O clássico Panzer Dragoon vai chegar à Nintendo Switch e aos PCs

Revelado durante a E3 2019, Panzer Dragoon mostrou-se de cara lavada com um remake do clássico da SEGA de 1995, que vai em breve chegar à Nintendo Switch.

The Last Of Us Part II foi adiado para maio de 2020

Foi no final de setembro que os jogadores puderam ver The Last of Us Part II em ação graças a um novo trailer com trechos de jogabilidade e às primeiras impressões da imprensa especializada.

Death Stranding vai chegar ao PC em 2020

Ainda falta mais de uma semana para a PlayStation 4 receber o mais recente jogo de Hideo Kojima, Death Stranding, mas as boas notícias chegam agora aos jogadores de PC.

Análise – Return of the Obra Dinn

Mais nem sempre é bom. Esta devia ser a filosofia de alguns dos maiores estúdios da indústria dos videojogos. A ideia de conseguirmos dar uma experiência completa e cativante sem necessitarmos de um leque de mecânicas complexas ou de um mapa extenso e repleto de conteúdos adicionais devia ser o objetivo de todos os produtores. Infelizmente, vivemos numa era onde o contrário acontece, onde o mais é sempre melhor e onde os jogadores se veem divididos entre jogos intermináveis e sem um cunho pessoal e artístico. E quando menos esperamos, surgem jogos como Return of the Obra Dinn para reequilibrar a indústria.

Análise – Travis Strikes Again: No More Heroes Complete Edition

Meses depois do seu lançamento na Nintendo Switch, Travis Strikes Again: No More Heroes chega finalmente ao PC e PS4 naquela que é a sua versão completa. Agora com dois DLCs incluídos, o jogo de ação arcada tenta reconquistar, uma vez mais, os fãs do género e os seguidores devotos de Suda51 e da sua Grasshopper Manufacture. Infelizmente, o estúdio esqueceu-se novamente de trazer consigo uma campanha mais variada e divertida do que aquela que volta a oferecer.

Veteranos Yes vêm tocar a Portugal

Muitos dos que nos seguem ainda nem sequer eram nascidos, mas corria o ano de 1974 quando os Yes, banda de rock progressivo, lançavam o álbum Relayer, o sétimo disco e um dos mais distintos do grupo.

Benfica é o primeiro clube a promover a inclusão no futebol na Liga dos Campeões

Muitos podem até nem ter reparado, uma vez que estavam a acompanhar o jogo dos encarnados frente aos franceses do Lyon, mas houve um pormenor nas camisolas do SL Benfica que faz parte de uma ação da UEFA.

Battles no Musicbox – Bem-vindos de volta

O Jameson Urban Routes tem-se tornado, ao longo dos anos, um dos esteios mais firmes da programação outonal da movida musical em Lisboa, conseguindo trazer regularmente artistas com créditos firmados a preços democráticos, bem como novos nomes a explorar.

Crítica – Zombieland: Double Tap

Uma década depois do sucesso de Zombieland e, consequentemente, deste se ter tornado um filme de culto, temos Zombieland: Double Tap. Neste novo filme, através do caos hilariante que vai desde a Casa Branca à América profunda, os quatro conhecidos caçadores vão enfrentar os novos tipos de zombies que evoluíram desde o primeiro filme, bem como alguns novos sobreviventes humanos. Mas, acima de tudo, eles têm de enfrentar os problemas de crescimento da sua própria peculiar família improvisada.

Como provavelmente já descobriram, visto que a minha crítica do filme original acabou de ser igualmente publicada, adoro o primeiro Zombieland. Defendo que é um clássico de culto zombie e encontrava-me realmente ansioso para a sua sequela. Não passou por qualquer controvérsia externa (algo muito raro hoje em dia), o elenco não disse nada de errado nas entrevistas (os haters não tiveram palavras suficientes para distorcer desta vez), Ruben Fleischer regressou como realizador, assim como Rhett Reese e Paul Wernick (acompanhados pelo novo membro, Dave Callaham) como argumentistas. Se um estúdio quer fazer uma sequela 10 anos depois do original, mais vale tentar trazer os criadores e elenco original de volta, certo?!

