É já esta semana que vamos ficar a conhecer muitas novidades que nos vão chegar no final do ano com a Xbox Series X. Num evento dedicado aos estúdios internos da Xbox, vamos ter o primeiro olhar a jogos por revelar e outros muito antecipados, como Halo Infinite, que terá as primeiras imagens de jogabilidade.
O evento, que terá cerca de uma hora, acontece já esta quinta-feira, 23 de julho. Tem início às 17h de Portugal Continental, mas antes, pelas 16h, haverá um pré-show, onde se esperam também informações exclusivas, o que significa que, se gostam de jogos, não vão querer perder pitada.
Para assistirem ao evento, há muita forma de o fazerem, pelo que podem guardar esta ligação para terem à mão um dos seguintes links.
A Câmara Municipal do Porto prepara-se para celebrar o verão com um ciclo de concertos ao ar livre nos Jardins do Palácio de Cristal. Esta iniciativa é vista como a retoma da atividade na área do entretenimento e o primeiro grande evento organizado na cidade após a fase desconfinamento que, a pouco e pouco, vai devolvendo a vida que sempre a caracterizou.
A iniciativa dá pelo nome de Noites do Palácio e é o resultado de uma parceria há já muito desejada entre duas das maiores produtoras nacionais, a PEV e a EIN.
Este ciclo de oito concertos começa no próximo dia 31 de julho e termina a 22 de agosto. Ao todo, serão quatro fins de semana, oito dias de boa música nacional, com António Zambujo (31 de julho), The Black Mamba (1 de agosto), HMB (7 de agosto), Gisela João (8 de agosto), Jorge Palma (14 de agosto), Diogo Piçarra (15 de agosto), Blind Zero (21 de agosto) e Rui Veloso (22 de agosto).
De modo a garantir a segurança de todos, cada espetáculo é pensado com base no cumprimento das normas impostas pela Direção Geral de Saúde (DGS). Num espaço delimitado para o efeito, todos os lugares estarão identificados, cumprindo o distanciamento mínimo obrigatório entre os espectadores que não façam parte do mesmo agregado. Por último, de modo a evitar qualquer tipo de congestionamento entre pessoas, todas as entradas e saídas terão circuitos próprios com a devida sinalização.
Os bilhetes para cada um dos concertos já se encontram à venda pelo preço único de 10€.
E não só ficam a saber tudo sobre o bacalhau, como podem ainda almoçar ou jantar no Restaurante Terra Nova (antigo Populi) um restaurante temático onde o bacalhau é o protagonista da ementa.
Lisboa tem uma nova atração onde se conta uma das mais épicas histórias de Portugal, a descoberta da Terra Nova e a aventura nos mares gelados pela pesca do bacalhau. O Centro Interpretativo da História do Bacalhau abre hoje ao público, no Torreão Nascente do Terreiro do Paço, em homenagem a um símbolo da gastronomia portuguesa, da cultura popular e da identidade nacional.
A Associação Turismo de Lisboa (ATL) e a Câmara Municipal de Lisboa (CML) são os fundadores e organizadores deste projeto, que conta com a participação de Álvaro Garrido (Comissariado Científico), de Tiago Silva Dias (Projeto de Arquitetura) e do NewsMuseum (Projeto de Experiência do Visitante), bem como com a colaboração do Museu Marítimo de ílhavo.
Ao longo de vários núcleos expositivos, os visitantes podem assistir ao início da odisseia de um povo que se lançou nos “mares do fim do mundo”, sentir os perigos e emoções a bordo de um dóri, conhecer as rotinas dos pescadores a bordo, descobrir como nasceu o mito do “fiel amigo” à mesa ou perspetivar o futuro do bacalhau, o seu consumo, a pesca sustentável e novas formas de o cozinhar.
O espaço divide-se em duas áreas principais: O Mar, no piso 0, e À Mesa, no piso 1. Em ambos, aborda-se a viagem à Terra Nova e como se pescava o bacalhau, como também a expressão do bacalhau na cultura popular e gastronómica portuguesa.
No Piso 0, recua-se no tempo na sala d’A Saga e assiste-se, num livro gigante, à narrativa lendária e fantástica da pesca dos portugueses no Atlântico Norte. Destaque ainda para a exposição de objetos selecionados do espólio do Museu Marítimo de ílhavo utilizados na pesca do bacalhau.
Se é certo que a pesca do bacalhau desperta toda uma memória épica e uma lenda internacional, não menos importante é a faina dos veleiros e dos pescadores de dóris. Na sala O Adeus, conhece-se a dimensão humana e social da pesca do bacalhau. Os visitantes são igualmente convidados a experimentar, durante um minuto, o que era a solidão dos marinheiros do bacalhau a bordo de pequenos dóris. Esta é uma experiência interativa e imersiva que pretende recriar a pesca à linha num dóri.
Na sala Frota Branca, revive-se a memória lendária da “white fleet”, através de uma recriação do Creoula, e de histórias como o trabalho a bordo e o enquadramento sociopolítico das tripulações na era dourada da pesca do bacalhau. Ouve-se, em discurso direto, testemunhos únicos de pescadores sobre os momentos épicos e dramáticos que a pesca do bacalhau implicava. Destaca-se ainda, na Propaganda, a forma como o Estado Novo difundiu e manipulou além-fronteiras este tema.
No Piso 1, fala-se sobre a tradição alimentar do bacalhau do Atlântico e o nascimento do mito do Fiel Amigo. Sentamo-nos à mesa, na Degustação virtual, para assistir à forma como o bacalhau entrou na nossa gastronomia, na nossa cultura e na nossa sociologia. Na sala Bacalhau 20.20 fala-se sobre a reinvenção cultural do bacalhau, a pesca na atualidade, a reinvenção gastronómica do bacalhau e a sustentabilidade ambiental.
