Henry Cavill vai ser o protagonista da série “The Witcher” para a Netflix

The Witcher promete ser uma das grandes apostas da Netflix para os próximos anos.

Baseada na série de livros do polaco Andrzej Sapkowski, The Witcher ganhou popularidade com a série de jogos da CD Projekt Red, que adaptou o material original numa fantástica trilogia, onde se acompanharam as aventuras de Geralt of Rivia, um de muitos Witchers.

A PlayStation 2 chegou, finalmente, ao fim de vida

Em 2018, a PlayStation 2 será para muitos uma mera memória de outros tempos, um pedaço de nostalgia e muitas alegrias para quem cresceu com videojogos no início da década de 2000.

Quantas peças de LEGO são precisas para montar um Bugatti? Mais de um milhão

Pode não estar à venda e ser apenas uma manobra de marketing, mas construir um carro, completo, incluindo motores, apenas com peças de LEGO, é um feito inacreditável.

Marvel’s Spider-Man – Análise: o início de uma série que vai ficar para história

Marvel’s Spider-Man pode não um videojogo perfeito, mas tem todos os ingredientes para ser o videojogo de Spider-Man perfeito.

A lista de jogos é extensa, com títulos baseados nas bandas desenhadas, na popular série de animação dos anos 90, nos vários filmes que recebemos desde 2002 ou até com histórias completamente originais.

Marvel’s Spider-Man insere-se no grupo dos jogos que apresenta uma história original e é o primeiro título a ser produzido pela Sony, que detém os direitos da personagem, em conjunto com a Insomniac Games, da fama de jogos como Ratchet and Clank, Resistance e Sunset Overdrive.

A escolha da Insomniac Games não podia ter sido melhor. Olhando para o registo dos jogos anteriores desta produtora, o talento, a alma e a tecnologia ao seu dispor pareciam ser elementos perfeitos para dar vida a uma nova versão de um Homem-Aranha.

Apesar de ser um videojogo, a nova aventura do aracnídeo pode ser facilmente comparada às adaptações cinematográficas pelo tipo de narrativa que apresenta entre os momentos de jogabilidade.

Para um jogo de mundo aberto, com muito por explorar, cerca de 30 horas pode não parecer muito, mas Marvel’s Spider-Man não quer colocar-se ao nível dos RPGs desta geração com um enorme foco na personalização, colecionáveis insignificantes, missões secundárias e terciárias ou narrativas alternativas que, por vezes, obrigam à repetição do jogo por completo.

Marvel’s Spider-Man não se livra de algumas dessas coisas, mas tudo parece ser introduzido com um propósito, compensando-nos sempre com algo novo e diferente. Naquilo que importa, a história é linear e apresenta uma jornada rica de momentos emocionantes que afetam não só o nosso personagem principal, mas todas as que o rodeiam, fazendo com que tudo o que aconteça no jogo seja importante.

Peter Parker aparece neste jogo já adulto, com 23 anos, a trabalhar enquanto assistente de um laboratório. É algo que quase não dá pagar a renda, e, ao mesmo tempo, veste o icónico fato de herói e luta contra o crime. Para trás ficam todas as histórias que já conhecemos e que o trouxeram até este ponto da sua vida. A transformação em Homem-Aranha, a morte do tio Ben, a relação complicada com Mary Jane Watson, entre outras.

O jogo poupa-se nestas apresentações e coloca-nos na pele de um Homem-Aranha familiar, em que o desconhecido são apenas eventos futuros.

O mesmo aplica-se a outras personagens secundárias e, até, aos vilões. Todos são facilmente reconhecíveis e todos apresentam um novo ponto de partida. Ainda que algumas histórias pareçam previsíveis, a maneira como são contadas e o modo como se relacionam com esta versão contemporânea do Homem-Aranha são, de alguma forma, “bem frescas”.

Mas mais impressionante do que arranjar uma nova tela em branco para começar a pintar esta nova aventura foi a própria ambição da Insomniac Games em criar um jogo tão rico e variado em personagens como é Marvel’s Spider Man, que resulta numa obra que quase parece uma autêntica trilogia.

A produtora soube trabalhar com material que teve à sua disposição de forma bastante inteligente e contida, apresentando uma sólida seleção de personagens e vilões para uma aventura longa e inesquecível, cheia de voltas e reviravoltas e momentos emocionantes, ao mesmo tempo que nos permite acompanhar a progressão e perceber a motivação de todas elas de forma direta e simples.

