No total, o custo destas intervenções é de cerca de 57 milhões de euros.
Casa Museu Anastácio Gonçalves, Mosteiro dos Jerónimos, Museu de Arte Popular, Museus Nacionais de Arqueologia, Arte Antiga, Arte Contemporânea do Chiado, Etnologia, Azulejo, Teatro e Dança, Traje, Coches (Picadeiro Real e Novo), Palácio Nacional da Ajuda, Panteão Nacional e Torre de Belém. São estes os 15 museus e monumentos da cidade de Lisboa que vão ser requalificados e valorizados até final de 2025.
As ações foram definidas pela Direção-Geral do Património Cultural em articulação com os diretores destes equipamentos culturais e incluem intervenções de recuperação e reabilitação do edificado a melhoria dos conteúdos expositivos, sinalética e outras ações de valorização, bem como ações que contribuam para a sustentabilidade ambiental.
Entre os projetos a desenvolver destacam-se a remodelação profunda do Museu Nacional de Arqueologia; a valorização do núcleo composto pelo Museu Nacional do Teatro e Dança, pelo Museu Nacional do Traje e pelo Parque do Monteiro Mor; a requalificação do Museu Nacional do Azulejo; a remodelação do núcleo de ourivesaria e das reservas do Museu Nacional de Arte Antiga; a criação de estruturas de apoio ao visitante, bilheteiras e lojas na Torre de Belém e no Panteão Nacional; e ações de conservação e restauro do Mosteiro dos Jerónimos e no Palácio da Ajuda e zona envolvente.
O custo destas intervenções ronda os 57 milhões de euros, com financiamento assegurado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência.
Estávamos em 1997 quando a polémica estalou. Uma cassete com cenas de sexo entre Pamela Anderson e Tommy Lee chegava à Internet e toda a gente passou a falar disso. O que seria um vídeo caseiro, roubado da casa do casal por um empreiteiro insatisfeito, acabou por tornar-se uma sensação global, pondo os intervenientes nas bocas do mundo.
Curiosamente, o vídeo chegou à Internet no mesmo ano em que terminou a exibição de Marés Vivas nos Estados Unidos da América. Mas adiante. A Hulu teve a ideia de criar uma série baseada nesta história, série essa que vai chegar ao Disney+, na secção Star, a 2 de fevereiro.
Protagonizada por Lily James (Pamela Anderson) e Sebastian Stan (Tommy Lee), Pam & Tommy é uma série original de oito episódios que aborda as fronteiras da privacidade, tecnologia e fama, ligando as origens da atual era de reality TV a uma cassete roubada, vista por milhões, mas destinada a ter um público de apenas duas pessoas.
Pam & Tommy é uma série escrita por Rob Siegel e DV DeVincentis e realizada por Craig Gillespie.
O talk show ao vivo de um dos podcasts mais ouvidos em Portugal já tem datas marcadas para Aveiro, Lisboa, Leiria e Coimbra.
Quem anda pelo YouTube há vários anos e vai acompanhando os conteúdos portugueses, certamente deverá conhecer o nome Miguel Luz. O jovem, que na altura se foi destacando com paródias, falando de situações do dia-a-dia e outro tipo de vídeos, mudou o seu rumo em 2016, dedicando-se à produção musical. No ano seguinte, sob o alter-ego Mike Lyte, lançou o álbum CROCODILDO, que funde o seu sentido de humor com instrumentais de hip-hop produzidos por si.
Já em 2020 começou outro projeto, Janela Aberta, onde o jovem pensa em voz alta, descortinando os seus pensamentos numa exploração conjunta com o público. Navegando sem rumo, levanta questões relacionadas com saúde mental, identidade, cultura e criatividade numa reflexão descontraída que, certamente, não deixará de fora os temas mais mundanos da vida. Este podcast é um dos 10 mais ouvidos em Portugal.
Ora, é precisamente este formato que Miguel Luz vai levar aos palcos nacionais. Depois de duas estreias, em jeito de teste, no festival Recreio (Lisboa) e no Teatro Sá da Bandeira (Porto), o jovem levará o seu podcast numa digressão pelo país em que, uma vez mais, vai estar ao vivo e a pensar em voz alta sobre aquilo que lhe apetecer.
Aveiro (5 de fevereiro, Teatro Aveirense), Lisboa (8 de fevereiro, Teatro Tivoli BBVA), Leiria, (11 de fevereiro, Teatro José Lúcio da Silva) e Coimbra (13 de fevereiro, Conservatório De Música De Coimbra) são as primeiras cidades a receber o Janela Aberta em 2022. Em breve serão anunciadas outras datas.
Quanto aos bilhetes, variam entre os 12 e os 16€, consoante as salas. Estão à venda na Ticketline e nos locais habituais, sendo que, no caso de Leiria, as entradas devem ser adquiridas, presencialmente ou online, na bilheteira do Teatro José Lúcio da Silva.