O Centro Interpretativo da História do Bacalhau oferece ainda aos visitantes um conjunto de experiências interativas, como desafiar a contribuirem com uma receita inédita de bacalhau, serem fotografados a bordo de um dóri, sentirem a textura de um bacalhau ou consultarem a Enciclopédia do Bacalhau, certificada pela Confraria Gastronómica do Bacalhau.
Na entrada do Centro Interpretativo da História do Bacalhau existe uma Mercearia, onde está localizada a bilheteira e vários espaços para venda de artigos alusivos ao bacalhau, dois deles em parceria com a Lugrade e a Terra do Bacalhau, empresas especializadas em bacalhau da Islândia e da Noruega.
Este espaço ocupa o Torreão Nascente do Terreiro do Paço e inclui zona de corte e venda de bacalhau, zona de estar com livraria e zona de degustação de petiscos.
A entrada, porém, não é gratuita. Custa 4€ por adulto, 3€ no caso de maiores de 65 anos ou estudantes e 2€ para crianças dos 6 aos 15 anos de idade.
O Centro Interpretativo da História do Bacalhau integra também o Restaurante Terra Nova (antigo Populi) um restaurante temático onde o bacalhau é o protagonista da ementa.
São fãs de Batman, Super-Man e de todo o universo da DC? Então não vão querer perder a DC FanDome, um evento que é, também, uma maratona de 24 horas, organizado pela Warner Bros., que vai levar até às nossas casas todas as novidades e muitos conteúdos exclusivos do mundo do cinema, das comics dos videojogos e muito mais, do universo DC.
Este evento acontece no dia 22 de agosto, a partir das 18h em Portugal Continental, e será online e de acesso gratuito para todos, em todo o lado.
Estão prometidas novidades em primeira mão sobre projetos em cinema, televisão, banda desenhada e jogos, anúncios para os próximos anos, segmentos especiais, vídeos exclusivos e exploração de mundos temáticos. O DC FanDome conta ainda com a participação de atores, cineastas e criadores dos maiores filmes, séries de TV, jogos e bandas desenhadas.
O programa inclui seis áreas distintas: a Hall of Heroes, o epicentro da DC FanDome; a DC WatchVerse, a sala de cinema virtual com acesso a imagens nunca antes vistas; a DC YouVerse, onde o conteúdo dos fãs é protagonista; a KidsVerse, dedicada aos mais pequenos; a InsiderVerse, onde os mestres da DC Comics levam os fãs até à magia atrás das câmaras; e a FunVerse, um lugar repleto de atividades e merchandising de edição limitada.
O acesso ao evento, que ainda não foi divulgado, espera-se que aconteça nas diferentes redes sociais da DC e Warner Bros. onde, além de diretos, serão divulgados outros conteúdos especiais, como trailers e coberturas exclusivas aos diferentes eventos das diferentes áreas.
Apesar do evento acontecer só no dia 22 de agosto, os maiores fãs podem começar já a participar com criações criativas até ao dia 31 de julho, através de ilustrações, posters, maquilhagens, show-off de cosplay e cenários entre outros, que podem resultar em prémios até 2 mil dólares.
Está tudo explicado em dcfandome.talenthouse.com, onde podem, também, submeter as criações.
A Hangar 13 revelou finalmente as primeiras imagens em jogo do remake do aclamado jogo de gangsters, Mafia, de 2002, que surge agora com novos visuais atuais, num pacote definitivo ao lado dos já lançados remaster de Mafia IIe do melhorado Mafia III.
Num vídeo inteiramente dedicado a Mafia: Definitive Edition, podemos assistir a algumas comparações entre o jogo original e esta nova versão, assim como a um longo trecho de jogabilidade de uma das missões do jogo, com tiroteios, exploração e uma perseguição perigosa.
O vídeo conta com o chefe criativo da Hangar 13, que nos acompanha e aponta as novidades, diferenças e explica a visão desta ambiciosa reconstrução de um clássico.
Mafia: Definitive Edition chega agora ao PC e consolas no dia 25 de setembro e poderá ser comprado em separado, ou juntamente com os dois já relançados Mafia II e Mafia III, no pacote Mafia: Trilogy, que terá um lançamento físico completo com os três jogos.
A Viva Wallet, o primeiro fornecedor europeu de serviços de pagamento inteiramente baseado em cloud, acaba de ficar disponível em Portugal. Esta empresa pretende mudar a forma como os negócios pagam e são pagos.
Criada há 18 anos como um software house focado no desenvolvimento de software para bancos e outras empresas do setor financeiro, a Viva Wallet oferece soluções de pagamento inteligentes (físicas e online) para todos os tipos de empresas: desde pequenos negócios, como cafés e restaurantes, até grandes negócios, como supermercados. A proposta da empresa inclui uma conta comercial gratuita com IBAN português, que elimina a necessidade de ter outra conta bancária para a gestão das despesas (com transferências SEPA gratuitas), um cartão de débito empresarial e uma solução de aceitação de pagamentos com cartão, como por exemplo um TPA.
Os comerciantes ou freelancers podem criar facilmente uma conta comercial Viva Wallet com um IBAN local e, em poucos minutos, começar a aceitar pagamentos nos seus estabelecimentos, através da vasta oferta de “smart” TPAs ou da gateway de pagamentos, gratuita e fácil de utilizar, concebida para lojas online (integrações simples via plug-ins).
A Viva Wallet possui uma nova geração de TPAs com tecnologia Android (fáceis de desinfetar e sem teclado) e inclui soluções como o Mini Card Reader (com conexão Bluetooth a smartphone), a partir dos 89€.
Os TPAs da Viva Wallet aceitam mais de 24 tipos de pagamentos, como VISA, Mastercard, American Express, JCB e Bancontact; wallets digitais como a Apple Pay e métodos de pagamento locais como o Multibanco.