Houve um pouco de tudo ao longo desta jornada. Comédia, drama, tragédia… e até um sentimento de se querer mais, saber para onde a história vai caminhar e que novas ameaças é que vamos ter a seguir.

O ritmo da história não é perfeito. Os primeiros dois atos, por exemplo, atiram-nos por vezes para sub-narrativas que se deixam arrastar um pouco mais do que deviam. Mas é quando mais importa que tudo resulta e os momentos mais altos do jogo valem bem a jornada, revelando-se momentos tão espetaculares que fazem valer a pena ter uma PlayStation 4 só para os viver.

Para além das missões principais, vamos ter também imensas atividades secundárias. Temos vários crimes para parar enquanto navegamos pela cidade, colecionáveis para apanhar e missões deliciosas que, apesar de não acrescentarem muito à historia principal, surgem contextualmente ao ritmo da história principal e assemelham-se a divertidos episódios filler dos desenhos animados.

Visualmente, Marvel’s Spider-Man tem momentos que oferece o melhor que a PlayStation 4 tem para dar, com cinemáticas extremamente bem realizadas e com uma qualidade gráfica muito cinematográfica, que não só resultam como um filme CGI como também ajudam a criar uma relação emocional basta eficaz entre o jogador e as personagens. E é devido a estas “pérolas” que muitas das vezes só nos apetece correr para a próxima missão principal para assistir a mais um momento destes.

Marvel’s Spider-Man também brilha noutros aspetos, como por exemplo na jogabilidade, em que o jogo mantém uma consistência impecável, com ataques finais que mudam para ângulos que nos permitem ver o detalhe dos tecidos das personagens com a mesma qualidade que nas cinemáticas.

No entanto, este título não se livra de partes menos boas que, por vezes, parecem pertencer a um jogo diferente, nomeadamente em algumas missões secundárias, que mereciam cinemáticas trabalhadas em vez de cenas de diálogo na terceira pessoa, onde os personagens ficam estáticos ou apenas a gesticular para nos darem indicações. Felizmente, estas missões menos aprimoradas são poucas e não são, de todo, obrigatórias para o progresso da história.

Marvel’s Spider-Man não se faz só de personagens humanas. A cidade de Nova Iorque é uma personagem por si só e a sua apresentação ajuda a criar a atmosfera do jogo e a conciliar quase todos os aspetos visuais.

Apesar de não existirem ciclos de dia e noite ou alterações atmosféricas em tempo real (estando tudo isto diretamente ligado aos diferentes pontos da história), Nova Iorque apresenta-se com uma vida própria. Não é apenas um mapa para percorrer ruas ao ir de ponto A ao ponto B como na maioria dos jogos; é um mapa com verticalidade, com altura, com verdadeiros arranha-céus.

Com uma dimensão incrível, esta versão digital da Ilha de Manhattan é capaz de enganar quem nunca a visitou ou não conhece, fazendo-nos acreditar que é uma reprodução à escala 1:1 da cidade real.

Dividida por diferentes distritos, todos eles têm uma atmosfera própria, com diferentes tipos de arquitetura e marcos de referência bastante reconhecidos. É fácil perdermo-nos no detalhe e na quantidade de detalhe existente em cada edifício que parece mesmo único.

Claro que a navegação pela cidade num jogo destes não é feita por transporte (ainda que seja possível levar o Homem-Aranha até ao metro para viagens rápidas entre pontos), mas sim com o recurso às teias do nosso herói.

A jogabilidade de Marvel’s Spider-Man é simplesmente deliciosa. É muito fácil de se jogar e torna-se extremamente viciante quando temos a personagem com algumas habilidades que permitem uma fluidez de controlo maior.

Fluidez é mesmo a palavra-chave. Os controlos em conjunto com as fantásticas animações tornam os momentos de navegação, ação ou perseguição em autênticos bailados. Não há nada mais satisfatório do que balançar entre arranha-céus num final de tarde com a excelente banda sonora de fundo que lembra a banda sonora da trilogia de Spider-Man de Sam Raimi.

Da mesma forma que a atualização das habilidades ajuda a mestria da navegação, também no combate se faz sentir. E muito. Ao nosso dispor vamos ter três árvores de habilidades que temos que ir desbloqueando à medida que avançamos na história, onde podemos escolher que tipo de jogabilidade é que queremos dar uso, seja ataque, defesa ou técnica.

