Enquanto os fãs anseiam pelo terceiro jogo da série, criada pela id Software e revitalizada pela Machinegames, acaba de chegar a todas as plataformas modernas Wolfenstein: Youngblood, um novo spin-off com uma aposta diferente na estrutura e ritmo dos jogos anteriores.
Fossil lança nova geração de smartwatches
É a quinta geração de smartwatches da conhecida marca, trazendo uma série de melhorias para oferecer a melhor experiência tecnológica. Entre os destaques deste Fossil Touchscreen Smartwatch 5ªGeração, temos, por exemplo, uma bateria com maior autonomia e uma nova funcionalidade de alta voz.
No Man’s Sky abre as portas da realidade virtual com a nova expansão dia 14 de agosto
A Hello Games anunciou a data de lançamento da sua próxima expansão que, entre algumas novidades conhecidas e outras por revelar, introduz funcionalidades de realidade virtual.
Alan Wake e For Honor são as ofertas da semana na Epic Games Store
Anunciados na semana passada, a Epic Games Store tem duas ofertas de peso para qualquer jogador de PC com conta da Epic Games.
O Rei Leão (2019) já é o filme mais visto do ano em Portugal
Sim, estamos mesmos a falar do remake do clássico de 1994. O “novo” O Rei Leão, que estreou em Portugal no passado dia 18 de julho, lá levou mais de 844 mil espetadores ao cinema.
Novo carro da Hyundai tem sistema de carregamento solar no tejadilho
Vai ser, aliás, o primeiro modelo da marca com um sistema de carregamento solar incorporado no tejadilho da viatura. O Hyundai Sonata Hybrid vai ter esta inovadora tecnologia para fornecer energia elétrica adicional, além de aumentar a eficiência de combustível, o alcance na condução e, muito importante, reduzir as emissões de CO2.
Ceder’s. Conheçam o gin que não tem álcool
Alguma vez quiseram provar um gin, mas sem teor alcoólico? Pois bem, chegou ao mercado português a Ceder’s, uma nova marca capaz de satisfazer os vossos desejos.
Festival Vai-m’à Banda regressa a Guimarães já este mês
É já no próximo dia 24 de agosto que acontece a 3ª edição do Vai-m’à Banda, festival itinerante gratuito que acontece tascas emblemáticas da cidade de Guimarães.
Banda sonora do filme Variações chega já a 23 de agosto
Ou seja, um dia depois do filme estrear nos cinemas. Variações, realizado por João Maia, retrata a vida de António Ribeiro, barbeiro e figura da movida lisboeta no final dos anos 70, perseguindo o seu sonho de se tornar cantor e compositor, apesar de não saber uma nota de música.
Análise – Fire Emblem: Three Houses
Depois uma longa estadia na Nintendo 3DS, a famosa série de estratégia estreia-se na Switch com uma nova vontade em inovar e em suplantar os seus antecessores. Para todos os efeitos, Fire Emblem: Three Houses é não só uma vitória e um título imperdível para todos os fãs do género, mas também um decisivo passo em frente que expande o universo da série e a sua jogabilidade para novos horizontes.
Lisbon Marriott Hotel vai apoiar as Aldeias das Crianças SOS
Depois de, ano passado, no âmbito do programa Serve 360 Europe, o Marriott International ter angariado 400.000€ para apoiar instituições de solidariedade em toda a Europa, a iniciativa “You Eat, We Give” está de volta este ano. E Lisboa não fica de fora.
BONS SONS 2019: Tudo o que precisas de saber
É já esta quinta-feira, dia 8 de agosto, que começa a 10ª edição do BONS SONS. Com os horários já revelados, vai haver muita festa até 11 de agosto, último dia do festival. E como há sempre quem vá pela primeira vez, fiquem com todas as informações de não só como chegar ao recinto, como onde ficar alojado e o que fazer nas horas em que não há música em Cem Soldos.
