhos em risco elevado sobe de 43 para 55, ao passo que o número de concelhos de risco muito elevado subiu de 47 para 61 relativamente à semana passada. Quer isto dizer que há agora um total de 116 concelhos em maior risco em Portugal.
Dito isto, e até à próxima reunião do Infarmed, mantêm-se as mesmas regras até aqui conhecidas.
Albergaria-a-Velha, Albufeira, Alcochete, Alenquer, Aljustrel, Almada, Amadora, Arraiolos, Aveiro, Azambuja, Barreiro, Batalha, Benavente, Cascais, Espinho, Faro, Gondomar, Ílhavo, Lagoa, Lagos, Lisboa, Loulé, Loures, Lourinhã, Lousada, Mafra, Maia, Matosinhos, Mira, Moita, Montijo, Nazaré, Odivelas, Oeiras, Olhão, Oliveira do Bairro, Palmela, Paredes, Pedrógão Grande, Peniche, Portimão, Porto, Póvoa de Varzim, Santo Tirso, São Brás de Alportel, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Silves, Sines, Sintra, Sobral de Monte Agraço, Tavira, Vagos, Valongo, Vila do Bispo, Vila Franca de Xira, Vila Nova de Famalicão, Vila Nova de Gaia, Vila Real de Santo António e Viseu são os concelhos de risco muito elevado.
A estes aplicam-se as seguintes regras:
Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00;
Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
Restaurantes, cafés e pastelarias podem funcionar até às 22h30 (no interior, com um máximo de 4 pessoas por grupo; em esplanada, 6 pessoas por grupo);
Espetáculos culturais até às 22h30;
Casamentos e batizados com 25% da lotação;
Comércio a retalho alimentar até às 21h00 durante a semana e até às 19h00 ao fim de semana e feriados;
Comércio a retalho não alimentar e prestação de serviços até às 21h00 durante a semana e até às 15h30 ao fim de semana e feriados;
Permissão de prática de modalidades desportivas de médio risco, sem público;
Permissão de prática de atividade física ao ar livre até seis pessoas e ginásios sem aulas de grupo;
Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela DGS;
Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.
Águeda, Alcobaça, Alcoutim, Amarante, Anadia, Arruda dos Vinhos, Avis, Barcelos, Bombarral, Braga, Cadaval, Caldas da Rainha, Cantanhede, Cartaxo, Castelo de Paiva, Castro Marim, Chaves, Coimbra, Constância, Elvas, Estarreja, Fafe, Felgueiras, Figueira da Foz, Guarda, Guimarães, Leiria, Marco de Canaveses, Marinha Grande, Mogadouro, Montemor-o-Novo, Montemor-o-Velho, Murtosa, Óbidos, Ourém, Ovar, Paços de Ferreira, Paredes de Coura, Penafiel, Porto de Mós, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santa Maria da Feira, Santarém, Santiago do Cacém, São João da Madeira, Serpa, Torres Vedras, Trofa, Valpaços, Viana do Castelo, Vila do Conde, Vila Real, Vila Viçosa e Vizela são os concelhos de risco elevado.
A estes aplicam-se as seguintes regras:
Limitação da circulação na via pública a partir das 23h00;
Restaurantes podem funcionar até às 22h30. Às sextas-feiras a partir das 19h00 e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia, o acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior está permitido apenas aos portadores de certificado digital ou teste negativo. A limitação do número do número de pessoas por mesa mantém-se: máximo de 6 pessoas por mesa no interior e de 10 pessoas por mesa na esplanada;
Exigência de certificado digital ou teste negativo para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local;
Teletrabalho obrigatório quando as atividades o permitam;
Espetáculos culturais até às 22h30;
Casamentos e batizados com 50% da lotação;
Comércio a retalho alimentar, não alimentar e prestação de serviços até às 21h00;
Permissão de prática de todas as modalidades desportivas, sem público;
Permissão de prática de atividade física ao ar livre e em ginásios;
Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela Direção -Geral da Saúde (DGS);
Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.
Uma oferta que chega mesmo a tempo de aproveitar os próximos conteúdos daquele serviço de streaming.
