Há uma nova loja Meu Super em Samouco

É a 17ª loja Meu Super no distrito de Setúbal.

Pode-se dizer que praticamente todos os meses abrem novas lojas Meu Super em Portugal. Logo, era esperado que a Sonae MC inaugurasse um novo espaço da marca este mês de novembro. E foi o que aconteceu.

A partir do dia de hoje, 11 de novembro, está a funcionar uma nova loja Meu Super em Samouco, no concelho de Alcochete.

O novo espaço comercial, localizado na Praça da República, conta com uma área total de venda de 211 m2 e tem serviços de cafetaria, pão quente, charcutaria, frutas e legumes.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento de Samouco disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção ContinenteFácil & Bom ContinenteContemporalÁrea Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 17ª loja Meu Super no distrito de Setúbal, está a funcionar de segunda a sábado das 7h às 13h30 e das 15h30 às 21h, e aos domingos e feriados das 8h às 13h.

Bolt Food já faz entregas no Seixal, Amora e Cruz de Pau

Para além da entrega gratuita em todas as encomendas realizadas até um raio de 3,5 km, os descontos incluem ainda 20% no menu inteiro e 2 por 1 em vários restaurantes.

Foi no passado mês de setembro que a Bolt Food começou a fazer entregas na zona de Almada, chegando assim à Margem Sul, mas entregando também refeições na Caparica, Porto Brandão, Corroios, Miratejo, Santa Marta, entre outras localidades. Agora, é altura do serviço expandir a sua área de atuação.

Seixal, Amora e Cruz de Pau são os novos locais servidos pela plataforma. Além da taxa de entrega gratuita até um raio de 3,5 km de distância entre a habitação e o restaurante, durante os próximos dias, vários estabelecimentos terão ainda descontos específicos, tais como compre 1 leve 2 ou até mesmo menus completos com até 20% de desconto.

KFC, Subway, Ali Baba Kebab Haus, Veggie Joshua’s e Joshua’s Shoarma Grill são alguns dos restaurantes onde será possível encomendar comida e usufruir das campanhas promocionais.

Para encomendar comida através da Bolt Food, basta fazer o download da app criada para o efeito, num dispositivo Android e iOS, e realizar um registo simplificado, uma vez que, caso já tenham conta registada na Bolt, a maioria das informações serão obtidas automaticamente a partir da app de serviços de mobilidade.

Atualmente, a Bolt Food já trabalha com mais de 2.000 restaurantes em Portugal.

Há uma nova loja Continente Bom Dia em Lisboa

Este espaço veio criar 16 novos postos de trabalho.

Corria o mês de julho quando falámos pela última vez na inauguração de uma loja Continente Bom Dia em Portugal, neste caso em Faro. Agora, quatro meses depois, eis que a Sonae MC abre um novo Continente Bom Dia, mas desta vez em Lisboa.

Localizada na Avenida da República 81b, o novo espaço conta com cerca de 340 m2 de área de venda e, à semelhança de outras lojas, disponibiliza uma gama com milhares de produtos.

No Continente Bom Dia Avenida da República, os consumidores podem também utilizar sacos reutilizáveis na compra de fruta, legumes ou padaria. Destaque ainda para os produtos frescos e da época sempre disponíveis, desde as frutas e legumes, à padaria, talho e peixaria que a loja disponibiliza, com produtos nacionais.

Ao nível da iluminação, a loja dispõe de lâmpadas de baixo consumo, 100% LED e ainda de equipamentos de controlo e redução de potenciais consumos excessivos de água.

Este espaço, cuja abertura reforça a aposta da insígnia no distrito e concelho de Lisboa, que ficam agora a contar com 65 e 21 lojas, respetivamente, veio criar 16 novos postos de trabalho.

O Continente Bom dia Avenida da República está aberto todos os dias, das 8h às 21h.

Mercadona abre novo supermercado em Felgueiras

É o 27º supermercado da cadeia em Portugal.

Há mais um novo supermercado da cadeia espanhola Mercadona em Portugal. Hoje foi dia de inaugurar um novo espaço em Felgueiras, na Rua 10 de Junho, nº221, junto ao Estádio Municipal.

Tem uma área de vendas de 1.900 m2 que inclui as secções de Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Talho, Frutas e Legumes e Pronto a Comer, com 41 pratos diferentes. Todas estas opções são servidas em embalagens fabricadas com materiais naturais, como a cana-de-açúcar (material compostável), cartão ou papel.

De referir ainda que este espaço foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente da Mercadona e conta com corredores amplos e confortáveis, uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, sumos refrigerados, mural de sushi, charcutaria com presunto cortado à faca e embalado no momento e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.

Esta loja conta com 150 lugares de estacionamento e dois lugares destinados ao carregamento de veículos elétricos, ligados à rede MOBI.E.

A Mercadona Felgueiras gerou 65 novos postos de trabalho. Ainda este ano, o grupo espanhol prevê abrir dois novos supermercados, estando a próxima abertura prevista para o dia 26 de novembro em Valongo (Porto), na Avenida Oliveira Zina, n.º 453.

Caldas Street Food está de regresso este ano

Uma edição com muitas novidades.

Estão abertas as inscrições para o Caldas Street Food, o grande evento que se realiza no primeiro fim-de-semana de dezembro (dias 3, 4 e 5), com uma forte aposta na qualidade, sustentabilidade e, claro, na gastronomia, trazendo à rua milhares pessoas para apreciar as melhores iguarias.

A avenida 1º de Maio volta a ser o local escolhido, com o habitual ambiente acolhedor natalício, entre a estação da CP e a imagem da árvore de Natal gigante.

