Samsung Galaxy A7 já chegou às lojas portuguesas

A Samsung Portugal anunciou ontem que as vendas do novo Samsung Galaxy A7, do qual aqui falámos, já começaram em Portugal. Este, que é um dos mais recentes membros da família Galaxy A, apresenta uma nova câmara tripla inteligente, design fino e elegante e funcionalidades úteis para tornar o dia-a-dia mais conveniente.

Já foi revelado o tamanho ocupado por Red Dead Redemption 2 nas consolas

O espaço nos discos das consolas não é infinito e é, cada vez mais, importante saber se estamos preparados para receber os melhores jogos que nos chegam no fim deste ano.

PlayStation celebra o Halloween com mais de 100 jogos em desconto

Horror, terror e suspense são géneros que também têm lugar nos videojogos.

Quinta edição da Lisboa Games Week enche-se de jogos nacionais com a PlayStation

A Lisboa Games Week regressa já em novembro, entre os dias 15 e 18, e a PlayStation garante a sua presença uma vez mais.

O novo robô da Boston Dynamics mostra como se dança ao som de “Uptown Funk”

De tempos a tempos, a tecnológica Boston Dynamics partilha vídeos sobre o desenvolvimento dos seus produtos, que são robôs altamente avançados que prometem revolucionar o mundo.

Sony Xperia XZ3 – Análise: provavelmente o melhor smartphone da tecnológica nipónica

Não há dúvidas que é um enorme passo no caminho certo e mal podemos esperar para ver o que vem no futuro, mas, para já, o Xperia XZ3 é ótimo.

A Sony voltou à carga com um novo Xperia, marcando a terceira geração da linha XZ em apenas um ano, com o Sony Xperia XZ3.

A aposta na linha XZ tem sido feita de altos e baixos. No Xperia XZ2, por exemplo, notou-se a insegurança da tecnologia em aprimorar o que o anterior tinha de bom, ao mesmo tempo que introduzia coisas novas.

Para o Xperia XZ3 esse sentimento permanece, mas talvez porque, para quem experimentou os anteriores, possa parecer mais do mesmo, algo que se refletiu nas nossas primeiras impressões. Agora, após uma semana de uso, podemos dizer que foi fácil ficarmos encantados.

Usando um design muito familiar em relação ao Xperia XZ2, que sofreu um redesenho face ao modelo introdutório em 2017, o Xperia XZ3 volta a apostar num aspeto almofadado e arredondado, mas desta vez mais fino e aprimorado, com uma parte frontal totalmente envidraçada, em que, com o ecrã desligado, temos a sensação de estar perante um ecrã que vai até às margens.

Monocelhas de fora, a Sony optou por um formato simétrico, com o ecrã de cantos arredondados bem centrado que deixa duas margens finas no topo e na parte inferior. Desta vez, parece que estamos mesmo perante um equipamento atual e lançando na altura certa.

É na parte traseira que ficamos com a ilusão que é um equipamento mais gordo do que é na realidade devido à sua ligeira curvatura acentuada pelo efeito espelhado do material. No modelo para teste, num tom esverdeado/azulado muito escuro (chamado Forest Green) é fácil ficar com dedadas marcadas, mas, tirando isso, é bem bonito.

Menos bonita é a posição horrível do sensor biométrico que se mantém no centro da traseira, um pouco abaixo do que seria certamente intuitivo. Assim, acaba por ser recorrente o clique na lente da câmara traseira que se apresenta logo em cima. É uma pena que a Sony não tenha ainda arranjado uma solução mais elegante, como no Xperia XZ1, em que tinha o sensor biométrico localizado na lateral.

E por falar nas zonas laterais do Sony Xperia XZ3, é aqui que vamos encontrar uma nova função, um par de sensores hápticos que ativam o Side Sense, um menu de atalhos muito especial que pode facilmente substituir a gaveta de aplicações.

