O ano de 2018 promete imenso no que toca a filmes de super-heróis. É já em maio que vamos poder ver finalmente o culminar de muitos anos de filmes do Marvel Cinematic Universe com Avengers: Infinity War. Mas antes desta guerra, a Marvel Studios presenteou-nos este mês de fevereiro com o filme dedicado a Black Panther, introduzido primeiramente ao público no filme Captain America: Civil War.
Análise – Dissidia: Final Fantasy NT – Muito Fan-Service num jogo complicado
Apesar de já irmos no Final Fantasy XV, a conhecida saga tem tido, ao longo dos anos, vários spin-offs. Um dos casos é Dissidia Final Fantasy, que foi lançado para a PSP em 2009, e que colocava diferentes personagens dos diversos jogos de Final Fantasy a lutar entre si.
Crítica – “The Florida Project” – A vida é como ela é
A primeira coisa a dizer sobre The Florida Project é que é difícil não nos apaixonarmos por Brooklynn Prince, que brilhantemente dá vida à Moonee, uma menina esperta de 6 anos. A segunda informação importante é que não se trata de uma história leve, daquelas que fazem toda a gente sair do cinema a sentir-se bem. Pelo contrário, a longa-metragem do americano Sean Baker é do tipo que causa desconforto por ser tão próxima da vida como ela é. E nem sempre é doce.
Moonie vive com a mãe Halley (Bria Vinaite) num hotel barato à beira de estrada a caminho da Disney World. Enquanto crianças do mundo inteiro passam por lá para realizar um sonho, a menina faz da zona o seu próprio parque de diversões. As duas estão à margem do reino da fantasia americana, mas não só. Também estão à parte da sociedade. Halley perdeu o emprego como stripper e passa os seus dias ora a drogar-se, ora à procura de uma maneira de ganhar o dinheiro para pagar a renda da semana. Não tem a mínima perspetiva de sair da pobreza. Mãe, filha e vizinhos são americanos que pouco se veem no grande ecrã.
Um universo, contudo, que parece interessar muito a Sean Baker. No seu filme anterior, Tangerine, o realizador contou a história de uma prostituta transsexual que circula por Los Angeles atrás do namorado que a traiu. Tanto nesta longa-metragem como em The Florida Project, estão lá outsiders de sítios icónicos dos Estados Unidos, as cores berrantes nas imagens, décors reais e pessoas de verdade, a interagir com personagens que os representam. Em ambas, Baker utiliza enquadramentos que remetem a documentários, sendo que “Tangerine” foi filmado inteiramente com iPhone e o novo filme em 35 mm.
Outro mérito dos dois trabalhos são as atuações. A estreante Bria Vinaite, descoberta por Sean Baker no Instagram, transmite todas as nuances da rebelde Halley, que vai desde a agressividade e a falta de respeito pelas pessoas até à ternura com a filha. No comando do hotel e do elenco está Willem Dafoe. O gerente Bobby é o responsável não só pela ordem no sítio como pela dignidade dos seus hóspedes. É o zelo de pai que tem tanto com os adultos desnorteados quanto pelas crianças sem controlo que dá humanidade aos personagens. Impecável no papel – como é habitual – Dafoe é tido como favorito para Óscar de Melhor Ator Secundário.
O que Bobby e Sean Baker têm em comum é que não tratam crianças como miniadultos, o que resultaria num guião chato e pouco credível. Embora este seja um mundo em que meninos e meninas de 6 anos atravessam estradas, brincam em prédios abandonados e passam dias inteiros sem a supervisão de um adulto, Moonee e os seus amigos são crianças de verdade. Líder da malta, a jovem adora brincar, correr, pregar partidas, gritar e tem uma imensa facilidade de transformar tudo à sua volta em objeto de diversão. Muito inteligente, replica os (maus) modos da mãe. Exatamente como fazem todas as crianças.
The Florida Project pode dececionar quem crê que o cinema tem a obrigação de dar lições de vida e receitas de como as pessoas podem tornar-se melhores. Mas ao apresentar um ponto de vista sem julgamentos e sem o objetivo de fazer dos seus personagens heróis de superação, Sean Baker dá voz a pessoas que raramente contam com tal espaço. Ao mesmo tempo, fortalece a sua própria voz como realizador.
