Países como a Índia sofrem de excesso de população que se traduz num aumento quase incontrolável de sem-abrigo. São jovens com condições de vida extremamente duras e sem qualquer tipo de proteção social.
Shawn Mendes confirmado no MEO Sudoeste 2018
O artista canadiano de origem portuguesa é a mais recente confirmação para a grande festa que vai acontecer na Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar. Ainda faltam sete meses, mas muitos são aqueles que já só pensam em ir para o MEO Sudoeste.
Richie Campbell confirmado no MEO Marés Vivas
Dias após ter atuado perante 14 mil pessoas na Altice Arena, surge a confirmação de que o artista português vai estar presente na edição deste ano do festival MEO Marés Vivas. Ao festival de Vila Nova de gaia, Richie Campbell vai levar a sua nova mixtape, Lisboa, lançada no passado dia 2 de fevereiro.
Análise – Monster Hunter World – Está aberta a época de caça
Monster Hunter World é o jogo sensação do momento. Altamente aclamado pela imprensa e a ocupar lugares nos tops de vendas, é também dos jogos que mais tempo tem consumido aos jogadores. A Capcom tem agora no mercado um dos títulos mais cativantes e viciantes dos últimos anos.
Floresta da Guatemala escondia mais de 60 mil ruínas maias
Casas, palácios, pedreiras, quintas, fortalezas, estradas e outras estruturas estão entre as mais de 60 mil ruínas maias descobertas por um grupo de investigadores.
A equipa de especialistas, que observou uma área com mais de 2 mil quilómetros quadrados na floresta tropical de Petén, no Norte da Guatemala, na fronteira com o México e Belize, apenas conseguiu fazer esta descoberta graças à tecnologia LiDAR (Light Detection And Ranging), já descrita como revolucionária. Na prática, tratam-se de radares baseados na reflexão da luz que conseguem “descodificar” zonas de difícil acesso.
Basicamente, os aviões equipados com estes sensores sobrevoaram a zona e dispararam luzes laser em direção ao solo, que foram depois recebidas de volta e transformados em dados. Após a compilação das medições, que são usadas para produzir uma imagem em 3D da superfície do solo, e a eliminação da vegetação e árvores em excesso no computador, os investigadores conseguiram finalmente perceber com o que estavam a lidar.
Com estas descobertas, os especialistas creem que a civilização Maia seria tão ou mais avançada em relação a povos antigos, como os chineses ou gregos.
Graças à tecnologia LiDAR – que já foi utilizada para revelar os templos de Angkor Wat, no Norte do Camboja -, os investigadores conseguiram concluir em meses o que demoraria em décadas com o uso das técnicas tradicionais de pesquisa e reconhecimento da zona. Com este achado, os maias tinham uma população de 10 milhões de pessoas, “duas a três vezes mais habitantes do que se pensava até agora”, segundo referiu o investigador Macello Canutto à National Geographic.
Este projeto está ainda numa primeira fase de desenvolvido, mas, a longo prazo, os responsáveis preendem explorar mais de 12 mil quilómetros quadrados na região.
Entre as descobertas, contam-se ainda uma nova pirâmide de 30 metros, anteriormente mal identificada, um sistema de fosso e uma muralha com 14 quilómetros. Além disso, a agricultura era mais intensa e sustentável do que se pensou inicialmente e, juntamente com o extenso sistema de muros, fortificações e canais de irrigação, são dados que sugerem uma civilização altamente organizada.
A civilização teve o seu auge entre os anos 1.000 a.C. e 900 d.C, tendo-se desenvolvido até à chegada dos espanhóis. Todos estes detalhes e outras revelações vão ser aprofundadas num documentário que irá estrear dia 11 de fevereiro na National Geographic.
5 dicas essenciais para preparares a tua casa para este Inverno
Muitos de nós detestam um Inverno chuvoso. Há quem adore o frio do Inverno e o mau tempo, sim, mas, normalmente, quando chegamos ao fim do dia de trabalho num Inverno não muito simpático, não há nada que nos pareça melhor do que chegar a casa e enrolar-nos em mantas ao mesmo tempo que bebemos um café bem quente.