Belzebong e Domkraft fecham cartaz do Sonic Blast’19
O cartaz já devia estar fechado, mas, com os cancelamentos de My Sleeping Karma e Satan’s Satyr, a organização do Sonic Blast’19 teve de ir buscar dois outros nomes: Belzebong e Domkraft. Estas bandas juntam-se a nomes como OM, Graveyard, Earthless, Eyehategod, Stoned Jesus, Orange Goblin, entre outros, encerrando oficialmente o cartaz do festival, a decorrer de 8 a 10 de agosto, no Centro Cultural de Moledo.
Campanha de Toy Story 4 angariou mais de 10 mil brinquedos
Foi uma belíssima iniciativa, da qual chegámos a falar. Agora, e após uma campanha de duas semanas, sabe-se que a NOS Audiovisuais conseguiu angariar mais de 10 mil brinquedos.
Novos chocolates Regina feitos somente com ingredientes biológicos
Certamente que já todos vós ouviram falar dos chocolates Regina. Aliás, mais do que conhecer o produto, interessa prová-lo. E estes chocolates são realmente bons. Agora, e de forma a acompanhar as tendências do mercado, a marca lançou a Regina Vita+BIO, uma nova gama de tabletes 100% biológicas.
Análise – Kill la Kill IF
Foi no ano passado que analisámos Little Witch Academia: Chamber of Time, um RPG de ação que se propunha a adaptar a famosa série anime ao mundo dos videojogos através de uma nova história, mas mantendo o charme das personagens originais. Apesar do seu potencial, Chamber of Time falhou, na nossa opinião, redondamente. Um ano depois, chega-nos outra criação da Trigger, desta vez sob o formato de jogo de lutas. Mas será Kill la Kill IF uma boa adaptação? Não, não é.
Kraftwerk – A consistência feita arte
Rapazes que andam nisto há muitos anos, os Kraftwerk têm andado em tournée regular, baseada num formato 3D, nos últimos anos.
Crítica – “Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw”
Desde que o possante Hobbs (Dwayne Johnson), um dedicado operacional do Serviço de Segurança Diplomática dos Estados Unidos, e o rebelde Shaw (Jason Statham), um antigo agente do exército britânico, se enfrentaram pela primeira vez em Furious 7, em 2015, a dupla trocou insultos e socos, enquanto tentavam dar cabo um ao outro. Agora, quando Brixton (Idris Elba), um anarquista cibernético geneticamente alterado, assume o controlo de uma ameaça biológica que pode mudar a humanidade para sempre, os dois inimigos têm de se unir para destruir o único homem mais perigoso do que eles.
Sobre a saga Fast & Furious: pode ser diversão parva. Todos os filmes têm o direito de entreter, mesmo que ignorem por completo todos os aspetos relacionados com física e lógica… desde que estabeleçam o seu tom desde o início. Não se pode fazer um filme de ação onde as personagens principais sobrevivem basicamente a tudo o que não devem e, ao mesmo tempo, levar tudo a sério.
Não é que não se possa ter essa mistura de tons (Furious 7 fê-lo brilhantemente), mas isso está reservado para alguns dos melhores filmes do ano, uma vez que não é fácil (de todo) equilibrar tantas coisas diferentes. Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw afirma o seu tom nos primeiros 10 minutos e todos sabem no que se estão a meter. No entanto, não funcionou muito bem para mim…

A saga Fast & Furious é um sucesso inegável, ainda mais em Portugal, onde constantemente quebra recordes de bilheteira. Possui tudo o que um blockbuster deve ter: toneladas de ação (perseguições de carro, explosões, lutas, tiroteios), um enredo fácil de seguir e desenvolvimento de personagens simples. Não há nenhum problema em deixar o cérebro à entrada do cinema por um par de horas.
Claro, Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw é ridículo. É completamente absurdo, não tem qualquer sentido lógico e é inacreditável a quantidade de sequências que ocorre e que desafia a física. Mas isso é exatamente o que se estabelece naqueles primeiros minutos. Dito isto, o público só precisa de se sentar confortavelmente e comer o balde inteiro de pipocas enquanto assiste à ação ridícula no ecrã.
