Netflix aumenta preços. E nem Portugal escapa

“De tempos em tempos, os planos e os preços da Netflix são ajustados à medida que adicionamos filmes e séries televisivas exclusivas; introduzimos novas características de produto e melhoramos, no seu todo, a experiência Netflix para ajudar os nossos membros a encontrar conteúdos de forma ainda mais rápida.”

Esta é a justificação dada pela Netflix para este novo aumento de preços no seu serviço, sendo algo que acontece pela primeira vez em Portugal desde que estreou no nosso país.

Portanto, o Plano Base (um ecrã) continua nos mesmos 7,99€ por mês. Já o Plano Standard (dois ecrãs em simultâneo e High Definition quanto disponível) fica mais caro 1€, passando para 10,99€. Por último o Plano Premium (quatro ecrãs (na verdade podem ser cinco) em simultâneo) fica 2€ mais caro, passado para os 13,99€.

Netflix

Felizmente os aumentos não são significativos. Na prática, imaginando que divides o Plano Premium com mais quatro amigos – sim, podem ser cinco perfis diferentes neste plano -, cada um passa a pagar mais 40 cêntimos por mês, o que nem sequer equivale ao preço de um café. Não há razões para preocupação.

Além disso, todo o dinheiro a mais servirá, segundo disse Ted Sarandos, CCO da Netflix, para aplicar em séries originais, especiais de comédia, documentários e filmes.

No entanto, vai-te preparando, pois provavelmente haverá novos aumentos no futuro. Contudo, dividindo a conta com amigos, a despesa fica bem mais fácil de suportar.

Quanto a este mês de outubro, a Netflix destaca a estreia da nova série de David Fincher, Mindhunter, já no próximo dia 13, e, claro, a aguardada estreia da nova temporada de Stranger Things, a ser lançada já no próximo dia 27.

Quanto a filmes, os destaques vão para The Meyerowitz Stories, o novo filme de Adam Sandler, e The Babysitter, do realizador McG.

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Os outros produtos que a Google anunciou no seu evento

Google Pixelbook, Google Home Mini, Google Home Max, Google Clips, Google Daydream View e Google Pixel Buds. Ufa. Além dos novos Pixel 2 e Pixel 2 XL, estes foram os outros produtos apresentados pela gigante de Mountain View.

Google Pixelbook

Começando pelo novo membro da família Chromebook, é um portátil que pesa apenas um quilo e tem uma espessura de apenas 10mm. Apresentando-se com uma construção cuidada e minimalista, tem o objetivo de ser rápido e simples. Para isso vem equipado com o Chrome OS, como não poderia deixar de ser, além de contar com o conceito de 4-em-1, já que tem uma dobradiça que lhe permite assumir diversas formas. Ou seja, poderás utilizá-lo como portátil, se assim o desejares, ou como tablet, e utilizar qualquer app Android que pretendas, já que este Pixelbook é compatível a 100% com a Google Play.

Traz um ecrã touch Quad HD de 12,3 polegadas, opção entre processador Intel i5 ou i7, opção de SSD de 128GB, 256GB ou 512GB, opção entre 8 ou 16GB de RAM e uma bateria que permite até 10 horas de autonomia. Neste caso, basta recarregares a bateria durante 15 minutos para conseguires duas horas de autonomia. Muito muito bom.

Para que a experiência seja total, terás à disposição a stylus Google Pixelbook Pen, uma caneta inteligente e mais responsiva que aquela que a Apple fornece, diz a Google. Tem uma latência de 10 ms e dois mil níveis de sensibilidade de pressão.

Claro, já sabes que em Portugal não serão vendidos de forma oficial num futuro próximo, pelo que terás de os adquirir noutros países da Europa. Os preços começam nos 999€ para a versão mais barata do Pixelbook e a Pixelbook Pen estará disponível por 99€.

Google Home Mini e Google Home Max

Passando para os produtos Google Home Mini e Google Home Max, prometem e apostam bastante no Google Assistant. Apesar de terem nomes parecidos, são produtos muito diferentes.

A Google Home Mini parece um brinquedo de ter por casa. É pequeno, pode ser controlado através da voz (a coluna reconhece a voz de várias pessoas), e, diz a Google, apresenta um som rico e limpo em 360 graus. Esta versão mais portátil do assistente pessoal da Google pode ser ligada a outros dispositivos para, por exemplo, vermos um filme ou colocarmos uma música a tocar, podendo ainda servir para nos dar diversos tipos de informação que necessitemos de saber. É, ainda, sensível ao toque.

Este mini assistente está já disponível em pré-compra em alguns países por 49€.

Passando para o Google Home Max, aqui sim, trata-se de uma coluna inteligente com boa potência sonora. Vem equipado com dois woofers de 4,5 polegadas, e, logo aqui, percebemos que esta coluna tem facilmente melhor qualidade áudio que qualquer outro produto Google. Aliás, ao contrário do Google Home Mini, esta versão Max permite que lhe ligues outro dispositivo através da porta áudio.

Além disso, dependendo do ambiente em que estiveres inserido, este Google Home Max conseguirá adaptar o som reproduzido através da tecnologia Smart Sound, variando, ainda, o volume consoante o equipamento para chamadas, podcasts ou ouvir música.

Além de contar com a Google Assistant, como é óbvio, este dispositivo vem equipado com microfones que conseguem reproduzir a tua voz mesmo durante a reprodução áudio de outro conteúdo. Estará disponível em dezembro por 399€ e oferecerá um ano de utilização do YouTube Music.

Google Clips

Esta é uma pequena câmara (também) dotada de inteligência artificial e que conta com um sensor fotográfico de 12MP com campo de visão de 130 graus e 8GB de armazenamento interno para fotos. Poderia ser uma simples câmara, no entanto, a Google Clips irá fazer o trabalho por ti e guardar fotos de modo autónomo. Como? Graças à inteligência artificial, a câmara conseguirá reconhecer rostos e animais de estimação, por exemplo, de modo a que possa trabalhar sem o teu auxílio.

Se a câmara captar um sorriso, fotografa. E um momento agitado do teu cão ou gato? Mais uma foto. E, quanto mais a utilizares, mais capaz ela ficará para o seu trabalho. Temos algumas dúvidas em relação à praticabilidade desta câmara, mas nada como testar, não é? Após gravar pequenos clips e captar fotos, a Clips enviará os conteúdos para a app Google Clips. Nessa app, poderás apagar o que não te interessa ou ainda selecionar um frame de um vídeo que aches interessante guardar como foto.

Ainda sem data de lançamento anunciada, terá um preço de 249€ assim que sair no mercado.

