Mercadona abre novo supermercado em Espinho

Para este ano, a empresa prevê abrir mais seis novos supermercados.

No passado dia 13 de julho, quando foi inaugurado o terceiro supermercado Mercadona no Porto, ficámos a saber que outra loja, neste caso em Espinho, ia ser inaugurada a 27 de julho. Quer isto dizer que o novo espaço já está oficialmente em funcionamento.

Localizada na Rua 19, junto à rotunda de acesso à A29, a nova loja tem uma área de vendas de 1.900 m2, dispondo das secções de Talho, Charcutaria, Peixaria, Pastelaria e Padaria, Perfumaria, Frutas e Legumes e Pronto a Comer, com 41 pratos diferentes. O estabelecimento foi concebido segundo o Modelo de Loja Eficiente da Mercadona com corredores amplos e confortáveis, dispõe de uma entrada de vidro duplo que evita correntes de ar, lineares específicos de leite fresco e sumos refrigerados, mural de sushi, charcutaria com presunto cortado à faca e embalado no momento, e uma máquina de sumo de laranja espremido na hora.

Já no exterior existem 165 lugares de estacionamento, bem como dois lugares destinados ao carregamento de veículos elétricos.

Para este novo espaço, a Mercadona procurou criar uma loja impactante e icónica para a cidade com características únicas. Assim, a fachada deste supermercado possui perfis verticais metálicos cuja disposição cria dinamismo ao edifício, conferindo-lhe um carácter inovador e distinto.

Esta nova loja possibilitou a criação de cerca de 65 postos de trabalho, estáveis e de qualidade, com contratos sem termo desde o primeiro dia, contribuindo assim para a criação de emprego local.

Para este ano, a empresa prevê abrir mais seis novos supermercados. A próxima abertura está prevista para o dia 12 de agosto, em Vila Nova de Famalicão.

Fabricantes de dispositivos médicos em Portugal passam a poder certificar os seus produtos em território nacional

Ou seja, deixam de estar dependentes de entidades noutros países.

Foi assinado, no passado dia 22 de julho, um memorando de entendimento para a constituição de um Organismo Notificado para a Certificação de Dispositivos Médicos, a primeira entidade constituída em Portugal para este efeito. Este Organismo vai avaliar a conformidade dos produtos com a diretiva específica da União Europeia relativa aos dispositivos médicos para diagnóstico in vitro.

Na prática, significa que os fabricantes de dispositivos médicos em Portugal deixarão de estar dependentes de entidades noutros países, passando a poder certificar os seus produtos em território nacional.

Para já, o objetivo é o de que esta parceria incida sobre dispositivos que incorporem, utilizem ou sejam controlados por software, sensores ou que incluam componentes eletrónicos, desde que não implantáveis. Esta iniciativa pode ainda ser alargada a outros domínios científicos ou áreas de intervenção.

Santarém vai contar com um total de 26 câmaras de videovigilância

O sistema de videovigilância funcionará ininterruptamente, 24 horas por dia, em todos os dias da semana.

Depois de Leiria e Funchal, Santarém é a próxima cidade a contar com um sistema de vigilância, um sistema pensado para manter a segurança dos cidadãos e para prevenir a prática de crimes em locais com risco da sua ocorrência.

Na prática, a cidade de Santarém vai ter instalado um sistema de 26 câmaras de videovigilância, abrangendo a zona histórica de Santarém, em particular os arruamentos do centro histórico da cidade, o jardim das Portas do Sol e o parque de estacionamento da estação ferroviária.

O sistema de videovigilância funcionará ininterruptamente, 24 horas por dia, em todos os dias da semana, sendo que a captação e gravação de som é permitida sempre que se verifique uma situação de perigo concreto para a segurança de pessoas e bens.

A autorização para o funcionamento deste sistema de videovigilância é válida por um período de dois anos a contar da data da sua ativação.

Há uma nova tentativa para recuperar o Hotel Turismo da Guarda

Encerrado durante vários anos, o Hotel Turismo da Guarda foi um dos primeiros imóveis colocados a concurso no âmbito do programa Revive.

Em maio de 2018, foi assinado contrato de concessão para a recuperação e exploração deste imóvel pelo consórcio composto pelas sociedades MRG Property, S.A. e MRG – Construction, S.A., mas o projeto não avançou, devido a dificuldades financeiras com que o grupo concessionário, entretanto, se defrontou.

O contrato foi revogado, sendo agora lançado novo concurso que pretende dar, finalmente, uma nova vida a este emblemático edifício da cidade da Guarda, projetado em 1936 pelo arquiteto Vasco Regaleira.

O imóvel será concessionado por 50 anos para exploração com fins turísticos, por uma renda mínima anual de 35.317,80€.

Os investidores interessados terão um prazo de 120 dias para apresentação de propostas que, além da recuperação do imóvel, promovam a sua valorização através da exploração turística e contribuam para atrair turistas para a região e para gerar novas dinâmicas na economia local.