Juntamente com os gadgets e poderes associados aos diferentes fatos (que são muitos e que também vamos desbloqueando ao longo do jogo), o nosso Homem-Aranha não só fica mais forte, como passa a ser possível optar por diferentes estratégias de abordar as situações, como entrar a matar ou ser mais furtivo. Porém, é em confrontos com os vilões que tudo isto é posto à prova, permitindo ao jogador o uso de todas as armas ao seu dispor para superar esses desafios.

Um aspeto bastante positivo no que toca a estas habilidades é que Marvel’s Spider-Man permite trocar entres diferentes poderes especiais de outros fatos com o favorito, deixando que o jogador não fique preso a um fato que não goste devido a uma habilidade que lhe possa ser mais útil.

A jogabilidade é diversa e raramente cansa, uma vez que a abordagem a diferentes situações requer um estilo de combate quase sempre diferente, e os objetivos a cumprir em cada confronto adicionam uma nova camada de complexidade, de ritmo e de destreza.

À nossa escolha vamos ter ainda três níveis de dificuldade que podem ser alterados durante o jogo. São elas “Friendly”, “Amazing” e “Spectacular”, ou Fácil, Médio e Difícil, respetivamente. A grande diferença entre elas está nas janelas de tempos de reação do “Spider-sense” e na quantidade de dano que levamos.

Não há necessariamente uma razão para colocar no modo “Spectacular” a não ser a adrenalina de ter a fasquia mais elevada durante um combate, sentimento que vai desaparecendo ao longo do progresso do jogo e que torna tudo mais difícil apenas nos grandes confrontos principais.

Marvel’s Spider-Man faz-se acompanhar por uma bela banda sonora de John Paesano que tira imensas notas aos temas de Danny Elfman nos primeiros filmes de Spider-Man. O tema principal deste jogo, em particular, é bombástico, heróico, místico e torna os momentos mais emocionantes em algo maior que a vida.

No som temos ainda vozes com uma prestação incrível que encaixam na perfeição na representação visual das personagens, pelo menos na versão original em inglês. Já na versão portuguesa não se pode dizer o mesmo, percebendo-se facilmente que os atores estão a ler os diálogos diretamente do papel, com tons robóticos e um discurso pontual e artificial.

No fim de tudo, Marvel’s Spider-Man pode não um videojogo perfeito, mas tem todos os ingredientes para ser o videojogo de Spider-Man perfeito. O material é tratado com o devido respeito e seriedade sem nunca cair na paródia e não faltam referências deliciosas para os maiores fãs ou para aqueles que se tornaram fãs com a recente revolução da Marvel.

Com visuais incríveis, uma jogabilidade profunda e variada e com uma história que mete alguns filmes a um canto, Marvel’s Spider-Man, como exclusivo da Sony, poderá ser o início de uma série que vai ficar para história da PlayStation 4.

Marvel’s Spider-Man chega à PlayStation 4 no dia 7 de setembro.

Marvel’s Spider-Man
Nota: 9/10

Este jogo foi cedido para análise pela PlayStation Portugal.

Está a chegar a Lisboa um dia dedicado às scooters

O Generali Lisboa Scooter Day regressa às ruas da capital, no próximo dia 16 de setembro. A iniciativa, que irá assinalar o início da Semana Europeia da Mobilidade em Lisboa, terá lugar nos jardins do Campo Pequeno e dará aos visitantes a possibilidade de conhecer e experimentar os últimos modelos de scooters, serviços de utilização partilhada, bem como disfrutar de um passeio pelas ruas da capital lisboeta. Esta 5ª edição está ainda aberta à participação de bicicletas elétricas.

Comic Con vai ter apresentações exclusivas e zombies de “The Walking Dead”

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Este ano, a NOS assume-se como main sponsor da Comic Con Portugal e é também um dos principais curadores da programação do evento que traz, pela primeira vez, para Oeiras o universo imaginário do cosplay. Para esta edição, a NOS procura oferecer um maior conjunto de ativações diferenciadoras, direcionadas para uma experiência de consumidor imersiva e envolvente nas diferentes áreas do evento.

Yo La Tengo vêm a Portugal apresentar o novo álbum

Considerados uma instituição do indie, os Yo La Tengo estão de regresso com um novo álbum de originais e uma nova digressão mundial que inclui duas datas em Portugal, em 2019: a 6 de fevereiro atuam em Lisboa, no Capitólio, e no dia seguinte sobem ao Porto, para um concerto no Hard Club.

