Foi esta quinta-feira, dia 3 de dezembro, que foi finalmente anunciado o Plano nacional de Vacinação contra a Covid-19. Para já, ficámos a saber que Portugal terá mais de 22 milhões de doses de vacinas disponíveis, segundo confirmou a ministra da saúde, Marta Temido.
E já depois de Marta Temido ter passado a palavra ao presidente do Infarmed, Rui Ivo, que recordou existiram seis acordos de vacinas já concluídos com a União Europeia, foi depois a vez de Francisco Ramos, coordenador da task force de vacinação, dar mais detalhes sobre o plano de vacinação.
O responsável revelou que a vacinação irá começar em janeiro, embora, neste momento, não tenha condições para referir o dia exato em que as doses começam a ser administradas. Contudo, já ficámos com perceção de como tudo irá decorrer, tendo sido estabelecidas três fases:
1ª fase – Serão vacinadas 950 mil pessoas: 250 mil no grupo dos residentes em lares, internados e respetivos profissionais; 400 mil pessoas no grupo das comorbidades existentes e 300 mil no conjunto de profissionais de saúde. Estão aqui incluídas as pessoas com 50 ou mais anos com insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência real e doença respiratória crónica com suporte ventilatória, bem como forças de segurança;
2ª fase – Deverão ser vacinadas 1,8 milhões de pessoas com 65 ou mais anos em qualquer outra patologia e cerca de 900 mil pessoas a partir dos 50 anos e até aos 64 anos no grupo das patologias pré-existentes, como diabetes, doença renal crónica, insuficiência hepática, obesidade, hipertensão, entre outras;
3ª fase – Dedicada à vacinação do resto da população.
Embora não existam prazos para a 2ª e 3ª fase, está previsto que a 1ª fase dure até março ou, num cenário mais pessimista, até abril. Além disso, e assim que os portugueses tomarem a primeira dose, a marcação da segunda dose será feita no imediato.
Nos passados meses de julho e agosto, a Yorn deu um miminho aos clientes, neste caso para quem possui o tarifário Yorn XL, oferecendo, na altura, um extra de 30GB/mês nos meses em questão, sem que tivessem de pagar um cêntimo sequer por essa oferta.
Agora, e tal como tem acontecido em anos anteriores, a Yorn volta a dar mais GB de dados móveis para utilizarmos neste mês de dezembro. Embora não andemos a sair de casa com a regularidade que desejaríamos, gigas de net a mais nunca são de deitar fora.
A oferta deve ser ativada na app My Vodafone. Assim que entram na app, verão logo um banner na secção Explorar. Tocam nesse banner e irão reparar que terão direito a quatro vezes mais net para usarem ao longo do mês.
Segundo o que conseguimos apurar, esta oferta é somente aplicável a quem possui o tarifário Yorn XL. Os clientes Yorn XS e XM, caso tentem aderir à promoção, serão convidados a fazer o upgrade para o Yorn XL, pois só assim conseguirão usufruir dos dados móveis extra.
Na app, basta então carregar no respetivo botão e aguardar pela SMS que será enviada quando este extra de net estiver ativo.
É, portanto, uma duplicação do portfólio em Portugal.
Hilton Porto Gaia, Legacy Hotel Cascais, Curio Collection by Hilton e DoubleTree by Hilton Lagoa Açores. São estes os novos hotéis que a cadeia hoteleira Hilton vai abrir em Portugal entre 2021 e 2023. O investimento combinado é de 60 milhões de euros.
O Hilton Porto Gaia vai passar a ser a segunda propriedade Hilton Hotels & Resorts em Portugal, juntando-se ao Hilton Vilamoura As Cascatas Golf Resort e Spa. Localizada na Rua de Serpa Pinto 87, em Vila Nova de Gaia, esta propriedade de 194 quartos ficará situada entre as famosas e históricas caves de vinho do Porto da região.
As comodidades incluem um restaurante, um lobby bar e um bar de destino com vista panorâmica para o centro histórico do Porto e o rio Douro, bem como um moderno spa de 912m2, onde se inclui uma piscina interior com jatos de água dinâmicos, sauna, banho turco, quatro salas de tratamento e um ginásio, entre outras características.
O hotel também oferecerá um extenso espaço de eventos, com um auditório de 356 lugares e 1.688m2 de espaço de reunião, incluindo um salão de eventos de 735m2. Deverá abrir no verão de 2021.
Já o Legacy Hotel Cascais, Curio Collection by Hilton vai situar-se no coração histórico de Cascais. Esta localização de excelência vai proporcionar aos hóspedes uma riqueza de atrações, tais como museus, lojas e restaurantes a poucos minutos de distância a pé do hotel.
A maioria dos 58 quartos serão compostos por varandas, oferecendo vistas deslumbrantes sobre o oceano e o pátio. Em termos de comodidades, os hóspedes podem contar com um lobby bar, dois restaurantes, piscina, spa e centro de fitness.
Situado na Avenida 25 de Abril, a apenas 28km de Lisboa e com fácil acesso aos parques empresariais da cidade -, o hotel vai apelar tanto aos viajantes de lazer como aos de negócio. A inauguração está prevista para o verão de 2023.
Este será o terceiro hotel Curio Collection em Portugal, depois da abertura do Boeira Garden Hotel Porto Gaia, em 2019, e do The Emerald House Lisbon, com inauguração prevista para 2021.
Por último, destacar o DoubleTree by Hilton Lagoa Açores, sendo a estreia no grupo Hilton no arquipélago dos Açores. Neste novo projeto, os hóspedes poderão deliciar-se com a espetacular paisagem e vida selvagem da ilha de São Miguel, com muitas praias pitorescas e campos de golfe localizados a 45 minutos do hotel, a ficar localizado na na Avenida da Inovação.
As comodidades desta unidade de construção nova, que contará com 101 quartos, incluem um restaurante, lobby bar, piscina exterior e bar à beira da piscina, bem como, um spa e centro de fitness. Os hóspedes empresariais também beneficiarão do espaço de eventos com 210m2 do hotel, incluindo quatro salas de reuniões.
O hotel será a segunda propriedade DoubleTree em Portugal, juntando-se ao DoubleTree by Hilton Hotel Lisbon – Fontana Park. A inauguração está prevista para o início de 2022.
Todas as propriedades farão parte do premiado programa de fidelização de hóspedesHilton Honors, permitindo que mais de 110 milhões de membros reservem diretamente com o Hilton e adquiram pontos para estadias e experiências de hotel, além de benefícios imediatos, incluindo check-in contacless com seleção de quartos, Digital Key e Connected Room.
A saga Alien de Ridley Scott transformou-se num jogo de tabuleiro role-playing game (RPG), podendo muito bem tornar-se um rival à altura do universo Dungeons & Dragons.
A Free League Publishing (Fria Ligan) é uma empresa sueca de criação e desenvolvimento de jogos de tabuleiro RPG que já conta com 10 opções muito distintas, o que vem demonstrar que criatividade é algo que não falta. Alien pode ser considerada a jóia da coroa, visto que a Free League tem os direitos para usar tudo o que precisar relativo à saga da 20th Century Fox.