Até há relativamente pouco tempo, a Apple estava a oferecer um ano de Apple TV+ a quem adquirisse um novo equipamento da marca (iPhone, iPad ou Mac) e redimisse essa oferta até 30 de junho. Após essa data, a maçã continuou a oferecer acesso gratuito ao serviço, sim, mas desta vez de somente três meses.
Isto é algo que se justifica dado o crescimento da plataforma, que vai estrear agora a segunda temporada da popular série Ted Lasso; o fantástico CODA, que tivemos oportunidade de ver no Festival Sundance; Mr. Corman, série criada, realizada e protagonizada por Joseph Gordon-Levitt; a segunda temporada de See; a segunda temporada de The Morning Show; e a aguardada série Foundation, entre muitos outros conteúdos.
Pois bem, há agora uma nova oferta… mas pensada para quem tem uma PlayStation 5. Na nova campanha, os jogadores que possuem uma PS5 conseguirão desbloquear seis meses de Apple TV+ diretamente a partir da consola.
Tudo o que precisam é de uma conta para a PlayStation Network e um ID Apple. Os passos são muito simples:
Encontra a aplicação Apple TV na barra de pesquisa da tua consola PS5 ou em “Todas as aplicações” no ecrã inicial do conteúdo multimédia.
Transfere e abre a aplicação Apple TV e segue as instruções apresentadas no ecrã.
Inicia sessão com o teu ID Apple ou cria um ID Apple, se ainda não o tiveres.
Desfruta dos teus seis meses grátis de Apple TV+.
Qualquer modelo da PlayStation 5 é elegível para esta campanha, o que significa que todos poderão usufruir, tenham a versão digital ou com leitor bluray.
Convém ainda salientar que, se já tiverem uma avaliação gratuita ou subscrição da Apple TV+, poderão resgatar na mesma esta oferta. Porém, se a vossa subscrição à Apple TV+ tiver sido obtida através de uma oferta de conjunto como a Apple One, não serão elegíveis para resgatar esta oferta.
Esta oferta deve ser resgatada até 22 de julho de 2022, pelo que têm tempo de decidir se o fazem nos próximos dias ou somente mais perto da data final, quando a Apple TV+ estiver ainda mais forte no que toca a filmes e séries.
Naturalmente, e a não ser que cancelem depois, assim que terminar os seis meses de oferta, passarão a pagar a mensalidade de 4,99€ para terem acesso ao serviço de streaming da Apple.
Investigação surge no âmbito do projeto “Protecting the brain from metastatic breast cancer”, financiado pela Fundação LaCaixa (Espanha) e Fundação Para a Ciência e a Tecnologia (Portugal).
O cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres. Muitas vezes, este cancro acaba por espalhar-se para o cérebro e o tumor torna-se muito difícil de tratar, devido à dificuldade de encontrar medicamentos que consigam alcançar este órgão. É neste sentido que surge o projeto Protecting the brain from metastatic breast cancer, elaborado por uma equipa de investigadores portugueses do Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes (iMM), que lideram um consórcio ibérico.
Este projeto surge com o intuito de desenvolver um medicamento, inspirado nos próprios anticorpos do nosso corpo, mas capaz de chegar ao cérebro e matar as células de metástases de cancro de mama aí instaladas.
A equipa do projeto é composta por investigadores de excelência, em duas instituições portuguesas e duas espanholas, das áreas de manipulação de anticorpos, transporte de medicamentos do sangue para o cérebro, replicação de doenças humanas em animais e triagem de novos medicamentos no corpo.
Este projeto foi um dos vencedores da quarta edição do Concurso de Apoio a Projetos de Investigação em Saúde da Fundação “la Caixa”, que contou com 644 candidaturas. A iniciativa tem como finalidade identificar e promover projetos de excelência científica e de maior potencial e impacto na sociedade, tanto na investigação básica como na investigação clínica ou translacional.
São os primeiros bancos privados a fazê-lo em Portugal.
Foi em dezembro do ano passado que ficámos a conhecer em primeira mão o serviço de pagamentos SwatchPAY! que, tal como o nome indica, permite fazer pagamentos contactless usando um relógio específico da Swatch.