Mas isso pode não ser o suficiente e há vários fatores de risco que são facilmente esquecidos e negligenciados pelos mais friorentos. A pensar nisto, Marcelina Guimarães e Miguel Fernandes, responsáveis pela Habitat Saudável, empresa de arquitetura e consultoria em saúde geoambiental, partilham cinco dicas essenciais para não descurar neste inverno em prol dos sistemas de equipamento contra o frio exterior. E, tendo em conta a vaga de frio que está para chegar, mais vale prevenir que remediar.
1. Ventilar, ventilar e ventilar
Uma casa que não seja ventilada diariamente nunca será uma casa saudável. O frio exterior é pouco convidativo a janelas abertas, mas é importante deixar a casa respirar. Ao acordares, aproveita para abrir as janelas e deixar o ar circular dentro da tua casa.
2. Sistemas de aquecimento
Quando o frio se fizer sentir, evita sistemas de aquecimento por convecção, que secam o ar e arrastam pó e partículas em suspensão. O ideal é optar por sistemas de radiação térmica.
3. Atente à humidade dos espaços
Coloca um termo higrómetro (de baixo custo) nos espaços para controlar a humidade, a qual deve estar compreendida entre 40% a 60%. Este aparelho armazena o valor mínimo e máximo alcançados em determinado intervalo de tempo e, geralmente, tem dois mostradores que permitem a visualização da humidade e da temperatura em simultâneo.
4. Utilize um medidor de Radão
Esta é a melhor época do ano para fazer uma análise laboratorial a este gás presente no interior de nossas casas; para isso, coloca um medidor de Radão em cada piso do teu lar. O aparelho mede a concentração do gás e, caso se conclua que os níveis estão superiores aos limites recomendados, deverás ventilar todos os espaços.
5. Atenção à temperatura do seu quarto
Sabe bem descansar o corpo e a mente num quarto quente e confortável, mas é importante controlar os níveis de humidade relativa ao ar neste espaço. A temperatura ideal para dormir são 18º, e lembra-te, mesmo que aumentes a roupa na cama, a regra é: “pés quentes, cabeça fresca”.
Formação original dos Smashing Pumpkins vai mesmo reunir-se
Os rumores já têm vindo a ser divulgados há algum tempo. Afinal de contas, os Smashing Pumpkins têm existido muito por culpa de Billy Corgan, o frontman e vocalista da banda, mas sem os elementos originais.
Isso está prestes a mudar, prevendo-se uma segunda vida para a formação original da banda americana. Ou quase, já que falta um dos elementos originais.
Billy Corgan, Jimmy Chamberlin e James Iha, três dos membros da formação clássica, devem, em breve, anunciar de forma oficial, a reunião dos Smashing Pumpkins originais. No anúncio, deverá constar, também, planos para um novo álbum, o nono da banda, e uma nova digressão. De fora ficou a baixista D’Arcy Wretzky, que não quis fazer parte desta reunião.
Ao que consta, os três elementos têm passado as últimas semanas em estúdio na companhia do produtor Rick Rubin, famoso por já ter trabalhado com artistas como AC/DC, Eminem, Kanye West, Linkin Park, Metallica, System of a Down, entre outros.
Entretanto, surgiram nas redes sociais algumas fotografias de uma sessão fotográfica que a banda realizou recentemente. Nestas fotos, é possível perceber-se que o guitarrista Jeff Schroeder, que se juntou ao coletivo em 1997, está também presente neste ensaio, juntamente com os três elementos originais. E Schroeder, que já foi visto a tocar baixo com a banda em estúdio, pode perfeitamente ser o substituto de Wretzky.
Recorde-se que os elementos originais da banda não editam música juntos desde o álbum Machina/The Machines Of God, lançado em 2000. Este ano de 2018 marca o 30º aniversário da origem da banda e o 25º aniversário do segundo álbum de estúdio, o clássico Siamese Dream.