Basta fazer um pouco de pressão com o polegar nas laterais do dispositivo que temos uma nova aba personalizável para acedermos ao que quisermos, sejam aplicações, configurações, contactos, mensagens ou tipos de ligação.

Potencial não lhe falta e, com hábito, pode tornar-se imprescindível, no entanto, no breve período de teste, nem sempre me lembrava de o usar, e, quando queria recorrer a esta função, às vezes não acionava logo, obrigando quase a trocar de mão para experimentar o Side Sense.

O Xperia XZ3 vem equipado com o Android 9.0 Pie, a versão mais recente do sistema operativo da Google que inclui todas as novas funções atuais.

Dentro do dispositivo vamos encontrar o mais recente Qualcomm Snapdragon 845, 4GB de memória RAM, 64GB para armazenamento, bateria de 3330mAh e vem preparado com certificação IP65/68 (resistente a salpicos e poeira). No geral, estamos perante um dispositivo à prova de futuro, que se coloca ao nível dos equipamentos de topo e preparado para as aplicações mais exigentes.

Na utilização diária, o Xperia XZ3 funciona de forma bastante fluida. Suporta um número significativo de aplicações em simultâneo sem compromissos e a navegação pelos menus do sistema é perfeita.

A nível de desempenho, tanto em aplicações como jogos comporta-se excecionalmente bem e, para quem procura um equipamento móvel para gaming, esta é uma excelente opção. É compatível com jogos como Asphalt 9, PUBG, FIFA e o popular Fortnite, que corre na perfeição.

Para os jogadores PlayStation 4, a Sony volta a manter a possibilidade de reprodução remota onde podemos jogar via streaming no smartphone, com controlos táteis ou, até, com sincronização Bluetooth com o DualShock 4. Requer, no entanto, uma boa ligação à rede.

Um dos pontos altos do Sony Xperia XZ3 é o seu ecrã, onde a Sony volta a recorrer às sua experiência na produção de painéis ao colocar um excelente ecrã OLED de seis polegadas com uma resolução 1440×2880 píxeis. Não estamos no patamar do 4K, mas neste ecrã não se sentiu essa necessidade.

É, provavelmente, um dos melhores ecrãs que experimentei num smartphone. Desde os elementos gráficos do sistema operativo à reprodução de vídeos e imagens, a qualidade de imagem é limpa, definida e com uma representação de cores muito bem definida. A apresentação de tons pretos ou brancos são realistas e tudo funciona de forma extremamente harmoniosa em fotografias ou vídeos.

Tecnologia HDR em conjunto com tecnologia OLED são, por norma, um casamento feito no céu, e aqui não é exceção. Basta experimentar um vídeo de demonstração do YouTube na resolução máxima do ecrã (1440p) com HDR ligado para ficar encantado. Foram vários os testes em que passei de ver clipes a ver filmes quase por inteiro só pela apresentação geral.

E quando o conteúdo não é HDR, o sistema X-Reality promete fazer a conversão digital para o efeito, algo que não é propriamente observável, mas, seja como for, com ou sem HDR, a imagem é um mimo.

Com isto, o Xperia XZ3 também se revelou um excelente equipamento para conteúdos multimédia, especialmente no Youtube e Netflix.

No que toca ao áudio, o Xperia XZ3 conta com um sistema estéreo muito robusto, com um som definido, envolvente e bem alto. Diria até que em algumas circunstâncias dispensa mesmo o uso de uma coluna Bluetooth.

Este novo dispositivo inclui ainda uma nova característica. Chama-se Dynamic Vibration System e faz com que o Xperia XZ3 vibre em diferentes partes do seu corpo de acordo com os sons reproduzidos. Funciona um pouco à semelhança de um comando de consola, mas aqui de acordo com o som, seja em jogos ou em vídeo.