Depois do interregno do ano anterior, devido às limitações impostas pela pandemia, o festival de “street food” (comida de rua) quer trazer de novo as pessoas à rua, em total segurança e com os melhores manjares. O convívio entre todos é sempre garantido, até porque o atendimento é feito de uma forma mais informal.

Este ano há muitas novidades, não só por necessidade de adaptação aos tempos de pós-pandemia, mas também porque a organização quer estar sempre a inovar. Uma parte da receita do festival irá reverter para a associação Olha-te, que promove atividades de apoio aos doentes oncológicos, e vai estar presente também a Escola de Hotelaria e Turismo do Oeste.

Nesta sexta edição, a organização volta a fazer uma escolha dos melhores “foodtrucks”, de forma a que a oferta seja sempre de qualidade e cumprindo obrigatoriamente as normas da ASAE e HACCP.

Os carros são sempre muito originais e habitualmente trazem associado um conceito “gourmet” e diferenciador. Estes autênticos “restaurantes sobre rodas” funcionam mesmo como um ponto turístico e acabam por trazer também clientes para os estabelecimentos da cidade.

Foto: Nuno Conceição

Jungle confirmados no NOS Alive 2022

A banda vem apresentar o mais recente disco, Loving in Stereo.

Foi na passada terça-feira, dia 9 de novembro, que o NOS Alive fez questão de reconfirmar a presença das irmãs HAIM na edição do próximo ano. Agora, e para começar esta quinta-feira, 11 de novembro, da melhor forma, eis uma nova e aguardada confirmação: Jungle.

A banda, que já visitou Portugal por diversas vezes, vem apresentar o mais recente disco, Loving in Stereo. O álbum que vai ser apresentado no Passeio Marítimo de Algés assinala também o momento em que a dupla dá espaço a que, pela primeira vez, vozes como as de Tamil-Swiss Priya Ragu ou do rapper americano Basse juntem a eles, tornando-se num contributo enriquecedor no resultado de todo o processo de gravação.

Artistas confirmados no NOS Alive 2022: alt-JCaribouDa WeaselDino D’SantiagoFaith No MoreFlorence + The MachineFontaines D.C.Glass AnimalsHAIM, Hobo Johnson and The LovemakersImagine DragonsInhaler, Jungle, Jorja SmithManel CruzMetallicaModest MouseMoses SumneyParcelsPhoebe BridgersRoyal BloodSeasick SteveSt. VincentStromaeThe StrokesTom MischTwo Door Cinema Club e Parov Stelar.

Em relação aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais. Os bilhetes adquiridos para o NOS Alive’20 e NOS Alive’21 são válidos para os dias de semana correspondentes do NOS Alive’22. Podem também trocá-los para outro dia mediante disponibilidade de lotação, ou por um vale no ponto de venda onde foram adquiridos, apresentando os bilhetes e prova de compra.

Cotton 100% & Panorama Cotton – Um cheiro a mofo e a naftalina

Apesar do seu estatuto clássico, o regresso de Cotton é tudo menos empolgante devido ao seu preço e às versões que chegaram agora às consolas.

Depois de Cotton Reboot, a adorável bruxa parece estar determinada em agarrar a indústria dos videojogos pelo colarinho. De facto, parece que se quebrou algum feitiço que libertou finalmente a série das amarras do tempo, agora livre para se relançar na propaganda que está a culminar no lançamento de alguns dos seus títulos mais clássicos. Com o reboot fora do caminho, que nos surpreendeu pela positiva, recebemos agora Cotton 100% e Panorama Cotton, dois títulos absolutamente clássicos que são acompanhados por reedições pouco ou nada competentes. Aliás, vou mais longe: são descartáveis.

Editados pela ININ Games, Cotton 100% e Panorama Cotton chegam às novas consolas com poucas novidades. São os mesmos jogos que se estrearam em 1994, incluindo apenas um modo adicional, onde poderão utilizar a mecânica de rebobinar e estados de gravação, e algumas opções de personalização, que pouco se fazem sentir em ambos os jogos. Fora essas adições estratégicas, no sentido em que tornam os videojogos mais acessíveis e menos exigentes, não há mais nada que justifique o preço a que chegam às lojas digitais. Aliás, ambos os jogos não foram sequer localizados para o ocidente, mantendo as suas legendas e VA em japonês. Podemos determinar que se trata de uma tentativa de preservação dos videojogos e da sua experiência original, já que não foram lançados antes no ocidente, mas não podemos confundir preservação com preguiça e é isso que está em causa.

Estou a tentar não ser demasiado crítico, mas esta dupla de jogos dá-me muito pouco para trabalhar. São os mesmos jogos que já conhecem, relançados com o menor esforço possível, não existindo novidades substanciais até para os problemas das versões originais. Cotton 100% é o mais sólido dos dois, mas também o mais seguro, apresentando vários setups diferentes – que determinam as magias e padrões de ataque que utilizarão em combate –, mas apostando numa campanha muito repetitiva e sem a variedade do primeiro título. Já Panorama Cotton é o seu oposto e traz uma nova perspetiva, que tenta emular um cenário em 3D, e aposta numa experiência mais on-rails, semelhante a Space Harrier, mas com o mesmo esquema de habilidades e controlo da série: sistema de evolução por pontos de experiência, melhoria das magias e três tipos de ataques poderosos. E é isto. Não têm direito a mais nada.

