Chicco reabriu loja no Braga Parque, mas com uma nova imagem

E há descontos nestes primeiros dias.

Depois de, no mês passado, a Chicco ter estreado o seu conceito flagship store no CascaiShopping, é altura de levar essa nova imagem até à loja no Braga Parque, que acaba de reabrir.

Com cerca de 140m2, a nova loja Chicco tem agora um espaço mais amplo e moderno, que pretende facilitar a vida dos pais no momento das compras. Os produtos estão dispostos de forma clean em vários espaços estratégicos da loja, sendo este o fator diferenciador neste novo conceito de lojas Chicco.

Entre os dias 10 e 14 de novembro, a marca oferece 20% de desconto em todas as compras (promoção exclusiva nesta loja). No sábado e domingo (13 e 14 de novembro), a loja terá animação extra dedicada aos mais novos e ofertas exclusivas para os clientes.

Vodafone FM deixa o rock de lado em novo posicionamento de mercado

A aposta vai para sonoridades mais urbanas.

A partir de hoje, a Vodafone FM assume uma nova roupagem musical, num reposicionamento mais jovem e abrangente, com música composta por R&B, indie pop, soft hip-hop e soul.

Com 10 anos de existência, a Vodafone FM tornou-se uma referência e vai manter a aposta numa oferta de rádio de qualidade integrada num cluster alternativo, mas agora, dando resposta às novas tendências, abre o leque musical para sonoridades mais urbanas, abraçando públicos mais jovens, com gostos mais diversificados e contemporâneos.

Para Manuel Cabral, Diretor de Programas da Vodafone FM, “o reposicionamento da Vodafone FM permite uma especialização num cluster mais distintivo e simultaneamente num auditório mais extenso. É a transformação mais significativa que a estação está a implementar, sempre com o objetivo de continuar a ser uma rádio alternativa no mainstream musical. A Vodafone FM conta com a expertise da Media Capital Rádios na aposta num novo formato inédito em Portugal e na procura de novidades musicais assim como no acompanhamento de novas tendências. Manteremos o código genético da Vodafone FM na divulgação de novos artistas e continuaremos a ser um dos players mais fortes do setor”.

Por outras palavras, é caso para dizer que a Vodafone FM diz adeus ao rock e às suas variantes.

Earthless regressam a Portugal em 2022

E não, não será para um concerto em Lisboa.

Depois de, em 2019, terem participado na edição desse ano do Sonic Blast Moledo, os californianos Earthless vão regressar a Portugal em 2022, mas desta vez em nome próprio.

A banda sobe ao palco do Hard Club, no Porto, a 15 de maio, num espetáculo que conta com a abertura dos MaidaVale. “Após duas potentes atuações no SonicBlast Fest, desconfio que ninguém vai querer perder a sua primeira apresentação em sala em Portugal”, refere Ricardo Rios, da promotora Garboyl Lives.

Os Earthless são constituídos por Isaiah Mitchell (voz/guitarra), Mike Eginton (baixo) e Mario Rubalcaba (bateria). Quanto aos bilhetes, são postos à venda esta sexta-feira, dia 12 de novembro, na BOL e locais habituais por 20€. No dia do espetáculo, caso os bilhetes não esgotem até lá, a entrada passa a custar 25€.

KuantoKusta cria sistema de promoções que atualiza a cada hora

Objetivo é evitar a ilusão das falsas promoções.

O KuantoKusta (KK) acabou de lançar uma nova ferramenta web que atualiza hora a hora as maiores promoções, ou seja, preços que, de acordo com o histórico, são os mais baixos das últimas semanas.

Na entrada do mês quente das promoções, onde os preços entram em loucuras oscilantes, o KK quer evitar a ilusão das falsas promoções.

O comparador identifica o preço médio de um produto a partir de todos os preços de todas as lojas. Depois, verifica se a loja aumentou o preço antes da promoção e, se assim for, exclui o produto deste separador. Paralelamente, mostra o histórico de preços praticados para ser possível analisar a sua evolução. Assim, o utilizador consegue perceber se a promoção é, de facto, verdadeira, ou se está a comprar acima ou abaixo do preço médio.

Esta página tem um catálogo de produtos atualizado de hora a hora, durante todo o mês de novembro, para evitar roturas de stock e pretende ser independente do modelo de negócio do KK. É uma ferramenta imparcial de poupança e apresenta promoções tanto em lojas que estão apenas em comparação de preços como em lojas presentes no marketplace.

Caldas da Rainha aposta na época natalícia com uma árvore de Natal gigante, um comboio, uma pista de gelo e um balão de ar quente

Há muito para apreciar na cidade.

À medida que dezembro se aproxima, cada vez mais municípios preparam as atividades festivais para a quadra natalícia que está para chegar. Agora, temos indicação de que também a autarquia das Caldas da Rainha vai apostar em força para o Natal, com o evento Caldas, Rainha do Natal.

Entre as muitas celebrações que marcam a quadra, na cidade, vai haver uma árvore de Natal gigante com 33 metros de altura e 33 mil pixels de luz LED. A acompanhar um trenó à escala, um comboio de Natal e ainda uma ecopista de gelo, no Parque Dom Carlos I, onde também não vai faltar um carrossel alusivo à época do ano. A animação estende-se pela iluminação que percorre sete quilómetros de ruas e incluí quatro milhões de leds.

As festividades nas Caldas da Rainha duram até 6 de janeiro de 2022. Um evento que entre muitas outras atividades vai levar os visitantes aos céus, uma vez que vai ter disponível um balão de ar quente. Quem ruma ao município pode ainda visitar a Casa do Pai Natal e uma exposição de árvores de Natal. A ideia é envolver a comunidade, numa iniciativa que conta reforçar o apoio à restauração e comércio.

Para marcar a inauguração do evento Caldas, Rainha do Natal, o Município das Caldas da Rainha e a Associação Empresarial das Caldas da Rainha e Oeste convidaram o artista Toy, que este ano apresenta uma versão da música “Coração não tem idade (vou beijar)” dedicada à cidade.

Autovoucher. Afinal nem vai ser preciso abastecer o carro para ter direito ao desconto

Que reviravolta.

Muito se tem falado nos últimos dias sobre o AUTOvoucher, uma medida que o Governo criou para ajudar os cidadãos e as famílias a fazer face ao aumento do preço dos combustíveis. Até aqui, a ideia era atribuir um desconto de 10 cêntimos por litro, num total de 50 litros/mês, nos consumos em postos de abastecimento de combustíveis, entre novembro de 2021 e março de 2022.

