86 Eighty Six e SD Gundam World Heroes vão estrear na Crunchyroll

Já esta primavera, à semelhança de outros títulos que já referimos anteriormente.

86 Eighty Six

A Crunchyroll bem tinha avisado que o seu catálogo de estreias para a primavera deste ano não se ia ficar pelos anúncios já feitos. Agora, eis que temos cinco novos animes a estrear em breve: 86 EIGHTY SIX, Backflip!!, CESTVS, SD GUNDAM WORLD HEROES e Welcome to Demon School! Iruma-kun (segunda temporada).

À semelhança dos animes que mencionámos no mês passado, também estes agora divulgados terão os seus episódios disponíveis na plataforma de streaming uma hora após a exibição original no Japão. E sim, estarão disponíveis com legendas em português.

Recorde-se que, para esta primavera, a Crunchyroll já tinha garantido os direitos de exibição de projetos como Tokyo Revengers, To Your Eternity, SEVEN KNIGHTS REVOLUTION: Hero Successor, Cardfight!! Vanguard overDress e a quinta temporada de My Hero Academia, entre outros.

Continente está a vender uma edição limitada de 10 mil garrafas do azeite Cinco Soldos 1.ª colheita

Um azeite premium à venda em exclusivo nas lojas Continente.

azeite Cinco Soldos

À venda desde abril de 2019 nas lojas Continente, a Cinco Soldos é uma marca de azeite 100% português, à venda em exclusivo em todas as lojas Continente com sete referências. Agora, eis que se junta uma edição limitada, num packaging diferenciador, que até serve de presente para qualquer bom apreciador.

Trata-se do Cinco Soldos 1.ª colheita, numa edição premium e limitada a 10 mil garrafas. Fruto de uma seleção das melhores azeitonas do início da campanha de duas variedades, a “picual” e “cobrançosa”, este azeite virgem extra é, lá está, 100% português, tem um sabor frutado e é indicado para uma degustação a cru ou para finalizar pratos requintados.

Até à data, a Cinco Soldos já vendeu 877 mil litros de azeite nas lojas Continente e, em 2020, teve um crescimento de 45% face a 2019.

O nome “Cinco Soldos” remonta à época da monarquia, quando as leis de proteção da agricultura prescreviam uma multa de três soldos a quem arrancasse uma árvore. Se essa árvore fosse uma oliveira, a multa aumentava para cinco soldos. A História demonstra desta forma a importância dada à oliveira, árvore que, desde há muito, faz parte das práticas agrícolas e alimentares da sociedade portuguesa.

A+, A++ e A+++ deixam de existir na escala energética

Acabam-se os símbolos. Tudo para que seja possível identificar facilmente os mais eficientes.

escala energética

Provavelmente muitos nem terão reparado, mas quem necessitou, a partir do passado mês de março, de comprar uma TV, frigorífico, arca congeladora, máquina de lavar loiça, de lavar roupa ou de lavar e secar roupa, poderá ter notado que a escala energética alterou.

Até aqui, existiam as classes A+, A++ e A+++, porém, a nova legislação comunitária veio simplificar as etiquetas dos eletrodomésticos, passando a contar com uma escala mais simples de interpretar.

Assim, vão passar a reparar que a escala energética vai do A (mais eficiente) ao G (menos eficiente). Quer isto dizer que é um adeus aos símbolos.

Já em setembro de 2021, será a vez das lâmpadas LED apresentarem nas respetivas embalagens esta nova escala. Só mais tarde se seguirão outros equipamentos.

selos escala energetica

Segundo a DECO, os fabricantes deverão integrar um código QR que, ao ser lido, dará acesso a toda a informação sobre o produto, permitindo ainda o download da respetiva ficha técnica.

Contudo, a nova escala pode não ser definitiva, isto é, será reavaliada regularmente em função da evolução tecnológica. Basicamente, quando vários equipamentos alcançarem a classe A, haverá um novo escalonamento das escalas.

Jimmy Carr de regresso a Portugal em 2022

Desta vez, o comediante britânico vem apresentar o novo solo Terribly Funny.

Jimmy Carr Portugal 2022

Esteve por cá em 2019, ano em que esgotou várias salas em Portugal com o seu The Best Of, Ultimate Gold, Greatest Hits. Dado o sucesso, seria fácil adivinhar o seu regresso. Falamos de Jimmy Carr, comediante britânico que volta ao nosso país em 2022.

Desta vez, o humorista vem apresentar o novo espetáculo Terribly Funny a Lisboa e Porto, que contém piadas sobre todo o tipo de coisas terríveis. “Coisas terríveis que podem ter-te afectado, a ti e às pessoas que amas e conheces. Mas são apenas piadas, e não essas coisas terríveis. Agora que foste avisado, compra bilhete”, diz a sinopse.

Na capital, o espetáculo acontece a 21 de setembro de 2022 no Coliseu dos Recreios. Já no Porto, as gargalhadas estão prometidas para o dia seguinte, no Teatro Sá da Bandeira.

No que toca aos bilhetes, já estão disponíveis para ambas as cidades, variando entre os 18€ e os 45€ para Lisboa e entre os 20€ e 35€ para o Porto.

Análise – Balan Wonderworld (PlayStation 5)


Balan Wonderworld promete uma viagem ao país das maravilhas, mas tudo o que oferece são pesadelos.

Balan Wonderworld

Lia há dias a descrição perfeita para Balan Wonderworld, que era algo como: “Este é o jogo que Tim and Eric criariam se fizessem um remake do Super Mario 64.” A nova aposta de um dos co-criadores de Sonic, Yuji Naka, é assim: bizarra.

Pela demonstração, disponível para PC e todas as consolas atuais, já previa que Balan Wonderworld ia ser uma viagem por uma espiral surrealista que me iria cativar por todas as suas razões negativas, mas nada me preparava para o que jogo tinha para oferecer para além da sua superficialidade simplista, repetitiva e genérica.

Como um daqueles projetos categorizados como “tão maus que são bons”, Balan Wonderworld consegue frequentemente passar essa linha, apanhando-nos desprevenidos em diferentes dimensões, quer pelas suas pequenas histórias, que fazem setup a cada um dos níveis e são acompanhadas por cinemáticas de produções animadas incríveis; quer pelo contraste de mecânicas e jogabilidade que parecem ter sido criadas por estudantes académicos obrigados a participar num concurso só para fazerem a cadeira de projeto.