Quando os comerciantes utilizam os serviços Viva Wallet de aceitação de cartões (TPA ou gateway de pagamento para comércio eletrónico), em conjunto com os de emissão (cartão de débito Viva Wallet), podem conseguir comissões de aceitação de 0%. Com a liquidação no dia seguinte, mesmo aos fins de semana e feriados, os comerciantes não têm de esperar dias para ver o dinheiro disponível na sua conta.
Com a tecnologia no centro das suas operações, a Viva Wallet cria soluções que se ajustam às necessidades dos seus clientes. Durante o confinamento devido ao COVID-19, a empresa desenvolveu a solução Quick Pay para permitir que os comerciantes aceitassem pagamentos remotamente, usando para isso apenas um link.
Existe desde 2011 e é um programa que promove a qualidade de vida da cidade através de parcerias locais entre cidadãos, juntas de freguesia, associações locais, colectividades ou organizações não-governamentais, fazendo com que, através de tudo, se crie emprego e se dê ajuda aos mais desfavorecidos. Falamos do BIP/ZIP, claro, cuja 10ª edição, a de 2020, fechou recentemente as candidaturas.
Mas é preciso mais. E numa altura em que todos tentam retomar a sua vida normal, sabe-se que, em breve, estará no ativo um novo programa. Chama-se Bairros Saudáveis e, lá está, é inspirado no BIP/ZIP.
A criação do Programa Bairros Saudáveis surge como instrumento participativo que promove iniciativas de saúde, sociais, económicas, ambientais e urbanísticas junto das comunidades locais mais atingidas pela pandemia, ou por outros fatores que afetam as suas condições de saúde e bem-estar.
Este programa pretende ser um instrumento de política pública tendo em vista a dinamização de parcerias e intervenções locais para a promoção da saúde e da qualidade de vida das comunidades territoriais, através do apoio a projetos candidatados por associações, coletividades, organizações não governamentais, movimentos cívicos e organizações de moradores, em colaboração com as autarquias e as autoridades de saúde.
O programa será coordenado pela arquiteta Helena Roseta. O programa dispõe de uma dotação de 10 milhões de euros para projetos a executar em 2020 e 2021. Cada projeto poderá receber um financiamento de 5.000€, 25.000€ ou 50.000€.
O calor veio para ficar, isso é certo. E de modo a para celebrar os dias longos e quentes, nada como degustar os deliciosos sabores de verão da Santini. São eles os sabores de Bola de Berlim, papaia e figo, disponíveis seja numa visita às lojas ou nas encomendas para casa.
Neste verão, a Santini criou também várias soluções para que todos se possam refrescar de forma segura – na loja de Carcavelos há um atendimento Santini Express à janela para copo ou cone; em Belém e à porta do Museu dos Coches encontra-se a Vantini; e na nova loja do Chiado, com abertura para breve, também haverá atendimento express à janela.
A marca acaba de alargar também o seu leque de pontos de venda em parceiros, como por exemplo novos restaurantes com gelados Santini na carta de sobremesa. Além disso, disponibilizou ainda a venda de caixas de 0.5 litros de sabor único presença no SuperCor El Corte Inglés, com o objetivo de levar o delicioso gelado da marca de origem Cascalense ao maior número de pessoas.
Foram vocês que pediram um smartphone da marca a um preço mais apetecível?
Estávamos em 2014. Surgia no mercado uma marca que viria a causar estrondo. Falamos, claro, da OnePlus, que deu a milhares de utilizadores o tão amado OnePlus One, denominado de Flagship Killer, até porque podia ser adquirido por somente 299€.
A partir daí, a marca começou a ficar debaixo de olho dos aficcionados por tecnologia. Mas, e como seria de esperar, os preços começaram a aumentar cada vez mais, tanto que, no espaço de seis anos, o One Plus 8 custa agora 699€, e nem sequer estamos a falar da versão Pro. É uma grande diferença (de 400€, para sermos mais precisos) para uma marca que entrou no mercado com pompa e circunstância.
Tendo isto em conta, e sabendo que a concorrência é tremenda, a OnePlus resolveu agora apostar no mercado de média gama. É uma boa decisão, pois assim pode ter dispositivos diferentes tendo em conta a faixa de preço, dando a mais utilizadores a possibilidade de ter um smartphone da conhecida marca.
Ontem, dia 21 de julho, foi o dia para tudo isso acontecer. Após muitos teasers, o OnePlus Nord foi finalmente revelado, focando-se em três aspetos: câmaras, experiência do utilizador e performance.
O OnePlus Nord, que a empresa espera marcar uma nova era no segmento dos smartphones de média gama, tem várias características que irão agradar a quem não pretende um topo de gama, mas si um bom telemóvel.
Conta com um ecrã AMOLED Full HD+ de 6,44″ e taxa de atualização de 90Hz, mas sem suporte a HDR, processador Snapdragon 765G 5G (não é um topo de gama e não servirá lá muito bem para tarefas extremamente pesadas, mas é um ótimo processador), 8GB ou 12GB de memória RAM, 128/256GB de armazenamento interno, quatro câmaras traseiras – sensor principal Sony de 48MP, ultragrande angular de 8MP, lente macro de 2MP e sensor de profundidade de 5MP -, duas câmaras frontais – uma sensor Sony IMX616 de 32MP e uma grande angular de 8MP – e uma bateria de 4100mAh que, graças à tecnologia Warp Charge 30T, promete 70% de carga em apenas 30 minutos.
No que toca ao design, bom, é mais do mesmo, estando ao nível do que a concorrência vai fazendo.
Esta tentativa da OnePlus em singrar no mercado de média gama chega com argumentos de peso e um preço altamente atrativo: 419€ para a versão de 8GB de RAM e 128GB de memória interna e 519€ para a versão de 12GB de RAM e 256GB de armazenamento interno.