Para isso, os cidadãos, que deverão estar registado no Programa IVAucher, terão de ir a um posto de abastecimento de combustíveis aderente (lista aqui) ao AUTOvoucher. Já o valor não utilizado num determinado mês transita para os meses seguintes. Ou seja, se num determinado mês o contribuinte não gastar os seus 10 cêntimos por litro, num total de 50 litros, esse valor acumula e pode ser utilizado no futuro.

Mas parece que afinal nem será preciso abastecer o carro para ter direito ao desconto. Bastará comprarem jornais, tabaco ou alimentos, por exemplo.

É o que diz o decreto-lei publicado em Diário da República esta segunda-feira que regulamenta o Autovoucher. “Quando o consumidor proceda a um pagamento em aquisições de bens e serviços realizadas aos comerciantes referidos no artigo 4.º, através de um meio de pagamento elegível pela entidade operadora do sistema e no montante mínimo a definir por despacho do membro do Governo responsável pela área das finanças, parte do montante do pagamento é suportado, nos termos dos números seguintes, através do benefício «AUTOvoucher» que esteja disponível”, lê-se no despacho. Esse tal montante mínimo será de um cêntimo.

Para receberem este apoio, terão de fazer o pagamento através de cartão bancário, e não numerário, até porque a transferência é emitida para cada contribuinte no prazo máximo de dois dias úteis.

Demon Turf – Uma experiência tão diferente como familiar, num mundo de demónios e graffiti

Com uma perspetiva invulgar no género, o título da Fabraz traz consigo um best-of de mecânicas e decisões de design que irão conquistar os fãs de aventura e plataformas.

É difícil inovar dentro do género de aventuras e plataformas. A estrutura é (quase) imutável, no sentido em que temos uma variante entre níveis abertos e fases mais curtas que podem ser entre-cortadas por cenários mais extensos e exploráveis, onde o foco mantém-se em plataformas desafiantes, combates ocasionais e missões secundárias ou colecionáveis para descobrirmos. Demon Turf, da Fabraz, não foge a este modelo, aliás, acaba por encapsular todos os elementos que descrevi anteriormente, mas há uma tentativa honesta em dar aos fãs do género uma experiência diferente. Apesar de falhar nessa busca por originalidade, que também pode ser confundida com uma homenagem aos melhores títulos do género, Demon Turf é um título muito completo, diferente e divertido.

O foco no humor e nas suas personagens irreverentes tornam a campanha de Demon Turf numa ode ao género. A Fabraz afastou-se dos cenários idílicos, dos campos verdejantes e das personagens amistosas e apostou no seu inverso, transportando-nos para um mundo de demónios onde a cultura pop e urbana se misturam de tal forma que parecem levar-nos diretamente para 2001. Como Beebz, a nossa missão é derrotar os restantes demónios e conquistar os seus territórios em batalhas divertidas que envolvem vários níveis, colecionáveis e uma busca por pilhas, à medida que nos preparamos para enfrentar o temível Demon King numa batalha final e conquistar o nosso lugar como Rainha dos Demónios.

A estrutura de Demon Turf é muito próxima aos melhores do género e traz-nos um HUB principal, sob a forma da Forktown, onde temos à nossa disposição várias personagens, missões secundárias – como uma arena de combate, uma loja de fotografia e ainda vários níveis que relembram os desafios de Super Mario Sunshine – e portais para novas zonas. A campanha constrói-se a partir desta cidade em formato reduzido e multiplica-se por HUB mais pequenos, mas que apresentam os níveis do jogo, onde encontramos a experiência tradicional do género de aventura e plataformas. Cada zona tem oito níveis, incluindo uma batalha contra o boss, que oferecem vários desafios, desde plataformas movíveis até a saltos que parecem anteriormente impossíveis para descobrirmos todos os segredos escondidos.

Apesar de oferecer várias distrações, ao ponto de ser inicialmente intimidante, Demon Turf destaca-se sempre como um jogo de plataformas e não o contrário. Os níveis apresentam a longevidade certa, nunca abusando da sua estadia, e constroem-se através de cenários maioritariamente verticais, onde basta um deslize para perdermos o progresso conquistado até ali. O jogo não é fácil, apesar de não apresentar um sistema de vidas, e algumas sequências exigem alguma concentração e destreza, mas compensa esta aposta no desafio ao oferecer aos jogadores a possibilidade de estabelecer os seus próprios checkpoints. Com três bandeiras à sua disposição, poderão posicioná-las onde quiserem e garantir que não são obrigados a regressar ao início do nível. Este sistema não corta, no entanto, o desafio ao meio, pois continuamos a ter um limite e a ter de o gerir se quisermos reposicionar os checkpoints nos níveis mais extensos.

A dificuldade de Demon Turf também é suavizada através da jogabilidade sólida, que nos traz várias mecânicas tradicionais do género. Se jogaram Super Mario 64, de certeza que se vão sentir em casa, pois Beebz é capaz de usar praticamente as mesmas habilidades, como o triplo salto, o salto lateral e até o wall jump. Estes movimentos são muito intuitivos e requerem que os consigamos combinar para que possamos ultrapassar alguns dos desafios e saltos mais complexos. Demon Turf não fica apenas por este leque de habilidades e expande as capacidades de Beebz ao adicionar movimentos mais avançados, como o planar e o super salto, mas também novas ferramentas e armas, como o gancho, que dá à jogabilidade uma maior versatilidade sem nunca se desviar demasiado do que torna o género tão acessível e divertido. É clássico, sem dúvida, mas é a melhor aposta para um título desta natureza, até porque se apresenta num formato mais moderno ao apostar fortemente em missões secundárias, mas também em versões alternativas e mais desafiantes dos níveis da campanha após derrotarmos o boss de cada zona.

Mas Demon Turf acaba por cheirar a novo porque se apresenta através de um estilo visual diferente, desenhado e animado à mão – o que dá às suas personagens uma maior personalidade e vivacidade –, mas também pela sua perspetiva. Ao contrário de outros títulos do género, acompanhamos as aventuras de Beebz através de uma perspetiva por detrás das suas costas, mas com a câmara a ficar muito mais próxima da nossa protagonista, ao ponto de ser ocasionalmente difícil ver os cenários do jogo. É uma escolha interessante e que me relembra, curiosamente, o experimentalismo da década de 1990, mas que encaixa perfeitamente no design de Demon Turf. A Fabraz evita a maioria dos problemas associados à perspetiva e consegue manter a jogabilidade divertida e pouco frustrante ao conseguir manter a visão dos jogadores mais livre entre saltos. É importante seguirmos a sombra de Beebz para sabermos onde vamos cair, mas raramente senti que as distâncias eram impercetíveis ou injustas.