Crítica – “As Estrelas Não Morrem em Liverpool”
As Estrelas Não Morrem em Liverpool é um filme baseado na autobiografia de Peter Turner publicada no Reino Unido, em 1986, que nos conta como foram os últimos anos de vida de uma excêntrica atriz de Hollywood, Gloria Grahame, interpretado pela não menos conhecida e experiente Annette Bening.
Neste filme somos transportados para os anos 70 e para uma história de amor intemporal através de uma banda sonora incrível que nos ajuda nesta viagem no tempo, uma narrativa sem complexos e de flashbacks das próprias personagens que nos facilitam a compreensão de todos os acontecimentos, até porque um grande senão deste filme é quase já ninguém saber quem foi esta atriz. A certa altura, uma das personagens do filme chega mesmo a dizer que “Gloria was a big name in black and white film”.
Gloria mostra-nos que o amor não escolhe idades quando conquista o coração de um jovem ator de Liverpool, Peter Turner, interpretado por Jamie Bell. Peter e Gloria têm uma diferença de 28 anos a separá-los, mas isso não se torna um problema, antes pelo contrário. Gloria já tinha tido um affair com um enteado, Anthony Ray, de 23 anos, com quem chega a casar depois de se divorciar do pai do mesmo.
Por isso, podemos concluir que era difícil ficar-se indiferente a esta mulher cheia de vida. Peter, que luta por uma carreira como ator de teatro em Liverpool, é arrastado para este enredo e transforma a sua vida por ela. Ela mostra-lhe como se pode perder tudo de um momento para o outro e, mesmo assim, continuar como se ainda fosse tudo a preto e branco. No entanto, é esta estrela dos tempos do cinema a preto e branco que traz cor à vida de Peter.
A química entre os dois atores é excecional e deita por terra qualquer preconceito que ainda possa existir no que diz respeito à diferença de idades. Gloria, que tem a sua vida glamourosa e hollywoodesca a desvanecer, vê em Peter uma espécie de elixir de juventude; já este encontra na ex-estrela a mulher mais bonita do mundo, cuidando dela, amando-a e admirando-a até ao fim.
Após sentir-se mal de saúde, que recorrentemente apelidava de “problema de gases”, uma desculpa para não preocupar Peter, Gloria pede ao seu amado para levá-la para casa dos pais dele, em Liverpool, onde acaba por passar os seus últimos dias. O jovem ator lá descobre a verdadeira doença do seu amor e, com a ajuda dos pais, outrora fãs dos filmes a preto e branco que ela protagonizou, cuida dela. Esta, ao prometer-lhe que vai ficar bem, acaba por involuntariamente quebrar essa promessa: doente, cansada e sem esperança, mas sem nunca perder a elegância, a boa disposição, o glamour e a irreverência. Deixa para traz Hollywood, um Óscar pelo filme The Bad and the Beautiful, alguns casamentos falhados e filhos já crescidos, mas foi, porém, na casa dos pais de Peter, que decidiu ter os seus últimos momentos de vida.
Gloria Grahame morreu a 5 de outubro de 1981 em Nova Iorque, para onde foi levada pelo filho nesse mesmo dia. Peter Turner, hoje com 65 anos, continua a recordar Gloria como o seu grande amor.
Este filme conta ainda com a participação do próprio Peter Turner, Julie Walters, Vanessa Redgrave e Stephen Graham.
Não se consegue ficar indiferente a esta história, às interpretações dos atores e à maneira como somos levados numa viagem encantadora até ao último momento: “Peter, how do I look?” – “you look beautiful, Gloria, forever…”
As Estrelas Não Morrem em Liverpool estreia a 8 de fevereiro nos cinemas nacionais.
Texto de: Mafalda Fidalgo
Levante, a talentosa cantora italiana está a chegar a Portugal
Pela primeira vez em Portugal, Claudia Lagona aka Levante dará um concerto no próximo sábado, dia 10 de Fevereiro, no Paradise Garage, em Lisboa. É uma nova proposta musical que nos chega diretamente de Itália.
