A confirmar-se, esta será uma opção estranha para implementar…
Desde sempre que o intuito da Uber Eats tem sido este: o utilizador opta por um restaurante, escolhes os pratos, paga a encomenda e, no final de tudo, só tem de esperar que a refeição seja entregue em casa. Mas e se vos dissermos que, em breve, também os clientes poderão eles próprios recolher as encomendas?
Como costumamos utilizar a Uber Eats regularmente, facilmente damos de “caras” com novidades. E uma delas deixou-nos bastante curiosos.
Se repararem na primeira imagem aqui em baixo, notam que existe a opção “Recolha”. E por recolha pressupõe-se que seja o próprio cliente a levantar a encomenda. Neste caso, seremos nós, utilizadores, a fazer o pickup da refeição.
Já se repararem na segunda imagem, notam que todos os restaurantes apresentados surgem em branco, vazios, quase como se fosse falha de ligação à Internet. Mas não, a nossa ligação estava ótima, pelo que tal página parecia não estar finalizada.
Adicionalmente, quando carregámos nos vários restaurantes, reparámos que, apesar de estarmos na opção “Recolha”, surgia na mesma a taxa de entrega, o que não faz qualquer sentido.
O mais estranho? Experimentámos desinstalar a app, reinstalando em seguida, e adivinhem: a opção de recolha pura e simplesmente desapareceu.
O nosso palpite é que, por algum motivo, a nossa conta apresentou uma função que ainda não está finalizada, daí o facto daquela página que podem ver aqui em cima não apresentar as imagens dos restaurantes.
Mas analisemos esta nova funcionalidade. A concretizar-se, poderá, de facto, dar jeito em algumas situações, como por exemplo termos um restaurante mesmo ao pé da nossa casa e irmos lá levantar, evitando pagar 1,90€ ou 2,90€ de taxa de entrega.
Porém, e para que a Uber Eats possa ter lucro e pagar aos estafetas, os produtos apresentados na app são todos mais caros do que se fossemos diretamente ao restaurante encomendar algo ou ligássemos para o estabelecimento a fazer uma encomenda.
Portanto, a questão é: ao apresentar a opção de recolha, não existem grandes motivos para utilizar a Uber Eats. Não só tudo é mais caro, como o propósito do serviço perde-se um pouco. Não nos esqueçamos que o funcionamento base da aplicação é a opção delivery, e é precisamente para isso que a Uber Eats existe.
O conhecido serviço da Uber somente funciona para restaurantes que trabalham também para takeaway, pelo que é necessário que, se esta novidade avançar, a Uber Eats baixe nos preços praticados.
Foi no evento dedicado aos jogos da PlayStation 5 que ficámos a saber, sem grande surpresa, que Horizon Zero Dawn vai receber uma sequela na próxima consola da Sony.
Agora, depois de um belíssimo trailer capturado na consola, foram revelados novos detalhes sobre Horizon Forbidden West, incluído uma janela de lançamento.
Num novo vídeo de desenvolvimento, Mathijs de Jonge explica algumas das novidades desta ambiciosa sequela que, além de visuais melhorados graças ao poder da PlayStation 5, proporcionará uma experiência sem loadings (até quando se faz fast travel), um mapa maior com regiões subaquáticas, “dúzias” de novas máquinase novas tribos, ambas amigáveis e inimigas.
Mas, talvez o mais importante, dado que as novidades foram em pequena dose, foi a revelação da janela de lançamento que está marcada para 2021, algo que não ficou claro durante a apresentação da PlayStation 5.
Horizon Forbidden West é a sequela direta de Horizon Zero Dawn, onde voltamos a controlar Aloy numa aventura por terras desconhecidas, em exclusivo, na PlayStation 5.
Acontece já este sábado, dia 20 de junho, às 21h30.
A música está de volta ao Coliseu Porto Ageas após três meses de encerramento. De forma a celebrar, a Associação Amigos do Coliseu do Porto e a Associação Comercial do Porto convida o público para um concerto comemorativo dos 250 anos do nascimento de Ludwig van Beethoven.
