Algo que ajuda a poupar isolamentos desnecessários.
Vivemos um momento de particular incerteza pois, para além do aparecimento de novas estirpes de COVID-19, estamos no período mais ativo do vírus da gripe. Com sintomas idênticos – febre, tosse, constipação -, é natural que surja a dúvida: será COVID ou gripe?
Para ajudar a efetuar a distinção, a SYNLAB Portugal disponibiliza o teste COVID ou Gripe, um teste de diagnóstico de infeções respiratórias que avalia qual o agente patogénico responsável pela infeção respiratória em causa.
Disponível para adultos e crianças, o teste COVID ou Gripe é realizado através de uma zaragatoa, sem prescrição médica obrigatória, e os resultados são enviados até 2 dias úteis.
O teste não é comparticipado, e pode ser realizado, mediante marcação, nas unidades SYNLAB ou ao domicílio. A marcação pode ser efetuada através da app SYNLAB Access, ou contactando a unidade preferencial.
Este teste poupa isolamentos desnecessários e ajuda a comunidade médica a obter um diagnóstico mais preciso, bem como um tratamento dirigido e eficaz.
Para mais informações, podem visitar o site oficial, enviar um email ou ligar para o 808303203.
São daqueles que gostam de escolher as peças de sushi ao pormenor? Então têm de ir experimentar.
Fora de Lisboa, Porto e de outras grandes cidades, os apreciadores de sushi não têm grandes hipóteses no que ao conceito de all you can eat/rodízio diz respeito. Simplesmente, não é uma prática comum em várias cidades portugueses.
Leiria não é bem um desses casos, mas não se pode dizer que exista na zona um restaurante sushi de extrema qualidade, à exceção do YevgenSushi, cujas críticas nas redes sociais e plataformas são bastante boas. Mas esse é um espaço sem conceito de coma o que quiser sem pagar mais por isso.
Em alternativa, os leirienses vão a spots como o Yokohama, Tokushima e Ginkgo, entre outros. Mas estes não são meros spots de sushi, até porque os menus não só têm peças de comida japonesa, como comida chinesa. Acabam por ser opções válidas para quem quer comer sushi e encher a barriga, levando consigo outras pessoas que preferem comida chinesa.
Ora, há um novíssimo restaurante na cidade que não só junta estes conceitos, como promete ser ainda melhor. Chama-se Daruma, está localizado junto à zona industrial de Leiria (Estrada IC2 km 126,4) e já tem dado que falar. O espaço é giro e gigante (leva mesmo muita gente!).
Tal como em outros locais, também o Daruma tem um menu onde é o cliente que decide o que quer comer. Faz a sua seleção (lê um código QR com a câmara do smartphone que vai descarregar o menu em formato PDF), escreve no bloco de notas o que pretende, dá ao funcionário e, depois, basta aguardar.
Existem dois tipo de rodízio: simples e premium. No que toca ao simples, pagam 12,95€ ao almoço de segunda a sexta. Já ao jantar, aos fins de semana e feriados, o preço sobe para os 16,95€. Crianças com até 1,30 metros de altura pagam 7€.
Depois há a vertente premium, que naturalmente é mais cara: 16,95€ ao almoço de segunda à sexta e 22,95€ ao jantar, fins de semana e feriados. Crianças com até 1,30 metros de altura pagam 10€. O rodízio premium é mais caro pois contém pratos exclusivos. Além disso, existem pratos que só podem ser pedidos uma vez.
Mas há um detalhe muito importante que não está a ser comunicado pelo restaurante neste momento: o rodízio premium não está a funcionar. Ao Echo Boomer, a gerente do espaço confessou que só daqui a um mês – ou seja, lá para meados de fevereiro -, é que a vertente premium deve estar no ativo. A razão para este atraso deve-se à falta de cozinheiros. O Daruma já tem uma equipa bem composta, mas são necessários mais chefs para preparar estes pratos especiais.
Ou seja, e até indicação em contrário, não poderão pedir os pratos com o símbolo da estrela e do proibido. São eles o Taco Sake, Salada Sunomono, Picanha, Gambas com amêndoa e gambas kaitafi, Ebi Udon, Ramen Niku, Tártaros (Sake, Atum e Misto), Ceviches (Sake, Atum, Suzuki e Misto), Carpaccios (Sake, Peixe branco, Polvo, Sake Braseado e Misto), Tatakis (Sake e Atum), Sashimi de ostras, Nigiris (Enguia e Tamago), Gunkans (Tobiko, Ikura e Spicy Tuna), Bignè de ovô, Uramaki de Miuraa (Salmão cozinhado, abacate, maionese picante e amendoim) e Especiais (cone de salmão, atum, ebi e tempura).
Não é propriamente grave até porque o menu do rodízio simples é muito extenso, mas não seria mau pensado anunciar a indisponibilidade temporária do rodízio premium nas redes sociais. Em todo o caso, o rodízio simples vai agradar a todos – há petiscos (crepes, ostias, gyozas e pão doce), sopas, saladas, opções de chapa quente (frango, vaca ou salmão, entre outros), espetadas, fritos (frango panado, gambas com sal e pimenta, calamares, pato frito), salteados (frango com legumes, salmão salteado, gambas com espargos), sashimi, nigiris, hossomakis, gunkans, bignès, temakis, uramakis, rolos sem alga, futomakis, rolos vietnamitas, hot rolls e, ainda, combinados à escolha do chefe. Há mesmo muita coisa.
Naturalmente, o preço dos rodízios não inclui bebida, sobremesa e café.