Para esta análise foi-me disponibilizado o Starter Set e o Destroyer of Worlds. À primeira vista parece uma simples extensão, mas, na verdade, é uma aventura à parte, que, com add-ons, serve para o mesmo efeito que o Starter Set. De forma a ser mais fácil explicar o jogo, vou oferecer algum contexto, falar do conteúdo em cada set e, depois, explicar como funciona.
STARTER SET
Conteúdo: -Rulebook (livro de regras resumido com 104 páginas); -Chariot of the Gods (livro de aventura cinemática com 48 páginas); -Base Dice Set (10 dados D6 normais); -Stress Dice Set (10 dados D6 de stress); -Cinco fichas de personagens pré-criadas; -Mapa A1 dupla face colorido (com a disposição do espaço no ano 2183 de um lado e as plantas da nave USCSS Cronus do outro); -56 cartas de jogo (Personal Agenda, Personagens, Armas e Iniciativa); -Cartão com 84 ícones redondos (personagens, monstros, armas e ações).
O custo do Starter Set está fixado em 45,12€, o que, em comparação com o Starter Set de Dungeons & Dragons, é 20€ mais caro. Contudo, face ao conteúdo e qualidade do mesmo, considero o Starter Set de D&D um roubo, especialmente sabendo que 70% da caixa é composta por ar, literalmente.
A qualidade do conteúdo é fantástica e a experiência começa ainda antes de abrir a caixa com um artwork impressionante. No interior, todo o material é de extrema qualidade e o grafismo do mesmo é brutal, fazendo justiça ao quão aterradora e intensa é a saga de Ridley Scott.
Após abrirem a caixa e dar uma vista de olhos ao conteúdo, o meu primeiro conselho é mesmo começarem por ler o Rulebook na íntegra com o material de apoio por perto. Vai ajudar a perceber a dinâmica deste RPG que, apesar de complexo, está muito bem organizado e estruturado. Em comparação com Dungeons & Dragons, parece-me ser um jogo mais metódico e menos de divagação, se bem que quase tudo está tabelado e bem descrito.
Mesmo que tenham experiência anterior a mestrar RPG’s (se comprarem este jogo, assumo que sejam vocês a mestrar*) e conheçam bem o universo cinemático de Alien, aconselho a começarem por explorar e jogar a aventura cinemática contida no set: Chariot of the Gods.
*”Mestrar” significa liderar o jogo. É quase um papel de narrador com muita componente prática. Os RPG’s funcionam muito nesta base, em que, para além dos jogadores que assumem uma personagem, há um jogador específico, que estuda bem a história, as regras, as personagens e os cenários e monta a aventura para os restantes jogadores a desfrutarem (por norma entre três e cinco).
A aventura consiste numa resposta a uma chamada de urgência vinda de uma nave desaparecida há 80 anos, cujo mistério da sua missão é tão grande como o que a deixou à deriva, perdida no espaço. Coisa boa não é, posso até adiantar que é algo alienista, mas como o dinheiro fala mais alto, é inevitável dar uma espreitadela.
A história em si é uma excelente introdução ao universo Alien e considero está muito bem concebida, fazendo-me sentir como se estivesse a vivê-la, apesar de só a ter estudado a partir de tópicos. Este livro é para os olhos do Game Mother (GM) apenas e contém as plantas pormenorizadas da nave inteira, bem como uma descrição precisas dos compartimentos da mesma. Tem também informações sobre todas as personagens envolvidas e os acontecimentos possíveis divididos em três atos.
Convém haver um estudo do livro à priori por parte do GM (que é quem o vai narrar aos jogadores), em vez de começar a jogar sem preparação – vão estar a desperdiçar o jogo se o fizerem.
A duração da aventura vai depender muito da imaginação do GM e da densidade que este lhe der. Concretamente, pode durar entre seis e nove horas, sendo aconselhável fazer sessões de 2-3 horas de cada vez. Isto também permite que o GM estude uma parte da história de cada vez, de modo a que não existam momentos mortos ou confusos.
DESTROYER OF WORLDS
Conteúdo: -Destroyer of Worlds (livro de aventura cinemática com 88 páginas); -Sete fichas de personagem pré-criadas; -Mapa A1 dupla face (mapa de Ariarcus e Fort Nebraska de um lado, plantas pormenorizadas dos pisos do Fort Nebraska no outro); -Dois Mapas A3 dupla face (com plantas de edifícios chave); -44 cartas de jogo (Personal Agenda, personagens, cartas história, veículos e armamento pesado);
À semelhança do tamanho da caixa, o conteúdo também é mais reduzido, face ao Starter Set, com o preço a estar fixado nos 28€. No entanto, caso queiram comprar o Destroyer of Worlds sem adquirir antes o Starter Set, vai acabar por sair mais caro e vai ser mais difícil “arrancar”, visto que precisam de comprar o Core Rulebook (que é o livro de regras completo, com 392 páginas), cujo preço é o mesmo do Starter Set, e precisam também de comprar dois sets de dados (17,93€ cada), a não ser que tenham 10 D6 à mão. À semelhança do Starter Set, é preciso um jogador destacado com GM para mestrar o jogo e vários jogadores para encarar as personagens.
A história, ao contrário do Starter Set, passa-se em terra firme, numa caça ao homem durante um conflito colonial. Claro que tudo isto envolve interesses económicos e, pois claro, a estirpe alienista. Esta aventura funciona bem quando explorada depois da do Starter Set, sendo mais densa, com mais cenários, mais intervenientes e o mistério (ainda que presente) dá um bocado de espaço à ação, dada a quantidade de acontecimentos em simultâneo de tantas frentes diferentes.
Pessoalmente, como já devem ter percebido pelo meu discurso, não aconselho a começarem pelo Destroyer of Worlds, porque dado o conteúdo, funciona melhor como seguimento do que introdução a este universo. Para além disso, a história é mais complexa e vai-vos sair mais caro começar pela extensão, devido aos extras que precisam de comprar. Mais caro do que se comprarem o Starter Set e o Destroyer of Worlds juntos.
CONCLUSÕES
Em suma, como fã ávido de Dungeons & Dragons (do qual possuo cinco boardgames, starter set, vários sets de dados, inúmeros livros, entre outras coisas), já estava familiarizado com o conceito de jogo. Graças a isso, foi mais fácil interpretar e perceber este Alien – The Roleplaying Game mesmo sem o jogar. Até porque as circunstâncias o exigiram, muito por culpa destes tempos conturbados. Basicamente, é difícil arranjar malta para jogar pessoalmente em segurança… e ainda mais difícil é explicar as regras por chamada.
Quanto aos dois sets, trazem ambos conteúdo de excelente qualidade. São dotados de um ótimo trabalho de escrita, captando fielmente a essência do universo Alien, e são relativamente acessíveis, facilitando a compreensão da mecânica do jogo.