Podemos também contra-argumentar que se tratam de edições para os fãs, mas devolvo outra questão: não estarão já os fãs entretidos com as versões originais, seja em formato físico ou através de emuladores mais competentes? Digo isto porque estas não são as melhores versões destes jogos clássicos, pois parece que existe um delay nos controlos. Mais uma vez, se são edições para os fãs, como poderemos justificar estes problemas de conversão? A solução é simples: em vez de lançarem estes títulos em separado, deviam ter apostado numa coleção.

Era isso que Cotton merecia, que se estreia agora no ocidente, mas é preciso fazer render o peixe. São jogos competentes que não consigo recomendar ou aconselhar até para os mais curiosos. Mais duas edições apenas para os fãs.

Cópia para análise (PlayStation) cedida pela PR Hound.

Hextech Mayhem é uma nova experiência rítmica de League of Legends

Arcane não é a única novidade inspirada em League of Legends para esta temporada.

A Riot Forge revelou uma nova experiência jogável dentro do universo de League of Legends. Chama-se Hextech Mayhem: A League of Legends Story e é um jogo de ritmo para PC e consolas.

Desenvolvido pela Choice Provisions, criadores da série BIT.TRIP, Hextech Mayhem é um jogo simplista onde controlamos Ziggs, que usa as suas habilidades com recurso a bombas para saltar e explodir com os níveis ao ritmo da banda sonora do jogo. E tudo isto com recurso a um simples toque.

Hextech Mayhem: A League of Legends Story tem data de lançamento marcada para dia 16 de novembro na Nintendo Switch e PC (via Steam, GoG e Epic Games).

A consola Steam Deck atrasa-se para 2022

Quem fez a pré-reserva da consola portátil da Valve vai ter que esperar mais um pouco.

Revelada no verão e com as pré-reservas disponíveis no mesmo dia, a Steam Deck rapidamente “esgotou”, com a promessa de começar a ser distribuída aos utilizadores em dezembro de 2021.

Sem uma data fechada, a Valve revelou agora que o lançamento da sua máquina de jogos portátil compatível com, virtualmente, toda a biblioteca de jogos para PC, vai chegar um pouco mais tarde, no início de 2022.

Em comunicado, a Valve pede desculpa, justificando o atraso com as dificuldades de distribuição global e falta de materiais para configurar unidades, com a promessa de começar a enviar as consolas em fevereiro de 2022. Podem ler a mensagem completa na página da Steam ou, se preferirem, aqui em baixo.

“O lançamento do Steam Deck vai ser adiado por dois meses. Pedimos desculpa por isto. Fizemos o nosso melhor para contornarmos os problemas com a cadeia de distribuição global, mas devido à falta de materiais, alguns componentes não estão a chegar às nossas fábricas a tempo de conseguirmos cumprir as nossas datas de lançamento iniciais.

Com base nas nossas estimativas atualizadas, o envio do Steam Deck irá começar em fevereiro de 2022. Esta será a nova data inicial da fila de reservas. O teu lugar na fila será mantido, mas as datas serão adiadas com base na nova data inicial. As estimativas das datas de reserva serão atualizadas pouco depois deste anúncio.

Mais uma vez, pedimos desculpa por não conseguirmos cumprir a nossa data de envio original. Vamos continuar a trabalhar para melhorar as datas de reserva com base nos novos prazos e vamos manter-te atualizado entretanto.”

A PlayStation Portugal revelou os finalistas dos Prémios PlayStation Talents 2021

São 11 os projetos nomeados para a 7ª edição do programa de desenvolvimento de jogos nacionais levados a cabo pela PlayStation.

Numa transmissão especial do MODO PlayStation, a PlayStation Portugal revelou os 11 projetos finalistas da sétima edição dos Prémios PlayStation Talents em Portugal.

Com foco na variedade, os 11 projetos desenvolvidos por produtores e apaixonados por videojogos em Portugal incluem experiências 2D, RPGs, FPSs multijogador, jogos históricos e muitos mais. Para ficarem a conhecer um pouco melhor o que cada jogo promete, podem assistir ao episódio especial do MODO PlayStation, aqui em baixo, e consultar a lista dos jogos finalistas, logo a seguir.

  • Breeze of Chimes (Hopoki Studio): Neste jogo de plataforma para uma pessoa, joga como um ser poderoso que desperta sem ter noção do seu ambiente e do seu passado, que irá procurar restos do passado, aventurando-se por todos os perigos que poderá encontrar.
  • Helena (Rio Studios): Neste jogo em 2D poderás reviver a história de amor de Armando nos anos 1950 no Porto. Aprecia locais históricos, coleciona objetos para ajudar o Armando a lembrar-se das memórias neste título com arte de desenho à mão e música tradicional Portuguesa.
  • Laura (PolyWeld): Um jogo sobre a Primeira Guerra Mundial nos Açores, onde uma menina, Laura, procura o seu pai que foi levado para um campo de concentração na ilha Terceira nos Açores durante a guerra.
  • METANOIA (Merakkie Studios): Este jogo acontece num asilo, algures em 1800, onde a personagem principal sofre de esquizofrenia e parte em busca da sua mãe, entre o mundo real e irreal devido às alucinações que alteram a sua perceção da realidade.
  • Mizukura (Axis): Um jogo que se desenvolve em torno de um gato samurai que pretende restaurar o equilíbrio perdido depois do roubo de um dos Koi Fishes por parte do Miaushing, que irá tornar esta tarefa difícil e desafiante.
  • Onis (Primis Games): Um jogo de estratégia envolvido num mundo de cultura Portuguesa.
  • Sophia and the Girl in the Past (Perpétuos Games): Neste jogo a Sophia e a Pearl conheceram-se através de um walkie-talkie e descobrem que moram na mesma casa, sendo que a Pearl mora nos anos 1990 e a Sophia, 30 anos depois, e decidem jogar com o efeito borboleta, fazendo alterações ao passado que permitam o acontecimento de certas coisas no presente.
  • Stolen Lands (Manuel Graça): Um RPG medieval na terceira pessoa passado no mundo de Akranes, onde escolheremos o caminho do nosso personagem: entre a ação direta, a magia e a furtividade.
  • Tamed The Unseen Show (Pop Coin Studio): Um jogo de stealth como um pequeno palhaço com um chocalho em vez de cabeça, onde o jogador terá de resolver puzzles para descobrir o que se passa por trás do espetáculo que para o público, aparenta ser um circo normal.
  • The Fall of Balance (Tiago Rodrigues): Neste jogo de fantasia em realidade virtual com diversas mecânicas e elementos de jogabilidade que o tornam único, poderás escalar de forma realista, explorar diferentes ambientes e enfrentar os guardiões gigantes.
  • Universe 51 – Tannhäuser Wars (TechFrame): Um FPS multijogador com um ritmo de jogo rápido, onde dois grupos desconhecidos são misteriosamente teletransportados para o mesmo local. Uma vez que a comunicação entre os grupos é impossível ou indesejada, eles chocam entre si.