Este sábado, 20 de junho, às 21h30, a Orquestra Filarmónica Portuguesa apresenta duas das mais emblemáticas obras deste grande compositor: a 5.ª Sinfonia, celebrizada pelo ritmo dos seus primeiros compassos, e o 5.º Concerto para piano, também conhecido como “Imperador”, o último dos concertos para piano e orquestra compostos pelo génio nascido em Bona.
Sob a direção do maestro Osvaldo Ferreira, a Orquestra terá ao piano um dos mais representativos pianistas portugueses da sua geração, João Bettencourt da Câmara, como solista.
250.º Aniversário de Beethoven – Orquestra Filarmónica Portuguesa será apresentado em formato arena. Como referimos, o acesso ao espetáculo é livre, porém, está depedente da reserva de lugar, algo que pode ser feito aqui.
O Echo Boomer, em colaboração com o portal de videojogos Future Behind, tem um giveaway para os fãs de aventuras animadas, RPGs e PlayStation.
A decorrer no Twitter, estamos a dar a oportunidade aos nossos seguidores de poderem receber uma cópia de Ni no Kuni II: Revenant Kingdom, para a PlayStation 4. Lançado em 2018, este é um RPG de ação na terceira pessoa desenvolvido pela Level-5, com um registo muito anime, onde os jogadores embarcam numa aventura em mundo aberto na esperança de voltar a unir um reino fragmentado.
Mais um nome português numa série original da plataforma de streaming mais vista no mundo. Alba Baptista é a estrela de Warrior Nun, da Netflix, que já tem data de estreia.
A série chega à conhecida plataforma digital a 2 de julho. O anúncio foi feito nas redes sociais, acompanhado de algumas fotos da rodagem de Warrior Nun.
Depois de Nuno Lopes em White Lines, chega a vez de mais uma atriz portuguesa brilhar nos grandes palcos internacionais. Pelo trailer de Warrior Nun, percebe-se logo que o papel de Alba Baptista será de grande destaque.
Eis a sinopse: “Uma jovem acorda na morgue investida de poderes extraordinários e vê-se envolvida numa batalha entre o bem e o mal. Warrior Nun é inspirada nos livros manga.”
Mas a jovem estrela portuguesa não está sozinha. O elenco conta ainda com outro nome muito conhecido dos portugueses: Joaquim de Almeida.
Não é uma figura muito conhecida por todos, mas nem por isso deixa de ser importante. Bully. Coward. Victim. The Story of Roy Cohné um documentário que vai estrear na HBO Portugal a 20 de junho.
Este documentário mostra uma visão da vida e morte do advogado Roy Cohn, que ganhou destaque ao processar Julius e Ethel Rosenberg, naquele que ficou conhecido como o caso dos “espiões atómicos”.
O documentário foi construído com uma extensa quantidade de material de arquivo recém-descoberto, de modo a apresentar a mais reveladora investigação sobre Roy Cohn até ao momento. A realizadora Ivy Meeropol (Indian Point, Heir to a Execution da HBO) traz uma perspetiva única enquanto neta de Julius e Ethel Rosenberg, tendo passado grande parte da sua vida a sentir aversão e fascínio pelo homem que processou os seus avós.
Na verdade, Bully. Coward. Victim. The Story of Roy Cohn estreou em 2019, nomeadamente no Festival de Cinema de Nova Iorque de 2019. A estreia do documentário assinalou o 67º aniversário da execução dos avós de Meeropol, os Rosenberg.
Este retrato narra a vida de Cohn, desde o final dos anos 50, enquanto conselheiro principal do senador Joseph McCarthy, quando começou a exercer poder político, até aos anos 80, quando se tornou no menino bonito da Casa Branca de Reagan, um ativista anti-homossexualidade e mentor político de Donald J. Trump, antes de morrer com SIDA, em 1986.