Quem já está acostumado a jogar RPG’s tem a vida facilitada para se adaptar a este que, sinceramente, é uma lufada de ar fresco dentro deste tipo de jogos. Se forem novos neste mundo, é normal que sintam mais dificuldades em compreender como o jogo se joga, visto que não é só chegar e jogar. É preciso definir quem é o GM, sendo que essa pessoa tem de estudar o jogo, e os outros jogadores têm, também, de estudar bem as regras e as personagens que vão personificar.
De qualquer das formas, se gostam do universo de Ridley Scott, têm com estes dois sets uma oportunidade única de conseguir uma abordagem e experiência mais intensa na primeira pessoa, obrigando-vos a tomar decisões de vida ou morte sob pressão, que vão definir, moldar ou mudar o jogo. Não é um jogo simpático, na medida em que tudo o que vos rodeia quer prejudicar-vos, iludir ou matar, e o mais difícil é mesmo sobreviver, ainda para mais se não levarem a vossa personagem e o ambiente que vos rodeia a sério.
Se não conhecerem o universo, pode ser útil ver os filmes da saga, pois para além de contexto histórico, também consegue dar-vos uma ideia do ambiente em que estão prestes a entrar. Torna o trabalho de quem vai mestrar e jogar por personagens muito mais simples, a partir de ideias, formas de ser e estar das personagens dos filmes. No entanto, se não conhecerem a obra muito a fundo, não é um entrave. Pode ser maior entrave o jogo estar em inglês na íntegra (melhor que sueco).
Muitos consideram que o timing para investir num jogo de tabuleiro não é o melhor, pois é complicado juntar um grupo de amigos para usufruir da experiência. Eu discordo, acho que é a altura ideal para investir em jogos de tabuleiro mais densos, pois caso os queiram mestrar, dá tempo para interiorizar todas as regras e dominá-las (tornando mais fácil depois explicar aos restantes jogadores) e para estudar a história a um ponto em que a consigam mestrar de forma fluída, complexa, intrigante e densa.
Este é o primeiro passo para, depois, serem capazes de criar as vossas próprias histórias, num universo que tem tanto para oferecer. Fica o desejo de que, num futuro próximo, a Free League desenvolva miniaturas da saga para dinamizar e dar mais poder visual ao jogo.
Bom, não é o típico calendário do advento onde retiram algo de uma caixa em cada dia e desembrulham para descobrir o presente. Mas a ideia é a mesma: ter algo diferente todos os dias.
Assim, até dia 23 de dezembro, o Beer Advent Calendar Cascais vai decorrer numa série de restaurantes de Cascais, em que cada estabelecimento vai ter disponível um novo prato ou uma proposta já existente, aliada às variedades de cervejas Lagunitas IPA, Trindade Áurea, Fénix ou Profana.
Desta forma, os consumidores são convidados a provar novas sugestões gastronómicas, enquanto desfrutam dos prazeres de uma boa cerveja artesanal e apoiam a restauração e os bares locais.
Esta iniciativa pretende unir vários pontos de venda do concelho de Cascais em prol de uma causa: a do suporte à restauração e similares, uma área fortemente afetada pelas medidas do Estado de Emergência em vigor.
Além disso, e também até 23 de dezembro, os consumidores que optarem por este menu especial, sendo que a maioria dos menus está também disponível para take-away, na data de advento estipulada para cada restaurante, vão receber uma cerveja Lagunitas ou Trindade grátis.
Lista das datas, pontos de venda aderentes e propostas gastronómicas:
Dia 3 de dezembro: Lusophonica – Sandwhich de Presunto Ibérico e Queijo Brie com bata doce frita
Dia 4 de dezembro: 2 CHILL – Christmas Burguer
Dia 5 de dezembro: Bar da Praia – Brie Panado
Dia 6 de dezembro: Baiuka – Salmão ou Bife
Dia 7 de dezembro: Boteco da Linha – Tábua Boteco
Dia 8 de dezembro: Sushi del Mar – Tábua de Sushi
Dia 9 de dezembro: Páteo do Petisco (Torre) – Bifes (Páteo, Cogumelos, Mostarda, Pimenta, Portuguesa e Bife Grelhado)
Dia 10 de dezembro: Futuro – Pato Confitado
Dia 11 de dezembro: Gutsy – Hamburguer Santa Codfish
Dia 12 de dezembro: Hífen – Gambas a guilho com alho preto e gengibre
Dia 13 de dezembro: Eduardo das Conquilhas – Sapateira
Dia 14 de dezembro: Esplanada de S. Pedro do Estoril – Lagupizza
Dia 15 de dezembro: Burguês – Alto Gabarito
Dia 16 de dezembro: Restaurante Hollywood – Polvo à Lagareiro
Dia 17 de dezembro: Páteo do Guincho – Chuleton Basco
Dia 18 de dezembro: A Risca – Bacalhau no Forno
Dia 19 de dezembro: TB Burguer & Grill – TB Smash Christmas
Dia 20 de dezembro: Windsurf Café Carcavelos – Bacalhau à Minhota
Dia 21 de dezembro: 5ª Avenida -Tosta Avenida
Dia 22 de dezembro: Adamastor – Goulash
Dia 23 de dezembro: Fénix Café – Torresmos Fénix; Musashi Sushi Fusion – Wasabi Christmas
Por fim, de 26 a 31 de dezembro, entra em vigor o After Xmas, aqui em seis bares aderentes – Cooleys Irish Pub Bar, Crow Bar, O’Luain’s, O’Neills, 5ª Avenida e Beer Cascais -, onde quem pedir uma Lagunitas IPA de pressão terá direito a uma segunda cerveja de oferta – uma oferta válida por pessoa.
Vão ser lançadas pela primeira vez em Bergen, na Noruega, no início de 2021, mas chegarão eventualmente a Portugal durante o decorrer do próximo ano. As trotinetes elétricas da Bolt, neste caso as Bolt 4, são, naturalmente, as trotinetes de quarta geração daquela plataforma, prometendo diversas novidades, tanto a nível de software como a nível de hardware.
Essencialmente, pretendeu-se garantir uma maior segurança aos utilizadores durante as viagens. Tal é possível graças a um conjunto de novas funcionalidades, tais como sensores com capacidade para detetar acidentes, quedas, travagens bruscas, padrões de condução inseguros e alertas de voz inteligentes para notificar os utilizadores sobre as áreas pedonais, áreas de baixa velocidade ou restrições de estacionamento, que permitirão à Bolt minimizar o risco de acidentes e realizar um acompanhamento imediato por parte das equipas de intervenção, sempre que necessário.
As novas Bolt 4, além de extremamente leves, segundo afirma a empresa, foram totalmente desenvolvidas internamente para garantir ainda mais estabilidade e proporcionar manobras mais seguras, com o centro de gravidade mais baixo e maior distância ao solo.
Além disso, os componentes têm uma vida útil de até 60 meses e são 100% recicláveis, algo que contribui para o compromisso a longo prazo da Bolt de contribuir para reduzir a pegada ecológica da Bolt e da indústria dos transportes.
Resta saber se o preço por minuto será o mesmo, tendo em conta estes novos modelos.