Desenvolvido por uma nova equipa debaixo da asa desta vez da Square Enix, Yuji Naka entrega-se ao projeto com uma enorme confiança de autor, criando novas personagens coloridas, cheias de charme e encanto, que tentam, de alguma forma, aproximar-se do mundo real, através de personagens humanas, mas disformes o suficiente para nos deixarem desconfortáveis. Se todo o lado fantástico de Balan Wonderworld cai bem nos nossos olhos, tudo o que se aproxima da realidade é de arrepiar.

Este é um fator não só presente ao olhar para um dos dois protagonistas que podemos escolher, duas crianças humanas com corpos animados cujas proporções se aproximam de um dos novos Sonic 3D, mas também pela qualidade das suas animações em cinemáticas e trechos automáticos, onde dançam, saltam e fazem poses artísticas, retiradas diretamente dos sistemas de motion capture durante a produção do jogo, criando um efeito de uncanny valley muito semelhante àqueles filmes e séries de animação que são claros rip-offs de produções da Disney ou da Dreamworks.

Balan Wonderworld

Já em jogo as coisas não melhoram. As animações passam para o outro extremo da qualidade, tornando-se robóticas, repetitivas e simples, onde a nossa personagem desliza pelos níveis como se tivessem barrados a manteiga ou cobertos de gelo. Novamente, o efeito “jogo de Sonic 3D” entra em jogo, com uma certa atmosfera reminescente do infame Sonic: The Hedgehog para a PlayStation 3 e Xbox 360.

Ao longo dos vários níveis, em 12 mundos relativamente diferentes, temos um jogo muito simples de plataformas, onde apanhamos itens e segredos que nos ajudam a progredir, com cada mudo a terminar com uma boss battle.

Os níveis variam em ambientes temáticos associados a cada história apresentada, onde a mecânica principal é o uso de fatos que vamos apanhando e alternando para resolver pequenos desafios e que nos permitem usar pequenas mecânicas simples que, por defeito, não existem, como por exemplo saltar ou atacar. Em formato humano, e em mais de metade dos fatos existentes, Balan Wonderworld não permite fazer ações tão básicas como saltar um simples degrau, o que revela logo que aqui há algo de estranho. Mas a bizarria continua quando temos também fatos completamente inúteis, como a absurdamente inútil Box Fox, a habilidade que transforma a nossa personagem numa caixa… quando lhe apetece.

Os controlos são básicos e, por vezes, caóticos, havendo a constante sensação de deslize no controlo principal da personagem. E enquanto que a ideia de termos vários fatos para diferentes ações é engraçada, as suas habilidades são repetitivas e não oferecem nada que não pudesse ser implementado em apenas uma, já que estas habilidades são ativas com praticamente todos os botões do comando, que não sejam os direcionais. Ou seja: se a habilidade for saltar, a cruz, o quadrado, o triângulo, a bola e o R2, todos fazem o mesmo. É, no fundo, um “one button game”. Ainda mais estranho é também a navegação pelos menus, que operam da mesma forma, tornando a sua navegação confusa e caótica.

Balan Wonderworld

Portanto, imaginem a repetição e dor de cabeça que se constroem nesta jogabilidade. Apesar de termos botões livres, o jogo obriga-nos constantemente a alternar entre fatos que não possuem a estranha e peculiar habilidade de… pluralidade. Por algum motivo que me ultrapassa, as criaturas deste circo dos tristes, deste cabaré malcheiroso, não conseguem fazer mais nada para além de uma habilidade simples.

Deixemo-nos de piadas. Esta é uma falha profunda de Naka. A experiência de Balan Wonderland devia estar assente na alteração de fatos, sem dúvidas, mas devíamos ter menos variedade de escolha e mais diversidade de habilidades por opção. Ou então, outra alternativa: os fatos representarem habilidades que podemos aceder rapidamente nos botões direcionais e que não se tornam invasivas. Alguma coisa escapou no design deste jogo de plataformas, talvez fosse ambição a mais ou um total desinteresse mecânico em prol de uma componente visual marcante.

Numa pequena nota, o jogo foi jogado na PlayStation 5, onde corre surpreendentemente bem, (apesar não ser muito ambicioso), e onde podemos contar com gatilhos responsivos, com alguma resistência ao premir, mas que em nada afeta ou melhora a experiência.

As boss battles são, provavelmente, a “melhor” parte de Balan Wonderworld. Cada inimigo apresenta-se com um design bastante criativo e formas de derrotar variadas. Derrotá-los é relativamente simples – basta dar-lhes três hits e conseguimos ultrapassar o desafio -, mas já alimentam a nossa imaginação na procura de como os atacar. O grande senão é a forma como estes confrontos terminam, com um número musical lamechas e desconfortável, quer pelos cânticos quase religiosos no início, quer pelas coreografias que se seguem de seguida com todo aquele sentimento de uncanney valley, que referia há pouco.

Balan Wonderworld é o jogo mais simples e genérico que me passou pelas mãos este ano, acabando por destacar-se pela tremenda estranheza e pelo esforço que faz em tornar algo tão inocente e infantil num autêntico pesadelo, ou motivo de chacota. Conta com algumas cinemáticas extremamente bem feitas (que não são efetivamente o jogo) e é certo que é um título infantil, para os mais pequenos, mas, por vezes, parece ser um atentado à inteligência e inocência dos mesmos e de quem os rodeia.

Balan Wonderworld promete uma viagem ao país das maravilhas, mas tudo o que oferece aproxima-se mais de um pesadelo. A evitar.

Nota: Mau

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 5
Cópia para análise cedida pela Ecoplay

Crítica – Promising Young Woman

Promising Young Woman guarda uma das melhores estreias na cadeira de realização de sempre. Emerald Fennell entrega uma história fascinante e imprevisível que subverte impressionantemente o subgénero de vingança.