O Hotel Turismo da Guarda foi um dos 33 imóveis do lote inicial do programa REVIVE, uma iniciativa dos Ministérios da Economia, da Cultura, das Finanças e da Defesa, que conta com a colaboração das autarquias locais e a coordenação do Turismo de Portugal, e pretende recuperar e valorizar património público devoluto e reforçar a atratividade dos destinos regionais.

Joe Jackson marca dois concertos em Portugal para 2022

O veterano músico foi peça chave na corrente new wave.

Estreou-se em Portugal em 1980, na altura com concertos no Porto e em Cascais, e depois só voltou ao nosso país em dois momentos já neste milénio, no caso em 2001 e 2003. Falamos de Joe Jackson, o veterano músico que vai regressar ao nosso país quase duas décadas após a última apresentação.

Os concertos estão marcados para 29 e 30 de abril, no Coliseu Porto Ageas e Coliseu dos Recreios (Lisboa), respetivamente, e fazem parte de uma nova digressão em que o músico britânico reencontra os músicos que o acompanharam numa triunfal tournée em 2019, a Four Decade Tour, e com quem gravou igualmente o seu trabalho mais recente, o álbum Fool.

Neste novo concerto, Joe aproveitará também para fazer um pequeno e mais íntimo set de canções em absoluto solo. Passando em revista os maiores êxitos da sua celebrada carreira, mas incluindo no alinhamento também várias pérolas que há muito não são apresentadas em palco, Joe Jackson promete igualmente algumas surpresas com novo material.

Quanto aos bilhetes, já estão à venda na Ticketline, BOL e locais habituais, com os preços a irem dos 40€ aos 80€ em Lisboa e dos 30€ aos 50€ no Porto.

Nova trilogia de O Exorcista vai chegar ao cinema

E imagine-se, vai contar com a participação de Ellen Burstyn, que entrou no filme original de 1973.

Depois do que aconteceu com a saga Halloween, que a Blumhouse ressuscitou em 2018, com o primeiro filme da nova trilogia a ser uma sequela direta do filme original de 1978, e ignorando todos os outros, parece que mais estúdios estão a tentar o mesmo. Para já, o início desta semana ficou marcado pela novidade de que a Universal Pictures e o serviço de streaming Peacock, em parceria com a Blumhouse e a Morgan Creek, adquiriram, num acordo de mais de 400 milhões de dólares, os direitos para a existência de uma nova trilogia da saga O Exorcista.

E tal como no caso de Halloween, o mesmo irá acontecer com a franquia Exorcist: a nova trilogia ignora todos os filmes existentes, à exceção do original, de 1973, pelo que as longas-metragens serão uma sequela direta deste clássico do terror.

Mas há mais detalhes. O realizador da trilogia será David Gordon Green – sim, o mesmo homem responsável pela realização dos novos filmes Halloween – e sabe-se ainda que Ellen Burstyn, a lendária atriz que protagonizou o original The Exorcist, estará de volta no papel de Chris MacNeil.

De resto, o plano para esta nova trilogia é que o primeiro filme seja exibido no grande ecrã em outubro de 2023, ao passo que as restantes duas longas-metragens poderão estrear na plataforma Peacock. Esperemos que, por essa altura, o serviço já se tenha expandido para muitos outros países.

Análise – Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game (Xbox One)

Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game é claramente uma abordagem simples, familiar e intuitiva aos Jogos Olímpicos, sendo um complemento perfeito nesta época em que acompanhamos os nossos atletas e desportos favoritos.

Texto de: Guilherme Teixeira

Os Jogos Olímpicos acontecem de quatro em quatro anos na maior parte das vezes, com a exceção da edição realizada este ano devido à questão pandémica que assolou o mundo. E juntamente com o certame desportivo, costuma chegar às lojas o videojogo oficial dos Jogos Olímpicos, servindo como um complemento perfeito à visualização das provas reais na televisão.

O certame realiza-se este ano em Tóquio, e visto que estamos próximos do seu início, trazemos-vos aqui a nossa análise a Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game, o videojogo que já está disponível para PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, PC e Stadia.

Neste jogo, os jogadores poderão imaginar-se como atletas olímpicos a disputar a derradeira coroação em Tóquio em pelo menos 18 eventos das Olimpíadas, como Futebol, Basquetebol, Rugby, Basebol, Natação ou Atletismo. No entanto, ao contrário da maior parte dos videojogos que tentam recriar o ambiente de um dado evento desportivo, o Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game não tem atletas licenciados, fazendo com que sejamos nós, os jogadores, quem tem a missão de representar o nosso país virtualmente.

A criação da nossa personagem é, portanto, o primeiro passo neste videojogo. Sempre com um aspeto muito cartoonesco (é até possível “mascarar” o nosso atleta de Sonic!), ficamos logo com a ideia de que Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game não tenta ser uma simulação realista das Olimpíadas, mas sim uma experiência mais divertida e acessível.

