Análise – Alba: A Wildlife Adventure (Xbox Series X|S)

Uma aventura de verão para todas as idades.

Como uma aventura de verão, o novo título da ustwo games constrói-se entre a nostalgia e a inocência da infância, assumindo-se como uma excelente aposta para todos aqueles que procuram uma experiência mais educativa e para partilhar com os seus entes próximos. Alba: A Wildlife Adventure é reconfortante, muito curto, mas sempre bem-humorado que revela o quanto o foco e as boas intenções são capazes de elevar uma campanha muito rudimentar a um novo patamar sem precisar de artificialidades ou efeitos visuais.

É difícil ficarmos indiferentes à estória de Alba e não regressarmos aos verões que passámos com avós e familiares longe de pais e do nosso quotidiano. A ustwo games conseguiu captar esta ideia de aventura e deslumbramento sem perder o coração e inocência de Alba: A Wildlife Adventure, transportando-nos para uma ilha mediterrânea num verão que levará a jovem a parar a destruição do parque natural em prol de um resort gigantesco. Com um amor por fotografia, incutido pelo seu avô, e com a ajuda da sua amiga Inês, Alba terá de fotografar as várias espécies de animais presentes na ilha e mostrar aos habitantes que o parque deve ser não só protegido, como restaurado. Para tal, precisa de 50 assinaturas para a sua petição e esse é o grande objetivo da campanha.

Fui imediatamente transportado para o passado, para os verões no Alentejo na companhia dos meus avós e das aventuras que tinha com amigos, que considerava de alma e coração, ao longo de uma semana longe da cidade e da confusão do quotidiano. Alba mantém este lado ternurento, quase mágico, onde somos transportados para um mundo especial e único onde tudo é possível. Ao longo de uma semana, Alba e Inês conseguem não só recuperar o parque natural como convencer o presidente da junta a parar a construção do hotel, numa estória que ficará, assim sentimos, para sempre na vida das duas jovens.

Alba: A Wildlife Adventure

Esta aventura de verão foca-se maioritariamente na descoberta de animais e na captura de fotografias para completarmos o glossário de Alba. Com uma ilha inteira à nossa exposição, que podemos explorar quase livremente, é necessário visitar todas suas zonas, ajudar os habitantes e vizinhos em missões secundárias e conhecer a fauna à nossa volta. Apesar de não existir um foco muito acentuado na qualidade das fotografias, com o jogo a centrar-se mais na sua descoberta e no desbloqueio de informações sobre cada uma das espécies, é difícil não ficarmos entranhados na euforia da exploração e na antecipação da descoberta assim que começamos a encontrar novas espécies.

A campanha é muito curta, com uma duração que pode variar entre as três e as cinco horas – dependendo do vosso empenho –, mas foi refrescante encontrar um videojogo mais preocupado em manter o seu ambiente descontraído do que a encher o jogador de atividades secundárias. Alba não precisa de artificialidades. A ilha é pequena, mas muito fácil de navegar, com pontos de interesse bem definidos e localizados, e sentimos que tudo está à distância de um pequeno passeio. Isto ajuda a exploração e a descoberta de novos animais, existe uma motivação adicional para conhecermos todos os vizinhos de Alba e ajudarmos nas pequenas tarefas, como a recolha de lixo, a reconstrução de casas de pássaros e o salvamento de animais em perigo.

O que admiro mais em Alba: A Wildlife Adventure é a sua aposta na educação e na luta pela preservação da natureza. É um jogo de edutainment, arrisco-me a dizer, sob a alçada de aventura e exploração, mas rapidamente percebemos o cuidado e amor com que a equipa desenvolveu a estória de Alba e dos animais à sua volta. Através do glossário, por exemplo, podemos conhecer melhor as espécies presentes na ilha, como o seu habitat e como se comportam, com o jogo a reforçar o quanto é importante preservar os parques naturais por todo o mundo.

Alba: A Wildlife Adventure

A mensagem nunca é demasiado maçadora ou complexa, mantendo um diálogo acessível a jogadores de qualquer idade, e torna-se rapidamente num veículo importante para ensinarmos os mais novos sobre a importância da preservação, da reciclagem e da entreajuda. Tudo isto envolto numa estrutura de colecionáveis e sob o estilo de uma descontraída férias de verão. Nunca deixa de ser satisfatório ver a ilha a ficar mais limpa e organizada através das nossas ações.

Alba: A Wildlife Adventure não é um jogo perfeito e nem o tenta ser. A versão para consolas apresenta alguns bugs e falta de polimento nos cenários, mas a sua alma é irrepreensivelmente forte e reconfortante. Terminei a minha jornada com um enorme e sincero sorriso que ainda agora não consigo afastar. Viajei até ao passado, até à infância e o título da ustwo games é uma ressalva para um ano que se mantém atribulado. Às vezes é bom conseguirmos desligar e simplesmente deixarmo-nos levar pelos videojogos.

Alba não é apenas a protagonista deste videojogo, mas sim uma representação coletiva de todos nós e não poderia existir melhor forma de começar o verão do que esta.

Nota: Muito Bom

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch
Jogado na Xbox Series S
Cópia para análise cedida pela Bastion PR.

Análise – Mighty Goose (PlayStation 4)

Um ganso mercenário leva-nos numa viagem intergalática em busca de criminosos neste divertido jogo de ação e plataforma.

Nunca pensei que o ganso fosse um animal suficientemente popular para se transformar, de videojogo para videojogo, numa mascote não-oficial da indústria dos videojogos, mas aqui estamos nós. Se Untitled Goose Game trouxe-nos uma experiência mais leve e até realista, onde controlávamos um ganso através de uma aldeia rústica, já Mighty Goose é o seu contrário, um jogo de ação e aventura, inspirado em clássicos como Mega Man e Metal Slug, que transforma o adorável ganso num caçador de prémios implacável numa experiência pouco ou nada original, mas imensamente divertida.