Estes 11 projetos irão, assim, concorrer a nove categorias dos Prémios PlayStation Talents, que incluem, obviamente, o Prémio de Melhor jogo:

Categoria Principal

  • Prémio PlayStation Talents para Melhor jogo.

Categorias Secundárias

  • Prémio PlayStation Talents para Jogo mais Inovador;
  • Prémio PlayStation Talents para Melhor Arte;
  • Prémio PlayStation Talents para Melhor Utilização das Plataformas PlayStation;
  • Prémio PlayStation Talents para Melhor Jogo Infantil;
  • Prémio PlayStation Talents da Imprensa;
  • Prémio PlayStation Talents para Melhor Jogo de Competição Online;
  • Prémio PlayStation Talents para Melhor Narrativa.

Categoria Especial

  • Prémio PlayStation Talents Especial Games for Good: atribuído em parceria com o evento Games for Good criado e organizado pelo IADE, destina-se ao jogo finalista que melhor incorpore temáticas de responsabilidade social no seu conceito, e que contribua para um diálogo aberto sobre problemas reais da nossa sociedade e do nosso mundo.

Os vencedores dos Prémios PlayStation Talents 2021 serão revelados no início de 2022.

Far Cry 6 recebe o vilão de Far Cry 3 em novo conteúdo

Vaas: Insanity fica disponível a 16 de novembro.

Tal como a Ubisoft havia prometido, Far Cry 6 vai começar a receber conteúdos extra inspirados em entradas antigas da franquia. E o primeiro pedaço de conteúdo chega já este mês, levando-nos ao jogo que cimentou o formato de Far Cry.

Parte do Season Pass de Far Cry 6, Vaas: Insanity é a primeiro de três expansões, trazendo de volta Vaas Montenegro, o icónico vilão de Far Cry 3, novamente interpretado por Michael Mando de Better Call Saul.

Esta nova porção de jogo leva até Far Cry 6 uma experiência inspirada em rogue-likes, onde os jogadores começam apenas com uma pistola e terão que encontrar novas armas e habilidades à medida que exploram a mente quebrada de Vaas, num ambiente de fantasia e psicadélico.

Segundo a Ubisoft, esta será uma forma de explorar e entender também os demónios que atormentavam a mente da icónica personagem.

Vaas: Insanity chega a todos os jogadores com acesso ao Season Pass de Far Cry 6, disponível para consolas PlayStation, Xbox e PC. As datas para os restantes conteúdos não foram ainda reveladas.

BILITI Electric entra em Portugal para comercializar veículos elétricos de três rodas

O objetivo? Fazer com que estes veículos sejam utilizados para entregas de “última milha” em ambiente urbano.

É provável que, daqui a algum tempo, as entregas de algumas encomendas, como por exemplo pequenos produtos ou refeições, comecem a ser feitas em veículos um pouco inusitados. É pelo menos essa a esperança da empresa norte-americana BILITI Electric que, através da sua marca GMW Europe, entra em Portugal com o objetivo de comercializar veículos elétricos especialmente vocacionados para entregas de “última milha” em ambiente urbano.

A empresa tem como plano criar uma unidade de produção no nosso país, com capacidade de montar até 500 veículos por mês, para distribuição em toda a Europa – o que representará um investimento total de cerca de 20 milhões de euros em Portugal e no mercado europeu ao longo dos próximos três anos. No fundo, Portugal será como uma porta de entrada para outros países.

O primeiro produto a ser lançado, o GMW Taskman, tem estado a ser usado no estrangeiro por empresas de comércio eletrónico, tais como a Amazon, Flipkart (Walmart), IKEA, SokoWatch, Uber e Zomato, entre outras.

O Taskman é o primeiro veículo elétrico de três rodas do mundo concebido com um sistema de bateria intercambiável – designado Smart Swapp – que permite aos utilizadores a substituição das baterias descarregadas com baterias totalmente carregadas em cerca de um minuto.

Desta forma, as baterias podem ser recarregadas normalmente, como em qualquer outro veículo elétrico, mas uma empresa ou operador logístico que deseje otimizar a sua utilização pode adquirir uma bateria adicional capaz de ser instalada rapidamente, evitando assim o tempo de paragem ou a necessidade de adquirir um segundo veículo.