No entanto, aconselhamos a que façam a compra pela Amazon. Porquê? Não só o preço está ligeiramente mais barato, como têm um desconto bónus de 30€ caso sejam membros Prime. Ou seja, e indo direto ao assunto, conseguem ter um OnePlus Nord por somente 369€. Quem diria.
Tudo para que o público possa desfrutar do festival com todo o conforto e segurança.
Este é um ano atípico, com muitas iniciativas adiadas/canceladas, mas o MOTELX promete resistir às adversidades e avança com uma edição que se espera épica. Ontem à noite, dia 21 de julho, aconteceu a apresentação oficial da edição deste ano. E já temos vários detalhes para partilhar.
Para já, as datas do evento. Acontece de 7 a 14 de setembro, sendo antecedido por três dias de eventos warm-up ao ar livre. E só aqui percebem logo que, em 2020, o MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa terá dois dias extra. O motivo? Devido ao facto de existirem sessões mais espaçadas e de lotação reduzida, estender o festival por dois dias fará com que o público possa desfrutar de todos os filmes e iniciativas com todo o conforto e segurança.
Num 2020 que, infelizmente, parece ter sido tirado de um filme de género, e em que a morte de George Floyd chocou o mundo, o MOTELX apresenta a retrospectiva Pesadelo Americano: O Racismo e o Cinema de Terror, uma seleção de sete filmes precursores do movimento Black Lives Matter cujo olhar crítico propõe um acerto de contas com a história. São eles The Intruder (Roger Corman, 1962), Ganja & Hess (Bill Gunn, 1973), White Dog (Samuel Fuller, 1982), The People Under the Stairs (Wes Craven, 1991), Candyman (Bernard Rose, 1992), Tales from the Hood (Rusty Cundieff, 1995) e Get Out (Jordan Peele, 2017).
2020 é também o ano de Pedro Costa no MOTELX, concretizando-se assim uma história que começou em 2005 quando o Cineclube de Terror de Lisboa (CTLX) programou Ossos num ciclo que realizou na Cinemateca e que viria a levar à criação do festival. O mais respeitado realizador português da atualidade é o convidado da secção Quarto Perdido, este ano intitulada Pedro Costa – Filmar as Trevas. Costa abordará em conversa a sua declarada afinidade com o universo do terror e do fantástico e serão exibidos os filmes Ne Change Rien (2009) e Cavalo Dinheiro (2014).
A nova vaga de terror feminino marca as estreias da secção Serviço de Quarto, que mostra este ano um número recorde de filmes realizados por mulheres (cinco por agora, a que se juntarão outros). Entre os destaques agora anunciados, contam-se Saint Maud, de Rose Glass, uma visão original e corajosa sobre fé e loucura com carimbo dos estúdios A24, e Relic, a aclamada estreia cinematográfica da escritora Natalie Erika James. Sandra Wollner assina The Trouble with Being Born, uma antítese da história de Pinóquio em versão sci-fi que causou controvérsia no último Festival de Berlim.
A secção Serviço de Quarto traz ainda o regresso do prolífico Takashi Miike com aquele que se estima ser o seu 104.º filme. Estreado na Quinzena dos Realizadores de Cannes, First Love é uma louca mistura de drogas, sangue, gore, romance e humor negro e um regresso ao estilo hiperbólico que o tornou um favorito dos festivais. Na secção Doc Terror, o primeiro título anunciado é Scream, Queen! My Nightmare on Elm Street, um documentário sobre Mark Patton e o seu papel enquanto primeiro Scream Queen masculino em A Nightmare on Elm Street 2: Freddy’s Revenge, hoje um clássico do cinema LGBT.
E porque o cinema de terror é espaço de liberdade e risco, o MOTELX apresenta pela primeira vez em 2020 um programa de Curtas Experimentais, dedicado a narrativas alternativas que usam técnicas revolucionárias para criar novas linguagens e pesadelos transcendentais. No domínio da ficção mais tradicional, 20 curtas compõem este ano a secção de Curtas Internacionais, que continua a trazer-nos propostas ricas e variadas em subgéneros tão distintos como sci-fi, filme de época ou sátira.
As secções competitivas do MOTELX estão também de regresso. O Prémio MOTELX – Melhor Curta de Terror Portuguesa / Méliès d’Argent continua a incentivar a produção nacional de cinema de género com um prémio no valor de 5000€, o maior atribuído a curtas-metragens em Portugal. Dada a disrupção causada pela pandemia, este ano o prazo de inscrição na competição foi prolongado até ao dia 2 de agosto. Os finalistas serão anunciados no próximo mês, tal como os filmes em competição para o Prémio Melhor Longa de Terror Europeia / Méliès d’Argent e muitas outras novidades de programação.
Warm-Up MOTELX
Depois da inesquecível visita nocturna ao MNAA em 2019, o MOTELX volta a concretizar encontros artísticos improváveis e únicos no fim de semana de Warm-Up que antecede o festival, reunindo grandes nomes da cultura portuguesa em três eventos gratuitos e ao ar livre.
A 3 de setembro, o Convento de São Pedro de Alcântara acolhe A Mulher-Sem-Cabeça, uma performance/concerto a partir de um texto de Gonçalo M. Tavares com ilustrações ao vivo de António Jorge Gonçalves e voz do MC Papillon. Na noite seguinte, o Espaço Brotéria é palco de um jantar encenado a partir de um texto de Fernando Pessoa praticamente desconhecido do grande público: Um Jantar Muito Original (do semi-heterónimo Alexander Search). Um projecto que recria o lado mais negro de Pessoa e que conta com supervisão artística de Albano Jerónimo e a estreia em encenação de duas estudantes de teatro e cinema, Matilde Carvalho e Rita Poças. Por fim, dia 5 traz a muito aguardada sessão de cinema ao ar livre no Largo Trindade Coelho, com filme a anunciar brevemente.