O título da Blastmode, que chegou este mês ao PC e consolas, é difícil de ignorar quando apresenta uma premissa tão simples, no papel deste ganso mercenário e munido de uma armadura robótica – que relembra o famoso Blue Bomber –, e uma jogabilidade intuitiva, divertida e também desafiante. Mighty Goose é um jogo de ação e plataformas com um enorme foco no combate rápido, na combinação entre diferentes armas e na movimentação ao longo de níveis pouco variados, mas cujos desafios mantêm-nos atentos e em alerta. Com várias zonas disponíveis, que podemos revisitar ao longo da campanha, o nosso ganso pode disparar, saltar, rebolar e desbloquear novas habilidades – como maior velocidade e a possibilidade de enrolar numa bola – à medida que destrói um leque suficientemente variado de inimigos e salva novos companheiros de viagem, que ajudam em combate.

Mighty Goose

O formato de Mighty Goose é tradicional e segue a fórmula vencedora do género ao colocar-nos em níveis quase sempre extensos que se dividem entre fases de combate, de plataformas e ainda em desafios ocasionais e únicos a cada zona. Apesar de oferecer poucas novidades, defendo que essa é a grande vantagem de Mighty Goose, esta aproximação aos clássicos com o objetivo de criar uma aventura limada e divertida face às exigências atuais de “mais é melhor”. Não precisamos de muito mais: níveis desafiantes, cujo level design é simples e focado, que terminam sempre numa batalha contra um boss gigantesco que apresenta novas formas de jogar, seja através de um maior foco nas plataformas e reflexos, seja na inclusão de objetivos secundários – como a destruição de partes específicas destes inimigos – que trazem alguma variedade aos confrontos.

Entre níveis regressamos à base do adorável ganso e temos a possibilidade de ativar novas habilidades e alterarmos os nossos companheiros de guerra. Com um limite de energia, é preciso escolher eficazmente as melhorias que aplicamos ao nosso mercenário, se queremos, por exemplo, uma maior rapidez nos movimentos ou mais poder de ataque. Esta variedade de habilidades motiva-nos a repetir os níveis de Mighty Goose em busca das melhores pontuações à medida que recolhemos recursos, com o sistema de combos a ser suficientemente eficaz a motivar-nos a tentar os melhores tempos e classificações possíveis.

Já os parceiros assumem-se como um complemento perfeito ao sistema de habilidades, no sentido em que podemos conciliar ataques e vantagens à medida que encontramos confrontos mais desafiantes. Podemos apostar, por exemplo, num pato que ataca quem se aproxima de nós, mas também podemos recrutar a ajuda de um porco que nos dá regularmente munições para a metralhadora – num sistema de recolha de armas e balas que parece ter sido inspirado no já mencionado Metal Slug. Não existem grandes surpresas, mas é um complemento que dá alguma profundidade a uma jogabilidade que se quer simples.

Mighty Goose

A ação frenética e caótica de Mighty Goose conquistou-me assim que terminei o primeiro nível, mas seria impossível não apontar alguns problemas. O primeiro é a presença de algumas habilidades que precisavam de mais destaque e situações de peso em que podiam ser utilizadas, como a possibilidade de pairarmos quando disparamos para baixo. É uma mecânica que se torna útil em combate, mas senti falta de sequências de plataformas onde fosse essencial dominá-la para uma deslocação ainda mais eficaz.

O segundo problema recai sobre os efeitos visuais que obstruem a visibilidade dos jogadores durante os momentos mais intensos, com robots a explodirem em luzes à medida que a ação continua. Este caos (quase) controlado levou-me a sofrer dano quando menos esperava, ocupando o ecrã desnecessariamente e complicando o que deveria ser simples. Por fim, temos um problema pessoal e quase inesperado, mas que me vejo na obrigação de o destacar. Apesar de apreciar a simplicidade dos níveis, no que toca ao seu design, senti-me progressivamente a não apreciar da duração extensa de cada nível. Para o tipo de ação que oferece, Mighty Goose devia apresentar níveis mais curtos que exponenciassem os confrontos rápidos sem necessitar de uma enorme repetição no design das zonas. Em sessões mais extensas, é um jogo que vos poderá cansar.

Ainda não consigo compreender esta nova obsessão por gansos, mas Mighty Goose tem charme suficiente para não me fazer questionar a sua popularidade. É um jogo de ação e plataformas que nos envolve na sua repetição e loop satisfatórios, conseguindo sempre apresentar algumas surpresas e desafios interessantes. Não é um colosso do género, mas é um bom apanhado de várias mecânicas clássicas com um tom mais atual. No fundo, o que interessa é perceber se é divertido e posso confirmar que Mighty Goose é muito divertido.

Nota: Bom

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela Stride PR.

Uber Eats aumenta taxa de entrega ao domicílio

No fim de tudo, é cada vez mais caro utilizar a aplicação.

À medida que plataformas como a Glovo e a mais recente Bolt Food crescem em Portugal, tal significa uma maior concorrência para o conhecido serviço Uber Eats. Com isso, o serviço pode vir a ser menos utilizado, e isso pode resultar num ajuste de custos.

Recentemente, sem sequer ter anunciado publicamente qualquer alteração, a Uber Eats aumentou o custo das taxas de entrega de refeições ao domicílio, neste caso em 0,50€.

O valor não é propriamente chocante, mas para quem utilizar muito a Uber Eats, pode começar a ser difícil justificar a utilização da plataforma, especialmente com as frequentes promoções das plataformas concorrentes.

Por exemplo, se até há bem pouco era cobrada uma taxa de entrega de 1,90€ de uma refeição vinda de um estabelecimento a poucos metros do local de entrega, esse valor subiu agora para os 2,40€. O mesmo acontece para restaurantes que já se encontravam longe do destino final: eram cobrados 3,40€, mas esse valor é agora de 3,90€.

