NOS estabelece parceria com a Comic Con Portugal

A Comic Con Portugal acaba de fechar uma parceria com a NOS em que esta se assume como main sponsor na próxima edição do evento, que decorre de 6 a 9 de setembro, no Passeio Marítimo de Algés.

Seis novas confirmações fecham cartaz da 7ª edição do Belém Art Fest

O cartaz da 7.ª edição do Belém Art Fest conta com a entrada de novos nomes para dia 28 de julho. Márcia, Janeiro, Momo, Kimi Djabaté, Os Compotas e /Lucas, são os artistas que completam o cartaz do Festival dos Museus à Noite, que vai tomar de assalto os mais emblemáticos espaços da cidade nos dias 27 e 28 de julho.

Super Bock Super Rock 2018 | Benjamin Clementine – Uma estrela cada vez maior

Por esta altura, poucos serão aqueles (interessados em boa música) que ainda não tinham visto Benjamin Clementine ao vivo no nosso país. Afinal de contas, esta era o 14º concerto do cantor em Portugal, o que, provavelmente, fez com que não fossem muitos aqueles que o quisessem ver na Altice Arena, vulgo Palco Super Bock durante o Super Bock Super Rock.

Nós, que ficámos num dos balcões, apercebemo-nos facilmente do quão vazia estava a Altice Arena, um grande contraste em relação à noite anterior, dedicada ao hip-hop. Ainda assim, Benjamin teve mais público que outros artistas/bandas que por ali passaram e, independentemente disso, deu um excelente concerto e, também, o mais celebrado do dia.

Quem o viu numa das suas primeiras atuações no nosso país – por exemplo no Vodafone Mexefest, em 2015 – notou, desde logo, a enorme diferença que existe hoje em dia desde essa altura, em que era tímido e parco em palco. Atuamente, como se pode ver no SBSR, Benjamin é um artista cada vez mais completo, com a confiança suficiente para brincar com o público e dirigir-se junto do mesmo.

Começou por cantar “Ave Dreamer” do mais recente álbum I Tell a Fly, seguindo-se logo depois a rapidinha “An Awkward Fish”. Acompanhando em palco por uma secção de cordas com músicos de Lisboa (Juan Maggiorani, Maria da Rocha, Bruno Silva e João Hasselberg), logo se percebeu que as músicas ganham uma nova toada ao vivo, soando mais elétricas e mais expansivas. Há quem prefira aquela ingenuidade em versão de estúdio, mas assistir a um concerto de Benjamin Clementine é registar o crescimento de um artista que passou por muito na vida.

Indo de um lado ao outro do palco, correndo à volta dos manequins naquele espaço, foi quando se sentou ao piano que anunciou a convidada especial da noite, Ana Moura: “Gostava de vos apresentar a mais autêntica das vozes”. Interpretaram o tema “I Won´t Complain”. E foi bem bonito.

Já sem Ana Moura no palco, Benjamin ainda atirou uma graçola para o ar: “Deem as boas vindas ao Seu Jorge!”. Era mentira. “Queriam vocês”, disse a rir-se.

Não só estas graçolas, mas o facto de interagir com o público em português – “é uma pena não falar português… Um dia… Um bom dia” – e de nos parecer ver, ali, alguns momentos de improviso, mostra que está um artista diferente e mais completo.

Ainda teve tempo para se “zangar” em “Jupiter”, uma vez que os presentes faziam imenso barulho: “Silêncio por favor, shhhh”, para, lá ao fundo, alguém mandar o belo do “Fuck You”. Ai Portugal Portugal…

No final, “Adios”, qual mais, fechou um concerto com chave de ouro, quando se dirigiu para junto do público para que esta cantasse os versos “The decision is mine/ Let the lesson be mine/Cause the vision is mine”.

Surgia no ecrã da Altice Arena uma imagem da bandeira portuguesa com a seguinte mensagem: “Eu vou-me lembrar de Portugal para sempre”. Soa a despedida durante bastante tempo, e até pode ter alguma razão de ser, uma vez que o jovem diz que só quer lançar mais um álbum de estúdio. Mas uma coisa é certa: já é mais português que muitos portugueses.