Porém, na altura da apresentação, somente a Caixa Geral de Depósitos se tinha aliado ao serviço, o que significava que somente os clientes CGD estavam aptos para fazer pagamentos através de relógios. Também sabíamos que esta era uma parceria exclusiva com o banco português até 15 de janeiro, o que significava que, após essa data, outros bancos poderiam juntar-se a este serviço de pagamentos.
Entretanto, com a pandemia, os planos atrasaram-se um bocadinho, mas eis que chega o dia de receber novos bancos. A partir de agora, os clientes do Millennium bcp e ActivoBank também já podem efetuar pagamentos contactless através dos relógios Swatch.
A grande vantagem de termos um destes relógios é o facto de conseguirmos fazer pagamentos contactless sem que tenhamos sequer cartões na carteira ou o smartphone no bolso. Sim, apesar do smartphone ser requerido para fazer a ativação do serviço, podem deixá-lo em casa e usar somente o relógio para fazer pagamentos nos TPA.
Essencialmente, o SwatchPAY! pode ser utilizado com as mesmas regras do contactless em Portugal, em todos os terminais de pagamento habilitados, não precisando de introdução de pin até ao montante de 50€. Basta aproximar o relógio e pagar. Tal só é possível graças ao chip NFC localizado por baixo do mostrador do relógio, o que permite realizar pagamentos de uma forma segura e conveniente.
Outra grande vantagem é que os SwatchPAY! não requerem qualquer bateria para realização de pagamento, contrariamente aos chamados smartwatches, tornando-os mais flexíveis e duráveis. Como todos os relógios Swatch, estes modelos são também resistentes à água até uma profundidade de 30 metros.
Para fazerem a ligação do vosso cartão com o relógio, é algo que tem de ser feito com recurso à app oficial. Fazem download, criam conta e clicam no ícone no topo da app alusivo à adição de um cartão. Inserem os dados do cartão, definem qual é o modelo do relógio SwatchPAY! que possuem e, a partir daí, têm duas opções: ou vão a uma loja para vos ajudar no processo de emparelhamento, ou podem fazê-lo vocês próprios, neste caso com recurso ao vosso smartphone e à tecnologia NFC. Se optarem por este último método, saibam que devem manter o SwatchPAY! e o smartphone juntos e virados para cima. Aviso: o processo pode demorar uns minutos.
Quando tudo estiver concluído, podem desde logo começar a fazer pagamentos unicamente com recurso ao relógio. Logicamente, só conseguirão utilizar o SwatchPAY! num terminal de pagamento que aceite pagamentos contactless.
Vivem em Oeiras ou perto e não tinham nada programado para os últimos dias do mês? Então apontem na agenda. Vai ter lugar nos dias 30 e 31 de julho, no Centro de Arte Contemporânea – Palácio Anjos (CAC – PA), o FUSO, o único festival com programação contínua de videoarte nacional e internacional em Lisboa.
O evento oferece uma programação que vem ao encontro dos objetivos do festival de divulgar a videoarte realizada em Portugal, assim como formar novos públicos e estimular o pensamento critico da população local.
As sessões acontecem nos dias que já mencionámos, às 21h, e a entrada é livre (limitada à capacidade do espaço e de acordo com as normas da DGS).
A primeira, com curadoria de Jean-François Chougnet, é dedicada à produção da videoarte nacional, apresentando as obras selecionadas e premiadas no Open Call 2020.
A segunda sessão, a cargo da curadora Cristiana Tejo, apresenta vídeos que re-imaginam radicalmente o mundo a partir de feminilidades múltiplas e de corpos e sexualidades dissidentes.
O FUSO foi criado em 2009 e confrontando linguagens já canônicas às mais contemporâneas, mostra obras em vídeo que cruzam as artes plásticas, a performance, o cinema, a literatura e os meios digitais, propondo uma nova abertura à imagem em movimento do século 21.
Uma colaboração entre a Visa, o Andante, REDUNIQ, a Card4B, a Cybersource e a Littlepay.