Apesar de funcionar, senti que a perspetiva criou alguns problemas incontornáveis. Se os saltos são sólidos e a navegação entre plataformas mantém-se maioritariamente intuitiva, o mesmo não se pode dizer do combate, que perde muito do seu dinamismo ao reduzir-se a ataques insatisfatórios – representados, na sua maioria, por projéteis em forma de mão – e a arenas restritas, onde só podemos eliminar os nossos inimigos ao atirá-los para fora dos cenários ou a empurrá-los para picos vermelhos. Esta falta de variedade é, na minha opinião, um reflexo da perspetiva porque limita as ações possíveis em jogo. O mesmo acontece na ausência de combinações entre habilidades, uma escolha compreensível, mas igualmente enervante. Em Demon Turf, só podemos combinar saltos, como um wall jump ou o duplo salto, se não tivermos planado antes. Isto porque Beebz transforma-se num pequeno demónio quando plana, o que limita o número de habilidades que pode utilizar. Com este limite, basta esquecermo-nos para cairmos nos precipícios dos níveis, sem possibilidade de pararmos o nosso destino. Estes limites são muito sufocantes, ainda que se suavizem ao longo da campanha.

Demon Turf exige algum hábito devido à perspetiva e ao sistema de combate, mas é um jogo de plataformas muito divertido e repleto de conteúdos. Com várias zonas, níveis e missões, a aventura de Beebz é tudo menos pequena, especialmente se equacionarmos as novas versões dos níveis e ainda os troféus de melhores tempos. Há muito para fazer neste mundo de demónios e, se vierem pela aventura e plataformas, acredito que fiquem pelo humor, a arte e a banda sonora dinâmica. É um pacote completo e mais um diamante em bruto para este final de ano.

Recomendado

Cópia para análise (versão PlayStation 5) cedida pela Renaissance PR.

Devolo apresenta primeiro adaptador Powerline do mundo com Wi-Fi 6

Agora sim, os vossos problemas de Internet vão acabar.

No ano passado, mais especificamente em julho, a devolo fez chegar ao mercado o Magic 2 WiFi Next, que substituía o Magic 2 WiFi, apresentando o mesmo preço, mas oferecendo desempenho superior em termos de velocidade e alcance WiFi. Agora, dentro desta gama, eis que surge um novo produto, mas com uma grande novidade: WiFi 6.

Esta é a grande mais valia do Magic 2 WiFi 6, o primeiro adaptador Powerline do mundo, lá está, com Wi-Fi 6. Desta feita, a especialista alemã combina a mais avançada tecnologia Powerline com a mais poderosa norma Wi-Fi até à data.

Com Wi-Fi Mesh de alto desempenho, as ligações sem fios são possíveis com até 1.800 Mbps, oferecendo assim velocidades LAN sem fios 50% superiores do que o modelo anterior.

Isto é possível principalmente através da nova norma Wi-Fi 6 (também conhecida como Wi-Fi ax). Uma das suas características críticas é o OFDMA (Orthogonal Frequency-Division Multiple Access). Esta tecnologia de modulação de última geração utiliza as frequências disponíveis de forma mais eficiente. Os canais sem fios são divididos em bandas de frequência mais pequenas para que mais aplicações ou clientes possam comunicar num canal simultaneamente, levando a uma transmissão mais rápida de pequenos pacotes de dados. Metaforicamente falando, a autoestrada de informação de Wi-Fi doméstico está configurada com vias adicionais para que o tráfego se possa movimentar mais livremente do que no Wi-Fi tradicional.

Estes adaptadores de última geração ligam-se simplesmente às tomadas elétricas e utilizam a rede elétrica existente para distribuir o sinal da Internet, a uma velocidade máxima de 2.400 Mbps, dentro de toda a casa e onde for necessário. A grande vantagem da tecnologia Powerline é que ultrapassa os obstáculos que de outra forma tendem a bloquear o Wi-Fi. Os óbvios, como tetos e paredes, mas também mobiliário.

A instalação é plug-and-play. Uma vez ligado o primeiro adaptador, todos os outros adaptadores que são conectados nos dois minutos seguintes são automaticamente ligados uns aos outros – sem ter de carregar num único botão. Depois, basta ligar um adaptador ao router usando um cabo Ethernet e o devolo Magic está pronto a funcionar.

Se necessário, a aplicação devolo Home Network pode guiar os utilizadores ao longo do processo com um assistente de instalação fácil de seguir. Desde o computador no escritório até à televisão inteligente na sala de estar, agora o sinal de Internet chega a todos os dispositivos. Podem escolher se um dispositivo é alimentado pelo adaptador de uma das suas duas portas Gigabit ou através de uma rede Wi-Fi mesh forte.

Tão conveniente como os processos automáticos de rede Wi-Fi são as opções de configuração para os adaptadores da série de produtos devolo Magic 2 WiFi 6. O devolo Cockpit nos desktops (Windows, MacOS, Linux) e a aplicação Home Network para dispositivos móveis (Android, iOS) permitem aos utilizadores afinar as suas redes privadas e alterar outras configurações. Isto torna possível configurar o acesso de visitantes, permitir o controlo parental ou estabelecer um horário útil em tempo real. E, claro, o software devolo está continuamente a ser melhorado com atualizações.

No que toca a preços, recomenda-se que comecem pelo Starter Kit, que inclui adaptadores, e que pode ser adquirido por 239,90€. Porém, para quem tem uma casa grande ou com vários pisos, recomenda-se o Multiroom Kit, que traz três adaptadores pela quantia de 399,90€. Já se quiserem adquirir um adaptador separadamente, também o podem fazer, sendo que terão de desembolsar 179,90€.

Acompanha a grande final do Valorant Circuito de Elite dia 15 de novembro

O Valorant Circuito de Elite chega ao fim este mês com oito equipas em competição.

Começa já no dia 15 de novembro a grande final do Valorant Circuito de Elite, a Worten Game Ring VCE Grande Final, que resulta no culminar de meses de competições onde foram selecionadas as melhores equipas de Valorant em Portugal.

Ao todo contam-se oito equipas, que irão disputar entre si a vitória através da acumulação de pontos em três etapas, com formato Bo3, com a exceção do grande confronto final em Bo5.