MEO Marés Vivas bate recordes de público e de conetividade

Coube aos portugueses D.A.M.A. o concerto de encerramento do Palco MEO no último dia do MEO Marés Vivas, festival que contou com a presença recorde de mais de 100 mil pessoas no lugar da Antiga Seca do Bacalhau, em Vila Nova de Gaia.

Filme português “Linhas de Sangue” estreia já esta quinta-feira

Produzido pela Coyote Vadio e Caos Calmo Filmes e realizado por Manuel Pureza e Sérgio Graciano, Linhas de Sangue é um filme inédito e inesperado e posiciona-se como um género ainda por explorar na cinematografia nacional.

Receitas do filme “O Que de Verdade Importa” revertem a favor do IPO de Lisboa

O realizador Paco Arango, fundador e presidente da Fundação Aladina, a NOS Audiovisuais e a Fundação O que de Verdade Importa juntam-se na promoção do filme O Que de Verdade Importa, o primeiro filme 100% positivo e solidário. Todas as receitas vão reverter para a Nova Unidade de Transplante de Medula do Instituto Português de Oncologia (IPO) de Lisboa.

A PIOR COMÉDIA DO MUNDO vai estar em cena no Teatro Inatel a partir de setembro

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Sinopse: “E se de repente a porta dos bastidores se abrisse e o espectador tivesse acesso ao que por lá se passa?

As 5 melhores dicas para deixar a casa segura enquanto vais de férias

Uma das preocupações mais comuns a qualquer pessoa é manter a casa segura contra eventuais roubos, especialmente na altura do verão. Existem famílias que ficam fora uma, duas e três semanas e, além do dinheiro, também a perda dos objetos de valor sentimental é suficiente para estragar as férias tão carinhosamente planeadas. Assim, a APSEI – Associação Portuguesa de Segurança, traz as melhores dicas para evitar situações de roubo enquanto estás fora.

Maior evento nacional de segurança realiza-se em novembro na Altice Arena

A APSEI – Associação Portuguesa de Segurança realiza a 6.ª edição do seu evento Proteger, de 13 a 15 de novembro, na Altice Arena – Sala Tejo, em Lisboa, onde abordará as temáticas mais relevantes para a segurança em Portugal, com o apoio de diversas entidades como, por exemplo, o Ministério de Administração Interna.

Hotel Skyna apresenta o sunset mais brasileiro aos lisboetas

O Skyna Hotel Lisboa, hotel localizado numa zona privilegiada da cidade, vai realizar o sunset mais brasileiro de Lisboa no seu rooftop Vícius Lounge, no dia 27 de julho a partir das 19h30.

Já abriram as candidaturas para a próxima edição dos Prémios PlayStation

Tens um projeto que gostavas de ver desenvolvido com a ajuda da PlayStation Portugal? A quarta edição dos Prémios PlayStation já abriu a sua fase de candidaturas.

De 24 de julho a 20 de setembro, os produtores nacionais podem submeter os seus projetos para avaliação e eventual seleção.

MEO Marés Vivas 2018 | O funk dos Jamiroquai e o calorzinho dos Goo Goo Dolls

Esperava-nos ainda 20 minutos de caminhada e no ar já “cheirava” a festival, não só pela música que ecoava a escassos quilómetros mas também pelas centenas de pessoas que se deslocavam a passo largo, na esperança de não perderem os primeiros acordes da 12ª edição do Meo Marés Vivas.

A Antiga Seca do Bacalhau, em Gaia, foi o local escolhido este ano pela organização, no sentido de expandir o evento gaiense. Com uma nova “casa” mais espaçosa, ampla e com melhores condições, o festival manteve-se na praia do Cabedelo, a poucos metros do antigo espaço.

Um pôr-do-sol de cortar a respiração acompanhou o primeiro dia do festival, no passado dia 20 de julho, abençoado por S. Pedro com bom tempo. No entanto, as típicas badanas, lenços e calções curtos, que caracterizam o look festivaleiro, não foram suficientes a partir das 22h. E aqueles que não levaram casaco sentiram na pele a famosa “nortada” de verão.