James Gill vai ao Algarve inaugurar exposição dedicada à Pop Art

James Gill, conceituado pintor norte-americano do movimento Arte Pop, vai inaugurar a exposição Pop Art na Ballroom do Conrad Algarve, dia 7 de setembro, às 19h. Patente até ao dia 7 de novembro no foyer do resort e com entrada gratuita, esta exposição representa uma oportunidade única para ver ao vivo algumas das mais emblemáticas obras do pintor.

Há mais uma oportunidade para ires ver os U2 à Altice Arena

É, sem dúvida alguma, o momento mais esperado do ano em Portugal. Os U2, a mítica banda de Bono Vox e companhia, estão finalmente de regresso ao nosso país para dois concertos na Altice Arena a 16 e 17 de setembro. Porém, estes foram espetáculos de difícil acesso.

5ª edição do Festival F bateu recorde de público

Terminou no sábado mais uma edição do Festival F. A 5ª edição do festival bateu o recorde de público, recebendo perto de 50.000 pessoas (16.000 na primeira noite, 14.000 na segunda e 18.000 na última).

Entre 30 de agosto e 1 de setembro, Faro, a capital do Algarve, tornou-se na capital da música portuguesa, afirmando o Festival F como o último grande festival de Verão. F de Faro, de Família, de Filhos, de Festa, de Futuro: o Festival F regressa em 2019.

O Festival F apostou, como sempre, num cartaz musical diversificado, com alguns dos maiores artistas da música portuguesa a juntarem-se a outros tantos nomes nacionais em ascenção, distribuídos por sete palcos. Mas o festival distingue-se também, e cada vez mais, pela oferta complementar, reforçada em 2018, e que imprime ao F uma dinâmica cultural única no contexto dos grandes festivais de verão: workshops de instrumentos musicais, exposições várias, animação de rua, teatro, tertúlias, humor, street food e as novidades Silent Party e espaço de Gaming, ambos estrondosos sucessos, permanentemente lotados.

Na 5.ª edição do Festival F, um ano após o seu desaparecimento, foi homenageado o mentor do festival, Joaquim Guerreiro. Na presença da família, amigos e colegas foi revelado o quadro hiper-realista pintado pelo artista plástico Pedro do Vale e descerrada uma placa de homenagem na Praça Afonso III, a mesma que albergou o palco principal da primeira edição do festival e é agora tão pequena para receber os tantos que todos os anos visitam o F, cumprindo o sonho do seu mentor: realizar um grande festival de verão em Faro, um festival inclusivo, não apenas para os Farenses mas para todos os que amam a música, a cultura, o património, a história e, claro, a diversão.

 

Nova série da Netflix marca o reencontro dos atores de “La Casa de Papel”

Dramas adolescentes, relacionamentos, choque de classes, amor e um homicídio por resolver. É o que podemos esperar de ELITE, a segunda série original espanhola da Netflix.

Keep Razors Sharp e Boogarins juntam-se ao Jameson Urban Routes

A terceira sessão do Jameson Urban Routes 2018 junta duas referências da psicadelia lusófona: Keep Razors Sharp e Boogarins são as mais recentes confirmações do festival do Musicbox e atuam no dia 25 de outubro. Os bilhetes para esta sessão têm um custo de 15€ e já se encontram à venda em bol.pt e nos locais habituais.

Marvel’s Spider-Man vai deixar-te capturar os melhores momentos do jogo

Enquanto não chega a hora de viajar até Nova Iorque em Marvel’s Spider-Man, a PlayStation e a Insomniac Games revelaram um dos modos que vai estar disponível no lançamento do jogo.

Milhões de Festa: Conhecidos os horários e programação por dia

Arranca, esta quinta-feira, dia 6 de setembro, a 11ª edição do Milhões de Festa, o festival minhoto que tem feito de Barcelos espaço privilegiado para a descoberta de novas tendências e movimentos musicais.

Ao longo dos quatro dias de festival, são mais de 40 projetos aqueles que marcarão a vida dos quatro palcos do festival, cruzando os mais diversos espectros da música de hoje.

A par da música, o Milhões de Festa deste ano aposta ainda na criação de momentos imersivos que incluirão performances, aulas de yoga, concertos participativos e festas inusitadas, propondo um alargado leque de experiências para os festivaleiros. Entre as 12h e as 06h da manhã, serão várias as propostas que poderão acompanhar entre a piscina, o recinto e locais da cidade.