O GMW Taskman é um veículo de carga compacto com uma capacidade de 300 kg. As baterias destes veículos urbanos têm uma autonomia de 80 km por carga e podem ser totalmente recarregados em 3,5 horas ou substituídas em cerca de um minuto. A recarga pode ser feita quer através do próprio veículo, quer ligando diretamente a bateria à rede elétrica.

Estará também disponível uma versão adaptada à recolha do lixo, o DumpSTAR, que a empresa considera ser uma solução interessante para os municípios e empresas de gestão de resíduos sólidos que fazem recolha durante a noite, dado este ser um tipo de veículo 100% silencioso e livre de emissões poluentes. O DumpSTAR possui um sistema hidráulico de descarga e uma divisória para separação de diferentes tipos de resíduos.

O GMW Taskman já está homologado em Portugal e terá um preço de 9.990€. A versão adaptada para recolha de resíduos sólidos custará 11.990€. Estes preços incluem já uma bateria de lítio de 7 kWh substituível pelo utilizador. Cada bateria adicional (compatível com ambas as versões do veículo) tem um preço de 2.400€.

Análise – Valco Nordell MK3

Após dois lançamentos de auscultadores, a marca finlandesa aposta numa coluna portátil… e com sucesso.

Desde a caixa de embalagem à coluna, tudo tem ótimo aspeto na Valco Nordell MK3, que conta com um design simplista e algo premium. A coluna é preta, cor única. É composta por uma grelha de alumínio de ambos os lados, que lhe confere uma sensação agradável de simetria. Na grelha por onde sai o som tem estampado “valco” num cinzento discreto e, na grelha oposta, tem uma tampa em silicone que tapa e protege a entrada USB type-c para o carregamento, a ranhura para introduzir um microSD e a ligação aux. A lona circundante é feita em silicone, dando a sensação de segurança face a impactos inesperados. Numa das laterais da lona há também uma argola metálica que permite pendurar a coluna onde quer que seja.

Na parte superior da lona existem seis botões de controlo muito responsivos ao toque (de dimensão porreira, até para quem tem dedos largos), onde se inclui o botão 3D, que permite alternar entre os modos de equalização disponíveis. O botão 3D é alusivo ao modo de reprodução que dá outra sensação de profundidade ao som. Não há outra explicação para o botão ter esse designação, de todo. Mas a verdade é que não é publicidade enganosa, nota-se bem a diferença entre este modo e os restantes, sendo que o som é mais envolvente.

Som esse que possibilita o uso desta coluna portátil em festas caseiras, permitindo volumes convidáveis sem comprometer a qualidade do som, graças ao poder de 2x20w. Têm ainda a possibilidade de emparelhar duas Nordell em simultâneo, providenciando uma experiência de stereo superior. A conexão é feita via Bluetooth 5.0 através de True Wireless Stereo (onde o dispositivo se liga à coluna e, no caso de haver uma segunda coluna, esta liga-se à principal).

Em alternativa, podem fazer ligação através de cabo aux, mas com Bluetooth 5.0 faz cada vez menos sentido, visto que a transmissão de som é imediata, sem atrasos. E sabendo da capacidade da bateria – 5200mAh com carregamento fast-charging -, ainda faz menos sentido não optar pela ligação Bluetooth. Traduzindo o tamanho da bateria para autonomia, basicamente podem contar com umas 15 horas de reprodução com volume intermédio e até oito horas com o volume máximo.

A portabilidade da coluna faz a autonomia ser um fator importante, visto que as dimensões são 20.3×6.1×7.8 cm e o peso situa-se na casa dos 500 gramas. Posso dizer que ando com a coluna sempre atrás quando vou a algum lado, dado que não ocupa espaço quase nenhum e tem qualidade para começar a festa mais inesperada ou servir apenas para um melhor volume de fundo para qualquer situação. A coluna está equipada com um microfone que permite atender chamadas através dela e suporta Siri e Google Now. Não é algo que use, mas acrescenta valor à coluna.

Já referi acima que o som está ótimo e tenho a acrescentar que, para além deste ser imensamente refinado e cristalino, os graves são estonteantes para uma coluna desta dimensão. Estou perfeitamente ciente que a marca Valco não tem representatividade em Portugal, dado que teve início no ano passado. Como tal, não há produção em massa, pois o crescimento da marca está a ser feito de forma sustentável. Por isso, ainda que esta coluna custe 99.90€, o que soa caro (mas não é, de todo), dificilmente vão conseguir comprar uma, dado que, sempre que há mais remessas, esgotam em pouquíssimo tempo. Nem a Playstation 5 consegue ser tão difícil de adquirir.

Acho que esta foi a minha análise mais sucinta e objetiva, mas quando o produto é ótimo, é fácil descrevê-lo. Se tiverem interesse em ler mais sobre a Nordell MK3, podem ir diretamente ao website oficial da Valco, que vão ficar logo bem dispostos. Isto pode parecer estranho, mas não consigo não me rir quando leio o que quer que seja que o staff da Valco escreve. São hilariantes. Até os manuais de instruções são um espanto.

Se tiverem oportunidade de meter as mãos num dos produtos da marca, não pensem duas vezes. Aproveito também para vos deixar a minha análise aos auscultadores Valco VMK20, que recebi também este ano.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Valco.

Maluma traz a sua tour Papi Juancho a Portugal

Um espetáculo com um palco 360º e 20 bailarinos a fazer companhia à estrela de Medellin.