Promising Young Woman

Sinopse: “Nada na vida da Cassie (Carey Mulligan) é o que parece: perversamente inteligente, tentadoramente astuta e assume uma vida noturna secreta. Agora, um encontro inesperado está prestes a dar-lhe a oportunidade de vingar o passado.”

Desde o festival Sundance 2020 que quem viu Promising Young Woman nunca parou de falar sobre o mesmo. Desde previsões bem antecipadas para Óscares até um lugar garantido em inúmeras listas de Top 10, a estreia de Emerald Fennell como realizadora de uma longa-metragem impactou inquestionavelmente todos os espectadores.

Como já é habitual, consegui evitar spoilers e escapar a imagens, clips e trailers. Pouco antes do filme começar, o único componente narrativo que conhecia era que possuía um arco de vingança. Desconhecia o que leva a protagonista a seguir esse caminho ou que tipo de vingança ia testemunhar. Portanto, fiquei perplexo com a quantidade absurda de sinopses supostamente spoiler-free em portais online conhecidos que referem imenso sobre as motivações da personagem e a narrativa geral. Não vou fazer o mesmo, mas, se ainda não viram o filme, cuidado com essas premissas.

Precisei de uma boa noite de sono para processar este filme. O argumento de Fennell carrega muitos momentos inegavelmente impactantes que me deixaram confuso sobre o que adorava e o que não apreciava tanto, por isso, esperei que os meus pensamentos assentassem antes de começar a escrever esta crítica. Felizmente, estou do lado positivo na maioria dos casos, sendo que grande parte está relacionada com a personagem de Carey Mulligan, Cassie.

Várias comparações foram feitas com a versão mais recente de Arthur Fleck em Joker. Embora perceba a origem destas, as duas personagens não podiam ser mais diferentes. Ambos os arcos de personagem são desencadeados pelos comportamentos desprezíveis da nossa sociedade, mas os protagonistas seguem um caminho tremendamente distinto.

Um dos melhores exemplos é a representação de violência nos filmes. Os espectadores ficarão surpreendidos com o desenvolvimento deste tema ao longo de Promising Young Woman, ao contrário dos assassinatos esperados e explícitos no filme adaptado de banda desenhada. A obra de Fennell transmite uma mensagem persuasiva e de fazer abrir os olhos sobre a visão da sociedade sobre acusações de violação e a capacidade dos homens em escapar, de alguma forma, destas situações problemáticas parcialmente devido à conformidade “inocente” do nosso mundo. Desde “a mulher não devia ter bebido” a “eram miúdos e ingénuos”, estas desculpas ridículas – e inúmeras mais – estão inseridas bem fundo na mentalidade da nossa sociedade.

Promising Young Woman

As pessoas tendem a julgar a mesma situação de forma diferente dependendo de quem está envolvido: homens, mulheres, héteros, gays, brancos, negros, familiares, estranhos… O argumento excecionalmente inteligente de Fennell desenvolve esta ideia de uma forma brilhante que nunca deixa de ser extraordinariamente interessante. A ausência de cenas de exposição preguiçosas eleva todos os diálogos, dando-lhes um cenário autêntico e realista. Qualquer informação sobre o passado de uma determinada personagem ou uma revelação associada ao enredo nunca é filmada com o objetivo de explicar em detalhe ao público, mas sim como uma progressão natural da história. Este método de contar histórias mostra-se efetivamente intrigante durante todo o tempo de execução, culminando num terceiro ato chocantemente impactante.

Mais uma vez, sem quaisquer spoilers, Promising Young Woman é um dos filmes mais imprevisíveis que vi nos últimos anos. Atinge-me com uma reviravolta drástica sempre que acreditava finalmente ter descoberto para onde a narrativa se dirigia. Cassie é uma protagonista totalmente desenvolvida que passa por uma jornada de herói, mas não tem as caraterísticas que os espetadores geralmente associam a esse tipo de personagem. Como mencionei acima, necessitei de mais de 24 horas para interpretar e decidir quais ações de personagem realmente defendo e quais ultrapassam o limite da razão. Apesar de Cassie possuir motivos emocionalmente convincentes, algumas das suas ações não devem ser lidas como algo que as mulheres devem fazer.

Fennell tem um cuidado tremendo com as mensagens que tenta espalhar, mas o equilíbrio inconsistente do tom prejudica esta tarefa específica. Para evitar um eventual mal entendido, este filme é genuinamente hilariante em certas alturas, mas as transições entre as cenas mais leves, humorísticas e até mesmo românticas e momentos dramáticos e emocionalmente pesados estão longe de serem perfeitas. Juntamente com os últimos 10 minutos extremamente divisivos do filme, estes são os meus problemas principais. Algumas sequências em relação à vingança de Cassie podiam ser alvo de nitpick, mas honestamente, são tão insignificantes e irrelevantes que não quero nem preciso de o fazer. No entanto, gostava de ter visto uma cena onde as coisas não saíssem como planeado pela protagonista durante o seu ato introdutório.

Desde o uso de cores brilhantes e de arco-íris – estas saltam do ecrã – às variações interessantemente estranhas de canções pop populares, o arco de Cassie é acompanhado por uma produção artística excecional (Michael Perry), edição requintada (Frédéric Thoraval) e uma banda sonora nada subtil (Anthony Willis). Todos os aspeto técnicos desempenham um papel vital, incluindo os excelentes figurinos (Nancy Steiner) e trabalho de maquilhagem. Até as escolhas dos atores que geralmente retratam “nice guys” possuem o propósito significativo de alertar o público de que as pessoas perigosas nem sempre se parecem como tal. No entanto, Fennell e Benjamin Kračun (cinematógrafo) guardam o melhor para o fim.

Um take brutalmente chocante e inesquecível de dois minutos e meio deixará todos os espectadores atordoados e em postura de admiração por uma cena tão desafiadora de se filmar. Não consigo expressar por palavras o quanto este momento impactou a minha visualização do tempo restante desta obra cinematográfica. É um filme lindamente filmado, sem dúvida alguma. Todos os ângulos de câmara têm um propósito, tal como a duração de cada take. Fennell entrega uma das estreias de realização mais tecnicamente impressionantes que alguma vez experienciei. O seu storytelling fascinante e visão clara são qualidades que espero que nunca perca. É uma história extremamente arriscada da qual Fennell nunca desistiu, algo que merece ser reconhecido e elogiado.