Apresentando uma infinidade de materiais de arquivo que foram desenterrados, tal como cassetes de áudio recentemente descobertas – com discussões abertas entre Cohn e o jornalista Peter Manso, gravadas no auge da carreira de Cohn enquanto conselheiro, no mundo agitado dos negócios e da política de Nova Iorque – este retrato vívido concentra-se na família, amigos, colegas, funcionários e amantes, bem como nos alvos de Cohn, todos profundamente afetados por cruzarem caminho com ele.
O documentário segue períodos importantes da vida de Cohn, incluindo o tempo que esteve em Provincetown, Massachusetts, onde era consideravelmente mais aberto sobre a sua sexualidade e onde dividia casa com Manso e o romancista Norman Mailer.
Após alguns sobressaltos, a meta já está à vista. A Aspyr, produtora por detrás da nova conversão de Star Wars Episode I: Racer, voltou a colocar uma data para o seu jogo.
Inicialmente previsto para chegar em maio, Star Wars Episode I: Racer vai correr na PlayStation 4 e Nintendo Switch a partir do dia 23 de junho. Esta versão do jogo promete ser fiel ao original da Nintendo 64, mas com maiores resoluções, desempenho e ajustes de jogabilidade, um pouco como a recente conversão lançada para PC.
Star Wars Episode I: Racer é um jogo de corridas inspirado num dos segmentos mais icónicos do filme de Star Wars, lançado em 1999, e conta com 25 personagens e naves para usar em várias pistas de oito mundos inspirados neste universo.
Esta versão remasterizada irá contar também com modos online, uma novidade inédita no jogo.
A plataforma nasceu em plena pandemia e pretende reunir o que de melhor se faz em Portugal.
Nas últimas semanas, muitos são os projetos e páginas que têm surgido com o intuito de ajudar marcas nacionais. Afinal de contas, num período tão difícil como este, em que os cidadãos ainda têm receio de fazer várias coisas, os comerciantes locais acabaram por ressentir-se dessa falta de apoio.
Assim, e de modo a juntar o que de melhor se faz em Portugal, nasceu a MYKUBO, plataforma online que reúne artesãos, artistas, designers e marcas portuguesas que promove o consumo consciente.
O que quer isto dizer? Que existe uma seleção criteriosa dos artesãos, artistas, designers e marcas portuguesas que surgem na plataforma. Porquê? É que a MYKUBO promove o encontro entre os amantes de arte e os criadores da mesma.
Por outras palavras, aqui não há massificação do produto. Ao invés disso, os interessados encontrarão peças distintas e únicas, permitindo deter um objeto personalizado e verdadeiramente especial, ao mesmo tempo que valorizam o artista, o tempo que o mesmo despendeu à criação e originalidade da peça, respeitando o seu trabalho e criatividade.
Os artistas presentes no MYKUBO comprometem-se a respeitar alguns dos princípios de sustentabilidade, como a reciclagem e escolha de matérias-primas duráveis, produtos éticos, transparência nas ações como consumo de água, consumo de energia, materiais químicos incorporados, condições de trabalho, uso de materiais eco-friendly e biodegradáveis, bem como práticas de responsabilidade social e a produção local.
De momento, entre artistas e marcas, estão presentes os seguintes nomes: João Bruno Design, ABLESIA, Susana Cereja, Uni Ouriço, Bzugo, Mafalda Maya, Alguidar Knit, A Avó Veio Trabalhar, Cris Maria Jewelry, Malga, Bulhufas, Musgo, Santa Paciência, Clélia Jewellery, Vicara, Maria Descalça, Ricardo Milne, TEX MB, The Captain Socks, Maria Pratas, Wayz, Carolina Maria, Ikigai, SANJO, Filipe Faísca e Marie.
No que toca ao envio, é feito via transportadora, sendo que o custo de envio por peça depende do peso e da morada de entrega. O pagamento é depois feito com recurso ao cartão de crédito/débito ou PayPal.
Parecendo que não, esta é uma história que amor cada vez mais perto de completar 100 anos de história. Sim, haveremos de lá chegar.
Por enquanto, é altura de celebrar o 95º aniversário da Portugália Cervejaria, algo que foi celebrado no passado dia 10 de junho.
