Há um episódio especial de Falta de Chá para ver na véspera de Natal

Todos os anos as famílias portuguesas juntam-se e acabam por ver sempre os mesmos filmes. Sim, dizem que é tradição, mas ver sempre, na mesma altura, os filmes do Sozinho em Casa, Harry Potter ou Polar Express acaba por cansar qualquer um. E é por isso que há uma alternativa bem boa.

Pizza Hut abriu três novos restaurantes este mês

A marca bem tinha prometido que ia abrir três restaurantes na semana passada. Pois bem, Rio Tinto, Baixa da Banheira e Leiria são os municípios que passam a contar com restaurantes Pizza Hut. Sim, sabemos que no caso de Leiria a marca já tinha outro espaço num centro comercial.

Benfica é o primeiro clube português a lançar uma loja na Amazon

Camisolas, calções, meias, sweats e vários acessórios. Estes são os produtos do SL Benfica que se podem agora adquirir na Amazon, fazendo com que seja o primeiro clube português a lançar a sua própria loja na gigante do e-commerce.

Torres Novas vai ter mais 500 árvores em 2020

A proposta é do Bloco de Esquerda e foi aprovada por unanimidade na Câmara de Torres Novas na passada terça, dia 10 de dezembro. Portanto, no próximo ano, o município irá contar com mais 500 árvores.

Saborista. Esta loja online tem edições exclusivas e limitadas da Sumol+Compal e parceiros

Surgiu em 2014 com o nome de Mercado do Bairro, mas desde logo afirmou-se como uma loja online onde era possível encomendar produtos exclusivos Sumol+Compal e parceiros. Foi, porém, no ano seguinte que assumiu o nome definitivo: Saborista.

Saborista

Na altura, em entrevista ao Dinheiro Vivo, João Castro, diretor de Inovação Sumol + Compal, referiu que o novo nome “é mais distintivo e dá-nos maior capacidade de passar a mensagem de experiências em torno dos sabores e de relação entre pessoas e marcas”.

Mas afinal, o que é o Saborista?

O Saborista é uma loja online que promove uma relação privilegiada do consumidor com as suas marcas preferidas. É possível, tal como já referimos, encomendar produtos das suas marcas preferidas da Sumol+Compal e parceiros. Mas o que realmente diferencia esta plataforma é o facto de conter edições exclusivas e limitadas das marcas presentes na loja. São, portanto, edições especiais pretendem dar ao consumidor experiências únicas, misturas originais, ingredientes raros ou reeditar sabores que marcaram a histórias das marcas.

Entre os exclusivos contam-se sumos e néctares, mas também outros produtos como doses de fruta, refrigerantes, águas, cervejas e produtos de mercearia (vinagres, enlatados, polpa de tomate, entre outros).

O site é bastante intuito e fácil de utilizar. Uma vez com a conta criada, basta colocarem na vossa cesta virtual uma encomenda no valor mínimo de 20€, pois só assim conseguirão finalizar a vossa compra.

O melhor de tudo? Podem não só escolher o período de entrega que preferem (das 8h às 10h, das 10h às 13h, das 13h às 16h, das 16h às 19h ou das 19h às 22h), como os portes de envio são gratuitos. Na zona da grande Lisboa e Porto, a Saborista garante entregas em apenas 48 horas.

Além disso, se utilizarem o nosso código y9ohh na altura do vosso registo ganham ainda um desconto de 5€ para utilizarem logo na vossa primeira encomenda.

Crítica – Star Wars: The Rise of Skywalker

Rey (Daisy Ridley), Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac) preparam-se para liderar a última guerra da Resistência contra Kylo Ren (Adam Driver) e a Primeira Ordem, que agora são auxiliados pelo retorno de Emperor Palpatine (Ian McDiarmid). Star Wars: The Rise of Skywalker serve como a conclusão da Saga Skywalker, após os eventos de The Force Awakens e The Last Jedi.

Caso não tenham conhecimento, sou um grande fã de Star Wars. Adoro a trilogia original, mas as prequelas… nem por isso. No entanto, a trilogia da Disney entregou dois dos meus filmes favoritos de toda a franchise, por isso, a sua conclusão é, obviamente, um dos meus momentos mais antecipados do ano. Se isto não for suficiente para deixar todos entusiasmados, adicionem o facto de ser o fim da Saga Skywalker e a pressão torna-se instantaneamente 10x mais pesada.