Os eventos irão respeitar todas as normas de segurança e são resultado de uma parceria com a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Uma medida que surge sem surpresas, uma vez que o mesmo foi feito durante o ano letivo que agora terminou.
Imagem meramente ilustrativa
A garantia foi dada por Tiago Brandão Rodrigues, ministro da Educação. “O Ministério da Educação vai providenciar essas másscaras e outros equipamentos de proteção individual para que [as escolas] estejam mais bem preparadas”, referiu o responsável durante a audição na comissão parlamentar de Educação, Ciência, Juventude e Desporto.
Recorde-se que o Ministério da Educação, durante o ano letivo que agora terminou, distribuiu material de proteção e de higienização pelas escolas que reabriram no 3º período para receber os alunos do 11.º e 12.º anos de escolaridade, que, neste caso, voltaram a ter aulas presenciais. Ou seja, basicamente estamos a falar de uma repetição de algo que já aconteceu no passado.
Para o próximo ano letivo, que começa entre 14 e 17 de setembro, está prevista uma verba de 125 milhões de euros para a contratação de docentes e funcionários. Para o regresso às aulas, está ainda previsto a aquisição de milhares de computadores no âmbito do projeto Escola Digital.
A partir de amanhã, dia 21 de julho, os utilizadores da praia de Santo Amaro de Oeiras vão ser os primeiros a usufruir de um novo projeto inovador de saúde pública.
À entrada da praia estará colocado um dispositivo, em forma de prancha de surf com 3,70 metros de altura e visível a grandes distâncias, que fornece informação sobre a incidência solar UV-B em tempo real, o horário das marés, a qualidade ambiental na praia (água, areal e ar) e os índices de risco de calor e de incêndio.
Este placard estático de informação pública também disponibiliza Wi-fi radial e é um canal reservado a alarmes associados a emergências meteorológicas, geológicas e de proteção civil (ex: alarme de tsunamis, de eventos climatéricos extremos ou de outras emergências de origem terrorista, rodoviária ou aeronáutica, em que seja necessário o controlo de multidões, entre outros).
Oeiras é, assim, o concelho pioneiro a receber o Projeto Solar Keeper by Solar Sense que, desenvolvido por portugueses, foi definido pela Groundlight para a escala Europeia como um Projeto de Saúde Pública, na adaptação aos efeitos das alterações climáticas, com a luz solar como componente crítica do clima.
Judy & Punch – Amor e Vingança tem estreia marcada para Portugal a 30 de julho.
Título original: Judy & Punch Realização e argumento: Mirrah Foulkes Género: Comédia, Crime, Drama
Sinopse: “Na anárquica cidade de Seaside, os marionetistas Judy e Punch tentam revitalizar o seu espetáculo de marionetes. O espetáculo torna-se um sucesso, graças à elevada mestria de Judy (Mia Wasikowska), enquanto manipuladora de marionetas, mas a desmedida ambição de Punch (Damon Herriman) e a sua propensão para abusar do whiskyacabam por provocar uma inevitável tragédia, da qual Judy procurará vingar-se.
Nesta visceral e dinâmica reinterpretação em live-action da famosa peça de marionetas do século XVI, a realizadora e argumentista MIRRAH FOULKES dá uma reviravolta na história tradicional de Punch e Judy, juntando-lhe uma forte componente de crítica social e criando uma história de vingança, feroz e sombria mas ao mesmo tempo cómica e épica, com MIA WASIKOWSKA e DAMON HERRIMAN nos principais papéis.“
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Matosinhos) para as antestreias de Judy & Punch – Amor e Vingança no dia 28 de julho, às 19h30, nos Cinemas NOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas Norteshopping, em Matosinhos, às 21h30.O passatempo decorre até às 23h59 de 26 de julho. Os vencedores serão contactados via email.
E os vencedores do nosso passatempo foram:
Lisboa:
Tiago Brandão
Joana Moleiro
Élio de Góis
Telmo Domingues
Graziela da Costa
Matosinhos:
Miguel Teixeira
Nicole Oliveira
Íris Lima
Marta Sousa
Ricardo Caldas
Os vencedores podem encontrar as instruções de levantamento dos bilhetes no email que lhes foi enviado (para confirmarem que foram um dos vencedores verifiquem a caixa de spam ou lixo da vossa caixa de correio).
Parabéns aos vencedores! E se ainda não foi desta que foram ao cinema connosco, fiquem atentos a mais passatempos no Echo Boomer, ou espreitem quais é que estão a decorrer agora na nossa secção de passatempos aqui.
Os jogos da Xbox vão ficar apenas ao alcance do PC, consolas Xbox e dispositivos móveis.
A equipa da Xbox tinha um sonho: levar os seus jogos ao máximo de equipamentos possível. Durante algum tempo, ficou no ar a ideia de que, um dia, graças ao serviço de streaming xCloud, os jogos da Xbox poderiam surgir numa PlayStation ou Nintendo.
Agora, Phil Spencer esclarece os planos e faz um ponto de situação dos mesmos, ao dizer que o ecossistema Xbox vai ficar limitado às plataformas onde o serviço já existe.
Em entrevista ao canal alemão GameStar, Spencer responde à questão se poderíamos ver o Xbox Game Pass noutros sistemas, dizendo que “a situação sobre outras consolas é que não vamos conseguir levar a experiência total da Xbox até às mesmas”.
Spencer continua a justificar esta decisão ao referir as expetativas dos jogadores e daquilo que os jogadores que optam pela Xbox esperam, os exclusivos da marca, a comunidade do Xbox Live e o próprio catálogo do Xbox Game Pass, tudo detalhes que não se enquadram na experiência oferecida pela Nintendo e PlayStation. Além do mais, Spencer também reflete sobre os interesses da concorrência em terem jogos Xbox na sua plataforma que, para já, parece não existir.