Uma das marcas dessa personalidade está na cena final do filme. É delicioso saber que a sequência foi filmada com um iPhone porque Baker não tinha autorização para captar imagens no sítio escolhido. Uma travessura bem ao estilo de Moonee, para encerrar a sua história. Muito coerente.
The Florida Project estreia nos cinemas nacionais a 15 de fevereiro.
Texto de: Hérica Marmo
Levante: O concerto intimista da artista italiana no Paradise Garage
Esperamos que a paixão que vimos na Paradise Garage acompanhe Levante e lhe traga boa sorte. Boa sorte, ragazza!
O fim-de-semana lisboeta apresentava-se intenso e recheado de eventos: as celebrações do ano novo chinês no Martim Moniz, o Carnaval em Torres Vedras e as noites de máscaras organizadas pelos vários espaços noturnos.
Todas boas opções, mas bastante cansativas. Entretanto, eu e a minha amiga fotógrafa Priscilla pensámos em como aproveitar o fim-de-semana e decidimos que era altura de matar as saudades de casa, sobretudo tendo a Itália a chegar a Portugal. A oportunidade foi o concerto da compatriota italiana Levante, nome artístico da autora e cantora Cristina Lagona, que no sábado passado, 10 de fevereiro, exibiu-se no Paradise Garage, em Lisboa, num concerto que faz parte da tour “Caos in Europa”. Se nunca ouviram falar sobre esta jovem artista, isso significa que não estão a seguir o Echo Boomer, malandros!
Depois de uma imperial e uma bifana, binómio perfeito para um jantar rápido em estilo tuga, encontramo-nos sem dificuldades à frente do palco às 20.50h, com uma boa antecedência e mais duas imperiais para enganar a espera.
Nota-se de imediato uma forte presença de italianos, maioritariamente feminina, entre os 20 e os 30 anos. Os italianos aproximam-se e olham-se um a um: muitos deles têm caras conhecidas (a comunidade italiana é grande em Lisboa) e trocamos sorrisos de cortesia, histórias de Erasmus e de trabalho para multinacionais e memórias do “Belpaese” deixado pelos novos horizontes portugueses.
O Paradise Garage tem um estilo bastante simples e minimal: um espaço vazio no centro com dois balcões nos lados, armações de ferro e esferas espelhadas penduradas e sem mais decoração. Às 21h, as pessoas começam a chegar e o clube enche-se discretamente, mas não está cheio.
O burburinho caraterístico e barulhento dos italianos é interrompido por uma introdução de palavras sussurradas das quais reconhecemos imediatamente a voz gravada de Levante; as luzes apagam-se e ouvimos os primeiros gritos dos fãs mais animados.
São 21.20h. Levante não se faz tardar e entra sorrindo no palco do Paradise, onde ataca com a energética “Le Mille Me” do último álbum Nel caos di sostanze stupefacenti (2017). Imediatamente o refrão é apoiado por vozes femininas agudas com um forte sotaque italiano, que debaixo do palco não falham um verso. É o momento de “Non me ne frega niente”, sucesso de sonoridade electro-pop, um aviso contra a vulgaridade das redes sociais e os “moralistas de teclado”. Parece claro que foi um dos temas mais esperados, porque o público está particularmente recetivo.


A artista siciliana é capaz de interagir com o público, aproximando-se e estabelecendo imediatamente um clima de cumplicidade. Unânime com o tema da música, convida as pessoas a pararem de usar os smartphones para viverem um momento de música juntos.
Com “Sentivo le ali”, Levante mostra os seus dotes vocais, com alturas que evocam aqueles de Alanis Morisette. Pega na guitarra acústica em “1996 Le stagioni dell’amore” e em “Io ero io” e faz um salto ao passado tocando faixas do primeiro álbum Manuale di distruzione (2014), como “Sbadiglio”. E chegamos ao single “Pezzo di me” lançado com um featuring do músico italiano Max Gazzé, canção que brinca com os duplos sentidos linguísticos do insulto ao amor traído (Pezzo di me = Pedaço de mim = Pedaço de merda) porque “toda a gente gosta de palavrões!”, diz Levante. Segue-se “Cuori d’artificio”, uma faixa com tons de pop-rock.