É isto que mais adoro em relação a Zombieland: Double Tap. Não perdeu a essência do original e não se esqueceu do que o tornou tão bem sucedido. A química do elenco pode ser sentida a milhares de quilómetros, mas as novas adições também se encaixam perfeitamente. Zoey Deutch interpreta Madison, uma “rapariga loira e burra” propositadamente estereotipada, que tem algumas das cenas mais engraçadas, mas também das mais cringe-worthy (Deutch oferece um excelente desempenho mesmo assim). E Rosario Dawson que dá vida a Nevada, basicamente uma versão feminina de Tallahassee (Woody Harrelson), o que significa que tem várias sequências de ação totalmente badass. Quanto ao gang original, bem…

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Todos entregam prestações excelentes, mas, desta vez, Harrelson conseguiu elevar a sua personagem. Não só possui os obviamente antecipados momentos de matar zombies de forma brutalmente impressionante, mas também oferece algumas cenas emocionalmente poderosas. Emma Stone (Wichita) e Abigail Breslin (Little Rock) continuam a ser incríveis como as suas personagens, ao passo que Jesse Eisenberg (Columbus) chega a ser demasiado … Jesse Eisenberg, mas nunca deixa de ser algo natural, tendo em mente a forma da sua personagem agir.

Estes quatro são o coração de todo o espetáculo. Logo, trazer o elenco original de volta é meio caminho feito para o sucesso, ainda mais do que no primeiro filme. Infelizmente, tenho algumas queixas relativamente ao argumento.

Talvez seja devido ao facto de ter assistido ao filme de 2009 apenas umas horas antes da sessão de Zombieland: Double Tap, mas gostava que Fleischer e a sua equipa tivessem sido mais criativos. Claro, o original foi há 10 anos atrás e diria que a maioria do público não irá rever o original (especialmente não exatamente antes de irem ver a sequela), por isso, é de se esperar que diversos momentos clássicos sejam recriados de alguma maneira. No entanto, durante uma boa parte da película, senti que estava a assistir ao mesmo filme, apenas com personagens mais velhas.

Sei que vou ouvir algumas das regras originais mais famosas de Columbus, mas existe uma omissão surpreendente de novas regras. Sei que Tal vai repetir algumas das suas catchphrases, mas ele é um homem imaginativo que, com certeza, terá outras ideias (que o mesmo refere nos últimos minutos, mas ainda assim…).

Para mover o enredo para a frente ou realmente fazer a história acontecer, inúmeras ações questionáveis ocorrem e não no sentido de não serem racionais (Zombieland não é propriamente uma peça inovadora de storytelling). É a aparente inexistência de desenvolvimento de personagem ao longo dos anos que passaram e também não me estou a referir às suas personalidades serem iguais (é bastante normal). Para criar este filme, as personagens tomam decisões que não parecem naturais, tendo em conta que passaram tanto tempo juntas. É impossível o amor, a confiança e a proximidade emocional não serem desenvolvidos ao longo de um período tão longo.

Então, enquanto que o arco de Little Rock é compreensível e comum, o de Wichita e Columbus não possuem argumentos convincentes para sequer ter começado, na minha opinião. Ambos tomam decisões abruptas e exageradas para personagens tão inteligentes. O amor tem destas coisas aparentemente.

zoey deutch finalizedjesse eisenberg finalizedemma stone finalizedwoody harrelson finalized

Mais uma vez, as caraterísticas técnicas que definiram o original tão claramente são perfeitamente adaptadas na sua sequela. Bela produção artística, banda sonora divertida, aplicação fantástica de efeitos práticos e cenários reais, algo que hoje em dia é cada vez mais raro. Apesar de ligeiramente mais longo, o tempo de execução consegue levar um ritmo rápido, o que é sempre um bom atributo e está repleto de sequências de ação entusiasmantes, hilariantes e sangrentas.

As referências à cultura pop são muito engraçadas, mas o momento mais significativo de todos é depois do final. Zombieland: Double Tap tem uma das melhores, se não mesmo “A melhor”, cena pós-créditos do ano! Não se atrevam a deixar o cinema, é logo no início dos créditos, por isso, fiquem no vosso lugar!

Resumindo, Zombieland: Double Tap presta uma homenagem decente ao clássico de culto zombie original, trazendo de volta todo o elenco e equipa de produção e entregando mais um filme divertido. Ao manter a essência do primeiro filme, Ruben Fleischer foi capaz de capturar a química do elenco excecional, bem como apresentar as sequências de ação incrivelmente cativantes.

Mesmo que a narrativa central não seja tão simples e interessante como a do original, ainda é aliciante o suficiente para o público se importar. Existe uma quantidade excessiva de callbacks a frases, regras ou momentos clássicos, o que mostra um pouco de falta de imaginação para criar novo material.