O lançamento do Xbox Game Pass em mais plataformas iria significar uma porta aberta a um público de jogadores mais vasto, com a possibilidade de poderem experimentar jogos como Forza, Gears ou Halo numa PlayStation 4/5 ou Nintendo Switch via streaming, à distância de uma subscrição. Aliás, tal irá ser possível muito em breve em dispositivos iOS e Android.
No fundo, a Microsoft, apesar da sua expansão no leque de ofertas, parece querer manter-se no seu lugar, onde a sua comunidade quer estar e já existe. Contudo, fora o Xbox Game Pass, não quer dizer que, no futuro, não possam ser lançados mais jogos da Microsoft para outras plataformas, como já aconteceu com Cuphead, Ori and the Blind Forest e, talvez o mais popular de todos, a série Minecraft.
Parece que todas as semanas a Glovo tem novidades para apresentar. E ainda bem. A mais recente e exclusiva parceria da app que permite comprar, recolher e entregar qualquer produto na mesma cidade é com o Time Out Market Lisboa, na medida em que, agora, é possível encomendar refeições dos restaurantes situados no Mercado da Ribeira.
São eles o Ground Burger, Zero Zero, Asian Lab, Bettina Corallo, Café de São Bento, Cozinha da Felicidade, Confraria, Croqueteria, Manteigaria – Pastéis de Nata, Gelato Davvero, Time Out Bar, Marisqueira Azul, Manteigaria Silva, Monte Mar, Nós é mais Bolos, L’eclair, O Pudim do Abade, a Recordação de Sintra, O Surf & Turf, O Prego da Peixaria, Tartine, Sea Me e A Vida Portuguesa e, também, os restaurantes dos vários Chefs – Alexandre Silva, Henrique Sá Pessoa, Marlene Vieira e Miguel Castro e Silva.
São muitas as opções, pelo que difícil vai ser mesmo escolher.
Quer isto dizer que podemos agora desfrutar em casa das criações exclusivas do chefOlivier da Costa, que surpreendem com o que de melhor a fusão entre o Oriente e o Ocidente tem para oferecer.
Tudo começou em 2011, quando o Yakuza abriu na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Quatro anos depois, o restaurante foi transferido para o primeiro andar da antiga Real Fábrica das Sedas, na Rua da Escola Politécnica, com o nome Yakuza First Floor. Já em maio de 2019, Olivier da Costa inaugurou um novo restaurante da marca dentro do Sheraton Cascais Resort, no coração da Quinta da Marinha.
Mas o sul do país não ficou esquecido. Aliás, desde 2012, em Albufeira, o aclamado chef “faz as malas” e leva até à região o que de melhor sabe fazer, num restaurante pop-up (aberto entre junho/julho e setembro) localizado no Pine Cliffs Resort.
Pois bem, o espaço, reaberto desde o início deste mês, tem uma novidade para apresentar: um novo serviço de takeaway, o que permite desfrutar das peças daquele que é considerado o melhor restaurante de sushi do Algarve.
O serviço Yakuza & Go está disponível todos os dias da semana para takeaway entre as 19h e as 23h, sendo possível fazer a encomenda por telefone logo a partir das 12h. Além de combinados e especiais Yakuza, o Yakuza Algarve oferece para takeout opções de makizsuhi, sushi e sashimi tradicional, bem como três menus com prontos a escolher, que conjugam sopa miso, edamame, gyozas, sashimi, nigiris, rolos e a afamada mouse Kit Kat.
Este ano, os clientes do Pine Cliffs Resort podem ainda solicitar o serviço de estafeta interno, sem qualquer custo associado, para fazerem pedidos dos diferentes restaurantes do resort, incluindo o Yakuza Algarve. O pedido pode ser feito através da nova plataforma Pine Cliffs Eats, concebida especialmente para quem quer aliar o melhor da gastronomia no conforto do seu alojamento.
Os novos auscultadores da Creative são de levar ao pescoço. OsCreative Aurvana Trio Wireless são a nova solução desportiva da marca dedicada ao áudio, contando com um apoio de colocar ao pescoço onde estão incluídos os controlos multimédia e para chamadas.
Neste modelo, a Creative promete melhor áudio graças a um sistema triplo de drivers de alta definição, bem como uma experiência mais versátil graças à ligação wireless e ao design leve.
Os Creative Aurvana Trio Wireless funcionam via Bluetooth 5.0, o que promete uma baixa latência, e tem descodificadores de alta definição para manter a qualidade de áudio o mais clara possível sem perda de sinal.
Estas novas funcionalidades prometem também resolver alguns problemas de equipamentos semelhantes durante a visualização de conteúdos multimédia, como ver filmes e séries, onde é normal existir algum tipo de latência entre o que está a ser visto e ouvido.
Outra função de destaque dos Creative Aurvana Trio Wireless é a possibilidade de poderem ser ligados a vários equipamentos em simultâneo, como um computador e um smartphone, sendo possível atender chamadas de forma mais prática enquanto se trabalha a ouvir música no PC.
F1 2020 é uma aposta ganha para todos os amantes de automobilismo, sem sombra de dúvidas. No entanto, é também um jogo para todos aqueles que gostam de passar tempo de qualidade a jogar.
Há uma vida atrás, era recorrente as provas de Fórmula 1 passarem na RTP1 e, inconscientemente, muitos miúdos e jovens ganharam um certo apreço pela modalidade graças à densidade da mesma. Ao fim destes anos todos sem grande contacto com a modalidade e, por sua vez, ter perdido grande parte do interesse, acho impressionante como em poucas horas o fascínio causado pela complexidade e espetacularidade da Fórmula 1 ganhou tais contornos – como se de um “transtorno de stress pós-traumático” se tratasse, ainda que, neste caso, muito bem-vinda!
Tendo como foco o jogo, digo com segurança que foi o melhor título que joguei este ano, mas vou por partes.