Google Pixel Buds

Aqui também podemos dizer que poderiam ser apenas mais uns simples auriculares, não fossem eles produzidos pela Google. Apesar de terem passado quase despercebidos no evento, a verdade é que os Pixel Buds prometem devido à sua integração com o Google Assistant e com os vários sensores táteis integrados.

Por exemplo, basta tocares neles para ajustar o volume, mudar de tema ou atender chamadas. Poderás, ainda, emparelhá-los com o teu smartphone, de modo a que possas executar tarefas como guardar notas ou ouvir SMS recebidas enquanto o teu equipamento móvel está no bolso.

Serão compatíveis com o Android Nougat 7.0 e versões superiores, e, muito interessantemente, têm a funcionalidade exclusiva de traduzir conversas de forma automática até 40 idiomas diferentes graças ao tradutor da Google. Para os carregar, e embora a Google não tenha dado detalhes em relação à autonomia, estes Buds serão vendidos com uma caixa de transporte que servirá para os recarregar. Mas, mais uma vez, os detalhes são escassos em relação a esta particularidade.

Os Google Pixel Buds prometem muito na teoria, falta saber como se comportam na prática. Chegam às lojas em novembro por 159€.

Google Daydream View

Para terminar este artigo, resta falar desta nova versão dos óculos de Realidade Virtual da Google. Graças aos novos Pixel 2, este dispositivo terá uma experiência de realidade aumentada melhorada. Sendo feitos de material mais confortável, será possível partilhar na TV aquilo que o utilizador está a ver nos Daydream View. De resto parecem exatamente iguais à versão anterior. Resta saber que funcionalidades exclusivas serão essas ao usarmos este equipamento com o Pixel 2 ou Pixel 2 XL. OS Google Daydream View vão custar 99€.

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Festival Para Gente Sentada com cartaz fechado

Esta será a 13ª edição do festival que decorre anualmente em Braga. A acontecer entre 17 e 18 de novembro, o Festival Para Gente Sentada apresentará ao público uma série de dez concertos nos vários espaços da cidade.

O primeiro dia, 17 de novembro, conta com o cabeça de cartaz Perfume Genius e Noiserv no Theatro Circo, com os leirienses First Breath After Coma e Holy Nothing no gnration e, finalmente, com os Máquina Del Amor no centro da cidade.

Já no segundo e último dia, 18 de novembro, atua o cabeça de cartaz Julien Baker e Capitão Fausto (apresentam Pontas Soltas, um documentário realizado por Ricardo Oliveira que mostra os devaneios da gravação do terceiro disco de originais da banda, Capitão Fausto Têm os Dias Contados) no Theatro Circo, Luís Severo e Moullinex (apresentará o novíssimo álbum Hypersex) no Gnration e, finalmente, os bracarenses Ermo jogam em casa no Centro da Cidade.

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Os bilhetes para o Festival para Gente Sentada 2017 já estão às vendas nos locais habituais, online em bol.pt e na bilheteira do Theatro Circo. Quanto a preços, o bilhete diário pode ser adquirido por 20€, já o passe para os dois dias custa 30€.

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Análise – Cuphead

Conheçam Cuphead e Mughead, duas personagens com cabeças em forma de chávena que, depois de perderem as suas almas para o Diabo, precisam de percorrer o mundo e fazer trabalho sujo em nome do mal para as recuperarem.

Acrescentem a esta história muita cor, personagens adoráveis e uma animação reminiscente das curtas da Disney e da Warner Bros. durante os anos 30.

Google Pixel 2 e Pixel 2 XL são oficiais!

Tal como já vem sendo habitual no mundo dos smartphones, cada vez que há novos equipamentos prestes a serem apresentados, muitos são os rumores sobre os equipamentos, uns certos, outros errados.

Já se sabia praticamente tudo sobre os novos dispositivos da Google, mas, hoje, a empresa de Mountain View apresentou os seus dois novos equipamentos móveis: Pixel 2 e Pixel 2 XL. No que diferem? Somente no tamanho do ecrã, nas baterias e nas cores disponíveis. Uma aposta interessante da Google, diga-se.

Tal como começa a ser habitual neste mercado, também a gigante tecnológica aderiu à moda dos ecrãs frontais praticamente sem bordas. Por um lado, o Google Pixel 2, com um ecrã OLED e Full HD de 5”, foi construído pela HTC; por outro o Google Pixel 2 XL, com um ecrã de 6” pOLED e resolução Quad HD, foi construído pela LG. Dispositivos da mesma gama, mas com tamanhos diferentes e construídos por marcas diferentes.

Nas características temos um processador octa-core Qualcomm Snapdragon 835 (a versão 836 terá sofrido atrasos na produção), 4GB de RAM, 64 ou 128GB de armazenamento interno, câmara traseira de 12.3MP com abertura de f/2.3 e EIS, câmara secundária de 8MP e abertura de f/2.4, baterias de 2700mAh (Pixel 2) e 3520mAh (Pixel 2 XL), entrada USB-Type C, carregamento rápido, leitor de impressões digitais (a Google diz ser o mais rápido do mercado) e certificação IP67.

Uma funcionalidade interessante está relacionada com o Google Assistant. Para aceder, basta apertar ligeiramente o smartphone, o que dispensa o uso de botões ou toques no ecrã.

Claro, já trazem o novo Android Oreo 8.0 e Bluetooth 5.0, mas aqui não houve espaço para a porta jack 3.5. Algo interessante é o facto dos peritos da DxOMark terem atribuído uma pontuação de 99 pontos ás câmaras do Pixel 2 no modo fotografia, apenas ultrapassado pelo Note 8 (100 pontos), e, interessantemente, uma pontuação de 96 pontos no modo vídeo, o que os tornará nos melhores smartphones do mercado para gravação de vídeos.

Quanto a preços e disponibilidade, o Pixel 2 estará disponível a partir de 649€ nas cores Kinda Blue, Just Black e Clearly White na Alemanha, Austrália, Canadá, Estados Unidos, Índia e Reino Unido no próximo dia 19 de outubro. Já o Pixel 2 XL estará disponível apenas em duas cores a partir de 849€, também nos mesmos mercados, mas apenas a 15 de novembro.

Em Portugal, os dispositivos não deverão ser vendidos por via oficial, contudo, os novos smartphones da Google ficarão à venda na vizinha Espanha lá mais para final do ano, pelo que, quem conseguir deslocar-se até terras de nuestros hermanos, conseguirá adquirir um Pixel 2 ou Pixel 2 XL. Haverá também, certamente, a possibilidade de comprar os novos smartphones em lojas como a Amazon.

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Análise – LG G6

Foi em fevereiro deste ano, mais precisamente na Mobile World Congress (MWC), que decorreu em Barcelona, Espanha, que a coreana LG mostrou ao mundo o seu LG G6, o sucessor do mal recebido LG G5.