Não temos a certeza se estes 0,50€ extra estão a ser cobrados em todos os estabelecimentos, mas, para quem conhece bem a Uber Eats, certamente terá reparado neste súbito aumento da taxa de entrega. Esperemos, no entanto, que este valor acrescido seja para dar melhores condições aos estafetas e restaurantes.

Crítica – Godzilla vs. Kong

Godzilla vs. Kong é um regresso em forma do divisivo MonsterVerse. Desde CGI genuinamente impressionante e visualmente orgásmico até às lutas entre monstros repletas de adrenalina e energia, este filme é a definição de puro entretenimento de blockbuster.

Sinopse: “Numa era em que os monstros andam pela Terra, a luta pelo futuro da humanidade coloca Godzilla e Kong em rota de colisão. Enquanto Monarch embarca numa missão perigosa em terreno desconhecido e descobre pistas sobre as origens dos Titãs, uma conspiração humana ameaça erradicar todos os seres vivos da face do planeta, para sempre.”

Se leram as minhas outras críticas do MonsterVerse, sabem que, apesar de ser fã dos Titãs, a minha opinião sobre os filmes não tem sido a melhor. Desde o surpreendente Godzilla ao inacreditavelmente dececionante King of the Monsters, passando pelo genérico Kong: Skull Island, este universo cinemático não se encontrava propriamente a seguir o caminho certo para mim. Ao passo que os efeitos visuais e a ação melhoravam, os dois pilares de filmmaking – história e personagens – estavam a ser tratados com menos cuidado após cada nova longa-metragem. Mesmo as sequências de luta do último filme foram uma surpresa negativa, devido à falta de visibilidade. Portanto, entrei para Godzilla vs. Kong com expetativas moderadas, sabendo que podia deixar o cinema sem me sentir particularmente feliz…

Bom, não podia estar mais contente por escrever que desfrutei imenso! Trazer de volta Max Borenstein, o argumentista que ajudou a arrancar este universo, após a sua ausência no último filme, e adicionar Eric Pearson, um dos guionistas de Thor: Ragnarok, provou ser uma decisão inteligente. Não, o seu argumento não é uma obra-prima nem nada remotamente próximo de ser um guião inovador e impressionante. No entanto, os escritores prepararam a batalha entre os dois Alpha Titans sem a necessidade de dispositivos de enredo ridículos ou decisões de personagens ilógicas, que é tudo o que sempre pedi desta franchise. Nunca esperei que um filme com dois monstros gigantes a lutarem entre si possuísse uma história inovadora e profunda. Tudo o que desejava era uma narrativa direta que não tentasse executar as ideias mais absurdas alguma vez pensadas.

Godzilla vs. Kong

Borenstein e Pearson são capazes de criar uma história simples baseada num conceito admitidamente cliché – versão 12834 da “Terra oca” – que nunca pede demasiado aos espectadores. Claro que existem muitos momentos em que o público simplesmente terá de aceitar e seguir em frente. No entanto, mantém o foco principal nos monstros, distraindo os espetadores das personagens formulaicas. Ainda assim, Alexander Skarsgård interpreta um protagonista decente e Rebecca Hall tem uma relação interessante com a sua filha adotiva, Jia (Kaylee Hottle), por isso, nem todas as personagens são finas como papel ou copiadas de arquétipos demasiado repetidos. Millie Bobby Brown volta para repetir o seu papel enquanto Madison Russell, mas o seu arco assenta num subplot irrelevante que só prejudica o ritmo do filme.

Numa película em que a grande maioria de storytelling depende de exposição pesada, não ajuda nem o ritmo nem o tom do filme ter uma linha narrativa inteira dedicada a conspiradores a tentarem infiltrarem-se na Apex para encontrar segredos que todos os membros do público já conhecem desde o início. É um subplot sem impacto que nem sequer oferece cenas de ação verdadeiramente entretidas. Sinceramente, dá a sensação de que a jovem atriz está a ser usada como objeto de marketing, visto que é a única atriz principal do filme anterior a ter um tempo de ecrã significativo neste. É realmente uma pena, pois é definitivamente uma das atrizes mais jovens a trabalhar hoje em dia com o maior potencial. Mas chega de nitpicks e problemas…

Godzilla vs. Kong proporciona, sem dúvida, as batalhas entre monstros energéticas, entusiasmantes e de deixar o queixo caído que todos têm estado à espera. Os efeitos visuais possuem uma curva exponencial de evolução, o que significa que as mudanças mais incríveis podem acontecer de um ano para o outro. O trabalho excecional de CGI neste filme é um orgasmo visual. Esperei um mês inteiro para poder ver este filme no maior cinema IMAX do país e saí visualmente saciado. Desde a aparência deslumbrante dos Titãs às sequências de luta genuinamente espantosas, os artistas de efeitos especiais são os verdadeiros criadores deste filme. Não tenho vocabulário para os elogiar o suficiente, por isso, deixo um sincero “obrigado”.

Adam Wingard (Blair Witch, The Guest) podia ter controlado o tempo gasto em cada enredo um pouco melhor, mas, no geral, faz um trabalho excelente. Existem mais personagens e histórias secundárias do que o necessário, mas estas não se sentem tanto devido à realização impecável de Wingard. Os monstros defrontam-se por diversas ocasiões que estão bem estruturadas, contando uma história guiada por ação sem diálogos ou outro tipo de exposição. Tecnicamente, adoro como todos os locais têm uma cor e uma atmosfera própria. Tom Holkenborg (também conhecido por Junkie XL) cria uma banda sonora arrepiante que realmente eleva as sequências de ação, todas muito bem editadas (Josh Schaeffer). Numa nota geral, o valor de produção é tão impressionante como esperado de uma saga de cortar a respiração visualmente.