Numa realidade onde a tecnologia Contactless é cada vez mais utilizada, um método que ganhou ainda mais força tendo em conta a pandemia, tendo feito disparar o uso de pagamentos sem contacto, é natural que cada vez mais locais possuam este tipo de tecnologia.
A partir de hoje, turistas, residentes ou qualquer pessoa que queira utilizar os transportes públicos do Porto, já não vão precisar de carregar os seus cartões Andante cada vez que quiserem utilizar a Linha Violeta (E) do Metro ou os autocarros da linha 500 da STCP. Os utentes vão poder pagar a sua viagem tocando simplesmente com o seu cartão de débito, crédito, cartão pré-pago ou dispositivo de pagamento contactless nos validadores com o símbolo.
Isto significa que não é necessário ter dinheiro em numerário, esperar nas filas para adquirir títulos de transporte ou perder tempo a descobrir onde comprar.
O projeto-piloto integra as estações Aeroporto, Senhora da Hora, Casa da Música, Trindade da Linha Violeta e ainda as estações Campanhã, Bolhão, Campo 24 de Agosto, São Bento e Aliados (estas na Linha Amarela ou comuns às linhas A, B, C e F do Metro) e integra também os autocarros da linha 500 da STCP Praça da Liberdade / Matosinhos (Mercado).
Cada viagem custa 2€ e é válida por 1h15m no Metro do Porto e na STCP, independentemente do número de embarques nesse período em qualquer uma das estações e paragens acima referidas. Na STCP, cada viagem tem também o valor de 2€ e é válida num único sentido entre duas quaisquer paragens da linha 500, não permitindo transbordos.
Tanto no Metro como na STCP, aplica-se a melhor política tarifária, sendo assegurado ao cliente que nunca vai pagar mais do que 7€ (título diário), independentemente do número de viagens ou que faça ao longo do dia.
Esta novidade foi possível graças à colaboração da Visa com o Andante (sistema de bilhética intermodal da Área Metropolitana do Porto, gerido pelo TIP – Transportes Intermodais do Porto, ACE), a REDUNIQ, a Card4B, a Cybersource e a Littlepay.
O concerto está marcado para fevereiro de 2022, em Lisboa.
São considerados os porta-estandartes do metal moderno e vêm apresentar o novo álbum ao nosso país. Falamos dos Bullet For My Valentine, que se estreiam em solo nacional com uma atuação no próximo ano.
O concerto está marcado para 22 de fevereiro de 2022, na Sala Tejo, em Lisboa. O mote para esta vinda ao nosso país é o disco Bullet For My Valentine, sétimo longa-duração da banda liderada pelo carismático Matt Tuck, num quarteto cuja formação fica completa com Tuck na guitarra e na voz, Michael “Padge” Paget na guitarra solo, Jamie Mathias no baixo e Jason Bowld na bateria.
O novo disco dos músicos galeses, que sucede a Gravity, de 2018, e que será lançado a 22 de outubro, assume-se como o álbum mais pesado e feroz que já fizeram. “Este é o começo dos Bullet 2.0”, diz Matt Tuck, o timoneiro do grupo. “O novo álbum é uma representação de onde estamos neste momento. A música é fresca, é agressiva, é mais visceral e mais apaixonada que nunca.”
No que toca aos bilhetes, estarão em pré-venda exclusiva online na FNAC a partir das 10h de domingo, 25 de julho, durante 48 horas. Já a venda ao público em geral arranca dia 27 de julho, nos locais habituais. O preço de cada bilhete é de 30€.
“Não é possível definir um nível seguro de exposição para os consumidores”, o que significa que a exposição a qualquer teor representa um potencial risco.
A Direção-Geral da Alimentação e Veterinária emitiu esta semana um alerta para a possível existência de goma de alfarrobra (aditivo alimentar E 410) contaminada com óxido de etileno no mercado nacional.
Em comunicado, a DGAV diz que, em junho, foram identificados alguns géneros alimentícios (gelados) contaminados com pesticida cancerígeno.