A nível de menus, F1 2020 está muito bem estruturado, contendo sete abas (Home, Solo, Multiplayer, F1 eSports, Customization, Showroom e Theatre) devidamente organizadas. Home compila as funcionalidades bases nas quais se destacam o atalho para o último modo jogado (sendo, por isso, variável), pelo que é fácil ir logo direto ao assunto. Showroom é, como o nome indica, um género de sala de exposições onde podemos ver com detalhe todos os carros atuais da F1, alguns modelos clássicos que, de certa forma, marcaram a competição, e ainda os modelos da F2.
Em Theatre temos acesso ao documento de vídeo dos melhores momentos das últimas corridas em que participamos, onde é possível ver e rever as nossas manobras mais ousadas, acontecimentos espetaculares e ultrapassagens épicas. Esse modo tem ainda várias funcionalidades de editor onde é possível inclusive captar imagens para mais tarde recordar. Na aba F1 eSports, temos todas as informações sobre a competição oficial online do jogo, contendo hiperligação ao site sem ser preciso sair do jogo, notícias, vídeos, entres outras coisas.
Customization é a área criativa, onde podem criar e personalizar o vosso piloto no que toca a aspeto, fato, capacete e luvas. Podem ainda criar o vosso símbolo de equipa de F1 de uma variedade de opções relativamente grande e personalizar o carro da vossa equipa em padrão, cor e patrocínios. Esta funcionalidade pode roubar algum tempo se forem exigentes, mas é fulcral para a vossa carreira em Multiplayer, no novo modo introduzido chamado My Team e, em parte, no modo clássico Driver Career. Com o progresso feito nos mais variados modos, recebe-se XP e sobe-se de nível, o que desbloqueia novas opções de personalização, entre as quais itens clássicos.
Avançando para as abas que realmente interessam: O multiplayer compila cinco modos online e um offline. Nos modos online há Leagues, Ranked, Unranked, Weekly Events (que vão sendo atualizados regularmente) e ainda Lan Game. O modo Offline quis dar um ar da sua graça nesta edição do jogo, trazendo de volta o famoso Split screen (que reinava quando não havia competição online nos jogos) para jogar em casa contra amigos/família. Da minha experiência neste modo, posso garantir que oferece uma boa dose de diversão.
Por fim, a aba que mais me entusiasmou: Solo. Apesar de gostar muito de jogar online pela competitividade e, em muitos casos, o companheirismo, sou um bocado da velha guarda no que toca a videojogos. Dou muito valor a um jogo que tenha a componente offline bem desenvolvida e F1 2020 enquadra-se na perfeição nas minhas exigências nesse aspeto.
Para além dos modos “rápidos” de Time Trial, Grand Prix e Championships, temos ainda o Driver Career que exige bem mais dedicação e envolvimento, mas que, em contrapartida, vos oferece uma experiência mais fiel àquilo que é a Fórmula 1 como um todo. Neste modo, entra o nosso piloto personalizado em ação e é dada a opção de começar a carreira na Fórmula 2 ou arriscar logo o salto para a prova mãe.
É o modo mais complexo do jogo, onde é exposta toda a informação geral sobre as pistas, a equipa, os adversários e as estatísticas das provas/campeonato. É também aqui que temos acesso à informação mais técnica que engloba toda a mecânica do carro – do motor aos pneus, passando pela caixa de velocidades, englobando ainda o desenvolvimento de infraestruturas que compreende seis departamentos base da competição e tudo o que podemos melhorar no desempenho do carro (Powertrain, Aerodynamics, Durability e Chassis), acedendo à árvore de upgrades na secção de Research and Development (R&D).
Apesar de parecer complexo gerir tudo isto, o assistente de voz de serviço acaba por tornar muito fácil o entendimento do funcionamento e dinâmica do jogo e que influência têm as nossas ações e decisões na equipa. Temos controlo total sobre a mesma, seja através de investimentos de melhoria ou através de entrevistas com a imprensa e agendamento de eventos no calendário, tudo detalhes que, por sua vez, afetam a moral da equipa e a reputação do piloto.
Por fim, temos o modo My Team, que foi introduzido este ano e é onde eu estou a investir a sério. Basicamente, é um modo que permite que criar a 11ª equipa da grelha, da qual são donos e piloto (enriquecida com as opções de personalização do jogo). Depois, mediante o patrocinador principal, têm uma verba inicial que tem de ser suficiente para selecionar um motor para os carros da equipa (entre os disponíveis) e um segundo condutor free-agent.
Com o desenrolar do campeonato e aumento de prestígio, vão desbloqueando personalizações extra e spots para novos patrocinadores. No entanto, na escolha de patrocinadores, há que ser ponderado, pois parte dos fundos são atribuídos com base em objetivos definidos, logo é importante garantir que são alcançáveis na hora de assinar contrato.
Isto, a somar a todas as funcionalidades já disponíveis do modo Driver Career, torna este modo de jogo no “Cálice Sagrado” de F1 2020.
Esta edição do jogo traz pela primeira vez o modo My Team que, como já referi acima, confere todas as funcionalidades do modo Driver Career, mais o extra de controlo, personalização e desenvolvimento de nova equipa. Só peca um pouco pelas limitações de personalização (nomeadamente no logo). Traz também o regresso do split-screen que também já abordei, sendo um dos pontos fortes do jogo.
Por fim, para além de todos as equipas e condutores oficiais de F1 e F2, tem 22 circuitos onde estão incluídos dois novos: o circuito de Zandvoort (na Holanda) e o de Hanoi (no Vietnam). O Circuito de Zandvoort é perfeito para quem gosta de puxar pelo carro e arriscar overtakes em curvas longas, a alta velocidade, e é um dos meus preferidos.