Entre “Diamante”, “Lasciami”, “Contare fino a 10” e “Santa Rosalia”, Levante cria um relacionamento empático cada vez mais íntimo com o público, desculpando-se por não falar português, mas sorrindo timidamente, o que mostrava uma certa humildade.
Na comovente “Abbi cura di te” (título também do seu segundo álbum de 2015), que evoca as sonoridades dos Portishead, a emoção da artista funde-se com a do público (em particular a parte feminina): decide sair do palco para cantar com os seus convidados, cercada por smartphones que a filmam (cenário que me faz lembrar um episódio de Black Mirror). O calor é forte e toda gente a rodeia.
Apercebo-me que Levante é muito boa a representar histórias de mulheres, de inépcia e de ternura, de força e sacrifício. E isso é visível (muitas vão esperá-la depois do concerto para selfies, autógrafos e para conversar). Levante é sempre sorridente e agradece frequentemente, é tímida e auto-irónica, mas também bastante cuidadosa (e astuta) em captar as emoções do público.
Entretanto, o concerto continua com uma faixa sobre a tenacidade que é preciso ter na vida, “Duri come me”, seguindo-se “Memo” e com “Di tuà bontà” até à esperada “Alfonso” (o single que decretou o seu sucesso) irónica sobre a má sorte, e cantada a plenos pulmões por todo o público (Che vita di merdaaaa!). Chegamos quase ao fim com “Io ti maledico” e o beat direto de “Gesù Cristo sono io”, um dos seus últimos sucessos.
O concerto termina com “Caos”, originalmente um prelúdio no último álbum, mas que aqui se torna a nota de encerramento do diário musical de Levante, que agradece também aos músicos e técnicos. Sai às 22h50 após 90 minutos de concerto. O encore não chega, mas a música “Where is my mind?” dos Pixies sugere o fim.
Depois de alguns minutos, Levante regressa para um último abraço geral de despedida. Ouve as histórias de quem se mudou para Portugal, é curiosa e interessada. Os mais corajosos, especialmente os homens, convidam-na para ir ao Lux, o que ela recusa educadamente. Priscilla mostra-lhe as belas fotos tiradas.


Após a atuação esgotada de Madrid, o concerto de Lisboa é certamente mais íntimo. Levante não se importa muito: leva-se a sério e parece divertir-se. A banda que a acompanha fez o seu dever sem excessos e protagonismos, mas com uma boa presença cénica. Bons profissionais.
Apesar de alguma dificuldade em sentir minha a música e letras de Levante, devo reconhecer na artista siciliana uma certa delicadeza em tocar algumas cordas emocionais mais íntimas. Isto verificou-se na relação com o público, o que foi um ponto a favor para o sucesso do concerto. Na setlist de 21 músicas, faltou, provavelmente, a mais bonita “Finché morte non ci separi”, mas podemos ficar satisfeitos.
Ainda existem alguns concertos europeus antes da intensa digressão italiana, mas esperamos que a paixão que vimos na Paradise Garage acompanhe Levante e lhe traga boa sorte. Boa sorte, ragazza!
(Terminado) Giveaway: Temos 15 convites duplos para a antestreia de “12 Indomáveis” para Lisboa e Gaia
Género: Ação/Drama
Elenco: Chris Hemsworth, Michael Shannon, Michael Peña e William Fichtner
Realização: Nicolai Fuglsig (Exfil)
Argumento: Ted Tally e Peter Craig
Produção: Jerry Bruckheimer, Thad Luckinbill, Trent Luckinbill e Molly Smith
O Neffos C5A é o novo smartphone low-cost da TP-Link
Talvez mais conhecida pelas suas soluções wireless, a TP-Link também aposta no mercado dos smartphones. E foi nos últimos dias que anunciou a sua mais recente novidade.
Chama-se Neffos C5A e destaca-se por ser um dispositivo low cost.
O Garmin Approach X10 é o novo companheiro para sessões de Golfe
A Garmin não é estranha a pulseiras desportivas dedicadas a diferentes tipos de atividade. O Approach X10 é a nova pulseira da marca dedicada aos adeptos do Golfe e inclui funcionalidades que vão ajudar os atletas durante os seus treinos.