Promising Young Woman

Podia continuar a abordar tudo e todos, mas, no final, Carey Mulligan é o elemento não-técnico mais crucial de todo o projeto. Não existem muitas atrizes capazes de fazer este papel como ela faz. Na verdade, é bem provável que seja a única atriz capaz de levar Cassie para onde Fennell realmente desejava. Desde as suas expressões faciais divertidas e one-liners engraçados até às cenas emocionalmente desgastantes e devastadoras com as quais Cassie sofre, Mulligan mostra um compromisso alucinante com uma das melhores, se não mesmo a melhor performance da sua carreira. Se alguns espectadores não consideram a prestação especial, recordam-se da tal cena de dois minutos e meio em que toco acima? Fez a cena completa por ela própria, mas esta é apenas uma das várias razões pelas quais será nomeada em todas as cerimónias.

Promising Young Woman guarda uma das melhores estreias na cadeira de realização de sempre. Emerald Fennell entrega uma história fascinante e imprevisível que subverte impressionantemente o subgénero de vingança (de violação) ao abordar brilhantemente o comportamento tendencioso e de conformidade da nossa sociedade nestas situações sensíveis.

Apesar de algumas inconsistências ao nível do tom, a narrativa incrivelmente cativante não deixa ninguém indiferente, especialmente durante o terceiro ato impiedosamente chocante. Desde as escolhas de músicas pop estranhamente únicas ao aspeto colorido do filme, passando por uma edição impecável e uma cinematografia poderosa, todos os elementos técnicos possuem um impacto inquestionável no sucesso do filme, incluindo as escolhas inteligentes referentes ao elenco.

Carey Mulligan tanto consegue ser extremamente ameaçadora como muito engraçada, oferecendo a melhor prestação da sua carreira de uma protagonista totalmente desenvolvida com motivações emocionalmente ressoantes, mas também com um arco perigosamente elaborado que pode transmitir a mensagem errada para alguns espetadores.

Os últimos 10 minutos são… bem, terão de ver com os vossos próprios olhos. Um lugar bem merecido no meu Top10.

Promising Young Woman deverá chegar aos cinemas portugueses em breve.

Docapesca vai requalificar edifício da Lota do Porto de Pesca da Nazaré

Este projeto enquadra-se no âmbito do melhoramento das características físicas, de higiene, segurança e ambientais, a introduzir nas instalações da lota.

Docapesca - edifício da Lota do Porto de Pesca da Nazaré

Dentro de uma vasta rede de 23 Lotas e 36 Postos de Vendagem, a Docapesca – Portos e Lotas, S.A., uma empresa do setor empresarial do Estado tutelada pelo Ministério do Mar, que tem a seu cargo, o serviço da primeira venda de pescado e o apoio ao setor da pesca e respetivos portos, lançou um concurso público para a requalificação do edifício da Lota do Porto de Pesca da Nazaré.

Este edifício foi concebido para responder às exigências e regulamentos em vigor para manipulação, conservação e primeira venda de pescado. No entanto, a regulamentação sofreu alterações, as exigências técnicas e funcionais evoluíram e os materiais sofreram uma natural degradação, factos estes que justificaram intervenções necessárias ao longo do tempo e que justificam, agora também, a necessidade de se proceder a um conjunto de trabalhos de requalificação.

Para além das intervenções recomendadas, existe a intenção de manter o máximo possível as pré-existências, respeitando a conceção arquitetónica e construtiva original e, ao mesmo tempo, introduzir o fator valorização, entendido tanto numa perspetiva ambiental e social, quanto económica.

A execução desta empreitada possui um preço-base de 312 mil euros, somando o valor da obra e as demais obrigações contratuais.

A empreitada prevê um conjunto de intervenções nas principais zonas da lota, nomeadamente, na primeira venda de pescado, áreas reservadas ao público e aos trabalhadores, instalações e equipamentos de higienização e de conservação de pescado.

Este projeto enquadra-se no âmbito do melhoramento das características físicas, de higiene, segurança e ambientais, a introduzir nas instalações da lota.

Percurso ribeirinho vai ligar Lisboa, Loures e Vila Franca de Xira

Futuramente, será possível fazer o percurso tanto a pé, como de bicicleta.

A apresentação do projeto aconteceu em 2017, ano em que foi concluída a primeira fase, com a abertura do troço entre a estação de Santa Iria de Azóia e o pontão da BP, num percurso pedonal de 740 metros. Agora, sabe-se que a Câmara Municipal de Loures aprovou o lançamento de um concurso público internacional para a construção do percurso ribeirinho de Loures, que prevê a criação de uma pista ciclável e pedonal com cerca de seis quilómetros de extensão entre Santa Iria de Azóia e a Bobadela.

Quando esta intervenção estiver concluída, será possível circular de bicicleta e a pé entre Lisboa, Loures e Vila Franca de Xira.

O projeto irá desenvolver-se em estacaria de madeira, de modo a evitar um maior impacto ambiental com a fauna e flora existente. Além disso, e como seria de esperar, serão criados alguns pontos de paragem para descanso, com zonas de sombra e equipados com bancos.

Recorde-se que, para a realização desta obra, foi aprovado, em dezembro passado, um empréstimo de médio e longo prazo, com um montante de 4,9 milhões de euros. A esse montante acresce também um financiamento comunitário, já aprovado, no valor de 1,8 milhões de euros.

Grupo Sea Me lança nova online para reunir todas as suas marcas

O Prego da Peixaria, OLÍVIA burgers, A-BAO-T, AMOR Y ODIO e DIONÍSIO Adega reúnem-se numa só casa, com o nome de família Brothers&Sisters.

Brothers&Sisters

Seja via delivery ou através de recolha nos respetivos espaços, certamente que muitos dos que seguem o Echo Boomer conhecem as marcas do grupo Sea Me. Falamos d’O Prego da Peixaria, OLÍVIA burgers, A-BAO-T, AMOR Y ODIO e DIONÍSIO Adega que, agora, estão todos reunidos num único local.