A expetativa é que esta extensão da linha Vermelha esteja em concurso no ano de 2022 e que seja uma realidade em 2025/2026.
O Metropolitano de Lisboa (ML) concluiu a fase de Estudo Prévio do Prolongamento da Linha Vermelha entre a estação São Sebastião e a estação Alcântara para efeitos da Avaliação de Impacte Ambiental e submeteu à Agência Portuguesa do Ambiente (APA), no passado dia 27 de dezembro, o Processo de Licenciamento Ambiental relativo a esse estudo.
“O prolongamento da Linha Vermelha entre São Sebastião e Alcântara deverá iniciar-se a partir da zona já construída, localizada após a estação São Sebastião, através de um troço em túnel construído junto ao Palácio da Justiça e terá uma extensão total de cerca de 4 km, incluindo cerca de 380 metros em viaduto. Ao longo do traçado de túnel de via dupla prevê-se a construção de três novas estações subterrâneas (Amoreiras, Campo de Ourique e Infante Santo) e uma estação à superfície (Alcântara)”, refere a entidade em comunicado.
Começando pela estação de Amoreiras, “terá a sua localização ao longo da Rua Conselheiro Fernando Sousa, próximo do cruzamento desta com a Av. Engenheiro Duarte Pacheco. Prevê-se a sua construção a céu aberto, por método C&C (cut and cover) e terá uma profundidade de 18,5 metros”.
Já a “estação Campo de Ourique ficará localiza sob o Jardim Teófilo Braga/Jardim da Parada, no bairro de Campo de Ourique. Esta estação representa um grande desafio do ponto de vista construtivo, considerando a malha urbana apertada, com arruamentos com uma única faixa de circulação por via e com falta de alternativas de estacionamento. A estação terá uma profundidade de 31 metros e três pontos de acesso”.
Quanto à estação Infante Santo, “ficará localizada entre a Av. Infante Santo e a Calçada das Necessidades, em terreno municipal não edificado e desimpedido de qualquer construção. Prevê-se a escavação do túnel pela aplicação do método NATM e recurso a um poço de ataque vertical alinhado no seu eixo. A estação terá uma profundidade de 29,5 metros e dois acessos”.
Por último, a “estação Alcântara ficará localizada do lado poente da Praça General Domingos de Oliveira, na Via de Acesso à Ponte 25 de Abril. Terá como limites a Rua da Quinta do Jacinto a Norte, a Calçada da Tapada e a Rua de Alcântara a Sul e a Praça General Domingos de Oliveira a Nascente”.
A implantação da estação encontra-se não só fixada pelos limites construídos acima referidos, bem como pelas reservas futuras, nomeadamente, o túnel ferroviário do IP (integração da Linha de Cascais na Linha de Cintura), a nova rotunda de Alcântara (prevista no Plano de Urbanização de Alcântara) e todas as condicionantes técnicas dos traçados viários e ferroviários. O novo Viaduto atravessará o vale de Alcântara, entre o Baluarte do Livramento e a estação Alcântara, e será implantado de modo a não contrariar as condições existentes nem a versatilidade de evoluções futuras desse local.
Os estudos realizados indicam que a procura diária captada nas quatro estações que integram este prolongamento corresponderá a um acréscimo no primeiro ano após a entrada em exploração de 11 milhões de passageiros (4,7%) em toda a rede. Além disso, esta extensão da linha Vermelha vai conseguir retirar da circulação diária de Lisboa 3,7 mil viaturas individuais, o que significa menos 6,2 mil toneladas de CO2 no primeiro ano de operação.
O prolongamento da linha Vermelha está enquadrado no Plano de Recuperação e Resiliência 2021-2026 com um financiamento no montante global de 304.000.000,00€ (trezentos e quatro milhões de euros). A expetativa é que esta extensão da linha Vermelha esteja em concurso no ano de 2022 e que seja uma realidade em 2025/2026.
Filmes e curtas-metragens que estarão disponíveis de 14 de janeiro a 14 de fevereiro.
Em parceria com a Unifrance, a Filmin Portugal recebe a 12º edição do MyFrenchFilmFestival com longas-metragens e curtas-metragens, em mais de 10 línguas disponíveis em todo o mundo.
São mais de 20 filmes cuidadosamente selecionados que ilustram a diversidade do cinema francófono: a comédia Teddy, de Ludovic & Zoran Boukherma, sobre um “teen-wolf” das montanhas francesas; À l’abordage, um road movie de Guillaume Brac; e ainda Calamity, a segunda longa-metragem de animação de Rémi Chayé, um western com toques de coming-of-age.