O novo espaço, cinco vezes maior que o anterior, trouxe certamente muitas vantagens. Para além do palco principal, onde atuariam Goo Goo Dolls e Jamiroquai no primeiro dia, o festival contava ainda com mais três palcos: RTP Comédia, Santa Casa e Palco Digital.

Já com pizzas e pães com chouriço no bucho, a multidão começou a juntar-se para assistir à estreia dos Goo Goo Dolls em Portugal. Sim, foi a primeira vez da banda americana em terras lusas.

Provaram que são mais do que “aquela banda que toca “Iris””, e animaram o público com alguns êxitos dos anos 90 – período áureo do grupo -, não deixando de parte reportório do seu último álbum, Boxes.

O vocalista, John Rzeznik, que interagia com o público entre canções, foi animando a malta com comentários do género: “Escrevi esta canção para a minha esposa, quando bebia muito. Ela não está aqui… porque não a convidei. Mas ela vai ver isto no Youtube, enquanto eu vou estar a dormir na cave!”.

Êxitos como “Come to Me” ou “Slide” entoaram por entre a fresca noite de sexta, mas nada equivaleu ao impacto que os primeiros acordes de “Íris” tiveram nos festivaleiros, que, de resto, fechou o concerto da banda. Muitos que até ali possivelmente nem sabiam quem estava a atuar em palco, foram subitamente sobressaltados pelas palavras “And I’d give up forever to touch you“, e rapidamente ajudaram John Rzeznik a entoar o épico tema.

Depois do “quentinho” que os Goo Goo Dolls deixaram no público, foi a vez da banda de Jay Kay pisar o palco.

Por esta altura já o vento chateava os mais “descapotáveis”, mas nada demoveu as milhares de pessoas que queriam ver a banda britânica. É já a sexta presença dos Jamiroquai em Portugal – sendo que a última foi em 2017, no MEO Sudoeste -, e não desiludiram.

Dos mais novos aos mais velhos, os fãs da banda eram notórios, homenageando o cantor usando a sua peça característica – o chapéu de penas.

Ainda que notoriamente em “baixo de forma” (a idade não perdoa a barriguinha), Jay Kay deu tudo em palco, com a energia que tanto o caracteriza. A interação com o público foi quase inexistente, em comparação com os Goo Goo Dolls, mas o músico contagiou com a sua atitude em palco, onde dançou, saltou e soou a píncaros.

Envergando o clássico fato de treino e um chapeú animatrónico e futurista, o cantor soltou o funk “espacial” que havia no público, criando um ambiente único, com clássicos como “Virtual Insanity”, “Alright” ou “Lovefool”.

Foi, sem dúvida, uma noite dedicada ao público “sénior” do Marés, que embarcaram numa viagem pela “memory lane”, como dizem os americanos, e que fechou com o português Richie Campbell.

Texto: Ana Cláudia

Tasty District – Sabores para todos

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Com oito opções gastronómicas, o Tasty District apresenta um espaço interior acolhedor e descontraído e uma esplanada.

Situado nas antigas garagens da PSP e do Governo Civil do Porto, na zona da Batalha, o Tasty District é um espaço que promove uma diversidade gastronómica que vai desde a tradicional cozinha portuguesa à italiana de fusão.

Com diversas opções gastronómicas, apresenta um espaço interior acolhedor e descontraído e uma esplanada para a degustação dos vários sabores. Sabem aqueles jantares de grupo em que cada um quer uma coisa? Pode ser aqui o local ideal.

Oreggin

Começámos por experimentar os sabores do espaço Oreggin, que é o sítio ideal para quem tem restrições alimentares, é vegan ou, simplesmente, gosta de comida saudável. Começámos por provar cenoura do Algarve com azeite e alho, seguindo-se um ovo escalfado com ervilhas, tomate e cebola (para quem adora ovos, é uma excelente opção este ovo escalfado ou Benedict). Como sobremesa experimentámos a mousse de chocolate sem glúten e sem adição de açúcar (simplesmente deliciosa!).