Há ainda uma espécie de jogo de fidelização. Quando juntarem as oito cartas do jogo, terão direito a um desconto de 30% durante um ano em todos os rodízios. Mas atenção, não pensem que ganham um carta de cor diferente cada vez que forem ao espaço. Tanto podem conseguir uma carta nova, como uma repetida. No fundo, os leirienses vão andar a trocar cartas uns com os outros até conseguirem todas as cores. É giro.
Para quem preferir levantar peças e comer em casa, o menu de takeaway tem várias caixas com peças de sushi, mas podem também optar por crepes, gyozas, frango com molho teriyaki, entre outras coisas.
Para reservas ou encomendas, basta ligarem para o 244066166.
O objetivo? Criar mais oportunidades para as pessoas carregarem os seus veículos.
A miio e a Power Dot anunciam o arranque de um projeto piloto que visa trazer os carregamentos ad hoc a todo o território português e ajudar a tornar a mobilidade elétrica cada vez mais acessível e intuitiva para os utilizadores de veículos elétricos.
O projeto arranca este mês com 100 carregadores em alguns pontos do território nacional que proporcionam aos utilizadores de veículos elétricos o pagamento imediato do seu carregamento na via pública através de um QRCode. O objetivo da miio e da Power Dot é estender esta opção de carregamento a todo o território português e alcançar um total de 500 carregadores até ao final de 2022.
A informação sobre os carregadores estará disponível na app miio com a indicação de que se trata de um carregador Power Dot que permite realizar um carregamento ad hoc através do QRCode.
Com esta modalidade de carregamento, qualquer utilizador de um veículo elétrico pode fazer um carregamento na via pública sem necessitar de contrato com um CEME (Comercializador de Eletricidade para a Mobilidade Elétrica) e pagar automaticamente no próprio ato de carregamento. Basta dirigir-se a um posto, fazer a leitura do QRCode, inserir um cartão de crédito e dar início à sessão de carregamento.
Tanto podem guardar os vossos bilhetes como pedir reembolso.
São considerados os porta-estandartes do metal moderno e deviam vir apresentar o mais recente álbum ao nosso país já no próximo mês de fevereiro. Falamos dos Bullet For My Valentine, cuja tour europeia acaba de ser adiada, o que afeta também o espetáculo que estava marcado para Portugal, mais precisamente para 22 de fevereiro na Sala Tejo da Altice Arena, em Lisboa.
À semelhança do que aconteceu com o cancelamento da tour dos The Ocean Collective, as razões para o adiamento da tour dos Bullet For My Valentine são as mesmas: restrições derivadas da pandemia.
Em comunicado, a banda diz que é impossível de momento dar concertos ao vivo, estando já a trabalhar em novas datas para a tour europeia para uma altura em que se espera que as restrições sejam menores.
Desta forma, os bilhetes permanecem válidos para a nova data sem necessidade de troca. No entanto, poderão solicitar o reembolso no prazo de 30 dias úteis a partir desta terça-feira, dia 11 de janeiro, no respetivo local de compra do mesmo.
Depois de vários adiamentos, veio o desfecho que ninguém desejava.
Começou por estar marcado para 13 de janeiro de 2021, foi adiado para 8 de junho do mesmo ano, depois remarcado para 16 de janeiro de 2022 e, agora, não vai de todo acontecer. Falamos do concerto dos The Ocean Collective em Lisboa, que ficou sem efeito.
Essencialmente, a Phanezoroic Tour Chapter IV Europe não vai acontecer devido às restrições provocadas pela COVID-19. Numa mensagem divulgada nas redes sociais, a banda alemã diz que manter a digressão implicaria enormes riscos de saúde e finanças para todos os envolvidos, dando o exemplo de vários países que ou anunciaram restrições para concertos, ou impuseram testes PCR obrigatórios como pré-requisitos de imigração, testes esses que, como se sabe, são caros.
Assim, ao invés de adiarem várias vezes os espetáculos, os The Ocean Collective resolveram mesmo cancelar a sua tour europeia, prometendo, ainda assim, remarcar a digressão muito em breve. De facto, a promotora Free Music Events dá conta que a nova data será, muito possivelmente, anunciada para maio ou junho.
Para quem adquiriu bilhetes, tem duas soluções: ou mantêm os mesmos, sendo válidos para a nova data a anunciar, ou pedem reembolso no local de compra.
O esquema não é de agora, mas convém estar atento.
Há alguns anos que chamadas fraudulentas são feitas aqui e ali para ludibriar os utilizadores. Há quem “ofereça” algo em troca de um pagamento disfarçado, havendo também quem vá mais direto ao assunto. É o caso dos burlões que têm utilizado o nome da Microsoft.
O esquema não é de agora, mas o Centro Nacional de Cibersegurança (CBCS) alerta para um aumento de telefonemas fraudulentos que “incentivam as vítimas a instalarem programas maliciosos no seu computador, com a intenção de roubar informações e/ou cifrar o conteúdo das máquinas”.
Basicamente, ao conseguirem que alguém instale um programa que não devia, os falsos funcionários podem também tentar aceder a detalhes dos cartões de crédito das vítimas. Como? Através de acesso remoto.
Convém terem noção que a Microsoft nunca vos iria ligar diretamente para que instalassem um programa no vosso PC devido a um qualquer suposto problema. Isso simplesmente não acontece. Portanto, se vos ligarem de um número desconhecido, com alguém do outro lado a dizer que o vosso computador está em risco ou com vírus, desliguem e bloqueiem esse número.
Ainda sim, se tiverem a infelicidade de cair nesta burla, devem notificar o CERT, efetuar uma queixa online através do Portal da Queixa e, também, formalizar uma queixa-crime junto da Polícia Judiciária.
Se nos seguem há algum tempo, decerto já terão reparado nos vários artigos que escrevemos sobre a Burger Wheels, que por aqui consideramos ser não só a melhor hamburgueria de Setúbal, como uma das melhores do país, simplesmente pelo facto de os produtos serem deliciosos e feitos com todo o carinho.