Não é que o LG G5 fosse um mau equipamento, muito pelo contrário, mas o mercado não estava preparado para receber um smartphone modular. Saliente-se que a marca gosta de inovar e arriscar: o G Flex com o seu ecrã curvo, o LG V10 com o seu duplo ecrã, e, mais recentemente, com o já referido G5 e a sua estrutura modular. Uma marca à frente do seu tempo, parece-nos.

Em 2017, a LG resolveu simplificar as coisas para o seu LG G6, apresentando um terminal com um design mais simples, mas muitíssimo elegante e sóbrio com a sua moldura em alumínio e parte frontal e traseira de vidro. Assim que agarramos nele, sentimos um smartphone bem construído, robusto e bastante confortável de usar. Adapta-se perfeitamente às nossas mãos, não sendo nada escorregadio, ainda que verificássemos que, em relação aos seus concorrentes, é algo mais grosso. Nada que choque, sejamos sinceros.

Em termos de sensor biométrico, o mesmo continua centrado logo abaixo dos dois sensores fotográficos, sendo de fácil acesso. Estando na parte traseira, obriga-nos a que, para o usarmos, tenhamos de pegar no smartphone ou levantá-lo de uma superfície, uma tarefa que pode ser chata. No entanto, utilizá-lo acaba por ser uma agradável experiência, pois lê as impressões de forma rápida e preciso, sendo o desbloqueio quase instantâneo.

Ainda falando na construção do dispositivo, temos na base uma entrada USB Type-C, a coluna de som e o microfone. Em cima, a porta áudio Jack 3,5mm, o que significa que podes ligar os teus auriculares ou auscultadores à vontade. E podem deixá-lo cair dentro de água, já que possui certificação IP68, tornando-o resistente à água e a poeiras.

É, porém, no ecrã, que está todo o esplendor do LG G6. Aqui temos uma excelente tela IPS LCD Quad HD de 5,7 polegadas com 2880×1440 pixéis de resolução, que, apesar de não ocupar tanto espaço como outros dispositivos, ainda aproveita cerca de 80% da parte frontal, o que não é nada mau.

Continuemos a falar do ecrã. Este (grande) ecrã de 18:9, que a marca chama de FullVision, foi criado pela própria divisão de ecrãs da marca, a LG Display, e, além de generoso, faz muito bem o serviço. Apresenta cores vivas e ricas, uma excelente nitidez e um bom brilho. Ver vídeos neste ecrã é uma bela experiência, assim como verificar imagens ou usá-lo para trabalhar.

Além disso, suporta as tecnologias Dolby Vision e HDR 10, fazendo com que consiga apresentar cores mais vibrantes e acentuadas em várias aplicações. De destacar ainda o ecrã Always On, que pode apresentar as horas e algumas notificações no ecrã, mesmo que não estejamos a utilizar o telemóvel. Neste caso, é visível que, assim que recebemos uma notificação, todo o ecrã é iluminado em cor preta.

Em termos de desempenho, o G6 conta com 4GB de RAM e o processador Snapdragon 821, lançado o ano passado. Como a marca não conseguiu colocar o Snapdragon 835 no G6, teve de se contentar com a versão anterior. E isso não fará grande diferença no dia-a-dia, com o smartphone a conseguir desempenhar todas as tarefas, aplicações ou jogos com grande fluidez. Poderão notar algumas quebras de performance em relação ao SD 835 no uso de aplicações mais pesadas, mas, com a ajuda da UI otimizada da LG, o utilizador comum não terá quaisquer problemas em usar este equipamento para diversas tarefas, mesmo se dividir o ecrã em dois e utilizar duas aplicações em simultâneo.

Ainda em relação à UI da LG, esta tentou simplificar a sua skin ao máximo, deixando a experiência próxima de um Android stock (puro). Apesar de animações em excesso, a UI apresenta ícones mais arredondados, um pouco ao estilo dos cantos do ecrã, além dos botões de navegação na base para utilizadores que estão habituados a usá-los. Outra particularidade deste layout é o facto de possuir uma reciclagem de aplicações, um pouco ao estilo do que usamos nos nossos computadores. Assim, ao invés da aplicação apagar-se em definitivo, ficará guardada no sistema durante 24 horas, período em que o utilizador decide se a quer repor ou não. E quem diz aplicações diz também outro tipo de dados.

Já falámos do design, do ecrã e do desempenho. Faltam as câmaras. Aqui temos duas lentes de 13MP cada na traseira e uma lente frontal com 8MP. Uma das lentes secundárias é grande angular, assim como a frontal, também ela grande angular. Na prática, faz com que consigamos incluir mais elementos na foto. No caso da lente frontal, é algo realmente útil para selfies com amigos ou em família.

Uma particularidade interessante na aplicação de fotografia do G6, é a capacidade de se poder tirar fotografias e fazer vídeos com as câmaras traseiras e frontal em simultâneo. Um pouco como o recente Nokia 8, mas sem, por exemplo, as capacidades de streaming em direto para Facebook e Youtube.

No caso da traseira grande angular, é algo útil especialmente para quem gosta de passear por zonas verdejantes e gosta de captar imagens amplas ou um belo cenário de fundo, dando outro nível de profundidade. É também útil para quem se farta de passear e gosta de captar momentos em sítios recomendados no Trip Advisor.

Em termos de qualidade, as câmaras não desiludem, especialmente se tivermos boas condições de iluminação. Se for o caso, e com a câmara traseira dupla, teremos imagens bem detalhadas e focadas, com um excelente nível de definição. Já o uso de fotos com zoom deve ser moderado, pois apresentam algum grão.

Porém, o grande senão está mesmo na captação de fotos em ambientes de pouca luz. Aí, o desempenho fotográfico deixa muito a desejar, com as imagens a ficarem com pouca definição. Usando flash a qualidade melhora, mas este é, definitivamente, o ponto mais fraco deste LG G6.

Tem uma bateria de 3300mAh, por isso podem preparar-se para um dia de utilização intensiva. É garantido que, caso saiam de casa por volta das 9h, e regressem às 21h, e durante esse período terem usado o GPS, redes sociais, Spotify, YouTube e um ou outro jogo ocasional, terão o dispositivo com uns 10-15% de bateria, algo um pouco abaixo de outros smartphones que já testámos. A própria bateria, apesar de demorar menos de duas horas a recarregar do 0 aos 100%, é mais lenta que outros dispositivos que o conseguem fazer em cerca de hora e meia.

LG G6

Uma nota final para o departamento do som, que, embora não sendo magnífico, apresenta temas e vídeos com uma boa qualidade de som. O posicionamento da coluna na parte inferior é que deixa a desejar, especialmente para quem pega no smartphone de uma certa forma.