Horários - Milhões de Festa 2018
Horários – Milhões de Festa 2018

O pontapé de saída é dado a 6 de setembro, com o tradicional dia de acesso livre. Para além do campismo e piscina grátis para os portadores de bilhetes, o Milhões de Festa disponibiliza ainda transfers diários de e para Braga.

Os bilhetes custam 60€ (passe geral) e 20€ (diários) podendo ser comprados na BOL, nos locais habituais e no recinto do festival.

Onde e quando jogar a Beta de Battlefield V

Battlefield V pode ter recebido recentemente um adiamento de um mês, estando agora previsto chegar ao mercado no dia 20 de novembro. Mas os períodos de teste com uma beta pública continuam já aí ao virar da esquina.

Pro Evolution Soccer 2019 – Análise: um puro simulador de futebol

Pro Evolution Soccer 2019 ão aposta nos “bastidores” do jogo para se concentrar ao máximo na jogabilidade. E essa, é exímia.

Este foi um ano de mudanças para a Konami e o seu Pro Evolution Soccer. Perderam a licença da Liga dos Campeões e da Liga Europa – foi um terminar de uma parceria de 10 anos –, perderam o licenciamento de alguns clubes com os quais trabalhavam e continuam sem ter as ligas mais importantes. Portanto, como evoluir após tais perdas?

Com um lançamento sensivelmente um mês mais cedo que FIFA 19, Pro Evolution Soccer 2019 sai, também, bastante antes comparativamente à edição de 2018. Assim, a Konami dá ao seu título folego suficiente para respirar antes da concorrência apertadíssima de FIFA.

No que toca a licenças temos aqui, pela primeira vez, a Liga NOS totalmente licenciada, o que significa que, além dos três grandes – Benfica, Porto e Sporting – poderemos escolher equipas com o nome correto, como Rio Ave, Vitória de Setúbal, etc. Por alguma razão, a liga russa é exclusiva de PES 2019 – logo não existe em FIFA 19 – e há uma série de outras ligas licenciadas de países como Argentina, Turquia, Dinamarca, Suiça, Escócia, Bélgica, Chile, Brasil, França e Holanda, além de parcerias dedicadas a alguns clubes em específico.

Como seria de esperar, PES 2019 apresenta-se com melhorias gráficas e uma apresentação de cara lavada. Se em PES 2018 tínhamos menus quadrado e que surgiam na sua totalidade em cada aba, dispostos na vertical, em PES 2019 os menus estão mais agradáveis à vista nas suas cinco abas: Em casa, Pontapé de Saída, Online, Offline e Extras.

Cada opção diferente é apresentada numa espécie de retângulo arredondado, sendo que, agora, a navegação é feita horizontalmente para visualizar as restantes opções. Tudo parece estar mais arrumado e fácil de ler, causando um maior impacto à primeira vista. Não obstante, continuam a existir demasiadas opções, pelo que haverão diversas possibilidades que os jogadores nunca irão escolher. E isso não é bom sinal.

Enquanto não começamos uma partida ou andamos a explorar as diversas opções, somos brindados com uma banda sonora muito discutível e que parece ficar a anos luz daquela que foi recentemente anunciada para FIFA 19. Aqui contamos com temas de bandas como The Killers e AWOLNATION ou de artistas como George Fitzgerald e Kelela, entre outros. Novamente, temos uma banda sonora que não vai agradar a todos, mas, também aqui, há uma opção: basta ir ao menu opções e desativar os temas que não queremos ouvir.

Ainda no departamento sonoro, há que destacar o som ambiente e do próprio público que assiste aos jogos. Notei aqui uma clara melhoria na envolvência do público com o decorrer do jogo, ouvindo-se muito mais cada vez que a equipa da casa marca um golo ou quando o adversário é apanhado em fora de jogo, por exemplo.

Já nos comentários, e apesar continuarmos a ter as vozes de Pedro Sousa e Luís Freitas Lobo, a verdade é que não se destacam, continuando com o mesmo nível de qualidade da edição anterior, ou seja, são fracos. Nota-se claramente que estão a ler um texto – nem sequer o tentam disfarçar –, não há naturalidade e muitos dos relatos são depois ouvidos até à exaustão. Não há emoção, basicamente. Neste caso, podemos sempre baixar o volume dos comentários ou escolher outra língua.