Análise – Strikers Edge – Uma lufada de ar fresco made in Portugal
Não é todos os dias que chega até nós um videojogo nacional. Muitos menos à PlayStation 4. Esse panorama começa agora a mudar com Strikers Edge, a mais recente novidade portuguesa na consola da Sony e no PC.
Da produtora Fun Punch Games, Strikers Edge é um jogo independente que se tornou no jogo que é hoje, em parte graças aos Prémios PlayStation, onde venceu a primeira edição, e claro, da vontade e dedicação da pequena equipa, que começou a trabalhar neste jogo quase por desporto.
Strikers Edge apresenta um conceito de jogo muito interessante, especialmente nas suas mecânicas e maneiras de jogar. É uma espécie de jogo-do-mata medieval, num formato que, tanto em grandes produções como em jogos mais independentes, não se vê muito. Quando o comecei a jogar, senti que estava perante um tipo de jogo inovador, perguntando até a um amigo se conhecia algo assim, ao que me respondeu de imediato que “se há não me estou a lembrar”.
As comparações podem ser feitas a muitos jogos de tiros ou de ténis (com especial atenção ao clássico dos clássicos, Pong), mas a verdade é que o modo como se apresenta, e se joga, é uma lufada de ar fresco.
Pode ser jogado em batalhas 1VS1 nos diferentes modos ou 2VS2 nos modos multi-jogador, colocando-nos em campos de batalha divididos a meio, em que o objetivo é disparar contra o adversário enquanto nos desviamos também dos seus projéteis.
Para controlar a personagem usamos o analógico esquerdo, para apontar o direito, e, depois, a combinação de gatilhos para disparar, desviar e bloquear. Na teoria é muito simples. Já na prática a coisa complica.
Strikers Edge não é um jogo tão fácil como parece. Requer treino, concentração e motivação. À semelhança do que encontramos em muitos jogos de luta, cada encontro é dividido em duas rondas, com a diferença que não temos um contador de tempo para criar a sensação de urgência. Aqui, a contagem decrescente é feita com os olhos postos no nosso contador de vida que diminui com cada hit que pode ser fatal.
A tensão das batalhas é incrível, muito graças ao balanço das personagens (que apesar de apresentarem diferentes tipos de projéteis e poderes especiais, controlam-se de forma muito semelhante) e aos momentos cinemáticos que a Fun Punch introduziu em momentos chave.
Um desvio, um block ou a estocada final são apresentados em câmara-lenta onde podemos ter uma ideia do quão perfeita foi o timing de uma jogada, ou o quão perto o projétil passou de nós ou do adversário.
O ritmo das partidas também é bastante acelerado, ou pelo menos é isso que se pretende. O que encontrámos, porém, é um jogo que requer destreza pontaria e calma.

Os controlos simples pecam um pouco pela sensação de peso e arrasto no movimento das personagens e também pela dificuldade de coordenação no uso dos dois analógicos para apontar. Talvez tenha sido uma decisão ponderada no desenvolvimento de Strikers Edge, mas, para jogadores iniciantes, pode ser complicado encontrar essa coordenação, e o tempo entre cada disparo também não ajuda. Algo que também seria interessante encontrar seria a opção de trocar controlos, sem recorrer aos modos de acessibilidade da PS4.
A curva de aprendizagem encontra um novo obstáculo quando mudamos de lado do campo nos modos multijogador. Depois de várias batalhas num lado, trocar para o lado oposto pode ser atrofiante, mas nada que o treino e a técnica não nos prepare.
É fácil perceber que Strikers Edge foi criado para um jogo multi-jogador, sendo que é composto por três modos. O On-line e o Multi-jogador Local, que permitem encontros 1VS1 ou 2VS2, e um modo de campanha para jogar contra o CPU, onde temos uma pequena narrativa para cada uma das oito personagens.
Para além de um breve tutorial, que deve ser jogado com atenção, é nesta campanha que podemos treinar e conhecer os diferentes heróis. A longevidade da história de cada personagem é curta, mas o suficiente para fazermos uma maior rotatividade entre elas.