Entre as equipas participantes teremos os GMT Esports, vencedores do VCE#1 e VCE#3, e os Rebels, antigos Reject$, que venceram o VCE#2. Portugal vai estar representado no Circuito pelas equipas ehehxd, FTW Esports e EGN Esports.

Com o maior prize pool até à data numa competição portuguesa de Valorant, de 20.000€, estas competições finais podem ser acompanhadas a partir das 18h30, nos dias 15, 16, 27 e 28 de novembro no canal de Twitch da ADVNCE e nos canais ADVNCE 110 da MEO e 503 da NOS.

Podem consultar a agenda da Worten Game Ring VCE Grande Final e os prémios da competição aqui em baixo.

CALENDÁRIO DA GRANDE FINAL DO VCE:

15 de novembro

  • 18h30 – GMT Esports vs. EGN Esports (Bo3)
  • 21h00 – Kafalar Esports vs. One Breath Gaming (Bo3)

16 de novembro

  • 18h30 – ehehxd vs. Aurora (Bo3)
  • 21h00 – Rebels vs. FTW Esports (Bo3)

27 de novembro

  • Meias-Finais (Bo3) – 16h00 e 18h30

28 de novembro

  • Final (Bo5) – 16h00

PRIZE POOL

  • Vencedor: 6 000€
  • 2º Lugar: 2 500€
  • 3º Lugar: 1 000€
  • 4º Lugar: 1 000€
  • 5º Lugar: 500€
  • 6º Lugar: 500€
  • 7º Lugar: 500€
  • 8º Lugar: 500€

O icónico AT-AT junta-se aos maiores sets LEGO Star Wars de sempre

Atenção colecionadores e fãs de Star Wars. Arranjem espaço nas vossas prateleiras.

Há um novo membro na família Ultimate Collection Series de sets Star Wars. O Grupo LEGO revelou agora a chegada de um AT-AT, o icónico veiculo gigante de quatro patas introduzido em The Empire Strikes Back.

Esta versão do “All-Terrain Armored-Transport” não será bem de todo o terreno, mas adaptada às nossas prateleiras e expositores, onde promete também ocupar imenso espaço, com 62cm de altura, 69cm de comprimento e 24cm de largura, tendo ainda espaço para armazenar um exército de 40 minifiguras.

E por falar em minifiguras, colecionáveis é coisa que não falta, com um total de nove minifiguras e acessórios, incluindo Luke Skywalker para recriar cenas do filme, General Veers, dois condutores AT-AT, um Comandante Snowtrooper e quatro minifiguras Snowtrooper. O set traz também duas Speeder Bikes e o Canhão E-Web, além de vários outros detalhes e easter eggs!

O LEGO Star Wars AT-AT junta-se por 799,99€ ao grupo de sets Ultimate Collection Series, que já inclui a LEGO Star Wars UCS Millennium Falcon, LEGO Star Wars UCS A-Wing e, mais recentemente, LEGO Star Wars UCS Republic Gunship.

Fica disponível nas lojas e no site oficial da LEGO a 26 de novembro.

O Xbox Game Pass Ultimate oferece 75 dias de Crunchyroll Premium

São as novas Perks, por tempo limitado.

Até ao dia 8 de fevereiro de 2022, os subscritores do Xbox Game Pass Ultimate não vão apenas poder escolher que próxima experiência jogar. Vão também poder visitar o mundo dos animes e explorar o catálogo do Crunchyroll.

Depois de, no passado, oferecer aos subscritores subscrições como o Disney Plus, a Xbox vai dar a oportunidade aos subscritores do seu incrível serviço de acederem à plataforma da Crunchyroll por 75 dias.

Para acederem à oferta, basta recorrerem às perks do Xbox Game Pass Ultimate até ao dia 8 de fevereiro de 2022, onde terão acesso a um código do CrunchyRoll Premium para resgatar até ao dia 8 de março de 2022, 30 dias após o prazo final. E depois, é usufruir na vossa plataformas favorita.

O serviço de Anime, que foi este ano adquirido pela Funimation da Sony por mais de mil milhões de dólares, inclui mais de mil séries sem publicidade e estreias exclusivas uma hora depois da grandes “premieres” originais no Japão. Séries como One Piece, My Hero Academia ou Demon Slayer são apenas meros exemplos do que se pode encontrar no serviço.

Alice no País das Maravilhas serve de mote para o regresso das noites luminosas a Lisboa

Sim, é mais uma criação do atelier OCUBO.

É de 18 de novembro a 17 de abril de 2022 que o Jardim Botânico Tropical da Universidade de Lisboa, em Belém, promete ganhar uma nova vida no período noturno. Tudo graças a Magical Garden – Alice, a mais recente criação do atelier OCUBO, naquela que será uma viagem sensorial e interativa onde não vão faltar algumas das mais famosas e mirabolantes personagens do fantástico mundo de Alice no País das Maravilhas, como o Coelho Branco, o Gato Risonho, a Lagarta Azul ou a Rainha de Copas.

Magical Garden – Alice acontece ao longo de um percurso noturno, pontuado por várias esculturas luminosas, hologramas, e efeitos visuais com luzes e lasers que evidenciam algumas das espécies botânicas tropicais do jardim. O público será ainda surpreendido por vários ambientes sonoros, instalações multimédia e interativas — como uma aplicação de realidade aumentada que permitirá adicionar magia a um dos cenários através do telemóvel —, e uma projeção de vídeo mapping na fachada do Palácio dos Condes da Calheta. Passagens dos dois livros de Alice, de Lewis Carroll (pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson), surgem de forma explícita no trajeto com mais um quilómetro, permitindo a miúdos e graúdos experienciar cada momento de forma aleatória e independente.

Magical Garden – Alice abre ao público no dia 18 de novembro, quinta-feira, às 20h, e até domingo, 21 de novembro, haverá uma campanha com todos os bilhetes a 10€. O evento realiza-se de terça a domingo (incluindo feriados e vésperas de feriados), com sessões de hora a hora a partir das 18h. O preço dos bilhetes varia entre os 10€ e os 17,5€. Estão também disponíveis condições especiais para famílias (a partir de dois adultos + uma criança entre os 4 e 17 anos), assim como para residentes no concelho de Lisboa, seniores, estudantes, pessoas com mobilidade reduzida e jovens dos 4 aos 17 anos. Crianças até aos 3 anos têm acesso gratuito.