O Approach X10 aproxima-se de uma pulseira fit. Tem um aspeto fino e um ecrã simplista, mas que fornece muita informação. Esta pulseira vem com dados de mais de 41000 campos em todo o mundo, onde o utilizador pode calcular distâncias e verificar obstáculos, e, até, receber dicas de como posicionar o pino para as melhores tacadas.
Este dispositivo “que se veste” é compatível com a Garmin Golf, app que vai permitir ao utilizador criar e gerir torneios com colegas e amigos, sendo ainda possível verificar tabelas de ranking e fazer o upload do desempenho pessoal para estar acessível aos outros utilizadores. Já estamos a prever algumas competições saudáveis por aí.
O Approach X10 é ainda resistente à água em dias chuvosos, e, claro, ao suor em dias de calor. O melhor de tudo é que tem uma autonomia que promete durar até 12 horas mesmo com o modo GPS ativo.
A pulseira Garmin Approach X10 já está disponível por um preço recomendado de 179,99€.
Jessie Ware confirmada no EDP Cool Jazz
Depois de concertos cancelados no NOS Alive e, mais recentemente, no Vodafone Mexefest do ano passado, Jessie Ware está agora de regresso a Portugal para um concerto a 26 de julho no EDP Cool Jazz.
Já é possível encontrar estacionamento com facilidade graças à TomTom
Agora disponível em 100 cidades europeias, o serviço TomTom On-Street Parking já pode ser utilizado em Lisboa e no Porto.
As datas e os locais da Festa do Cinema Italiano
A organização do evento revelou a semana passada quais as cidades escolhidas para acolherem o festival. Lisboa (4 a 12 abril), Porto (4 a 8 Abril), Cascais (5 a 8 abril), Setúbal (5 a 8 abril), Almada (6 a 8 abril), Coimbra (7+12+13 abril), Évora (11 a 13 abril), Aveiro (16 e 17 abril), Viseu (17 a 19 abril), Beja (2 a 4 maio), Moita (11+18+25 maio), Tomar (15 a 19 maio), Loulé (18 a 20 maio), Viana do Castelo (22 e 23 maio), Caldas da Rainha (22 a 24 maio) e Funchal (6 a 9 junho) foram as cidades reveladas, sabendo-se que outras, em Portugal ou não, serão anunciadas em breve.
Pitaria é o novo restaurante de José Avillez. E já abriu
É, basicamente, a ode de José Avillez à comida do Médio Oriente. O Pitaria, o novo restaurante do chef recentemente galardoado com o prémio de melhor cozinheiro do mundo, já abriu na Rua Nova da Trindade, a mesma rua do Bairro do Avillez, na zona do Chiado, em Lisboa, e é um espaço para quem quer sentar e provar logo os sabores preparados e para quem prefere levar para casa.
O espaço tem um conceito algo diferente, uma vez que é baseado na partilha e no take away. Tem 18 lugares, música bem animada, e, imagina-se, uma bola de espelhos no teto.
A carta é bastante reduzida, uma vez que apenas contém sete opções, todas servida em pão pita e preparadas no momento. As pita shoarma são, portanto, a especialidade da casa.
Pita shoarma grega, de porco, de frango, de falafel com baba ganoush/kebab/sujuk (uma salsicha arménia) e, ainda, uma especial chamada Arais, uma pita chapada (vai à chapa) com carne picada, queijo, chouriço de porco preto e especiarias.
Os preços variam entre os 7€ e os 7,50€ e, a acompanhar, podemos escolher batatas fritas com zaa’tar – mistura de ervas com sésamo tostado – ou batata doce frita com raspas de limão e sal, com cada opção a custar 1,50€. Para quem quiser, é ainda possível provar esta opções em formato salada, isto é, sem o pão.
Quanto a sobremesas, existem iguarias típicas como baklava com natas frescas e flor de laranjeira ou gelado de rosas, coco e pistácio, com cada opção a custar 3€.