Aqui também temos três níveis de dificuldade, onde se requer mesmo muita mestria, e que pode ser um local para treinar antes de ir para o online.
Já no modo online vamos poder jogar contra amigos ou desconhecidos e, havendo uma população ativa, é bastante fácil de encontrar malta para confrontar. Ainda assim, encontrei alguns problemas que me desmotivaram, desde jogadores que simplesmente paravam de jogar e não reagiam, a muitas desistências após perderem a primeira ronda.
É nos modos de jogo com amigos, tanto no online como no local, que existe um grande potencial para Strikers Edge. Tem as características perfeitas para ser um jogo competitivo de sofá. É divertido e frustrante quanto basta, porque, por vezes, não são as capacidades do jogador que estão em cima da mesa, mas sim a estratégia e o timing que utiliza.
Por fim temos os visuais e o áudio que são reminiscentes dos jogos de 16-bit, o movimento conhecido como Pixel Art. Apesar de o jogo existir na PlayStation 4 e no PC, é interessante pensar que, desde o modo como se joga, ao seu aspeto, poderia ser um jogo capaz de existir em consolas bastante antigas. Sem dúvida alguma, um título bem old-school com elementos perfeitos para o efeito que se pretende.
Strikers Edge é bastante divertido e competente, mas deixa a sensação que podia ser ainda mais, especialmente em conteúdos (que virão, esperemos nós), na exploração de poderes das personagens e de pequenos ajustes com o feedback de um público maior.
Ainda assim, Strikers Edge é, para nós (jogadores portugueses) e para a equipa, um pequeno triunfo, não só por ter conseguido chegar ao final do seu desenvolvimento com um resultado ótimo, mas porque pode alcançar, potencialmente, milhões de jogadores.
Strikers Edge já está disponível para a PlayStation 4 e PC (Steam).
Strikers Edge
Nota: 8/10
O jogo foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.
Cocas, põe-te a pau! Chegou a “Avenida Q”!
Irreverência, emoção e muita comédia. São estes os ingredientes principais deste musical, importado da Broadway e vencedor de 3 Tonys.
Escrito por Robert Lopez e Jeff Marx, esta peça aborda a vida de várias personagens que moram na Avenida Q, onde humanos, monstros e marionetas enfrentam vários desafios.
O Echo Boomer foi assistir ao espectáculo na semana passada, em cena na mítica sala do Teatro Sá da Bandeira, no Porto.
Nestlé Fora da Casca aposta em projetos que promovem um futuro mais saudável
Após a fase da candidatura – com 40 projetos oriundos de 10 diferentes nacionalidades (de Portugal à Macedónia, passando por países como a Tanzânia, Brasil, França, Grécia) – e a fase de seleção (onde tiveram que superar um Startup Challenge seguido de um Innovation Matchmaking, um workshop de trabalho colaborativo com equipas Nestlé para explorar e testar potenciais formas de sinergia entre os projetos apresentados e a Nestlé Portugal), foram escolhidos os oito projetos de negócio finalistas do Nestlé Fora da Casca nas áreas estratégicas de Nutrição, Saúde e Bem-Estar.
NOS Primavera Sound 2018: Cartaz é conhecido a 8 de fevereiro
Após termos conhecido o magnífico cartaz do Primavera Sound Barcelona, vem depois aquela altura em que, posteriormente, é anunciado o cartaz da versão portuense do festival. Como é natural, o NOS Primavera Sound tende a partilhar vários nomes com o irmão mais velho, ainda que o cartaz em si não tenha muitos dos nomes anunciados.
Análise – Call of Duty: WWII DLC 1 – The Resistance
Chama-se DLC 1 – The Resistance e é o novo pacote de conteúdos para Call of Duty: WWII. Pode ser comprado em separado por 14,49€ ou pode ser acedido gratuitamente para quem tem o Season Pass, que se situa nos 49,99€, mas que dará acesso a todos os restantes pacotes lançados daqui para a frente.