Esta contaminação, que inicialmente se considerou estar localizada e circunscrita a um lote de E410, aparentemente está disseminada por toda a Europa, pelo que a Comissão e os Estados Membros decidiram tomar uma posição harmonizada.
O óxido de etileno é um pesticida não autorizado, e constitui um risco grave para a saúde humana, uma vez que está classificado como mutagénico da categoria 1B, cancerígeno da categoria 1B e tóxico para a reprodução da categoria 1B, em conformidade com o Regulamento (CE) n. 1272/2008 do Parlamento Europeu e do Conselho.
Tendo em consideração os seus efeitos para a saúde, concluiu-se que, para os produtos que contêm o aditivo E 410 contaminado com o óxido de etileno, não é possível definir um nível seguro de exposição para os consumidores, o que significa que a exposição a qualquer teor representa um potencial risco.
Face ao exposto, a DGAV indica que os todos os produtos que contêm o aditivo E140 contaminado devem ser retirados e recolhidos do mercado.
Mas esta oferta somente é válida para a loja do Arrábida Shopping.
Se nos acompanham, decerto estarão relembrados que não é a primeira vez que falamos na Miniso, marca de lifestyle inspirada no design japonês. A empresa chegou no início deste ano a Portugal, abrindo uma loja no Arrábida Shopping, em Gaia.
Com uma área de 229 m2, o novo espaço tem mais de 3.000 referências divididas em 11 categorias de produto, como decoração, electrónica, saúde e bem-estar, acessórios de moda, material de escritório, brinquedos ou papelaria. E além dos produtos próprios, podem também adquirir produtos licenciados da Marvel, We Bare Bears, Adventure Time e Rua Sésamo.
Com a pandemia, a marca também promoveu desde logo a sua loja online, de modo a que os clientes pudessem encomendar os produtos de qualquer forma. E se pensam que esta é a única loja da marca pensada para o território nacional… desenganem-se. O objetivo é abrir um total de 30 espaços em Portugal.
Mas não é sobre isso que vos queremos falar hoje. É, sim, sobre uma nova iniciativa da marca. A Miniso está a oferecer kits de oferta com produtos surpresa aos seus clientes. E é muito simples conseguirem.
Basta irem à loja do Arrábida Shopping, fazer uma compra e, na caixa de pagamento, dizer o seguinte: “Quero o meu presente MINISO”. A partir daí devem receber o vosso kit de oferta.
Reparem que dissemos “devem”, pois é uma campanha limitada ao stock existente. Dito isto, tentem ser dos primeiros clientes do dia a passar na loja. Esta campanha estará a decorrer a partir de sexta-feira, dia 23 de julho, até 6 de agosto.
F1 2021, tal como MotoGP 21, marca o início de um futuro espetacular para os jogos de desporto motorizado. A partir de agora é sempre a subir!
Com a chegada da nova geração de consolas, mais do que melhorias de performance, esperavam-se melhorias gráficas revolucionárias e os jogos de desporto motorizado começam a otimizar diversos pormenores. E é mesmo por aí que vou começar neste análise a F1 2021, os gráficos.
Na generalidade, a Codemasters conseguiu melhorar, em muito, o realismo gráfico face ao capítulo anterior. Ainda que a introdução a cada pista, antes de começar o Grande Prémio respetivo, com visão de helicóptero esteja um pouco aquém do que estava à espera, há melhorias notáveis. Principalmente no ambiente circundante que pode ser visto de dentro do cockpit. Para além disso, houve também melhorias em pequenos detalhes na textura do piso das pistas, apex, grelhas de escoamento e da vegetação (contudo quando olhado ao pormenor MotoGP 21, com o Unreal Engine, está um nível à frente do F1 2021 nesse aspeto).
Os carros estão perfeitos e o showroom é a forma mais fácil de confirmar isto. Coisas simples como as saliências de borracha nas laterais dos pneus Pirelli elevam os detalhes de forma impressionante. Até mesmo as capas de aquecimento dos pneus sofreram um upgrade fantástico.