Após criarmos o atleta que irá representar o nosso país neste jogo, é hora de vermos o que o título nos oferece. Somos confrontados com um menu que nos apresenta três opções principais de jogo: Olympic Games, Ranked Games ou Practice, sendo que, em cada um deles, poderemos entrar nos eventos olímpicos, mas com a diferença de se queremos lutar pelo Ouro com amigos ou sozinho; se queremos um modo mais competitivo e tentar alcançar registos históricos; ou se apenas queremos treinar, respetivamente.

Cada evento presente em Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game comporta-se como se de um mini-jogo no Mario Party se tratasse. Como os Jogos Olímpicos são compostos por imensos desportos diferentes, Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game trata cada desporto como é apanágio neste género de jogos, fazendo com que qualquer jogador consiga disputar as medalhas tanto no Futebol como na Natação. O modo Olympic Games faz com que os jogadores aprendam as mecânicas de cada desporto devido a um caminho bem delineado de dificuldade.

Em qualquer dos desportos presentes, os jogadores têm de passar primeiro pelos Qualifiers antes de poderem conseguir o título olímpico, e isso leva a que os jogadores aprendam as bases de cada mini-jogo, mas para se conseguir as medalhas desejadas existe uma mestria para ser aprendida. O desafio do jogo é constante, e chega a ser viciante tentar bater recordes mundiais e ganhar medalhas de ouro, algo que em jogos anteriores por vezes não acontecia.

Tendo experimentado todos os eventos no jogo, e tentado chegar ao lugar mais alto do pódio em todos (nem sempre bem-sucedido), posso afirmar que a experiência foi positiva em todos os desportos, sendo que há uns mini-jogos que se destacam e outros nem por isso.

Os desportos coletivos como o basquetebol ou o futebol, talvez por já termos tido tantos jogos e tentativas de recriar os géneros, seja em simulação seja em arcada, não são dos que se destacam. Mas os desportos que não vemos com tanta frequência nas nossas consolas, como o ténis de mesa ou o voleibol de praia, resultam melhor no título.

Conseguir alcançar cada medalha ou registo histórico em todos os desportos dentro deste videojogo é uma tarefa que pode ser árdua, mas também divertida. Com a possibilidade de se jogar com amigos, tanto localmente como online, o jogo ganha mais “pernas para andar”, porque apesar do jogo poder ser divertido sozinho, a verdade é que a razão para este jogo continuar a rodar nas nossas consolas após os Jogos Olímpicos terminarem em Tóquio é diminuta. No entanto, como “Party Game”, este jogo funciona bem. É um bom jogo para desafiar amigos.

Divertimo-nos com o que experienciámos em Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game, mas esperávamos que, atualmente, um jogo oficial dos Jogos Olímpicos conseguisse ter uma complexidade maior em cada desporto, dado o potencial que grande parte dos desportos presentes tem e que ainda não foi explorado na sua totalidade, resumindo a que cada desporto seja uma versão própria do clássico Track & Field da Konami.

Olympic Games Tokyo 2020 – The Official Video Game é claramente uma abordagem simples, familiar e intuitiva aos Jogos Olímpicos, sendo um complemento perfeito nesta época em que acompanhamos os nossos atletas e desportos favoritos. Não esperem um videojogo complexo que possa ser um rival de FIFA ou PES no futebol ou do NBA no basquetebol por exemplo, mas sim um título para ser jogado em rondas rápidas principalmente com amigos ou familiares. E nisso, bom, é bastante competente.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, Xbox One, PlayStation 4, Nintendo Switch e Google Stadia
Jogado na Xbox One
Cópia para análise cedida pela Ecoplay.

Análise – Microsoft Flight Simulator (Xbox Series X|S)

Microsoft Flight Simulator voa mais alto e torna-se ainda mais acessível com a chegada da versão de consolas.

Não parece, mas já fez um ano desde que a longa e aclamada saga de simuladores da Microsoft levantou voo com um novo e ambicioso jogo, que nos leva literalmente aos sete cantos do mundo.

O lançamento original foi feito no PC, com a promessa de um dia chegar às consolas, particularmente as da nova geração, algo que acontece agora, com Microsoft Flight Simulator a aterrar nas Xbox Series X|S, com passe de embarque gratuito para os subscritores do Xbox Game Pass para consola.

Um ano depois, a minha opinião não muda muito daquela que cimentei ao longo de várias horas no PC: Microsoft Flight Simulator continua a ser uma conquista técnica, ainda para mais agora numa otimização especializada para as nossas máquinas de sala. A longa lista de aviões conta com modelos extremamente detalhados interior e exteriormente, o sistema de iluminação dinâmico é capaz de reproduzir as mais belas e foto-realistas paisagens que já se viram em videojogos e a escala de podermos explorar um mundo inteiro é quase incompreensível.