Mas passemos ao campo de jogo, que é onde PES 2019 brilha. Se a edição do ano passado tinha deixado excelentes indicações, é com a nova versão que a Konami promete fulminar a concorrência. E percebem-se as melhorias em todo o lado.

Em PES 2019 a Konami fez um excelente trabalho com o seu Fox Engine, que proporciona os gráficos do jogo.
O campo de jogo parece autêntico – tirando um ou outro bug -, a luz está ainda mais natural, as sombras mais reais e as caras dos jogadores, pelo menos a de alguns, estão muitíssimo próximas da versão da vida real.

Além das habituais melhorias gráficas este ano, em PES 2019 nota-se bem melhor a fadiga/cansaço dos jogadores ao fim dos 90 minutos de jogo, especialmente se não substituirmos aqueles que precisam de ir para o banco, o que só demonstra o cuidado da Konami em querer dar um maior realismo ao jogo.

A jogabilidade de PES e a preferência da mesma face à competição acaba por cair num território muito subjetivo. Mas mesmo assim, é fácil perceber que houve um enorme trabalho para melhorar nesta edição.

Pode dizer-se que PES 2019 não é para os jogadores de FIFA, que neste caso apreciam um jogo de futebol mais artificial, mais rápido, menos real. O título da Konami é, sim, indicado para quem procura um verdadeiro simulador de futebol e uma experiência o mais próxima possível da realidade, isto é, um jogo que nos deixa com bastante raiva cada vez que a equipa perde uma bola ou executa mal um passe ou que nos deixa delirados cada vez que se faz determinada finta que vai acabar em golo.

A edição deste ano é também bastante mais desafiante. PES 2019 é um pouco mais rápido que PES 2018. Tem a velocidade de jogo perfeita. As equipas adversárias fazem mais pressão, os erros de cruzamentos e passes falhados são imensos e percebermos o desespero dos jogadores é incrível. Ainda que as animações não estejam perfeitas, principalmente quando se celebram os golos – muito atravessar de braços entre corpos, o habitual… -, nota-se que os jogadores executam movimentos que antes eram impensáveis, mesmo que com atrapalhação à mistura. E é nestes casos que as estatísticas dos jogadores, ou o facto de serem mais talhados para um passe de primeira ou dribles complexos, fazem toda a diferença.

Os guarda-redes também evoluíram. Estão mais atentos, saem melhor entre os postes e são enormes a defender, especialmente no que toca a remates de longa distância. As novas animações que apresentam também permitem que defendam os remates de outra forma, sendo que há uma ou outra ocasião em que dão um frango ou deixam entrar a bola com maior facilidade. Curiosamente, é na marcação de livres diretos que se deixam bater mais facilmente.

Já no que toca ao meio campo, que é onde se inicia a magia, noto que os jogadores agora já não arriscam tanto. Relegam-se muito para as suas posições, numa clara aproximação a um jogo de futebol da vida real. Claro, há sempre jogadores mais indicados para passes mortíferos, para lançamentos de longa distância ou que gostam de subir no terreno, mas, regra geral, ficam-se pelas suas posições, o que é excelente.

Em relação aos avançados, também é facil de perceber que houve aqui melhorias consideráveis. Além de percebermos os novos movimentos que apresentam, estão também mais inteligentes: são capazes de trocar as voltas ao guarda-redes, cabeceiam mais vezes quando têm essa oportunidade e aproveitam sempre que podem para um remate de primeira ou acrobático. Claro, às vezes são muito aselhas, mas, normalmente, conseguem colocar à vista as debilidades da defesa.

Algo que também é de realçar são as substituições rápidas, que servem precisamente para não quebrar o ritmo de jogo.

Mas nem tudo é perfeito. PES continua a sofrer de alguns problemas, como o facto dos jogadores ficarem parados quando a bola passa perto deles ou da inconsistência da arbitragem, que tende sempre a favor da equipa adversária. Além disso, não são muito criteriosos nas suas avaliações: ou apitam falta por tudo e por nada ou deixam o jogo seguir, mesmo que seja feito um carrinho perigoso. Não se percebe.

PES 2019 também tem de melhorar nos cruzamentos – é extremamente difícil marcar assim – e executar fintas e dribles não é propriamente tarefa fácil, uma vez que necessitam do uso dos dois analógicos. Já nos cantos é outra conversa, acaba por ser bastante fácil originar uma situação de golo.