Godzilla vs. Kong é um regresso em forma do divisivo MonsterVerse. Max Borenstein e Eric Pearson conseguem escrever um argumento descomplicado sem pontos de enredo absurdos ou decisões de personagens extremamente irracionais, que é tudo o que sempre desejei por parte desta franchise, mesmo que contenha imensas fórmulas e clichés. Ninguém antecipa um guião digno de Óscar, mas algo que possa servir de companhia às enormes batalhas entre os Titãs.

Adam Wingard tem dificuldades em equilibrar as histórias secundárias desnecessárias e irrelevantes que, infelizmente, afetam o ritmo e o tom do filme, mas, em última análise, é capaz de montar todas as sequências de luta de forma adequada. Relativamente à ação, esta é, de longe, o melhor exemplo da saga. Desde CGI genuinamente impressionante e visualmente orgásmico até às lutas entre monstros repletas de adrenalina e energia, este filme é a definição de puro entretenimento de blockbuster.

Como esperado, um valor de produção extraordinário e uma banda sonora perfeita de Junkie XL fazem desta crítica uma recomendação sem avisos.

App da Sport TV deixa-nos ser uma espécie de treinador de bancada no Euro 2020

Isto porque é possível ter acesso a diversas câmaras.

Foi em março passado que falámos na última vez na app Sport TV, até porque tinha ficado disponível para Android TV e Apple TV, permitindo ver os jogos, seguir os resultados, estatísticas e ver os vídeos dos melhores momentos em qualquer divisão da casa. Agora, em pleno Euro 2020, voltamos a destacar a aplicação, mas agora devido a outra funcionalidade.

É que a app disponibiliza três feeds da UEFA que podem ser alterados de acordo com o jogo, numa funcionalidade exclusiva para assinantes SPORT TV Multiscreen. Quer isto dizer que existem câmaras que seguem uma equipa nas fases de aquecimento, jogo, pós-jogo ou um jogador em particular.

Este sistema permite acompanhar o jogo a um nível de detalhe só comparável com um treinador. De resto, nos jogos de Portugal, fiquem a saber que poderão até ter acesso a um Tactical Feed.

Como referimos, esta é uma funcionalidade somente disponível para assinantes SPORT TV Multiscreen, cujo preço é de 29,99€, sendo logicamente mais caro que as modalidades Sport TV Premium e Premium HD. Porém, a modalidade Multiscreen tem a vantagem de permitir a visualização dos canais Sport TV em vários ecrãs, como no PC e smartphone.

Häagen-Dazs aposta em gelados com álcool no mercado nacional

São dois gelados adaptados de sabores de cocktails.

Recentemente, a Häagen-Dazs celebrou uma parceria com a Glovo de modo a disponibilizar as suas lojas naquela plataforma. Agora, e para aproveitar o bom tempo, surgem dois novos sabores, neste caso adaptados de cocktails.

Na prática, a marca tem agora dois gelados com álcool à vendas nas suas lojas: Lime Mojito Sorbet e Piña Colada Ice Cream. O Lime Mojito Sorbet é um sorvete de lima com rum e molho de lima e folhas de hortelã, naquela que é uma opção 100% vegan. Já o Piña Colada Ice Cream é um gelado de ananás e coco ralado com molho de rum e ananás.

Embora com álcool, esse travo é muito suave, uma vez que o teor alcóolico é inferior a 1,1%.

Inspirada nestes novos sabores, a Häagen-Dazs apresenta ainda uma nova criação, o Pineapple Mango Paradise, em formato standard e mini. Esta novidade inclui o novo sabor Piña Colada Ice Cream, Mango Sorbet, cookie de macadâmia, cubos de ananás e natas.

Complementarmente a estas novidades, continua a ser possível os consumidores poderem personalizar as suas sobremesas – crepes e waffles -, combinando-os com os seus sabores de gelado favoritos, incluindo estes dois novos, e toppings à escolha.

G.Skill revela uma caixa pentagonal para PC

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A Z5i Mini-ITX Case foi desenhada para tornar os componentes mais acessíveis.

Se não se consegue inventar, reinventa-se. É mais ou menos assim que surge a Z5i Mini-ITX Case, a nova caixa para PCs tipo torre da G.Skill, que tem um design único de formato pentagonal.

Desenhada para tornar o acesso a componentes mais facilitado, a Z5i Mini-ITX apresenta-se com o formato de pequenas dimensões, mas preparada para componentes de alto desempenho. O seu aspeto em prisma, pentagonal, com vidro temperado curvado, está preparado para ser facilmente aberto dos dois lados, revelando assim o interior do PC, com suporte para ventoinhas até 280mm, refrigeração líquida e GPUs de dimensões até 330mm.

A caixa conta ainda com ligações USB 3.1 tipo C e duas USB 3.0 no painel frontal, filtros anti-pó magnéticos para limpeza facilitada e iluminação extra para apimentar o aspeto das nossas configurações.

Outsider: Depois da Vida com lançamento no PC

E já existe uma demo para se experimentar.

Inicialmente lançado nos smartphones, Outsider: Depois da Vida é uma experiência narrativa do estúdio nacional Once a Bird que nos coloca no corpo de um pequeno Android, sendo a última esperança para a sobrevivência de um universo moribundo.

Agora, Outsider prepara-se para uma nova aventura numa nova plataforma, levando a sua experiência filosófica, pensativa, provocadora, à base de puzzles e mistérios, até aos jogadores de PC, já a 13 de julho.

Até lá, os mais curiosos podem experimentar um pedaço de Outsider através de uma demo na Steam ao abrigo do festival Steam Next Fest, que começa já esta semana, a 16 de junho.