Isto é, o Sea Me Group resolveu criar uma nova loja online, cujo nome é Brothers&Sisters, onde reúne todos os seus conceitos gastronómicos. O novo site permite aos utilizadores encomendar produtos das diferentes marcas num só pedido, selecionando o serviço que for mais conveniente: recolha no restaurante, vulgarmente designado por pick-up, ou o serviço de entregas ao domicilio, operado por uma equipa de estafetas própria, garantindo rapidez e qualidade do produto até chegar a casa dos nossos fregueses.

Além disso, fiquem a saber que os preços da loja online serão os mesmos que se encontram nos restaurantes e cerca de 20% mais baratos que nas diversas aplicações disponíveis no mercado.

Melhor de tudo? Por tempo limitado, podem ter um desconto de 20% na vossa primeira compra. Basta colocarem o código B&S20.

Dr. Bernard reinventa-se e passa a apostar em comida mexicana, vinhos biológicos e sumos naturais

O spot mais cool da Costa da Caparica reabriu portas e tem muitas novidades para apresentar aos visitantes.

Dr. Bernard Caparica

No passado mês de março, o Dr. Bernard, em parceria com a Gelato Davvero, abriu a gelataria Ice Cream Disco Corner, um novo espaço que funciona em regime de take-away e que contém 10 variedades de sabores, que vão alterando em função da sazonalidade dos ingredientes e produção artesanal.

Agora, e numa altura em que os restaurantes já podem receber clientes, desde que possuam esplanadas, eis que o Dr. Bernard, localizado na Praia do CDS – Apoio 11, aproveita para dar a conhecer as novidades que esteve a preparar para esta reabertura ao público: uma nova carta que incorpora tendências mexicanas com alma portuguesa, uma carta de vinhos biológicos e um juice bar.

Comecemos pela comida. O Dr. Bernard apostou numa cozinha de fusão com os melhores ingredientes e tem agora uma carta, disponível das 13h às 22h, que percorre os sabores de alguns clássicos Tex Mex aliados a ingredientes portugueses, frescos, de produção sustentável e local. São exemplos disso o Veggie Asoka Guapo Burguer, o Taco de Choco Frito, as Amêijoas com Tequilla, as Gambas Fiesta ou a Mousse de Chocolate com Chipotle, para sobremesa.

Já todos os dias, e a qualquer hora, há também um menu especial com tendências mexicanas: breakfast burrito, tosta de pão massa mãe com ovos mexidos, bagel bacon e breakfast burrito bowl (uma bowl com espinafres, cogumelos salteados, guacamole, ovos mexidos, feijão e sour cream) são algumas das propostas.

No que toca aos fins de semana, são dias de brunch, pois claro. Das 10h às 16h, o Dr. Bernard apresenta um menu de 15€, onde o cliente tem a opção de escolher entre sumo natural de laranja e sumo do dia, café ou chá, e duas variedades de pratos distintos.

Para o pairing perfeito, saibam que há agora um novo menu de vinhos biológicos, onde é possível fazer uma viagem por algumas das melhores interpretações portuguesas, como o TransDouro de Mateus Nicolau de Almeida ou o Pelludo da Pellada, do Dão. Poderão ainda desfrutar de um fantástico vinho Laranja Luminoso do Alentejo e ainda de uma cidra natural Daughters of Madness, do Cadaval.

Há também solução para quem não apreciar vinhos, graças ao novo Juice Bar, um espaço que é a convergência de todos os produtos saudáveis do Dr. Bernard. Um bar de sumos naturais em que cada um representa uma cor do arco-íris, utilizando apenas ingredientes naturais e orgânicos. Esta oferta pode ser consumida no momento, mas também é possível adquirir as garrafas Dr. Bernard e levar para casa.

O conceito apresenta também smoothies com a mesma mecânica de cores e ingredientes e a mesma opção de consumo no restaurante ou take-away. Este espaço funciona como um mostruário da nova parceria do Dr. Bernard com a Asoka Veggie Market, que permite aos clientes provar os ingredientes no local, adicioná-los às veggie bowls ou adquirir em regime take-away. Neste mesmo local, é também possível encontrar os chás biológicos da Paisagindo Bio, um conjunto de tisanas pensadas para fornecer determinados benefícios para o corpo, desde relaxamento a melhoria do sistema imunitário, que podem ser consumidas no local ou compradas em packs para levar e desfrutar depois.

Braga tem um novo espaço dedicado aos clássicos BMW construídos até final da década de 80

O BMcar BMW Classic é um espaço único em Portugal e raro no mundo.

Está disponível em alguns países europeus e, agora, ganha a sua primeira localização em Portugal. Falamos do BMcar BMW Classic, um espaço dedicado aos clássicos BMW construídos até final da década de 80 e, também, tendo em especial atenção o icónico BMW Z8.

Localizado em Braga e com uma área de 1.000 m2, o novo espaço contou com um investimento de 600.000 euros e oferece um erviço de manutenção, reparação, restauro e venda de peças, com a BMW a garantir o abastecimento de cerca de 85% de peças originais para estes verdadeiros clássicos.

O BMcar BMW Classic vai contar ainda com uma exposição de alguns modelos que se enquadram neste conceito e que irão certamente atrair as atenções de todos os visitantes.

Para além do investimento feito nestas novas infraestruturas, este espaço contará com uma equipa de profissionais especializados neste segmento, composta por consultores e pelos melhores técnicos do mercado, como forma de garantir a total satisfação dos seus clientes.

Hard Rock Cafe Lisboa volta a funcionar com uma esplanada super exclusiva

Afinal de contas, não é qualquer spot que consegue dar-nos uma vista para a Praça dos Restauradores.

Hard Rock Cafe Lisboa esplanada

Agora que os restaurantes podem voltar a receber clientes, desde que em esplanadas, até os espaços que não costumam apostar em mesas no exterior rendem-se a esta possibilidade. É o caso do Hard Rock Cafe Lisboa.

Mais conhecido pelo seu icónico interior, o Hard Rock Cafe Lisboa tem agora uma esplanada exclusiva para a Praça dos Restauradores. Ao ar livre, os clientes podem agora desfrutar do menu a que o espaço já habituou.