O Grupo LEGO continua a converter carros icónicos para modelos de construção para os fãs de LEGO e de motores. Agora, chegou a vez do Jeep Wrangler Rubicon transformar-se em modelo de construção, numa homenagem às icónicas linhas de design e capacidades todo-o-terreno da popular marca de carros e jipes.
O LEGO Technic Jeep Wrangler é o primeiro modelo a adaptar um SUV Jeep e, como seria de esperar, vem meticulosamente recriado com pormenores muito interessantes, como o sistema de tração 4×4 de alto desempenho, pneus bem grandes, bancos retrateis e a clássica grelha de sete aberturas na sua frente.
Destinado a utilizadores a partir dos 9 anos, este é um set muito acessível e de fácil construção, totalizando apenas 665 peças, mas com todo o estilo para também ser exposto pelos maiores fãs e colecionadores.
O LEGO Technic Jeep Wrangler chega a 1 de janeiro e poderá ser adquirido em lojas parceiras ou na loja online.
Pessoas com diferentes tipo de deficiências podem agora fazer viagens com motoristas com formação para o efeito.
Num mundo cada vez mais inclusivo, é perfeitamente natural que as marcas/empresas/entidades adaptem os seus serviços a várias necessidades. Assim, é com satisfação que a Uber anuncia hoje um novo serviço de mobilidade reduzida em parceria com a Associação Salvador.
Essencialmente, o Uber Assist permite que pessoas com mobilidade reduzida ou diferentes tipos de deficiências – físicas, intelectuais e sensoriais – façam viagens com motoristas com formação para o efeito. São motoristas sensibilizados e com formação específica, tendo conhecimento de como atuar neste tipo de pedidos.
Mas atenção, este serviço não inclui carros adaptados, sendo realizado num carro normal já utilizado nos restantes serviços da TVDE. Não se sabe, contudo, se está previsto a disponibilização de veículos especiais para o efeito.
O novo serviço Uber Assist está sujeito à mesma tipologia de preço que o UberX. O serviço cobre todo o território nacional e é destinado a qualquer pessoa com mobilidade reduzida ou algum tipo de deficiência que necessite de apoio extra ao viajar e que consiga deslocar-se num carro não adaptado.
Durante os primeiros dias de lançamento, os tempos de espera poderão ser mais elevados do que o normal.
Durante os últimos anos, a palavra CBD tornou-se uma das buzzwords mais prominentes no mundo da saúde e do bem-estar.
Vemo-la por todo o lado: nos orgãos de comunicação, nas publicações das nossas instagrammers favoritas e até nas ruas por onde caminhamos diariamente, com dezenas de novos espaços a florescerem recentemente no nosso país.
Mas, afinal de contas, a que se deve todo o burburinho em torno desta palavra?
CBD é a forma abreviada de Cannabidiol, um dos principais compostos orgânicos presentes não só na planta de canábis, mas também na folha de cânhamo. A estes compostos dá-se o nome de canabinóides, por atuarem diretamente com o sistema endocanabinóide, que funciona como regulador homeostático no corpo humano e desempenha um papel fundamental em praticamente todos os sistemas fisiológicos no nosso corpo.
Ao contrário do THC, o principal composto encontrado na mesma planta e responsável pela sensação eufórica tão associada ao consumo de canábis, o CBD não contém propriedades psicoativas e está associado com o alívio terapêutico de um grande variedade de condições como ansiedade, insónias, dor crónica e muito mais.
A utilização de canábis para fins medicinais não é novidade, remontando, aliás, a tempos tão longínquos como 2900 A.C., na China. No entanto, e apesar do crescente número de testes e estudos que observamos sobre o assunto, qualquer substância relacionada com canábis levanta questões sobre a sua legalidade e segurança.
Se estás curioso sobre os benefícios de saúde associados ao consumo de canábis medicinal e como ele te pode ajudar, não saias daí. Neste artigo, vamos explorar em que consiste o óleo de CBD e ajudar-te a escolher a melhor opção para ti.
Em que consiste o óleo de CBD?
Como o próprio nome indica, o óleo de CBD é a versão concentrada em óleo deste mesmo composto orgânico e é a forma mais habitual de consumi-lo. Ainda que possa, por vezes, ser referido como óleo de canábis, o CBD é geralmente obtido através da folha de cânhamo, que possuí naturalmente índices elevados de CBD e extremamente baixos de THC.
Parte da popularidade do CBD deve-se ao facto de ser uma substância não psicoativa, ao contrário do seu irmão THC, permitindo-te usufruir dos seus benefícios sem os munchies.
É importante perceberes primeiro a diferença entre óleo de CBD e óleo de sementes de cânhamo. O óleo das sementes de cânhamo é extraído diretamente das sementes da planta, que podem ser prensadas a frio, de forma a criar um óleo delicioso; não há nenhum canabinóide presente e podemos encontrá-lo até no supermercado. O óleo de CBD, por outro lado, é extraído das flores da planta (de onde retiramos os maiores benefícios) e não das sementes.
O consumo de óleo CBD não te deixa pedrado, mas sim com uma sensação acentuada de bem-estar e relaxamento. Muito procurado pelos seus efeitos terapêuticos, o óleo de CBD é promovido como aliviador de ansiedade, depressão e stress pós-traumático, entre outros. Os seus consumidores são ávidos defensores das maravilhas que faz à saúde.
O óleo de CBD é legal em Portugal?
Em 2001, Portugal descriminalizou a aquisição, posse e consumo de canábis e qualquer substância psicotrópica, sendo possível, de acordo com a Lei nº 30/2000, possuir até 10 doses diárias para consumo pessoal.
Apesar de tudo isto, continuamos a atuar numa zona cinzenta da lei.
A utilização de substâncias à base de canábis para fins medicinais, onde se encontra o CBD, foi aprovada na Assembleia da República em 2018, mas a sua regulação dita que é necessário um prescrição médica e que essa só pode ser “aviada” numa farmácia. A dor crónica e as náuseas ou vómitos associados a tratamentos oncológicos, por exemplo, são duas das sete indicações aprovadas pelo Infarmed para os produtos à base de canábis para fins medicinais.
O que acontece é que estes produtos estão disponíveis no mercado para quem não tem prescrição, mas são vendidos como suplementos alimentares e, por isso, estão à venda em muitos outros locais que não as ditas farmácias.
Em Portugal, tal como no Reino Unido, a legislação é clara ao permitir a venda de produtos com CBD desde que a origem seja o cânhamo, onde os níveis de THC não excedem os 0.2% e, por consequência, não produzam efeitos psicoativos.
Apesar de, legalmente, ser uma área algo ambígua e arriscada para os vendedores, o consumidor está a atuar ao abrigo da lei. Em Portugal, é possível comprar e consumir produtos à base de CBD, como óleos, e adquiri-los em lojas físicas ou na Internet.
De seguida, apresentamos-te cinco excelentes opções de óleos de CBD à venda em Portugal.
Os 5 Melhores Óleos de CBD
1. CBDbom.pt
Para começar, apresentamos-te um óleo leve para iniciantes em CBD e apropriado para microdosagem. Feito a partir de plantas certificadas e cultivadas organicamente, este óleo não utiliza quaisquer fertilizantes.