Outsider: Depois da Vida foi lançado originalmente em julho de 2020 e tornou-se rapidamente um sucesso entre jogadores e crítica, acumulando mais prémios e nomeações notáveis, tais como:

● Apple App Store – Jogo do Dia
● Unfold Games Awards 2021 – Menção Honrosa
● Indie X 2019 – Vencedor de Melhor Jogo Português
● Game Connection Europe 2019 – Nomeado para Melhor Jogo de PC, Melhor Jogo Casual e Melhor Qualidade de Arte
● DreamHack Summer 2019 – Vencedor de Melhor Jogo Artístico
● PlayStation Talents 2018 – Nomeado para Melhor Jogo Português
● Eurogamer Summer Fest 2018 – Nomeado para Melhor Jogo Português

Atualmente podem jogar Outsider: Depois da Vida em dispositivos Android e iOS.

Prepara o teu smartphone para o jogo oficial dos Jogos Paralímpicos

O pré-registo já está aberto.

Em vésperas dos Jogos Olímpicos e dos Jogos Paralímpicos, vem aí o videojogo oficial focado nas modalidades especiais do evento multidesportivo que ocorre em Tóquio entre 24 de agosto e 5 de setembro.

Desenvolvido pela JP Games, Pegasus Dream Tour é o nome do jogo oficial dos Jogos Paralímpicos, que surge com o intuito de promover o Movimento Paralímpico, de criar relação com novas audiências e de ser uma nova forma de divulgação desporto paralímpico.

Neste jogo para smartphones, os jogadores podem criar os seus avatares com recurso à câmara do smartphone e tornar-se campeões paralímpicos, de modo a marcarem presença nas competições mais importantes, entre modalidades online de atletismo, basquetebol em cadeira-de-rodas, Boccia e futebol de 5.

Com o apoio de vários comités olímpicos onde se inclui o Comité Olímpico de Portugal, o jogo conta também com a presença de nove dos melhores atletas paralímpicos do mundo, que poderão ser conhecidos melhor quando o jogo for lançado oficialmente a 24 de junho.

Com lançamento no iOS e Android, Pegasus Dream Tour já pode ser pré registado no Google Play.

Limited Run Games revelou cerca de 30 novas versões físicas de jogos digitais

Conhece aqui a lista de jogos que podes adicionar à tua biblioteca física.

Numa era em que o digital torna os jogos mais acessíveis e que potencia a experiência imediata a títulos dos indies aos de grandes produções, são muitos os produtores e estúdios que adotaram os lançamentos 100% digitais.

Para garantir que o sonho do formato físico não morre, surgiu a Limited Run Games, que juntamente com estúdios e distribuidoras, garante o lançamento em números limitados de alguns dos jogos independentes mais aclamados do momento.

Com presença da E3 2021, a Limited Run Games revelou os planos do futuro, onde se juntaram anúncios exclusivos de alguns lançamentos, e onde pudemos ficar a conhecer uma lista de quase jogos que vão ter direito a versões físicas. São eles:

  • Axiom Verge 2 (Switch, PS4, PS5)
  • BloodRayne Betrayal: Fresh Bites (Switch, PS4)
  • Castlevania Requiem: Symphony of the Night & Rondo of Blood (PS4)
  • Castlevania: Rondo of Blood (Turbo Duo)
  • Contra Anniversary Collection (Switch, PS4)
  • DOUBLE DRAGON & Kunio-kun Retro Brawler Bundle (Switch)
  • DUSK (Switch, PS4)
  • Ghoul Patrol (Switch, PS4, SNES)
  • Going Under (Switch, PS4)
  • Haven (Switch, PS4, PS5)
  • Huntdown: Collector’s Edition (Switch, PS4)
  • One Step From Eden (Switch, PS4)
  • Plumbers Don’t Wear Ties (Switch, PS4, PS5, PC)
  • République: Anniversary Edition (Switch, PS4, PlayStation VR)
  • RetroMania Wrestling (Switch, PS4)
  • River City Girls (PS5)
  • River City Girls Zero (Switch)
  • River City Girls 2 (Switch, PS4, PS5)
  • RWBY: Grimm Eclipse (Switch)
  • Shantae (PS4, PS5)
  • Shantae: Risky’s Revenge – Director’s Cut (PS5)
  • Shantae and the Pirate’s Curse (PS5)
  • Shantae: Half-Genie Hero Ultimate Edition (PS5)
  • Shantae and the Seven Sirens (PS5)
  • SkateBIRD (Switch, PS4)
  • Strife (Switch)
  • SUPERHOT (Switch, PS4)
  • The TakeOver (Switch, PS4)
  • Zombies Ate My Neighbors (Switch, PS4, SNES, Genesis)

Para adquirirem estes jogos e outros disponíveis pela Limited Run Games, terão que visitar a sua loja online.

Code 8 vai ter uma sequela a estrear diretamente na Netflix

Ainda não tem data de estreia.

No verão de 2015, os primos Robbie e Stephen Amell gravaram uma curta-metragem, Code 8, que serviu de teaser para uma potencial longa-metragem. Em março de 2016, os atores lançaram uma campanha de crowdfunding no Indiegogo, pedindo 200 mil dólares para lançar o filme, valor que foi ultrapassado nas primeiras 36 horas, e que acabou por angariar cerca de 2 milhões e 60 mil euros graças ao donativo de 28 mil pessoas.

O filme, cujas gravações começaram em junho de 2017, chegou aos cinemas e à Internet em dezembro de 2019. No ano seguinte, e já depois de se saber que um spinoff em formato série estava a ser desenvolvido para a plataforma Quibi, que entretanto deixou de existir, a Netflix disponibilizou a longa-metragem na sua plataforma.

Agora, e tendo em conta que Code 8 acabou por ter bastante sucesso, apesar dos críticos não terem ficado convencidos, eis que a Netflix anunciou que uma sequela está a ser desenvolvida, esperando-se que estreie algures em 2022.