Há ainda espaço para o documentário com Un pays qui se tient sage /The Monopoly of violence, de David Dufresne. Nomeado para os Prémios César, um olhar sobre o aumento de insatisfação da sociedade perante as injustiças sociais, o monopólio da violência e os excessos da polícia na França de Macron.
Os filmes estarão disponíveis de 14 de janeiro a 14 de fevereiro. As curtas-metragens serão oferecidas gratuitamente em todo o mundo e as longas-metragens acessíveis por 1,99€ (ou 7,99€ o pacote). As legendas dos filmes serão em formato Português do Brasil.
A Sociedade Ponto Verde lança uma nova coleção de pacotes de açúcar, em parceria com a Delta Cafés, que conta com o influenciador Gervásio a sensibilizar para uma maior e melhor reciclagem.
O ano começa com o incontornável e icónico Gervásio presente nas pausas para café de milhares de consumidores nacionais. São mais de quatro milhões de pacotes de açúcar Delta distribuídos por todo o território nacional com mensagens de sensibilização para as boas práticas de reciclagem.
Com o seu estilo descontraído e bom humor característico, o Gervásio promete surpreender e provocar sorrisos a todos os que o encontrem no momento de beber café. Ao todo existem 20 versões diferentes dos pacotes de açúcar que contribuirão para reforçar a importância da separação de resíduos, esclarecer dúvidas e mitos associados à reciclagem de embalagens, e até apresentar as tendências da temporada para reciclar melhor.
Atualmente, estão a ser vacinadas 84 mil pessoas por dia.
Esta quinta-feira, dia 6 de janeiro, o primeiro-ministro António Costa falou ao país para divulgar novas medidas de combate à pandemia. Além de ter referido novos máximos de casos diários, de atualmente estarem a ser vacinadas 84.000 pessoas por dia e de avançar que a Ómicron é “absolutamente dominante”, embora menos severa (o número de internamentos é muito inferior aos números registados no passado), António Costa avançou um novo conjunto de medidas que entram em vigor a partir de 10 de janeiro.
Medidas gerais
Isolamento:
Isolamento só de casos positivos e coabitantes;
Pessoas com dose de reforço não precisam de ficar em isolamento.
Testagem:
Isenção de testagem para quem levou dose de reforço há mais de 14 dias para acesso a atividades em que seria necessário apresentar teste negativo.
Escolas:
Recomeço das aulas a 10 de janeiro, sem isolamento de turmas em presença de caso positivo, e com testagem nas próximas duas semanas.
Teletrabalho:
Obrigatório até 14 de janeiro;
Teletrabalho recomendado a partir dessa data.
Estabelecimentos comerciais:
Lotação de uma pessoa por 5 m2;
Bares e discotecas:
Atividade pode recomeçar a partir de dia 14;
É necessário teste negativo para acesso;
Proibição de consumo de bebidas alcoólicas na via pública.
Certificado digital:
Necessário para acesso a restaurantes, estabelecimentos turísticos, alojamento local, espetáculos culturais, eventos com lugares marcados e ginásios.
Fronteiras:
É obrigatório um teste negativo para entrar no país por via aérea;
Mantém-se as sanções para os passageiros e para as companhias aéreas que não cumpram a norma.
Basta fazerem a vossa reserva através do The Fork.
Aconteceu em 2020, aconteceu em 2021 e, claro, vai também ter o seu destaque em 2022. Falamos, neste caso, da Olivier Experience by TheFork, que promete descontos até 40% nos restaurantes do Grupo Olivier.
A ampla oferta do Olivier Experience by TheFork abrange conceitos gastronómicos que vão desde o fine-dining ao sushi, à cozinha internacional e às carnes maturadas, incluindo o mais recente restaurante do grupo, o XXL. Para usufruírem deste desconto exclusivo, que se aplica em toda a carta (exceto menus e bebidas), as reservas só podem ser feitas através do site e/ou da app TheFork. E assim terão uma refeição mais acessível.
Este ano, estão presentes os dois restaurantes nacionais que marcam a nova fase do grupo português, o Yakuza Lisboa, inaugurado em abril passado, e o XXL, que, ao fim de pouco mais de um mês de funcionamento, já é um dos maiores sucessos da carreira de 25 anos de Olivier da Costa. Nesta Olivier Experience by TheFork estão também presentes o Guilty (Avenida, Parque das Nações e Porto), o KOB (Lisboa e Porto), o SEEN Lisboa e o Yakuza (Porto e Cascais).
As opções são variadas e adequadas a todos os gostos e carteiras. Nos jantares no XXL, encontram-se pratos únicos como a Picanha de Tamboril e o Bitoque de Lagosta, para lá dos incontornáveis soufflés e Bife Café Paris. No Guilty é possível encontrar alguns dos melhores hambúrgueres, pizzas, massas e sobremesas; o KOB proporciona uma deliciosa viagem às principais origens mundiais da carne maturada; o Yakuza apresenta criações exclusivas que surpreendem com o que de melhor a fusão entre o Oriente e o Ocidente tem para oferecer; e o SEEN é o hotspot incontestado da cidade, combinando um menu e carta de bar ecléticos, um ambiente cool e a vista mais deslumbrante de Lisboa.