Um frasco de 10ml com 5% de CBD (500mg) custa cerca de 34.95€. Podem comprar este óleo CBD em CBDbom.pt.
2. Naturicious
Como uma concentração de 10%, o óleo de CBD da Naturicious é certificado em laboratórios europeus, garantindo a quantidade de CBD descrita em cada garrafa.
Utilizando um extrato de grande espectro que contém todos os canabinóides da canábis (sem THC), este é um dos melhores óleo de CBD disponíveis para o mercado português e está à venda por 69€.
3. Endoca
Com uma fórmula bem mais forte em relação aos produtos que apresentámos acima, o óleo de CBD da Endoca não é para meninos.
Este potente óleo de cânhamo puro é perfeito para aqueles que preferem um produto mais forte e com uma variedade mais ampla de compostos vegetais ativos e canabinóides. Uma garrafa com 1500mg de CBD fica nos 125€.
4. Reakiro
Produzido a partir do cânhamo industrial da mais alta qualidade, cultivado na UE e testado por laboratórios independentes, este óleo contém 10% de CBD e pode ser adquirido nas lojas físicas da Cannabis Care Portugal ou online, por 62,5€.
5. LoveCBD
Por último, temos o óleo de CBD orgânico com 800mg CBD produzido pela Love CBD, um dos maiores produtores de CBD no Reino Unido. Extraído através de cânhamo das suas plantações próprias e certificadas na Reino Unido, este óleo de CBD, bem como outros produtos, pode ser adquirido na loja CBD Shopy.
Com um preço a rondar os 55€, este frasco contém até cerca de 200 dosagens e cada gota ronda os 4mg de CBD.
Como se toma óleo de CBD?
Há diversas maneiras de consumir óleo de CBD, mas a que te permitirá obter um efeito mais concentrado e eficaz é mesmo por via oral — coloca-o diretamente debaixo da língua e deixa ficar até que o óleo seja absorvido na sua totalidade. Se procuras uma experiência diferente, experimenta colocá-lo nos alimentos enquanto cozinhas, ou dissolver num chá ou sumo.
“Então e a dosagem?”
É uma excelente questão. O óleo de CBD não é barato, pelo que queremos garantir que retiras o máximo de benefícios do teu investimento. A melhor maneira de encontrares a dosagem certa para ti é começar por baixo. Assim, podes ir avaliando como te sentes e aumentar gradualmente a dose, até encontrares um efeito terapêutico.
Começa por tomar duas gotas no 1º dia. Continua durante dois dias e vê que efeitos tem no teu corpo e na tua mente. Se necessário, aumenta a dose ao 3º dia com duas gotas adicionais e continua até atingires o efeito pretendido.
Não te esqueças que diferentes óleos terão diferentes concentrações, por isso é necessário ter atenção à quantidade de CBD presente no teu óleo para que possas escolher a dose certa para ti. Ensinamos-te como ver isto mais abaixo.
Coisas a considerar quando compras óleo de CBD
Os dois fatores mais importantes a ter em conta quando compras um óleo de CBD são a qualidade e quantidade do produto.
A FSA, agente reguladora do governo do Reino Unido, recomenda uma dose diária máxima de 70mg de CBD, mas é aqui que a coisa pode complicar. Diferentes óleos terão uma concentração distinta do composto, pelo que terás de dar uso à cabecinha para garantir que o consomes de forma segura.
Idealmente, verás a quantidade de CBD assinalada na embalagem, em mg. Se esse não for o caso, ajudamos-te com esta regra base: num frasco de 10ml com uma concentração de 10% de CBD, cada gota terá aproximadamente 4mg. Poderás estar a colocar o teu corpo em risco se ultrapassares as 17 gotas num único dia.
A tolerância de cada um pode também depender do seu peso, idade e até mesmo composição genética. Assim, deves jogar pelo seguro e começar lentamente com pequenas quantidades, antes de te aventurares com uma dose mais elevada.
Em relação à qualidade, os melhores produtores terão os testes de laboratório feitos ao seu CBD disponíveis online, para que tenhas a garantia que foi devidamente testado e autorizado. Desta forma, poderás confirmar a quantidade exata de CBD que o teu óleo contém e fazer a melhor escolha.
Com o CBD, é crucial garantires que estás a consumir um produto de qualidade e em segurança. Se experienciares algum efeito adverso, deves parar imediatamente de tomá-lo e consultar um médico.
Naturalmente, os bilhetes já adquiridos mantêm-se válidos para a nova data.
Estamos fartos de dizer, é certo, mas num mundo sem COVID-19 não estaríamos a dar estas novidades. Originalmente, o concerto dos Cut Copy em Portugal deveria ter-se realizado em março deste ano, mas, como tal não foi possível, o espetáculo ficou no limbo até então, sem data definida para a sua realização.
Hoje, a promotora Everything is New informou que o concerto dos australianos está agora agendado para 29 de outubro de 2021, no mesmo local: Coliseu de Lisboa. Naturalmente, os bilhetes já adquiridos mantêm-se válidos para a nova data.
No entanto, devido à incompatibilidade de calendarização, o concerto da banda agendado para o Hard Club foi cancelado.
E aqui têm duas hipóteses: ou procedem à devolução do bilhete, sendo reembolsados, ou usam esse bilhete para o concerto em Lisboa, sendo válido nesta situação.
Depois de, recentemente, a última temporada de Ray Donovan ter sido exibida no TVSéries, os portugueses ficaram sem possibilidade de (re)ver a série, caso essa fosse a vontade. Pois bem, a HBO Portugal veio resolver o problema e disponibilizar todas as temporadas na plataforma.
Protagonizada pelo nomeado ao Emmy e ao Globo de Ouro, Liev Schreiber, naquele que é o seu primeiro papel principal em televisão, esta série desenvolve-se em torno de Ray Donovan, um solucionador de problemas profissional que trabalha para os ricos e famosos de Los Angeles.
Ray é o homem a quem celebridades, atletas famosos e magnatas dos negócios recorrem para resolver situações complicadas. Este poderoso drama desenrola-se quando o seu pai, Mickey Donovan, interpretado pelo vencedor do Óscar, Jon Voight, é inesperadamente libertado da prisão, desencadeando uma cadeia de eventos que abala a família Donovan.
Ray Donovan foi criada por Ann Biderman (Southland), que é também produtora executiva da série, ao lado de Mark Gordon e Bryan Zuriff. A série é uma produção da Showtime.
Hoje é o dia da NOS abraçar o ecossistema PlayStation. Com o Natal a aproximar-se, a conhecida operadora sabe que a procura pelo gaming cresce bastante nesta altura do ano, pelo que nada melhor que abrir as “portas” ao entretenimento.
Assim, e a partir deste dia 3 de dezembro, em todos os seus postos de venda, os clientes NOS podem adquirir a PlayStation 4, os comandos DualShock para a PS4 e DualSense para PS5, os cartões PlayStation Plus e PlayStation Live. A gama lançada pela NOS abrange, ainda, alargada de jogos, onde se destacam os títulos Call of Duty Cold War, God of War e GT Sports.