Foi a 10 de junho de 1925, na esquina da Fábrica de Cerveja em plena Avenida Almirante Reis, que nasceu o restaurante que teria como protagonistas o marisco e os famosos bifes com molho Portugália, que rapidamente se tornaram o ex-líbris da casa.
Desde então, a Portugália, marca que atravessa gerações, tem sido o ponto de encontro de estudantes, artistas, desportistas e jornalistas. E porquê? Simples, a marca tem-se mantido fiel aos sabores que perpetuam a tradição nacional.
A Portugália, ao longo da sua história, foi e continua a ser palco de momentos únicos: desde pedidos de casamento a casamentos originais, sendo também um local de artistas do qual é exemplo a última obra do reconhecido pintor Júlio Pomar, no estabelecimento de Alvalade.
No Dia de Portugal, a cidade de Lisboa acordou com a Portugália da Avenida Almirante Reis decorada com duas telas cujo propósito foi o de assinalar esta efeméride. E, para amplificar esta celebração, foi também criado um selo específico que estará presente em toda a comunicação da marca.
Aqui no Echo Boomer podemos dizer que somos fãs dos pratos da Portugália. E confessamos: até costumamos aproveitar a oferta de aniversário. Aliás, experimentem fazê-lo. Certamente que, assim que provarem os magníficos bifes da marca, muito provavelmente voltarão em breve a uma Portugália Cervejaria.
Depois de muita espera e alguns atrasos, eis que Fortnite começou a sua terceira temporada do Chapter 2.
Com o mundo cercado de água e um novo tema muito… aquático, a nova temporada foi buscar mais um dos heróis de bandas-desenhada e cinema para juntar ao longo elenco de personagens jogáveis em Fortnite. Trata-se, claro, de Aquaman, que empresta o seu look a Jason Mamoa.
Ao longo das próximas semana, o jogo vai ver a água que envolve o mapa a “desaparecer” e a dar lugar a novas localidades, áreas e edifícios. Para já, os jogadores vão ter que usar novos veículos e ferramentas aquáticas para navegarem pelo mapa e fugirem a algumas ameaças como tubarões.
Fortnite é free-to-play e pode ser jogado no PC, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, Android e iOS.
Após muitos rumores, confirma-se: os quartos de final, meias-finais e final da Champions League irão realizar-se na capital portuguesa.
Foi esta tarde que o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, confirmou aquilo que muitos já vinham a referir: a fase final da Liga dos Campeões irá jogar-se em Lisboa.
A capital portuguesa ganhou a corrida às cidades de Frankfurt e Moscovo, indo receber um total de oito jogos que serão disputados no Estádio da Luz e José Alvalade.
Devido à pandemia de COVID-19, a UEFA viu-se na obrigação de alterar o formato da prova, cuja final estava prevista para o Estádio Olímpico Ataturk, em Istambul, na Turquia.
Assim, a 7 e 8 de agosto irão realizar-se os jogos dos oitavos de final. Já a 12 e 15 de agosto acontecem os quartos de final, ao passo que entre 18 e 19 de agosto têm lugar os jogos das meias-finais.
Finalmente, a 23 de agosto, concretiza-se a grande final.
Atlético de Madrid, Atalanta, Leipzig e Paris Saint-Germain são as equipas já apuradas para os oitavos de final da Liga dos Campeões. Faltam, porém, realizar-se quatro jogos da segunda mãos dos oitavos (Manchester City-Real Madrid, Juventus-Lyon, FC Barcelona-Nápoles e Bayern Munique-Chelsea).
A diferença, este ano, é que as eliminatórias acontecem com um jogo único.
De resto, é provável que a UEFA também proceda a alterações no calendário do play-off de acesso ao Euro 2020, prova que foi adiada para 2021.
Um dos jogos mais acarinhados pelos fãs de Pokémon vai regressar com um titulo completamente novo. Falamos de Pokémon Snap, que se chama simplesmente New Pokémon Snap.
Anunciado na mais recente transmissão de novidades Pokémoncom um belíssimo trailer, New Pokémon Snap está atualmente em desenvolvimento para a Nintendo Switch, ainda sem data definida.