Concluindo, o LG G6 é um smartphone que pode convencer pelas suas câmaras, desempenho e belíssimo ecrã. Apesar de o preço de lançamento não ter sido convidativo, já se consegue encontrar o equipamento por pouco mais de 400€, o que faz com que o possamos recomendar a quem não quiser gastar várias centenas de euros num equipamento móvel.

nota 4

O LG G6 foi cedido para análise pela LG Portugal.

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Cinemas NOS vão ter Internet Wi-Fi

Se és daqueles que gosta de ir à Internet dentro da sala de cinema antes do filme começar ou durante o intervalo, mas raramente consegues, fica descansado pois temos boas notícias para ti.

A NOS anunciou ontem uma parceria com a Aptilo Networks que vai permitir aos seus clientes empresariais (B2B) instalarem até 7000 hotspots no prazo de um ano. Cinemas, bancos e outras lojas vão poder contar com Internet Wi-Fi da operadora.

Certamente já terás visto por aí vários hotspots Wi-Fi da NOS espalhados, no entanto, a operadora resolveu agora apostar na empresa Aptilo, especializada na distribuição e gestão de redes Wi-Fi em larga escala.

O acordo celebrado entre as duas empresas no segmento do Business-to-Business fará com que seja usada a plataforma Aptilo SMP Venue Wi-Fi Manager de modo a gerir toda a rede de hotspots, sejam os atuais ou os novos que vão surgir. O sistema incluirá ainda vantagens como o incentivo à sua utilização, embora não se saiba no que é que isso consiste na prática.

Apesar de ser uma excelente iniciativa, pode também causar problemas, nomeadamente nos espetadores que querem assistir a um filme descansados e que têm na sala uma ou duas pessoas com o ecrã do telemóvel ligado e a enviar mensagens ao invés de estarem atentas ao filme.

Neste caso, a disponibilização de Internet Wi-fi poderá ser um grande problema. Contudo, espera-se que a NOS pense em alguma forma de limitar esse acesso à Internet. Uma hipótese, por exemplo, seria desligar a Internet desses hotspots assim que o filme começasse, ainda que deva ser algo complicado colocar esse plano em prática.

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Oddisee, Ermo e Hinds no Vodafone Mexefest

Faltam menos de dois meses para a edição de 2017 do festival lisboeta. Hoje, dia 3 de outubro, Oddisee, Ermo e Hinds foram adicionados ao cartaz do Vodafone Mexefest.

Oddisee é um rapper de Washington DC que fez várias coisas nos últimos dez anos, como mixtapes, discos, colaborações, entre outros. Em 2017, o artista lançou o disco The Iceberg, produzido pelo próprio, e que mistura jazz com soul, funk e disco com belas letras.

Já a dupla portuguesa Ermo é constituída por António Costa e Bernardo Barbosa, afigurando-se como um dos projetos mais arrojados da nova música portuguesa, pegando em influências que vão desde o hip-hop ao pós-punk para a criação das suas músicas. Ao Vodafone Mexefest, os Ermo vão apresentar o novo trabalho de originais Lo-Fi Moda, de onde se destaca, por exemplo, o single ctrl + C ctrl + V.

Por último, as espanholas Hinds, banda constituída unicamente por mulheres (Ana Perrote, Carlotta Cosials, Aden Martin e Amber Grimbergen) vão diretas ao assunto com o seu rock de garagem e lo-fi. Ao festival lisboeta vêm apresentar o primeiro registo discográfico, Leave Me Alone, lançado no ano passado.

Quanto aos bilhetes, a app Vodafone Mexefest (Android e iOS) dá desconto aos clientes Vodafone na aquisição do passe geral. Assim, ao invés dos 45€, o passe custará 40€. Cada cliente Vodafone poderá comprar, no máximo, dois passes a preço reduzido. O stock é limitado, pelo que aconselhamos a adquirir o passe o quanto antes.

O Vodafone Mexefest realiza-se nos dias 24 e 25 de novembro, na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Nos artistas e bandas confirmados, estão também Aldous Harding, Cigarettes After Sex, Childhood, Destroyer, Julia Holter, PAULi, Valete, Manel Cruz, Songhoy Blues, Washed Out, MOMO convida Camané, Luís Severo, Allen Halloween, Statik Selektah, Karlon, Liars, IAMDDB e Liniker e os Caramelows.

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Análise – Forza Motorsport 7

Este outono, os fãs da velocidade, adrenalina e dos videojogos têm muito por onde escolher. Project CARS 2 foi lançado em setembro, GT Sport está já ao virar da esquina, em novembro temos um novo Need For Speed, e, esta semana, chega Forza Motorsport 7.

Huawei Mate 10: O que (pensamos) saber sobre o novo topo de gama

Já sabemos como é. Meses antes da revelação de um smartphone muito antecipado, vários são os rumores relacionados com o dito equipamento. O Huawei Mate 10, o novo topo de gama da companhia chinesa que vai ser apresentado dia 16 de outubro em Munique, na Alemanha, não é exceção, pelo que fazemos agora um pequeno apanhado de todos os rumores que têm surgido em torno deste terminal.

Primeiro, a Huawei indica que “isto não é um smartphone. Isto vê, pensa e aprende como nós, para nós”. Na prática, o Mate 10 pode começar uma espécie de revolução no mundo mobile.

O flagship deverá ter foco na Inteligência Artificial, sendo que, ao que tudo indica, o grande responsável por esta área será o processador Kirin 970 e a tecnologia NPU (Neural Process Unit), isto é, baseada nas redes neurais. No entanto, a Huawei pode muito bem colocar no Mate 10 um chip adicional dedicado a tarefas de IA, algo que poderá ter um impacto tremendo no dia-a-dia dos utilizadores.

O novo terminal deve chegar em três opções distintas: Huawei Mate 10 Lite (já apresentado na China) Huawei Mate 10 e Huawei Mate 10 Pro. Vai ainda existir a versão Porsche Design, que deverá custar alguns milhares de euros.

Começando pela versão Mate 10 Lite, foi apresentada na China com o nome de Huawei Maimang 6. É um dispositivo com um ecrã 18:9 de 5,9 polegadas e 2160×1080 pixéis de resolução, processador octa-core Kirin 659, 4GB de memória, 64GB de memória interna e quatro câmaras (duas traseiras de 16MP + 2MP e duas frontais de 13MP + 2MP).

Conta ainda com uma bateria de 3340mAh, além de ter todas as versões com dual-SIM. Deve chegar ao mercado europeu em novembro com o nome de Huawei Mate 10 Lite por 379€.