À semelhança dos carros, os pilotos são outra coisa que está incrivelmente realista (com exceção de Tsunoda e do penteado de Hamilton), com a recriação dos rostos tão detalhada ao ponto de se notarem imperfeições na derme. O equipamento dos pilotos ainda foi o que mais melhorou. Todos os capacetes estão desenhados ao pormenor, em detalhe gráfico (mais concretamente em brilho e relevos). Os fatos deixaram de parecer ser compostos por um plástico reles e nota-se o esforço em melhorar o aspeto dos mesmos nas costuras, vincos e a forma como se comportam à mobilidade do corpo do piloto.
Para além dos pilotos, os restantes intervenientes, tais como membros de equipas, jornalistas e outros, também sofreram um upgrade grande no rosto, se bem que o cabelo ainda deixa a desejar, tal como a roupa, mas acredito que para o ano já esteja bem melhor.
No que toca à interação do carro com a pista, também se pode dizer que melhorou bastante. Os rastos das rodas na vegetação e na gravilha estão mais fiéis à realidade, se bem que a nível de profundidade desses rastos ainda há caminho a percorrer. Dou o benefício da dúvida pois acredito que não seja fácil fazer uma representação fiel, visto que varia de pista para pista.
Só não fiquei impressionado com a “memória” dos rastos, que é extremamente curta nalgumas situações. Dois ou três piões na gravilha e os rastos mais antigos desaparecem gradualmente, o que me leva a crer que há zonas da pista onde não é gravado o historial de incidentes ao longo da corrida. Já nas barreiras de pneus, quando há embate fica mossa, o que é impressionante.
Ainda dentro da interação do carro com a pista, há um ponto que tenho de pegar, porque está quase perfeito. Falo do efeito das rodas na vegetação e gravilha e vice-versa. Não só levanta pó (que suja o carro gradualmente), como levanta relva, folhas e pedras. O efeito das mesmas nos pneus também está bem representado. Só falta também dar memória aos pneus para acabarem a prova com o aspeto relativo ao uso que tiveram. Outro ponto que foi melhorado é a forma como os carros viram, que está bem mais realista e progressiva, e há uma maior perceção do carro estar de facto a andar na pista e não a “planar”.
Resumindo, a nível gráfico houve muitas melhorias, mas depois de ter jogado MotoGP e também ter analisado tudo ao pormenor, não estou extremamente impressionado. Não obstante, F1 2021 tem pontos fortes a nível gráfico que MotoGP ainda está a explorar, e são pormenores que não afetam, de todo, a experiência imersiva que é estar dentro do cockpit. O veredicto final dos gráficos é “muito bom”.
Avançando para o realismo do simulador, não há nada a apontar. A Codemasters tem na franquia de Fórmula 1 as mecânicas bem limadas e polidas. Não há muitos jogos de carros com um simulador a este nível. Pessoalmente ainda jogo com algumas ajudas, mas do capítulo anterior para este aumentei a dificuldade do AI em 20%, desliguei a assistência de travagem e reduzi a tração. O resultado é, obviamente, uma experiência bem mais imersiva. Nada a dizer, perfeito!
Relativamente à interface, não mudou muito, só o essencial. O aspeto dos menus continua bastante parecido, se bem que foi reorganizado. No Home menu temos acesso direto para o último save do modo carreira que estivermos a fazer, o calendário de F1 (datas de updates no jogo, datas e locais de grande prémios e datas de Esports), modo splitscreen, theatre (que guarda sempre os momentos chave das três últimas corridas que fizermos), game options, item shop e ainda uma hiperligação para o site oficial do jogo de forma a estar sempre a par das novidades. Juntamente com a secção home, há ainda as secções career, solo, multiplayer, F1 Esports, customisation e showroom.
E por falar em career, é mesmo aqui que estão os highlights, onde às já existentes Driver Career e My Team, se juntou uma novidade bastante interessante: Two Player Career. Basicamente, consiste em começar uma carreira juntamente com um amigo via online, na qual podem optar por ser companheiros de equipa ou rivais em equipas diferentes e jogar em simultâneo. Ainda não tive oportunidade de experimentar, pois ainda ninguém que conheça comprou o jogo, mas mal possa é certinho.