Entrei com expetativas moderadamente altas, sem um único vislumbre de qualquer trailer ou comercial televisivo, tal como consegui fazer com Avengers: Endgame. Este último superou as minhas expetativas e entregou uma conclusão quase perfeita para a Infinity Saga

Star Wars: The Rise of Skywalker Review

The Rise of Skywalker é uma tremenda desilusão. Não vou suavizar a minha opinião. Se, no início do ano, alguém afirmasse que J.J. Abrams não seria capaz de oferecer um final satisfatório para a famosa história de nove episódios, desatava a rir que nem um louco. Desapontou-me tanto que nem quero estender esta crítica mais do que o habitual. Sei que muitas pessoas odiaram The Last Jedi, mas, para o bem ou mal, o filme existe. As decisões de Rian Johnson foram tomadas. Algumas pessoas receberam-nas bem, outras não. Mas todos assistimos e vivemos a sua narrativa.

Existe algo chamado “integridade artística”, algo que J.J. Abrams e Chris Terrio esqueceram por completo. A falta de respeito pela parcela anterior da saga chega a ser desconcertante. O argumento sem estrutura é tão inacreditavelmente embrulhado que atinge um ponto onde questões lógicas evidentes começam a surgir. Pontos-chave do enredo ocorrem devido a alguns eventos genuinamente difíceis de acreditar e até as próprias personagens parecem não ter um caminho definido. É entretenimento por entretenimento.

Claro, existem imensas sequências de ação de fazer cair o queixo de tão visualmente deslumbrantes. A cinematografia (Dan Mindel) é das melhores que vi na franchise e durante este ano. A banda sonora de John Williams é emocionalmente poderosa e eleva, sem dúvida, vários momentos importantes, sendo uma das fontes principais pelos arrepios que senti pelo meu corpo. E sim, há um bom punhado de cenas épicas.

No entanto, durante todo o tempo de execução, a frustração esteve sempre presente. Narrativas significantes e o passado de personagens foram resolvidos em The Last Jedi, mas The Rise of Skywalker parece mais uma nova sequela a The Force Awakens do que ao filme de Rian Johnson.

Se há um aspeto inegável sobre esta trilogia que este último filme prova é que não havia um plano. Um roadmap. Uma estrutura geral. Quer adorem ou odeiem um ou todos os filmes, isto é indiscutível. A Disney meteu a pata na poça desta vez. A liberdade criativa é essencial para os filmmakers, mas a equipa de produção que comanda uma franchise precisa de uma estrutura bem organizada. O simples facto de J.J. Abrams realizar o primeiro filme, sair e voltar para fazer o terceiro já é, por si só, estranho e incomum.

Star Wars: The Rise of Skywalker Review

Para além da falta de integridade artística, há um sentimento de deceção constante ao longo do filme. Em várias ocasiões, The Rise of Skywalker está pertíssimo de entregar uma sequência perfeita. Um momento digno de provocar arrepios. Uma cena incrivelmente emocional. Quase sempre, falha no último segundo, na última linha de diálogo ou no último movimento de ação. Alguns momentos ainda são cativantes e não perdem assim tanto impacto.

No entanto, outros são totalmente destruídos pelas escolhas mais ridículas e cringeworthy que testemunhei na saga.

O primeiro ato é desprovido de qualquer pensamento. Personagens vão a um local para conseguir algo que precisam para outro local, pois nesse local vão encontrar algo que os leva a outro local… É um ritmo frenético e fora de controlo. O desespero para criar tantas histórias secundárias diferentes a tempo é tão proeminente que é visível de outra galáxia. A partir do segundo ato, fica tudo um pouco mais claro e, no terceiro e último, todas as narrativas juntam-se decentemente. É nos últimos trinta minutos que as semelhanças com Avengers: Endgame sobressaem. A única “pequena” diferença é que não possui 1/10 do impacto emocional devido às decisões questionáveis que mencionei anteriormente.

Apenas uma personagem tem o seu arco completo sem desvios ou mudanças significativas: Kylo Ren. J.J. introduziu-o, Rian Johnson continuou a sua história e J.J. fechou o seu arco muito bem. Todas as outras personagens ou tiveram os seus arcos completos através de várias mudanças extremas ao longo da trilogia ou não chegaram sequer perto de terminar a sua própria história.

Há uma exceção, porém, que é a Leia de Carrie Fischer. Seria extremamente desrespeitoso e injusto alguém criticar os filmmakers sobre ela. Inseriram-na razoavelmente bem nas cenas e fizeram o melhor que podiam, tendo em conta as circunstâncias conhecidas. Posso estar extremamente desapontado, mas tenho que congratular a equipa por fechar o seu arco da maneira mais digna possível.

Star Wars: The Rise of Skywalker Review

Quanto a todas as outras… bem, o elenco tem sido excelente desde o início. Adam Driver, nem tenho palavras. É tão perfeito como Kylo Ren que me convenceu a defender que a sua personagem é um vilão mais emocionalmente complexo do que Darth Vader. Adoro Daisy Ridley como Rey e ela faz um trabalho fenomenal neste último filme, mesmo quando o seu diálogo não é propriamente o melhor. John Boyega, Oscar Isaac e todos os outros (que não vou mencionar devido a possíveis spoilers) são brilhantes e dou-lhes mérito por tornarem todos os filmes um pouco melhores.