Há coisas boas e coisas menos boas. Começando pelas menos boas e a que causa a primeira impressão é a estranheza de ter o dispositivo a tremer a cada burburinho ou sons mais baixos. Por vezes, este sistema transmite a ideia de ressonância, como se o volume dos altifalantes estivesse muito alto, mas, ao fim de algum tempo de utilização, parece ser uma função imprescindível e difícil de não utilizar, porque parece introduzir uma nova camada à experiência. Curiosamente, com o uso de auscultadores, o efeito não é o mesmo e já não custa desativar.

O Xperia XZ3 não conta com uma porta áudio 3.5. Recorre, sim, à porta USB-C, mas não se aflijam: a Sony foi simpática em colocar na caixa um pequeno adaptador.

Por fim temos as capacidades fotográficas do Xperia XZ3, juntamente com alguns extras.

Na traseira vamos encontrar um sensor único de 19MP, com f/2.0, de 25mm, que é praticamente o mesmo encontrado no XZ1 e no XZ2. Na frente já encontramos algo diferente, um sensor de 13MP, f/2.0 e de 22mm.

O Sony Xperia XZ3 é, como seria de esperar, também uma excelente câmara de bolso, perfeita para tirar e disparar. Conta com modos automáticos, aplicações extra e um modo manual que diria… modesto.

O modo automático, que é o mais utilizado, é extremamente rápido e nele encontramos uma opção que pode ser bastante útil para fotografias com objetos e sujeitos em movimento, onde, ao ficarmos a carregar no disparo, são captadas muito rapidamente um conjunto de fotos para podermos escolher posteriormente.

Esta função revelou-se bastante útil por uma razão menos boa: o Xperia XZ3 nem sempre captura fotografias com a mesma clareza ou detalhe. O modo automático parece não responder consistentemente e a mesma fotografia tirada com alguns segundos de diferença pode aparecer com detalhes diferentes. Talvez seja um bug de sistema, porque o mesmo acontece com a câmara frontal, mas não deixou de ser irritante.

Contudo, o modo manual salva o dia e é possível captar fotos com uma excelente claridade, definição de imagem e com pouco ruído em baixa iluminação.

Em condições perfeitas, está à altura do que podemos esperar de um dispositivo topo de gama.

Com a falta de um segundo sensor seria de esperar que o efeito de “bokeh” ficasse de fora, mas, tal como outros smartphones atuais que também só têm um sensor traseiro ou frontal, o Xperia XZ3 tem uma solução.

Para atingir o efeito desejado, há um modo onde podemos tirar duas fotos, mantendo o smartphone o mais parado possível, para depois fazer um processamento digital das duas imagens.

O resultado não é muito bom. Após várias tentativas a diferentes objetos e caras, o recorte apresenta sempre artefactos, auras ou maus recortes. A ideia é interessante, mas aqueles dois segundos sem tremeliques não valem a pena o esforço.

Para a parte frontal, o Xperia XZ3 apenas faz reconhecimento facial e desfoca o que está à volta, no que é uma solução muito barata.

No vídeo as coisas já são muito melhores. O Xperia XZ3 é capaz de capturar vídeo a 4K com HDR e com uma estabilização digital muito boa. Em condições perfeitas, as gravações são um autêntico regalo, com cores realistas e vivas, e uma definição de imagem que, observada no próprio ecrã, é como olhar para uma janela. Incrível.

Incrível é também o modo câmara-lenta que está de regresso com gravação a 960fps numa resolução Full HD. Contudo, continuamos a não ter grandes avanços no que toca ao ruído de imagem, tornando-se quase impossível de usar em ambientes pouco iluminados. É necessária muita luz para resultados perfeitos.

A Sony não parece querer largar os extras, que, tal como o modo câmara-lenta, não mostram qualquer tipo de avanços observáveis. Temos o scan facial, o scan de objetos 3D e modos de realidade aumentada que há duas gerações foram introduções promissoras, mas que, agora, não são mais do que modos para entreter os mais novos.