Na verdade, é precisamente essa dedicação que tem levado a que o casal Patrícia Oliveira e Deivid Feitosa, responsáveis pelo restaurante, tenha já conquistado tantos clientes na cidade, e não só. Afinal de contas, o que é bom tem de ser partilhado.
No ano passado, e já depois de, no verão, ter apresentado um hambúrguer gigante de 1.5kg (que ainda está disponível sob encomenda), a marca apresentou uma nova opção que, na altura, nem tinha nome, até porque seria decidido pelos clientes. Agora, em 2022, o nome foi desvendado: Smash Vulcão.
O mais recente hambúrguer da Burger Wheels é composto por um molho de Philadelphia, bacon e um molho especial… com bacon. À semelhança dos outros hambúrgueres, também nesta nova opção podem escolher o pão (pão Black, pão Blue, brioche, brioche com sésamo, bolo do caco tradicional, bolo do caco de beterraba, brioche de tomate vermelho ou brioche de espinafre verde), a carne (bovino, frango ou salsicha fresca) e o tipo de queijo (cheddar ou mozzarella).
O Smash Vulcão é tão épico que, no delivery, é enviado neste tipo de recipiente
Podem tentar comer com as mãos, mas aconselhamos o uso de garfo e faca.
A grande estrela desta nova criação é mesmo o molho especial com bacon. É de chorar por mais. É tão bom que, segundo nos contou Patrícia Oliveira, que é quem está por detrás de todas estas criações, os clientes aproveitam o molho que sobra para colocar por cima das batatas ou nachos. Aliás, há até quem guarde o molho para o dia seguinte.
Nós já provámos e não só aprovámos, como tivemos de repetir uma segunda vez poucos dias depois. Mas deixamos uma recomendação: este é daqueles hamburgueres que, devido ao molho, deve ser comido com garfo e faca, caso contrário arriscam-se a ficar com a roupa toda suja. E quem é vegetariano pode ficar descansado, uma vez que é possível pedir este molho especial, mas sem o bacon. O Burger Wheels tem também outra novidade: umas deliciosos bolinhas de queijo.
Tanto podem receber este novo hambúrguer em casa através das plataformas de delivery ou ligando diretamente para o 937907533, como podem ir ao espaço, localizado na Avenida Independência das Colónias 7B. Vão ficar surpreendidos quando o Smash Vulcão vos chegar à mesa…
É a primeira vez que o Estado acaba com uma fundação privada.
A notícia está a ser avançada pelo Observador (acesso pago), revelando que a decisão deve-se após um relatório da Inspeção-Geral das Finanças ter concluído que a entidade promovia atividades fora do seu âmbito de atuação legal.
Tudo começou quando uma decisão do tribunal da Madeira (no âmbito do processo n.º 5774/17.7T8FNC) suscitou dúvidas relativamente à compatibilidade do objeto social da Fundação, com o investimento “de risco” associado à aquisição de ações. Algo que levou a que Joe Berardo se tornasse num dos maiores devedores do bando público.
Entrou então em cena a Inspeção-Geral de Finanças que, após ter realizado uma auditoria, recolheu “elementos que indicam que o fim real da Fundação não coincide com o fim previsto no ato de instituição, o que constitui causa de extinção de fundações privadas por parte da entidade competente para o reconhecimento”.
“O procedimento administrativo com vista à extinção foi iniciado oficiosamente a 5 de janeiro de 2022″, confirmou o Ministério da Presidência do Conselho de Ministros.
Apesar de os bancos já terem sido notificados, não existem ainda quaisquer declarações públicas sobre o caso. Nem da parte das instituições bancária, nem da Fundação José Berardo, nem do próprio Joe Berardo, naturalmente.
Quanto aos bens da fundação, deverão ficar entre os bancos para pagar dívidas. Porém, se sobrarem ativos após todas as dívidas terem sido saldadas, esses bens poderão mesmo ficar com Joe Berardo… ou outros membros da fundação.
Foi ainda no ano passado que a Telepizza anunciou esta novidade, mas ainda vamos a tempo, até porque ainda têm um mês e algum tempo para provar. Falamos, desta vez, das três novas pizzas Barbecue da marca, que promete conquistar todos os paladares mais exigentes.
Na verdade, a Barbecue da Telepizza é a rainha da casa, contando já com mais de 250 milhões de pedidos em todo o mundo desde que surgiu em 1997. Não é novidade, portanto, que a marca tenha querido aplicar alguns twists.
Como referimos, são três as BQQ da Telepizza, três novas especialidades que podem (e devem) provar. A Telepizza Sweet BBQ é a opção mais doce do trio e é feita com bacon, frango marinado, carne de vaca e a especialidade, o molho Sweet BQQ, perfeito para acompanhar um noite de filmes. Já a Telepizza Spicy BQQ, com um toque picante, é ideal para quem goste de um pouco de irreverência nas suas refeições. Por último, a Telepizza Smokey BBQ, a mais “descontraída” das três: o seu sabor fumado deixa qualquer um rendido aos seus ingredientes, duas vezes mais carne de vaca, cebola caramelizada, rodelas de tomate e o seu molhe Smokey BBQ, feito com whisky Bourbon.
Seja doce, picante ou fumada, podem desfrutar até 14 de fevereiro, tanto na lojas como em encomendas via site/app/telefone.
Este novo lançamento completa a oferta da categoria Barbecue, que conta agora com cinco variedades diferentes, incluindo a Barbecue Clássica e Barbecue-Cream.