Wine@District

Após esta experiência saudável, passámos para o Wine@District, onde encontrámos uma enorme variedade de vinhos, maioritariamente nacionais, e, para acompanhar, várias opções de queijos e enchidos de origem nacional. Com várias opções de Tábuas & Sandes, provámos uma Tábua Mista, em que haviam vários queijos (Queijo de Ovelha Curado, Queijo de Cabra Curado, Queijo de Ovelha Maturado Colorau), assim como Presunto Porco Ibérico Reserva 18M, Paio de Porco Ibérico Bolota, Salpicão de Porco Bísaro, Azeite Alentejano com Vinagre Balsámico e, ainda, uma deliciosa compota de abóbora.

A acompanhar esta Tábua Mista tivemos um espumante, ajudando a dar um toque doce à degustação. Claro, não finalizámos esta nossa experiência sem provar um Porto Magalhães LBV de 2012.

Walkin´Chips

Passando para o Walkin´Chips, e porque as batatas fritas sabem sempre bem, este espaço dispõe de duas opções de batatas frita: a batata normal e a batata doce, além de três molhos especiais (para além dos comuns Ketchup, maionese e molho Barbecue). Experimentámos os três molhos especiais: o molho de maionese com cebola caramelizada; o molho maionese com mostarda, mel e malagueta; e o molho de maionese com ervas aromáticas e lima. A eleição do molho favorito foi difícil e as opiniões dividiram-se,  até porque os três eram muito bons.

Osteria di Porto

Na Osteria di Porto o chef Douglas Oliveira traz-nos as especialidades italianas feitas da forma mais simples e artesanal utilizando os produtos portugueses.

Para aperitivos podem encontrar as famosas Bruschettas, a polpetta na lata, o suppli ao telefono e as mini piadinas. Para quem não dispensa a sopa, a mesma é de creme de vegetais e há, também, a insalata tricolore. Indo para os quentes, temos três opções de risotto: toscana al vino rosso, a pere e montasio ou de cogumelos.Já nas pastas temos a alla sorrentina e a de perme, atum e espinafre.

Claro, não podiam faltar as pizzas. Mas há um twist: são fritas, isto é, feitas da forma tradicional siciliana – margherita, pepperoni, di tonno, presunto serrano, zuca ou fiore di latte. Foi a primeira vez que provámos e adorámos. Por fim, a sobremesa, o delicioso cannoli di brigadeiro de café.

Xau Laura

Mas quem é a Laura? Talvez um dia destes o dono, Ricardo Moura, nos desvende. É no Xau Laura que poderás provar diversas comidas típicas portuguesas.

Podes começar a degustação gastronómica com uns petiscos à moda portuguesa: alheira, chouriço, moelas, pataniscas, rissóis ou bolinhos de bacalhau. De seguida a escolha entre um bacalhau à Laura, uma posta barrosã ou uma alheira grelhada, ou, para quem procura uma refeição mais “leve”, a já famosa sandes de pernil com queijo da serra acompanhada de um caldo verde ou um creme de legumes.

Para finalizar não faltam as tradicionais sobremesas como a mousse, o pudim, pão de ló com queijo ou a deliciosa molotoff com molho de caramelo e framboesas. Mas atenção, estas boas opções não se servem sem um bom vinho, e, como tal, Ricardo serviu-nos um agradável rosé Lago Casa da Calçada.

Maria Palito

O Maria Palito não é somente uma gelataria artesanal. Também tem crepes, galletes e cervejas. Nos gelados, não se ficam pelos simples sabores de caramelo, morango, iogurte, manga, baunilha, limão, stracciatella ou maracujá; contam com uns ousados sabores de Red Bull, pudim de passas e natas do céu (que adorámos).

Quanto aos crepes, são os tradicionais de Nutella, açúcar e canela e compota com bolas de gelado, com frutas ou apenas com topping, havendo, também, os crepes de palito, que podem ser de Nutella, Kit Kat ou diversos sabores da Milka – morango, oreo, negro, branco e de caramelo.