Embora não seja tão hilariante ou divertido como o filme de 2009, ainda são 99 minutos que se passam muito bem. Se são fãs de Zombieland, não devem (mesmo) perder esta sequela! Se não, bem… Nut up e vejam ou shut up e deixem os outros apreciarem em paz.

Uber Eats junta-se à Activision e oferece roupa e jogos de Call of Duty: Modern Warfare

Call of Duty: Modern Warfare chegou anteontem, dia 25 de outubro, às lojas, e muitos são aqueles que já não largam o comando na companhia do jogo da Activision. Como tal, a Uber Eats sabe que, muito provavelmente, os jogadores vão passar estes dias a aproveitar o máximo de tempo possível para jogarem, ou seja, muitos deverão encomendar comida. Por isso, porque não juntar o útil ao agradável?

Crítica – Zombieland (2009)

Um cobarde solitário chamado Columbus (Jesse Eisenberg) é forçado a juntar-se a um assassino zombie experiente de nome Tallahassee (Woody Harrelson), a fim de sobreviver ao apocalipse zombie. Ao passo que Tallahassee tem a missão de encontrar o último Twinkie na Terra, a dupla encontra-se com Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), duas raparigas que recorreram a métodos pouco ortodoxos para sobreviver no meio do caos. Parceiros relutantes na batalha contra os mortos-vivos, os quatro rapidamente começam a perguntar a si mesmos se não seria melhor simplesmente arriscar a vida sozinhos.

Já não via Zombieland há alguns anos, mas, com a sequela lançada esta semana, agora é o momento perfeito para voltar a este mundo hilariante de zombies. Curiosamente ou não, ainda se aguenta incrivelmente bem.

Numa época em que filmes e séries de zombies começavam a surgir (The Walking Dead estreou um ano depois), esta comédia zombie pós-apocalíptica continua a ser um dos melhores filmes de zombies do século. O uso destes rapidamente tornou-se num clichê, nem engraçado nem assustador. Hoje em dia, todos estão acostumados a ver mortos-vivos no ecrã o tempo todo, logo, como é que um filme de 2009 ainda funciona?

zombieland 2010 echo boomer review

Bem, em primeiro lugar, o elenco excecional é meio caminho para o sucesso. Em 2009, apenas Woody Harrelson era um ator adulto famoso. Emma Stone e Jesse Eisenberg ainda não tinham participado em nada realmente notável, tanto que Abigail Breslin era mais reconhecível do que eles. Mesmo com apenas 13 anos, já tinha uma nomeação para Óscar num papel secundário (Little Miss Sunshine). Independentemente disso, todos oferecem performances fantásticas que carregam a história simplista, mas divertida, a tal sucesso que se tornou um clássico de zombies.

Harrelson como Tallahassee, a personagem que não tem medo de nada e que gosta de “aproveitar as pequenas coisas”, tem um dos papéis mais cool da sua carreira. Eisenberg não é exatamente o tipo de ator que eu admiro, uma vez que pouco consegue fazer com as suas qualidades. Isto é, dá-nos sempre o mesmo tipo de personagem: uma personalidade peculiar, com os seus espasmos e idiossincrática, o que, na maioria das vezes, não funciona.

Contrariando esta tendência, Columbus é uma personagem que, logicamente, é hilariantemente encaixada neste modelo, logo Eisenberg torna-se a principal fonte de comédia do filme. Desde a sua lista de regras ao seu comportamento estranho, tudo parece natural, pois o passado da personagem justifica a sua maneira de ser.

Stone e Breslin partilham grandes momentos, bem como Harrelson e Eisenberg, mas a primeira dupla tem sequências menos entusiasmantes. No entanto, apesar das raparigas merecerem mais desenvolvimento de personagem, a sua relação dá-lhes uma razão convincente para que fiquemos interessados nelas. Wichita pode parecer a hot girl clichê que se apaixona pelo good guy, mas ela faria de tudo para proteger a sua irmã, além de que o seu amor por Little Rock oferece-lhe alguma seriedade.

A química do elenco é inegavelmente impressionante. É visualmente palpável que se divertiram imenso nas filmagens, o que eleva qualquer cena de diálogo ou ação.

zombieland 2011 echo boomer review

O curto tempo de execução permite uma história com um ritmo acelerado, repleto de momentos divertidos e inúmeras matanças sangrentas de zombies. A produção artística é notável. Há um excelente uso de efeitos práticos e cenários reais, além de uma banda sonora perfeita. Ruben Fleischer sabia exatamente o que queria que o filme fosse e nunca tentou transformá-lo em algo mais. Sim, envolve uma espécie de romance e algumas backstories não são engraçadas ou alegres.