No entanto, as estrelas do evento serão o Mate 10 e Mate 10 Pro. No que toca a características, o Mate 10 terá, ao que tudo indica, um ecrã esticado, ao estilo do que os concorrentes têm apresentado recentemente. Será uma tela 16:9 IPS LCD de 5,88 polegadas com resolução de 2560×1440 pixéis, num smartphone que irá incluir o processador octa-core Kirin 970, 4GB de RAM, 64GB de armazenamento, bateria de 4000mAh e três câmaras fotográficas (duas lentes traseiras Leica e um sensor frontal).

Apesar de não haver indicação do preço, o Mate 10 deverá chegar ao mercado em outubro.

Resta falar do mais poderoso Mate 10 Pro. Em relação ao seu irmão, há diferenças no ecrã, já que ostenta uma tela 18:9 de 5,99 polegadas e resolução 2880×1440 pixéis, sendo também, claro está, um ecrã estendido.

A nível das restantes especificações, partilha muitas delas com o anterior modelo, sendo que aqui haverá opção de 6GB de RAM com 64 ou 128GB de memória interna e sensores traseiros de 12MP e 20MP da Leica e um frontal de 8MP para selfies.

Será ainda um dispositivo com certificação IP68, sendo resistente a água e a poeiras. Ao que tudo indica, deverá chegar ao mercado em dezembro já com o Android 8.0 Oreo e a novíssima EMUI 6.0.

Resta-nos concluir que todos estes rumores foram avançados pelo famoso jornalista Evan Blass, que acerta sempre nos conteúdos que coloca no seu Twitter.

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Em Outubro, na Netflix

Está na hora de mais uma seleção de novidades e estreias na Netflix. Este mês de outubro inclui algumas das séries mais aguardadas do ano. Não acreditam? Ora vejam.

Perfectly Keyless, a app que transforma o smartphone na chave do carro

Várias são as vezes em que, por estarmos atrasados a chegar ao emprego ou até mesmo quando vamos ao supermercado, não sabemos onde metemos a chave do carro. E torna-se complicado procurar pela chave, perdendo minutos preciosos.

A pensar nestas dificuldades, a Bosch desenvolveu a app Perfectly Keyless, que, na prática, transforma o teu smartphone na chave do teu carro. É uma chave de carro digital.

É fácil de usar. Basta descarregar a aplicação para smartphone (ainda não disponível), instalar e fazer a ligação do carro à app. Assim que tudo é finalizado, o smartphone gera uma chave de segurança única, adequada à fechadura digital do respetivo veículo.

Para que tudo isto aconteça sem falhas, a app utiliza uma ligação wireless com os sensores de bordo do veículo para conseguir medir a distância para o smartphone, e, dessa forma, identificar a chave de segurança. Neste caso, assim que a distância entre o condutor e o veÍculo seja inferior a dois metros, a porta do carro é destrancada automaticamente.

Assim que isto acontece, são ativadas todas as definições individuais pré-determinadas, como a posição do espelho retrovisor e do banco. Além disso, se a Perfectly Keyless detetar o smartphone no carro, um toque no botão start-stop é o suficiente para ligar o motor.

Já quando sais do carro, o sistema continua na mesma ligado ao smartphone, pelo menos até aos dois metros de distância, sendo que, a partir daí, o carro tranca automaticamente. Ao fazê-lo, envia automaticamente uma notificação para o smartphone.

É ainda possível utilizar a app para disponibilizares o teu carro a familiares ou amigos próximos, caso seja necessário. Neste caso, ao invés de emprestares a chave do carro, o sistema vai gerar uma chave de segurança adicional e individual, enviando-a através da cloud para o smartphone.

Claro, para que tudo isto funcione, é necessário que o teu carro possua sensores de proximidade, de forma a medir a distância do smartphone para o carro, e, também, a direção de onde o utilizador se aproxima, e uma unidade de controlo, que administra a chave digital de segurança e garante que o smartphone, a cloud e os sistemas do veículo comunicam sem problemas. E podes sempre desativar a chave online, em caso de perda do smartphone.

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Kendrick Lamar vem à Europa, mas não passa por Portugal

A última vez que Kendrick Lamar veio ao nosso país foi em 2016, sendo cabeça de cartaz do Super Bock Super Rock. Agora, e apesar de termos dito anteriormente que havia possibilidade do músico passar por Portugal, o rapper anunciou uma tour pela Europa e Reino Unido no seu Instagram, mais propriamente através de um Instagram Story.

Naquela que foi a primeira imagem divulgada pelo artista, podia-se ver um mapa em cinzento com a palavra “DAMN”, sendo que, nesse mapa, também aparecia Portugal, o que indicava uma boa probabilidade de Kendrick Lamar passar por cá. Por norma, quando são colocadas fotos tipo esta, os artistas tendem a identificar os países por onde vão passar. Mas não foi o caso.

Kendrick Lamar

Já na segunda imagem divulgada, desaparece o mapa e aparecem apenas os países que vão contar com a digressão. E, infelizmente, Kendrick Lamar não vai passar por Portugal. Nem por Espanha ou Itália, o que deixa em aberto uma segunda volta pela Europa de modo a cobrir os países que faltaram.

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Consigo, o rapper traz James Blake para as primeiras partes dos seus concertos, que ajudou a produzir o tema Element, um dos melhores dó álbum DAMN.

Ainda assim, caso desejes ver Kendrick Lamar ao vivo, aqui seguem as datas divulgadas.

fevereiro:

07 Dublin (Irlanda), 3Arena
09 Birmingham (Reino Unido), Genting Arena
10 Manchester (Reino Unido), Manchester Arena
11 Glasgow (Escócia), SSE Hydro
12 Londres (Reino Unido), The O2
13 Londres (Reino Unido), The O2
15 Frankfurt (Alemanha), Festhalle
22 Colónia (Alemanha), Lanxess Arena
23 Amesterdão (Holanda), Ziggo Dome
25 Paris (França), AccorHotels Arena
27 Antuérpia (Bélgica), Sportpaleis

março:

01 Copenhaga (Dinamarca), Royal Arena
02 Oslo (Noruega), Telenor Arena
03 Estocolmo (Suécia), Ericsson Globe
05 Berlim (Alemanha), Mercedes-Benz Arena

Resta saber se março será composto por mais datas ao vivo de um dos melhores rappers da atualidade.

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Yorn Shake It: Basta agitar o telemóvel para ganhar prémios

Sendo conhecida por, de tempos a tempos, criar desafios originais, a Yorn está agora a promover um novo jogo interativo que permite aos utilizadores ganhar smartphones, acessórios, comunicações e brindes. Chama-se Yorn Shake It e vai por os clientes Yorn a agitar o telemóvel, de modo a habilitarem-se a ganhar prémios de forma divertida.