Não sei que mais deva escrever sobre The Rise of Skywalker. Sinto-me tremendamente dividido. Adoro os vários momentos épicos, o filme é visualmente impressionante e as sequências de ação são absolutamente incríveis. No entanto, não concordo nada com algumas decisões tomadas por J.J. Abrams e Chris Terrio, especialmente as que fazem The Last Jedi parecer inexistente. Esta falta de integridade artística mais as desilusões constantes no clímax dos vários momentos importantes destroem um dos meus filmes mais antecipados do ano.

Apesar das prestações brilhantes por parte do elenco, apenas Kylo Ren tem o seu arco completo sem mudanças significativas. The Force Awakens criou algumas perguntas misteriosas. The Last Jedi respondeu. The Rise of Skywalker… também respondeu. É uma das minhas maiores desilusões de sempre, mas vou guardar a Saga Skywalker bem perto do meu coração. Da próxima vez, façam um plano bem estruturado, Disney…

Ricoh tem um novo modelo da câmara que captura imagens e vídeos em 360º

Já foi há algum tempo que falámos na Ricoh Theta V, câmara que analisámos no ano passado, e que, na altura, considerámos ser uma “excelente solução para quem quer registar as suas aventuras de uma forma mais imersiva”. Pois bem, existe agora um novo modelo.

Boy Harsher e Pinegrove no Vodafone Paredes de Coura 2020

Há mais dois nomes confirmados para o Couraíso. Boy Harsher e Pinegrove, a não ser que cancelem as atuações por motivos de força maior, vão atuar no Vodafone Paredes de Coura 2020.

Trippie Redd é o primeiro artista confirmado no Sumol Summer Fest 2020

Já conhecíamos as datas, os passes já estavam à venda, pelo que só faltava, pelo menos, uma confirmação. E ei-la. Trippie Redd é o primeiro nome a ser avançado para o Sumol Summer Fest 2020.

WoodRock Festival já tem datas e nomes para 2020

São daqueles festivaleiros que, todos os anos, têm por hábito ir até à Praia de Quiaios, na Figueira da Foz, para mais uma edição do Woodrock Festival? Pois bem, este festival não só já tem datas para regressar, como já tem três bandas confirmadas.

Atenção, o Uber Eats tem alterações nos horários durante estes dias

Quando falamos “nestes dias”, referimo-nos à vespera de Natal, dia de Natal, véspera de passagem de ano e 1 de janeiro, claro. Assim, amanhã, dia 24 de dezembro, o Uber Eats funcionará das 9h às 19h. No dia 25 de dezembro, a app refere que o serviço estará apenas disponível no “centro da cidade” no período entre as 12h e as 23h.

As lojas da Häagen-Dazs estão mais jovens

Por norma, quando falamos da Häagen-Dazs, tendemos sempre a relevar novas criações, sejam gelados ou bebidas. Mas hoje não é o caso. Há algo que, por norma, passa bastante despercebido aos clientes: os looks das lojas.

E porque não criar pratos incríveis com os excedentes alimentares do Natal?

É já depois de amanhã que as famílias se juntam para a Consoada. E esta época significa uma coisa: uma grande variedade de pratos e sobremesas nas mesas de Natal.

Proteção Civil optou por não enviar SMS de alerta sobre as depressões Elsa e Fabien

Lembram-se quando, no Verão, todos recebemos aquelas SMS a alertar para os riscos de incêndio nas nossas localidades? Para o Estado, essa iniciativa teve um custo de 900 mil euros, devidamente pagos às operadoras Vodafone, NOS e MEO. Pois bem, durante a passagem das com as depressões Elsa e Fabian, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) resolveu não avançar com esse recurso.

Depois da Vodafone e NOS, a MEO também tem presentes de Natal para os clientes

Começámos por dar conta das ofertas graças à Vodafone, tendo-se seguido, pouco depois, a NOS. As ofertas, é claro, variam de operadora para operadora, pelo que já era altura da MEO também se juntar à festa.

Modatta, a aplicação portuguesa que paga pelos nossos dados

Foi uma das startups que representaram Portugal na edição deste ano da Web Summit, e, embora não tenha ganho o PITCH, concurso de startups que, todos os anos, anima a conhecida feira, a Modatta mostrou que veio para ficar.

Modatta

A Modatta é uma plataforma, isto é, um marketplace de dados sociais, que faz com que os utilizadores sejam pagos ao disponibilizar os seus dados a empresas, numa forma de trabalhar que está totalmente de acordo com o Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados.