Mais uma vez, Microsoft Flight Simulator voltou a acordar em mim a paixão da aviação, mas agora com uma acessibilidade extra. Apesar dos meses que passaram da última vez que pilotei no jogo, esteve sempre presente um sentimento de familiaridade de navegação de menus (muito ao estilo do PC com os seu cursos de navegação para clicar em pontos de interesse). O que salta logo à vista são os muito melhorados modos de treino, adaptados a um novo tipo de audiência, que vão também transformar a experiência dos antigos jogadores de PC, que irão encontrar um jogo completo com essas adições.

microsoft flight simulator xbox series x review echo boomer 2

Microsoft Flight Simulator para a Xbox Series X|S é compatível com uma série de periféricos para podermos simular mesmo a experiência de pilotar uma aeronave, mas a generalidade dos jogadores irá fazê-lo através do comando. Preparado para um jogo mecanicamente denso e cheio de ações intrínsecas para controlar todos os aspetos das aeronaves (ao mesmo tempo que é necessária toda uma atenção de manutenção pré e durante o voo, ou a obstáculos atmosféricos), sabia que regressar a Microsoft Flight Simulator não seria como voltar a andar de bicicleta, e por isso é com uma enorme satisfação que vejo a produtora francesa Asobo a apostar na acessibilidade.

Leia-se que a dita acessibilidade não se resume a facilitar “dificuldades” ou retirar qualquer elemento que torna Microsoft Flight Simulator menos simulador do que já era, mas sim na oportunidade que dá a novos jogadores de aprenderem tudo o que precisam para voarem livremente e em segurança pelo mundo virtual do jogo. Os treinos não são, de todo, obrigatórios, mas são essenciais para perceber como usar o comando ao máximo e saber dividir as atenções entre a pilotagem mais arcade e as mecânicas mais realistas. Dispostos em diferentes pequenas lições, com objetivos simples e pontuações que convidam ao desafio do aperfeiçoamento, Microsoft Flight Simulator faz um excelente trabalho nesta conversão.

O mesmo registo se aplica a uma série de conteúdos e desafios desbloqueados. Por causa da forma como tudo está agora apresentado, Microsoft Flight Simulator na Xbox Series X|S parece um jogo mais composto e com mais conteúdo, com dezenas de desafios de viagens em condições atmosféricas perigosas, aterragens mais complicadas e propostas de voos completos, como endurances de jogos de corridas.

Claro que a estrela de Microsoft Flight Simulator continua a ser a liberdade de descoberta do mundo. Pela forma como podemos partir de onde para onde quisermos, com as condições que quisermos, destacam-se as funções de realtime, que simulam as condições atmosféricas e a hora real de qualquer local do mundo.

Numa primeira impressão, como comentei no início, Microsoft Flight Simulator continua um jogo belíssimo. Nesta versão, graças às atualizações com novos conteúdos, temos acesso a novos pontos de interesse espalhados pelo mundo e cidades mais detalhadas e bonitas, mas, em voos mais rasantes, a ilusão de realismo e detalhe continua a mostrar as suas limitações. Contudo, este é o jogo para admirar o terreno a quilómetros de distância, não a centímetros.

Apesar deste pequeno detalhe(reflexo de limitações absolutamente normais do que é possível fazer num jogo desta estaca), Microsoft Flight Simulator é, novamente, uma conquista técnica pela forma como se apresenta nas novas consolas, particularmente na Xbox Series X.

O jogo original no PC é muito exigente e, apesar de poder ser jogado numa vasta lista de configurações, a experiência ideal ficava limitada apenas a quem tinha um PC bem investido. Nas consolas, a otimização de um ano tornou Microsoft Flight Simulator numa nova demonstração técnica da consola da Microsoft, produzido incríveis visuais de alto detalhe, em altas resoluções e com uma experiência fluida e consistente a 30FPS.

Em cima disso temos tempos de loading reduzidos face às versões de PC, ainda que pudessem ser um pouco mais rápidos quando comparados a outros jogos da nova geração. É, sem dúvida, impressionante para tudo o que tem que carregar antes de qualquer voo.

No entanto, a minha experiência com Microsoft Flight Simulator não foi propriamente suave. Aliás, foi antes de embarcar que senti mais ansiedades, como quem prepara as malas para viajar na vida real. Microsoft Flight Simulator continua um título enorme, ocupando mais de 90GB, sem contar com os conteúdos extra que são descarregados dentro do próprio jogo. A gestão de conteúdos é um pouco mais complicada do que o ideal, tal como a navegação em todas as configurações do jogo, pela quantidade de opções que temos para definir a nossa experiência ideal. Apesar dos esforços da Asobo, continua um jogo com características muito ao nível do que temos num PC, algo que poderá ser melhorado futuramente.

Tal como referi na análise original, Microsoft Flight Simulator não é um jogo para qualquer jogador, mas felizmente, o Xbox Game Pass pode ser o formato ideal para experimentar sem medos o que é pilotar um Cessna ou um Boeing por locais que nunca visitaríamos na vida real. É uma experiência transcendental para os curiosos e pacientes. O título perfeito para jogar enquanto ouvimos podcasts e descontrair ao final do dia, mas claro, depois de todas as lições tomadas.