Os fãs já conhecem o conceito, mas os novos jogadores, que não tiveram a oportunidade de experimentar este clássico original da Nintendo 64 em 1999, é bom que preparem as câmaras. Porquê? É que, neste título, ao invés de atirarmos bolas à cabeça das criaturas, vamos tirar-lhes fotografias.
São poucos os detalhes a nível de mecânicas, mas desde 1999 que os modos fotografia evoluíram imenso nos videojogos. Quer isto dizer que é possível que tenhamos mecânicas únicas enquanto viajamos entre os habitats naturais dos Pokémon e os apanhamos a comportarem-se como animais no mundo selvagem.
Eléctrico é um programa de música ao vivo dedicado à música portuguesa.
Saudades deste programa? E se vos dissermos que está a ser preparada uma nova temporada? É verdade.
Depois do sucesso da primeira edição, eis que a RTP1 e Antena 3 estão a preparar um novo leque de episódios. Em Eléctrico, um programa de música ao vivo dedicado à música portuguesa, o objetivo é construir um alinhamento artístico que pretende juntar vários géneros musicais, gerações de músicos e, ao mesmo tempo, trazer-nos complementaridade e afinidades entre todos.
Na nova temporada de Eléctrico, constituída por 20 programas produzidos para a RTP1, com realização de André Tentúgal e engenharia de som de Nelson Carvalho, iremos continuar a ter como palco o cineteatro Capitólio.
No que toca a nomes, temos confirmadas as participações de Carlão, Fogo Fogo, Plutónio, Richie Campbell, Lena d’Água, Capicua, The Gift, Noiserv, Salvador Sobral, Luísa Sobral, Grognation, Regula, Rita Redshoes, Três Tristes Tigres, Ana Moura, Camané, Márcia, Tiago Bettencourt, HMB, Carolina Deslandes, Moullinex, Rodrigo Leão, Mão Morta, Moonspell, Orelha Negra, Gisela João, Miguel Araújo, Benjamim, Tim, Miguel Ângelo, GNR, Cais Sodré Funk Connection, Bonga, Paulo Flores, Clã, Manel Cruz, The Legendary Tigerman, Marta Ren & The Groovelvets, Branko e Julinho KSD.
As gravações dos concertos da nova temporada terão início já a partir de dia 22 de junho. A RTP1 ainda não divulgou uma data de estreia.
A nova app para Windows 10 promete aumentar a experiência áudio.
Nos últimos anos temos vindo a receber várias soluções áudio a nível de software que prometem aumentar a experiência envolvente de um filme ou um jogo.
A Razernão é estranha a este tipo de inovações e muitos dos seus periféricos áudio vêm com licenças e certificações do THX Spatial Audio. Agora, a marca abre as portas a todos os jogadores, independentemente dos auscultadores e das marcas que usem.
Para tirar partido desta funcionalidade aumentada dos nossos auscultadores, tudo o que temos que fazer é descarregar a aplicação da Razer THX Spatial Audio e pagar a sua licença, de 24,99€, ou apenas 12.49€, caso já tenham licença de 7.1 Surround.
Os acessos às funcionalidades completas permitem uma personalização completa da experiência áudio, com posicionamento virtual de fontes sonoras, afinação espacial para simular salas de espetáculo e cinemas, equalizações predefinidas e compatibilidade máxima com dispositivos de ligação de 3.5mm, Bluetooth e USB.
O Razer THX Spatial Audio, apesar de pago, pode ser experimentado com um pequeno trial limitado.
Depois de terem reagendado a tour conjunta devido à pandemia, as bandas de metal Apocalyptica e Epica vão levar a The Epic Apocalipse Tour 2021 a palcos por toda a Europa já no próximo ano.
Em Portugal, o espetáculo, originalmente agendado para 26 de novembro no Coliseu de Lisboa, foi agora adiado para 7 de abril de 2021.
Ambas as bandas prometem um concerto arrebatador. A primeira parte do espetáculo ficará a cargo dos Wheel.