Há largos anos que as típicas marcas de chocolate deixaram de ser apenas chocolate. Isto é, ao invés de termos somente tabletes de chocolate, fomos tendo também iogurtes, bolachas, chocolate em pó, cápsulas de café, toppings, leites… enfim, toda uma panóplia de produtos para responder às exigências do mercado.
De há uns anos para cá, e mais recentemente, temos visto estas marcas apostarem no segmento dos gelados, maioritariamente no formato de barras congeladas ou sticks de gelado. Porém, há outro formato que tem estado na moda nos últimos tempos: gelados em copo (pint).
Temos visto algumas empresas apostarem neste formato e, agora, soubemos recentemente da existência dos chocolates Milka e Kit Kat versão pint. Resta saber se são bons.
Pesquisámos nos sites de vários retalhistas e, no que toca ao online, só encontrámos estes gelados na Auchan. Para o Milka, diz a retalhista que é “o teu chocolate preferido agora em formato de gelado”. Já para o Kit Kat a descrição é mais composta: “Tubo de gelado de cacau e gelado com sabor a bolacha com pedaços de bolacha cobertos de chocolate preparação de chocolate de leite e pedaços de bolacha.”
Ao que consta, também existe uma versão pint de Oreo, mas no site da Auchan não surge qualquer referência de momento relativamente a esse formato. Mas isso não invalida que não consigam encontrar o produto numa loja da empresa.
Cada embalagem é de 480ml e o custo é de 5,50€, o que não é propriamente muito barato, pelo que podem sempre esperar para que eventualmente entre em promoção.
O espetáculo vai passar por Braga, Coimbra e Aveiro, finalizando em Lisboa com uma grande apresentação no Campo Pequeno.
Temos fãs de Fábio Porchat por aqui? Então vão gostar de saber que um dos fundadores e estrelas de Porta dos Fundos tem uma novidade para apresentar aos portugueses.
Chama-se simplesmente O novo stand up de Fábio Porchat e é um novo espetáculo que o humorista vai levar a algumas cidades portuguesas.
Histórias inusitadas, comédia de observação e humor acutilante serão, por certo, ingredientes presentes para uma noite única, a acontecer no Porto (5 de fevereiro, Super Bock Arena), Braga (6 de fevereiro, Altice Forum Braga), Coimbra (12 de fevereiro, Convento São Francisco), Aveiro (13 de fevereiro, Teatro Aveirense) e Lisboa (18 de fevereiro, Campo Pequeno).
O espetáculo é para maiores de 16 anos, tem a duração de 60 minutos e os bilhetes variam entre os 25 e os 30€. Estão à venda na Ticketline e nos locais habituais.
Numa era de escassez de GPUs de alta gama, uma GeForce RTX 3060 pode ser uma aposta segura para os jogos da atual geração.
Estamos em 2022 e, enquanto a AMD e a NVIDIA já preparam a próxima geração de placas gráficas, os consumidores continuam um pouco às escuras no que toca a opções devido à escassez de stock e aos preços elevados das placas gráficas de última geração.
Está quase a fazer um ano desde que a NVIDIA tentou aliviar a situação com o lançamento de mais uma placa gráfica da sua família da série RTX 30, a GeForce RTX 3060, uma placa gráfica de entrada de gama, mas preparada para o alto desempenho, ao nível do que encontramos na PlayStation 5 e Xbox Series X. Pelo menos na teoria.
Esta (e as suas variantes, como a 3060 Ti) é também a placa gráfica que a NVIDIA espera levar até mais consumidores ao longo da atual geração, à semelhança do sucesso da RTX 2060 e da GTX 1060, que ainda hoje lideram as tabelas de utilização da Steam.
Com um pequeno truque na manga, como os seus absurdos 12GB de memória GDDR6, que na altura do seu lançamento ainda eram mais do que os 10GB de memória da RTX 3080, esta é uma aposta curiosa, uma vez que pretendia chegar aos utilizadores a um custo mais baixo. Porém, tal tornou-se impossível com a alta procura de placas gráficas para minerar criptomoedas e o aproveitamento dos revendedores com o aumento dos preços.
Felizmente, existem marcas que tentam manter o custo acessível com sacrifício de extras e softwares de outras marcas. É o caso da KFA2, que nos forneceu uma GeForce RTX 3060 (1-Click OC).
Na base temos uma GeForce RTX 3060 de 12GB comum que, pelo nome, podemos ver que já vem preparada e afinada para o melhor desempenho possível. Sem RGBs, sem extras, apenas o coração embrulhado nas interfaces necessárias para correr os últimos jogos. É assim que esta solução se apresenta.
De pequenas dimensões, conta com um chassi em alumínio e duas ventoinhas de 90mm que funcionam em conjunto com os blocos de dissipação incluídos; e quatro ligações de vídeo, três DisplayPort e uma HDMI 2.1 preparada para output de resolução até 8K e o futuro standard 4K a 120Hz.
Na prática, é das apostas mais simples que podem existir, algo comprovado durante a sua instalação quase plug-and-play e olhando para o seu simples manual que apenas recomendava a instalação dos drivers da NVIDIA.
Antes de passarmos para a experiência no seu desempenho, olhemos para as características da KFA GeForce RTX 3060, preparada para as últimas novidades da NVIDIA, como suporte para G-Sync em monitores compatíveis, NVIDIA DLSS, Ray-Tracing de alta qualidade, suporte para VR e pequenos extras da NVIDIA como o Ansel, GPU Boost e NVIDIA Broadcast.
Estamos, assim, perante um GPU com 3584 CUDA Cores, uma frequência base de 1320MHz, memória de frequência de 7501MHz, velocidade de memória de 15Gbps e, claro, 12GB de VRAM (192-bit) para dar e vender.