Microsoft Flight Simulator fica disponível nas Xbox Series X|S e Xbox Game Pass esta terça-feira, 27 de julho.

Nota: Muito Bom - Recomendado

Disponível para: PC e Xbox Series X|S
Jogado na Xbox Series X
Cópia para análise cedida pela Xbox Portugal

Série live action de Pokémon está em desenvolvimento para a Netflix

Mas o projeto está ainda numa fase muito embrionária.

Todos soubemos do sucesso de Pokémon Detetive Pikachu, que rendeu 433 milhões de dólares nos cinemas de todo o mundo. E ainda antes do filme estrear, o The Hollywood Reporter avançou, em 2019, que uma sequela já estaria a ser pensada, com Oren Uziel a ficar responsável pelo argumento. Já este ano, Justice Smith, uma das estrelas do filme, disse que devíamos conter as nossas expectativas, pois acreditava que uma sequela não iria chegar ao cinema.

Nada é oficial, pelo que podemos sonhar. Mas demos somente este contexto porque o sucesso do filme pode ajudar a explicar o facto de sabermos agora que uma série live action de Pokémon está a ser desenvolvida para a Netflix. A novidade foi avançada pela Variety, cujas fontes referem que Joe Henderson, showrunner de Lucifer, foi contratado para escrever a série e servir de produtor executivo.

E isto é tudo o que sabemos por agora, pelo que não existem mais detalhes para partilhar. No entanto, esta novidade acaba por não ser surpreendente: a Netflix tem vindo a apostar em animes e várias adaptações, além de possuir no catálogo várias temporadas da série animada de Pokémon.

Análise – Within the Blade (PlayStation 4)

Vivam a experiência de serem ninjas num jogo competente, mas com alguns problemas de jogabilidade.

O novo jogo da Ametist Studio, que nos trouxe recentemente Unshaded, sofre de um enorme Efeito Mandela. Quando vemos o jogo 2D em movimento, sentimos que já o vimos antes, algures no passado. Se calhar, num primeiro momento nem conseguimos apontar o dedo ao que o torna tão semelhante a outros, mas a impressão fica connosco enquanto jogamos e nos aventuramos pelos níveis expansivos e utilizamos os ataques furtivos para fugir aos inimigos implacáveis. Quando eliminamos o primeiro boss, apercebemo-nos finalmente do que se passa em Within the Blade: é um jogo de marca branca.

E como qualquer produto de marca branca, não há nada que o torne único. Podemos contra-argumentar que alguns produtos de marca branca até são melhores que o catálogo de marcas mais populares, o que é verdade, mas Within the Blade não é um desses exemplos raros. Antes pelo contrário, é o tipo de jogo que quase se destaca no meio de cópias idênticas, mas que tropeça constantemente nas suas próprias homenagens e ambições sempre que tenta ser consistente.

Within the Blade

Existe um foco que considero desnecessário na estória, mas talvez apreciem a luta pela sobrevivência do clã Black Lotus. Como um dos seus guerreiros, a nossa missão é a de eliminar o Mamoru Imai, o Daimyo possuído do clã Steel Claw e ajudar a aldeia de ninjas a florescer contra a crescente adversidade. Para tal, o nosso ninja consegue atacar, utilizar armas secundárias – como bombas, minas e até um gancho, que nos permite balançar entre plataformas –, atacar nas sombras e até assassinar os inimigos insuspeitos. Fora dos níveis, que são maioritariamente lineares, mas com vários caminhos superiores e inferiores que afetam a dificuldade do jogo, o nosso ninja pode até construir novos itens e armas sempre que regressa à aldeia. E no final de cada conjunto de níveis, como podem antever, encontramos um boss.

O problema de Within the Blade não são as suas mecânicas, mas sim a forma como são utilizadas e a falta de polimento na jogabilidade. Não há nada que funcione perfeitamente no jogo, há sempre uma rigidez nos controlos: os saltos têm um arco estranho, o ataque não tem impacto e o sistema de visibilidade parece funcionar de acordo com a vontade do jogo. A navegação torna-se cansativa porque os controlos não nos acompanham, mantendo-se inconsistentes e com sistemas que poluem uma experiência que deveria ser simples e direta.

Within the Blade

Within the Blade não é um jogo de ação puro e duro, e a presença de elementos furtivos trazem alguma sensação de estratégia ao jogo, mas são também um dos alicerces que transformam a campanha num processo aborrecido e moroso. Em combate, os problemas mantêm-se, com os inimigos a serem muito mais implacáveis e determinados que o nosso ninja. Podemos, no entanto, melhorar as suas habilidades através de uma árvore de habilidades bastante completa e profunda. É possível aumentar os atributos da personagem, como os seus pontos de vida, e desbloquear novos poderes, como a opção de assassinar inimigos, e a maioria faz a diferença em combate – se ao menos a jogabilidade estivesse mais apurada.