Os bilhetes anteriormente adquiridos mantêm-se válidos para a nova data. Quem quiser, pode também comprar os ingressos na BOL e locais habituais, por 30€ cada.
A Corsair atualizou as características de um dos seus computadores mais populares, o compacto Corsair One.
O novo modelo chama-se Corsair One a100 e vem preparado com componentes de topo que prometem colocá-lo entre os melhores setups gaming e à altura do que a nova geração de consolas pode oferecer, tanto a nível técnico como de versatilidade.
Esta nova versão inclui um poderoso AMD Ryzen de 3ª geração e surge em três configurações distintas, entre um 12-core, 24-thread AMD Ryzen 9 3900X e um 16-core, 32-thread AMD Ryzen 9 3950X CPU.
Igualmente, a versatilidade permite a configuração com diferentes placas gráficas da NVIDIA GeForce RTX até à atualmente mais poderosa GeForce RTX 2080 Ti.
O Corsair One a100inclui características transversais aos diferentes modelos, como por exemplo 32GB de memória RAM a 3200MHz DDR4 e armazenamento de dados ultrarrápido graças a um Force MP600 NVMe M.2 SSD até 1TB.
Mas além das suas características de topo, o grande destaque está na sua forma compacta, com cerca de um quarto do volume de uma torre de PC convencional, colocando-o à “altura” das consolas da próxima geração, como a PlayStation 5e a Xbox Series X.
Contudo, esta aposta está limitada a bolsos bem fundos. Já disponíveis na loja online da Corsair, os novos computadores da linha One a100 aparecem a partir de 3439,99€.
Num mundo sem COVID-19, tal significaria que o Rock in Rio Lisboa iria realizar-se ainda este mês de junho. Não sendo esse o caso, vem aí uma emissão especial para celebrar 16 anos de existência por cá.
É deste sábado a uma semana, no dia 27 de junho, em que originalmente estava programado acontecer a edição de 2020 do Rock in Rio Lisboa, que a organização do festival vai emitir uma emissão muito especial.
Ao longo de 180 minutos, serão revisitados os melhores momentos de 16 anos de histórias, com cenas insólitas e histórias de bastidores à mistura.
Porém, a emissão terá também convidados especiais, atuações ao vivo em estúdio, entrevistas, desafios interativos em direto nos quais os espetadores poderão participar (e com isso ganhar prémios) e outras surpresas.
Claro, durante essas três horas de emissão, um dos destaques irá mesmo para a retransmissão de momentos icónicos de grandes concertos que já passaram pelo Palco Mundo.
A transmissão integral pode ser acompanhada a partir das 17h nas redes sociais do Rock in Rio Lisboa (Facebook, Instagram e YouTube), no site do festival e nas redes sociais da SIC, arrancando a emissão televisiva às 18h30 na SIC Radical e contando, ainda, com várias intervenções da RFM, Renascença e Mega Hits ao longo destas três horas.
Recorde-se que o Rock in Rio Lisboa tem data marcada para os dias 19, 20, 26 e 27 de junho de 2021, estando já confirmados Foo Fighters, The National e Liam Gallagher no lineup do Palco Mundo, dia 19 de junho. O Echo Boomer sabe que também Post Malone estará no evento, apesar de a organização ainda não o ter anunciado de forma oficial.
O ícone da Marvel chega à realidade virtual a 3 de julho.
Preparados para vestir o fato doIron-Man e sentir todas as emoções de Tony Stark ao voar pelos céus enquanto salva o mundo?
Marvel’s Iron-Man VR, a nova aventura exclusiva da PlayStation 4 inspirada no herói da Marvel, está quase a chegar. E de modo a apimentar a antecipação, há um novo trailer cinemático para celebrar.
É um trailer bastante simples, focado numa batalha entre Iron-Man e Ghost, o principal vilão desta aposta da Camouflaj, que culmina com uma jogadora a tirar o PS VR depois da intensa ação da sequência.
Claro que aqui não vemos o jogo em ação, mas os curiosos podem sentir um pouco das suas emoções com uma demo exclusiva na PS Store, que inclui um tutorial, uma missão e dois desafios, para aprenderem a voar antes da grande aventura.