Esta é uma placa desenhada para o alto desempenho, mas com algumas contenções, especialmente se estivermos a pensar numa utilização em monitores de resoluções 1080p e 1440p, resoluções essas também estandardizadas no mundo do PC Gaming, onde a procura de melhores framerates é mais popular que a qualidade de imagem mais pristina possível.
Ainda assim, a KFA GeForce RTX 3060 vai um pouco mais longe para os utilizadores que querem mais uns frames por segundo, com a sua aplicação Xtreme Tuner. Disponível para PC e smartphones, com esta app é possível ativar o overclock seguro da marca, elevando a velocidade base do GPU para os 1777Mhz.
O utilizador comum não irá notar muita diferença se não estiver também constantemente a afinar as definições de cada jogo. Dito isto, a nossa experiência com a KFA GeForce RTX 3060 baseou-se meramente em predefinições com alguns jogos mais ou menos recentes e populares.
Para este teste, usámos uma configuração composta por uma motherboard Gigabyte X299 Aorus Master, processador Intel Core i9-10900X @3.70Ghz, 32GB de memória RAM a 3200MHz, disco SSD M.2 de 4.7Gbs, a KFA GeForce RTX 3060 de 12GB VRAM (obviamente) e com recurso a um monitor Gigabyte Aorus com resolução máxima de 1440p a 165Hz compatível com tecnologia G-Sync.
Começando por um dos jogos mais bonitos deste início de geração, fomos até ao México dar uma volta em Forza Horizon 5. Tivemos resultados bem simpáticos para quem quer simplesmente ligar o jogo e correr em direção ao horizonte.
Comecei por usar um preset personalizado, com configurações semelhantes ao que a Xbox Series X apresenta (com dados da cobertura da Digital Foundry). Ao apontar para os 1440p obtive uns satisfatórios 60FPS, mais precisamente 65FPS, flutuando com picos nos 79FPS. Desempenho sólido, que poderia ser ainda melhor nos presets sugeridos de High e Ultra, com o primeiro a elevar a fluidez de jogo aos 95FPS de média (com mínimos de 82,8FPS) e o segundo aos 70FPS (com mínimos de 61,1FPS). Dados obtivos com a excelente ferramenta de benchmark. De notar que este é um jogo extremamente bem otimizado para várias máquinas e que não conta com opções exclusivas da NVIDIA.
Para tirar partido de algumas dessas opções voltámos as atenções para outro belo horizonte, Horizon Zero Dawn, um dos jogos que definiu visualmente a geração da PlayStation 4. Lançado originalmente num estado menos ideal no PC, agora é também um ótimo teste e já inclui o DLSS, a tecnologia de reconstrução de imagem com recurso aos Cuda Cores das placas RTX. Através da ferramenta de benchmark interna, no preset mais alto, com o jogo completamente no máximo, a KFA GeForce RTX 3060 não apresenta nenhum compromisso, com o jogo a correr confortavelmente bem acima dos 60FPS, numa média de 87FPS, onde qualquer flutuação é visualmente eliminada graças ao uso do G-Sync em monitores compatíveis, como o que usámos.
Para explorar algumas capacidades de Ray-Tracing (em particular nas pesadas sombras) e o DLSS, experimentámos também as ferramentas de benchmark de Shadow of the Tomb Raider. No preset Custom, já definido pelo jogo, atingimos uma média de 73FPS, mas o surpreendente foi ver que mesmo em Ultra – apenas perdemos 2FPS. E no caso de queremos jogar este último capítulo do reboot de Tomb Raider de forma ainda mais fluida sem recurso a sompras Ray-Tracing, conseguimos uma média de 99FPS. Estes resultados foram conseguidos, no entanto, graças ao excelente DLSS, que apresenta o jogo com uma fidelidade visual incrível a 1440p.
Na busca de desempenho com as funções exclusivas da NVIDIA ligadas fomos até Night City em Cyberpunk 2077, um belo jogo no PC, mas que sofre ainda de uma otimização dúbia que depende imenso das restantes características do PC para lá do GPU, como é o caso de um bom processador para aguentar com o mundo aberto.
O título da CD Projekt Red foi, na altura de lançamento, um dos jogos marketizados em conjunto com a NVIDIA e, no caso da RTX 3060, Cyberpunk 2077 mostra algum do seu potencial, mas com sacrifícios. No nosso caso, tirando partido de Ray-Tracing e DLSS (em qualidade) com o preset High, o jogo em situações mais agitadas fluta entre os 45-50FPS, algo que melhora com a excelente implementação do G-Sync, que elimina ajuda a tornar a experiência mais consistente. Já sem o Ray-Tracing com os seus reflexos e sombras mais realistas, o jogo atinge facilmente os 77FPS em média.
Control, da Remedy, foi outro jogo que, desde o seu lançamento, se tornou um titulo obrigatório para tirar partido das tecnologias da NVIDIA, que viu a sua versão do DLSS a melhorar e que se encontra agora melhor do que nunca. Revisitei o jogo pela primeira vez desde o seu lançamento, onde o joguei com uma modesta GTX 1060, e regressar com a RTX 3060 foi como saltar uma geração. Graças aos modelos mais detalhados, texturas mais ricas e melhores efeitos de partículas (devido à existência de mais VRAM) e, claro, devido à excelente implementação do DLSS, que reduz o esforço do GPU e dos reflexos e sombras a cargo do RTX. A cereja no topo do bolo é conseguir uma fluidez na casa dos 60fps, com flutuações dependendo do cenário, mas com um desempenho extremamente satisfatório e sem compromissos para quem quer simplesmente descobrir os mistérios da Oldest House.
