Análise – Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed

O clássico que dispensa apresentações, em formato mais acessível.

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O DeathAdder, da Razer, está de regresso, e desta vez não é um topo de gama, como o V2 Pro ou o tradicional V2 com fio. Trata-se do Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed, que é tanto uma versão intermédia dos dois, como algo mais acessível, com prós e alguns contras.

Nesta altura do campeonato, o DeathAdder dispensa qualquer apresentação. Quem segue o trabalho da Razer reconhece automaticamente o formato clássico e assimétrico desta arma obrigatória no arsenal de qualquer jogador competitivo.

O novo rato é, no entanto, um intermédio de alto desempenho e flexibilidade de utilização, maioritariamente por libertar-se de fios e ao introduzir a tecnologia Hyperseed, de ligação de 2.4Ghz de baixa latência, contrastando com o recurso a pilhas e as suas características mais modestas dos restantes modelos.

O design mantém-se imutável. Pessoalmente, é o meu menos favorito de todo o catálogo da Razer – de um ponto de visto estético, é claro -, mas ironicamente é capaz de ser o mais confortável, pelo seu corpo esguio e a sua curvatura quase “aerodinâmica” que permite o confortável repouso da palma das nossas mãos, ao mesmo tempo que nos confere uma excelente segurança de manuseamento suave do rato.

A nível de design, o grande destaque do Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed vai para os novos botões programáveis. Num total de sete, são os dois no canto superior esquerdo que chamam a atenção. A ideia é que o jogador, com a ponta do seu indicador, possa aceder a uma panóplia de ações que, por defeito, estão registadas para a sensibilidade dos DPI, mas que honestamente parecem estranhas e difíceis de alcançar, especialmente para dedos mais curtos ou com dificuldades de movimento para as laterais. Uma estranha alteração dos tradicionais botões abaixo da roda, como acontece na maioria dos ratos gaming da marca.

Com o Hyperspeed, já falado, o Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed não tem qualquer compromisso de latência durante os jogos mais exigentes, voltando a confirmar a importância de uma ligação proprietária, algo que é conseguido com a sua pequena pen usb. Contudo, a flexibilidade chegou ao Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed, com a opção de poder ser usado também via Bluetooth, tornando-o assim uma ótima solução para levar na mala para longe da máquina de jogos principal, podendo ser utilizado em qualquer dispositivo compatível.

A ligação afeta, como é obvio, o tempo de vida útil da bateria que, para efeitos de análise, foi complicado de comprovar, mas acreditamos nos valores da Razer, que nos promete mais de 615 horas de uso diário via Bluetooth ou 235 horas Hyperspeed. A contrapartida? É que não usa uma bateria interna, mas sim pilhas AAA ou AA, uma decisão controversa e vista por alguns como anti-ecológica, obrigado ao acesso de pilhas para o efeito, mas que, por outro lado, aumenta o tempo de vida do rato, evitado problemas com baterias internas que obrigam à substituição do produto. Em todo o caso, o recurso a um cabo seria bastante simpático.

Mas são atalhos e cortes necessários para a criação de um novo produto, aos quais se acrescenta, por exemplo, a redução de DPI para 14 mil, algo que para um utilizador comum ou de monitores de menor resolução e taxa de frames não fará diferença, mas que um jogador mais dedicado um valor mais alto poderia ser útil.

Com isto, temos o preço, acessível, e que reflete a mistura de inovações e cortes para esta nova adição ao catálogo da Razer. O Razer DeathAdder V2 X Hyperspeed já está disponível e pode ser adquirido por 69,99€.

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Este dispositivo foi cedido para análise pela Razer.

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