Tudo começa pela instalação da app My Vodafone (Android e iOS). Fazes download, instalas e inicias na app. Já com a aplicação a correr, verás uma secção que diz Yorn – Shake It. E é que vais carregar para começares a jogar.

Mas antes de começares a agitar o smartphone, vai às opções da app, depois em “Ganha Shakes” e, aí, inseres o código YORNXRPK0. Isto vai dar-te um shake extra. Mas atenção, tens de colocar este código antes de começares a jogar, senão o mesmo já não será válido.

Começas com três shakes para jogar, mas, neste caso, se inserires o código YORNXRPK0, terás quatro shakes logo de início.

Yorn Shake It

Como se ganham shakes? É simples. Por carregamentos de 10 a 19,99€, recebes um shake; por carregamento de 20 a 24,99€, recebes três shakes, e, finalmente, por carregamentos iguais ou superiores a 25€, recebes cinco shakes. Adicionalmente pode ser atribuído um shake por cada amigo que convidares e que tenha inserido o teu código na aplicação (limitado a 10 amigos). Finalmente, por cada débito semanal efetuado, receberás mais um shake.

O Yorn Shake It é composto por uma caderneta de cromos virtual, constituída por 36 cartas distribuídas em quatro colunas (categorias) e nove linhas.

Por cada shake, podes receber uma Carta Joker (prémio imediato), uma Carta Coleção (para colecionar e habilitares-te a prémios) ou uma Dourada (cartas especiais que, em conjunto com as de coleção, dão acesso aos melhores prémios).

Portanto, é agitares o telemóvel sempre que puderes e conseguir o maior número de cartas possível, já que isso aumenta a probabilidade de ganhar. E, sempre que tiveres um prémio por reclamar, tens de responder acertadamente a uma pergunta para que esse prémio seja entregue. Mas não te preocupes, as perguntas são bastante acessíveis.

O Yorn Shake It está disponível até 28 de fevereiro de 2018.

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Crítica – Our Souls At Night

Estreou hoje, na Netflix, a mais recente aposta da plataforma de streaming. Our Souls At Night volta a juntar, pela quarta vez, Robert Redford, de 81 anos, e Jane Fonda, de 79 anos, na protagonização deste filme, realizado pelo indiano Ritesh Batra e adaptado ao cinema por Scott Neustadter e Michael H. Weber.

Our Souls At Night é adaptado do romance homónimo do escritor Kent Haruf e conta a história de Addie Moore (Jane Fonda) e de Louis Waters (Robert Redford), vizinhos numa pequena cidade do Colorado, nos Estados Unidos. Apesar da proximidade entre as suas casas, nunca foram muito cúmplices, algo que muda, inesperadamente, quando Addie procura Louis e lhe pergunta se quer dormir consigo, de forma a aliviar a solidão que tem vindo a sentir na sua vida. Começa assim uma história de amor entre dois idosos.

Ponto prévio: não esperem ver cenas de sexo entre este casal. Não se sabe bem porquê, mas o realizador Batra opta por não o fazer… talvez por imposição de Redford, que é também produtor do filme, e que, segundo Fonda, não é muito apologista de filmar sequências que envolvam uma cama.

Esta é uma relação que começa por ser meramente platónica, mas que acaba por resultar num verdadeiro romance. Começa pela amizade, pelo conforto, pelo companheirismo, pelas conversas noite dentro e pela partilha de segredos. Tudo isto vai ficando mais sério, e, à medida que isso acontece, também a relação do casal começa a ser tema de conversa no bairro, com comentários maldosos pelo meio, demonstrando que manter uma relação com aquela idade pode, afinal, não ser tão simples como parecia.

O grande destaque neste filme está, como não poderia deixar de ser, na performance dos protagonistas. Afinal, não é a primeira vez que os vimos juntos no ecrã. Existe ali algum pudor, mas também cumplicidade entre Jane e Robert, que, na pele das personagens, passam ao espetador a ideia que os olhares, as expressões e a emoção de amar surge naturalmente, mesmo naquela idade.

O próprio realizador sabe disso, e, nunca forçando as cenas, deixa os atores fazerem o seu melhor, numa jogada inteligente e elegante. Num tom suspenso, Ritesh Batra permite que o filme respire, filmando a forma de andar e os gestos dos dois atores, numa clara evolução de mostrar como estes frágeis corpos conseguem existir numa nova realidade.

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A fotografia é outro ponto de destaque em Our Souls At Night. Stephen Goldblatt é responsável pelas belíssimas fotos com um tom que lembram o outono, como se fosse uma espécie de retrospetiva melancólica pela vida e que algo está prestes a dizer adeus. O adeus, neste caso, a estas duas figuras da Hollywood dos anos 70. Provavelmente não voltaremos a vê-los juntos.

O filme teve estreia mundial no Festival de Cinema de Veneza, evento onde Jane Fonda e Robert Redford foram homenageados com o Leão de Ouro para as respetivas carreiras. Dá a sensação de ser um filme que, por sinal dos tempos, poderia ter estreado no cinema se tivesse surgido há uns bons anos.

Our Souls At Night é um filme gracioso sobre amar, envelhecer e usufruir das segundas oportunidades que a vida oferece, mesmo em idades avançadas. Não só retrata com carinho e delicadeza o envelhecimento, como também surpreende quando mostra que é possível redescobrir os pequenos prazeres da vida.

nota 4

Our Souls At Night estreou dia 29 de setembro na Netflix.

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A GoPro Hero 6 Black vai-te ajudar a fazer os melhores vídeos

Preparados para fazerem os melhores vídeos das vossas vidas? Então prestem atenção porque a GoPro tem uma nova câmara de ação com características revolucionárias.

A GoPro Hero 6 Black foi anunciada esta semana e é uma câmara capaz de gravar vídeos em 4K e a 60fps. Mas oferece algo mais que estas características.

As GoPro são uma referência por terem sido das primeiras câmaras do género a aparecer no mercado com a sua versatilidade, durabilidade, boa qualidade de captura e sensores de estabilização de imagem fantásticos.

É nesta última característica que a Hero 6 Black vem revolucionar o catálogo da GoPro, e que parece, também, desafiar as leis da física. Para além da estabilização ótica dos sensores da Hero 6 Black, graças ao novo processador GP1, a nova câmara vai conseguir estabilizar ainda mais as imagens, deixando o vídeo livre de tremores ou desfoques.

Além das altas resoluções e da super estabilização de imagem, a Hero 6 Black vai conseguir filmar a 120fps numa resolução de 2,7K e a 249fps se achares que o 1080p é suficiente. A câmara vem ainda com melhorias de High Dynamic Range, capaz de captar imagens em ambientes de pouca luz, mas com melhor qualidade.