Contudo, e dado o sucesso da nova consola da Sony, sendo algo que tem gerado imensa procura, a NOS vai também disponibilizar hoje para pré-venda a mais recente PlayStation 5. Mas atenção, os clientes NOS Somente podem fazer esse pedido na loja online.
Não sabemos a que horas serão disponibilizadas as consolas, mas tendo em conta a constante falta de stock, o melhor é visitarem o site várias vezes ao longo do dia.
O melhor de tudo? Segundo o comunicado de imprensa, será possível adquirir a nova consola a partir de 12€/mês, sem juros. Assim até parece que custa menos na carteira.
De modo a apoiar o ensino digital e à distância de jovens e crianças em situação socialmente vulnerável em várias regiões do país, o BPI e a Fundação “la Caixa” estão a entregar esta semana um total de 1.000 computadores a mais de 100 escolas do ensino básico e secundário de todo o país.
A iniciativa envolve parcerias com o Ministério da Educação – que recebeu 450 equipamentos, destinados a um projeto piloto para introdução de manuais digitais em nove escolas localizadas em várias regiões do País; com a Câmara Municipal do Porto (150 equipamentos); com a Teach for Portugal (200), uma organização privada sem fins lucrativos com sede no Porto, integrada na rede internacional Teach For All; com a EPIS – Empresários para a Inclusão Social (150); e com o Banco de Bens Doados da ENTRAJUDA (50).
Os computadores, que estão a ser entregues com todas as licenças e software de segurança e produtividade, monitores com câmara, “ratos”, teclados e Wi-Fi, foram preparados pelo Banco de Bens Doados da ENTRAJUDA.
São dois modelos distintos e uma solução de engenharia.
Este terrível ano de 2020 está a acabar, mas os novos hábitos vieram para ficar, pelo menos durante mais algum tempo, como a utilização de máscaras e higienização frequente das mãos. Tudo isto para dizer que, hoje em dia, ter garantias de desinfeção e esterilização eficaz é uma mais valia.
Foi com este propósito que a Steril-Aerios surge no mercado com uma gama de esterilizadores de ar de tecnologia superior.
A Steril-Aerios é uma gama de equipamentos, com três modelos distintos – Steril-Aerios Flexi, Sterial-Aerios Pro e Steril-Aerios Systems – que permitem esterilizar o ar, tornando-o respirável e que o mesmo esteja 99,9% livre de vírus, garantindo a eficiência na redução da atividade viral, entre eles o Coronavírus (SARS-Cov-2). Ou seja, serve também para combater a COVID-19.
Este processo deve-se à entrada de ar forçada por ventiladores de baixo ruído presentes no equipamento que, através da presença de radiação UV-C – os modelos são equipados com emissores com potência de radiação UV-C de 27W com um tempo de vida de 9000 horas – garantem uma eficiência de esterilização do ar comprovada de 99,9%.
Este resultado de eficiência de esterilização do ar através da ação dos emissores UV-C foi comprovada cientificamente através de um conjunto de ensaios realizados em Portugal pelo Labfit – Health Products Research and Development, Lda, concluindo terem demonstrado um efeito de redução da carga viral de 99,9% após um tempo de exposição de 4,10 segundos (numa passagem única). Foram igualmente realizados testes de segurança e de compatibilidade electromagnética no ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade, que conduziram à aposição da marcação CE.
Com dois modelos distintos e uma solução de engenharia, esta é uma gama totalmente desenvolvida e fabricada em Portugal, com design apelativo de linhas simples e modernas, permitindo diferentes opções de instalação e um enquadramento estético adaptável a vários espaços. Tem ainda a possibilidade de controlo remoto e de controlo Wi-Fi, podendo ser programado com antecedência para a hora desejada, permitindo, desta forma, que o ar do espaço esteja completamente esterilizado antes de o mesmo ser utilizado.
A simplicidade da sua utilização é ainda reforçada através da existência de uma app para smartphones, a WeLink, que permite ao seu utilizador o planeamento de horários de funcionamento, adaptando o equipamento às suas necessidades.
O Steril-Aerios Flexi é capaz de fornecer 30 m3 de ar numa hora e adequado a espaços onde permaneçam até 16 pessoas – tendo em consideração a necessidade de ar respirável de cada pessoa.
Já o Steril-Aerios Pro fornece 40 m3 numa hora e é adequado a espaços onde estejam em permanência até 21 pessoas.
Por último, o Steril-Aerios Systems é a solução de engenharia ideal para ser aplicado no sistema AVAC do cliente B2B.
Os aparelhos Steril-Aerios podem ser utilizados por diferentes mercados de consumo, desde clínicas dentárias, hotéis, restauração, ginásios, estabelecimentos de ensino, bancos e uso pessoal, garantindo, desta forma, a segurança de todos.
Quem tem acompanhado o lançamento das novas consolas saberá que têm sido dias complicados, com a falta de unidades em lojas. Foram, portanto, lançamentos fora do comum, tanto para a PlayStation 5 como para as novas Xbox Series S e X.
Foquemo-nos na consola da Sony. Em setembro, quando abriram as pré-reservas da PlayStation 5, os jogadores tiveram tempo mais do que suficiente para garantir a sua máquina. Entretanto, já no dia de lançamento, ficámos a saber que só existiriam unidades para vendas nas lojas online, tudo para evitar grandes filas à porta das lojas, muito por culpa destes dias complicados em que todos vivemos.
Desde então, as lojas têm-se deparado com uma falta de stock constante, não conseguindo responder à procura. Mas nem tudo é mau. Amanhã, dia 3 de dezembro, há nova oportunidade para adquirir a PlayStation 5.
Para já, Worten e Rádio Popular foram as lojas a informar publicamente os consumidores que terão mais unidades disponíveis para compra, embora em horários diferentes.
No caso da Worten, a retalhista anunciou que terá mais unidades PS5 disponíveis, mas somente para reserva na loja online. Estas consolas serão disponibilizadas às 00h01 desta quinta-feira, com a entrega a estar prevista para 18 de dezembro. Sim, terão de ser extremamente rápidos e ter uma pontinha de sorte, até porque o site deverá registar muitos acessos nessa altura.
Já a Rádio Popular informou que terá consolas PlayStation 5 disponíveis para encomenda a partir das 10h e, à semelhança da Worten, apenas para pedidos online. Portanto, escusam de ir a uma loja da retalhista que não irão encontrar qualquer versão da PlayStation 5 para venda. À semelhança da Worten, o prazo de entrega previsto é o mesmo: 18 de dezembro. Somente é possível adquirir uma unidade por cliente.
Pato mutantes, ovos explosivos e personagens disformes – sejam bem vindos ao mundo de Ponpu!