Se são fãs de Ninja Gaiden e de outros jogos de ação 2D, Within the Blade talvez seja uma distração eficaz durante umas horas. Os conteúdos estão lá e a campanha não é tão pequena como parece, mas a experiência nunca é satisfatória. Se só têm dinheiro para o produto de marca branca, então apostem no novo jogo da Ametist Studio, mas se tiverem algum dinheiro poupado e quiserem jogar algo que envolva ninjas, então relembro que Ninja Gaiden: Master Collection já se encontra disponível no PC e consolas. A decisão é vossa.

Nota: Satisfatorio

Disponível para: PC, Xbox One, Xbox Series X|S, PlayStation 4, PlayStation 5 e Nintendo Switch
Jogado na PlayStation 4
Cópia para análise cedida pela PR Hound.

Jurassic World Evolution 2 abre as portas de um novo mundo no novo vídeo de desenvolvimento

Mais locais, mais missões e mais dinossauros, tudo isto no primeiro vídeo de desenvolvimento de Jurassic World Evolution 2.

A Frontier Developments regressa este ano ao mundo dos dinossauros com Jurassic World Evolution 2, a sequela do aclamado jogo de gestão que nos deixava criar o Parque Jurássico dos nossos sonhos.

Com o próximo filme da série Jurassic World a expandir o território de atuação das criaturas pré-históricas Jurassic World Evolution 2, o novo jogo chegará em breve para oferecer novos cenários hipotéticos do que seria criar um parque do género, em diferentes biomas à volta do mundo.

No primeiro vídeo de desenvolvimento, a equipa da Frontier Developments fala um pouco sobre os desafios que os jogadores podem esperar por se aventurarem para novas regiões e sobre novas criaturas, como a adição de dinossauros voadores, que requerem estruturas gigantes para poderem ser controlados.

O vídeo também refere novas oportunidades de jogo e novos comportamentos das criaturas que vão requerer uma atenção redobrada dos jogadores, seja no tratamento da saúde e bem estar dos dinossauros, seja na manutenção dos parques.

Ainda sem uma data fixa de lançamento, Jurassic World Evolution 2 chega no final deste ano ao PC, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One e Xbox Series X|S.

Assiste a 13 minutos de jogabilidade de AWAY: The Survival Series

Neste jogo de sobrevivência podemos ser o protagonista de um documentário de vida selvagem.

Breaking Walls é o nome do estúdio por detrás de AWAY: The Survival Series, um jogo que pretende quebrar literalmente algumas barreiras lúdicas ao dar-nos a oportunidade de controlar um animal selvagem e viver aventuras fantásticas enquanto as nossas ações são narradas, como num documentário.

Ao controlo de um adorável petauro-do-açucar, um primo de um esquilo-voador, vamos partir à aventura em busca da sua família num mundo pós-humano novamente dominado pela natureza.

Para percebermos um pouco o conceito do jogo e o vermos em ação, a Breaking Walls lançou um vídeo comentado (em cima), com vários membros da equipa de produção, onde podemos assistir a momentos de jogabilidade, mobilidade, combate, exploração e podemos ver também a utilização do modo de fotografia.

AWAY: The Survival Series ainda não tem uma data de lançamento confirmada, mas irá chegar ao PC, Xbox One , PlayStation 4 e PlayStation 5 ainda este verão.

Babylon’s Fall vai ter direito a beta no PC

O jogo de ação cooperativo da Platinum Games vai poder ser testado em breve.

Um dos futuros jogos mais curiosos da Platinum Games é Babylon’s Fall, não só porque é um jogo do estúdio que nos trouxe títulos como Vanquish, Bayonetta, Nier Automata ou Metal Gear Rising, mas porque também vai explorar uma nova vertente ao apostar numa forte componente multijogador, com diferentes classes e muito loot.

Para testar a experiência social do jogo, Babylon’s Fall prepara-se agora para uma fase beta fechada a quem se inscreveu a tempo. Serão várias, com os testes a expandirem-se para a PlayStation 4 e PlayStation 5 a seu tempo, mas a primeira começa já no fim de julho. O Japão será o primeiro país a dar a possibilidade de experimentar Babylon’s Fall, no dia 29 de julho; segue-se o norte da América no dia 5 de agosto; e por fim a Europa, no dia 12 de agosto.

Estas pequenas fases de experimentação e feedback terão sensivelmente a duração de apenas algumas horas e serão acedidas através da Steam.

Babylon’s Fall ainda não tem uma data de lançamento, mas chegará ao PC, PlayStation 4 e PlayStation 5.

O Valorant Circuito de Elite vai poder ser acompanhado nas plataformas da SIC Advnce

A partir de dia 3 de agosto, os jogos serão transmitidos na Twitch e na TV.

É já no próximo dia 3 de agosto que se dá início à fase de grupos da segunda etapa do Valorant Circuito de Elite. E há novidades para os fãs.