Marvel’s Iron-Man VR é um jogo exclusivo para o PS VR e chega à PlayStation 4 no dia 3 de julho.
Takashi Okazaki adapta o seu estilo ao universo criado pela Sucker Punch.
É já em julho que a PlayStation 4 se prepara para receber mais um dos seus grandes exclusivos. Falamos do “simulador de samurais” Ghost of Tsushima, dos criadores de InFamous, a Sucker Punch, que agora recebe quatro ilustrações únicas criadas por um dos melhores artistas japoneses da atualidade.
Takashi Okazaki é mais conhecido pelo seu trabalho em Afro Samurai, um mangá tornado anime que mistura elementos culturais ocidentais como soul music, hip-hop e até um protagonista de cor, com elementos de um Japão Feudal pós-apocalíptico.
Com um registo muito único e cheio de estilo, Okazaki emprestou os seus dotes para transformar Ghost of Tsushimaem quatro fantásticas obras de arte.
Segundo um dos produtores do jogo, Jason Connel, Okazaki “encaixa-se perfeitamente com o (estilo) de Ghost of Tsushima”, dizendo ainda que têm um “orgulho” enorme nestas ilustrações baseadas no novo jogo.
“Cada ilustração imortaliza um determinado elemento da história de Jin Sakai: o vento-guiador, o fogo que consome Tsushima, a máscara e a ira do Fantasma“, explica ainda Connel, sobre o processo de criação destas obras.
Por cá, só podemos ver estas obras nos nossos ecrãs, mas, lá fora, alguns fãs podem ter a oportunidade de receber versões físicas destas obras através de um giveaway, no blogue oficial da Funimation.
Ghost of Tsushima, que recebeu um olhar extenso no final de maio num State of Play inteiramente dedicado ao jogo, chega à PlayStation 4 a 17 de julho.
Um jogo perfeito para os fãs de jogos de ação na primeira pessoa e para os mais saudosistas, recuperando a estrutura e jogabilidade que popularizou títulos como Wolfenstein 3D e Rise of the Triad.
É bom ser-se fã de FPS clássicos em 2020. Depois de Doom Eternal e Ion Fury, estamos uma vez mais de regresso à fórmula vencedora do género com Project Warlock, um jogo que utiliza a sua simplicidade e foco na ação para nos dar uma experiência intemporal. Ao contrário de Dusk e Amid Evil, que procuram emular o design de Quake e Doom, a Buckshot Software foi um passo atrás e olhou diretamente para as origens do género, inspirando-se em Wolfenstein 3D e Rise of the Triad e nos seus níveis labirínticos.
Como seria de esperar, Project Warlock não está interessado em contar uma estória capaz de moldar para sempre o género, e depois de The Last of Us Part II, é refrescante atirar-nos de cabeça para uma campanha que é totalmente focada na ação e na destreza. Uma coisa é clara: somos um feiticeiro sem nome que procura eliminar todo o mal do mundo, embarcando numa viagem pelo tempo à medida que luta contra monstros, cavaleiros possuídos e demónios de todos os tamanhos e feitios. Assim é Project Warlock.
Apesar das suas inspirações em Wolfenstein 3D, especialmente no design labiríntico dos seus 60 níveis – divididos por cinco zonas, todas elas com um boss no final –, a Buckshot Software não fechou os olhos às tendências mais atuais e traz-nos um misto de mecânicas que dão a Project Warlock uma identidade estranha, mas saborosa.
O foco continua na ação, com o jogo a apresentar um impressionante leque de armas – como espingardas, metralhadoras, magias e cajados mágicos –, mas existe uma aposta na evolução da personagem através de elementos RPG. Não só o nosso feiticeiro ganha níveis, cuja experiência pode ser conquistada através dos inimigos e do ouro que encontramos pelos cenários, como temos a possibilidade de melhorar os seus atributos (força, energia, magia e número de balas) e evoluir cada uma das armas, transformando-as, através de duas vertentes – com as suas próprias vantagens –, à medida que avançamos.