Como revitalizar um género? É uma pergunta forte que muitos produtores desafiam ao longo da sua carreira, tentando adicionar algo original a fórmulas clássicas e a mecânicas tão tradicionais que já fazem parte do imaginário coletivo. Parece que a Purple Tree aceitou esse desafio com Ponpu, um jogo de aventura, puzzles e ação cooperativa – com uma pitada de jogo de festas –, onde a jogabilidade da série Bomber Man é transportada para um mundo exagerado, cartoonesco e repleto de personalidade que só peca por não conseguir agarrar eficazmente os jogadores no seu loop.
Ponpu é surpreendente quando entramos no seu mundo de contrastes. Com cenários construídos por tonalidades cremes e sombras marcadas, pontuados ocasionalmente por cor – como os olhos das nossas personagens, chaves e outros colecionáveis –, somos convidados a visitar uma realidade onde patos mutantes são capazes de atirar ovos explosivos, destruir partes dos cenários e lutar contra criaturas monstruosas. A nossa missão envolve visitar várias zonas, divididas por níveis, onde a estrutura tradicional de Bomber Man, em que temos de destruir inimigos e abrir um caminho para a próxima fase, se molda a um formato mais vocacionado para a aventura, com cada mundo a apresentar caminhos alternativos, armadilhas e outros desafios físicos.
Longe da sua arte, Ponpu é muito mais seguro do que prometia. Em movimento, só podemos movimentar o nosso pato por quadrados, sem a possibilidade de nos deslocarmos na diagonal, e as bombas têm um limite de choque que é demasiado curto. Os níveis também são muito simples e básicos, com uma arte que também é minimalista, mas existem algumas novidades que não só dão alguma energia à jogabilidade, como me deixam triste por não as ver mais aproveitadas no grande esquema do jogo.
Ao contrário de Bomber Man e de outros jogos do género, Ponpu apresenta um escudo que pode ser utilizado não só para proteger o nosso pato – com quatro modelos à escolha –, mas também para projetar as bombas na direção dos inimigos e desviar ataques. Se ativarmos o escudo a tempo, podemos mudar a direção dos ataques ou contra-atacar rapidamente. Estas adições são muito interessantes e dão ao jogo a possibilidade, por exemplo, de atacarmos à distância, criando assim mais oportunidades de estratégia. No entanto, os cenários são muito pequenos e aborrecidos, e é fácil não sentir o desafio desejado pelos produtores. Os padrões dos inimigos também não ajudam, especialmente quando podem ser parados pelo posicionamento das bombas.
Ponpu acaba por ser muito limitado e senti várias vezes que preferia a experiência tradicional do género, com níveis fechados e focados na destruição de blocos e inimigos. Não quero ser injusto e dizer que preferia estar a jogar a série em que se inspirou, mas infelizmente foi o que senti. A ideia de termos níveis mais extensos e variados é inteligente, criando, assim, a ilusão que estamos perante um jogo menos linear, mas a exploração peca por não termos mais segredos e incentivos para procurar mais caminhos alternativos. Os bosses sofrem do mesmo problema, ainda que sejam os elementos de destaque do sistema de combate.
Não seria um jogo cooperativo e de ação multijogador sem uma variedade de modos online e offline, e Ponpu tenta a sua sorte com algumas adições clássicas. Não só temos um modo Deathmatch, onde quatro jogadores combatem num nível fechado – e aqui, sim, temos a inspiração em Bomber Man a ser levada ao extremo, com o design a relembrar as arenas do clássico da Hudson – como temos: Paint Battle, onde o objetivo é pintar os níveis da vossa cor, qual Splatoon; e Coin Steal, onde têm de colecionar mais moedas que os vossos adversários. São modos básicos e pouco originais, mas funcionam no contexto do jogo, ainda que as partidas que joguei online tenham sido mais caóticas do que divertidas.
Infelizmente, não fiquei apaixonado por Ponpu. Adoro absolutamente o seu estilo visual e a animação das personagens, que passa a sensação que os seus corpos são quase de borracha, com formas invulgares, onde há um enorme equilíbrio entre o esteticamente apelativo e uma certa aversão visual. É diferente e refrescante, ao contrário da sua jogabilidade.
A adaptação da fórmula clássica de Bomber Man é uma boa ideia, mas os níveis nunca me agarraram e a jogabilidade acaba por ser prejudicada pela movimentação rígida do nosso pato. O escudo é uma boa ideia e a variedade de ovos, que podemos equipar, são um incentivo para repetirmos níveis, mas falta qualquer coisa. Não será para revisitar.
Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch Jogado na PlayStation 4 Cópia para análise cedida pela The Amplifier Group.
Perfeito para admirar a nossa personagem e a cidade do jogo.
Estamos a uma semana da chegada de Cyberpunk 2077 ao PC e às consolas e os jogadores já começam a contar as horas para começarem a sua aventura em Night City.
No caminho para o lançamento, a CD Projekt Red continua a partilhar informações sobre o jogo, e uma das mais recentes vai deixar os adeptos da fotografia digital em pulgas: a revelação do modo fotografia de Cyberpunk 2077.
Os modos fotografia, que começaram a tornar-se uma função quase obrigatória em qualquer jogo, têm vindo a evoluir com novas funções e formas de usar, ao ponto de se tornarem ferramentas educativas para fotógrafos reais, onde é possível brincar com a iluminação, composição, atmosfera e tom.
O novo modo para Cyberpunk 2077 parece ser um desses exemplos perfeitos, com imensas opções e possibilidades, onde se destaca a possibilidade de fotografarmos a nossa personagem personalizada na terceira pessoa, dando uma razão maior para criarmos personagens únicas e com identidade. Além disso, é possível mover a personagem e atribui-lhe diferentes poses, de modo a captar os momentos mais épicos e outros mais calmos durante a nossa viagem pela “Cidade da Noite”.
O modo fotografia de Cyberpunk 2077 chega juntamente com o jogo, já no dia 10 de dezembro, disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.
Para já, a parceria de pagamento contactless através da nova linha de relógios é exclusiva da Caixa Geral de Depósitos até 15 de janeiro.
A chegada do serviço estava iminente. E é oficial: o SwatchPAY! já está em funcionamento em Portugal, sendo um dos poucos países a contar com esta novidade. O Echo Boomer esteve presente no evento de lançamento da nova linha de relógios e conta-vos tudo o que precisam de saber.
Para já, convém desde logo dizer que este lançamento é feito em parceria com a Caixa Geral de Depósitos. Tal significa que, para já, somente os clientes CGD estão aptos para fazer pagamentos através de um dos novos relógios. Esta parceria com o banco é exclusiva até 15 de janeiro, o que significa que outras entidades bancárias poderão juntar-se à Swatch após essa data.
A grande vantagem de termos um destes relógios é o facto de conseguirmos fazer pagamentos contactless sem que tenhamos sequer cartões na carteira ou o smartphone no bolso. Sim, apesar do smartphone ser requerido para fazer a ativação do serviço, podem deixá-lo em casa e usar somente o relógio para fazer pagamentos nos TPA.
Essencialmente, o SwatchPAY! pode ser utilizado com as mesmas regras do contactless em Portugal, em todos os terminais de pagamento habilitados, não precisando de introdução de pin até ao montante de 50€. Basta aproximar o relógio e pagar. Tal só é possível graças ao chip NFC localizado por baixo do mostrador do relógio, o que permite realizar pagamentos de uma forma segura e conveniente.