Riders Republic – Um brilhante mundo aberto de desportos radicais

A fórmula arcade desta nova aposta da Ubisoft tem tanto de acessível como de realista e funciona lindamente, proporcionando momentos de diversão sem exigir muito de quem está a jogar.

Após 10 meses de adiamento, Riders Republic foi finalmente lançado e traz consigo a promessa de oferecer uma experiência com base em desportos radicais, que pode ser desfrutada em três categorias distintas, terra ou estrada (downhill/ciclismo de montanha), na neve (ski/snowboard) e até no ar (wingsuit/rocketwingsuiting). O sistema é de open world, num ambiente paisagístico belíssimo (sobretudo montanhoso) que agrupa sete famosos parques nacionais norte-americanos num só mega parque: Bryce CanyonYosemite ValleySequoia ParkZionCanyonlandsMammoth MountainGrand Teton.

Há uma panóplia de competições disponíveis dentro dos desportos que referi acima, com a particularidade das competições dedicadas aos desportos terrestres se ramificarem em freestyle e racing. Muitas dessas competições são oficiais e até baseadas em competições reais, tais como UCI Mountain Bike World CupRed Bull RampageRed Bull Joyride e os famosos X Games, entre outras. À semelhança dessas competições e graças à progressão nas mesmas, é possível assinar com patrocinadores (também esses reais) que vão ajudar a progredir na carreira com apoio financeiro.

Enquanto nas competições base se compete numa das três categorias de forma independente com o limite de 12 jogadores, volta e meia surgem mass events que compilam as três de forma intercalada e envolvem até 64 jogadores. Seja qual for a competição, há sempre prémios associados, seja em forma monetária, em novo material que proporciona vantagem competitiva ou até estrelas, que permitem subir o nível de prestígio e conseguir melhores patrocinadores e outros prémios.

Para além dos marcos para competições, existem também marcos de stunts, landmarks, de itens especiais e balões colecionáveis. Para ajudar a reduzir tempos de viagem no gigantesco mapa, existem vários marcos de fast travel espalhados pelo mesmo. Todos estes marcos ajudam em muito a ficar familiarizado com o território de Riders Republic, sendo os landmarks uma ideia magnífica, pois para além de darem uma perspetiva diferente a nível paisagístico com um sketch cinemático, dão contexto histórico real desses sítios. O motivo pelo qual os parques são tão fiéis à realidade prende-se com o facto de terem sido desenvolvidos recorrendo a dados de GPS reais e pelo facto da equipa responsável pelos “desenhos” ter feito visitas presenciais aos mesmos para ganhar sensibilidade com os pormenores.

No que toca ao jogo em si, é possível aproveitar o mapa ao máximo no modo offline, no chamado Zen Mode. Designação levada à letra, visto que lá não se passa absolutamente nada. São senhores de vocês próprios nesse modo, mas tudo o que há para fazer é andar de um lado para outro. A ação acontece toda no modo online, que é onde estão todas a competições, progressão de carreira, colecionáveis e milhares de jogadores em simultâneo (muito devido ao crossplay entre consolas e computadores).

Só para reforçar a ideia: milhares de jogadores em simultâneo. É uma loucura a quantidade de jogadores presentes em todos os cantos do mapa. No entanto, nunca fica a sensação de serem jogadores a mais, o que é fantástico. Isto também se deve ao facto de que, durante o jogo livre, todos os jogadores são ghosts, logo não interferem com o jogo uns dos outros (ao contrário do que acontece nas competições, que é um caos positivo).

Já os “meios de transporte”, para além dos que referi acima, contam ainda os “Explo & Boys” que incluem o moto de neve, paramotor, a rocket bike e os rocket skis. Com a exceção do paramotor (o rocketwing e o funkies aéreo têm mais potência), todos este veículos permitem ao jogador deslocar-se a velocidades alucinantes pelo mapa, numa experiência fantástica cuja sensação de velocidade é ótima (numa simbiose entre os efeitos visuais, sonoros e vibração do DualSense).

Já em aspetos técnicos, apesar de este ser um jogo arcade desenhado para ser acessível a todos os jogadores (longe de ser um simulador realista), as mecânicas dos diversos veículos estão bem desenhadas e as animações são, no geral, muito realistas, diversas e apropriadas à situação. Esta fiabilidade e autenticidade deve-se ao desenvolvimento desta componente, feita com ajuda de especialistas e atletas profissionais. As quedas têm algumas inconsistências, mas é normal quando estas acontecem a velocidades superiores a 200km/h – de referir que se pode dar flashback para as evitar ou carregando sucessivamente no círculo, com a personagem a ficar pronta para a ação de imediato. Somando os gráficos de boa qualidade a este desempenho fluído, temos um jogo bastante divertido e algo realista.

Quando pedi para fazer esta análise, foi sobretudo por Riders Republic ser um jogo de desportos radicais, mas nem me ocorreu do real motivo que me ia fazer gostar dele. Refiro-me ao facto de ser uma sandbox fantástica em open world. O meu fascínio só aumentou quando percebi que a dinâmica deste jogo rodava essencialmente em torno de downhill. Se soubessem as horas que passei em GTA V a subir e descer montanhas nos mais diversos veículos, só pela diversão que isso conferia, percebiam o que quero dizer.

Quem valoriza este tipo de coisas simples nos videojogos, isto é, jogar por gosto e não por objetivos/progressão, vai certamente compreender o meu ponto de vista. E a verdade é que a maior parte do tempo que passo em Riders Republic é só a andar de um lado para o outro, seja de bicicleta, ski, jetski, snowboard, rocketwing, entre outros. Se, por um lado, esta minha forma de jogar me permitiu perceber que este é um simulador algo arcade, por outro também serviu para ajudar a esmiuçar todas as mecânicas de jogo, chegando a uma conclusão mais fiel e realista sobre a jogabilidade do mesmo.

Para além disto, é um título que passa um estado de espírito muito positivo, de boa disposição e camaradagem, através de comentários e falas aleatórias que vão surgindo durante o mesmo. É impossível jogá-lo e sair mal disposto, fiquemos no top 3 ou em 50º lugar nas competições.

A conclusão a que chego é que Riders Republic serve lindamente três nichos de jogadores: os que adoram desportos radicais, os que adoram jogos open world e os mais pequenos por ser arcade e, por sua vez, acessível. Não é um jogo top tier, mas considero que, dentro da categoria que se encontra, está muito bem posicionado. Em relação ao tempo de vida do jogo, sinceramente, creio que seja até se fartarem, visto que há imenso por onde pegar para passar um bom bocado. Já o preço pode ser entrave, estando fixado nos 69.99€, mas se gostarem do estilo do jogo, considero um ótimo investimento.