Mas atenção: recomenda-se que sejam rápidos, uma vez que a iniciativa tem esgotado sempre na primeira semana de lançamento.
Menores de 18 anos e os visitantes a partir de 65 anos pagarão 50% do valor da taxa.
Em 2008, o Conselho de Ministros aprovou o Regulamento do Plano de Ordenamento da Reserva Natural das Berlengas, cujo cumprimento vincula todas as pessoas singulares e coletivas e determina que o número de pessoas autorizadas na área terrestre da reserva natural fica condicionado à respetiva capacidade de carga humana, conforme estabelecido em portaria do membro do Governo responsável pela área do ambiente.
Já em 2019, foi fixado o limite máximo de 550 pessoas autorizadas a permanecer em simultâneo na área terrestre da ilha da Berlenga, minimizando os efeitos da visitação sobre os habitats e as espécies em presença.
Finalmente em 2021, na Portaria n.º 30/2021, de 10 de fevereiro, já se falava de taxas no acesso à área terrestrea da ilha da Berlenga, ao largo de Peniche. Taxas essas que vão ser aplicadas a partir de 1 de junho.
De acordo com a Portaria n.º 19/2022, cada pessoa terá de pagar 3€ por dia pelo acesso à área terrestre da ilha da Berlenga. No entanto, menores de 18 anos e os visitantes a partir de 65 anos pagarão 50% do valor da taxa.
Além disso, serão isentos de pagamento da taxa as seguintes categorias de utilizadores:
Residentes sazonais habituais: Trabalhadores de estabelecimentos comerciais em atividade na ilha da Berlenga; Profissionais autorizados a exercer atividades de pesca ou de animação turística, incluindo marítimo-turística, na Reserva Natural das Berlengas, a quem seja atribuído o direito de uso tem- porário de casas abrigo, na área de intervenção específica do «Bairro dos Pescadores»; Usufrutuários de alojamento na área de intervenção específica do «Bairro dos Pescadores», nos devidos termos da lei;
Prestadores de serviços devidamente acreditados: Operadores, incluindo de animação turística, autorizados pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I. P. (ICNF, I. P.), a realizar atividades na Reserva Natural das Berlengas, nos termos do Regulamento do Plano de Ordenamento da Reserva Natural das Berlengas; Tripulantes das embarcações autorizadas pelo ICNF, I. P., para realizar atividades marítimo- -turísticas ou de transporte na Reserva Natural das Berlengas com acesso à área terrestre da ilha da Berlenga; Investigadores e profissionais autorizados pelo ICNF, I. P., para realizar trabalhos de inves- tigação e divulgação científica, ações de monitorização, recuperação e sensibilização ambiental, ações de conservação da natureza e salvaguarda dos valores naturais na ilha da Berlenga; Trabalhadores para atividades de manutenção de equipamentos e infraestruturas na ilha da Berlenga;
Representantes das entidades oficiais com jurisdição na Reserva Natural das Berlengas;
Residentes no concelho de Peniche.
A licença poderá ser obtida na plataforma BerlengasPass, bem como o pagamento da taxa de acesso e permanência na ilha.
A Everything is New, promotora do NOS Alive, começa o ano com uma confirmação nacional: Os Quatro e Meia. A banda irá estrear-se no Passeio Marítimo de Algés no dia 7 de julho.
A banda de Coimbra, que já esgotou salas icónicas nacionais como Coliseu de Lisboa, Campo Pequeno, Super Bock Arena e Coliseu do Porto, vai levar ao evento os temas do disco de estreia, Pontos nos Is, bem como o mais recente single, “Olá Solidão”, que fará parte do próximo álbum.
Nomes confirmados até à data: alt-J, Caribou, Da Weasel, Dino D’Santiago, Florence + The Machine, Fontaines D.C., Glass Animals, HAIM, Hobo Johnson and The Lovemakers, Imagine Dragons, Inhaler, Jorja Smith, Jungle, M.I.A, Mallu Magalhães, Manel Cruz, Metallica, Modest Mouse, Moses Sumney, Os Quatro e Meia, Parcels, Phoebe Bridgers, Royal Blood, Sea Girls, Seasick Steve, St. Vincent, Stromae, The Strokes, Tom Misch, Two Door Cinema Club, Parov Stelar e The War On Drugs.
Em relação aos bilhetes, estão à venda nos locais habituais. Os bilhetes adquiridos para o NOS Alive’20 e NOS Alive’21 são válidos para os dias de semana correspondentes do NOS Alive’22. Podem também trocá-los para outro dia mediante disponibilidade de lotação, ou por um vale no ponto de venda onde foram adquiridos, apresentando os bilhetes e prova de compra.