Apesar disso, nada parece forçado ou fabricado. Nunca se extende nenhum destes momentos em demasia porque Zombieland não é nem um romance nem um drama. É propositadamente over-the-top, brinca com estereótipos de forma bastante criativa e, no fundo, são simplesmente 88 minutos de grande diversão. Estamos em 2019 e os estúdios já se esqueceram de como fazer filmes como este!

Todos os anos, existem dezenas de blockbusters que seriam extremamente divertidos se os estúdios os deixassem ser aquilo a que estão destinados, mas não. Precisam sempre de ter alguma história relevante que carregue um tom político ou uma mensagem social. Zombieland tem todos os atributos de um blockbuster puro: um elenco fenomenal, uma narrativa simples cheia de sequências excitantes, uma duração pequena com ritmo rápido, personagens cativantes e milhares de zombies. Juntem um argumento engraçado repleto de piadas dignas de um curto e simples “haha” e temos um um dos melhores filmes de zombies do século.

É um daqueles filmes que não tem exatamente aquilo que as pessoas abordam como “falhas”. Zombieland tem os seus clichês e exposição preguiçosa, mas compensa tremendamente com cerca de 80 minutos de entretenimento espetacular. É um clássico de culto zombie. Nut up or shut up, mas vejam o maldito filme!

(Terminado) Passatempo “A Minha Vida com John F. Donovan” – Temos 30 convites duplos para as antestreias (Lisboa e Vila Nova de Gaia)

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Título Original: The Death and Life of John F. Donovan
Género: Drama
Elenco: Kit Harrington, Natalie Portman, Susan Sarandon, Emily Hampshire, Kathy Bates
Realização:
Xavier Dolan
Argumento: 
Xavier Dolan e Jacob Tierney

Sinopse: “Uma década após a morte de John F.Donovan, uma estrela da TV americana(Kit Harington), um jovem ator relembra a correspondência trocada entre ambos, e o impacto que essas cartas tiveram nas suas vidas.”

“A Minha Vida com John F. Donovan” tem estreia marcada para Portugal a 31 de outubro.

Nova coleção outono-inverno da Skechers leva-nos de volta a 1999

Estávamos em 1999, antes da entrada no novo milénio, quando a Skechers lançava no mercado o modelo Energy 2250.

Jim Gaffigan vai ter sessão extra no Capitólio

Foi em maio deste ano que anunciámos a vinda de Jim Gaffigan a Portugal, para um espetáculo a 26 de novembro. Pois bem, com a hora das 21h30 esgotada, a H2N, promotora que organiza este evento, resolveu abrir uma sessão extra, às 19h.

Razer dá uma “mãozinha” aos jogadores com o Razer Tartarus Pro

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Parece um gadget saído de um filme de ficção científica, mas o Razer Tartarus Pro é uma nova aposta da Razer para os jogadores de computador, que mistura os benefícios de um teclado gaming e de um comando.

Rapaz Ego, Zarco, Club Makumba e Angélica Salvi no Super Bock em Stock

Estes quatro nomes agora anunciados para o Super Bock em Stock 2019 foram aconselhados por The Legendary Tigerman e pelos Capitão Fausto. Ou seja, estes dois nomes consagrados da música nacional fazem a curadoria da programação da sala Santa Casa na Garagem EPAL do festival lisboeta.

Análise – Yooka-Laylee and the Impossible Lair

Yooka-Laylee and the Impossible Lair é a nova aposta da Playtonic Games, o recente estúdio constituido por antigos membros da Rare, que trabalharam em jogos como Banjo-Kazooie, Donkey Kong 64, entre outros jogos característicos da era 32 e 64 bits.

Luigi prepara-se para salvar os amigos no novo vídeo de Luigi’s Mansion 3

Planos para o Halloween? A Nintendo tem sugestão perfeita para os jogadores da Nintendo Switch, com Luigi’s Mansion 3.

Festival Para Gente Sentada. Sai Jonathan Wilson, entra Kamaal Williams

Devido a circunstâncias que ultrapassam a organização do Festival Para Gente Sentada, Jonathan Wilson cancelou o espetáculo agendado para o dia 15 de novembro. A novidade, divulgada ontem, deixou os fãs preocupados, mas a organização foi rápida em arranjar um substituto de qualidade: Kamaal Williams.

A guerra está de volta ao PC e consolas com Call of Duty: Modern Warfare

Chegou aquela altura do ano em que os fãs de FPSs se reúnem à volta das suas consolas e PCs para partilhar balas e mísseis com mais um Call of Duty.