Análise – Dragon Ball FighterZ – O jogo pelo qual todos esperávamos
Quando surgiu, a franquia Dragon Ball logo começou a criar sucesso não só no Japão, mas além-fronteiras. Mangas, séries de televisão, filmes, jogos e todo o tipo de merchandise foram criados para explorar ao máximo a marca.
Sem dúvida alguma que milhões de pessoas em todo o mundo conhecem o universo Dragon Ball através do anime, sendo a introdução para o fantástico mundo criado por Akira Toriyama. Mas os jogos também tiveram uma parte importantíssima no desenvolvimento da franquia.
Quando foi anunciado na E3 de 2017, Dragon Ball FighterZ criou uma alta expetativa nos fãs, parecendo que, finalmente, um estúdio, neste caso a Arc System Works, conseguira criar um bom jogo em estilo 2D de Dragon Ball, algo que se pedia há muitos anos.
E, no geral, esse objetivo foi bem conseguido. Pedia-se um jogo que fosse rápido e feroz como muito dos combates que nos são mostrados no pequeno ecrã e que pudesse ser jogado por vários jogadores, mesmo por aqueles que não nutrem qualquer paixão pelo mundo Dragon Ball. E sim, os controlos são fáceis, mas requerem alguma habituação.
Comecemos pela apresentação do que o jogo nos oferece. Temos um modo história, arcade, combates locais, modo tutorial, online e ainda áreas onde podemos ver replays dos nossos combates, comprar cápsulas através da moeda do jogo e ainda consultar o nosso ranking. Estes modos estão reunidos num lobby onde estão concentrados outros jogadores que estejam ligados à Internet.
Basicamente, para irmos até um dos modos, temos de andar com o nosso avatar pelo lobby e falar com um outro avatar, responsável por nos indicar as opções existentes em cada modo.
Para quem não tiver paciência, pode logo aventurar-se pelo modo história. Contudo, o jogo recomenda (e insiste) que façamos os tutoriais, de modo a que fiquemos verdadeiros profissionais na arte de jogar Dragon Ball FighterZ.
Os controlos não são complicados, pelo contrário. São até bastante básicos e diretos. Claro que quem tiver estaleca de jogos Beat ‘em up não vai sentir dificuldades em executar combos ou ataques especiais, portanto, os tutoriais são mais orientados para quem não tem por hábito jogar títulos de luta. Ajudam imenso, na verdade, dando todas as indicações possíveis para que os jogadores fiquem a conhecer os combos mais básicos.
Há, contudo, um problema em jogos deste género que tendem a agradar a todo o tipo de jogadores: as combinações de teclas são bastante reduzidas. Aliás, basta colocar o jogo na pausa e ir à lista de ataques de cada personagem para o percebermos. Não obstante, acaba por ser um motivo para um jogador reinventar-se em cada combate. Mas já entraremos mais em pormenor nas mecânicas de jogo.
Dragon Ball FighterZ tem um modo história bastante peculiar. Apresenta-nos três perspetivas diferentes dos acontecimentos, como quem diz, três arcos de jogo diferentes, mas que levam ao mesmo fim. Pode prometer no papel, mas na prática é um modo que é pouco ou nada apelativo, a começar pela própria apresentação.
O argumento é bastante infantil e fica ao nível de episódios mais fracos que já passaram na televisão. Basicamente, existem umas misteriosas ondas de energia que retiraram o poder a praticamente todas as personagens e cabe ao jogador, que neste caso atua como uma alma desconhecida dentro de determinado lutador, descobrir a razão por detrás destas ondas misteriosas para restaurar tudo ao normal.
A piorar a situação, o modo como a história evolui é-nos apresentado através de sequências antes e depois de cada combate. Não lhes podemos chamar cutscenes sequer, uma vez que as personagens têm uma forma de movimentação pouca fluída, e nota-se que o esforço não foi aqui bem empregue.