Se, ainda assim, preferirem levar o rock para casa, saibam que irão continuar em vigor os serviços nas plataformas de entrega, a de 2×1 na Uber Eats e de 20% de desconto em produtos selecionados na Glovo, assim como a promoção semanal em takeaway (Meat Free Monday oferece 20% de desconto em todos os items vegetarianos, às terças os hambúrgueres têm 10% desconto, às quartas oferta de asinhas de frango, quintas com 20% desconto no menu original e sextas os pedidos de asinhas de frango ou batatas fritas individuais transformam-se em doses familiares).

Já a abertura do espaço interior do restaurante está prevista para o dia 19 de abril, cumprindo como sempre todas as diretrizes das autoridades de saúde e segurança.

Ensaio – Honda E: Muito E…ngraçado

Enquanto um dos modelos que mais curiosidade tinha em experimentar, o Honda E cumpriu a sua promessa de desfilar sem esforço e pacificamente no tráfego da cidade.

Honda E

A unidade ensaiada tem a lindíssima cor Modern Steel e vem equipada com jante de 17”. A mistura deste cinza com os detalhes em preto são, para mim, a configuração que melhor assenta neste modelo, e um detalhe que salta logo à vista é a presença de câmaras no local onde estamos habituados a ver os retrovisores. Se o desenho da carroçaria nos puxa para algo retro, a verdade é que toda a tecnologia aponta para o presente e para o futuro. Logo, podemos chamar a este modelo um novo-retro.

Não é preciso sermos um expert para perceber que estamos na presença de um verdadeiro citadino, quer pelas suas dimensões, quer pela sua capacidade de autonomia, que se cifra nos cerca de 250 Km. Estes 250 km serão mais que suficientes para a maior parte dos utilizadores de citadinos, principalmente numa altura em que começamos a ter uma rede de carregamentos cada vez maior, o que também não impossibilitará viagens mais longas, sobretudo sabendo que tem a capacidade de carregar até 80% em apenas 30 minutos.

Posto isto, começamos a perceber onde situar este modelo no mercado automóvel. Não é, garantidamente, uma concorrência à oferta da Tesla, mas mais uma concorrência no segmento do Fiat 500 elétrico e outros modelos semelhantes, como por exemplo o Corsa-e.

Sendo um citadino, o desempenho é um ponto de interesse muito importante, e, por isso, a velocidade máxima limitada a cerca de 150 km/h (a marca anuncia 145 km/h) não surpreende, ainda que seja divertido de conduzir em aceleração, pelo menos em velocidades mais baixas e utilizando o modo de condução desportiva. Ao fim ao cabo, estamos a falar de tração traseira em modelos que oscilam entre os 134 e os 152 cavalos de potência.

Honda E

Se, por um lado, a Honda não perdeu a cabeça com a potência colocada neste modelo, por outro não poupou no que diz respeito à tecnologia. Como padrão vem equipado com câmaras para espelhos retrovisores e espelho retrovisor (opcional este último), capacidade de carregamento rápido de 100kw DC em 30 minutos, uma aplicação para precondicionar o carro e cuidar dele enquanto carrega, muitos sistemas de prevenção de acidentes (incluindo travagem automática, cruise control adaptável, assistência de manutenção de faixa e faróis de máximos automáticos) e várias, mesmo várias, polegadas de ecrãs. Tudo isto vem envolto numa paleta de cores e materiais sutilmente retroprojetados para combinar com o exterior atrevido – disponível em branco, preto, cinza, azul e amarelo fluorescente (a cor base).

O Honda E chega com uma onda de novos EVs pequenos e acessíveis, finalmente ampliando a escolha além do alcance mais longo, mas de opções mais premium e caras como Teslas, o Jaguar I-Pace e Audi e-tron. Neste segmento, a Honda enfrenta o novo Peugeot e-208 (e seu irmão, o Corsa-e), o Mini Electric e o Renault Zoe.

Tiro o chapéu para a Honda pelo ajuste do acelerador, porque nunca balança ou sacode, apenas suaviza o progresso, por mais binário que esteja sobre o pé direito. A tração traseira (chave para a sua distribuição de peso de 50:50 e dinâmica de direção) vai agradar aos “Rally Drivers” e posso confirmar que um empurrãozinho no acelerador numa rotunda molhada resultará em oversteer (sobreviragem). E isto com o controlo de tração ligado.

De volta ao que o Honda E foi projetado para fazer – desfilar sem esforço e pacificamente no tráfego da cidade -, é caso para dizer que também cumpre. A direção de relação variável é leve e direta e o ângulo de viragem é fantástico, o que para um citadino é também uma mais valia!

A suspensão totalmente independente filtra a estrada e o silêncio na cabine, mesmo quando atingimos velocidades mais altas em autoestrada, é notável.

Honda E

Existem alguns botões para “brincar”, nomeadamente o já falado botão de escolha dos modos de direção Normal ou Desportivo. O último simplesmente torna o acelerador mais responsivo, mas nada de exagerado. Mais útil é um modo de pedal único que aumenta a regeneração quando o condutor tira o pé do acelerador, sem ter de usar o travão. Podemos ainda escolher entre três níveis de regeneração – cada um mais agressivo que o outro – usando as patilhas de mais e menos atrás do volante.

As câmaras em vez dos espelhos retrovisores são uma ótima ideia no papel, uma vez que, ao diminuírem a largura do carro, reduzem o arrasto geral em quase 4%, aumentando o alcance e proporcionando visibilidade em qualquer altura. Já na prática também são uma ótima ideia. Confesso que, ao início, estava algo reticente, mas o processo de habituação foi bastante rápido. Podemos ainda alternar entre a visualização normal e ampla.

Passemos aos interiores. Ao aproximarem-se do carro, o Honda E irá detetar a chave, abrirá as maçanetas das portas – embutidas nas mesmas – e os faróis serão exibidos.

A Honda chamou-lhe de “interior estilo lounge”. Em termos de sensação geral, com os assentos de tecido macio na frente, o assento do banco na parte de trás e placas de acabamento de madeira falsa (bem bonita, e eu nem gosto de detalhes em madeira), posso dizer que a marca criou uma atmosfera moderna, com infusão retro e projetada por arquitetos.