Cópia para análise (PlayStation 5) cedida pela Ubisoft.

Smart TVs da LG permitem ver filmes e séries da Amazon Prime Video tal como os realizadores e cineastas os imaginaram

Mas este modo pode sempre ser desligado manualmente.

Têm um Smart TV LG de 2020 ou 2021 e repararam recentemente numa janela pop-up referente ao Filmmaker Mode? Não, não se trata de nenhum erro, mas sim de um novo modo para ver filme e séries no Amazon Prime Video.

No início deste mês, a LG começou a lançar uma atualização que permite aos clientes que tenham uma subscrição do serviço de streaming da Amazon ver os filmes e séries tal como os criadores dos conteúdos imaginaram.

Lançado em 2019, o Filmmaker Mode foi criado pela UHD Alliance, composta pelos principais fabricantes de produtores de eletrónica de consumo, estúdios de cinema e televisão, distribuidores de conteúdo e empresas de tecnologia, com o objetivo de preservar a visão do criador do conteúdo, elevando a experiência de visualização em casa ao nível mais próximo possível de uma emissão real em cinema.

Embora os recursos de processamento de imagem, como a suavização dos movimentos e a nitidez, sejam ideais para a maioria dos conteúdos, incluindo desporto e programas de TV, por vezes podem fazer com que os filmes sejam demasiado suavizados e excessivamente processados. O Filmmaker Mode desativa automaticamente todas as configurações de processamento da imagem que fazem com que os filmes pareçam pouco naturais, com um aspeto diferente do que os realizadores gostariam, mantendo, ao mesmo tempo, a proporção original, as cores e a taxa de frames originais do filme para uma experiência mais autêntica. Podem, por isso, contar com níveis de preto mais profundos, um contraste otimizado e cores vibrantes

Este novo modo está disponível nos modelos de 2020 e 2021 da LG, desde que a operar no webOS 5.0 e webOS 6.0. Pode ser necessário efetuar uma atualização de software para que o Filmmaker Mode fique disponível.

Caso o modo não seja do vosso agrado, não tem problema. Basta ir às definições e desligar.

Primeiro Bock Day leva concertos e DJ sets a Lisboa e Porto, acompanhados de uma nova Super Bock

Ou seja, um dia… com muita cerveja.

Na noite de 12 de novembro, sete espaços em Lisboa e no Porto vão receber vários artistas nacionais numa série de concertos e DJ sets que acontecem no âmbito do primeiro Bock Day. Esta é uma iniciativa organizada pela Super Bock para marcar o arranque dos tradicionais encontros de Natal entre amigos, o que significa que, à música, vai estar associado o lançamento de uma nova cerveja especialmente criada para celebrar esta época festiva: a Super Bock Christmas Brew.

No Porto, os Maus Hábitos recebem o concerto de Rita Vien (21h30) e para o Fé & Wine e o Tendinha, respetivamente, estão reservados os DJ sets de Demo dos Expensive Soul (00h) e DJ A Boy Named Sue (01h). Já em Lisboa, o palco do Mercado da Ribeira recebe os Beat Bombers de DJ Ride + Stereossauro (22h) e para O Bom O Mau e O Vilão está agendado o concerto de Tiago Nacarato (22h). Eva Rapdiva atua no Village Underground (00h) e o Dj set de Cigarra (23h) está marcado para o Antù. Estes concertos e DJ sets exclusivos têm entrada gratuita ou condições de acesso definidas por cada espaço.

Nessa noite, a Super Bock Christmas Brew vai ser apresentada oficialmente num total de 50 bares e espaços de animação noturna, ficando posteriormente disponível nos locais de venda habituais apenas durante oito semanas (formatos de garrafa e barril no canal horeca e em garrafa nos super e hipermercados). Esta cerveja é uma edição limitada e especial que se distingue por ser produzida com duplo malte – o malte Pilsner dá-lhe a refrescância e o malte Brown dá-lhe o seu sabor rico com notas de caramelo e biscoito.

O Bock Day assinala, assim, este novo lançamento da Super Bock e durante todo o dia haverá muita animação, música e ativações nas duas cidades, incluindo dois autocarros que vão estar a circular pelas ruas do Porto e Lisboa, com colaboradores do Super Bock Group vestidos a rigor que, juntamente com animadores, vão levar o espírito natalício a várias universidades e a outros locais.

A cerveja Super Bock Christmas Brew será lançada todos os anos, com uma receita original, para cumprir o propósito de desafiar os amigos para que desfrutem da sua companhia durante as festividades, passando bons momentos à conversa. Neste âmbito haverá uma nova edição do Bock Day em 2022, com a marca a criar uma nova tradição de Natal em Portugal.

Cancro da Próstata. Há um procedimento capaz de destruir as células cancerígenas em poucos minutos

Mas o procedimento, por estar a dar os primeiros passos em Portugal, não é ainda disponibilizada no Serviço Nacional de Saúde.

Há uma técnica que permite tratar o cancro na próstata em cerca de 30 a 90 minutos, através de uma intervenção minimamente invasiva, sendo possível ter alta logo no dia seguinte. Trata-se da eletroporação irreversível – também conhecida por Nanoknife – posta em prática com base na fusão das imagens de ressonância magnética e ecografia e que preserva as funções urinária e sexual.

“São introduzidas agulhas (eletrodos) através do períneo, entre o ânus e os testículos, e entre cada par de agulhas é gerado um campo elétrico de alta intensidade e curtíssima duração, que destrói apenas a membrana celular”, explica José Sanches Magalhães, urologista com mais de vinte anos de experiência no Instituto Português Oncologia do Porto. “Como não inclui incisões, o tempo de recuperação é bastante reduzido, com menos dor no pós-operatório”, acrescenta.

A Eletroporação Irreversível é uma técnica de terapia focal que preserva as funções da glândula, utilizada no tratamento focal do cancro da próstata localizado e igualmente no tratamento do cancro no pâncreas, nos rins e no fígado, e que está a dar os primeiros passos em Portugal.

É uma técnica que não danifica os tecidos e estruturas adjacentes às lesões, porque em vez de usar calor ou frio extremos, utiliza impulsos elétricos para destruir as células cancerígenas. Por ser um tratamento focal, guiado por tecnologia de fusão de imagens de ressonância magnética e ecografia, permite tratar apenas a zona com doença clinicamente significativa.