Para avançarmos neste modo, é-nos apresentado um tabuleiro de jogo onde somos um mero peão que temos de levar de “casa em “casa”, de forma a avançar na história e a ultrapassar os obstáculos. Por obstáculos leia-se clones, neste caso das várias personagens do mundo Dragon Ball (não vamos dizer o porquê) que teremos de combater vezes e vezes sem conta.



Ou seja, apesar de ser engraçado ao início, rapidamente torna-se muito monótono e repetitivo, fazendo com que os combates seguintes sejam praticamente iguais aos anteriores. Neste formato de tabuleiro de jogo, podemos escolher várias direções até chegar ao combate final de cada capítulo; porém, esses caminhos não são diretos, pelo que os combates contra clones serão inevitáveis.
Há apenas três motivos para concluir a história através das diferentes perspetivas: um, perceber como tudo acaba; dois, aproveitar para reunir o máximo de moeda possível; três, para desbloquear a personagem jogável Android 21.
Feito o modo história, é no modo arcade e no online que reside o núcleo deste jogo. É aqui que o sistema de luta ascende a todo o seu esplendor. Esperem combates frenéticos e renhidos, com toda a velocidade que sempre desejaram. Até podem tirar metade da vida ao adversário que é bem possível que percam esse combate. Tudo irá depender do vosso estilo de jogo: de como atacam, de como defendem e de como contra-atacam.
FighterZ assenta muito num sistema de combate de 3v3, ou seja, cada jogar escolhe três personagens com as quais pode ir alternando ao longo do combate, desde que não esteja KO, como é óbvio.
Como já referimos, os comandos são fáceis de executar, assim como os ataques especiais. Claro, cada personagem tem o seu forte; ora uns são especialistas em ataques à distância, ora outros apenas se safam em combates corpo-a-corpo ou em distâncias curtas. E atenção, se pensam que conseguem voar com os personagens, desenganem-se: isto não é o Xenoverse.
É aqui que percebemos que a Arc System Works conseguiu replicar na perfeição a essência do anime. Ao longo dos anos, no anime, as nossas personagens favoritas foram adaptando o seu estilo de combate consoante o adversário, e sempre melhorando a cada obstáculo ultrapassado. É precisamente isto que FighterZ propõe: sermos os melhores com diferentes personagens.
Este é, sem dúvida alguma, o selling point de Dragon Ball FighterZ. Esqueçam o modo história, apostem no modo arcade. A jogabilidade é um mimo e estão prometidas muitas horas de diversão.
No que toca às personagens, existem, nesta fase, um total de 24 jogadores. Mas calma, há que suar para desbloquear todas as que existem. A Android 21, por exemplo, só é desbloqueada após passarem o modo história nos seus três arcos. Já as personagens Vegeta e Son Goku na forma Super Saiyan Blue ou vieram desbloqueados com a pré-compra do jogo ou requerem muitos milhares de moedas de jogo, o que é extremamente complicado de conseguir. Há ainda uma terceira forma de os conseguir: desbloquear o modo Arcade em Hard e concluir os desafios com um mínimo de nota A. Esforçem-se, jogadores.





No futuro irão sair DLC com personagens, estando, para já, prometido um pacote com oito lutadores. É uma pena o leque de lutadores ser bastante reduzido nesta fase, e o próprio balanço de personagens necessita de um maior equilíbrio; há umas duas ou três que são mesmo muito fracas.
No que toca ao grafismo, é um regalo para os olhos. Esta pode ser uma expressão muito utilizada quando ficamos de queixo caído com algum jogo, mas FighterZ merece-o sem dúvida alguma. As animações estão fantásticas e os desenhos das personagens estão incrivelmente bem feitos, assim como o modo como os ataques são executados. Tudo é colorido, belo e detalhado, fazendo jus à qualidade apresentada na série de TV. Impressionante.
No que diz respeito ao som, há opção de vozes em ingles ou japonês, sendo que, no geral, os resultados são bastantes bons. As músicas de jogo é que acabam por ser bastante repetitivas, dando-nos vontade de desligar o som enquanto os combates não começam.