Termino a viagem com um jogo recente, mas que, aparentemente, não está nas melhores condições no PC devido à otimização ainda a precisar de algum trabalho, revelando assim que o desempenho de um jogo está diretamente ligado às capacidades das nossas máquinas. Refiro-me a Halo Infinite, belo e aparentemente não muito exigente, uma vez que foi até desenhado para duas gerações de consolas e GPUs que datam até 2014 (pensemos na data em que a Xbox One original foi lançada). Sem funcionalidades exclusivas da NVIDIA, o jogo no online comporta-se de forma brilhante. Já no modo campanha as coisas mudam, com zonas interiores a mostrarem um desempenho na casa dos 70-80FPS, enquanto que, no mundo aberto, há uma flutuação extrema entre 45 a 60FPS.
De notar também dois aspetos importantes durante esta experiência com a RTX 3060: o de que é uma placa relativamente silenciosa, “levantando voo” quando a carga é elevada e atinge os 100% de utilização, mas sem distrair as nossas atenções; e o da temperatura, com o GPU a atingir um máximo de 75 a 80 graus celsius em condições de utilização normal.
Assim, a RTX 3060, em particular esta da KFA2, revela-se uma consola capaz e cumpridora da sua promessa de utilização simples, direta e segura. Não só essencial para experienciar os jogos mais recentes de forma satisfatória, especialmente neste campo dos 1080p/1440p com alvo nos 60FPS, mas também com pulmão suficiente para o que o resto da geração nos possa atirar para cima da mesa, especialmente com a aposta em tecnologias como o DLSS.
Este dispositivo foi cedido para análise pela KFA2.
Lembram-se quando, no passado mês de setembro, falámos no programa DiscoverEU, que dava aos jovens que atingissem a maioria de idade a oportunidade de explorar a Europa gratuitamente, graças a passes de Interrail oferecidos? Pois bem, os resultados do programa acabam de ser divulgados.
A Comissão Europeia recebeu um total de 333.728 candidaturas, mas somente serão distribuídos 60.950 passes. Deste número, 1.400 passes vão para jovens portugueses.
Desta forma, esses jovens poderão viajar por um período máximo de 30 dias entre março de 2022 e março de 2023. Devido às incertezas provocadas pela pandemia, os viajantes terão reservas flexíveis e seguro contra interrupções. As viagens serão feitas maioritariamente de comboio, salvo algumas exceções.
Além disso, poderão viajar, se quiserem, em grupo, neste caso com mais quatro amigos. Aí, terão de decidir um líder, responsável pelo chato processo de preencher formulários.
De resto, os felizardos deverão estar atentos à conta de Instagram European Youth no próximo dia 17 de janeiro, data em que se realizará uma sessão de perguntas e respostas em direto. Os participantes poderão fazer perguntas relacionadas com as suas futuras viagens.
Convém também realçar que, a partir deste ano, o programa DiscoverEU passará a fazer parte da família do programa Erasmus+, o que significa que será possível explorar ainda mais países. A primeira fase de candidaturas ao abrigo das regras do Erasmus+ terá início na primavera de 2022.
A barbearia só avança em 2022. Mas os vinhos já podem ser adquiridos.
Foi a 10 de dezembro do ano passado que o Sport Lisboa e Benfica avançou com a novidade: o clube da Luz ia avançar com uma barbearia, “um conceito inédito no mundo do desporto”.
Basicamente, a Barbearia à Benfica será uma loja física onde vai ser possível, claro, cortar o cabelo, a barba, o bigode e até fazer tatuagens. Porém, o espaço só avança algures este ano – ainda não tem data de inauguração – e, entretanto, as águias estão a vender uma linha de produtos na sua loja online. São dois packs – Fervor e o Sem Rival -, ambos constituídos por shampoo, gel de banho, condicionador e after shave.
De resto, o Benfica apostou também recentemente noutro projeto: uma garrafeira. A Garrafeira Benfica nasce da parceria do clube da luz com a vinha.pt e reúne uma seleção de vinhos nacionais (está prevista a inclusão de marcas internacionais), personalizados com a imagem do clube das águias.
Para já, estão disponíveis 22 vinhos, todos com rótulos personalizados com imagens que fazem parte da vida do clube. Destacam-se produtoras como a Authentic Wines (Lisboa), Quinta de Santiago (Minho), Herdade do Rocim (Alentejo), Caves Messias (Bairrada), Cascas Wines (Beira Interior), Breijinho da Costa (Setúbal) e Quinta dos Avidagos (Douro).
Para os interessados, podem não só adquirir as garrafas no site oficial do Sport Lisboa e Benfica, como nas lojas oficiais do clube no Estádio da Luz, Centro Colombo, Baixa (Rua Jardim do Regedor, em Lisboa), Strada Outlet (Odivelas) e MAR Shopping (Matosinhos).
Em julho de 2020, quando ainda nem sequer tinha estreado a segunda temporada, a Amazon Studios anunciava uma terceira temporada da popular série The Boys. E desde logo os fãs ficaram descansados.
Entretanto, o tempo foi passando e as novidades foram surgindo a conta-gotas (até sabemos que um spin-off está em desenvolvimento). Pois bem, eis que temos agora uma data de estreia para a explosiva terceira temporada: 3 de junho.
A nova temporada, a ser exibida no serviço de streaming Prime Video, terá um total de oito episódios, com o final épico a estrear a 8 de julho.
The Boys é uma vissão divertida e irreverente que mostra o que acontece quando os super-heróis — que são populares como celebridades, influentes como políticos e respeitados como se fossem deuses — abusam dos seus super poderes em vez de os usarem para o bem comum. Com o objetivo de derrubar os super-heróis corruptos, The Boys, um grupo de vigilantes, continua a sua heróica busca para expor a verdade sobre os The Seven e a Vought — conglomerado multimilionário que gere os super-heróis e esconde os seus segredos. São aparentemente indefesos contra os super poderosos.