Já nos outros modos de carreira houve também alterações, nomeadamente em como o Research & Development é apresentado e como os treinos livres têm influência no mesmo. Atualmente, é mais fácil ficar por dentro dos upgrades que podem ser feitos ao carros de forma mais visual e interativa e saber exatamente o que muda no carro após com cada upgrade. Já nos treinos livres (dos Grand Prix), após fazer os programas de desenvolvimento exigidos pela equipa, não só dá pontos de desenvolvimento para os upgrades em R&D, como dá desconto nos pontos necessários para cada upgrade, com base no tipo de programa que estamos a fazer. Para os programas serem bem sucedidos a 100%, não basta apenas cumprir o tempo mínimo e a exigência em causa, é também preciso cumprir uma série de diretivas, tais como não sair da pista, manter o carro a uma distância mínima da linha definida ou até atacar as curvas de determinada forma. O cumprimento dessas diretivas influencia positivamente a performance do carro durante a qualificação e a corrida.
Outra novidade dentro dos treinos livres é dar para simular através da opção “Go to quick practice” e definir em quanto tempo queremos fazer os programas de desenvolvimento em falta (que falei acima). O tempo para os terminar vai influenciar a percentagem de sucesso dos mesmos. Mais um caso de sucesso nas melhorias do jogo anterior para este!
Ainda nos modos carreira, há mais um pormenor em cada um que considero bem pensado e conseguido. No My Team, comprando a versão deluxe do jogo ou o pacote equivalente ao mesmo, passam a estar disponíveis no mercado, exclusivamente para a nossa equipa, pilotos clássicos tais como Schumacher, Senna, Prost, Rosberg, Button, Massa e Coultard. Não seria pior esses pilotos estarem disponíveis para todas as equipas, mas percebo a ideia.
É importante referir ainda que, no Driver Career, é possível que o nosso piloto seja uma mulher. Caso não saibam, as mulheres não estão proibidas de correr na F1, já houveram inclusive duas a correr entre homens no passado (Maria de Filippis, em 1958, e Lella Lombardi em 1975/76) e, atualmente, Jamie Chadwick (que é campeã da W Series) é piloto teste da Williams. No entanto, há muitos anos que uma mulher não começa um Grande Prémio, então gera algum esquecimento de que a Fórmula 1 é um lugar para todos. Acredito seriamente que, em F1 2022 ou 2023, já vai existir a categoria W Series (para além da F1 e F2), ainda mais agora que a Electronic Arts adquiriu a Codemasters.
Mas as novidades não ficam por aqui. Quando o jogo foi anunciado, esse anúncio prendia-se com um novo modo cinemático chamado “Breaking Point”, que prometia uma experiência intensa, realista e com muita dinâmica fora de pista. Cumpriu!
Breaking Point é uma vitória carregada de glória para a franquia. Uma experiência cativante do início ao fim, com uma narrativa bem elaborada, gráficos fantásticos, um enredo interessante e personagens complexas e envolventes. Só peca por ser curto (faz-se em poucas horas), mas a ideia é boa, e com desenvolvimento adequado, podemos ter aqui um modo que, todos os anos, conta uma história diferente e conquista um público adicional, o que dá valor aos modos cinemáticos nos jogos desportivos. O meu conselho é para toda a gente iniciar a sua experiência em F1 2021 por este modo.
Por fim, a adaptação ao DualSense, na versão da PlayStation 5. É uma adaptação com base na utilidade, principalmente para quem joga com o comando sem qualquer tipo de assistência de travagem e tração. Caso os gatilhos ofereçam resistência, significa que estão perto de um “lock-up” a travar ou de um descontrolo e derrapagem a acelerar. Como disse, uma integração útil, até porque, a meu ver, faz mais sentido ser assim do que oferecer sempre resistência à aceleração e à travagem. Nesse caso, é mau para o desgaste do comando e para a fadiga nos dedos.
Caso tenham por hábito jogar com volante e pedais, vão perder uma parte essencial da experiência que é jogar com o novo comando. Pessoalmente gosto de jogar no Playseat, mas foi uma ótima experiência jogar com o DualSense.