Por fim, o modo online. Alvo da fúria dos jogadores na fase beta, já que muitos não conseguiram experimentar o jogo em condições, nesta altura a situação já está completamente estabilizada e basta terem uma boa ligação para os combates decorrerem sem problemas.
Resumindo, Dragon Ball FighterZ é mesmo dos melhores jogos até à data. Jogadores mais saudosistas que ainda têm Dragon Ball Z Budokai 3 no imaginário vão dizer que esta nova versão não ultrapassa o título em questão, mas a verdade é que a Arc System Works fez uma bela homenagem à série. Só falta mesmo um maior leque de lutadores para que os jogadores nunca se venham a esquecer de FighterZ.
Dragon Ball FighterZ
Nota: 8/10
O jogo (versão PS4) foi cedido para análise pela Bandai Namco.
Scott Kelly: feeling punk num folk sombrio
Neurosis. É inegável que seja esta a primeira referência que ocorra assim que se lê o nome Scott Kelly. O coletivo de Oakland, Califórnia, do qual é guitarrista e vocalista desde a sua formação há mais de trinta anos, há muito que se tornou uma banda de culto nas sonoridades mais pesadas, desde os seus primórdios enraizados no hardcore/crust punk até às consequentes mutações atmosféricas e progressivas (por vezes até psicadélicas) embebidas em doom metal, sludge, post-hardcore e até ambientes tribais, resultando numa mescla tão própria que implicaria o início do movimento post-metal ou sludge metal.
PlayStation Plus deu acesso a 77 jogos no valor de 1300 euros no ano passado
A Sony Interactive Entertainment acaba de fazer um balanço do serviço PlayStation Plus em 2017. Segundo os dados avançados, durante os 12 meses de 2017 os subscritores do serviço tiveram acesso a 77 jogos da PlayStation 4, PlayStation 3 e PlayStation Vita que, em conjunto, totalizam 1303,23€.
Benfica, Porto e Sporting ganham caneleiras oficiais made in Portugal
Da autoria da SAK Project, uma marca de caneleiras portuguesa, chega um produto oficial dos três grandes. Falamos, claro, nas caneleiras SAK destinadas aos adeptos do Sport Lisboa e Benfica, Futebol Clube do Porto e Sporting Clube de Portugal.
As caneleiras SAK são o resultado de um desenvolvimento 100% nacional. Feitas de materiais poliméricos inquebráveis em campo, são adaptadas à perna do jogador e permitem personalização gráfica.
Claro, sendo uma edição destinadas aos três grandes, as caneleiras têm um design exclusivo do clube em questão, num kit que inclui um par de caneleiras e um par de meias de compressão da marca, estando disponíveis em tamanhos para os mais novos e para adultos. Existem, ainda, várias possibilidades de grafismo para estas caneleiras especiais.
O Futebol Clube do Porto foi o primeiro clube a iniciar uma parceria para o fornecimento de caneleiras a três escalões do clube: equipa A, equipa B e sub-19.
Já no clube da Luz, por exemplo, além do kit personalizável, a parceria com a SAK estende-se também à segurança e proteção dos jovens atletas. Neste caso, foi criado um modelo de venda exclusiva em escolas de futebol que pode ser adquirido por todos os alunos inscritos nas Escolas Geração Benfica.
Quanto ao clube de Alvalade, tem em fase de implementação o mesmo modelo utilizado no Benfica, mas para os alunos inscritos nas Escolas Academia Sporting.
Os kits estão disponíveis na loja online da SAK a partir de 50€.
A SAK Project nasceu em 2012 com o objetivo de preencher o vazio existente no segmento das caneleiras para futebol. Em 2017, a marca teve um crescimento significativo, exportando para 16 países e contando no seu portfólio de clientes alguns dos maiores clubes da Europa.
Taxify tem descontos de 25% até final de fevereiro
Continuando com a estratégia de oferecer preços mais competitivos aos utilizadores enquanto garante melhores condições aos motoristas, a Taxify, a maior plataforma de mobilidade europeia que chegou a Lisboa no passado mês de janeiro, vem agora oferecer novos descontos aos clientes.