Neste segundo filme, conhecido para já como Code 8: Part II, iremos acompanhar uma jovem que descobre que possui habilidades sobrenaturais após ver o seu irmão ser assassinado por um grupo de polícias.

Como é óbvio, Robbie Amell e Stephen Amell estão de volta, assim como o realizador do filme original, Jeff Chan, aqui também encarregue de co-escrever o guião juntamente com Chris Paré, Sherren Lee e Jesse LaVercombe Chan.

As filmagens deverão arrancar no final do ano. Recorde-se que Code 8 acontece num mundo em que 4% da população nasce com superpoderes, sendo discriminados pelas outras pessoas.

Ah, relativamente ao spinoff. Para já, e tendo em conta que a plataforma Quibi já não existe – os conteúdos da plataforma foram depois adquiridos pela Roku -, esse projeto está no limbo.

Há uma nova loja Meu Super no Sardoal

É a 22ª loja Meu Super no distrito de Santarém.

Depois de, mais recentemente, ter aberto uma loja em Estoi, no distrito de Faro, eis que a Meu Super inaugurou hoje, dia 15 de junho, uma nova loja de proximidade no Sardoal.

O novo espaço comercial, localizado na Rua Bivar Salgado nº49, conta com uma área total de venda de 188 m2 e, à semelhança dos demais, pretende ser uma referência junto da população local, com uma gama de produtos ajustada à região.

Tal como qualquer outra loja Meu Super, o estabelecimento do Sardoal disponibiliza vários produtos das marcas Continente, como a Seleção ContinenteFácil & Bom ContinenteContemporalÁrea Viva ou MyLABEL.

Este superfície comercial, a 22ª loja Meu Super no distrito de Santarém, está a funcionar de segunda a domingo, das 9h às 21h.

MB Way e Heineken juntam-se para oferecer cerveja durante o Euro 2020

Todos os dias há vencedores.

De um lado, um popular serviço de pagamentos. Do outro, uma marca que cerveja, que por acaso calha ser um dos principais patrocinadores oficiais do Euro 2020. Falamos, naturalmente, do MB Way e da Heineken, que se juntaram para uma campanha que permite ganhar cervejas Heineken durante toda a competição de futebol.

A mecânica desta campanha é muito simples. Basta fazerem uma compra com MB Way, seja no supermercado, no restaurante ou bar de praia, quando forem meter combustível, entre outras possibilidades, e ficam automaticamente habilitados a receber em casa packs de cerveja, neste caso 72 garrafas 25cl da Heineken.

Todos os dias há vencedores e, nos dias de jogos da Seleção Nacional (15, 19 e 23 de junho), existe um prémio especial onde se oferece um ano de cerveja grátis, isto é, 360 garrafas de 25cl da Heineken.

Esta campanha estará ativa até às 23h59 de 11 de julho, dia programado para acontecer a final do Euro 2020.

Grupo Accor abre novo hotel Mercure em Fátima

Situado a cinco minutos a pé do Santuário de Fátima.

Depois de Braga, Figueira da Foz, Lisboa, Almada, Porto e Gaia, eis que há agora um novo hotel Mercure em Portugal, neste caso em Fátima. O Mercure Fátima promete ser o refúgio perfeito para a descoberta do património natural, paisagístico e histórico do centro de Portugal.

O novo hotel situa-se na Rua Cónego Manuel Nunes Formigão 4, a cinco minutos a pé do Santuário de Fátima. Operando em regime de franchise, é gerido pela reconhecida Casa Plátano, empresa fundada em 1979 em Fátima, e que dispõe de loja de objetos religiosos e souvenirs, cafetaria e restaurante.

O Mercure Fátima conta com 72 quartos de tipologias distintas, oferecendo também quartos para pessoas com mobilidade reduzida. Inspirado na árvore Plátano, que predomina na principal avenida de Fátima, este hotel caracteriza-se por ser um espaço neutro e repleto de luz, dispondo de serviço de teleconsulta médica gratuita através de uma parceria com a AXA, receção e room service 24 horas, parque de estacionamento, bar e restaurante.

O Plane Tree Bistrô & Bar é o espaço destinado às refeições do Mercure Fátima. Oferece um menu de inspiração portuguesa, com pratos típicos, saladas e aperitivos. É possível encontrar pratos como Lombo de bacalhau assado no forno servido com brás de espargos verdes e molho de pimentão fumado; Naco de vitelão dos Açores com chips de batata, coleslaw e molho de mostarda, e Coxa de pato a baixa temperatura com arroz de forno e picle de legumes. Ainda estão disponíveis sobremesas irresistíveis como Pudim de vinho do Porto e laranja servido com fruta marinada em baunilha e suspiros de café ou, se preferirem, Brownie de chocolate e nozes com gelado de laranja algarvia. Os clientes do Mercure Fátima poderão ainda usufruir do restaurante Casa Plátano, inserido no edifício do hotel.

O novo hotel disponibiliza uma oferta de produtos de qualidade, frescos e da época, dando preferência a fornecedores locais, de acordo com a política do programa Discover Local, e promovendo a eliminação de aditivos controversos. A sua carta responde às diferentes necessidades alimentares, dando resposta aos regimes alimentares específicos (dieta sem glúten, vegetariana, etc.).

Razer vai de mala cheia à E3 com o ultra-portátil mais avançado de sempre

E com um novo monitor e uma máscara de proteção avançada.

A Razer foi pela primeira vez à E3 com uma conferência em nome próprio, mas em vez de apresentar videojogos, foi revelar aquilo que faz melhor: equipamentos para jogadores e lifestyle.

Sendo a primeira vez que a marca se apresentou neste certame, que aconteceu em formato digital este ano, esta quis causar impacto e fêlo com um marco histórico para o seu legado, revelando um novo Razer Blade 14, o seu ultra-portátil, numa versão mais compacta, mas também mais potente, designando-se até como o ultra-portátil mais avançado do planeta.