No campo das bebidas, há cocktails como o Pitaroska, com vodka, beterraba e lúcia-lima, servida com gomas em formato ursinho, e shots com, por exemplo, ginjinha, medronho, lichias e groselha, neste caso conhecido como Ginjonho.
Surge, assim, de surpresa, a Pitaria de Avillez. Para 2018, o chef deve abrir um Mini Bar no Porto e um novo restaurante na zona do Campo das Cebolas.
O Pitaria está aberto de domingo a quinta-feira das 12h à 01h e de sexta-feira a sábado das 12h às 02h.
Huawei Pay vai chegar ao mercado global
Criado em 2016, o Huawei Pay é o primeiro serviço de pagamento móvel da China baseado em chip de segurança. Suporta 66 instituições bancárias e é compatível com 20 dispositivos móveis, onde se incluem vários smartphones e relógios inteligentes. Já em 2017, por exemplo, 4 mil milhões de RMB (moeda chinesa) de pagamentos foram feitos usando o Huawei Pay.
O novo router da TP-Link aposta no desempenho e na segurança
Se procuram um novo router para meter Wi-Fi na vossa casa, a TP-Link será certamente uma das soluções a ter em conta, especialmente agora com o seu novo router Gigabit Wireless MU-MIMO AC2300, ou Archer C2300 para os amigos.
Este equipamento, por exemplo, inclui tecnologia NitroQAM T, algo que promete um aumento significativo de velocidade, atingindo os 16250Mbps na banda de 5GHz e 600Mbps na banda de 2,4Ghz, velocidades perfeitas para os adeptos do streaming de vídeos ou jogos entre equipamentos.
O Archer C2300 inclui também um sistema de gestão inteligente de dispositivos. Com a tecnologia UM-MIMO, é possível interagir em simultâneo com diversos equipamentos, e, com a tecnologia Smart-Connect, o utilizador tem a vida facilitada na configuração de ligações, já que esta localiza automaticamente a melhor banda para cada dispositivo ligado.
A alimentar este router está um processador XStream, chip que permite processamento dedicado a cada uma das bandas Wi-Fi, de modo a permitir uma carga de operações superior a outros routers no mercado.
Se o alcance de ligação é algo a ter em conta, o Archer C2300 promete ajudar com a tecnologia RangeBoost, que amplia as capacidades de deteção de sinal Wi-Fi de equipamentos que possam estar mais afastados.
No sistema HomeCare, os utilizadores vão ter total controlo das operações do router. Desde passwords a controlo parental, entre outras opções, o utilizador pode concentrar ou dar prioridade de banda a dispositivos ou atividade específicas.
O Archer C2300 conta ainda com portas USB 3.0 e 2.0 para partilha facilitada de ficheiros entre equipamentos.
O Archer C2300 já pode ser encontrado à venda por um preço recomendado de 113,82€.
Este site junta mais de 200 marcas portuguesas
És adepto de marcas portuguesas e queres contribuir para a economia nacional? Então tens de conhecer o novo site “De Portugal com Amor”.
Facebook testa novo botão. E não, não é um botão de dislike
Depois das reações aos posts, pode estar a chegar um novo botão ao Facebook. E não é um botão qualquer.
Samsung S9 apresentado a 25 de fevereiro: Tudo o que sabemos até agora
À exceção do ano passado, em que a Samsung optou por não apresentar o S8 na Mobile World Congress, este ano a marca coreana voltou a apostar na mega feira de Barcelona para anunciar ao mundo o novíssimo Samsung S9.
É já a 25 de fevereiro que vamos conhecer o mais recente topo de gama da gigante tecnológica. E confessamos, com tudo o que já foi desmistificado na Internet, pouco há a revelar.
Para já, serão dois terminais, como é óbvio, o S9 e S9 Plus/S9+, faltando confirmar o nome oficial. E são distintos entre si.
O S9 terá um ecrã Super AMOLED de 5,8 polegadas, resolução QHD+ e proporção 18,5:9, um processador Exynos 9810 ou Snapdragon 845, dependendo da região, 4GB de RAM, 64GB de memória interna, câmara traseira (não é dupla) com abertura de f/1.5 e câmara frontal com 8MP, leitor de impressões digitais na traseira e, claro, trará o Android Oreo.