Já o circuito de Hanoi é um autêntico parque de diversões, inspirado em vários trechos de outros circuitos célebres. Nas curvas 1-2, é trazido à vida o trecho de abertura do circuito de Nürburgring (1-2). As curvas 12-15 são baseadas numa secção do circuito do Mónaco (1-2) e, pessoalmente, considero esta a parte mais brutal do circuito, onde permite altas velocidades e puxa pela vontade de ultrapassar, mas um passo em falso e uma das barreiras laterais a servir de limite da estrada pode ditar o fim da prova. As curvas 16-19 tiveram como base as curvas icónicas em “S” do circuito de Suzuka (2-6). As curvas 20-22 tiveram como inspiração Malásia (12-14) que, após duas curvas largas, segue-se uma extremamente apertada, que exige muita concentração.
Para tirar já o elefante da sala, nas boxes e dinâmicas fora de pista, à semelhança do MOTOGP 20, ainda há espaço para melhorias de forma a tornar a experiência ainda mais realista, mas acredito que, com a próxima geração de consolas, isto vai mudar. De resto, não tenho nada de menos positivo a apontar.
Os gráficos em pista, juntamente com a jogabilidade, somando a câmara de piloto e os efeitos sonoros, conferem uma experiência extremamente realista e sensacional. A sensação de velocidade é magnífica e a competitividade pelo pódio em alta velocidade alucinante.
Há dois pormenores que considero que têm um papel fundamental em tornar F1 2020 o mais realista até à data. Um deles é o dano no carro e desgaste de componentes e consumíveis, que depende da condução e reflexos de cada um em alta velocidade. Outro é a influência das condições climatéricas a nível de brilho, mas sobretudo visibilidade e resposta do carro à pista. No caso de chuva, há a necessidade urgente de adaptar a condução e ter cuidados redobrados, caso contrário garanto que não completam a prova.
A nível de adaptação, F1 2020 é bastante acessível, sendo munido de imensas ajudas (até para os mais inexperientes), pelo que conseguirão controlar praticamente tudo o que envolve a condução: as mudanças (automático/manual), ativar travagem assistida, direção assistida, colocar linha de velocidade e posição na pista, alternar a sensibilidade do carro ao dano, alterar a aderência fora de pista, regular o grau de dificuldade de 1 em 1, entre 0 e 100, entre muitas outras opções.
O meu conselho é começarem por desligar os apoios aos poucos antes de aumentarem o grau de dificuldade, pois só assim é que irão aprender realmente a controlar o carro. Se optarem pelo oposto, habituam-se às ajudas e, depois, vai ser mais difícil largá-las. Caso não se sintam convencidos a investir neste jogo por acharem que não se vão dar bem, aconselho a darem uma vista de olhos a este mini-guia para principiantes, de modo a terem uma ideia mais geral do que acabei de referir.
De todos os simuladores que joguei este ano (MotoGP 20, Isle of Man II,Tour de France 2020e, agora, F1 2020), este foi a surpresa mais positiva e que mais gosto me deu jogar. De todos estes, é o que oferece mais dicas e informação para ajudar na integração de novos jogadores, sem descurar da exigência para jogadores de longa data.
F1 2020 torna-se, assim, obrigatório para os fãs deste desporto e essencial para todos os jogadores que tenham o mais pequeno gosto que seja pela condução. Sem dúvida um dos melhores jogos do ano e um autêntico must-play.
Plataformas: PC, Xbox One e PlayStation 4 Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Ecoplay.
Lembram-se quando, em janeiro deste ano, anunciámos que, depois de Sintra e Seixal, a IKEA ia apostar num espaço dedicado a cozinhas e roupeiros no CascaiShopping? Pois bem, já está em funcionamento.
É o terceiro Estúdio de Planificação IKEA em funcionamento em Portugal. Com uma área de 91m2, o Estúdio de Planificação, situado no Piso 1, foi idealizado para colocar os sonhos dos portugueses no papel.
Neste novo conceito, podem ser planificadas as cozinhas e os roupeiros, mas não só. Como complemento às tradicionais lojas IKEA, os visitantes podem comprar todos os artigos da marca sueca, mas nada poderá ser levado para casa no imediato. O atendimento, totalmente personalizado, será feito com pré-reserva, no espaço ou no site da marca sueca.
O Programa Praia Saudável tem como objetivo contribuir para o aumento da segurança nas praias e para a defesa e melhoria da qualidade do seu ambiente, assim como das acessibilidades.
Contando já com 16 anos ao serviço das praias e com um investimento anual de cerca de um milhão de euros, o Programa Praia Saudável, resultante de um protocolo de cooperação assinado entre a Fundação Vodafone Portugal, a Autoridade Marítima Nacional, a Associação Portuguesa do Ambiente, o Instituto Nacional para a Reabilitação e a Associação Bandeira Azul da Europa, é adaptado este verão para responder aos desafios provocados pela Covid-19.
Para uma maior sensibilização das pessoas sobre as regras a cumprir no âmbito do estado que se vive atualmente, a Fundação Vodafone desenvolveu uma campanha nas praias de norte a sul de Portugal intitulada A Segurança é a sua Praia, a qual contou com a colaboração de várias Entidades e teve uma enorme adesão por parte do público.
Paralelamente, a app Praia em Directo, aplicação móvel gratuita que garante a disponibilização em tempo real de informação sobre as praias, foi adaptada, tendo sido introduzidas novas funcionalidades que se revestem de especial importância na atual conjuntura. A app disponibiliza o Índice de Ocupação da Praia (disponível em cerca de 80 praias) e o Índice de Afluência ao Areal e Área Envolvente (disponível em mais de 190 praias).
O Programa Praia Saudável tem como objetivo contribuir para o aumento da segurança nas praias, para a defesa e melhoria da qualidade do seu ambiente, assim como das acessibilidades. Abrange atualmente mais de 200 zonas balneares marítimas e fluviais, atuando em quatro vertentes distintas: segurança, acessibilidade, ambiente e sensibilização.