Na prática, o que esta app faz é armazenar os nossos dados para que, depois, os possa vender a empresas interessadas em adquiri-los. E assim, ao invés de, como é recorrente, as empresas ficarem com acesso aos dados pessoas sem oferecerem nada em troca, os utilizadores acabam por ser recompensados.

Esta nova forma de gerir bases de dados ganha forma, lá está, através de uma aplicação que está disponível para Android e iOS. Apesar de ainda estar em fase piloto (a Modatta estava nas startup ALPHA da Web Summit), a plataforma já está a aceitar registos, embora ainda não exista muita coisa para fazer.

Começam por criar uma conta, onde têm de indicar um número de telemóvel e um PIN de quatro dígitos à vossa escolha. Feito isto, devem preencher o vosso perfil, respondendo às perguntas “Quem és?”, “O que fazes?”, “O que tens?” e “O que queres”, sendo que, dentro de destas questões, existem subcategorias para preencher. Pode ser algo chato, mas também só o têm de fazer uma vez.

Imaginem aqueles sites de inquéritos em que, consoante o perfil de cada pessoa, as empresas disponibilizam questionários para preencher, que acabam por ter um determinado valor. Aqui a lógica acaba por ser a mesma, sendo que vão aparecendo tarefas para concluir consoante o perfil do utilizador em si.

Portanto, com o perfil completo, podem depois concluir as ofertas que aparecem no vosso perfil, pelo que convém irem ficando atentos à app. Devem verificá-la regularmente para perceberem se vão aparecendo novas tarefas (como ver vídeos, ler mensagens ou visitar sites) para completar.

De momento a app está em fase de testes, pelo que só quando chegarem aos 30 mil utilizadores (diz-se que já têm mais de 6.000) é que será possível pedir pagamento. Em relação ao pagamento, a plataforma fala em transferência bancária (não refere, para já, outros métodos), mas não refere um mínimo para levantamento.

Para que a Modatta tenha sucesso, é preciso que não só os utilizadores adiram, mas que também as marcas se sintam tentadas a aderir ao projeto.

Portanto, se ficaram convencidos, o que devem fazer é ir juntando o máximo possível. Se se registarem através do nosso link, garantem logo 0.30€ na Modatta. E não se esqueçam de convidar amigos.

Atenção, há carreiras da Carris suspensas durante estes dias

É algo que tem vindo a acontecer todos os anos e, agora que estamos em modo natalício, a Carris avisou os clientes de que o serviço irá sofrer ajustes até 2 de janeiro, com especial incidência no dia 24 de dezembro.

Os criadores do Jovem Conservador de Direita têm novo espetáculo

A personagem criada por Bruno Henriques e Sérgio Duarte surgiu na altura em que se começou a falar da possibilidade de haver um governo da Geringonça, ao mesmo tempo que começou a existir uma espécie de paranóia entre os grupos de direita. Foi, nessa altura, que os responsáveis resolveram criar uma “pessoa” de direita muito preocupada com o fim da democracia. Assim nascia o Jovem Conservador de Direita.

Há novas cápsulas de café Buondi para experimentar em máquinas Nespresso

Existem cada vez mais opções de cápsulas compatíveis com o sistema Nespresso, sejam oficiais ou de outras marcas.

Café Buondi

E para aqueles que gostam sempre de experimentar novos produtos, ou, neste caso, sejam fãs do café Buondi, saibam que existem novas cápsulas da marca no mercado, disponíveis em três opções diferentes.

São elas:

  • Buondi Original – Café de torra média com uma acidez natural, que é fresca e frutada, com notas de maçã verde. A acidez é balanceada com o amargor próprio dos arábicas com notas de avelã e alguma doçura de maracujá. Intensidade 8;
  • Buondi Encorpado – Café de torra média com muita envolvência, equilíbrio e sabor. O equilíbrio deve-se a uma acidez cítrica controlada, num amargor de chocolate negro e alguma doçura fresca e frutada. Intensidade 9;
  • Buondi Intenso – Café de torra média-alta, o que potencia o amargor que vem das suas notas de cacau. Da ligeira presença de arábica vem a sua baixa acidez e doçura. Intensidade 10.

Estes novos cafés Buondi para as máquinas Nespresso já estão disponíveis nos super e hipermercados do costume. Cada caixa custa 3,59€ e traz 10 cápsulas.

Querem rescindir contrato com a NOS? Passam a pagar um máximo de 500€

Imaginem aquelas situações em que ainda estão presos contratualmente a uma operadora, mas que uma concorrente vos faz uma oferta imperdível. Normalmente, muitos tendem a nem sequer dar importância, uma vez que rescindir o contrato poderia dar origem a uma multa de mais de 1.000€. Agora, a NOS mudou as regras, fixando o valor máximo de 500€ para quem quiser optar pela denúncia antecipada de contrato.