É indiscutivelmente umas das maiores estrelas pop da atualidade. Com quase 60 milhões de fãs no Instagram e biliões de visualizações dos seus videoclipes no Youtube, Maluma é hoje um nome incontornável da música latina. Em 2022, o artista traz a sua Papi Juancho Tour a Portugal, mais especificamente a 2 de abril, para um concerto na Altice Arena, em Lisboa.

Papi Juancho é o último álbum do cantor colombiano. Lançado em 2020, no meio da pandemia mundial, só agora começou a ser apresentado ao vivo em todo o mundo. Singles como “Hawái”, “ADMV” ou “Parce” foram retirados deste último disco e serão certamente apresentados nesta grande produção na maior sala lisboeta, que terá um palco 360º e 20 bailarinos a fazer companhia à estrela de Medellin.

Para além dos principais temas de Papi Juancho, não deverão faltar os principais sucessos da carreira do artista, como “Felices los 4”, “Chantaje” ou “Vente pa’ Ca”.

Os bilhetes para este espetáculo estarão à venda já amanhã, dia 11 de novembro, em pré-venda exclusiva nas lojas FNAC e no site online da FNAC. No dia seguinte, 12 de novembro, começa a venda para o público em geral, com os bilhetes a ficarem disponíveis na MEO Blueticket e locais habituais. Os preços vão dos 48€, para o balcão 2, aos 275€, para o bilhete VIP.

Pedaços de Cacau abre novo ateliê em Vila Nova de Gaia

No ano em que celebra o seu sétimo aniversário, a Pedaços de Cacau deu mais um passo com um novo ateliê, prometendo levar o melhor do chocolate artesanal à cidade.

Corria o ano de 2012 quando, a pensar no Natal, Raquel Lima decidiu arriscar na cozinha e fazer bombons de chocolate para oferecer. Dessa aventura, nasceu uma curiosidade e uma vontade de saber e descobrir mais que, dois anos mais tarde, daria origem a uma marca, a Pedaços de Cacau. Sete anos volvidos, 15 prémios nacionais e internacionais conquistados, a marca de Vila Nova de Gaia expandiu-se com um novo ateliê

Localizado na Rua da Junqueira de Baixo, nº28, em Vilar do Paraíso, na cidade de Vila Nova de Gaia, o novo ateliê apresenta uma experiência de aromas e sabores incomparável, com o chocolate sempre como tema central, com tabletes de chocolate negro, bombons, bolachas, granolas e, até, paus de canela com chocolate para mexer o café.

Com o novo espaço, vem também um novo produto, a Caixa Surpresa, uma caixa com uma seleção dos melhores chocolates da Pedaços de Cacau, todos feitos de forma artesanal, com os melhores ingredientes, que pode ser subscrita para um mês, três ou seis, a partir dos 29,90€. Basicamente, dependendo da subscrição, podem receber em casa novos e deliciosos chocolates. Mas atenção: tal como acontece com estes serviços de subscrição, o conteúdo da caixa será sempre surpresa.

De resto, não só é possível encomendar e saborear os chocolates no ateliê, como a Pedaços de Cacau aceita encomendas de todo o país. Para isso, basta recorrerem à loja online, com as entregas a serem feitas num máximo de cinco dias úteis.

Análise – Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed

O clássico que dispensa apresentações, em formato mais acessível.

O DeathAdder, da Razer, está de regresso, e desta vez não é um topo de gama, como o V2 Pro ou o tradicional V2 com fio. Trata-se do Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed, que é tanto uma versão intermédia dos dois, como algo mais acessível, com prós e alguns contras.

Nesta altura do campeonato, o DeathAdder dispensa qualquer apresentação. Quem segue o trabalho da Razer reconhece automaticamente o formato clássico e assimétrico desta arma obrigatória no arsenal de qualquer jogador competitivo.

O novo rato é, no entanto, um intermédio de alto desempenho e flexibilidade de utilização, maioritariamente por libertar-se de fios e ao introduzir a tecnologia Hyperseed, de ligação de 2.4Ghz de baixa latência, contrastando com o recurso a pilhas e as suas características mais modestas dos restantes modelos.

O design mantém-se imutável. Pessoalmente, é o meu menos favorito de todo o catálogo da Razer – de um ponto de visto estético, é claro -, mas ironicamente é capaz de ser o mais confortável, pelo seu corpo esguio e a sua curvatura quase “aerodinâmica” que permite o confortável repouso da palma das nossas mãos, ao mesmo tempo que nos confere uma excelente segurança de manuseamento suave do rato.

A nível de design, o grande destaque do Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed vai para os novos botões programáveis. Num total de sete, são os dois no canto superior esquerdo que chamam a atenção. A ideia é que o jogador, com a ponta do seu indicador, possa aceder a uma panóplia de ações que, por defeito, estão registadas para a sensibilidade dos DPI, mas que honestamente parecem estranhas e difíceis de alcançar, especialmente para dedos mais curtos ou com dificuldades de movimento para as laterais. Uma estranha alteração dos tradicionais botões abaixo da roda, como acontece na maioria dos ratos gaming da marca.

Com o Hyperspeed, já falado, o Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed não tem qualquer compromisso de latência durante os jogos mais exigentes, voltando a confirmar a importância de uma ligação proprietária, algo que é conseguido com a sua pequena pen usb. Contudo, a flexibilidade chegou ao Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed, com a opção de poder ser usado também via Bluetooth, tornando-o assim uma ótima solução para levar na mala para longe da máquina de jogos principal, podendo ser utilizado em qualquer dispositivo compatível.