O Sony Xperia XZ3 é provavelmente o melhor smartphone da tecnológica nipónica, mas está longe de ser um smartphone perfeito, ou, pelo menos, não dá aquele sentimento de ser “o pacote completo.”

Enquanto que é uma excelente máquina multimédia, com algumas das melhores características do momento que funcionam na prática tal como são publicitadas (ecrã, áudio, vídeo, características atuais), não atinge o real potencial nas funções mais procuradas pelos consumidores (fotografia, ergonomia, pormenores de design).

Não há dúvidas que é um enorme passo no caminho certo e mal podemos esperar para ver o que vem no futuro, mas, para já, o Xperia XZ3 é ótimo.

O Sony Xperia XZ3 pode ser encontrado à venda em lojas como a Etoren por 682€.

Este produto foi cedido para teste pela Sony.

O novo smartphone da Xiaomi vem equipado com 10GB de RAM

Enquanto a Huawei mostrava ao mundo os novos reis e rainhas dos smartphones, a Xiaomi preparava-se para revelar as características do seu próximo grande lançamento, o Mi Mix 3.

Battlefield V recebe finalmente o primeiro trailer para o modo de história

Após alguns meses desde o anúncio de Battlefield V, a produtora DICE revelou finalmente o primeiro olhar do modo de história do seu novo jogo.

Marvel’s Spider-Man regressa com novos conteúdos já para a semana

O primeiro episódio do passe de temporada para Marvel’s Spider-Man, The Heist, chega já para a semana, no dia 23 de outubro.

Anunciando ainda antes do lançamento do jogo no início do mês passado, The Heist é o nome da primeira de três partes que compõem a temporada chamada The City That Never Sleeps, e a PlayStation partilhou agora alguns novos detalhes, nomeadamente os novos fatos que podemos desbloquear para o Spider-Man.

Em The Heist dá-se início a um novo capítulo de histórias e aventuras em Nova Iorque e somos introduzidos finalmente a Felicia Hardy, também conhecida como Black Cat, que, durante a progressão do jogo, ia dando missões secundárias a Peter Parker sem nunca mostrar a cara.

Este novo conteúdo adicional vai incluir novas missões de história, uma nova fação de inimigos, novos crimes, desafios e até troféus.

Por desbloquear vamos ter ainda três novos fatos.

Tal como Marvel’s Spider-Man introduziu dois novos fato no universo da Marvel, o fato principal e o Velocity Suit, The Heist vai introduzir o Resilient Suit, desenhado pelo ilustrador da Marvel, Gabriele Dell’otto.

Os dois outros fatos são adaptações que os fãs mais acérrimos do aranhiço irão facilmente reconhecer: o fato de Scarlet Spider II e o de Spider-UK de Spider-Verse.

Para aceder aos novos conteúdos, os jogadores que ainda não o fizeram ou não adquiriram a Delux Edition de Marvel’s Spider-Man podem adquirir o DLC The City That Never Sleeps através da PS Store por 19,99€, que inclui o The Heist e o futuro lançamento de dois novos episódios.

Para comemorar este lançamento, a Marvel publicou ainda uma fantástica ilustração de Adi Granov, responsável pelo Velocity Suit do jogo principal.

Ainda antes da chegada de The Heist irá ser lançado um novo modo de jogo, o muito esperado New Game +, que irá permitir aos jogadores que já completaram o jogo a oportunidade de o recomeçarem com um novo nível de dificuldade e com todas as habilidades adquiridas na primeira vez.

Lembram-se do Winamp? O player de música do Lama vai voltar

Longe vão os tempos em que o streaming era o futuro. Durante a década de 2000 a música girava à volta do MP3 e, no PC, um dos players mais populares era o Winamp.

A Huawei também aposta em wearables com o novo Watch GT e Band 3 Pro

O grande dia do ano para a Huawei não se fez só com o anúncio de smartphones topo de gama. A tecnológica chinesa guardou uma pequena surpresa para o final, uma surpresa a pensar no pulso dos utilizadores, o Huawei Watch GT e a Huawei Band 3 Pro.