Indo para os salgados, o Maria Palito conta com diversas opções de galettes, entre elas a de salsicha, queijo e ovo; a de salmão com queijo creme, salada e alcaparra; alheira com espinafres, ovo e queijo ou ainda muxama com azeitonas, tomate, queijo e alecrim. Para acompanhar há cidras e cervejas, nomeadamente a Loba: Session IPA e a Dat Pale Ale.

Segafredo

Pelo nome facilmente associamos ao café italiano, mas não são apenas produtos de cafetaria aqueles que o espaço Segafredo oferece.

A nível de cafetaria podem solicitar café moka, iced cappuccino, expresso machiatto, chocolate quente ou carioca de limão. Há também diversos chás mais tradicionais como o verde, camomila, cidreira ou tília ou ainda os de maçã e manga, citrus & lemongrass, forest fruits ou peppermint. Para matar a fome, há folhados mistos, tostas mistas, torradas e os tradicionais pastéis de nata.

O Tasty District funciona atualmente em horário de verão (até outubro) de segunda à sexta, das 12h às 00h, e aos fins de semana e vésperas de feriados até às 02h.

Semanalmente existem momentos culturais programados, que contemplam, por exemplo, stand up comedy e concertos. Esta quinta e sexta-feira, dia 26 e 27, respetivamente, são as próximas datas com eventos. Não deixem de visitar.


 

Alcatel 5V: Boas características num smartphone com preço acessível

A TCL Communication lança o Alcatel 5V como flagship de um renovado portefólio de smartphones com características atuais, entre as quais um ecrã integral. O Alcatel 5V surpreende pelo seu design premium, um ecrã otimizado 19:9 FullView e uma câmara aperfeiçoada que recorre à inteligência artificial (AI). 

Swatch e Nova School of Business & Economics criam relógio para angariar fundos para a nova escola

A Swatch juntou-se à Nova School of Business & Economics (Nova SBE) para agora apresentarem o relógio NOVA SBE X SWATCH. Esta edição especial da marca suíça tem em vista a contribuição para o projeto da escola em ter um ensino colaborativo e aberto à comunidade, que em breve estará disponível a todos numa nova morada – em Carcavelos, Cascais – a qual será inaugurada dia 29 de setembro deste ano.

Ricardo Araújo Pereira no cartaz do Almada Forum Fun Fest

De 26 de julho a 23 de agosto, os espetáculos vão tomar conta da praça exterior do Almada Forum, centro gerido pela Multi Portugal. Se “rir é o melhor remédio” então ninguém vai querer perder os espetáculos de Eduardo Madeira e Manuel Marques, Ricardo Araújo Pereira, Daniel Leitão e Joana Marques, Bruno Nogueira e Manuela Azevedo, Vasco Palmeirim e Nuno Markl que pisam, pela primeira vez, o palco do Almada Forum para fazer chorar a rir.

Blaya fecha cartaz do Côa Summer Fest

Meses depois de ter regressado à música, Blaya irá marcar presença no “maior festival da juventude do interior”, a decorrer entre os dias 2 a 4 de agosto. A artista fecha o cartaz da 8ª edição do Côa Summer Fest e junta-se a outros nomes conhecidos como Jimmy P, Putzgrilla e Mundo Segundo.

Conquest V.H.P.: um novo marco para a tecnologia de quartzo

Com base na experiência de vários anos com o movimento de quartzo, a Longines revive a história de sucesso dos anos 80. Com o Conquest V.H.P. (Very High Precision), marca o regresso à tecnologia na qual foi pioneira e especialista, particularmente através das suas atividades de cronometragem.

Super Bock Super Rock 2018 | The The: Matt Johnson e a sua génese

Disse Matt Johnson, o frontman e mente por detrás dos The The – grupo nascido e crescido nos 80’s, dos quais soube aproveitar uma série de boas referências – que a primeira cidade que tem recordação de visitar é, precisamente, Lisboa, numa visita com os pais. Pois nós já praticamente não tínhamos recordação da última passagem deste por terras lusas: são precisos 18 anos para regressarmos à última atuação dos The The em terras lusas – inseridos no Paredes de Coura – ou ainda uns bons 29 anos (1989!) desde um concerto no Coliseu de Lisboa. Estas datas traduzem-se numa plateia cuja média de idade já traz alguma história, não obstante um ou outro grupo jovem que, incrível e genuinamente, vibrava com igual intensidade.