Então, se o tom está bem equilibrado, por que não consegui apreciá-lo tanto quanto o resto? As pessoas parecem estar a divertir-se bastante (mesmo os críticos, que costumam demolir este tipo de filmes, estão a gostar), logo estou na minoria, mas achei a ação muito underwhelming e a comédia esteve longe dos níveis que estava à espera. Sim, existem grandes set pieces e há excelentes cenas de ação, especialmente uma perseguição de mota-carro entre Brixton, Hobbs, e Shaw. Verdade, lá se soltaram uns risos que não consegui conter devido ao quão incrível a química entre Statham e Johnson é. No entanto, isso não é suficiente.
Primeiro, o problema principal com a história: Brixton. Idris Elba é fantástico como sempre e gostava imenso que ele fosse o próximo James Bond. No entanto, a sua personagem é tão mal escrita e tão horrivelmente explorada que me questiono o porquê de a terem concebido como uma máquina com super-poderes. Literalmente, não há nenhuma diferença entre ele e as outras duas personagens principais, o que destrói a vibe de “super-vilão” que Elba deveria ter.
Esse é o problema de ter um filme tão absurdo: se os “heróis” são invencíveis devido à enorme plot armor que possuem, como é que o “super-vilão” é diferente deles? Se uma explosão ocorre com os três próximos uns dos outros, como é que Hobbs e Shaw sobrevivem da mesma forma que Brixton? Como é que um soco do “Super-Homem negro” tem o mesmo impacto que um soco dos outros dois?

Depois, a comédia. Não é que não goste de ver Statham e Johnson a gozar e a ameaçarem-se por cinco minutos seguidos em três cenas diferentes. É demasiado tempo e nem todas as piadas têm efeito. O filme em si é muito longo, pouco mais de duas horas. Se não tivesse conhecimento de toda a sequência de Samoa por ocasionalmente vê-la em trailers na televisão, teria acreditado que o filme estava prestes a acabar quando começou o terceiro ato. Parece que vai terminar, mas depois há toda uma outra sequência de ação para mostrar.
Pela primeira vez em muito, muito tempo, quase adormeci durante a transição do penúltimo para o último momento de ação. Este também é muito dececionante tendo em conta que David Leitch é o realizador. Muitos cortes rápidos e edição demasiado torbulenta.
Finalmente, há uma tentativa de iniciar um romance que eu não vou revelar, mas… Não é que seja forçado, porque realmente não é. Segue um caminho lógico, as personagens não dizem coisas estúpidas uma para a outra e foi, surpreendentemente, uma boa maneira de parar para respirar e relaxar longe de toda a ação. No entanto, quando o filme atinge a sua conclusão, simplesmente ignoram a relação e nunca mais a abordam. Há até uma linha de diálogo semelhante a “vou deixar-te dar-me um beijo amanhã se ainda estivermos vivos”, mas nunca voltam a este ponto. É como se nunca tivesse acontecido… Porquê? A única coisa que foi realmente lógica e emocionalmente convincente é completamente ignorada no fim. Desapontante.
Não quero ser muito duro com Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw porque entendo o quão divertido e engraçado este possa ser. Tenho a certeza que o público vai adorar e os fãs da franchise vão gostar ainda mais. A química do elenco é palpável e todos são fantásticos. Dwayne Johnson e Jason Statham são impressionantes como as estrelas de ação e são, definitivamente, a principal fonte de entretenimento. Vanessa Kirby também é excelente e tenho que elogiar o filme por manter surpresas espetaculares escondidas. Não vão acreditar quem está neste filme também. Há ainda algumas sequências de ação impecáveis e ri mais do que um par de vezes, logo creio que não é tão mau como esta crítica possa transmitir.

Sei que estou na minoria, logo recomendo a todos os leitores verem o filme (exceto nos Cinemas NOS) e julgá-lo por vocês mesmos. Se gostam de ação absurda, ridícula e over-the-top, bem como comédia cheesy, Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw pode ser perfeito. Mas realmente não funcionou para mim.
A comédia não foi tão boa como eu esperava, a ação não é tão cativante e Brixton é uma personagem tão horrivelmente escrita e pouco explorada que continuei a sentir-me frustrado cada vez que uma sequência de ação terminava. Vão pelas grandes cenas de ação e pela pura diversão e fiquem-se pela química do elenco fantástico.
PS: se ainda não viram Game of Thrones até agora, spoilers valentes neste Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw. Fica o aviso.
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