Depois do iPhone e do Galaxy Note, a Huawei ataca a Nintendo Switch com o Mate20 X

A Huawei apresentou a sua nova coleção de smartphones topo de gama para 2018, com o Huawei Mate20 e o Huawei Mate20 Pro.

Mas apesar de todas as fantásticas novidades destes dois novos dispositivos, houve um terceiro equipamento que é capaz de se ter destacado, o Huawei Mate20 X.

Com um ecrã de 7.2 polegadas, começou por impressionar pelo seu tamanho, mas o Mate 20X não é só um Mate 20 maior. Na realidade perde em algumas características e fortalece outras.

Tal como o Mate20 normal, a sua monocelha aposta no efeito “drop”, largando os novos sensores do Mate 20 Pro, como capacidades de scan 3D facial e de objetos, mas ganha em aspetos mais importantes para a produtividade e entretenimento.

Ao longo da apresentação oficial, foram várias as “bocas” e comparações feitas aos dispositivos das marcas concorrentes como o Samsung Note 9 e o iPhone XS Max, mas o que ninguém estaria preparado era no toque à Nintendo com a sua consola Nintendo Switch.

Segundo a Huawei, haverá até um adaptador especial com controlos físicos para melhor controlo em alguns jogos, fazendo mesmo a comparação com a consola da Nintendo ao referir uma resolução de ecrã superior com capacidades gaming a pelo menos 1080p e uma autonomia da bateria acima das sete horas.

Comparações de desempenho entre videojogos também foram reveladas mostrando, por exemplo, o recente NBA 2K19, que é capaz de correr em Ultra no Huawei Mate20 X e em definições básicas no iPhone XS Max.

Com o seu tamanho superior, com dimensões entre um smartphone “convencional” e um pequeno tablet, o Mate20 X está desenhado para produtividade e para o uso de uma pen, a Huawei M-Pen.

A nível de características internas, o Huawei Mate20 X inclui o processador dos dois outros equipamentos novos, o SoC Kirin 980, o seu ecrã é de tecnologia OLED, conta com uma gigante bateria de 5000mAh, sistema triplo de câmaras do Huawei Mate 20 Pro e introduz pela primeira vez no mercado um sistema de refrigeração com câmara de vapor e filme de grafeno.

Por fim, a Huawei revelou o preço do novo Mate20 X, que chega já no dia 26 de outubro ao mercado com a sua versão de 6GB RAM mais 128GB de armazenamento por 899€.

Nota: O Echo Boomer viajou até Londres a convite da Huawei.

O Huawei Mate20 Pro já é oficial!

Já está! A tecnológica Huawei acaba de revelar ao mundo o tão antecipado novo topo de gama para 2018, o Huawei Mate20 Pro.

Assiste aqui ao evento de apresentação do Huawei Mate 20 Pro

É já daqui a pouco, mais propriamente às 14h, que vai começar um dos acontecimentos do ano: a revelação oficial do novíssimo topo de gama da Huawei, o Mate 20 Pro. O evento vai decorrer no ExCeL London, em Londres, e vai contar com milhares de pessoas, onde se destaca a imprensa especializada – ainda vão estar uns quantos portugueses na conferência -, influencers e youtubers.

O novo topo de gama da tecnológica chinesa tem tudo para ser o melhor smartphone de sempre. Será o primeiro alimentado pelo novíssimo processador Kirin 980 e terá uma tripla câmara na traseira – lente principal de 40MP com abertura de f/1.8, lente telefoto de 20MP e uma grande angular de 8MP-, fazendo com que, trabalhando em conjunto, consigam fotos espetaculares. Este sistema de tripla câmara já existia no P20 Pro, considerado o smartphone mais habilidoso para fotografias, no entanto, o Mate 20 Pro promete elevar a fasquia. A câmara para selfies será de 24MP.