Esta medida terá um custo associado de 2,5 milhões de euros.
Aconteceu esta quarta-feira, dia 5 de janeiro, a apresentação do Orçamento Municipal de 2022 da Câmara Municipal de Lisboa. E há várias medidas que podemos destacar.
A primeira delas diz respeito aos transportes públicos gratuitos, promessa eleitoral do agora presidente Carlos Moedas. Residentes na cidade, menores de 23 anos e maiores de 65 residentes vão ter passes gratuitos.
Esta medida terá um custo plurianual de 12 milhões de euros. O propósito da Câmara de Lisboa é introduzir esta medida através da TML – Transportes Metropolitanos de Lisboa, assegurando aos utilizadores, residentes em Lisboa, o acesso ao passe que abrange os meios de transporte públicos existentes na cidade, sejam eles rodoviários, metropolitano ou rede ferroviária.
Outra medida de destaque é o desconto de 50% na EMEL, isto é, desconto de 50% no estacionamento, para residentes, em toda a cidade. Esta foi outra promessa eleitoral, tendo um custo associado de 2,5 milhões de euros. Em todo o caso, não se sabe como irá aplicar-se a redução de preço: se nos parquímetros ou nos dísticos de residente.
É também de destacar um plano de saúde gratuito para os mais carenciados acima dos 65 anos. Esta medida será implementada com um programa, através das juntas de freguesia que queiram aderir, podendo abranger até 20.000 pessoas. Promete-se, aos idosos mais vulneráveis, serviços como teleconsultas, medicinal geral e rastreio, entrega de medicamentos ao domicílio e check-ups.
Por último, destacar ainda o que a Câmara de Lisboa diz ser uma devolução de impostos aos lisboetas, em que os residentes receberão 3% do IRS.
Irá contar com cerca de 22 mil metros quadrados de Área Bruta Locável, distribuída por 18 lojas.
Em 2023, durante o primeiro semestre desse ano, a cidade de Portimão vai ver nascer um novo Vila Retail Park. Trata-se de um projeto que pretende dar uma resposta adequada à procura que existe na cidade por um conjunto comercial contemporâneo com as últimas tendências de design, oferta comercial e experiência para o consumidor.
O novo espaço a ser promovido pela Mitiska REIM, investidor europeu líder no segmento do imobiliário de conveniência, irá contar com cerca de 22.000 m2 de Área Bruta Locável, distribuída por 18 lojas. Os espaços comerciais estarão todos localizados no piso térreo existindo ainda zonas técnicas e de serviço nas traseiras das unidades com um acesso autónomo.
Para receber os visitantes, o espaço contará com um amplo parque privado com 875 lugares de estacionamento totalmente gratuitos.
O Nova Vila Retail Park ficará localizado a escassos três minutos do centro da cidade de Portimão, ao longo da principal estrada nacional que atravessa o Algarve, a Estrada Nacional 125, e com um acesso rápido e fácil de e para a A22.
Proibição dos saldos leva a uma queda de 51% das vendas dos lojistas, de acordo com os dados de um inquérito.
A Associação de Marcas de Retalho e Restauração (AMRR) apela ao Governo para que, com efeitos imediatos, volte a ser permitido aos Lojistas promoverem saldos.
A AMRR recorda que os seus setores têm sido dos mais penalizados ao longo destes quase dois anos, com encerramentos e limitações contínuos que têm provocado centenas de milhões de euros de perdas.
Num inquérito efetuado junto dos seus Associados, que representam 3500 espaços comerciais e de restauração, concluiu-se que, na semana exatamente a seguir ao Natal, a queda de vendas foi de 51,2%, representando assim um desastre financeiro para as empresas que contavam com as vendas deste período para minorar os prejuízos do ano.
Pra a AMRR, estes números confirmam que esta medida se revelou injusta e desadequada, sem efeitos na contenção Pandémica, e com prejuízos muito significativos para os consumidores e para as empresas.
“Aditar a essa medida a proibição de saldos representou um claro prejuízo para os consumidores e para a faturação nos espaços comerciais, num período especialmente impactante nas contas anuais das empresas e em particular num ano em que se encontraram encerradas durante cerca de 3 meses”, diz a associação em comunicado.
Tal como anteriormente, está disponível por tempo limitado.
Foi em agosto de 2018 que a McDonald’s apresentou o Big Mac Bacon, uma edição limitada e exclusiva que assinalava, na altura, os 50 anos da sanduíche mais emblemática da marca. E a edição foi tão limitada que esteve disponível apenas por um mês.
Ora, já em 2022, a McDonald’s faz regressar esta versão. Disponível desde o passado dia 4 de janeiro, o mote do regresso do Big Mac Bacon justifica-se para comemorar a chegada do novo ano.