A terceira temporada de The Boys é protagonizada por Karl Urban, Jack Quaid, Antony Starr, Erin Moriarty, Dominique McElligott, Jessie T. Usher, Laz Alonso, Chace Crawford, Tomer Capon, Karen Fukuhara, Nathan Mitchell, Colby Minifie, Claudia Doumit e Jensen Ackles.
The Boys é baseada na saga de livros de banda-desenhada bestseller do New York Times, de Garth Ennis e Darick Robertson, que também é produtor-executivo, e é desenvolvida pelo produtor-executivo e showrunner Eric Kripke.
2021 foi um ano difícil para a Uber. Tendo em conta a pandemia e outros problemas direta ou indiretamente relacionados, foi um ano em que muitos motoristas abandonaram o setor TVDE.
“Antes da covid havia um carro em cada esquina e sempre à porta do cliente. Por causa do confinamento e da falta de procura, houve muitas desistências de motoristas e falências de empresas parceiras. Isso gerou um défice do lado da oferta”, disse ao JN/Dinheiro Vivo o porta-voz do Sindicato de Motoristas de TVDE.
“Dos cerca de 30 mil motoristas com certificado, a maior parte deles teve de procurar alternativas porque não podiam suportar os custos com combustíveis e com a manutenção”, disse aos mesmos sites o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Urbanos de Portugal, Fernando Fidalgo.
Basicamente, tal resulta num excesso de procura tendo em conta a oferta atual, o que faz com que as tarifas dinâmicas se ativem, duplicando o preço das viagens. Na verdade, uma das razões que contribuiu para a debandada dos motoristas deve-se às tarifas low-cost praticadas pelas aplicações.
Apesar de tudo isso, a Uber introduziu várias novidades ao longo do ano. Ofereceu viagens para apoiar a vacinação das forças de segurança, juntou-se à Unilabs para testes de rastreio à COVID-19 ao domicílio, apresentou pontos de recolha em três centros comerciais, viu o seu nome ser utilizado em esquemas fraudulentos, apostou num novo serviço de viagens low-cost e até investiu milhões de euros num novo hub em Lisboa.
Mais recentemente, a Uber viu-se envolta em algumas polémicas, por “obrigar” os motoristas a trabalharem com tarifas mais baratas, por ter criado o serviço Uber Pet e por ter feito uma atualização no sistema que fez desaparecer os veículos da app por algumas horas.
Quase que se pode dizer que foi um ano bem dinâmico. Ora, ainda antes do ano terminar, ficámos a saber de uma situação que pouco abona a favor da Uber: a suspensão de motoristas com taxas de cancelamento extremamente baixas.
As imagens a que o Echo Boomer teve acesso explicam que, essencialmente, este motorista foi bloqueado por ter uma taxa de cancelamento de apenas 2%, que a Uber considera ser “muito superior ao esperado em comparação com outros motoristas”. O problema? Estes cancelamentos têm origem no cliente em si, e não nos motoristas, o que deixa os condutores sem qualquer culpa nestas situações. Afinal de contas, que lógica faz um motorista ter taxas de cancelamento quando esses cancelamentos são proporcionados pelos clientes?
No email/mensagem enviado a este motorista, a Uber começa por dizer que “a taxa de cancelamento na sua conta de motorista continua mais elevada do que a taxa média de cancelamentos de outros motoristas, e por isso a sua conta está suspensa temporariamente”.
“Relembramos que pode aceitar ou recusar qualquer pedido de viagem, no entanto, após aceitar uma viagem, deve evitar cancelá-la ou pedir a um utilizador que o faça. Um número elevado de cancelamentos prejudica a experiência dos utilizadores e pode traduzir-se numa redução geral de viagens para todos os motoristas”, diz a Uber na mesma mensagem.
O motorista em questão, que tem direito ao suporte Premium, uma vez que é motorista Gold, mostra-se incrédulo com a suspensão da sua conta, uma vez que há motoristas com taxas de cancelamento entre os 10 e os 20%. Relembramos que, no caso deste motorista em particular, a sua taxa de cancelamento era de apenas 2%.
Respondendo, a Uber alega que está a “analisar a taxa de viagens canceladas dos motoristas, que afeta não só os utilizadores e os respetivos tempos de espera, como também os motoristas que são membros da comunidade. Por este motivo, lançámos um processo para melhorar a taxa de cancelamento do motorista”.
Novamente, o motorista questiona sobre qual terá sido a análise efetuada se a sua taxa de cancelamento está nos 2%, uma vez que se propõe a concluir muitas das viagens, dizendo que não tem culpa se a viagem é cancelada por parte do cliente, não havendo, por isso, motivos para bloqueio de conta.
Não deixa de ser estranho este tipo de atuação por parte da Uber. Se existirem suspeitas de fraude por parte de um motorista, aí é uma questão completamente diferente. Mas suspenderem um parceiro por apresentar somente uma taxa de cancelamentos de 2%, quando existem motoristas com taxas bem superiores, não tem qualquer cabimento.
O concurso está aberto até 5 de fevereiro e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas nas situações de ativo, reserva e reforma.
Estão abertas as candidaturas para o arrendamento de casas de renda económica do Instituto de Ação Social das Forças Armadas (IASFA), que se encontram devolutas e a necessitar de obras. A concurso estão 60 habitações situadas em Almada, Cacém, Coimbra, Elvas, Évora, Lisboa, Mem Martins, Ponta Delgada, Ramada, Seixal e Tomar.
O aviso de abertura, publicado esta semana em Diário da República, prevê a atribuição de casas de renda económica que se encontram devolutas ou a precisar de reabilitação. As obras necessárias para a utilização das frações, com um custo máximo de cinco mil euros, acrescidos de IVA, deverão ser realizadas pelos arrendatários, sendo que o valor pago, até ao montante definido no concurso, será posteriormente descontado nas rendas mensais, no prazo máximo de 60 meses.