O ecrã será um OLED de 6,39 polegadas com resolução 3120×1440 pixéis, onde será visível no topo uma monocelha de tamanho considerável. Mais interessante é o facto do smartphone supostamente integrar um leitor de impressões digitais no próprio ecrã, ao invés de existir um local próprio para isso na traseira como tem sido habitual.

Esperam-se ainda opções de RAM entre os 6 e os 8GB e memória de armazenamento a variar entre os 128, 256 ou 512 GB, dependendo do país onde será vendido.

No que toca à bateria, deverá ter uns excelentes 4200 mAh com carregamento rápido da Huawei, claro, esperando-se que consiga 70% de carga em apenas 30 minutos.

Claro, todas estas informações carecem de informação oficial, embora sejam provenientes de materiais promocionais do próprio smartphone. Além do Mate 20 Pro, a Huawei irá mostrar a versão base, Mate 20, além da sua versão para gaming, o Mate 20X, e um novo smartwatch, o Watch GT.

Para acompanharem o evento em direto, basta assistirem ao stream aqui em baixo:

 

Call of Duty: Black Ops 4 já bate recordes de vendas digitais

Ainda não passou uma semana e o novo jogo da série Call of Duty já é um sucesso, pelo menos para a PlayStation e para a Activision.

Lisboa vai ter lugares de estacionamento exclusivos para carsharing

Se é um dos utilizadores de serviços de carsharing de Lisboa, em breve vais ter novas vantagens. Além de gratuito, estacionar com veículos partilhados vai ser ainda mais fácil e rápido. A Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio de várias entidades de sharing como a emov, vai lançar 21 novas zonas de estacionamento específicas para o serviço de carsharing.

National Geographic lança coleção de livros de ficção para os mais novos

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A National Geographic estreia-se no mundo da ficção juvenil com a coleção de livros Explorer Academy. O primeiro livro da saga – O Segredo de Nebula – já está à venda em Portugal, com a chancela da ASA, uma das editoras do Grupo LeYa.

Análise – Black Clover: Quartet Knights

Não é fácil adaptar um filme ou série ao mundo dos videojogos, mas depois do sucesso de Naruto Ultimate Ninja, que marcou a geração anterior e a atual, os fãs de anime esperavam pela próxima grande adaptação. Com My Hero Academia: One’s Justice no horizonte e Seven Deadly Sins: Knights of Britannia já disponível nas consolas, resta-nos saber se Black Clover: Quartet Knights segue o modelo de sucesso dos seus antecessores ou se é, para infelicidade dos fãs, apenas mais uma adaptação sem sabor no meio de tantas outras.

Sushisan Boavista – Sushi gourmet no Porto

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“Esqueça tudo o que sabe ou julgava saber sobre comida japonesa.” É com esta premissa que o Sushisan inicia a apresentação da sua carta. Aqui, o conceito é o sushi de fusão, servido em menu de rodízio gourmet ou pedido feito à carta.

O Sushisan conta atualmente com dois espaços no Porto, um junto às Galerias Paris e outro na Boavista, o qual fomos conhecer.

Na nossa visita optámos por experimentar o rodízio gourmet all you can eat. Isso mesmo, comer até não poder mais (sem criar desperdícios, claro). O menu inicia-se com a famosa sopa miso, seguido dos saborosos Hot Philadelphia, quentes e crocantes, cobertos com molho agridoce.

Depois das “entradas” segue-se a bela degustação de sushi. São cerca de 30 peças, entre niguiris, urumakis, salmão, atum e peixe manteiga. Tudo muito fresco, saboroso e com ótimo aspeto.

A composição da travessa é feita e escolhida pelo sushiman, no entanto, há a possibilidade de pedirmos pequenas alterações, como por exemplo não trazerem determinadas peças que não gostemos tanto. Pode-se repetir as vezes que quisermos, sendo que as travessas seguintes são mais pequenas (cerca de 10 peças várias), havendo o cuidado de servirem diferentes combinações de sushi em cada repetição.