O Big Mac Bacon mantém a mesma receita do Original – pão com sementes de sésamo, dois hambúrgueres 100% carne de vaca, alface iceberg, cebola, queijo fundido, pickles e molho especial Big Mac – mas com um twist: o acrescento de duas fatias de bacon.
Durante o período da campanha – de 4 a 31 de janeiro –, a sanduíche Big Mac original vai continuar disponível nos 188 restaurantes da McDonald’s em Portugal, mantendo-se, na versão Big Mac Bacon, o mesmo preço da receita original (McMenu Big Mac Bacon e McMenu Big Mac com PVP recomendado de 5,10€).
Naquele que é um dos pacotes mais compreensivos do mercado, com o Gigabyte AORUS FI27Q os videojogos nunca mais foram os mesmos.
Quanto mais as tecnologias evoluem, maiores são as necessidades dos utilizadores, e muito maiores são as expectativas a cada passo dado. Por outro lado, existe um efeito de resistência às inovações que nos deixam com dúvidas e questões de “será assim tão bom?”, algo que pairava sobre a minha cabeça quando me falavam em monitores “gaming”, mas que mudou depois de experimentar o Gigabyte AORUS FI27Q.
Sempre dei prioridade a resoluções e qualidade de imagem quando escolhi monitores ou televisões para as minhas lides diárias, colocando de parte algo que não imaginava ser tão transformatório, como os tempos de resposta e mais opções, razão pela qual até aqui tinha um monitor de secretária 4K de 60Hz, bem calibrado, mas que não fazia justiça ao meu computador pessoal.
É certo que com o Gigabyte AORUS FI27Q, no seu modelo FI27Q-EK IPS QHD 165Hz 1ms, estou limitado a uma resolução “inferior” de 1440p, mas para o seu tamanho e restantes caraterísticas que permitem tirar partido de um desempenho melhorado do meu computador, isso deixa de ser um completo problema.
Por volta de 460€ (preço recomendado), o Gigabyte AORUS FI27Q pode parecer uma aposta arriscada, especialmente quando a própria Gigabyte já tem outros novos modelos no mercado. Ainda assim, olho para o Gigabyte AORUS FI27Q como um testamento de custo justificado para as suas características e promessas.
Abri este texto ao dizer que o Gigabyte AORUS FI27Q é um pacote completo porque é mesmo esse o sentimento que permanece. Com 27 polegadas, o Gigabyte AORUS FI27Q suporta uma resolução QHD 1440p, taxa de atualização até 165Hz, tempos de resposta de 1ms, tem uma gama de cores DCI-P3 (com maior cobertura de verdes e vermelhos comparado com o sRGB), suporta HDR com certificação VESA DisplayHDR e tira partido ainda de de tecnologia AMD FreeSync e NVIDIA G-Sync.
E se em características interiores é recheado, por fora também, com duas ligações HDMI 2.0, uma Display Port 1.2, duas USB, jack áudio para auscultadores, microfone embutido com cancelamento ativo de ruído e, claro, iluminação RGB.
O Gigabyte AORUS FI27Q é, de facto, muita coisa, e há uma enorme satisfação em descobrir o que tem para oferecer depois de o montarmos e ligarmos. É um processo bastante simples e quase plug-and-play, onde pelo caminho podemos admirar o seu design com linhas angulares e futuristas que gritam “gaming” mas de uma forma elegante, com uma estética que evoca também um equipamento profissional. De frente temos um painel bastante comum, com três bordas minimalistas e a inferior – mais larga – a ostentar o logótipo da AORUS e o indicador de led On/Off perto dos controladores manuais. Já na sua traseira somos presentados com o lado mais futurista e estilizado do monitor, que se assemelha a uma armadura, com os seus LEDs angulares traseiros e o logo da águia da marca no braço principal.
O Gigabyte AORUS FI27Q pode ser disposto na horizontal e na vertical de forma muito fácil. Podemos subir, descer e inclinar de acordo com as nossas necessidades com uma grande margem de manobra, o que também é ótimo.
Depois de instalado, o Gigabyte AORUS FI27Q faz magia. Até aqui, eu não fazia ideia da importância de uma taxa de atualização mais elevada. Isto, claro, em termos práticos. Uma experiência que tive também o prazer de testemunhar em primeira mão com o Gigabyte Aorus 17G, com o seu ecrã de 300Hz. Mas com este monitor foi mais especial, porque finalmente pude por à prova as capacidades dos meus GPUs – uma NVIDIA GeForce RTX 2070 da Gigabyte e uma RTX 3060 1-Click OC da KFA2. No meu monitor anterior de 4K a 60Hz, não só tinha dificuldade em atingir a resolução nativa a altos framerates em jogos mais modernos e exigentes nas pré-definições mais elevadas, como não podia experimentar a super-fluidez acima dos cobiçados 120Hz, que até as novas consolas têm suporte.