O Ultra-portátil mais avançado do planeta

Cheio de novidades, o novo Razer Blade 14 aparece cerca de três anos depois do lançamento do seu último modelo e destaca-se, primeiramente, por ser o primeiro portátil da marca a receber processadores da AMD, neste caso o AMD Ryzen 9 5900HZ de oito núcleos, que, segundo a Razer, oferece o melhor desempenho dentro da sua categoria.

Aliado ao poderoso processador, o novo modelo suporta GPUs da NVIDIA com a versão mais avançada a tirar partido de uma NVIDIA GeForce RTX 3080 para portátil, garantindo experiência de jogo e de produção de conteúdos sem compromissos. Em cima disto temos ainda um monitor Quad HD de 165Hz, com o ecrã mais compacto do mundo, suporte RGB Chroma e THX Spatial Audio que, em uníssono, podem ajudar a aumentar a imersão dos jogos.

Com grandes características, o novo Razer Blade 14 promete uma autonomia bastante versátil até 12 horas graças à eficiência do novo processador da AMD e ao sistema de refrigeração que mantém o sistema o mais fresco possível, mesmo em utilização intensa.

A grande surpresa deste anúncio é que quem estiver à procura de um novo computador portátil pode já comprar o novo Razer Blade 14 pela loja da marca a partir de 1999,99€.

Carregador Multiuso

Juntamente com o novo Razer Blade 14, a Razer revelou um pequeno periférico de alta utilidade, o seu primeiro carregador Razer USB-C GaN (pelo uso de nitreto de gálio). Com quatro portas USB (duas USB-C e duas USB-A), é possível carregar até quatro equipamentos em simultâneo com 130 W de potência distribuída, tornando assim mais versátil o carregamento de periféricos e gadgets apena a partir de uma ficha. Está disponível na loja da Razer a partir de 179,99€.

Razer USB-C GaN

O primeiro monitor do mundo certificado pela THX

A Razer levou na sua mala a nova versão dos seus monitores, o Raptor 27. Com 27 polegadas, um design muito minimalista e com resolução QHD (2560×1440), o Raptor 27 promete ser versátil e completo em funcionalidades.

Razer Raptor 27

Com suporte AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync para jogos mais fluidos, HDR400 e uma gama de cores ampla DCI-P3 de 95%, o Razer Raptor 27 destaca-se sobretudo por ser o primeiro monitor do mundo com certificado THX. Tal significa que inclui colunas de som de altíssima qualidade.

E como a qualidade tem preço, o Razer Raptor 27 surge por 999,99€ e está em pré-encomenda, com lançamento em breve, na loja da Razer, onde é possível também encontrar o adaptador VESA por 99,99€.

Razer e Ubisoft lançam nova versão dos Blackshark V2

São, provavelmente, os melhores auscultadores de média gama da Razer, e agora vêm vestidos a rigor para os jogadores de Rainbow Six.

Numa colaboração entre a Razer e a Ubisoft, a tecnológica revelou os BlackShark V2 Pro – Edição Especial Six Siege.

Razer BlackShark V2 Pro – Edição Especial Six Siege

Esta nova edição é exatamente a mesma do modelo original, contando com altifalantes Razer TriForce Titânio de 50mm, certificação THXX, Razer HyperClear e ligação sem fios Razer HyperSpeed, mas com a diferença de que se apresentam decorados com temas do jogo Six Siege, em tons de branco, preto e de acentos laranja.

Já disponíveis para compra, podem ser encontrados na loja da Razer a partir de 199,99€.

Do conceito à realidade, a Máscara da Razer vai ser um produto real

Depois de fazer as rondas em janeiro, o conceito do Project Hazel, a máscara protetora que vinha responder às necessidades sociais de nos protegermos durante a pandemia da COVID, vai aparentemente tornar-se uma realidade.

A Razer revelou que redesenhou a máscara de acordo com o feedback da comunidade e que, graças ao interesse de todos, vai começar a vender no final do ano, exclusivamente no seu site, alguns exemplares da nova versão da máscara, que vai contar com um design transparente, iluminação interna, sistema anti embaciamento e suporte de filtros três vezes mais duradouros que os convencionais.

Podem conhecer melhor o projeto no site oficial da Razer, ou até via Instagram, usando filtros interativos para imaginarem como será usar a máscara.

Amplifest passa para 2022, mas acontecerá pela primeira vez em dois fins de semana

Nem tudo é mau no meio deste adiamento.

A Amplificasom queria mesmo que o festival se realizasse este ano, tendo até garantido que tal iria acontecer, mas a verdade é que, em última instância, é a segurança de todos que está acima de qualquer evento. Assim, é sem surpresas que o Amplifest acaba de ser adiado para 2022… mas nem tudo é mau.

Pela primeira vez na sua história, o festival irá ocupar dois fins-de-semana. O primeiro, a ter lugar entre 7 e 9 de outubro, respeitará, no possível, o alinhamento anunciado e esgotado para este ano. Para já, estão confirmados os Amenra, Caspian, Cult of Luna, Elder, Holy Fawn, Irist, Jo Quail, Oranssi Pazuzu, Pallbearer e Telepathy.

Já o segundo fim-de-semana acontecerá entre 13 e 15 de outubro, também no Hard Club, no Porto, e conta já com uma confirmação de peso: o regresso (em data única em Portugal) dos Godspeed You! Black Emperor!, neste caso para apresentar o mais recente disco G_d’s Pee AT STATE’S END!.