A ligação afeta, como é obvio, o tempo de vida útil da bateria que, para efeitos de análise, foi complicado de comprovar, mas acreditamos nos valores da Razer, que nos promete mais de 615 horas de uso diário via Bluetooth ou 235 horas Hyperspeed. A contrapartida? É que não usa uma bateria interna, mas sim pilhas AAA ou AA, uma decisão controversa e vista por alguns como anti-ecológica, obrigado ao acesso de pilhas para o efeito, mas que, por outro lado, aumenta o tempo de vida do rato, evitado problemas com baterias internas que obrigam à substituição do produto. Em todo o caso, o recurso a um cabo seria bastante simpático.

Mas são atalhos e cortes necessários para a criação de um novo produto, aos quais se acrescenta, por exemplo, a redução de DPI para 14 mil, algo que para um utilizador comum ou de monitores de menor resolução e taxa de frames não fará diferença, mas que um jogador mais dedicado um valor mais alto poderia ser útil.

Com isto, temos o preço, acessível, e que reflete a mistura de inovações e cortes para esta nova adição ao catálogo da Razer. O Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed já está disponível e pode ser adquirido por 69,99€.

Recomendado

Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

Subway lança uma sub, um wrap e um SUBite inspirados nos sabores de Itália

Receitas novas inspiradas em Fred de Luca, um dos fundadores da marca.

A Subway é daquelas empresas que sabem apresentar ótimas e novas opções para os clientes, num dinamismo que é de louvar. Por exemplo, em setembro, e por tempo limitado, fez regressar a sub Chicken Carbonara, uma das subs mais pedidas pelos clientes. Já a partir de hoje, 10 de novembro, e até janeiro do próximo ano, há três novidades para provar: uma sub, um wrap e um SUBite.

São receitas novas, inspiradas nos sabores de Itália, que fazem parte da Italian Collection, inspirada nas origens de um dos fundadores da marca, Fred De Luca. Temos, assim, a Sub Chicken Pizziola, o Wrap Pizza Supreme e o Pepperoni SUBite.

Começando pela Sub Chicken Pizziola, é composta por tiras de frango grelhadas, pepperoni, cebola roxa, tomate e molho marinara (molho vermelho italiano geralmente feito com tomate, alho, ervas e cebola) com pão de queijo e especiarias, que é cozido diariamente nos restaurantes. Esta sub, baseada numa receita criada pelo próprio Fred de Luca, conta com 434 calorias na versão de 15cm. Nesse tamanho, o preço é de 4,70€.

Já o Wrap Pizza Supreme é uma grande fonte de proteína e tem três ingredientes diferentes: carne de vaca, bacon e pepperoni. Além disso, a Subway adicionou o famoso molho marinara, queijo mozzarela, cebola, pimento e azeitonas. Tem 708 calorias e custa 5,95€.

Por último, o Pepperoni SUBite é uma deliciosa combinação de pepperoni, molho de marinara, tomate, cebola e queijo mozzarela. Esta é uma opção ótima para qualquer altura do dia, por apenas 1,5€.

Todas estas opções podem ser pedidas individualmente ou com menu completo. Têm até 22 de janeiro de 2022 para experimentar, seja em loja, levando para casa ou recebendo no conforto do lar graças às típicas apps de delivery.

CertiDeal. Empresa francesa chega a Portugal para vender smartphones recondicionados

Sim, é mais uma empresa do género.

Portugal tem recebido, nos últimos anos, várias empresas que se dedicam à venda de produtos recondicionados. Este ano, só para referir alguns exemplos, vimos chegar a Back Market, que vende muito mais do que apenas smartphones em segunda mão; a Hubside.Store, que também repara equipamentos ou aluga dispositivos multimédia; e até NOS seguiu a tendência e passou a vender iPhones recondicionados.

Recentemente, no início deste mês de novembro, outra empresa chegou ao nosso país. Falamos da francesa CertiDeal.

Criada em 2015, na França, a CertiDeal tem como objetivo oferecer produtos de qualidade a preços baixos, assim como contribuir para a preservação do meio ambiente.

Todos os smartphones são testados, certificados e oferecem 24 meses de garantia. Além disso, todos os clientes têm ainda uma extensão do direito legal de arrependimento de compra – até 21 dias – durante os quais o produto pode ser usado e testado. Caso não estejam satisfeitos com a compra, podem solicitar um reembolso integral do valor do produto.

No total, são mais de 30 pontos de controlo que garantem a qualidade de todos os smartphones comercializados – verificados pelos técnicos especialistas e testados com aplicações de rastreamento dedicadas. Caso algum dos pontos de controlo falhe, o produto é reparado e testado novamente – até que seja considerado 100% funcional.

À semelhança de outras plataformas, também a CertiDeal divide os produtos por três graus estéticos: “Como Novo”, que diz respeito a um smartphone sem arranhões ou sinais de uso; “Muito Bom”, com poucos sinais de uso, e “Correto”, que significa que o produto dispõe de alguns arranhões e sinais de uso.

Just Dance 2022 – Música nova, danças antigas

Just Dance está de volta. Mas apesar de trazer novas músicas lançadas ao longo deste ano, continua a falhar nas mecânicas de deteção dos movimentos de dança.

A franquia Just Dance é líder na área e tal justifica-se pelo constante investimento em novas músicas, acompanhadas de coreografias elaboradas que conseguem meter qualquer um a suar. Este ano podem contar com “Good 4 You” da emergente Olivia Rodrigo, “Happier Than Ever” de Billie Eilish, a versão da Taylor Swift da canção “Love Story”, “Don’t Go Yet” de Camila Cabello e até “Think About Things” dos Daði Freyr, que participaram na Eurovisão 2021.