Desde atividades mundanas, aos jogos mais exigentes, os 165Hz máximos do Gigabyte AORUS FI27Q foram uma autêntica revelação. Algo que, aliado aos mais do que suficientes 1440p cristalinos, me ofereceram algumas das melhores experiências de jogo que já tive em PC. A sensação de velocidade em Forza Horizon 5 é estonteante, o movimento dos Spartans em Halo Infinite é extremamente satisfatório e até a visualização de conteúdos multimédia é bem mais clara e deliciosa.
Com fluidez temos também temos de resposta mais rápidos e também uma clareza visual aumentada, uma vez que a imagem apresenta menos arrasto de frame para frame. Juntamente com estas capacidades extra, temos ainda o G-Sync para as placas da NVIDIA, algo que ajuda a tornar os movimentos mais apelativos e suaves numa seleção de jogos onde as taxas de frames podem não ser ideais ou estáveis, especialmente naqueles títulos onde há dificuldade em manter os 60FPS, flutuando ali na casa dos 50, onde as quebras são mais notórias num jogo tradicional.
Se estas características são excelentes, a qualidade de imagem no geral não fica nada atrás. Estamos perante um painel IPS, o que significa que temos uma espécie de projeção de luz no painel, algo que faz com que em cenários mais escuros da imagem se note sempre um “brilho”, que só a tecnologia OLED e semelhantes é que é capaz de contornar. Contudo, o Gigabyte AORUS FI27Q faz um excelente trabalho no que toca ao contraste. Com pretos profundos e com a utilização do HDR (em jogos, não em ambiente de trabalho), simplesmente brilha.
Com uma enorme quantidade de parâmetros personalizáveis, quer pelo menu interno ou pela aplicação da Aorus que permite ajustar tudo via Windows, o Gigabyte AORUS FI27Q vem preparado com pré-definições quase perfeitas, com cores vibrantes e naturais, uma excelente temperatura de cor e boa definição. Após algum tempo de volta das calibrações, acabava sempre por voltar às definições base, pois eram aquelas que mais me satisfaziam.
Não há dúvidas que o Gigabyte AORUS FI27Q é um monitor muito completo, com funcionalidades únicas. Algumas delas até que me passam completamente ao lado, mas na sua promessa e nos pontos chave, não só surpreende como tem o poder de converter utilizadores a um novo mundo, o da fluidez aumentada.
Com uma resolução modesta, mas extremamente apropriada às suas 27 polegadas, suporte de HDR 10, tecnologias como GSync e FreeSync e os seus incríveis 165Hz, os seus 460€ são quase um no-brainer para quem acabou de construir um computador capaz de correr os melhores jogos do mercado ao máximo.
Este dispositivo foi cedido para análise pela Gigabyte.
Entre portáteis, monitores e periféricos, a ASUS Rog levou à CES 2022 um interessante híbrido.
A ASUS e a sua submarca Republic of Gamers não são estranhas em transformar equipamentos comuns e casuais em estações de batalha avançadas, como por exemplo o seu catálogo de portáteis ou alguns dos smartphones para gaming mais avançados do planeta.
Agora, chegou a vez dos tablets, e a ASUS ROG revelou finalmente o muito antecipado Flow Z13, um híbrido dedicado aos videojogos.
Numa primeira impressão, o Flow Z13 pode enganar, pois removendo os acentos e o aspeto “gamer”, este é um dispositivo altamente inspirado no formato da linha Surface Pro da Microsoft: Um tablet poderoso, com um kickstand familiar e um teclado amovível.
Mas o grande destaque destes equipamentos são as incríveis características, que incluem um CPU até Intel Core i9-12900H de 14-núcleos, uma NVIDIA GeForce RTX 3050 Ti Laptop e memória LPDDR5 a 5200MHz. Além disso, conta ainda com um SSD de 1TB, carregamento rápido via USB-C e um sistema de refrigeração avançado a vapor.
Com dois modelos disponíveis, o Flow Z13 apresenta-se com ecrã 4K a 60Hz ou com um FullHD de 120Hz, num formato 16:10 e suporte de HDR até 500nits de brilho e compatibilidade com Dolby Atmos.
Este pequeno equipamento quer levar o PC Gaming para qualquer lado com o mínimo de sacrifícios, mas também o console gaming, através do suporte de jogos PC do ecossistema Xbox e das capacidades de Cloud Gaming de diferentes serviços.
O novo Flow Z13 ainda não tem preço anunciado nem uma data de lançamento, mas espera-se que chegue às lojas ainda este ano.
A nova geração de realidade virtual da PlayStation já tem um jogo confirmado.