De destacar ainda a inclusão do estádio José Alvalade, casa do Sporting, que surge aqui fielmente retratado. Pena mesmo que seja o único estádio português presente em PES 2019.

Mais uma vez são os jogadores mais conhecidos que surgem replicados com maior fidelidade em relação ao seu congénere da vida real. Porém, há outros casos, mesmo de jogadores conhecidos, em que o trabalho facial deixa a desejar, tanto que olhamos e só sabemos qual é aquele jogador devido ao nome que está na camisola. Infelizmente, este é um daqueles problemas que irá persistir, seja qual for a edição do simulador da Konami.

Mas se PES 2019 ganha pontos em campo, é fora dele que mostra as suas lacunas. Continua a ser ridículo não termos ligas de topo licenciadas. Além disso, não fica nada bem não termos uma liga espanhola licenciada e pelo meio aparecer o FC Barcelona ou na liga inglesa surgir um Liverpool FC no meio de tantos nomes inventados.

Há também uma série de menus e opções desnecessárias apresentadas ao jogador que contêm informação inútil. A própria linguagem, a qualidade dos textos apresentados deixa a desejar, o que só mostra que o foco da Konami é outro.

Em relação ao concorrente FIFA, PES 2019 perde nas opções de menu. Não há grandes novidades apresentadas nesta edição do jogo da Konami no que a este assunto diz respeito.

Destaca-se o modo MyClub – uma espécie de FIFA Ultimate Team -, em que podemos montar uma equipa demolidora, se bem que será mais fácil se estivermos dispostos a gastar o nosso dinheiro real para isso. Os jogadores são apresentados em cartões e, agora, é mais fácil descobrir jogadores novos.

Há também novidades na Master League, o modo ideal para os treinadores de bancada. Conseguirmos o interesse de outros clubes deixou de ser tão complicado e as negociações para a contratação ou venda de jogadores estão mais simples – dependendo dos casos, vá. Infelizmente, no caso dos milhões pedidos para a compra de jogadores, são valores muito deslocados da realidade.

Já o modo Rumo ao Estrelato, em que controlamos um único jogador com o objetivo de o tornar o melhor do mundo, não tem grandes novidades. Apesar de conseguirmos pedir a transferência para um clube com outras ambições, o facto de fazermos grandes jogos e marcar muitos golos pode não chegar para conquistarmos espaço na equipa principal, o que não deixa de ser estranho.

De resto, os modos de jogo são mais do mesmo. No que toca ao online, há alguns problemas. Talvez até possa ter sido da minha ligação, mas o que é certo é que, além de ser difícil encontrar logo um adversário para jogar, quando a partida está a decorrer, os jogadores falham passes, não intercetam a bola e vão para direções que não desejamos. Claro que se consegue fazer belas partidas de futebol na mesma, mas acaba por ser complicado jogar uma boa partida quando os jogadores andam às aranhas.

No final de tudo, PES 2019 é um puro simulador de futebol. Não aposta nos “bastidores” do jogo para se concentrar ao máximo na jogabilidade. E essa, é exímia.

Pro Evolution Soccer 2019 está disponível para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

Pro Evolution Soccer 2019
Nota: 8/10

Este jogo foi cedido para análise pela Ecoplay.

Huawei oferece auriculares na pré-compra do Huawei Mate 20 lite

A Huawei tem uma nova campanha bastante apetecível e que deve interessar a quem quiser adquirir o novo Huawei Mate 20 lite.

MOTELX sugere 10 curtas-metragens (cinco para os homens e cinco para as mulheres)

Ficção-científica, muita ação e um toque de comédia. Estes são os “ingredientes” principais de cinco curtas-metragens sugeridas pelo MOTELX – Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa para o público masculino.

FATACIL 2018 com recorde de visitantes

Mais de 180.000 visitantes passaram pela 39.ª edição da Feira de Artesanato, Turismo, Agricultura, Comércio e Indústria de Lagoa (FATACIL). O certame, que foi este ano inaugurado pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decorreu de 17 a 26 de agosto e encheu Lagoa de animação durante 10 dias de festa.

Nuno Markl recria a “Cave do Markl” na Comic Con Portugal

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Nos quatro dias do evento, a NOS apresenta o Nuno Markl em direto e ao vivo da Comic Con Portugal com a “Cave do Markl”. No auditório New Genesis será reproduzida a Cave onde o humorista transmite o seu programa.