O projeto Advnce da SIC, dedicado ao mundo dos videojogos, tornou-se parceira daquela que é a maior competição de Valorant em Portugal, o Valorant Circuito de Elite. Desta parceria surgem oportunidades de levar a emoção dos esports a um público mais vasto, como a transmissão de jogos desta competição através das plataformas da SIC, o canal oficial da Twitch do Advnce e até na televisão, em canais como a SIC Radical, através da MEO e da NOS.

Anunciado a 27 de abril e com a primeira fase a coincidir com o primeiro aniversário de Valorant no início de junho, o Valorant Circuito de Elite encontra-se na sua segunda etapa de qualificação, onde as melhores equipas poderão passar para a grande final em novembro.

Assim, a partir de agora, será possível acompanhar as novidades do Valorant Circuito de Elite em twitch.tv/advncesic e nos canais 110 da MEO e 503 da NOS.

Jessie J reconfirmada para o MEO Marés Vivas 2022

Esperemos que seja desta.

Foi em dezembro do ano passado que a organização do MEO Marés Vivas confirmou a atuação da britânica Jessie J para a atuação deste ano. E tudo teria corrido como previsto se a pandemia de COVID-19 não se tivesse instalado pelo mundo.

E como o festival não se realizou este ano, há que começar a reconfirmar nomes para 2022. Assim, e já depois de a organização ter reconfirmado a presença de Anitta para a edição do próximo ano, há mais uma reconfirmação de peso: Jessie J.

Jessica Ellen Cornish tem cinco álbuns editados, isto se contarmos com o mais recente This Christmas Day, editado em 2018, e que é, lá está, dedicado à época natalícia. Ao que tudo indica, ainda este ano deve chegar o sexo disco de estúdio da artista, cuja atuação no MEO Marés Vivas está prevista para 17 de julho de 2022.

No que toca aos bilhetes, que ainda não estão disponíveis, a situação é a seguinte:

  • Os bilhetes já adquiridos para as datas de 2020 e 2021 mantêm-se válidos para as novas datas, sem necessidade de troca;
  • Quem comprou e é portador do bilhete MEO Marés Vivas 2020, caso pretenda, pode solicitar o reembolso do preço facial no ponto de venda onde o mesmo foi emitido, nos 14 dias úteis após a data prevista para a realização do MEO Marés Vivas 2021, mediante a apresentação do bilhete e prova de compra;
  • Os portadores de bilhete MEO Marés Viva 2021 não têm possibilidade de reembolso;
  • Na falta de pedido de reembolso, dentro dos prazos estipulados por lei, considera-se que o portador do bilhete aceita o reagendamento, sem direito ao reembolso do respetivo valor.

Anna Torv junta-se ao elenco de The Last of Us para a HBO

Tess ganha uma nova cara na adaptação de The Last of Us.

As novidades sobre o elenco de The Last of Us para a HBO têm caído a conta gotas. Já conhecemos os protagonistas, com Pedro Pascal e Bela Ramsey em destaque, Gabriel Luna e Nico Parker em papéis secundários e importantes, e agora chegou a ver de conhecer mais uma cara.

Reconhecida de séries como Mindhunter e Fringe, Anna Torv é a nova adição ao elenco da ambiciosa adaptação de The Last of Us para a HBO, protagonizando Tess.

No jogo, Tess é uma companheira de Joel, também mercenária, que se junta à jornada dos dois protagonistas, tornando-se também uma das personagens de grande peso emocional nesta história.

Anna Torv também não é estranha a videojogos, tendo no passado dado voz a um dos exclusivos da PlayStation 3, Heavenly Sword, da Ninja Theory.

The Last of Us ainda não tem data de estreia.

Continente oferece um milhão de sacos de rede reutilizáveis, laváveis e recicláveis para fruta e legumes

Suportam até cinco quilos.

De forma a incentivar a utilização de sacos reutilizáveis na compra de produtos hortofrutícolas, o Continente vai oferecer aos seus clientes, a partir de hoje, um milhão de sacos de rede reutilizáveis, laváveis e recicláveis para fruta e legumes que suportam até cinco quilos.

A oferta aplica-se com 100% de desconto em cartão Continente, a partir de 26 de julho, e até fim do stock, sendo limitada a uma unidade por cliente. Basta pegar nos sacos em loja ou adicionar ao carrinho virtual no Continente Online e o desconto é aplicado automaticamente na caixa.

Todas as lojas Continente têm disponíveis sacos reutilizáveis que aguentam até oito quilos de frutas e legumes e podem ser encontrados na respetiva secção. Em alternativa, os clientes podem trazer os seus sacos de casa e existem cartões de papel reciclado na loja para se colarem as etiquetas dos produtos, depois da respetiva pesagem, e apresentar na caixa.

Army of Thieves é a prequela de Army of the Dead e já tem um primeiro trailer

O spin-off do filme de zombies original de Zack Snyder já tem uma nova prequela para a Netflix.