É já em fevereiro que os jogadores da PlayStation poderão voltar a juntar-se a Aloy em mais uma aventura num mundo pós-história, com Horizon Forbidden West.
Mas a exploração por mundos dominados por máquinas não se fica por aí, pois já há outra aventura confirmada para o futuro.
Com o anúncio das características do PS VR2, a PlayStation revelou o primeiro projeto desenhado em exclusivo para a experiência imersiva, um spin-off da saga Horizon, chamado Horizon Call of the Mountain.
O novo jogo está a ser desenvolvido pela Guerrilla, o estúdio por detrás dos dois jogos da saga, em conjunto com a Firesprite, uma das recentes aquisições da família PlayStation.
Detalhes sobre este novo jogo são apenas técnicos e sabemos que irá tirar partido das novidades do headset e comandos do PS VR2 para uma experiência super-imersiva.
Sem data de lançamento, temos ainda um pequeno teaser para abrir o apetite.
Sonae regista níveis superiores de eliminação, reutilização e reciclagem de plásticos.
Se acordo com os dados do 1º Relatório de Progresso do Pacto Português para os Plásticos, da rede internacional Global Plastics Pacts Network da Fundação Ellen MacArthur, 52% das embalagens da Sonae em Portugal são hoje recicláveis.
Já a nível global, e no último ano, os negócios de retalho da Sonae, onde se inclui Sonae MC, Worten e Sonae Fashion, conseguiram que cerca de 58% das suas embalagens fossem recicláveis.
Além de promover a utilização de embalagens reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis, as empresas de retalho da Sonae têm também procurado reduzir a utilização de plástico e potenciar a utilização da sua versão reciclada nas embalagens dos produtos que comercializam.
Também nesta meta, a Sonae destaca-se das restantes empresas que integram o Pacto Português para os Plásticos, com quase o dobro da média na incorporação de plástico reciclado em novas embalagens: 19,5% nos negócios de retalho da Sonae, sendo o valor médio em Portugal de 11%.
Uma redução de três dias face aos 10 dias anteriormente anunciados.
A Direção-Geral da Saúde atualizou hoje, dia 5 de janeiro, a Norma 0004/2020, que diz respeito ao isolamento e rastreio de contactos. E o que salta logo à vista é a redução do período de isolamento.
Se, até aqui, era de 10 dias, a atualizada norma diz que esse período de isolamento para as pessoas infetadas com COVID-19 que estejam assintomáticas ou com sintomas ligeiros é reduzido para sete dias.
A atualização define ainda que as pessoas que não tenham sintomas à data do diagnóstico, bem como as que tenham sintomas ligeiros, ficam em autovigilância, monitorizando os seus sintomas. Estas pessoas não precisam de realizar teste no sétimo dia para saírem do isolamento.
Já os doentes com sintomas moderados ou graves mantêm os 10 dias de período de isolamento.
A DGS atualizou também a Norma 015/2020, relacionada com o rastreio de contactos, que passa a considerar como contactos de alto risco as pessoas que coabitam com um caso positivo de infeção por SARS-CoV-2/COVID19.
As pessoas que tenham vacinação completa com dose de reforço, ou que estejam no período de recuperação da doença, mesmo que sejam coabitantes ou que sejam contactos de baixo risco, ficam dispensadas de isolamento.
Os critérios para efeitos de identificação de contactos, de acordo com a nova definição constante da Norma 015/2020, na sua atual redação, entram em vigor dia 10 de janeiro. Os contactos de alto risco ficam em isolamento durante sete dias e devem fazer teste ao 3.º e ao 7º dia. Este último teste tem como objetivo o fim do isolamento profilático.
Os contactos de baixo risco, de acordo com esta atualização da norma 015/2020 devem fazer um teste o mais cedo possível, idealmente até ao 3.º dia.
Em comunicado, ficamos a saber que a próxima geração de dispositivos de realidade virtual para a PlayStation 5 será super ambiciosa e promete estabelecer os jogos de realidade virtual como um novo padrão.
O PS VR2 irá tirar partido de resoluções 4K com HDR e taxas de atualização entre 90 a 120Hz, com um headset com ângulo de visualização de 110 graus e uma resolução de 2000×2040 pixéis por olho.
Novidade para o PS VR2 será também a chegada dos sensores de movimentos nos comandos que reconhecem a distância e a posição deles em relação ao headset; a inclusão de funções sensoriais, como o audio 3D com tecnologia Audio Tempest 3D e sensores hápticos também no headset; e talvez ainda mais impressionante, a inclusão de Eye Tracking, uma tecnologia que permite que o headset siga a posição dos olhos do utilizador para torna a experiência de jogo mais natural e imersiva.
De seguida, a PlayStation partilhou todas as características da nova experiência de realidade virtual, ficando assim por conhecer o preço, data de lançamento e, claro, o aspeto deste novo e curioso gadget.