Há também algumas novidades no que toca a música lançada nos dois anos anteriores, tais como “Girl Like Me” em colaboração entre os The Black Eyed Peas e Shakira, “Levitating” da irreverente Dua Lipa, “Mood” de 24kGoldn ou “Jerusalema” de Master KG. De clássicos terão acesso gratuito a “Freed From Desire” de Gala Rizzatto, “Buttons” das Pussycat Dolls, “Level Up” de Ciara, “Rock Your Body” de Justin Timberlake ou “I’m Outra Love” de Anastacia.

É certo e sabido que, apesar das novidades e seleção gratuita de temas incluídos com a compra do jogo, este ano o catálogo está mais diversificado que nunca, com música de várias décadas (o que vai agradar a um público maior). Na verdade, há todo um catálogo de mais de 700 músicas por explorar com a subscrição do Just Dance Unlimited. O primeiro mês de teste é gratuito (com a Deluxe Edition têm direito a quatro meses), sendo que a subscrição de um ano custa 24,99€ no total.

Para além deste volume conter muita música nova e entusiasmante, segundo consta, a Ubisoft foi buscar inspiração a passos de várias coreografias originais para algumas músicas, que era algo que já vinha a ser pedido há muito tempo pelos fãs da franquia. A este ritmo, para além de ser um jogo de festa, Just Dance torna-se cada vez mais num jogo de dança.

Na interface colorida e dinâmica não mudou muita coisa, coisa à qual já me habituei, para ser sincero. Contudo, foi introduzida uma novidade deveras intrigante e inclusiva, que é a secção “Kids” para os pequenos just dancers, cuja interface é bastante simples (só andar para o lado e selecionar a música), sem as complicações e funcionalidades da versão normal. Para além destas duas opções, agora também existe o “Quick Play” que leva o jogador logo para a pista de dança, com uma seleção musical aleatória, sem ter de perder tempo a escolher uma música.

Apesar de todas as novidades, que são bem vindas, o jogo continua a falhar na parte que interessa: as opções de dança. Atualmente, a versão da PS5 só dá para dançar usando o smartphone na mão direita. Tudo bem que é uma opção prática para festas, mas não é nada fiável nem motivador uma pessoa aplicar-se na coreografia para ter apenas os movimentos de um braço contabilizados. Nada contra a existência desta opção, mas não aceitar os acessórios “move”, que são mais ergonómicos e seguros do que andar a balançar um smartphone de mais de 500€ na mão (já houve uma casualidade numa festa cá em casa) ou não existir compatibilidade com a câmara HD para a PS5 que permite dançar sem preocupações, nesta fase não faz sentido nenhum.

Posto tudo isto, e apesar das novidades de interface para os mais novos, novas músicas e coreografias mais fiéis que nunca, é difícil recomendar a compra deste jogo. A não ser que sejam mesmo fãs de dança ou queiram ter mais um jogo de festa, sabendo que vão dançar com o vosso smartphone na mão. O problema? A dança não é divertida quando se está sempre em sobressalto em relação a um possível descuido com a mão direita, onde está o vosso smartphone.

Cópia para análise (versão PlayStation) cedida pela Ubisoft.

#SeaTheFuture é o novo restaurante do Oceanário

1

Parceria entre o Grupo SushiCafé e o Oceanário de Lisboa tem como base a sustentabilidade e a preocupação com o futuro do planeta.

O Grupo SushiCafé dá continuidade ao seu projeto e abre mais um restaurante, o #SeaTheFuture, no Oceanário de Lisboa. O restaurante tem como princípio base a preocupação com o futuro do planeta e assenta na ligação entre três elementos da natureza: água, terra e ar.

Quer isto dizer que, agora, já podem terminar a incrível experiência no Oceanário – mas qualquer pessoa pode ir ao restaurante na verdade – com uma refeição sustentável e contribuir para uma mudança de mentalidade no que diz respeito ao consumo alimentar. Aliás, essa é mesmo a ideia deste novo restaurante: produtos orgânicos, sazonais, de proveniência conhecida e que privilegia produtores e empresas locais, com o objetivo de proporcionar uma experiência gastronómica memorável e saudável. O restaurante aposta ainda numa oferta com uma forte componente vegana e sem glúten.

O menu tem por base produtos confecionados a vapor, como saladas, sanduíches, tostas, smoothies e sumos naturais, bem como sobremesas veganas, entre outras opções saudáveis. Existem alguns pratos de carne, mas que são uma clara exceção.

Para almoçar podem escolher entre hambúrguer (de carne ou vegetais), sanduíches, piadinas ou, se preferirem algo mais leve, há várias saladas e bowls à escolha.

Para terminar em beleza, podem optar pelo crumble de maçã, bolo de cenoura, red velvet ou, para os mais gulosos, uma mousse de chocolate.

Há ainda um menu especial para crianças, com mini panquecas, sopa, panadinhos, hambúrguer, entre outros.

Os amantes de brunch também não vão ficar descontentes, até porque têm opções entre torradas com manteiga, abacate ou cogumelos, granola, panquecas ou papas de aveia.

Um último destaque para a oferta de sumos, smoothies e outras bebidas, cujos ingredientes serão, no essencial, naturais. Os vinhos são feitos por pequenos produtores locais independentes, ao passo que a cerveja é produzida por uma fundação que doa todos os seus lucros para projetos de preservação dos oceanos. O café é de produção orgânica, com opção de três lotes distintos e torrado em pequenas quantidades diariamente no próprio restaurante.

O #SeaTheFuture está a funcionar todos os dias, das 10h às 19h.