Project Warlock nunca perde o seu classicismo, mas é interessante perceber como esta adição motiva o jogador a jogar de forma mais inteligente e a procurar todos os segredos do jogo. À medida que exploramos os níveis, que são maioritariamente curtos, temos acesso a pontos de habilidade e a novas magias, armas e algumas surpresas que melhoram exponencialmente a experiência do jogo. É também importante gerir as vidas do nosso feiticeiro, uma vez que podem significar o nosso fim.
Esta mecânica, que é absolutamente clássica e um reflexo das inspirações da produtora – basta olharmos para Rise of the Triad –, é influenciada pelo nível de dificuldade que escolhemos, determinando o número de vidas que temos inicialmente, mas podemos descobrir mais à medida que encontramos todos os segredos. Sem vidas, perdemos todo o progresso e voltamos ao início da campanha.
Nada disto seria possível sem um trabalho meticuloso no design dos níveis. Mesmo com alguma repetição inerente, especialmente pelo estilo visual que tenta emular os títulos DOS – repleto de sprites muito bem animados, em pixel art, mas cujas cores cansam ao longo das horas de jogo –, a leitura das zonas é intuitiva e nunca nos sentimos perdidos. Isto é importante para um jogo que adora prender o jogador a corredores repletos de inimigos e de segredos.
A aposta em temas variados para cada zona, desde locais gelados até a castelos medievais, quebram alguma da monotonia, mas a jogabilidade é tão rápida, acessível e frenética que muito provavelmente não terão tempo para respirar. A Buckshot Software fez a escolha acertada ao desenhar os níveis do jogo e ao deixar-nos sempre com aquela sensação de “só mais um”, sempre que voltamos à base do nosso feiticeiro.
Com um total de 38 armas, Project Warlock é imparável. A variedade é inegável e existe uma opção para qualquer confronto, seja corpo a corpo, com a faca e o machado do feiticeiro, ou à distância, com a besta ou o cajado mágico. O posicionamento dos inimigos tenta criar uma sensação de horda, de grandes grupos de monstros que colaboram entre si para nos eliminarem, mas a sua presença em campo não é tão eficaz.
A IA também não é desafiante, com a maioria dos monstros a correrem diretamente para nós, mas os vários tipos de criaturas acabam por se conciliar ao longo dos níveis, mesmo que o seu posicionamento seja pouco ou nada surpreendente. A dificuldade do jogo está nos seus números, no caos e na confusão de monstros, projeteis, armadilhas e explosões, mas no final do dia, não é injusto ou demasiado difícil; é até bastante acessível.
Se são fãs do género, Project Warlock é uma escolha perfeita, mas fica o aviso: existem alguns problemas nesta versão para consolas. Apesar dos seus gráficos simples, encontrei vários bugs visuais, como chaves presas nos cenários, e alguns erros que me impossibilitaram de continuar em frente. Por exemplo, num dos primeiros níveis, temos a possibilidade de ativar um elevador, mas se não o utilizarmos à primeira, ele sobe e perdemos a possibilidade de reativar. Isto é absolutamente irritante. Outro problema que agravou a minha experiência foi a impossibilidade em escolher as armas que queria. Não consegui compreender o que causava este bug, mas o menu radial deixou ocasionalmente de funcionar, deixando-me escolher apenas um punhado de armas.
São problemas reais, mas que podem, espero, ser corrigidos com um patch. O mesmo não posso dizer da banda sonora que, à exceção dos sons das armas, é muito ineficaz ao longo da campanha.
Mesmo com alguma repetição, Project Warlock é ideal para os fãs de DOOM, Wolfenstein 3D e de apostas mais recentes como Nightmare Reaper e Dusk. Apesar da sua simplicidade, é uma campanha divertida do princípio ao fim, utilizando a sua aposta na ação e em níveis mais curtos para criar uma experiência frenética e viciante. Se estão à procura de um novo FPS nas consolas, experimentem Project Warlock.
Plataformas: PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch Este jogo (versão PlayStation 4) foi cedido para análise pela Gaming Company.