No ano passado, Matt Johnson voltou a montar o seu ensemble para um novo single (“We Can’t Stop What’s Coming”) e acaba por dar azo a uma tournée onde se inseria este concerto dado no Palco EDP. Munidos de uma discografia que, claramente, poderia ser dividida em mais que um concerto best of, os The The deram um bom espectáculo, muito bem executado e sem quaisquer subterfúgios. Tendo seis álbuns para percorrer – e sendo os primeiros três os mais desejados (presunção de autor!) seria de esperar que o concerto se focasse nestes.

Abrindo a performance com “Global Eyes” – dum, talvez, menos amado Nakedself editado em 2000 – foi isso mesmo que transmitiram: a obra dos The The não se cinge apenas aos temas mais antigos e que há canções (algumas sublimes!) que fizeram de Matt Johnson e os seus The The nomes incontornáveis da cena alternativa britânica dos anos 80.

Com uma visível boa disposição, Matt Johnson mostrou que, incrivelmente mais de 30 anos depois de se estrear, a sua voz continua a debitar-nos a sua magia – a força que guia as melodias dos The The – e que estes temas continuam a encaixar-se em temas extremamente atuais, com uma sonoridade que se preservou muito bem (nuns casos mais que outros).

Ao segundo tema “Sweet Bird of Truth” (do álbum Infected, 1986) Matt Johnson lembra-nos que, nesta altura, o envolvimento dos EUA no Médio-Oriente era também tema emergente da altura, servido num pop-post-punk altamente viciante. Não nos proporcionando a mesma riqueza das versões em estúdio, todos os temas foram tocados irrepreensivelmente mostrando que o grupo vinha bem preparado.

Fomos ainda servidos com algumas raridades – neste caso um single perdido – com “Flesh and Bones” (1985) e ainda temas dos álbuns Mind Bomb (1989) – singela aparição de “Armaggedon Days Are Here (again)” – e Dusk (1992), para além de outros temas dos álbuns acima citados. Pelo meio houve ainda direito à brilhante dicotomia ditada pelas “This Is The Night” e “This is The Day” – sendo esta a primeira, e também mais famosa, incursão pelo álbum de estreia Soul Mining (1983).

Chegados à parte final, esperava-nos uma fabulosa tríade: “Infected”, “I’ve Been Waitin’ For Tomorrow (All of My Life)” e “Uncertain Smile” – onde, com alguma desilusão, se nota que a mistura de som não foi a melhor, pois o espetacular solo de piano (uma obra-prima composta e tocada por Jools Holland no original) esteve, apesar de bem executado, assoberbado pelo som dos restantes instrumentos. Ainda assim, a chave de ouro.

Dadas as poucas oportunidades que tivemos de os ver, penso que os The The cumpriram a quem os desejava voltar a ver, ou – tal como o autor – nunca os tinham visto. Ficaram a faltar outros grandes trunfos – “The Sinking Feeling”, “Good Morning Beautiful” ou “Out Of The Blue (Into the Fire)”, só para citar alguns – que fariam este concerto mais grandioso, mas tais composições têm sido deixadas à parte nesta tourneé. Talvez Matt Johnson não estivesse para aí virado. Maybe next time…

Exposição de fotografias únicas de David Bowie vai chegar a Portugal

“Let’s dance”! A exposição Iconic Bowie by Terry O’Neill, Markus Klinko, Norman Parkinson, Justin de Villeneuve, Gerald Fearnly – com fotografias de David Bowie – é apresentada pela primeira vez em Portugal, de 5 de setembro a 4 de novembro, no ArrábidaShopping (Vila Nova de Gaia), numa parceria com a conceituada agência de gestão de arquivos fotográficos no mundo, Iconic Images.