No que toca aos ecrãs, temos dois angulares de seis polegadas para os espelhos retrovisores, um painel de instrumentos de 8,8 polegadas atrás do volante, o visor retrovisor e, em seguida, dois ecrãs lado a lado de 12,3 polegadas como peça central – uma para o motorista e outro para o passageiro. Cada um possui seis atalhos na borda externa, sendo que podem executar aplicações separadas ao mesmo tempo e essas apps podem ser trocadas com o toque de um botão.

Honda E

Por exemplo, se ativarmos o CarPlay no iPhone, o sistema pode ser executado num dos ecrãs, enquanto a navegação da Honda, o rádio ou informações sobre o alcance e regeneração estão em execução no outro. Digam “OK Honda” e o assistente pessoal da Honda salta para o ecrã para responder aos vossos comandos. É divertido nos primeiros cinco minutos, mas os comandos são tão específicos que irão levar-vos ao desespero. Se o sistema aprende a voz do condutor e melhora com o tempo, conforme afirma a Honda, ainda está para ser visto, e foi algo que não pude testar durante o período do teste.

Existem portas USB em todos os lugares – dois na frente, dois na parte traseira – uma tomada de 12 V, uma tomada de corrente alternada de 230 V e uma entrada HDMI.

Quando se trata de espaço, é preciso ser realista sobre as situações. Diria que quatro pessoas estarão confortáveis… isto se não tiverem excesso de peso e o percurso não for demasiado longo. A bagageira é pequena – 171 litros com os bancos traseiros levantados (quase o mesmo que um Fiat 500) – mas 861 litros com eles abaixados, o que é um tamanho bastante razoável.

Concluindo, este é, definitivamente, um carro urbano. Se for para isso que o pretendem adquirir, posso garantir que serão muito felizes a bordo deste Honda E. Se, eventualmente, necessitarem de fazer viagens mais longas, terão de contar com as cargas. Se conseguirem, devem obviamente recorrer a carregadores rápidos, uma vez que, em 30 minutos, terão mais de 80% de bateria para seguir viagem.

A unidade ensaiada tem um preço aproximado de 38.000€.

Concerto dos Guns N’ Roses em Portugal passa para 2022

O espetáculo programado para dia 2 de junho não poderá acontecer nos moldes normais, pelo que um adiamento é a decisão mais sensata.

Guns N' Roses

Não aconteceu a 20 de maio de 2020 e também não vai acontecer a 2 de junho deste ano. Falamos, claro, do concerto dos Guns N’ Roses em Portugal, que acaba de ser adiado para 2022.

Assim, marquem na agenda: 4 de junho de 2022. É este o novo dia para a vinda da banda de Axl Rose ao nosso país.

Os bilhetes de 20 de maio de 2020 e 2 de junho de 2021 mantém-se válidos para a nova data, sem necessidade de troca. Para quem não tiver bilhete, podem adquiri-lo nos locais habituais.

A primeira parte do espetáculo fica a cargo de Gary Clark Jr.

Plataforma Voz do Consumidor já permite trocar pontos por vales FNAC

Uma ótima adição para quem tem vindo a guardar pontos e não os trocou por vales Pingo Doce.

Vales FNAC Voz do Consumidor

Não é a primeira vez que falamos sobre a plataforma Voz do Consumidor. Tendo surgido em janeiro do ano passado por parte da Marktest, o site tem o objetivo de reunir todos aqueles que pretendem participar em estudos de mercado e, dessa forma, contribuir para melhores experiências enquanto consumidores.

Já a realizar estudos de mercado, a plataforma tinha, até aqui, somente a possibilidade de trocar os pontos angariados por vales Pingo Doce, o que não é muito comum, dado que plataformas do estilo costumam ter várias opções para rebater pontos.

Pois bem, eis que surge agora uma novidade muito interessante: a possibilidade de trocar pontos por vales FNAC.

Estes vales são digitais e podem ser utilizados tantos nas lojas físicas, como no site oficial, sendo permitido uma utilização parcial ou total do saldo. Além disso, poderão utilizar mais do que um vale digital numa só encomenda.

Se utilizarem no site, basta que, quando chegarem ao passo do método de pagamento, selecionem a opção “Cartão Oferta ou Cartão Troca” e insiram o respetivo código. Já na loja física, e embora a Voz do Consumidor indique que podem apresentar o(s) vale(s) no smartphone, aconselhamos a que levem o(s) vale(s) impresso(s).

Atenção, têm de ter um mínimo de 500 pontos (equivale a um vale de 5€) e terem já concluído um estudo para que possam fazer a respetiva troca por um vale FNAC.

Portanto já sabem: angariem o máximo de pontos possíveis. Quem sabe não conseguem uns quantos vales que vos ajudam a adquirir aquele produto tecnológico, seja uma TV, PC ou PlayStation 5, a um preço mais simpático.

Starlink, a Internet via satélite da SpaceX, quer ter 16 mil utilizadores portugueses até final do ano

Os satélites colocados em órbita já cobrem 100% do território nacional. Até ao final de junho, a Starlink estará disponível para os portugueses.

Starlink - SpaceX

Há bastante tempo que se fala na Starlink, a Internet via satélite da SpaceX, empresa de Elon Musk. Este serviço via satélite, à semelhança de outros, acaba por ser orientado para quem vive em zonas remotas, de baixa densidade populacional e/ou de orografia mais complexa. Agora, eis que ficámos a saber que o serviço vai ficar disponível oficialmente em Portugal a partir de junho.

A novidade foi partilhada pela ANACOM, que teve uma reunião por videoconferência para tratar de matérias relacionadas com o desenvolvimento da constelação de satélites Starlink para fornecimento de acesso à internet.

No decorrer da mesma, Matt Botwin, Director of Global Satellite Government Affairs da SpaceX, revelou que a empresa tinha recentemente completado a cobertura de todo o território nacional pela rede de satélites já colocados em órbita pela SpaceX. Com isso, pretendem dar início, até ao final do mês de junho, à comercialização em Portugal dos seus serviços de acesso à Internet de banda larga via satélite.