No entanto, as novidades não se ficam pelo vídeo, já que a Hero 6 Black passa a ser capaz de tirar fotos com 12MP em JPEG ou RAW.

Como seria de esperar, a Hero 6 Black tem também Wi-Fi (agora com 5GHz) e é a prova de água.

A GoPro Hero 6 Black já se encontra à venda por preço recomendado de 569.99€.

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Análise – Headset 7.1 Razer ManO’War Wireless

Para quem passa muito tempo de volta dos videojogos e gosta de alguma privacidade nas suas sessões e experiências envolventes, um bom par de auscultadores é quase obrigatório.

Uma das opções já disponíveis no mercado é o Razer ManO’War, que se apresenta em duas versões: com e sem fios. Nesta análise, vamos olhar para a sua versão wireless, que promete liberdade, boa qualidade de som e, o mais importante, zero-latência.

Estando eu habituado a outro tipo de headsets profissionais, as primeiras impressões com o Razer ManO’War Wireless fizeram-me torcer o nariz, mas, ao longo do tempo, e quanto mais o utilizei, mais enamorado fiquei com o equipamento.

O Razer ManO’War apresenta-se como um headset sofisticado. Conta com um logo Razer Chroma que pode ser personalizado com 16.8 milhões de cores diferentes, tem um design com linhas simples e arredondadas, e, graças a tudo isto, torna-se fácil de destacar no meio de outros headsets gaming, que, normalmente, apresentam designs mais arrojados e complicados. Este é um par de headphones bem bonito.

Vem equipado com dois drivers de alta performance de 50mm e é semi-aberto, deixando que o ruído adicional não cause potenciais distorções. Conta ainda com ligação wireless de 2.4GHz e inclui um microfone extensível e ajustável para as sessões de chat.

Antes de os usar, a minha primeira impressão não foi a mais positiva, especialmente a nível dos materiais de construção e do seu setup inicial no que toca à ligação com o PC.

Apesar de bonito e simples, o Razer ManO’War é demasiado plastificado, algo que o torna mais barato do que aquilo que merece. Por ser altamente ajustável, neste caso para uma melhor ergonomia, todas as partes móveis do headset conferem uma sensação de que algo está prestes a quebrar. Felizmente não foi o caso, e, na realidade, provou-se ser bastante sólido.

O segundo aspeto negativo foi a sua ligação ao PC, não sendo, de todo, imediata. Foi necessário atualizar os drivers várias vezes e atualizar o firmware do headset que, por alguma razão, não estava sincrozinada com a versão instalada do receptor USB. Após este impasse, tudo funcionou cinco estrelas.

O Razer ManO’War Wireless é, como o nome indica, sem fios, mas não se livra de cabos. O dispositivo tem uma pequena ficha USB para fazer a sincronização inicial com o PC e para carregar a sua bateria. Junto com o pacote, temos ainda uma extensão USB cheia de estilo, e que, entre outras coisas, serve para ligar o adaptador wireless.

Este headset, pela sua natureza e propósito, é também compatível com a Playstation 4. E é um mimo usá-lo na consola da Sony, sendo bem mais fácil até do que no PC. É só ligar o adaptador a uma das portas da consola e estamos preparados para jogar e fazer sessões e chat. Simples e eficaz.

Não é, no entanto, compatível com a consola Xbox One da Microsoft, já que estas não suportam headsets USB. Fica o aviso.

A qualidade de som deste equipamento surpreendeu-me pelo valor e pelo facto de estarmos perante um produto sem fios. O som é cristalino, encorpado e não necessita de muitos ajustes para ser possível identificar todo o tipo de sons. Este modelo inclui ainda um modo 7.1 Surround Virtual, que apesar de não ser um 7.1 real, é envolvente quer em jogos, quer em filmes.

A sua ergonomia é um aspeto relevante no isolamento de som. O Razer ManO’War não prima pelo isolamento, mas ganha pontos quanto ao conforto. Neste caso, não aperta muito na nossa cabeça e permite que se use horas a fio.

A Razer afirma que o ManO’War Wireless aguenta-se durante sete dias com um único carregamento se for usando duas horas por dia, ou seja, 14 horas. A maior parte das minhas sessões de jogo foram feitas na PS4 de forma bastante intensiva, pelo que consegui controlar facilmente o tempo de bateria. Na minha experiência não atingi 14 horas, mas, ainda assim, aproximou-se das 10 horas, divididas em dois dias. Isto é algo impressionante tendo em conta que, por exemplo, o comando da consola tem que se carregado quase diariamente.

Incrível é, também, o facto destes auscultadores permitirem sessões de jogo longas. Sim, o ManO’war é extremamente confortável.

Também impressionante e que cumpre a promessa é a experiência sem latência. Em momento algum senti quebras de som ou atrasos em relação à imagem, mesmo quando começava a ficar sem bateria. A distancia de utilização também cumpre o prometido, tendo sido possível usar o headset noutra divisão anexa.

Temos ainda um microfone extensível que se esconde no corpo do headse quando não o estamos a usar. Neste departamento, também se mostrou bastante capaz, sendo uma opção ideal para sessões de chat ou para quem faz vídeos comentados. O som é captado com claridade e sem ruído.

Quando ligado ao PC, o Razer ManO’War pode ser controlado diretamente no equipamento ou com recurso a software da Razer. A aplicação incluída vai ainda permitir controlar diferentes perfis, ligar ou desligar o 7.1 virtual e alterar a cor do logótipo da Razer.

Senti algum ceticismo quando comecei a usar este headset, mas rapidamente tornou-se no meu preferido para as sessões de jogo mais longas. Apesar de o material parecer frágil e barato, a qualidade de som e a ergonomia são excelentes e a sua capacidade sem fios é a cereja no topo do bolo.

Se procuram um headset sem fios, acessível e com uma boa qualidade de som, o ManO’War Wireless leva o nosso selo de recomendação.

O Razer ManO’War Wireless encontra-se à venda por preço recomendado de 199€, mas é possível encontrá-lo mais barato em diferentes superfícies comerciais.

nota 45

O equipamento foi cedido para análise pela Razer.

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NOS Alive 2018 já com bilhetes à venda

Já conhecíamos as datas, o local é o mesmo de sempre, pelo que só faltava colocarem os bilhetes à venda. A partir de hoje, já podes garantir o teu bilhete para a próxima edição do NOS Alive. Mas, com o início da venda dos bilhetes, há também outra novidade para quem deseja ir ao festival: o aumento dos preços, algo que tem sido recorrente ao longo dos anos.