Army of the Dead estreou apenas em maio, após vários atrasos, mas a Netflix já está pronta para regressar ao mesmo universo, se bem que mais livre de zombies, com uma prequela.

Com a aventura centrada à volta de uma das personagens favoritas no primeiro filme, Ludwig Dieter (intrepetado por Matthias Schweighöfer), Army of Thieves é, a julgar pelo trailer, mais focado na tensão de um assalto a um banco, enquanto o mundo está atento ao início do outbreak de zombies.

Zack Snyder não será, no entanto, o realizador, assinando apenas como produtor e deixando a direção a cargo da estrela, Schweighöfer.

Army of Thieves estreia na Netflix em breve, numa data ainda por anunciar.

Chegou o trailer da série sobre Chucky, o boneco diabólico

Serve de sequela a Cult of Chucky, filme de 2017.

Tudo começou em 1988 com o filme Child’s Play, naquela que foi a primeira vez que vimos Chucky, o boneco diabólico, no grande ecrã. O sucesso foi tanto que a longa-metragem deu origem a sequelas, um remake, banda desenhada, um jogo para smartphones e muita merchandise. E numa era em que se fazem séries de televisão de tudo e mais alguma coisa, só faltava mesmo a personagem ganhar vida no pequeno ecrã para aterrorizar uma nova geração. E é mesmo isso que vai acontecer.

Já se sabia que a série iria chegar em breve, mas ainda não tínhamos tido direito a um trailer completo, algo que foi revelado na San Diego Comic-Con at Home. No vídeo divulgado pela SyFy, percebemos que tudo começa quando Jake (Zackary Arthur), um miúdo de 14 anos, encontra um boneco muito antigo numa venda de garagem. A partir daí, começam a surgir vários assassinatos na cidade, ao mesmo tempo que vários segredos dos habitantes vão sendo expostos publicamente.

Há várias coisas interessantes nesta série. Não só a voz de Chucky é de Brad Dourif, ator que tem dado a voz à personagem em todos os filmes da saga (exceto o remake de 2019, cuja voz foi dobrada por Mark Hamill), como o argumentista do filme original, Don Mancini, é o criador, produtor e escritor desta versão para o pequeno ecrã. Aliás, Mancini realizou até o primeiro episódio.

Além disso, muitas caras familiares estão de volta: não só Dourif, mas também Alex Vincent no papel de Andy, a criança originalmente atormentada pelo boneco diabólico no primeiro filme; Christine Elise regressa enquanto Kyle; Fiona Dourif está de volta para dar vida novamente a Nina Pierce; e até Jenniffer Tilly está de regresso enquanto Tiffany Valentine, a noiva de Chucky no filme Bride of Chucky.

Relativamente a novas caras, temos, além de Zackary Artur, os atores Lexa Doig, Devon Sawa, Barbara Alyn Woods, Teo Briones, Alyvia Alyn Lind e Björgvin Arnarson.

No estrangeiro, a série Chucky começa a ser exibida a 12 de outubro. Por cá, temos de esperar para ver quando é que o canal SyFy começa a exibir a nova produção.

Aldi abre nova loja em Lourosa

Com esta aposta, a marca vai também criar cerca de 20 novos postos de trabalho.

No passado mês de junho, a Aldi Portugal inaugurou a sua primeira loja de proximidade, neste caso em Lisboa. No mês anterior, abriu uma loja em Canelas, no concelho de Vila Nova de Gaia. Agora, e para terminar julho em beleza, eis que a empresa acaba de alargar a sua rede de lojas, desta vez com a abertura de um nova loja em Lourosa, cidade conhecida como a capital da cortiça.

A inauguração acontece na próxima quarta-feira, dia 28 de julho. A nova loja Aldi Lourosa, no concelho de Santa Maria da Feira, vai contar com uma área de vendas de 1244m2 e um layout atual e moderno, seguindo o conceito de loja “ANIKO” (ALDI Nord Instore Concept), com uma estrutura pensada para facilitar e proporcionar uma experiência de compra mais simples e agradável, através de espaços amplos e luminosos e uma identificação clara dos produtos.

Este espaço, à semelhança de tantos outros, conta com uma vasta gama de produtos de marca própria a preços acessíveis. O novo supermercado tem ainda serviços de padaria self-service, onde diariamente são disponibilizadas dezenas de variedades de pão e pastelaria, uma máquina de corte de pão e uma máquina de sumo de laranja natural espremido na hora.

Já no exterior, há um parque de estacionamento com 90 lugares à disposição dos clientes.

No dia de abertura, por cada 30€ em compras na nova loja de Lourosa, os clientes recebem um cabaz com produtos Aldi (unidades limitadas). Para além disto, os clientes da nova loja vão poder gozar de um desconto especial e exclusivo, aplicado a um conjunto de produtos alimentares das suas marcas próprias (como laticínios, charcutaria, peixe e marisco, refeições prontas ou vinhos).

Com este novo espaço, o 94º em Portugal, a marca vai também criar cerca de 20 novos postos de trabalho.