“Enquanto as terapias radicais, como a prostatectomia radical ou a radioterapia, têm efeitos secundários muitas vezes irreversíveis, a terapia focal tem a vantagem de preservar as funções urinária e sexual, para além de ser uma técnica minimamente invasiva e com uma recuperação muito rápida”, explica Sanches Magalhães.

Atualmente não é ainda disponibilizada no Serviço Nacional de Saúde, sendo portanto um procedimento ainda dispendioso. No entanto, há já subsistemas de saúde a comparticipar quase totalidade do mesmo, ainda que por reembolso da despesa e não adiantamento do valor.

A intervenção – sob anestesia geral – preserva a glândula e “permite minimizar efeitos secundários associados ao tratamento, tais como a disfunção erétil, a impotência sexual ou o risco de incontinência urinária”, indica Sanches Magalhães, fundador do Instituto de Terapia Focal da Próstata, no Porto, onde esta técnica é aplicada.

Crítica – Tre piani (Três Andares)

Tre piani prometia mais, mas tem pouco para oferecer.

Escolhido como o filme de abertura da Festa do Cinema Italiano deste ano, Tre piani (em português Três Andares), de Nanni Moretti, chegou finalmente às nossas salas. Diz-se que recebeu oito minutos de ovação em pé no final da sua exibição no Festival de Cannes deste ano. Começo a acreditar que as ovações de pé são obrigatórias nessas sessões… Agora que está nos cinemas, Tre piani vale a pena? Sim e não.

Sim, porque é o trabalho de Nanni Moretti, um realizador que, apesar do seu estilo basear-se em histórias plácidas e lineares, é alguém de destaque em termos de identidade cinematográfica.

Não, porque o filme é medíocre. Apesar de ter momentos pontuais de qualidade, os momentos de melodrama, um guião maçador e as más escolhas de realização tornam-no uma maçada, capaz de constranger não pelo que propõe mostrar, mas por vergonha alheia.

Baseado numa obra do autor israelita Eskhol Nevo, Tre piani conta a história dos habitantes de três apartamentos diferentes no mesmo prédio de um bairro de classe média em Roma. Seguimos esses vizinhos e as mudanças nas suas vidas ao longo de 10 anos, tudo com base em conflitos específicos que os assolam durante esse período: uma mãe que tenta criar uma filha sozinha, temendo estar a enlouquecer; um casal de juristas que tenta lidar com o afastamento do filho problemático; e um marido obcecado em proteger a filha, desconfiado que, por culpa sua esta tenha sofrido um abuso sexual, vai tão longe na sua demanda que ameaça destruir o casamento. Os protagonistas deste multiplot tentam lidar com os seus conflitos internos de forma isolada, mas, ao contrário do livro, também interagem uns com os outros, apesar de não haver um evento notório que suporte essa interação durante 10 anos. Nesse aspeto, não há um conflito maior que obrigue a relacioná-los, exceto um acidente infeliz que lança a narrativa no início, mas cujo impacto, e essa seria uma narrativa mais interessante, acaba por não afetar a longo prazo a vida de todos os personagens, só de um núcleo específico.

Ao fim e ao cabo, o problema do filme é que a estrutura do seu guião está um pouco desequilibrada e, que quando termina, perguntamo-nos “Isto foi sobre o quê?”.

Tre piani

Cada uma destas histórias tem força suficiente para ser contada isoladamente, como acontece no livro, mas ao escolher fazer o contrário, Moretti acaba por perder algo na tradução no que diz respeito a lançar, desenvolver e concluir os conflitos. Esses 10 anos em que seguimos como estes personagens lidam com os seus dramas pessoais acabam por não se sentir. Não vemos mudanças drásticas nos seus comportamentos, nem consequências notórias do efeito temporal nas suas vidas. O filme poderia passar-se em três dias e o efeito seria o mesmo. Pior, além de não sentirmos verdadeiramente o tempo mudar e afetar estas pessoas, ao ponto de acreditarmos que os atores estão a ensaiar falas e não a representar, o problema maior é que algumas destas histórias, sem razão aparente, predominam sobre outras.

Ou seja, não é só a forma pouco natural e forçada como Moretti aborda os conflitos, mas a forma como nos guia de uma história para a outra sem coerência narrativa. Lá está, podiam ser três curtas metragens e funcionariam melhor. Não sendo, acabam apenas por tornar um filme maçador mais longo do que deveria ser.

Os comportamentos dos personagens, que num destes “dramas do dia a dia” deveriam passar um realismo mundano, são representados com uma placidez e apatia inexplicável. Não dá para perceber se isto é escolha do realizador ou falta de jeito dos atores ou do montador do filme que escolheu os piores takes de cada plano. Essa falta de verosimilhança com o real acaba por afetar ainda mais uma história que já parece perdida, no que toca a tema e conflito.

Apesar desses momentos desconfortáveis do que parece ser má representação, dá para perceber que esses momentos partem de uma escolha do realizador em forçar-nos a ver o mais ínfimo e insignificante detalhe dos residentes deste prédio, chegando ao ponto de termos cenas que existem apenas para um personagem dizer “Eu vou para Paris”. A falta de tato e a redundância são demasiado constantes e não ajuda que o conflito seja representado sem emoção. O filme parece uma linha reta, do início ao fim, em que, apesar destes personagens aparentemente passarem por transformações, sentimos que nada muda.

Não tenho nada a dizer verdadeiramente sobre a atuação do elenco porque estes atores são bons. Atores como Alba Rohrwacher, Margherita Buy, Adriano Giannini e Riccardo Scarmacio são demasiado bons para não sentirmos as suas capacidades, mesmo com más falas ou sob uma iluminação penosa ou mal enquadrados. Mas o problema é que o filme é um melodrama que, sabendo um pouco o que quer dizer sobre cada história – a loucura como inevitabilidade da solidão, o peso da paternidade, a culpa da paternidade e a capacidade para o perdão – nenhum desses conflitos é trabalhado de forma eficaz.

Tre piani

De todas as histórias, destaco a de Margherita Buy, no papel de Dora, uma mãe reformada que tenta reconciliar-se com o filho problemático, como aquela que apresenta um principio, meio e fim relativamente coeso. Sentimos que aqui existe uma espinha de uma narrativa. As outras duas, ou os outros “dois andares”, têm boas ideias, bons momentos, mas sofrem porque a forma como os personagens progridem no seu conflito é incoerente. Sente-se que há cenas em falta para ajudar a justificar a mudança que ocorre nestas pessoas.