Mais informações sobre o concurso estão disponíveis para consulta no site do IASFA, no Portal do Beneficiário do IASFA, nos Centros de Apoio Social do IASFA (contactos) e ainda na Área de Habitação da Divisão de Gestão de Património do Instituto.
O concurso está aberto por 30 dias, até 5 de fevereiro, e podem concorrer todos os militares e pessoal militarizado dos quadros permanentes das Forças Armadas, nas situações de ativo, reserva e reforma.
Por esta altura, já muitos saberão que o Grupo Impresa, que detém órgãos de comunicação como o Expresso, e estações de televisão como a SIC, foi hackeado, num ataque como se nunca se viu em Portugal.
Desde a madrugada do passado domingo, dia 2 de janeiro, que as páginas de internet do Expresso e da SIC deixaram de estar disponíveis. Entretanto foram criados sites temporários, de modo a que os jornalistas possam continuar o seu trabalho sem ser através das redes sociais.
Também inacessível ficou o serviço de streaming OPTO. E tendo em conta que tanto o Expresso como a OPTO têm subscrições pagas, os utilizadores começaram a questionar-se sobre o que aconteceria às suas assinaturas.
Nada temam, pois não serão lesados. “A satisfação dos nossos assinantes é muito importante, pelo que todo o período durante o qual o serviço estará indisponível, com início a 2 de janeiro e até ao seu termo, será acrescentado à sua assinatura. A título de exemplo, se a situação se mantiver durante 15 dias, esses mesmos 15 dias serão acrescidos à sua assinatura”, lê-se num email enviado aos subscritores tanto do Expresso, como da OPTO.
Já numa resposta a um utilizador que questionou sobre em que sentido esta situação afetaria a sua assinatura, o apoio ao cliente da Opto esclarece que os acessos (login) à plataforma ainda não estão disponíveis, ainda que a plataforma já tenha controlo total sobre o serviço. “Isso deve-se a não podermos aceder ao servidor interno, pois ainda estão a decorrer investigações por parte da Polícia Judiciária no grupo Impresa, estando os acessos interditos. Quando forem repostos, todos os nossos clientes serão informados”, diz a empresa.
Agora basta esperar pela reposição destes serviços.
Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidaschega aos cinemas nacionais a 27 de janeiro.
Título original: Nightmare Alley Realização: Guillermo del Toro Argumento: Guillermo del Toro & Kim Morgan Género: Crime/Thriller/Drama Elenco: Bradley Cooper, Toni Collette, David Strathairn, Rooney Mara, Richard Jenkins e Cate Blanchett.
Sinopse:Quando o carismático, mas sem sorte, Stanton Carlisle (Bradley Cooper) se torna querido para a vidente Zeena (Toni Collette) e o seu marido mentalista Pete (David Strathairn) numa feira itinerante, ele ganha um bilhete dourado para o sucesso, usando o conhecimento adquirido com eles para ludibriara elite rica da sociedade de Nova Iorque dos anos 1940. Com a virtuosa Molly (Rooney Mara) lealmente ao seu lado, Stanton planeia enganar um magnata perigoso (Richard Jenkins) com a ajuda de uma psiquiatra misteriosa (Cate Blanchett) que pode vir a ser sua melhor adversária. NIGHTMARE ALLEY – BECO DAS ALMAS PERDIDAS, da Searchlight Pictures, estreia a 27 de janeiro, só nos cinemas.
O Echo Boomer, em parceria com a NOS Audiovisuais, tem para oferecer 10 convites duplos (5 para Lisboa e 5 para Matosinhos) para as sessões de Nightmare Alley – Beco das Almas Perdidas no dia 19 de janeiro, às 21h30, nos Cinemas NOS Colombo, em Lisboa, e nos Cinemas NOS NorteShopping, em Matosinhos.
O passatempo decorre até às 23h59 de 15 de janeiro. Os vencedores serão informados diretamente via email.
ATENÇÃO: Só será aceite uma participação vencedora por pessoa e por passatempo. No ato de levantamento do convite será obrigatória a apresentação do documento de identificação do vencedor. Não serão entregues convites mediante apresentação da identificação pessoal do vencedor por outras pessoas, nem cópias dos referidos documentos.
Atualmente, já não é preciso teste negativo para ir ao cinema ou ao teatro. Basta, para tal, apresentarem certificado digital de vacinação.Contudo, devem manter-se atentos a qualquer nova orientação da DGS.
As primeiras partes do concerto ficarão a cargo de Mereba e Devin Morrison.
Aquando da sua passagem pelo Super Bock Super Rock em 2019, o artista conquistou o público com a sua mistura irresistível de jazz, soul e R&B. Agora está de regresso a Portugal, no âmbito da Studying Abroad Tour 2022, para dar a conhecer as suas novas canções. Sim, falamos de Masego, que vai dar um concerto em Lisboa.
O espetáculo está marcado para dia 8 de março no Coliseu dos Recreios. A música de Masego é uma espécie de “TrapHouseJazz”, assim mesmo, tudo junto, como o próprio a define, e tem como influências de nomes como Pharell, Michael Jackson, Jamie Foxx, John P. Kee, André 3000 ou Cab Calloway.
Ao nosso país, o artista tocará não só os temas do álbum de estreia, Lady Lady (2018), mas também de outros EPs, como é o caso de Studying Abroad, lançado em 2020.
As primeiras partes do concerto ficarão a cargo de Mereba e Devin Morrison. Quanto aos bilhetes, estão à venda na BOL e locais habituais, indo dos 20€ aos 29€.