No que toca a bilhetes, a Amplificasom dará um período de 14 dias úteis para pedidos de devolução a todos os portadores de bilhetes para a edição 2021. A mesma deverá ser feita, de 11 a 28 de outubro de 2021, através da See Tickets. Os portadores de bilhetes para a edição 2021 que pretendam fazer transitar o mesmo para 2022 não terão de fazer nada, ficando o bilhete automaticamente válido para o primeiro fim-de-semana de programação, ou seja, o FDS1. Aos portadores de bilhetes para a edição de 2021 do festival que decidam mantê-lo, será dada ainda a possibilidade de compra de bilhetes para o FDS2 a um preço promocional de 90€, entre 15 de junho a 15 de agosto (sujeitos ao stock disponível).

À venda hoje ficam também os passes para o segundo fim-de-semana do Amplifest 2022, pelo valor de 115€. Serão também disponibilizados, em número extremamente limitado, passes gerais para os dois fim-de-semana pelo valor de 205€.

Receber em casa as famosas almôndegas acabadas de fazer da IKEA? Já é possível

Porém, as entregas só estarão disponíveis num raio de entrega de aproximadamente 10 minutos das lojas.

A Glovo continua a somar parcerias estratégicas. Recentemente, o serviço de delivery passou a disponibilizar na plataforma as lojas da Häagen-Dazs, de onde podemos encomendar deliciosos gelados e não só. Agora, para algo diferente, eis que a empresa acaba de incluir as lojas IKEA Alfragide, Loures, Loulé, Matosinhos e Braga, de modo a que se possa receber as refeições da marca em casa numa questão de minutos. Sim, almôndegas incluídas.

As opções alimentares da IKEA procuram ser uma oferta saborosa e sustentável. Contando com as alternativas mais populares, com diferentes opções de salmão, almôndegas de carne, vegetarianas ou à base de proteína vegetal, mas também os famosos bolos de canela, bolachas de gengibre ou aveia, sem esquecer os chocolates com certificação UTZ ou os snacks como os frutos secos, bebidas de frutos vermelhos, gelados e sobremesas prontas.

Convém no entanto ter em atenção que, de modo a garantir todas as questões relacionadas com a segurança alimentar e de temperatura, as entregas de produtos IKEA estarão disponíveis num raio de entrega de aproximadamente 10 minutos das lojas.

Lidl reabre loja de Lagos

Totalmente renovada e mais amiga do ambiente.

Recentemente, o Lidl Portugal reabriu a loja em Vila do Conde com novos serviços, surgindo totalmente renovada. Agora, é a vez da marca fazer o mesmo, mas em Lagos.

Com cerca de 1400m2, a loja de Lagos disponibiliza à população do concelho um espaço luminoso e funcional, com uma imagem moderna e todo o conforto para as compras diárias e semanais.

A loja Lidl de Lagos privilegia o uso de iluminação LED e tem no exterior um posto de carregamento de veículos elétricos, carregamento esse que é feito com recurso a energia renovável. No parque de estacionamento há ainda uma zona para estacionamento de bicicletas.

A loja, localizada na Avenida da República, em Lagos, estará aberta diariamente das 8h às 21h30.

Lisb-ON #JardimSonoro adiado para 2022

A organização do Lisb-ON promete surpreender no próximo ano.

É a segunda vez este dia que vos falamos de um adiamento de um festival. Hoje, já referimos o reagendamento do EDP Vilar de Mouros para 2022. Agora, é a vez do Lisb-ON #JardimSonoro seguir o mesmo caminho.

“Estamos certos que é comum a todos os jardineiros um desejo imensurável de ouvir e sentir música que nos enche a alma, de dançar e rir juntos, de abraçar o próximo e expressar o que nos vai na cabeça e no coração. E é exatamente para salvaguardar esses momentos, de essência livre e por natureza isentos de restrições, distanciamentos e máscaras, que decidimos adiar a edição de 2021 do Lisb-ON #JardimSonoro para os dias 2, 3 e 4 de Setembro 2022”, diz a organização em comunicado.

Quanto aos passes comprados para a edição de 2021, os mesmos serão válidos para a próxima edição sem ser necessária qualquer troca. Os que decidirem guardá-lo para a próxima edição terão direito à compra de um segundo passe de três dias para a edição de 2022 com o valor Early Bird de 45€. Os pedidos para este promocode devem ser enviados via email.

Relativamente ao processamento de devoluções para os jardineiros impossibilitados de marcar presença na edição de 2022, os pedidos de reembolso devem ser feitos para via email até 30 de junho. A devolução do valor do bilhete será feita entre o dia 1 e o dia 30 de setembro de 2021.

No que toca ao cartaz, será reavaliado para que se mantenha o mais genuíno e relevante possível face às mudanças que se têm verificado tanto no mundo, como na música. A organização do Lisb-ON promete surpreender.

Mercearia Quinta do Saloio junta-se ao Mercadão para levar toda a qualidade dos produtos gourmet a casa

Seja mercearia, garrafeira, doçaria, charcutaria ou queijaria, esta loja tem mais de 400 artigos premium à escolha.

Depois de, recentemente, a Control ter aberto uma loja online no marketplace do Mercadão, de modo a disponibilizar rapidamente os seus produtos aos consumidores, eis que, agora, há algo completamente diferente: uma loja dedicada a uma mercearia. Mas não é uma qualquer.

Neste caso, falamos da Quinta do Saloio, que promete levar toda a qualidade dos produtos gourmet a casa. Com uma gama para todos os gostos, esta loja tem mais de 400 artigos premium à escolha, seja de mercearia, garrafeira, doçaria, charcutaria ou queijaria.

Para comprarem, basta aceder ao site do Mercadão, selecionar a loja Quinta do Saloio e os produtos desejados, escolher o horário mais favorável e receber as compras em casa pela mão dos personal shoppers (pessoas responsáveis pelas encomendas) em apenas duas horas.

O único senão é que, para já, a loja somente faz entregas em Cascais, Estoril e Oeiras. Porém, está prometida uma expansão nas áreas de entregas para os próximos meses, bem como novos produtos.