Na próxima edição, o bilhete diário passa a custar 65€, um acréscimo de sete euros em relação aos 59€ da edição de 2017. Quanto ao passe geral, sofreu um aumento de 20€, passando dos 129€ da edição deste ano para 149€ na edição de 2018. O NOS Alive fica cada vez mais caro, mas Álvaro Covões, da Everything is New, promotora do festival, tinha garantido anteriormente que “se fosse preciso aumentar os preços, aumentava”. A culpa, lá está, disse o próprio, “está no Estado”.

NOS Alive

De momento apenas se conhecem os dias do evento: 12, 13 e 14 de julho de 2018. Ainda não há quaisquer bandas ou artistas confirmados. De qualquer forma, os próximos meses prometem uma guerra animada na dança de nomes de artistas e bandas para festivais. É que, em 2018, há mais um nome a concorrer, o Rock in Rio Lisboa, pelo que o próximo será ótimo em questão de grandes e excelentes concertos em Portugal.

De momento, os 10% de desconto que a Festicket está a oferecer nos passes dos festivais ainda não se aplicam, já que a plataforma está a cobrar uma taxa de reserva, pelo que não deixa inserir o código de desconto, válido até 2 de outubro. No entanto, a Festicket é também conhecida por fazer algumas promoções esporádicas em algumas alturas do ano, como por exemplo a época natalícia ou durante a semana da Black Friday. Portanto, não compres já o bilhete do NOS Alive.

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SmartStores inaugurou primeira loja física em Portugal

Tendo surgido no mercado através da Esotérico e Smartaudio, dois dos principais distribuidores portugueses de eletrónica de consumo e acessórios, a SmartStores apareceu com o seu website de comércio eletrónico no final do ano passado, e, desde logo, destacou-se por apresentar um catálogo recheado de produtos de marcas para o consumidor high-end.

Houve sempre ambição de querer mais, e, também, de poder mostrar ao consumidor o que este iria, de facto, adquirir na loja. Assim, surge naturalmente a primeira loja física, neste caso em Loures, que se apresenta como sendo um espaço multimarca aberto a todas as marcas e distribuidores de eletrónica de consumo. O Echo Boomer foi convidado para a inauguração deste novo espaço e pode constatar todas as marcas presentes e a qualidade de cada uma delas.

A loja física SmartStores é constituída por um espaço de exposição de diversos produtos de marcas que ali estão representadas, sendo que ganha toda uma outra importância com os dois auditórios de elevada qualidade acústica. Um deles foi criado para simular uma sala de grandes dimensões e contém, além do sistema de som apresentado, cadeiras muito confortáveis e uma tela para projeção de vídeo. No fundo, tenta-se proporcionar uma experiência de home cinema em casa, mas com qualidade de áudio num patamar muito mais elevado e direccionada para um consumidor audiófilo.

Já a outra sala é mais acolhedora e é vocacionada para a audição de sistemas de alta fidelidade de dois canais. Aqui estamos a falar de uma experiência muito mais modesta em relação à outra sala, o que poderá conquistar consumidores mais comuns que desejem ter um bom sistema áudio em casa, e sem necessidade de gastar vários milhares de euros.

Naturalmente, a loja física serve como uma extensão da loja online, e, se o cliente assim o quiser, poderá levantar nesta loja os produtos adquiridos online.

“Os nossos clientes que sabem já o que pretendem irão certamente continuar a recorrer à nossa loja online”, disse a propósito João Cancela, CEO da empresa. “Contudo, a alta-fidelidade continua a ser um campo que convida à experimentação de maneira a obter um resultado final o mais próximo possível do ideal. Com este espaço que agora inaugurámos, é isso mesmo que pretendemos oferecer aos nossos clientes e parceiros, uma vez que não haverá limites às possibilidades de conjugação de equipamentos de diferentes fabricantes – ainda para mais com a audição através de salas de grande qualidade”.

“Os mais de 30 anos de experiência neste setor concedeu-nos a liberdade necessária para desenvolver este novo conceito de negócio direto e aberto a todos os nossos agentes que nele pretendam participar”, conclui João Cancela.

Durante esta apresentação, ficámos também a conhecer produtos como o Uniti Atom (2100€) e o Uniti Nova (4600€), da NAIM, que, na sua essência, tratam-se de leitores de streaming tudo-em-um, já que permitem fazer streaming, ripar e armazenar coleções de música em alta resolução; os Rena S1 (689€) e Rena SA1 (799€), da Electrocompaniet, que são produtos de streaming, sendo que o mais caro contém amplificador embutido e o mais barato pode ligar-se diretamente a um amplificador; o NAD M50.2 (4750€), que é um leitor digital de música, e o NAD M 32 (4750€), um amplificador de topo, e, ainda, as colunas ativas digitais Dynaudio XD60, à venda por 11 mil euros.

A SmartStores abre ao público dia 30 de setembro, e, depois, estará a funcionar de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h.

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A Festicket está a oferecer 10% desconto na compra de bilhetes para festivais

Caso nunca tenhas ouvido falar, a Festicket é uma plataforma online criada em 2011 por três amigos que, não tendo conseguido organizar uma viagem de grupo ao festival Coachella, resolveram criar este site com dicas para festivais de todo o mundo, bem como apresentar os respetivos cartazes e opções de alojamento, indo desde tendas a caravanas ou hóteis.

Além disso, a plataforma já se tornou parceira oficial na aquisição de bilhetes individuais ou passes para vários festivais do mundo, onde se incluem, claro está, os festivais portugueses.

Sim, é possível comprares aqui bilhete para festivais como NOS Alive, NOS Primavera Sound, Vodafone Paredes de Coura, Super Bock Super Rock, Vodafone Mexefest, MEO Sudoeste, entre outros.

Vodafone Mexefest

Esta podia ser mais uma plataforma qualquer, mas tem a vantagem de não cobrar taxa de serviço, algo que tens sempre de pagar quando compras o bilhete numa superfície física ou online, como Ticketline e Bilheteira Online.

Além disso, a plataforma está agora a oferecer 10% de desconto até ao próximo dia 2 de outubro em todos os festivais ou pacotes de alojamento. Neste caso, pode ser interessante para ti adquirires o passe para o Vodafone Mexefest com este desconto adicional.

Sim, podes comprar via app por 40€, mas tens de ser cliente Vodafone. Neste caso, adicionas o bilhete ao carrinho, preenches com os teus dados, aplicas o código EB10, e, no final, pagas apenas 40,50€, um desconto de 4,50€ em relação ao preço de bilheteira. Para pagares, tens de usar cartão de crédito ou PayPal.

Infelizmente o código não pode ser aplicado a festivais que ainda não têm os bilhetes à venda, como é o caso dos que já referimos anteriormente. No entanto, a Festicket é conhecida por fazer algumas e boas promoções ao longo do ano, pelo que basta passares pelo Echo Boomer que logo daremos essa informação.

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