Outra grande vantagem é que os SwatchPAY! não requerem qualquer bateria para realização de pagamento, contrariamente aos chamados smartwatches, tornando-os mais flexíveis e duráveis. Como todos os relógios Swatch, estes modelos são também resistentes à água até uma profundidade de 30 metros.
Tivemos oportunidade de ativar o serviço no evento onde estivemos presentes, sendo algo bastante simples. Para já, e segundo nos disseram os responsáveis da Swatch, as respetivas ativações terão de ser feitas numa loja física Swatch até meados de dezembro. Isto para garantir que tudo decorre dentro do planeado.
Quando essas duas semanas de teste passarem, quem adquirir um dos relógios através do site oficial pode fazer a ativação online. Basta que indiquem os dados do respetivo cartão de débito, crédito ou pré-pago CGD.
Já para quem pretender adquirir um dos novos modelos numa loja física, irão perceber que o método é muito simples. Numa caixa especial, colocam o relógio na posição indicada. Depois, fazem download da app SwatchPay!, criando nova conta e validando o respetivo email.
Seguidamente, devem colocar os dados do vosso cartão CGD, sendo que, depois, irão receber um código via SMS (convém, portanto, que o vosso número de telemóvel esteja atualizado). Finalmente, colocam o código na app SwatchPay! e o relógio está pronto a funcionar.
Através da SwatchPAY! App by wearonize, é possível definir várias funcionalidades de segurança, como consulta de movimentos, bloqueio em caso de roubo ou dissociação do cartão.
Durante o processo, os responsáveis da Swatch referiram ainda que estes relógios podem perfeitamente ser utilizados pelos jovens. Aliás, o objetivo do produto é que possa ser utilizado por toda a família.
Imaginemos o caso de uma família com filhos. É perfeitamente possível os pais suspenderem o cartão virtual usado originalmente na app e criarem um novo cartão virtual via MBWAY, por exemplo, com um determinado valor, e associá-lo à app. Desta forma, o adolescente pode levar o relógio e efetuar pagamentos, mas somente até determinado valor definido pelos pais.
Falta referir os preços. Variando entre os 85€ e os 105€, os relógios estão já à venda nas lojas físicas e online Swatch, estando também acessíveis em qualquer agência ou canal digital da Caixa Geral de Depósitos. No caso de alguém desejar adquirir através daquele banco, saibam que poderão pagar em 36 prestações.
Hoje são conhecidos pelas adaptações digitais de Star Wars, mas a história dos tijolos transformados em bits começou bem antes das aventuras espaciais.
Em dezembro, o Grupo LEGO tem uma razão muito especial para festejar, pois o final de 2020 marca os 25 anos de videojogos LEGO.
Em dezembro de 1995, os tijolos mais icónicos do mundo transformavam-se em pixéis com o jogo educativoLEGO Fun to Build, um jogo exclusivo para o mercado japonês lançado para a SEGA Pico, um computador educacional direcionado para crianças entre os 2 e os 8 anos.
Desde então, os LEGO foram evoluindo, assim como as tecnologias digitais, permitindo parcerias lendárias com a Marvel, Star Wars ou Warner Bros, para o desenvolvimento de jogos e de ferramentas que permitiram a produção de longas-metragens, como LEGO – O Filme, onde tudo o que é apresentado no ecrã são réplicas digitais altamente detalhadas de peças reais.
Com uma longa história de videojogos, cuja popularidade explodiu com o primeiro jogo de propriedade licenciada com LEGO Creator: Harry Potter, em 2001, e depois com LEGO Star Wars, em 2005, e que permitiu uma expansão para outras franquias, o Grupo LEGO vem agora celebrar o aniversário dos videojogos LEGO na forma mais “2020” possível.
Como? Com o lançamento de um podcast dirigido aos fãs de LEGO e videojogos chamado Bits N’ Bricks, disponível nas plataformas de streaming mais populares, como o Spotify.
Totalmente em inglês, apresentado pelo jornalista Brian Crecente e pelo documentarista Ethan Vincent, Bits N’ Bricks vai mergulhar na rica história dos LEGO nos videojogos e outras aventuras digitais, com convidados, produtores e designers a juntarem-se à conversa, ao longo de 12 episódios, onde se inclui um especial de Natal.
O primeiro episódio de Teaser já está disponível e os restantes serão lançados semanalmente.
É que a Apple alegou tratar-se de uma atualização para prolongar a vida útil das baterias.
Há algum tempo que se fala nesta polémica. Em dezembro de 2017, após algumas acusações, a Apple admitiu ter ajustado o iOS para diminuir o desempenho em iPhones mais antigos, cuja bateria estava a deteriorar-se. Muitos dizem que o objetivo seria levar os consumidores a adquirir novas baterias ou, então, novos iPhones.
Recentemente, a marca chegou a acordo nos Estados Unidos para pagar vários milhões de dólares aos donos de iPhones naquele país, com o valor que cada cliente terá direito a receber a poder ser ajustado dependendo de quantos dispositivos são efetivamente elegíveis.
Porém, e se nos Estados Unidos o processo está perto de ser concluído, na Europa não é bem assim. Agora, o grupo internacional Euroconsumers veio denunciar a marca da maçã no que toca à utilização de obsolescência programada nos iPhones 6, 6 Plus, 6S e 6S Plus para incentivar os consumidores a comprarem novos telemóveis.
Dos países que fazem parte da Euroconsumers, sabe-se que, para já, Bélgica e Espanha vão avançar com uma ação judicial contra a Apple. Já em 2021 juntar-se-ão Itália e Portugal ao processo, acusando a marca de ter atualizado, silenciosamente, o software dos modelos do iPhone 6, sabendo, à partida, das alterações consequentes. Entre as anomalias causadas destacam-se a lentidão, perda de desempenho e shut down inesperado dos telemóveis.
O grupo afirma que a Apple procedeu à utilização de obsolescência programada nestes modelos, ou seja, à decisão propositada de desenvolver, fabricar, distribuir e vender este produto para consumo de forma que se tornasse obsoleto ou não funcional, especificamente para forçar o consumidor a comprar a nova geração de iPhones num curto espaço de tempo.
O movimento criado pelos consumidores americanos contra a Apple foi resolvido fora dos tribunais, tendo a marca concordado em pagar 113 milhões de dólares aos clientes insatisfeitos com o iPhone 6, 6 Plus, 6S e 6S Plus, resolvendo assim as acusações provenientes de 33 Estados.
Na Europa, a Euroconsumers tentou inúmeras vezes chegar a acordo com a Apple procurando, por um lado, uma compensação semelhante para os proprietários destes modelos de iPhones e, por outro, a criação de telemóveis mais sustentáveis. A falta de uma solução satisfatória leva agora o caso para os tribunais, com uma acusação contra a marca por práticas comerciais desleais, enganosas e agressivas na União Europeia.
Em Portugal, a DECO também prepara uma ação para janeiro, tendo por base o mesmo enquadramento.