Para refrescar, a oferta é variada: água, sumos, cervejas, vinhos, chás a bebidas espirituosas e sangrias. No nosso caso, decidimos seguir as recomendações do anfitrião e provámos a Sangria de Espumante. Estava muito boa, não tendo um sabor muito intenso, o que, na nossa opinião, combinou na perfeição com a degustação de sushi.

O Rodízio Gourmet é servido em modo all sushi you can eat, todos os dias, pelo preço fixo de 13,90€ ao almoço e 17,90€ ao jantar. É um ótimo preço para a qualidade apresentada.

Fomos experimentar o novo menu “Business Lunch” do Eleven

Quando falamos em restaurantes com estrela Michelin em Portugal, facilmente nos lembramos do Eleven, espaço que abriu em 2004 e que, um ano após a abertura, foi premiado com a sua primeira estrela, algo muito raro de se atingir após tão pouco tempo. Para quem não sabe, a cozinha é da responsabilidade do chef alemão Joachim Koerper, já premiado com duas estrelas Michelin.

Para este outono, o Eleven propõe um novo menu Business Lunch, que agora conta, além dos pratos de peixe e carne, com opções vegetarianas. E foram precisamente estas novidades que fomos experimentar.

Este novo menu é atualizado todas as semanas, ou seja, o menu da semana anterior já será totalmente diferente do da próxima. O objetivo é claro: mostrar aos clientes que os pratos confecionados têm a qualidade do costume a criatividade e frescura que são tão características do Eleven.

Aqui aposta-se numa cozinha de autor de inspiração mediterrânica, com grande ênfase dado à qualidade e frescura dos produtos utilizados. Por exemplo, na semana de 6 a 13 de outubro, a primeira deste novo Menu, nas entradas, os clientes puderam optar por uma entrada quente de pato com sabores de frutos vermelhos e beterraba ou, pela opção vegetariana, onde é possível degustar uma entrada fria de rilette de abacate, com glacé de coco, ananás natural e consommé de ananás e coco.

Já no prato principal, foi possível optar por um peixe galo cozido em vácuo e manteiga de wasabi, acompanhado com puré e crocante de ervilhas e demi de chouriço ou, para os apreciadores de carne, bochecha de vitela estufada, com puré e chips de castanhas, cenoura glaceada e crudité de cenoura.

Para opção vegetariana, a tal novidade neste Business Lunch, os clientes puderam saborear um risotto de tomate, cozinhado com uma receita caseira de concentrado de tomate e finalizado, como não poderia deixar de ser, por queijo parmesão de alta qualidade, sendo acompanhado com salada de tomate cherry grelhados na brasa e rebentos de funcho.

A terminar da melhor forma esta refeição podia-se optar por uma seleção de queijos ou uma típica sobremesa alemã que, traduzida à letra, se denomina como “picada de abelha“, com um leve bolo com base umedecida com mel, manteiga e flor-de-sal recheada com bavaroise de baunilha, telha de amêndoa e gel de amêndoa e flor de laranjeira e acompanhado com gelado de mel.

Atenção, as doses a nós servidas vieram em formato “mini” para que pudéssemos provar todas as novidades, por isso podem ficar descansados que terão direito à dose de tamanho normal.

O novo Business Lunch terá uma nova ementa na próxima semana, sendo renovada semanalmente. O menu é servido de segunda-feira a sábado, por 28€/pessoa (dois pratos) ou 35€/pessoa (três pratos), sem bebida incluída. É anunciado todas as segundas-feiras no Facebook e Instagram do Eleven.

Se sempre desejaram experimentar o Eleven a um preço mais competitivo, esta é a oportunidade ideal, num menu que é destinado a pessoas que queiram ter uma boa refeição, mas não disponham de muito tempo. É perfeito para uma reunião rápida ou um almoço de amigos, em que ambos dispõem de pouco tempo para almoçar.