Agora, o filme continua a ter as suas mais valias. As ideias são bonitas. Os conflitos interessantes. Há momentos pontuais em que o realizador fez o trabalho de realizar e dirigir a nossa atenção para um enquadramento ou ação interessante que causa impacto. A tal placidez, ou linearidade de Moretti, tem o seu encanto por vezes, e até há momentos ocasionais de conflito em que sentimos um lado de realismo.

Agora, não sei se é uma mais valia não sentirmos ao certo o que é que o realizador quis dizer com o filme, tal é a falta de controlo formal sobre a narrativa. Os primeiros momentos do filme, em que assistimos a um acidente de viação gráfico, são o ponto alto de Tre piani e uma excelente introdução dos personagens e seus conflitos. Pensamos que está lançado o gancho para um conflito que vai interligar estes personagens e forçá-los a confrontarem-se e a mudarem no decurso desse confronto. Pena que não só isso não acontece, como o filme nunca recupera essa sensação de ânimo, de dinamismo.

No final, deparamo-nos com um melodrama com boas ideias, bons momentos, mas no geral inofensivo. Conforme o tempo passa, questionamo-nos “O que é que ficou na memória?”. Infelizmente, pouca coisa, exceto a ideia de que o filme prometia mais, mas tem pouco para oferecer.

Há um encanto aqui algures, escondido numa destas narrativas, mas se procuram um retrato realista sobre o drama da condição humana, vieram procurar no lugar errado.

Telepizza abre primeira loja em Peniche

Esta abertura representa 15 postos de trabalho diretos.

Foi no passado mês de agosto que falámos pela última vez sobre novas lojas Telepizza em Portugal, com a marca a inaugurar nessa altura restaurantes em Azeitão, Almeirim e Baguim-Valongo. Já em setembro, a marca apresentou a Telebox, uma nova caixa personalizada com pizza, pães de alho e uma terceira opção à escolha.

Mas agora é vez de virarmos atenções para um novo restaurante, o primeiro em Peniche. A loja Telepizza de Peniche, localizada na Rua Alexandre Herculano, nº26/28, conta com 92 m2 e 21 lugares sentados. Representa a estreia da marca neste concelho e dará resposta às áreas de Peniche, Atouguia, Ferrel e Serra D’El Rei, locais onde os serviços de delivery da Telepizza chegam pela primeira vez.

O espaço estará a funcionar todos os dias da semana, de domingo a quinta-feira, das 12h às 23h, e sexta e sábado até às 24h. Todos os clientes podem contar com os serviços de takeaway, delivery e encomendas online, através do site ou da app, ou ligando para a loja através do número fixo (262243125).

Esta abertura representa 15 postos de trabalho diretos, o que leva a Telepizza a assumir, no total, aproximadamente 2.600 postos de trabalho em todo o país. De momento, a marca conta com 148 lojas em território nacional.

2ª temporada de Squid Game já está a ser planeada, mas vai demorar

Dito isto, contenham as vossas expectativas.

É uma das séries do momento (ou não fosse a mais vista de sempre na Netflix) e, como tal, somente um motivo muito grave impediria a existência de uma segunda temporada. Sim, falamos da mega popular Squid Game.

Em entrevistas recentes, o criador da série, Hwang Dong-hyuk, ia dizendo que não havia nada de concreto relativamente a novos episódios. Já esta semana, em declarações à Associated Press, o realizador lá indicou que já está a magicar algo na sua cabeça.

“Tem havido tanta pressão, tanta demanda e tanto amor por uma segunda temporada. Eu quase que sinto que não nos deixam escolha. Mas vou dizer que, de facto, irá existir uma segunda temporada. Está na minha cabeça. Estou atualmente em processo de planeamento”, disse o criador.

https://x.com/APEntertainment/status/1458060909319004170

Contudo, é bom que contenham as vossas expectativas, pois Hwang Dong-hyuk também revelou que é demasiado cedo para dizer “quando e como é que vai acontecer”. Mas uma coisa é certa: Seong Gi-Hun (Lee Jung-jae) estará de volta.

Portanto, até lá, podem entreter-se com teorias pela Internet fora. Recorde-se que, em Squid Game, 456 pessoas são convidadas para participar numa misteriosa competição, mas somente no local saberão que estão a lutar pelas suas vidas.

(Terminado) Passatempo O Meu Primo Desajeitado – Temos 15 convites duplos para as antestreias em Lisboa e Vila Nova de Gaia

O Meu Primo Desajeitado chega aos cinemas nacionais a 18 de novembro.

Título original: Mon Cousin
Realização: Jan Kounen
Argumento: Jan Kounen, Vincent Lindon e Fabrice Roger-Lacan
Género: Comédia
Elenco: Vincent Lindon, Matei Dussarps e Pascale Arbillot

Sinopse: “Pierre (Vincent Lindon, “A Lei do Mercado”) é um executivo realizado de uma empresa familiar de vinhos. Prestes a firmar o que ele julga ser o negócio do século, ele deve concluir uma última formalidade: conseguir a assinatura do seu primo Adrien (François Damiens, “A Família Bélier”) que possui 50% das ações da empresa. Este, um sonhador afável e idealista, que combina erros com falta de jeito, fica tão feliz por reencontrar o primo Pierre que só deseja passar mais tempo na sua companhia e adiar a urgente assinatura. Pierre, portanto, não tem outra opção senão embarcar ao lado de Adrien na viagem de negócios mais agitada da sua vida, onde a sua paciência, mas também as memórias da infância, a amizade e o bom humor serão testados até ao limite.”

Echo Boomer, em parceria com a PRIS Audiovisuais, tem para oferecer 15 convites duplos (5 para Lisboa e 10 para Vila Nova de Gaia) para as antestreias de O Meu Primo Desajeitado no dia 16 de novembro, às 21h30, no Cinema UCI El Corte Inglés, em Lisboa, e no Cinema UCI Arrábida Shopping, em Vila Nova De Gaia.

Regras de participação:

  1. Visitar e deixar Gosto na página de Facebook do Echo Boomer;
  2. Visitar e deixar Gosto na página de Facebook da PRIS Audiovisuais;
  3. Identificar um amigo nos comentários do post no Facebook;
  4. Preencher o formulário aqui em baixo:

O passatempo decorre até às 23h59h de 14 de novembro. Os vencedores serão informados diretamente via email.

ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.

Para a segurança de todos, o uso de máscara é obrigatório. No dia das antestreias, cheguem com antecedência.