No caso específico do sistema biométrico, segundo refere o site Korea Herald, os sensores da digitalização da íris serão atualizados dos dois para os três megapixéis, o que permitirá uma deteção mais eficiente.
Contudo, a grande estrela do evento será o S9+. Temos o mesmo processador do S9, mas tudo o resto é diferente. O ecrã é de 6,2 polegadas com a mesma resolução QHD+ e proporção 18,5:9, 6GB de RAM, 128GB de armazenamento interno expansíveis cia cartão microSD e, preparem-se, uma câmara dupla com abertura de lente variável.
Aliás, a câmara é mesmo um dos pontos que a Samsung destacou para o evento. É a câmara, reinventada, diz a marca numa imagem colocada nas redes sociais. A questão da lente de abertura variável é uma tecnologia implementada no modelo W2018, um flip-phone lançado em novembro do ano passado, e que chega agora ao topo de gama da marca. Essencialmente, permitirá aos utilizadores ajustarem a abertura antes de captarem a foto.
No caso do S9+, teremos dois sensores traseiros de 12MP, sendo que o sensor primário vem com uma lente de abertura f/1.5 e o secundário com uma lente de abertura f/2.4. Ou seja, é uma configuração que vai permitir aos utilizadores tirar fotos com os dois sensores em simultâneo, resultando em imagens de altíssima qualidade. Já na parte frontal, tanto o S9 como o S9+ terão 8MP com focagem automática e sistema de reconhecimento da íris.
Outra das novidades do evento está relacionada com a novíssima DeX Pad, que vem substituir a Samsung Dex lançada no ano passado.
DeX, por outras palavras, significa Desktop Experience. E é mesmo isto que este equipamento faz ao expandir a nossa experiência Android para um verdadeiro ambiente de trabalho. Basta ligar a DeX a um monitor externo.
Mas note-se as diferenças estéticas entre a primeira versão DeX e nova, com esta última a apresentar um formato liso ao invés do circular. Em termos de funcionamento, basicamente o nosso smartphone poderá ser usado como teclado ou rato, o que elimina a necessidade de andar com mais um gadget de um lado para o outro.
Agora só temos de esperar pelo evento da MWC para ficarmos a conhecer todos os detalhes, sendo que os novos S9 e S9+ deverão chegar ao mercado logo no início de março.
Hit the Road é a app que te dá dinheiro em combustível
Da responsabilidade da Liberty Seguros, a aplicação móvel Hit the Road é uma ferramenta que avalia a condução automóvel em tempo real e premeia os melhores condutores.
Basicamente, pretende-se fomentar a competição entre condutores em função da segurança na condução. Recorrendo ao GPS e aos sensores do smartphone, a app fornecerá informações sobre o estilo de condução, bem como conselhos para melhorarem o desempenho ao volante.
A aplicação vai registar critérios como a velocidade a que se circula, a força com que se trava ou curva e o número de quilómetros feitos, entre outros. Depois, a Hit the Road calcula uma pontuação de 0 a 100, para atribuir a cada viagem, e, no final, calcula a pontuação geral do condutor.
Existem três tipos de desafios. Em cada um deles, é sempre necessário cumprir um mínimo de viagens e um mínimo de quilómetros. Mas o maior desafio de todos é mesmo o individual, em que o condutor vai aprendendo a conquistar melhores avaliações para competir com amigos, ou a jogar em equipa, para ganhar prémios. Sim, podemos adicionar amigos, partilhar viagens e criar equipas com eles.
Para já, está um jogo um prémio de 400 euros em combustível BP, mas, nos próximos meses, a Liberty Seguros irá lançar desafios diversos para se jogar individualmente ou em equipa. A ideia é mesmo ganhar cada vez mais e cumprir os desafios.
A app está disponível para Android e iOS e não necessita de usar dados móveis para funcionar.
FOX+ já chegou à Vodafone
Os clientes Vodafone têm mais um motivo para ficar contentes: chegou o novo canal FOX+.
Em abril vais poder ir de comboio de Londres a Amesterdão
Com as ligações aéreas a serem cada vez mais baratas, as concorrentes tiveram de arranjar alternativa para, de alguma forma, angariar clientes.


