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Os criadores do Jovem Conservador de Direita têm novo espetáculo

A personagem criada por Bruno Henriques e Sérgio Duarte surgiu na altura em que se começou a falar da possibilidade de haver um governo da Geringonça, ao mesmo tempo que começou a existir uma espécie de paranóia entre os grupos de direita. Foi, nessa altura, que os responsáveis resolveram criar uma “pessoa” de direita muito preocupada com o fim da democracia. Assim nascia o Jovem Conservador de Direita.

O tempo foi passando e, com algumas polémicas à mistura, entre as quais a eliminação da página de Facebook, que, em 2017, quando ocorreu o sucedido, já contava com milhares de seguidores (acabou por ser restituída), o objetivo dos criadores da página satírica foi sempre passar do digital para o analógico, que, neste caso, significava passar para atuações ao vivo.

E isso aconteceu. Com várias atuações do país, os responsáveis pelo Jovem Conservador de Direita anunciaram, esta semana, uma nova digressão, cujo espetáculo se chama Supremacista Cultural.

Esta é a sinopse: “A realidade é de direita, a economia é de direita, as pessoas importantes são de direita… Mas porque é que a cultura é de esquerda? Fácil. Porque, devido à sua incompetência em todas as áreas importantes, as pessoas de esquerda têm de se dedicar às artes. O Dr. Jovem Conservador de Direita resolveu rebaixar-se e aplicar toda a sua reconhecida competência política à área cultural, de modo a salvá-la do marxismo que a domina. Neste espectáculo o Doutor propõe-se a fazer uma análise da cultura em todas as suas vertentes, limpando-a de toda a ideologia subjacente, para que a arte possa, finalmente, cumprir a sua verdadeira função: ser rentável.”

No Facebook, o Jovem Conservador de Direita diz que pretende “finalmente derrotar a esquerda no último sítio onde ela ainda tem vantagem em relação à direita: a cultura. Este espectáculo é o primeiro passo para a vitória definitiva da direita na guerra cultural”.

São nove os espetáculos agendados, passando por Caldas da Rainha (8 de fevereiro, Centro Cultural e Congressos), Coimbra (18 de fevereiro, Universidade de Coimbra – Teatro Académico de Gil Vicente), Vila Real (11 de março, Teatro de Vila Real), Braga (21 de março, Centro de Artes e Desporto Inclusivo), Viseu (18 de abril, Auditório Mirita Casimiro), Portalegre (13 de maio, Cae Portalegre), Aveiro (23 de maio, Gretua), Lisboa (26 de maio, Teatro Villaret) e Porto (28 de maio, Teatro Sá da Bandeira).

Os bilhetes estão à venda na BOL, Ticketline e locais habituais e o preço varia de local para local, entre os 10 e os 12€.

Foto de: ViewPoint.Studio

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