Para isso, a SpaceX constituiu no nosso país a empresa Space Exploration Technologies Portugal – SXPT. A empresa revelou que terá capacidade para fornecer o acesso à internet a 50 mil utilizadores em Portugal e que, até ao final deste ano, pretende atingir os 16 mil utilizadores no nosso país.

Além da Starlink, existem outros seis prestadores do serviço de acesso à Internet via satélite em Portugal: Konnect, Tooway, Onesat, Bigblu, SkyDSL e Vivasat. Todos estes estão já a funcionar.

Worten passa a vender os livros da editora Penguin Books no seu site

O site da Worten abrange, atualmente, um catálogo com mais de 200 mil produtos na categoria de Livros.

Worten livros

Depois de, no passado mês de fevereiro, ter disponibilizado o seu marketplace aos produtos da Staples, eis que a Worten reforça a aposta no mercado livreiro com a inclusão dos livros da Penguin Books no seu site.

Quer isto dizer que aquela que é uma das maiores editoras internacionais passa a disponibilizar mais de 20.000 novos títulos que se juntam ao vasto catálogo da Worten.

Trata-se de uma recente e forte aposta da Worten, que visa, assim, corresponder às preferências dos leitores portugueses, através de um catálogo ainda mais diversificado e ao gosto de cada um. O objetivo é que os clientes encontrem qualquer livro que procurem, independentemente do género literário, sem sair de casa.

O site da Worten abrange, atualmente, um catálogo com mais de 200 mil produtos na categoria de Livros.

Panic. A nova série da Amazon Prime Video estreia em maio

Panic é uma série de Amazon Studios criada e escrita por Lauren Oliver.

Panic

Apontem na agenda o dia 28 de maio. É nessa data que estreia Panic, a nova série da Amazon Prime Video.

Panic é a nova série de drama do serviço de streaming da Amazon baseada no best seller homónimo de Lauren Oliver, que assume o papel de criadora e argumentista da série.

Todos os verões numa pequena povoação no Texas, os estudantes finalistas competem numa série de desafios nos quais o vencedor ganha tudo, acreditanto que esta é a sua única oportunidade de escapar e melhorar as suas vidas. Mas este ano, as regras mudaram: o valor do prémio é mais alto que nunca e o jogo tornou-se ainda mais perigoso. Os jogadores enfrentarão os seus medos mais profundos e obscuros e ver-se-ão obrigados a decidir quanto estão dispostos a arriscar para vencer.

O elenco da série inclui Olivia Welch como Heather Nill, Mike Faist como Dodge Mason, Jessica Sula como Natalie Williams, Camron Jones como Bishop Mason, Ray Nicholson como Ray Hall e Enrique Murciano como Xerife Cortez.

Os Avengers chegam ao PS Now, mas não ficam por muito tempo

Borderlands 3 e The Long Dark são as duas outras adições ao catálogo.

Marvel’s Avengers

A partir desta semana, os subscritores do PS Now vão poder vestir o fato dos seus heróis da Marvel favoritos com Marvel’s Avengers, que se junta para a ação ao catálogo do serviço para consolas PlayStation e para o PC (via streaming).

Marvel’s Avengers pode ser jogado na PlayStation 4 e na PlayStation 5 e conta com capacidades cross-play e cross-save, permitindo que os jogadores das duas gerações possam viver aventuras em conjunto, e também que os jogadores da PlayStation 4 possam alternar para a PlayStation 5, isto enquanto tiverem acesso ao jogo, ou se o comprarem.

Esta adição é temporária e diz adeus no dia 5 de julho, ficando depois disponível apenas aos jogadores que adquirirem efetivamente o título.

Além dos vingadores, o PS Now receberá também o caótico e animado Borderlands 3, a mais recente sequela do “shlooter” cooperativos da Gearbox.

PS Now

Também disponível por tempo limitado, Borderlands 3 só diz adeus a 29 de setembro, para entreter os subscritores do PS Now mais um pouco durante o verão.

Por fim, a terceira oferta chega para ficar, com The Long Dark, um jogo de exploração e sobrevivência que promete desafiar os mais corajosos a explorar o mundo após um evento catastrófico.

O PlayStation Now é também compatível com o PC, estando disponível em três modalidades, com um mês a custar 9.99€, três meses a custarem 24,99€ e 12 meses a custarem 59,99€. Mas antes de se lançarem nesta aventura, há ainda sete dias de teste para garantir que conseguem jogar estes jogos nas melhores condições possíveis.

Mercadona também vai chegar ao Montijo

Depois de, no ano passado, termos ficado a saber que o grupo espanhol iria abrir uma loja em Setúbal, eis que também o Montijo vai, em breve, ganhar um supermercado da marca.

supermercado

Em outubro do ano passado, a Mercadona fez saber que, para 2021, previa abrir mais 10 supermercados em Portugal. Entretanto, já em fevereiro deste ano, a empresa fez saber que não iria abrir 10 lojas, mas sim nove, espalhadas pelos distritos do Porto, Braga e Aveiro.

No entanto, a Mercadona tem-se focado principalmente no norte do país, onde já tem uma presença fortíssima. Com isto, começaram a surgir rumores de que, eventualmente, a cadeia espanhola iria expandir-se para outras zonas do país. Em novembro do ano passado, o jornal O Setubalense dava conta de que a Mercadona iria chegar a Setúbal. Agora, há mais uma cidade que vai contar com os produtos da marca espanhola: Montijo.

“Confirmamos que assinámos [a compra de] um terreno no Montijo com aproximadamente 15 mil metros quadrados, com vista à instalação de um supermercado Mercadona”, revelou Ana Carreto, directora de Relações Externas da marca em Portugal, em resposta ao mesmo jornal. Recorde-se que, no ano passado, a empresa não quis abrir o jogo sobre esta possibilidade de chegar à cidade.

No Montijo, o supermercado vai ser construído na zona do Pau Queimado. Terá uma área de venda de cerca de 1900m2 e um parque de estacionamento com 190 lugares. Já em Setúbal, o espaço irá localizar-se na zona do Monte Belo, e terá características semelhantes.

Para já, não existe data de abertura prevista para nenhum dos novos espaços, mas espera-se que sejam inaugurados algures em 2022.