Finalizando, F1 2021 é um jogo excelente na área dos desportos motorizados e cresce bastante de 2020 para este ano. Não sei como estará para na geração anterior a nível gráfico, pois não experimentei, mas caso inclua todas as novidades da PlayStation 5, é um jogo essencial para quem gosta de jogos de condução e obrigatório para fãs de Fórmula 1.
Por norma, este tipo de jogos de franquia, que são atualizados todos os anos, têm a fama de não compensarem o gasto face às melhorias apresentadas. No caso de F1 2021 isso não podia estar mais longe da realidade. Um dos grandes jogos de 2021, sem dúvida.
Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4 e PlayStation 5 Jogado na PlayStation 5 Cópia para análise cedida pela Electronic Arts.
Já tínhamos nuggets, almôndegas, tiras braseadas, hambúrgueres e panados, tudo produtos inspirados na dieta flexitiriana. Mais recentemente foram apresentadas as opções Snock Feito com Garden Gourmet, com saladas, wraps, sandes ou hambúrgueres à base de proteína vegetal, sendo refeições prontas a levar para qualquer lado.
Agora, a adicionar à gama principal, chegam as Sensational Mediterranean Pieces, uma alternativa equilibrada para quem procura uma dieta vegetariana ou flexitariana e, também, uma excelente alternativa à carne de frango. Rica em proteínas vegetais e fonte de fibra, esta nova receita promete ser incrivelmente suculenta, com um sabor sensacional a frango e condimentada com uma marinada de especiarias e ervas aromáticas, ao estilo mediterrâneo. Aliás, a própria aparência é muito parecida a pedaços de frango marinados.
Muito fácil e rápido de preparar, como qualquer outro produto da gama, esta nova aposta saudável, sustentável e saborosa já está disponível no mercado nacional.
Está integrado no WOW, o quarteirão cultural de Gaia.
Foi em julho do ano passado que abriu ao público o World of Wine, um projeto que celebra a histórica indústria do Vinho do Porto. Quando surgiu, o projeto, assinado pela Broadway Malyan e desenvolvido durante seis anos, tinha o objetivo de não só criar uma atração de classe mundial nas históricas caves de Gaia, mas também, ao mesmo tempo, dar resposta à estratégia do Plano Municipal para atrair turismo para esta zona.
Porém, aquando da inauguração, o WOW não estava finalizado, contando com aberturas e inaugurações ao longo do tempo. E agora há mais uma, neste caso o sétimo museu no local. É o Pink Palace e trata-se de uma homenagem ao vinho rosé.
Nesta experiência descontraída e divertida, poderão ficar a conhecer a história e a ciência por trás da produção do vinho rosé, mas também a cultura e o lifestyle que este vinho simboliza.
O Pink Palace é o mais excêntrico de todos os espaços do WOW. Possui vários cenários que pedem para serem fotografados e convidam à interação. Além disso, ao longo da experiência, serão servidas cinco bebidas: Quinta do Vale do Bragão Rosé, AIX Gran Vin de Provence Rosé, Mateus Rosé, Vértice Rosé Bruto e Croft Pink Rosé Port.
Ao longo de 11 salas, serão levados a perceber que os rosés são feitos a partir de uvas cultivadas em diferentes regiões e climas em todo o mundo e usando uma série de técnicas de vinificação. Ou seja, há uma verdadeira diversidade de vinho sob este “manto cor-de-rosa”. Assim, a viagem atravessa Portugal, mas também Provence e acaba, inesperadamente, num saloon. Para embarcar nesta expedição é preciso sentido de humor, descontração, instinto de descoberta e, claro, bateria no telemóvel.
Ao novo museu juntam-se ainda outras abertas: o restaurante Pip, o café Maze e uma grande zona comercial, onde estarão disponíveis as marcas: DOP – Designers of Portugal (designers de moda nacionais); Aspeto Homme (roupa para homem); Namorarte (calçado); Marita Moreno (calçado e acessórios); The Captain (roupa); Filipe Fonseca Jewellery (joalharia de autor); e Nasamotor (indústria automóvel).